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Bora viajar?

NOA - Noroeste da Argentina em 13 a 15 dias

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A partir do dia 27/12 iniciarei o relato com valores e fotos de minha viagem.

Vou ao Noroeste da Argentina por 13 a 15 dias. Sou de Araucária. Vamos em três pessoas.

Nosso roteiro inicial é este abaixo, mas dependendo do custo da viagem poderemos ficar mais 1 ou 2 dias.

 

 

Editado por Marcelo Manente

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    Documentos separados.  Carta Verde em mãos. Seguro de saúde comprado. Agora é só fazer as malas.    

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    1º dia de viagem ao norte da Argentina. 03/01/ 2023  940 Km de Ponta Grossa a Ita-Ibaté, Argentina.   Viagem tranquila nos primeiros kms até a fronteira em Dionísio Cerqueira - SC

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    6º dia – 08/01/23 De Antofagasta de la Sierra a Tolar Grande. 235 Km. Dia da montanha russa – saindo de 3356 m para 4700 m, descendo para 3300 m e subindo para 4300 e baixando de novo a 3500

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5º dia – 07/01/23

Antofagasta de la Sierra

Tour ao vulcão Galan

Como combinado anteriormente com o guia, Sr. Jorge, após o café as 8  eu estava esperando por ele na frente da hospedaria. Fiquei sabendo no dia anterior que ele consegui mais três garotas para dividir o valor do passeio que se fosse sozinho seria muito caro. Quando ele chegou entrei em sua Toyota SR5 branca e fui me apresentar para as garotas, E qual a minha suspresa ao saber ali que todas as 3 eram deficientes auditivas e por isso falavam com muita dificuldade e uma delas quase não falavam!!! Fiquei meio sem jeito, Quando queria falar com elas eu tinha de me virar para trás e falar bem devagar o meu espanhol fraco misturado com um pouco de português. Foi difícil, mas nos demos bem.

O dia foi muito atípico, tivemos sol, granizo, neve, chuva, mas nem isso estragou o passeio que foi fabuloso e recomendo a todos pelas paisagens apaixonantes que pude ver. As fotos não fazem jus a toda beleza que presenciei. O tour começa por cânions, passa por arte rupestre nas pedras no chão, lagunas de cor diamante, lagunas com milhares de flamingos e formações rochosas as mais diversas e deslumbrantes.

Os picos nevados a redor abrilhantavam mais ainda o passeio. Neve que no verão é meio rara, mas tive sorte de poder ver em diversas montanhas e ao vivo caindo. Não era uma neve forte, mas deu pra curtir um pouco.

O caminho é todo off-road forte, de modo que só viaturas altas, com 4x4 e reduzida conseguiriam passar. Tivemos subidas e descidas de uns 35 graus eu acho. Também passamos por um canion apertado que quase raspava na pick-up e ainda trechos de muita pedra pontiaguda e terreno totalmente ondulado e ruim de modo que tínhamos de passar com 1ª marcha reduzida a 5 por hora. Uma emoção que só indo lá para ver.

Pena que no último trecho do passeio até chegarmos a El Peñon foi sob chuva e muito nublado de modo que as paisagens estavam encobertas. Fiquei imaginando fazer um passeio num dia de sol depois de nevascas no topo das montanhas, deve ser de ficar bobo,

Chegamos a El Peñon e tomamos a ruta 43 que eu já tinha passado no dia anterior e fomos seguindo parando nos mirantes e atrações que eu não conhecia no caminho. O tour terminou as 18:30 h. Valeu cada centavo gasto, recomendo muito.

Custos:

Refeições:

Janta 1800 + 300 refrigerante

Salgadinhos 1000

Guia 12500

Hospedagem 7000

Editado por Marcelo Manente

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6º dia – 08/01/23

De Antofagasta de la Sierra a Tolar Grande. 235 Km.

Dia da montanha russa – saindo de 3356 m para 4700 m, descendo para 3300 m e subindo para 4300 e baixando de novo a 3500 m.

Haja folego...

Neste dia acordei, arrumei as tralhas, tomei café, paguei a hospedagem e as 8:20 h estava na estrada. A cidade fica a  3356 m. Tomei a ruta 43 em direção a salar Pocitos, porém 17 km mais adiante eu sai para a estrada que leva a Antofala. Então começou a subida, o carro vai perdendo fôlego e a esquentar mais do que o normal. Descobri que ligando o ar condicionado no frio a temperatura se mantêm a níveis aceitáveis, apesar disso com um aparelho ligado ao celular por um app monitorei o motor e a temperatura nunca passou de 98 graus.

Assim comecei a subir, paisagens belíssimas sempre ao redor, montanhas nevadas, vales verdes como um oásis no deserto, vicunhas pastando em todo lugar. A estrada em sí é boa, nada de assustadora como a segunda parte seria. Quando cheguei a 4700 m o carro estava chocho chocho, entretanto a partir daí começa uma lenta descida até o salar de Antofala. Quando finalmente o vale do salar se abre a nossa frente da vontade de chorar de tanta beleza.

A descida é lenta em grande zig zag e a gente precisa parar a todo instante para tirar fotos da natureza deslumbrante a sua volta. Quando finalmente chega-se ao nível do salar parece que estamos em Marte com montanhas desérticas por todo lado. Após atravessar o salar chega-se a minúscula Antofalla com seus pouco mais de 50 habitantes. O vilarejo está situado em uma “vega” que é como os argentinos chamam um oásis. Entrei na vila com medo de atrapalhar o sossego do lugar, parei para tirar fotos da igreja e das pequenas vielas do lugar. Quase na saída do povoado parei para comer meus sanduiches que seriam meu almoço naquele dia.

Depois disso saí para a segunda parte que seria a travessia até Tolar Grande. Estava a 3300m. Havia 2 caminhos a se fazer para Tolar, um que bordeava os salares de Antofalla e de Arizaro e outro que mais uma vez subia a montanha. Adivinhem qual eu escolhi? Claro que o mais complicado.

Logo após a saída da vila tem uma estrada a esquerda que sobe em forte pendente a montanha numa estradinha cheia de milhares de pedras negras vulcânicas. Aqui a Duster sofreu coitada. Faltava fôlego, faltava marcha, subi esse primeiro tope quase que sempre em 1ª marcha. Ao subir, novos ângulos do salar surgiam e das montanhas nevadas ao redor tbm. Difícil escolher o que fotografar. Foram centenas de fotos a estrada toda,

E subindo, subindo se chega aos 4300 m. O peito aperta, o carro sofre, mas a beleza ao redor compensa. Eu sozinho naquela imensidão cheguei a pensar que se eu tivesse uma pane no carro por lá estava lascado... O interessante é que você fica na expectativa de começar a descer, mas, surpresa, sobe mais um pouco.

Finalmente entre as montanhas começa-se a ver de muito longe o salar de Arizaro. Mas tem muiiiiito chão ainda até chegar a sua borda. E assim segui parando e parando sempre para tirar muitas e muitas fotos. O salar de Arizaro é imenso, o maior da Argentina com 1600 km quadrados. A estrada dentro dele é de 72 km até chegar em Tolar. O piso da estrada, por ser feito de sal, é duro como concreto, o que deixa a estrada muito boa e pode-se desenvolver até 100 km/h sem perigo algum.

Antes de entrar na parte de sal já se pode avisar ao longe uma das belezas do lugar, O cono de Arita. Um morro em forma de pirâmide que ao longe, por causa da ilusão de ótica, parece flutuar no salar. Suas cores vermelhas contrastam com o cinza claro do salar. Não precisa dizer que é espetacular.

Após o cono a estrada segue meio monótona até a chegada da via de Tolar Grande com seus quase 150 habitantes. Como era cedo entrei na cidade e sai do outro lado dela para seguir os Ojos de Mar, uma formação no salar onde a água brota de buracos enormes em meio ao sal formando imagens muito bonitas. Infelizmente neste dia havia muito vento e as fotos não são capazes de mostrar sua real beleza.

Sensação estranha estar totalmente sozinho num lugar tão belo. Voltei para o vilarejo e procurei hospedagem que achei facilmente por ser domingo. Fiquei na hospedagem Los Colorados. Padrão mochileiro.

Como era cedo, umas 15 h, dei uma bela cochilada e lá pelas 21 h me chamaram para a janta que tinha pedido. Milanesa e batatas fritas. Depois bora dormir que amanhã tem outra aventura.

Editado por Marcelo Manente

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7º dia – 09/01/23

De Tolar Grande a Cachi, só que não, a Salta. 360 km.

Dia de frustração e de dor.

Acordei cedo como de costume pois a altitude incomoda. Lá pelas 8 h fui tomar o café, pagar a conta e me despedir da dona da pousada, Teofila. Coloquei minhas coisas no carro e depois voltei para ver se não tinha esquecido nada. Ainda bem q voltei pois o carregador do celular ainda estava espetado na tomada.

Saí quase 9 h e antes de ir embora circulei no minúsculo centro da vila e qual foi a minha suspresa ao encontrar uma pick-up Saveiro brasileira com um camper na caçamba na praça do vilarejo. Logo ao lado no banco da praça os donos da camper estavam tomando café. O nome deles era Eduardo e Fernanda e eles tem um instagran relatando a montagem que foi feita por eles mesmos, e a viagem. O insta é @feijaoviajante . Conversamos bastante pois eu estava com saudade de falar português. Eles me deram várias dicas e eu também. Inclusive falei para eles irem a Antofagasta de la Sierra e dei um folder da cidade, que tinha em dobro, para eles decidirem se iam. Mais tarde recebi uma msg dizendo que tinham ido lá e que queriam saber do guia que me levou.

Depois disso sai para a estrada que é a ruta provincial 27. A estrada é também deslumbrante, passa pelo salar del Diablo com suas montanhas vermelhas ao redor. Depois passa por um lugar que só posso descrever como um labirinto vermelho chamado Los Colorados. Ainda tem uma forte descida de um morro que é feita em um zig zag travado que é chamada de las siete curvas.

Durante este trajeto eu já comecei a ter um pouco de dor de cabeça. Parei, tomei um paracetamol 750 e coloquei na boca as folhas de coca que tinha comprado para esses problemas. Antes que vocês possam pensar, “nossa ele se drogou”, saibam que essa é uma tradição milenar dos povos andinos e ajuda a diminuir o “soroche”, mal de montanha.

E como ela ajuda? A folha de coca possui proteínas, vitaminas e minerais que a tornam uma excelente opção nutricional com propriedades medicinais reconhecidas e comprovadas. Portanto, seu efeito analgésico ajuda a reduzir os sintomas do mal da altitude, como dores de cabeça e fadiga.

Porém, mesmo com tudo isso a dor de cabeça não diminuía, e pra piorar meu nariz estava quase que completamente entupido. Assim o último terço da viagem até a vila de Salar Pocitos foi angustiante, a cabeça parecia que estava sendo pressionada por uma prensa. Ao mesmo tempo meus braços começaram a amortecer. Pensei que ia desmaiar. Os quilômetros pareciam demorar mais.

Finalmente cheguei em Pocitos e parei na frente de uma unidade de saúde. Desci do carro cambaleando e quase cai na entrada. Logo um senhor que infelizmente não gravei o nome veio me atender. Pediu para eu sentar, verificou com um aparelho a minha oximetria, que estava baixa e a pressão que estava ok. Viu que eu não estava respirando bem pelo nariz e me pediu para que eu fosse ao banheiro e colocasse muita água nele. Após isso deu-me uma máscara e ligou o oxigênio. O alívio foi imediato, em 5 minutos eu estava pronto para sair. Perguntei quanto devia e ele me falou que não era nada, agradeci muito e toquei para San Antonio de Los Cobres. Antes de sair coloquei no nariz um descongestionante nasal que tinha trazido e isso me ajudou muito.

Bora pra ruta. Seguindo pela estrada que neste trecho é bem movimentada dirigi até ela terminar na ruta nacional 51 que vai de San Antonio ao paso Sico, fronteira com o Chile. Uma informação para os viajantes, no dia de 09/01/23 o paso se encontra fechado para veículos de passeio, somente veículos de carga podem passar por lá.

Após a união das estradas o movimento aumenta bastante, e com isso a poeira, o carro está imundo por dentro de tanta poeira, hehehe. Seguindo a estrada ela começa novamente a subir e chega-se a sua maior altitude, o Alto de Chorrilho com 4560 m snm (sobre el nível del mar). A partir daí novamente ladeira abaixo e curvas e mais curvas até chegarmos ao nível da cidade a 3775 m. Antes da cidade fiz um pequeno desvio para conhecer o viaduto la Polvorilla que fica mais no alto a 4220 m. Tirei umas fotos e rumei a cidade, já estava com fome. Fui ao posto e abasteci e depois fui a um restaurante comprar empanadas para almoçar na estrada,

Toquei em frente e como meus amigos do Feijão Viajante tinham me avisado que a ruta 40 estava fechada, fui conferir com a polícia caminera. E infelizmente a ruta estava fechada por causa de um grande derrumbre (queda de barreira). Fiquei muito frustrado pois a Abra del Acay, o ponto mais alto da estrada com seus 4972 m que eu passaria de Duster, estava agora inacessível.

Tive de mudar meu planejamento e assim decidi ir para Salta. De San Antonio a Salta são 170 km, mas o desnível é de uns 3000 m pois a estrada depois de San Antonio volta a subir para uns 4 mil e poucos metros. Como o trajeto é só descida, bora descer embalado. E nessa tocada, a Duster marcou no computador de bordo o menor consumo da vida: 18,5 km/l na entrada da cidade. Impressionante. Mais tarde na bomba fiz os cálculos e deu 15,6 km/l, excelente.

Antes de chegar a cidade, escolhi um hotel no Booking que tivesse piscina, vou me divertir um pouco. Antes de dormir fui dar uma volta no centro da cidade, fiquei impressionado com a quantidade de pessoas na rua. Quase não dava para andar direito. Nem consegui curtir a caminhada. Jantei empanadas de novo e dormi tarde.

Editado por Marcelo Manente

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Em 05/01/2023 em 22:16, Marcelo Manente disse:

3º dia – 06/01/23

De Termas de rio Hondo a Hualfin via cuesta Clavilla e cuesta la Chilca

Finalmente um dia de viagem que valeu muito a pena.

Tomei o café simples no Termas Hotel Analia, Como relatado é um hotel bem simples, porém muito bem localizado, rua Juan B. Justo 89. Recomendo para pessoas desapegadas. A cama era boa, tinha uma banheira meio improvisada no banheiro. Pena que eu peguei o quarto que dava para a rua. Tinha muito barulho por lá.

Sai uma 8:20 h. Abasteci no posto YPF np preço de 167 pesos. O menor até agora deu R$ 2,73. Abasteci um galão com 15 litros pois não sabia como seria o dia de hoje em relação a postos.

Segui direto para a cidade de Concepcion de Tucuman e lá dei início ao trecho de terra que entrava no parque Aconquija pela cuesta de Clavilla com suas centenas de curvas fechadas. O visual do caminho era como uma serra do mar do Brasil com florestas grandes e rios de pedra com agua transparente. Tem que se ter muita atenção  nesta estrada por causa da quantidade de curvas fechadíssimas. Tem uma placa solicitando que se buzine nas curvas mas fechadas, Apesar da estrada até a entrada da vila Yanca Suma ser de  terra ela esta muito bem conservada inclusive sendo constantemente passada a patrola como pude ver na subida e na descida. A partir de Yanka Suma até a bifurcação que da acesso a San Fernando del Vale de Catamarca são 20 km de asfalto.

Neste trecho sobe-se até uns 1900 m (não prestei a atenção) pelo meio da selva e depois vai baixando até uns  1100 m onde começam os diversos vilarejo sendo Aconquija o maior deles, Esses vilarejos ficam em um vale  majestoso que vai transmutando a sua vegetação de florestas, para árvores baixas, depois para campos e no final quando se desce a cuesta La Chilca a vegetação é desértica com grandes cactos (cardones) e muita terra exposta, é uma aula de geografia e clima ao vivo.

As vilas do vale são um charme, com diversos locais próprios para camping, com churrasqueiras e mesas. Rios de água transparente cruzando o vale de um lado para outro e casinhas que parecem de outro continente perdidas aqui e ali.

Ao final do vale tem duas opções de saída, uma asfaltada que volta para Tucuman e outra de terra que vai para a província de Catamarca passando por Andalgala, Belén e Hualfin, onde estou hospedado. Escolhi a de terra claro.

A cuesta La Chilca é espetacular para quem gosta de emoção e aventuras. Uma estrada de pedras pontiagudas que poderá detonar pneus se vc não cuidar. Também com centenas de curvas de uma emoção absurda. Fechadíssimas e a beira de abismos de 1000, 900, 800m de altitude, Seu local mais alto ficava a 1820 m. Amei cada instante a estrada. Como na subida da outra cuesta nesta vc deve buzinar nas curvas fechadas e andar a 10, 20 km/h no máximo. Ao final de seus quase 35 km de decida a estrada vai se direcionando até a cidade de Aldalgala e depois a Belén,

A estrada depois de Belén é a famosa ruta 40 e entra por um tortuoso corredor seguindo um rio de degelo com pouca água. Depois desse trecho sinhuoso ela segue subindo sempre até uns 1850 m e segue assim até Hualfin.

Antes de chegar a Hualfin fui ver como estavam as termas da cidade que na outra vez que fui lá estavam abandonadas. O local esta bem melhor cuidado. Tem até um trecho de asfalto até sua entrada. Agora as banheiras estão arrumadas, tem duas piscinas externas, porém não é um lugar bonito para ir ver. Mesmo no meio da semana as pequenas banheiras fechadas tinham fila para se entrar e as pequenas piscinas estavam lotadas. Não tive coragem de entrar.

Eu decidi posar aqui em Hualfin pois em 2014/15 eu e mais 5 amigos(as) ficamos nesta cidade na viagem que fizemos em duas viaturas para essa mesma região.

Estou na hospedaria municipal da cidade (antes só tinha essa, agora tem mais). Uma boa hospedagem, com quartos limpos e grandes por um precinho camarada 41 reales (2500 pesos sem café da manhã).

 

Custos:

Combustível:

6000 pesos em Rio Hondo = 100 reais – média 12 km/l

Galão de 15 litros 2500

6000 pesos em Hualfin  100 reais, 12 km/l

Alimentação:

Água + energético = 2500

4 empanadas (almoço) = 1000

Janta = Milanesa e papas fritas (bife a milanesa e batatas fritas)  + 2 Stela Artoirs 3500

Divida os valores em pesos por 61 para saber o custo.

Que relato legal! Obrigada por compartilhar tantos detalhes!!

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Galera,

Surgiu um assunto pessoal para resolver em Araucária e estou voltando a partir de hoje, portanto não postarei nenhum relato ou fotos até o dia 14, dia da minha provável chegada em casa.

Um abraço.

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