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leocaetano

Guia e Dicas sobre Moedas, Cartões e Gastos na Argentina

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GUIA RÁPIDO DE CONSULTA SOBRE UTILIZAÇÃO DE CARTÕES NA ARGENTINA

 

Para aqueles que pensam em sacar dinheiro em caixas eletrônicos ou utilizar o cartão de crédito, devem ficar atentos às taxas cobradas. Podemos classificar o uso em quatro tipos:

 

 

Cartão de Banco

Há alguns bancos presentes no Brasil que também estão presentes na Argentina. Cada banco tem sua própria política quanto a isso, alguns cobram o saque outros não. Deve-se verificar com o seu próprio banco os custos e existência de agências no país.

 

Cartões de Débito

Os cartões de débito internacionais possibilitam saque em caixas eletrônicos na Argentina. O valor é debitado diretamente em sua conta como se estivesse utilizando a função de débito em uma compra. Como os cartões de débito são ligados à bandeira do banco, cada um pode ter uma cobrança diferente. No caso da Mastercard, normalmente o valor é de R$ 9 por saque e com valor máximo de US$ 500 por dia e US$ 3.500 por semana. No caso da Visa, normalmente o valor é de R$ 8 por saque e com valor de US$ 250 a 500 por dia.

 

Cartões de Crédito

Os cartões de crédito internacionais possibilitam saque em caixas eletrônicos e fazer compras sem parcelamento na Argentina. O valor é debitado diretamente em seu cartão para pagamento na próxima fatura, de acordo com a data. Como os cartões de crédito são ligados à bandeira de uma instituição financeira, cada um tem uma cobrança diferente para o caso de saque. No caso de utilização para compras, o valor é creditado em sua próxima fatura com o valor gasto em pesos convertido para dólar e, posteriormente, real com o câmbio oficial do dia de fechamento da fatura. Ainda há a cobrança de IOF com uma taxa de 2% sobre o valor gasto no exterior.

 

Visa TravelMoney

O cartão funciona como um cartão de débito. Ele deve ser carregado em Euro ou Dólar que é convertido para a moeda local, no caso, pesos. A cotação da moeda é baseada no câmbio turismo oficial, que é mais desvantajoso que o câmbio comercial. A cobrança é em cima do valor depositado: se for em Euro, € 2,50; se for em dólar, US$ 2,50 – por cada saque.

 

 

Há ainda os defasados Travelers Cheques, da American Express. Para os interessados, deve-se procurar um banco no Brasil para comprar esses cheques de viagem que podem ser comprados em Real e convertidos em Dólar ou Euro. Ele é aceito na Argentina e deve ser trocado em bancos conveniados à American Express, onde a maioria cobra comissão para a troca por pesos. A partir de 2008, é cobrado, ainda, IOF de 0,38% na compra e venda dos cheques em território nacional.

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CÂMBIO NA ARGENTINA

A melhor cotação de câmbio é no Banco de La Nación Argentina. Se for trocar dólar ou real por pesos, faça essa troca logo em sua chegada no aeroporto de Buenos Aires, pois há um guichê do banco logo após a entrega das malas. Para saber a cotação no banco, consulte o site: www.bna.com.ar.

 

 

GASTOS PESSOAIS NA ARGENTINA

 

Não sabe quanto vai gastar por dia? Fique tranqüilo, todos temos esse problema. Planejando gastar de R$ 90 a R$ 110 por dia, você consegue fazer passeios e comer razoavelmente bem na Argentina, ficando hospedado em albergues, fazendo duas refeições por dia – além do café da manhã normalmente incluído na hospedagem.

 

 

DEVOLUÇÃO DE IMPOSTO SOBRE VALOR AGREGADO (IVA) NA ARGENTINA

 

O governo argentino cobra de imposto 21% sobre os produtos vendidos em seu território onde podem ser devolvidos 16% para aqueles que vão levar seus produtos para o exterior. Para isso, é exigido um mínimo de ARG$ 70 por compra, em produtos fabricados no país. Não há prazo para se obter a devolução que é feita através de cheque ou creditado no cartão de crédito. Há postos de atendimento Tax Free Shopping em aeroportos e em centros urbanos.

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Completando as dicas é bom saber de duas situações:

1. lugares simples e econômicos (restaurantes, hotéis etc) não costumam aceitar cartão de crédito, e alguns restaurantes cobram uma taxa extra se for pagar com cartão, se informa antes de pedir a conta.

2. ao trocar moedas, procure sempre um banco oficial, o horário é mais restrito e pedem pra fazer um cadastro e tiram cópia dos documentos ( bem simples e rápido), mas as cotações são bem melhores que em casas de cambio normais.

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Eu achei este tópico muito interessante. Sempre tive a teoria de que fazendo 2 conversões, você sai perdendo, embora a maioria diz o contrário no outro tópico - dizendo que é melhor levar dólar. Devo levar real e trocar no Banco de La Nacion. É a melhor maneira, né?

 

O que fiquei em dúvida foi em relação ao comentário de uma pessoa no outro tópico:

 

"Dólar x Real – Muitos ficam na duvida do que levar, minha experiência mostrou que o melhor cambio é sacar direto nos caixas eletrônicos da sua conta corrente no Brasil. Mas não deixe de trocar uns dólares pra ficar na mão. Por segurança."

 

Como assim ? Se tiver um Banco do Brasil lá, eu posso sacar em pesos que será mais vantajoso ? Ou é saque via cartão de crédito ? Podem me explicar melhor ?

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o melhor cambio é nos bancos oficiais.

é só fazer um cadastro e pode trocar à vontade.

casas de cambio e cambistas pagam em menos e lojas pagam mais (para compras)

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pois é o que fiz foi sacar direto na argentina pela rede cirrus pagando a cotação oficial do dia, é bem melhor e vc num precisa ficar carregando rios de dinheiro.

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RSinedino,

 

De duas uma: ou ele sacou no caixa eletrônico do próprio banco dele ou ele utilizou saque no DÉBITO, ou seja no Maestro ou no Visa Electron. A diferença de sacar no seu próprio banco é que provavelmente não terá que pagar pelo saque, já no débito tem uma taxa de saque que é menor que R$10, depende da bandeira do cartão e do tipo de conta/banco da pessoa.

 

Em Bariloche e Madryn, saquei no Maestro com taxa de R$9. Em Buenos Aires e Mendoza, direto do itaú, sem taxas. Beleza?

 

Abraço,

leo

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Entao... dizem que na Argentina rola muito cedula falsa. To com medo e queria saber como reconhecer a falsa e a verdadeira. Fui trocar real por peso e na casa de cambio eles carimbam as notas que trocam pelo real.

 

Será que vou ter problema com essas notas carimbadas?

 

alguem sabe?

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Entao... dizem que na Argentina rola muito cedula falsa. To com medo e queria saber como reconhecer a falsa e a verdadeira. Fui trocar real por peso e na casa de cambio eles carimbam as notas que trocam pelo real.

 

Será que vou ter problema com essas notas carimbadas?

 

alguem sabe?

 

Bem NA TEORIA, até que não é tão difícil se vc reparar que as falsas na argentina geralmente são de 5 pesos para cima e que, até ano passado, quando peguei duas notas:

-não apresentavam marca dágua

-não se nota textura ou ranhura nasuperfície

-o papel era pouco melhor que sulfite

NA PRÀTICA

quem te passa uma nota falsa vai fazer de maneira muito rápida ou te apressar( taxistas, cambistas de rua, caixas de lojas superlotadas), possivelmente em local de pouca iluminação, de forma que não lhe permita verificar as dicas acimae, claro, ficara extremamente "ofendido" pa vc vai estar achando que a nota dele é falsa e vai dizer que isso é "coisa de brasileiro".

Que fazer?

1- troque seu dinheiro em casas de cãmbio ou saque em caixas eletrônicos

2_Nunca troque com cambistas de ruas, apesar de sempre aparecer algum"entendido" aqui ou por lá dizendo que conhece alguém que´´e"limpeza"

3-Se sacar ou trocar por notas grandes, tente de imediato trocar por notas menores, de forma a ter dinheiro sempre miudo, o que minimiza oprejuízo.

4-Na minha experiência pessoal os melhores lugares para vc conseguir notas de baixo valor com maior probabilidade de serem verdadeiras é em bancas de revista, caixa de supermercado(e locutórios( ELESTEM MUITA EXPERIÊNCIA E DESCOBREM NO TOQUE SE É FALSA), o pior lugaré com taxistas e em kioscos durante a madrugada.

5- Se for comprar e ficar tentado a aproveitar um câmbio favorável feito por alguma loja(tipo 1 dolar=4 pesos em caso de compra de mercadoria), fique atento e pergunte se o troco vem em dolar ouem peso. Se vier em peso, três opções: a- não compre(melhor) b- pagar com cartão( verificando se é maquina online, se for do modelo antigo de boleto, siga a opção A), ficando de olho nos eu cartão, verificando se lhe devolvem o cartão certo e verificando a nota eletrônica; c- se pagar em dolar pagueo mais próximo do valor exato se receber troco em peso verifique se são verdadeiras.

6-Existem em lojas, appelarias, aeroportos e camelos, canetas testa-dolra, quando riscadas em papel moeda apresentam uma cor, e quandoem notas falsas uma outra cor.

7- Essa dica é minha pessoal, SE PEGAR NOTA FALSA, TENTE PASSAR ADIANTE IMEDIATAMENTE, SEJ MISTURADA , SEJA PAGANDO TAXI, PQ DIGO ISSO? ja vi gente deixar nota falsa para pagara taxa de embarque que se cobra no aeroporto de Ezeiza, quando se volta para o Brasil, são 18 dolates, dai sempre tem algum que se acha"espertoe malandro", e pode ter certeza que vão reparar e dai a coisa ficou ruim .

 

depois lembro mais alguma coisa(e tem mais para lembrar)

 

paulista viajante

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Troquei meus primeiros pesos. Pedi notas pequenas. Perguntei na casa de cambio como se descobre nota falsa. Ela mandou olhar pra ver se aquele verdinho está bem furta cor virando e revirando a nota. Mandou olhar a marca d'agua, mandou prestar atençao com as notas de 100. Tem principalmente motorista de taxa querendo se fazer de bonzinho ser amigo querendo trocar sua nota mas depois diz: eu pensei que tivesse trocado mas nao tenho e ai fica te devolve no lugar da sua a falsa.

 

Vou prestar atençao sempre brigadão pelas dicas Paulista viajante

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Bom, eu descobri um Banco do Brasil em Buenos Aires, acho que é no centro. Mas não esqueça de habilitar seu cartão internacional para utilizar no exterior no intervalo de tempo que estiver fora do Brasil. Pode fazer isso no caixa eletrônico. Eles pedem o dia que vais habilitar e o dia que vais desabilitar.

 

Abraços

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Olá, alguém que tenha ido para Buenos Aires nestes dias saberia informar o valor do peso argentino x real ou o peso x dolar no banco de la nacion argentina no aeroporto internacional de Ezeiza?

 

o/

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Cara, eu uso como critério para saber as cotações o site www.dolarhoy.com.ar. Eu estava com algumas dúvidas sobre como proceder com a grana nesse meu retorno a Buenos Aires e cheguei a seguinte conclusão: Levar poucos dólares, apenas para as despesas imediatas com a chegada na Argentina, e trocá-los direto no Banco Nacion do aeroporto. O grosso do dinheiro eu vou levar em reais e trocar na casa de câmbio que tiver a melhor cotação do dia.

 

Para vc ter um exemplo, há uma casa de câmbio que me foi recomendada pela Ludmilla do site http://cartasargentinas.com/ que é a Puente Hermanos. Nos últimos dias, era essa casa de câmbio que tinha a melhor cotação peso x real pelo dolarhoy. E, para confirmar, entrei no site deles e lá apresentavam a mesma cotação publicada no dolarhoy.

 

Não posso garantir que todas as casas de câmbio praticam exatamente o preço que publicam no dolarhoy, mas é sempre uma boa referência.

 

Dá uma olhada nesses sites que eu te falei.

 

Espero ter ajudado.

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uma outra dica- NÃO DEIXEM PARA CAMBIAR DINHEIRO NA CALLE FLORIDA OU QUALQUER LUGAR NO SÁBADO OU DOMINGO, PQ O CAMBIO CAI MUIIIIIITOOOOO, EM RELAÇÃO AO RESTO DA SEMANA,E NA CALLE FLORIDA NEM PENSAR.

 

paulistaviajante

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Principalmente que Real só é bom em BUE...como vou tb pra Patagônia (Argentina e Chilena), melhor levar dólares nesses lugares... Outra coisa, tem algum limite de câmbio/compra de pesos/dólares no Banco de La Nacion, por pessoa? Tem alguma taxa?

 

O dólar americano é aceito em qualquer lugar do mundo :D:D Sempre vai ter alguém que sabe o seu valor e disposto a aceitá-lo/trocá-lo. É a moeda de maior credibilidade, liquidez e aceitação que existe no mundo portanto ao viajar para o exterior na dúvida leve dólares americanos, não caia nessa de acreditar que Real é tão aceito como o dólar, mesmo na Argentina um país onde o dólar já foi uma das moedas de circulação.

 

Renata no caso do La Nacion não existe taxa para troca, existe uma diferença entre o preço de compra e preço de venda:

 

compra: o valor que te pagarão em pesos para cada 1usd.

venda: o valor que vc tem que pagar em para cada 1usd.

 

A diferença, positiva pra eles, é o lucro deles para fazer a troca... Agora existem bancos que cobram uma taxa e impoem um limite para troca, tipo 1000usd, ou seja, se vc for trocar 1100usd eles vão cobrar 2 taxas.

 

Não existe limite para fazer cambio, vc preenche um formulário com nome, nacionalidade e documento e eles te trocam, lógico que se vc for trocar 50.000 usd de uma vez eles vão achar estranho vão trocar e pesquisar seu nome para interpol hehehehe !

 

Uma dica: aqui na América do Sul as casas de câmbio são chatas quanto ao estado das notas, ou seja, só aceite notas de dólar novas, limpas, sem rasgos, riscos, amassados etc.

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Estou em Buenos Aires. O melhor câmbio da cidade é do Banco Piano. Troquei antes no Banco La Nacion que me informaram sou uma boa cotaçao. Mas nao é.Há agora um Banco Piano no aeroporto segundo a agência que fica Na av. San Martin próximo a Av. Corrientes do mesmo lado há um Banco do Brasil. Hà agência do Itaú na av. 9 de julho e do Bradesco tb. Dps passo o endereço.

abrçs

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Galera, estou indo para Buenos Aires e Patagonia argentina e chilena agora em Janeiro. Todos me recomendam levar Dolares, pois é aceito em todos lugares e tbm falam que o Real esta desvalorizado por la.

Mas agora vendo o post acima parece que o Real esta melhor...rs

 

Bem, aos entendidos, o que vcs me recomendam para aquelas bandas? Real ou Dolar?

 

Obrigado, abraços!

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Cara, vc está indo pra Patagônia então vc terá que levar USD ou EURO pois o Real é muito pouco aceito por aquelas bandas... Se quiser levar Real para trocar em BsAs pode levar, mas USD ainda é mais aceito...

 

Galera, estou indo para Buenos Aires e Patagonia argentina e chilena agora em Janeiro. Todos me recomendam levar Dolares, pois é aceito em todos lugares e tbm falam que o Real esta desvalorizado por la.

Mas agora vendo o post acima parece que o Real esta melhor...rs

 

Bem, aos entendidos, o que vcs me recomendam para aquelas bandas? Real ou Dolar?

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    • Por paulodasilva
      Boa tarde amigos, venho relatar aqui a viagem de 29 dias que minha namorada e eu fizemos por 4 países. Depois de muito pesquisar aqui no site acabamos fazendo o seguinte roteiro:
      Santa Fé, Mendoza, Santiago, La Serena, Antofagasta, San Pedro de Atacama, Iquique, Arequipa, Cusco, Puno, Copacabana, La Paz, Potosí, Uyuni, General Guemes, Alegrete.
      Somos de Porto Alegre e fizemos a trip com um Gol 1.000, sem direção hidráulica mas com um ar condicionado que funciona perfeitamente, chamamos o auto de "El Tanque". No total foram 11.070 Km, 17 hoteis/hostels/pousadas, 4 países, uma infinidade de novos amigos. O custo total ficou por volta de 17 mil reais, 8.500 para cada, levamos 2.900 dólares em espécie.
      Dia 1 - Porto Alegre - Santa Fé
      Saímos de Poa dia 23/12/17 ás 6h da manhã, esse primeiro dia era um dos trechos mais longos da viagem, podem imaginar que quase não dormimos pois estávamos ansiosos para sair, foram alguns meses de planejamento e muitas dúvidas ainda pairavam pois não achei nenhum roteiro completamente igual ao que iríamos fazer. Malas no Tanque, check list feito e chimarrão na mão. Vamos lá!!
      O trajeto Poa até a fronteira muito tranquilo, a aduana estava vazia e foi muito rápido, mostramos passaportes, carta verde e segue o baile. Na Argentina que começaram algumas complicações, assim que entramos na Ruta 14 fomos parados pela polícia, uns sujeitos com roupas de milicianos nos pediram documentos e para ver o extintor de incêndio, então disseram que o mesmo estava vencido, na verdade ele venceria 31/12. Um dos sujeitos me levou para uma sala uns 200m do carro e outro ficou com minha namorada na porta do carro, lá dentro inventou mil histórias e tive que desembolsar depois de muito negociar, paguei 20 dólares. Ao longo desse trajeto fomos parados mais 5x, todas as vezes pediram as mesmas coisas e nenhum deles falou que o extintor estava vencido, nessas outras 5 paradas os policiais que nos pararam estavam com coletes verdes e nos pareceram mais "sérios" que aqueles primeiros que tinha roupas de militares e cara de malandro.
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      Dia 3 - Mendoza
      Finalmente acordamos em um horário "digno" e fomos conhecer a cidade, praças e afins. Como estávamos quase sem Pesos e as casas de câmbio estavam fechadas, resolvi ir sacar dinheiro em um caixa eletrônico, sempre libero meu cartão (débito e crédito) no exterior, assim qualquer aperto consigo dinheiro, eis que a máquina engole meu cartão que "nunca mais voltou" (nessa parte imagina o Tim Maia cantando), fiquei apavorado, era o cartão que levamos com limite mais alto, que seria fundamental em qualquer imprevisto mecãnico, médico ou sei lá o que. Bom, passado a frustração e depois de 10 chutes na máquina fui cancelar o cartão e pensar em plano B. Lembramos que o NuBank vc consegue gerar boletos sempre que quiser, assim poderíamos gerar, pagar e liberar mais crédito sempre que precisasse.
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    • Por Dan Wollker
      acabei de ver online agora... 
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    • Por trotatorres
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    • Por carlos.alberto1
      Olá a todos, vou relatndando aqui alguns detalhes dessa trip durante a viagem mas quando chegar vou colocar um relato mais detalhado.
       
      Se alguém tiver alguma dúvida sobre esses trechos que passei, dúvidas sobre essas estradas para montar algum roteiro ou quiser trocar uma ideia pode entrar em contato no e-mail [email protected]
       
      1° dia: saímos de Goiânia as 8 horas da manhã e chegamos em Rondonopolis no MT as 17 horas. Em geral as estradas muito boas, depois de Minérios apenas pista simples além de muitos caminhões pesados. Na cidade tivemos dificuldade para achar um hotel na rodovia mas no centro havia muitas opções. Apesar de um dia cansativo, no final da tarde tivemos uma boa surpresa com o mirante da chapada.

    • Por henriquefarage
      Entre julho e novembro de 2017 parti pra uma viagem sem muitos planos, com pouquíssimo dinheiro, sem experiência e com passagem apenas de ida pra Bolívia. Foram quatro meses de viagem com muito aprendizado e muitos perrengues pra contar. Não sou muito adepto ao estilo "mochileiros" de relatar viagens. Nunca pensei em fazer este relato, mas acho que de alguma forma posso contribuir com alguma informação útil para os futuros mochileiros que passarem por onde passei. Sendo assim, não esperem fotos, preços (até porque nunca anotei essas coisas), tantos detalhes minuciosos do que comi, que horas fui no banheiro, qual papel usei. Enfim. Vou tentar ser bem objetivo na medida do possível.
      Destino: eu só queria viajar por algum lugar legal aqui na América do Sul pela proximidade e custos também (era minha primeira viagem assim, e sozinho). Então "joguei a roleta" e vi qual seria a passagem mais barata. Resultado: Santa Cruz de la Sierra, Bolíva. Com o destino definido, pensei no que fazer quando chegasse lá. Me cadastrei no Workaway e procurei um hostel pra trabalhar em qualquer cidade por lá. A primeira que me respondesse eu iria. Deu Cochabamba.

      Preparativos: saí de Vitória/ES com uma Mochila de 50L e uma pequena que usava na faculdade com notebook (jamais levem um notebook em um mochilão) e algumas roupas. Como aqui não faz frio, e nunca usei botas na vida, acabei comprando uma jaqueta impermeável com fleece dentro, um par de botas, uma capa de chuva pra mochila e um cobertor de viagem (tudo na Decathlon). Levei alguns remédios (um monte, porque não sabia quanto tempo ficaria viajando), RG, carteira de vacinação e foi isso.
       
      Bolívia: ainda não tinha muita noção de se locomover de um lugar pro outro, de distâncias e tal, pouco antes da viagem consegui um Couchsurfing em Santa Cruz. Então cheguei, passei uma noite lá, e no dia seguinte peguei o ônibus pra Cochabamba. Em Cocha trabalhei duas semanas no Jaguar House Hostel. Adorei a cidade, o clima, a organização. Aproveitei esse tempo pra pensar no próximo destino. Conheci bastante gente e todos iam pra La Paz. Mantive contato com um pessoal e me falaram que lá tinham party hostels que sempre precisava de voluntários. Escrevi pro LOKI e Wild Rover. O Wild Rover pareceu mais organizado, então acabando meu voluntário em Cochabamba fui direto pra La Paz atrás desse hostel. Cheguei de madrugada, paguei uma diária, e no dia seguinte já fazia parte da equipe. Passei quase 3 semanas trabalhando no Wild Rover La Paz. Experiência incrível, e que ainda me deu direito a fazer a Death Road de graça pela agência que fica na entrada do hostel (Altitude Biking). Pensei em fazer a tour do Uyuni mas eu não estava preparado pra tanto frio então deixei pra quando (se) voltasse. Nesse tempo meu próximo destino já tava definido: Cusco. Fui no terminal comprar passagem e já não tinha mais. Tentei Arequipa, também não tinha. Comprei pra Copacabana onde passaria uma noite e pegaria o ônibus no dia seguinte pra Cusco. Só que em Copacabana conheci um chileno muito gente boa e aí acabei indo com ele pra Isla del Sol acampar lá em cima, onde tem o bosque de eucaliptos e tal. Depois dessa aventura voltei pra Copa e mais tarde peguei o ônibus pra Cusco.
       
      Peru: Em Cusco eu sabia que precisava ganhar dinheiro se quisesse seguir viajando porque já tava ficando sem nada. Como não tinha nada planejado (óbvio), fui direto pro WIld Rover Cusco, falei que tinha trabalhado no de La Paz e pedi uma diária grátis. Usei essa diária apenas pra conversar com os managers e pedir pra trabalhar lá também. Eles pegaram minha referência de La Paz e no dia seguinte já comecei a trabalhar lá também. Enquanto trabalhava no Wild Rover saí pra buscar emprego na cidade, com classificados na mão e tudo. Em uma semana consegui emprego na agência de turismo Wilka Travel, onde fiquei por 40 dias. Neste tempo consegui vivenciar mais a rotina do cidadão cusqueño e me integrar a cultura daquela cidade. Com o salário consegui sair de hostel e alugar um quartinho modesto em San Blas e ainda aproveitar pra fazer alguns tours (pela agência conseguia descontos e gratuidades).
      Ainda em Cusco comecei a pensar nos próximos destinos e decidi que iria subindo ao norte até chegar na Colômbia. Infelizmente isso nunca aconteceu porque descobri que teria de voltar pro Brasil em algum momento antes do ano acabar, então tive que comprar uma passagem de volta com certa urgência. Comprei com saída de Buenos Aires. Eu teria uns 2 meses pra me virar pra chegar em Buenos Aires. Foi uma decisão difícil porque Chile e Argentina a essa altura da viagem já estavam bem distantes dos meus planos por serem países bem caros pra mochileiros. Mas fazer o que?
      Antes de sair do Peru dei uma passada rápida em Arequipa porque havia combinado com uma amiga de assistir um jogo do Peru x Colômbia lá no Wild Rover Arequipa. Passei três dias na cidade e não fiz tour nenhum simplesmente porque machuquei meu dedão na primeira noite (bêbado). De lá decidi que voltaria a La Paz pra trabalhar mais uns dias no Wild Rover, economizar uma grana, e e depois seguir pra Uyuni. Peguei um ônibus de Arequipa até Desaguadero, cruzei a fronteira caminhando, e peguei um trufi até La Paz.
       
      Chile: Mais uns 10 dias em La Paz (já era final de outubro) e eu ainda tinha que cruzar mais algumas fronteiras até chegar em Buenos Aires. Segui pra Uyuni, fiz o tour até a fronteira com o Chile e fui pra San Pedro de Atacama. Foi uma mudança brutal de preços pra quem estava por Peru e Bolívia, e eu certamente não tava preparado pra isso. Passei (acho que) três noites em um hostel lá apenas tentando Couchsurfing. Consegui em Viña del Mar. Assim que confirmei pensei "como chegar em Viña del Mar?". Carona, claro! Já tinha escutado que caronas são relativamente tranquilas no Chile. Então fui de San Pedro de Atacama até La Serena pegando carona atrás de carona. Como não tinha barraca pra dormir na estrada, acabei tendo que pegar um ônibus por 4 horas de um ponto ao outro pra ter onde passar a noite (pagos no cartão de crédito porque já não tinha mais dinheiro em espécie). Passei uns dias em Viña, aproveitei pra conhecer Valparaíso, até que conseguium Couch em Santiago. Consegui fácil. Acabei pegando um ônibus pra lá porque a distância é curta e a passagem barata. Passei mais uns dias em Santiago pensando como faria pra cruzar a fronteira e consegui carona com um Couchsurfer que viajava de carro. Consegui ainda um Couch em Córdoba e precisava dar um jeito de chegar lá.
       
      Argentina: chegando em Mendoza, achamos um hostel barato (já que não consegui Couch) e na manhã seguinte minha carona seguia pro norte enquanto eu ia pra beira da estrada pegar carona. Acho que foi a carona mais difícil de conseguir de toda minha viagem. Era madrugada quando o caminhoneiro me alertou que, apesar de ir pra Córdoba, iria me deixar 100km antes porque era um horário perigoso demais pra chegar no ponto que ele iria parar. Como disse, não tinha barraca e praticamente sem dinheiro em espécie, passei a noite numa loja de conveniência do posto de gasolina que tinha nesse lugar que ele me deixou. Na manhã seguinte, consegui rápido uma carona pra Córdoba. Passei uns dias lá, consegui um Couch em Rosário, então saindo de Córdoba foi pé na estrada mais uma vez até conseguir carona pra Rosário. Em Rosário minha Couch me tratou como um rei, me deu várias dicas e tal. Ali já faltava perto de uma semana pro meu vôo e só precisava de uma última carona pra chegar até Buenos Aires. Conseguindo um Couch, me mandei pra estrada e, outra vez, foi uma carona bem chata de se conseguir. Desci muito longe da cidade, tive que pegar um trem gratuito, achar meu Couch à noite etc. Mas no final deu tudo certo. De lá foi só aproveitar os dias na cidade e voltar pro Brasil.
       
      Dicas aleatórias básicas: Sou totalmente contra o "dá pra se virar bem com português". Dá pra sobreviver, vivenciar experiências não. Então aprenda o máximo de espanhol que puder antes de fazer uma viagem assim. Meu inglês é bom (pra trabalhar em hostel é fundamental) e meu vocabulário de espanhol era muito bom também, entendia tudo mas faltava segurança pra tentar falar. Ao longo da viagem fui me soltando e aí tudo ficou ainda melhor. Conheci muitos brasileiros que não sabiam falar outro idioma e todos se diziam muito arrependidos porque acabaram perdendo muita coisa na viagem (proximidade com locais, negociações, interação com outros viajantes); Respeite a altitude (La Paz, Cusco, etc): você nunca saberá como vai reagir a isso até chegar lá e sentir. Tem gente que não dá nada, outros ficam morrendo dois dias no quarto do hostel com médico atendendo. Na dúvida, melhor não programar nada que requer esforço físico nos primeiros dias; Respeite a cultura local, tente aprender o mínimo de costumes e tradições de onde você estiver visitando; quando for pegar carona saia o mais cedo possível, por volta das 5h, pra estrada; tenha dinheiro trocado se tiver pegando carona pela Argentina porque pra pegar ônibus municipal é necessário ter um cartão (que obviamente você não vai ter), e sem ele o que dá pra fazer é pedir pra alguém passar o cartão pra você e você pagar em dinheiro; pedir desconto é normal no Peru e Bolívia, mas antes de começar a chorar, avalie se o valor do pedido não é justo, e principalmente, se aqueles trocados de desconto vão te fazer falta (quase sempre o vendedor precisa muito mais dessas moedas do que você, viajante); viajar tem seus riscos, mas não se esqueça de onde você vem - o Brasil é um país extremamente perigoso, então acho que há um exagero quando se fala em riscos, assaltos, etc entre viajantes brasileiros. Nunca usei doleira pra nada, minhas coisas ficavam guardadas no locker do hostel, sempre caminhei em todos os horários do dia e noite no Peru e Bolívia e nunca passei por nenhuma situação de perigo; Se puder faça seguro viagem, eu não fiz e não precisei, mas não é raro ver gente com braço quebrado em La Paz por conta da Death Road, ou que passou muito mal com altitude. Em Buenos Aires uma amiga caiu da cama do hostel, precisou ser hospitalizada e essa brincadeira custou em perto de 2 mil reais. Nunca se sabe o que pode acontecer, né? Enfim, se lembrar mais coisas importantes vou complementando.
       
      Bom, minha viagem foi basicamente isso aí. Quem tiver perguntas/dúvidas sobre os lugares/pontos de carona/qualquer coisa assim fique à vontade pra mandar mensagem inbox ou aqui no tópico mesmo que tentarei responder da melhor forma possível.
      Em 15 dias volto pra Cusco pra trabalhar na mesma agência de turismo, então quem tiver planejando ir pra lá nas próximas semanas pode entrar em contato também
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