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Porto de Galinhas


marcelnobre

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Será que se deixar pra negociar as pousadas em PG na hora entre os dias 04 a 08/05 é tranquilo? Ou devo já reservar com antecedencia?

 

Essa época deve ser tranquilo. Mas sempre é bom dar uma olhada na internet pra ver preços e localização, assim economiza tempo sabendo o que vc procura qdo chegar lá.

 

O que vcs indicam para os dois primeiros dias ja que a maré nao vai estar boa?

Ilha de Itamaraca? Cabo de Sto Agostinho?

To pensando em alugar um carro no aeroporto e parar em Sao Miguel dos Milagres (3hrs de Recife) e Ficar 02 dias conhecendo a Costa dos Corais (Carro Quebrado, Barra de Sto Antonio, S. Miguel dos Milagres).

Me ajudem!

 

Mario,

As locadoras geralmente entregam o carro sem custo em Porto de Galinhas, assim economiza algumas diárias (pq lá não vais precisar) e pode pegar no seu último dia por lá p/ir até Alagoas e devolver em Recife na volta. Foi +- como fiz (fui até Maceió).

 

Fiquei na dúvida agora sobre qual visitar:

Ilha de Santo Aleixo ou Itamaracá, qual vcs sugerem?

Pq sei que nao vai dar pras duas.

 

Só conheço Itamaracá, mas pelas fotos, pela distância e pelo fato de Santo Aleixo ser bem menos explorada, ficaria com esta. Itamaracá é região metropolitana de Recife, bem habitada, com movimento, trânsito...pra mim deixou a desejar. PS = Ponta-a-ponta é o passeio que passa pelas praias de PG: Muro Alto, Cupe, Centro e Maracaípe.

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Eu ficaria todos os dias em Porto de Galinhas. De lá tem passeios de Van que saem todos os dias de manha pra Maragogi ou Carneiros... Com certeza na recepção do hotel/pousada que voce irá ficar eles t

Não deixe de conhecer em Porto de Galinhas: * Piscinas Naturais - R$ 6,00 de jangada; * Praia de Serrambi - fica a uns 15 km de porto; * Pontal do Maracaipe; * Praia de Castelhanos. * Não deixe d

UMA DICA: NÃO PAGUE A JANGADA PRA IR NAS PISCINAS NATURAIS, INDO DE JANGADA SÓ DÁ PRA FICAR 45 MIN E O CARA TE ENCHENDO O SACO. COM A MARÉ BAIXA DA PRA IR A PÉ PARTINDO DO LADO SUL DA PRAIA, ASSIM

  • Membros
Friba,

 

(...)

 

Boa sorte e have a nice trip.

 

 

Adália, muito obrigado.

 

 

Abaixo seguem narrativas imparciais acerca dos passeios que fiz e as minhas impressões pessoais. Você pode confiar cegamente no que eu descrever. Quanto às minhas impressões, é importante partir da ideia de que as pessoas são diferentes e que cada um tem sua própria opinião.

Algumas considerações: eu não faço nada que seja ilegal, antiético ou imoral. Não ando em táxi irregular, não faço passeio com agência sem credenciamento ou sem autorização. Você certamente conseguirá preço melhor do que aqueles que eu paguei, mas o meu dinheiro paga uma atividade lícita, paga impostos, gera emprego e renda, contribuindo para melhorar a vida das pessoas que vivem na região.

Não julgo ninguém, cada um faz o que quiser.

 

1) Traslado: o táxi mais barato (indicado pela pousada em que fiquei) fica em R$ 120,00 por trecho. Em Porto, eu fui abordado por um senhor que disse que faria por apenas R$ 70,00. Mas ele não é taxista credenciado. Descartei.

Como alternativa, há os ônibus da Viação Cruzeiro. São três linhas diferentes (191, 195 e 196), todas passando no aeroporto e em Porto de Galinhas, tanto na ida quanto na volta. Ou seja, tem ônibus a cada meia hora, pra ir e pra voltar.

Escolhi o executivo com ar condicionado e esperava que fosse mais limpo (R$ 10,40 cada trecho. Sem ar custa só R$ 7,10 e o convencional custa uns R$ 5,70.). Ônibus é muito mais confortável do que carro ou van. Horários e preços podem ser obtidos com uma rápida consulta pela internet.

 

2) Hospedagem: fique hospedado na Arandu Pousada por R$ 140,00 a diária (booking). Excelente custo-benefício.

Imagine que você vai dormir num local que estava sendo ocupado por outra pessoa antes de você. Quantas pessoas diferentes ocuparam esse local no último mês? Se você pensar bem, vai ver que hotel é uma coisa bem nojenta (imagina um motel...). Conclusão: a limpeza é o principal item a ser considerado.

A limpeza na Arandu é impecável. O quarto é espaçoso, com uma vista agradável para o mar (não dá pra ver a praia).

É perto, mas eu achei que fosse ainda mais perto. À noite, fazia o trajeto de táxi porque não há iluminação nos arredores.

O atendimento é estranho. Eles não se esforçam nada pra agradar. Mas não são sem educação, são apenas indiferentes. Pra mim, isso não tem muita importância, pois eu não fui pra lá pra fazer amigos. É lógico que um ambiente mais descontraído seria mais agradável, mas eu só ia à pousada pra tomar banho e dormir.

 

3) Mergulho com cilindro: fiz com a Submerso, empresa credenciada, autorizada e fiscalizada. Garantia de segurança e tranquilidade. Eu nunca havia mergulhado e gostei tanto que pretendo até fazer um curso. A minha esposa é insegura e fica nervosa com essas coisas (ela tem um problema cardíaco leve), mas ficou tranquila e nem pediu pra subir. O profissional que mergulhou com a gente foi muito paciente e educado, o passeio debaixo d'água é muito legal e é uma experiência que pretendo repetir outras vezes.

Excelente! Recomendo o mergulho e recomendo a Submerso.

Se você pretende mergulhar, faça isso em Porto. Esqueça Maragogi. Lá é lindo, mas não dá pra mergulhar com cilindro (nem precisa, pois são só 3m de profundidade). Não acredite em quem disser o contrário.

 

4) Praia e piscinas naturais em Porto. Muito bonita, mas é preciso, como várias pessoas já falaram, se programar para a maré baixa. Para ir até os corais, é necessário pegar uma pulseira antes na fiscalização ambiental. O problema não é pegar a pulseira, é assistir ao vídeo, que demora alguns minutos. Se você pretende ir mais de uma vez, fique com a pulseira no braço até o dia seguinte e você não precisará assistir ao vídeo de novo, apenas te darão uma pulseira nova (cada dia uma cor diferente).

Eu dei muita sorte porque peguei a maré praticamente a 0. Não é um fenômeno muito comum.

 

5) Ponta a Ponta de Buggy: o passeio é lindo e é a melhor e mais rápida forma de conhecer as praias. Muro Alto é estonteante e é a melhor praia desse passeio.

Dica: não fique preso às indicações do bugueiro. Ele geralmente vai te levar para o local onde tem algum benefício (almoço grátis ou comissão). Ele está à sua disposição. Fique o tempo que quiser onde quiser. Deixe claro isso antes do passeio.

Recomendo o passeio, mas da próxima vez vou ver se é possível alugar um buggy e ir dirigindo por conta própria.

Passeio realizado com a Algarve. Custo de R$ 160,00 para 4 pessoas ou R$ 120,00 se for exclusivo.

 

6) Ilha de Itamaracá: de longe, a pior coisa do meu passeio. Não perca o seu tempo. Uma viagem longa pra quase nada. Apenas duas coisas dignas de nota.

Na ida, na cidade de Igarassu, há a igreja mais antiga do Brasil, Igreja de São Cosme e São Damião, de 1.535. Na Bahia, há uma mais antiga, mas não é igreja, é uma capela. Ela não foi a primeira a ser construída no Brasil, foi a segunda. A primeira não existe mais. Certamente já mexeram muito na estrutura e no acabamento da igreja, de forma que eu não acredito que ainda seja a mesma igreja que foi construída em 1.535. Acho que, se fosse, a própria Igreja Católica daria mais atenção, providenciando uma melhor forma de preservá-la. Ao lado dessa igreja há um convento do século XVIII.

Na volta, a coisa mais legal foi a visita ao projeto Mamíferos Aquáticos, onde conhecemos o peixe-boi, um animal vegetariano que chega a 500 quilos. O bicho é vítima de uma covardia sem limite por parte dos caçadores. Dá dó do bicho, fiquei com pena mesmo. Um animal daquele tamanho e tão frágil. Se você cair no aquário onde ele está, o máximo que irá acontecer será ele brincar com você. Quando você descobrir a forma que os caçadores se utilizam para matá-los vai dividir comigo a compaixão por esses bichos.

Fiz esse passeio partindo de Recife (antes de ir pra Porto), com a empresa Turismo Exótico. Recomendo a empresa de turismo. Não recomendo o passeio e não faria de novo.

 

7) City Tour Recife/Olinda: fiz o city tour saindo de Recife. Vale muito a pena. A vista do mirante de Olinda já valeria o passeio. Eu queria fazer na parte da manhã, mas só tinha à tarde. É um pouco corrido. O ideal seria um city tour de um dia inteiro.

Embaixada dos Bonecos Gigantes (Recife): os bonecos ficaram famosos em Olinda, mas são de Recife. Vale a visita. Custa só R$ 5,00. Na mesma rua da Embaixada, há a sinagoga mais antiga da América Latina.

Durante o city tour, você vai relembrar algumas aulas de história, como aquela em que Maurício de Nassau fez um boi voar. Não lembra? Faça o passeio.

Em Olinda, nós subimos pela ladeira menos íngreme e descemos pela ladeira mais íngreme (sempre de van). Lá de cima, a vista é espetacular e dizem que o nome da cidade vem dessa bela vista. Também lá em cima tem a tapioca que ganhou diversas indicações da Veja e do Guia 4 Rodas.

Fiz esse passeio partindo de Recife (antes de ir pra Porto), com a empresa Turismo Exótico. Recomendo a empresa de turismo e o passeio, mas acho que seria melhor aproveitado se fosse o dia inteiro. Numa próxima oportunidade, farei de carro durante o dia inteiro.

 

8) Instituto Ricardo Brennand: na minha opinião, foi a melhor coisa de Recife. Trata-se de um museu particular, com diversas peças e objetos relacionados à época em que houve a invasão holandesa na região. Tapeçaria, objetos diversos, louças, mapas, pinturas, escritos. Muita coisa fascinante. Melhor do que qualquer aula ou livro de história poderia ser.

Além disso, há uma coleção de armas brancas. Há punhais, adagas, facas, canivetes, espadas, floretes, pequenos canhões, armaduras. Uma quantidade enorme e foi o que mais gostei.

Também há as réplicas em cera, que ficam guardadas numa sala especial, cuja porta lembra um filme de terror (ou o jogo Resident Evil 4). Enfim, muita coisa. E tudo isso num castelo de verdade (ou a réplica do que poderia ser um castelo).

Uma pena que o local só funcione de 13h às 17h. E uma pena maior ainda que eu tenha chegado lá quase às 16h, o que me obrigou a uma visita relâmpago de uma hora e meia. Mesmo que você não goste muito de história, vai gostar muito desse lugar.

Também existe a Oficina Brennand, que é do irmão do Ricardo Brennand, um artista plástico. Mas essa só funciona durante a semana e eu não visitei.

Quanto eu retornar a Porto, pretendo ir a Recife com o único objetivo de visitar o Instituto e a Oficina.

Esse passeio foi feito ao final do city tour. Não vale a pena fazer dessa forma, a não ser que o seu intuito seja apenas saber que o lugar existe.

 

9) Cabo de Santo Agostinho / Calhetas: no caminho há um local para banho de argila (se lambuzar de lama/barro). É opcional e custa R$ 5,00. No meu passeio ninguém quis fazer, então não paramos sequer para ver. No passeio para a Praia dos Carneiros, que faríamos no dia seguinte, tem um banho de argila já incluso.

O ponto mais bonito do passeio é onde havia um farol, hoje em ruínas. Trata-se do ponto no Brasil mais próximo ao continente africano. Um dos locais mais bonitos de toda a viagem. Uma vista deslumbrante, com pedras e um mar de um azul indescritível. Tem que andar um pouco a pé, pois a van somente vai até certo ponto. Mas compensa. O local lembra uma parte da ilha de Lost que apareceu na última temporada.

Nessa mesma parada, há uma igreja antiga (Nazaré?)

Quase no ponto de parada final (Praia de Calhetas), há uma tirolesa que desce em direção ao mar, com a extremidade fixada numa rocha na praia de Calhetas. Tem uma boa altura e um visual maravilhoso. Custou R$ 15,00 por pessoa pra descer + R$ 10,00 pelo pacote de fotos (são 40 fotos gravadas em CD, mas você pode dividir o pacote de fotos com outra pessoa. Eu paguei um pacote pra mim e minha esposa e o fotógrafo tirou 69 fotos de nós dois.).

Depois da tirolesa, descemos e ficamos na Praia de Calhetas, no Bar do Arthur. O local é muito sem graça, nada para fazer, depois que você vai às rochas (onde uma das extremidades da tirolesa está presa). Esse ponto de apoio foi a pior parte do passeio. O pessoal começou a manifestar a vontade de ir embora, nos reunimos, conversamos com o motorista da van e viemos embora muito antes do previsto. Era muito melhor ter ficado mais tempo no antigo farol.

Passeio realizado com a Algarve. Custo de R$ 40,00 por pessoa. A única coisa que eles fazem é te levar para Calhetas parando em dois ou três lugares antes. Considerando isso, é um passeio caro.

 

6) Praia dos Carneiros: galera, que lugar espetacular. Ninguém pode deixar de fazer esse passeio.

A van nos levou até o porto de Guadalupe, onde pegamos um catamarã para nos levar até a Praia dos Carneiros.

O catamarã parou no caminho para o banho de argila. Dizem que rejuvenesce 10 anos. Turista é bicho bobo mesmo e, mesmo que não acredite, se lambuza todo de barro. É bem divertido.

Depois seguimos para a Praia dos Carneiros. Ficamos cerca de uma hora nas piscinas naturais, que são sensacionais. Elas são rasas e os peixinhos vêm comer na sua mão (literalmente). Se você segurar a isca na mão fechada e colocá-la na água eles ficam sugando a sua pele. Isso faz cócegas e dá até um certo nervosismo porque parece que eles vão te morder. São dezenas de peixes à sua volta. Crianças vão ficar fascinadas. Se você tiver um bom snorkel, leve com você. Mas não precisa comprar ou alugar um no local, pois, além de ele ser vagabundo, as águas são cristalinas e você vê tudo.

Depois de uma hora nas piscinas naturais, saímos de catamarã para um passeio (incluso no preço). Teve aquela habitual animação por parte do staff do catamarã, em que o rapaz se esforçou muito pra animar o pessoal, pois o grupo era muito parado (grupinho chato demais. Eu era o único que estava bebendo.). Contou piada, fez apresentações, explicou acerca dos pontos turísticos, teve também um trio de forró durante todo o passeio. O passeio não foi curto, embora eu não lembre o tempo que durou.

Após o passeio, fomos levados para o ponto de apoio (Pousada Bora Bora), próximo às piscinas naturais. Antes, no passeio de catamarã, havíamos visto a Igreja de São Benedito, do século XVIII, que, segundo informações, encontrava-se da mesma forma desde então, apenas tendo sido realizadas algumas restaurações. Assim que descemos do catamarã, nos dirigimos à dita igreja. Andamos muito, muito, muito pra chegar até essa igreja. E depois pra voltar para o ponto de apoio. Quando chegamos ao ponto de apoio (Pousada Bora Bora), faltavam apenas 10 minutos para o retorno. Mas era tempo suficiente para tomar uma cerveja. Peguei o cardápio e soltei um palavrão. R$ 6,90 uma skol long neck. Um valor absurdo e estou até agora torcendo pra que esse lugar vá à falência. Uma porção de agulhinha, que custava de R$ 15,00 a R$ 20,00 em outros lugares, lá custava R$ 34,90. Foi o lugar mais caro de toda a viagem, mas sem qualquer coisa que justificasse esse preço absurdo. Nem era um restaurante especializado, era apenas uma pousada. Ainda bem que fomos à igreja e não deu tempo de gastar dinheiro nesse lugar.

Mais uma vez subimos no catamarã, desta vez a última, para retornar ao porto de Guadalupe. Mais algumas diversões a bordo. Tomei as cervejas das quais fiquei privado na caminhada à Igreja de São Benedito (quase um Santiago de Compostela hehe).

Chegamos ao porto, tomamos a van e retornamos a Porto de Galinhas.

Foi o melhor passeio de toda a viagem. Provavelmente a ordem dos eventos deve mudar de acordo com a maré. Na ordem descrita acima, pudemos fazer tudo certinho, de acordo com a maré, aproveitando ao máximo as piscinas e o passeio como um todo.

Passeio realizado com a Algarve. Custo de R$ 35,00 por pessoa. Tudo o que narrei está incluído, o que torna o passeio até barato. Se comparado ao passeio para Calhetas, está de graça.

 

Bom passeio a todos!

 

Algarve: (81) 3552-1955 / 8565-1967 / 9101-7356

Viação Cruzeiro: (81) 2101-9000

Turismo Exótico: (81) 3465-6978

Arandu Pousada: (81) 3552-1064 / 9979-9489

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  • Membros

Fala galera,

 

Tudo certo para nossa viagem. Chegaremos em Recife dia 29/04, pretendemos alugar um carro e partir rumo a Maragogi, onde fechamos hospedagem. Agora preciso de ajuda de voces quanto ao roteiro. Marquei alguns lugares que pretendo ir e gostaria de uma opinião quanto a sequencia do que visitar primeiro, tempo no local, e outros lugares que tambem vale a pena que não foram citados:

 

- MARAGOGI/REGIÃO

* Visita as Galés e Taóca (De acordo com a maré);

* Conhecer a Costa dos Corais (Carro Quebrado, Barra de Santo Antonio, São Miguel dos Milagres, Japaratinga);

* Passeio do Peixe Boi;

* Praia dos Carneiros;

 

- MACEIÓ

* Praias Barra Grande, Burgalhau, Peroba e São Bento;

* Praia do Gunga

* Conhecer o Canion do Rio São Francisco

 

- PORTO DE GALINHAS

* Passeio Ponta a Ponta;

* Piscinas Naturais (Ver tabua Maré);

* Praias Muro Alto, Gamboa;

* Ilha de Santo Aleixo;

* Praia de Maracaipe;

 

Bom, tenho 10 dias pra conhecer estes lugares. Como dividi-los? 6 dias para Maragogi/Maceió e 4 para Porto de Galinhas? Ou o contrário?

Faltou algum lugar que não posso deixar de conhecer?

Ficarei hospedado no inicio em Maragogi. Consigo fazer os passeios citados durante o dia e voltar a noite para Maragogi?

Em PG ainda não sei onde ficarei hospedado. Irei procurar la na hora.

 

Lembrando que faremos este passeio com nosso filho de 9 meses. É tranquilo?

 

Me desculpe por tantas dúvidas, mas quero que dê tudo certo nesta viagem.

 

Agradeço quem puder ajudar.

 

Joe

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  • 3 semanas depois...
  • Membros

E ai pessoas!

Surgiu uma duvida aqui.

Será que o preço do taxi RecifeXPG anoite vai ser o mesmo valor que durante o dia?

To tentando fazer um roteiro aqui que incluiria Pipa/RN eu chegaria na Rodô 21:00 e queria ir direto pra PG

Sei que tem um busao da linha 191 as 23:00 mais ficaria cansativo d+

Sera que oo taxi vai cobrar os mesmos R$90,00?

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  • 2 semanas depois...
  • Colaboradores

Flavio,

Se vc pedir, o bus pode parar na estrada na altura das outras praias (Muro Alto e Cupe). Se seguir até o final, te deixará em frente ao Posto Texaco, onde inicia/termina (depende do ponto de vista hehe) o centrinho de PG. O lugar é pequeno, quase tudo é centro hehe

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  • Membros

Oi colegas, estou com uma grande duvida. Procurei bastante, mas ainda nao encontrei a resposta.

é o seguinte, eu vou passar uns dias em porto de galinhas, na praia do cupe, depois disso irei passar mais uns dias na praia da peroba, divida de estado pernambuco/alagoas..

será que existem vans ou onibus que faça esse percuso? me parece que ele não é tao longo, porque peroba é a primeira praia.

ocorre que o onibus da viação cruzeiro não passa o estado...

 

ou de taxi, qt sairia mais ou menos?

 

desculpem o incomodo, mas eu queria ter uma ideia antes de chegar lá oque eu vou fazer.

ah, eu vou em junho, ou seja, baixa temporada, tenho medo que tais vans não estejam em funcionamento.

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  • Silnei changed the title to Porto de Galinhas

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    • Por igorfsisoares
      Vou para Porto de galinhas no dia 09 ao dia 19 de fevereiro vamos nessa comigo viver uma aventura linda naquele lugar entrem em contato 
      Wats 16988127147

    • Por Bernardo_carcará
      Bem aleatoriamente foi programada essa viagem cujo relato se segue 🙃...
      Nos encontramos em frente a um prédio no bairro da Boa Vista, em Recife, onde residem hoje [email protected] @s 9 desbravadores (pessoas que estavam com fds livre e pensaram "porque não?") que toparam essa ida ao VALE DO CATIMBAU.
      De cara descobrimos que todo mundo pensava que "só eu não conheço ninguém", mas na verdade ninguém conhecia ninguém mesmo. As redes de conexão pré trilha se estendiam até no máximo 2 ou 3 pessoas. Mas então, vc se pergunta, como essa gente se achou em meio aos quase 9 milhões de Pernambucanos? Respondo: a Bel conheceu a Carol e a Flavinha em um grupo de voluntários que atua em prol da população em situação de rua, o UNIFIADOSPSR (falando nisso, segue o insta do projeto, faça sua doação e se junta à gente, quem sabe até não estaremos juntos numa próxima trip) e desse encontro a Bel agregou a mim, Bernardo, e o Renan, que por sua vez trouxe a Tayná! A Carol chamou o Iago que, seguindo a corrente, chamou o Guilherme e a Nicole. A Flavinha ia levar a Mayara, que infelizmente não pode ir, sendo assim, a Flavinha não ganha a estrelinha de agregador!
      Nos dividimos em 2 carros e saímos de Hellcife por volta das 16h da sexta.
       Após enfrentarmos o lento trânsito da cidade, chegamos à BR 232, que dá acesso ao sertão pernambucano. Os cerca de 300km que nos separam do Vale do Catimbau foram percorridos em cerca de 4h30m, numa viagem bem tranquila. A estrada é duplicada nos primeiros 135km, e logo depois é pista simples, mas em bom estado, até Arcoverde, onde pegamos uma estrada estadual que dá acesso ao vale. Esta última não está uma maravilha, mas nossos simpáticos motoristas Tayná e Iago tiraram de letra. Chegamos são, salvos e cheios de fome ao destino.
      O Iago havia ficado responsável por reservar nossa hospedagem na "POUSADA VALE DO CATIMBAU". Pagamos R$ 240,00 por 2 diárias cada um, sendo que estavam inclusas as 3 refeições, café, almoço e jantar.
      A pousada é simples, porém muito aconchegante. Os quartos são amplos, mas não tem ar condicionado, o que no nosso caso não fez a menor falta, já que as noites estavam bem frias. Havia um ventilador, para o sossego de gente que, como eu, precisam de um barulhinho pra dormir, morra de frio quem morrer. No nosso caso elegemos o Guilherme como pessoa que menos agregaria ao quarto naquele momento e colocamos o ventilador pra cima dele.
      A pousada possui wifi e chuveiro quente, que não funcionou na primeira noite pros habitantes do andar de cima. Eu poderia entregar que o pessoal de lá não tomou banho pra dormir por conta disso, mas vou optar por manter a discrição.
      Tínhamos a noite do primeiro dia livre. Então, comidos e banhados (ou não), fomos dar um pulo na pracinha da vila, que como toda vilinha do interior, fica na frente da igreja. Levamos 2 garrafas de vinho e ficamos papeando. Logo um morador meio embriagado veio contactar aquele estranho grupo. O Léo (acho que ele não ligaria em ser citado aqui) nos ofereceu rapé, que foi confundido com rapel por uns, e  que alguns outros achavam que era cannabis de cheirar. Essa discussão, que ainda ecoa em minha mente, durou algum tempo. Ninguém falando coisa com coisa. Por fim eu tinha certeza de que o Léo, após tudo que ele já devia ter tomado de pinga até aquele momento, era a pessoa mais sensata em meio àquilo tudo.
      Logo depois fomos investigar quem era cada um daqueles com quem dividiríamos quarto, carro, talvez coronavírus e dor nas pernas pós trilhas, e o melhor jeito pra isso é, com certeza, fazendo mapa astral, né? Os taurinos, para minha tranqulidade, dominaram! Porque ô povo bom é o tal do taurino. Teve uns cruzamentos de lua com mercúrio que me deixaram mais atento, bem como uns júptires e saturnos cruzados meio estranhos, mas td bem.
      Voltamos para a pousada e fomos dormir.
      Contratamos um guia na pousada mesmo. Ele se chama CÍCERO, um cara altamente muito gente boa e super paciente. Fechamos com ele 4 trilhas a serem percorridas no sábado pela manhã, tarde e noite, e no domingo de manhã. Pagamos R$ 50,00/cada pelo "pacote", lembrando que esse valor foi fechado para um grupo de 9 pessoas.
      A primeira trilha foi feita no sábado pela manhã, logo após um café bem servido na pousada. Os trechos de caminhada nessa primeira trilha foram relativamente curtos. Os trajetos foram feitos mais de carro. Visitamos uma pedra que dá vista para todo o vale, um lugar lindo, onde o povo com mais de 3 planetas em Leão se esbaldou de tanta foto. Ainda na manhã de sábado fizemos a também curta trilha da pedra da buceta (espero que possa falar essa palavra aqui no mochileiros) e a trilha para os Câniores, essa um pouco mais longa, mas com um visual incrível no final.
      Na transição para os câniores paramos pra tomar uma cerveja num dos barzinhos que tem na estrada. Nesse ponto já estávamos muito entrosados e a conversa já fluia fácil ao som de um bregão. Paramos também na casa de uma das famílias que mora na árida e pobre região do Catimbau, que pertence ao município do Buíque, um dos 3 mais pobres do estado. A casa tinha 6 crianças, que por sinal estavam responsáveis pelo lugar e pela pequena barraquinha de esculturas em madeira que eles tentavam vender para os turistas, já que os pais tinham saído. Foi amor À primeira vista por aquela turminha!! É incrível como a energia do sertanejo é forte e acolhedora. Fomos até lá para deixarmos doações que reunimos entre nós mesmos... Foi um momento lindo! As crianças tinham uma energia tão verdadeira... Também foi importante pro nosso grupo, pois acho que ali a gente percebeu "poxa, essa galera é bacana". Talvez também o vale tenha nos abraçado mais naquele instante, pois, por menor que tenha sido nosso ato, nós mostramos que fomos lá para cuidar do seu povo e, sendo assim, acho que o vale resolveu que iria cuidar de nós tbm.
      Voltamos para a Pousada, almoçamos e logo partimos, apesar de cansados em virtude do forte sol, para a trilha da tarde. Fomos ver o INCRÍVEL por do sol no Chapadão. É uma trilha de leve a moderada, percorrida em cerca de 40 minutos, onde tbm podem ser vistas pinturas rupestres. O lugar fica na beira de um penhasco, com um vista linda. De lá também avistamos as formações pontiagudas em pedras que são típicas do Catimbau. Me fez lembrar muito (como eu repeti mil vezes) a Serra dos Órgãos, no RJ (tem relato meu de lá tbm aqui no mochileiros), e lembra também a Capadocia. Capadócia onde, por sinal, eu nunca estive, mas vi na novela, o que é quase a mesma coisa (ou não).
      Após aquele por do sol lindo, voltamos para a pousada e jantamos. A comida foi fartamente servida novamente.
      Nos preparamos então para a trilha noturna, que seria rumo a uma caverna.
      Fizemos uma parte do trajeto de carro e, ao chegar ao início da trilha acho que todo mundo sentiu algo, diria eu, diferente. Havia sim energias das mais diversas ali nos circundando, isso foi sentido por todos. De início ignoramos isso, o que foi um erro! Talvez a empolgação nos fez esquecer que aquele é um lugar sagrado, com uma energia ancestral muito forte e presente e que nós, enquanto visitantes, precisávamos ter respeito e equilíbrio para com tudo aquilo.
      Seguimos então para um período de tempo onde tudo meio que desandou. Os caminhos foram literalmente se fechando, pequenos acidentes e minha cabeça dando um tíute louco, que me tornou um ser insuportável por alguns instantes. Mas chegando à caverna e após eu ser trazido de volta daquele meu momento "nada ver com nada" (só um adendo, que pra mim aquilo que senti naquela noite é  algo que até hoje tô trabalhando), as coisas pareceram se harmonizar mais.
      Fizemos uma fogueira e teve início, então, uma atípica noite na caverna, cujas memórias acabaram ficando por lá mesmo. Só sei que foi uma noite que envolveu muita energia, manifestando-se de diversas formas. Retornamos para a pousada já na madrugada.
      No domingo, veio então nossa última trilha. Fomos até o santuário, um local que segundo o Cícero era utilizado por povos ancestrais para a prática de rituais e por isso cercado de muito misticismo. O lugar é bacana demais, com formações em pedra que realmente nos remetem a um centro cerimonial. Talvez nós estivéssemos um pouco cansados e castigados pela caminhada e pelo sol, e não absorvemos tudo que poderíamos absorver ali, mas foi um belo lugar para dizermos "até logo, Catimbau".
      Voltamos para a Pousada, almoçamos e pegamos a estrada de volta a Recife.
      Bom, é isso. Foram 2 dias que renderam quase 3 páginas de relato. Foi uma viagem cujo foco, acredito eu, não tenha sido tanto as paisagens, apesar de exuberantes, mas, na minha percepção, teve como personagem principal toda a energia e misticismo daquela região com milhões de anos de história, que nos fez trabalhar muitas de nossas relações, tanto algumas muito íntimas, com nós mesmos, como nossas relações interpessoais, enquanto grupo.
      Foi lindo. Foi intenso.
      Espero ter ajudado aos futuros viajantes.
      Viva o Catimbau, seu povo forte e guerreiro, tão machucado por esse sistema social injusto e maléfico.
      Justiça Social, muito amor, mais viagens e não seja facista!
       
       
       
       



    • Por Iana Briaca
      Vou falar aqui no meu relato sobre formas de transporte que usei, hospedagem, duração da viagem e valores. Porque eu acho que é isso que uma pessoa procura quando busca informações sobre Mochilão. Sendo que na maioria das vezes é a primeira experiência da pessoa com um; 
      Resumo: 
      Tipo de transporte: ID JOVEM e carona pelas br da vida.  
      Hospedagem: Couchsurfing e voluntariado em hostel.
      Alimentação: Fazia compras para preparar minha própria comida ou às vezes eu comprava PF (mas comprar PF sai mais caro)
      Valor em dinheiro que levei: R$ 550,00.
      Duração da viagem: 54 dias.
      Quantidade de estados: 3 Estados e uma pequena parada em Brasília.
       
      SOBRE HOSPEDAGEM, TRANSPORTE PARA SAIR DO MEU ESTADO E ALIMENTAÇÃO NO PRIMEIRO DESTINO; PERNAMBUCO: Então, meu mochilão começou quando eu saí de Belém, que é a cidade que eu moro, no dia 04/07/2019, ruma à Pernambuco. Fui de ônibus usando o ID jovem, de passagem de Belém para Recife eu paguei 3,50. Isso, três reais e 50 centavos. Esse valor corresponde à taxa de pedágio que é cobrado pela empresa de ônibus, apenas. Quando eu cheguei em Recife fiquei hospedada na casa de um casal que consegui estadia pelo Couchsurfing. O tempo que passei na casa deles foi incrível, pessoas super legais. Com o mesmo aplicativo consegui estadia para passar um final de semana em Olinda, em uma pousada localizada bem no centro histórico. Também não paguei nada para ficar hospedada, apenas tinha que ajudar a moça que trabalhava na cozinha com serviços bem simples pela parte da manhã. Ah, e sobre alimentação, essa era por minha conta. (Talvez o seu anfitrião não tenha problema em ajudar nesse quesito com algumas coisas, mas também ninguém gosta de gente folgada né, se tu tiver condições de comprar a tua comida é muito melhor, caso contrário é bom você avisar à pessoa que vai te receber que vais precisar de alimentação também).
      OBS: Couchsurfing é uma plataforma que possibilita a troca de hospedagem em qualquer lugar do mundo. Na época era totalmente gratuita quando usei, agora o app tá cobrando uma contribuição de R$ 4,99 mensal ou R$ 29,99 anual por conta da crise do corona vírus.
      ROTEIRO: Quando estive em Pernambuco conheci Recife, Olinda, Porto de Galinhas, Praias do litoral de Cabo de Santo agostinho: Calhetas e Gaibu (caara, as praias mais lindas que conheci até hoje, e por não serem tão famosas quanto Porto de Galinhas, elas não são taão movimentadas, o que eu acho ótimo) e vila de Nazaré. Isso em uma semana, que foi o tempo que passei em Pernambuco. 
      TRANSPORTE PÚBLICO: Como eu fui com um amigo que sabia tocar banjo e eu enrolava no Maracá, optamos por não pagar passagens em transporte público e sim pedir para os motoristas deixarem a gente subir e tocar Carimbó nos ônibus. E assim, essa ideia deu super certo, tanto que a galera até ajudava com uns trocados, o que ajudou muito a gente na viagem. Sobre o valor de passagem de ônibus urbano não vou saber falar do custo, pois não tive essa experiência. Porém, fica a dica: Toquem nos ônibus ou subam pra vender algo. 
      SAÍDA DE PERNAMBUCO RUMO À BAHIA:  Saí de Pernambuco de carona, com a intenção de descer até a Bahia. Porém, no primeiro dia consegui carona com um caminhoneiro que tinha como destino Maceió, aceitei porque isso ia me deixar mais próxima do meu destino, né. Tive que ficar uma noite em Maceió para poder partir no outro dia. 
      Fiquei em uma Pousada de beira de estrada que custou R$ 40,00 no total pra dormir eu e meu amigo em um quarto com duas camas. 
      Jantei em um Restaurante que o PF custava R$ 10,00.
      No outro dia peguei mais duas caronas Alagoas-Sergipe Sergipe-Bahia e cheguei na Bahia, finalmente.  Passei uma semana em Salvador, consegui hospedagem no Couchsurfing, alimentação por minha conta, fazendo compras e preparando minha própria comida, de transporte usei o mangueio kk pedindo pra subir e tocar. Depois de uma semana, saí da bahia e voltei à br para pegar carona. Consegui diversas caronas no mesmo dia e cheguei na Chapada Diamantinaa. 
      NA CHAPADA DIAMANTINA:  Não consegui estadia com o couchsurfing na Chapada, tive que pagar uma semana de Hostel. 
      VALOR DO HOSTEL: 15 Reais a diária (pedindo desconto)
      ALIMENTAÇÃO: Comprava minha comida e preparava. 
      GUIA: É necessário guia apenas em algumas trilhas em outras tem como fazer de boas usando o gps. 
      DICA DE APP: MAPS ME Nele tem como usar o gps da localidade que tu se encontra sem internet. 
      SAINDO DA BAHIA RUMO GOIÂNIA: Saí da Chapada Diamantina de carona com inumeráveis pessoas, carona com caminhoneiro e carro particular, e passei perrengues, porque a Bahia é imensa. Levei 4 dias pra chegar em Goiânia.
      Nesse percurso nem sei quantas caronas peguei, foram muitas. Em nenhum momento precisei pagar pousada, até porquê nem tinha como, pois a grana já tava curta. Na primeira noite dormi na casa da família de um rapaz que me deu carona quando ainda estava indo para Chapada, Na segunda passei a noite em um posto de gasolina, Na terceira noite dormi na casa de um amigo que conheci com a experiência de carona também, isso em Brasília. (aproveitei pra comprar logo minha passagem de volta pra belém quando eu estava em Brasília) E por fim, no quarto dia consegui a carona para Goiânia. Em Goiânia passei quase algumas semanas, fiquei na casa de um amigo, apenas ajudando com a alimentação, no trasporte também não gastei nada.
      GOIÂNIA ATÉ A CHAPADA DOS VEADEIROS: De Goiânia até a Chapada dos Veadeiros, por muita sorte, tive só uma carona. Consegui carona com um fazendeiro que tinha uma propriedade próximo da cidade que eu ia ficar. Ele me deixou até a cidade que era meu destino, lá eu fiquei hospedada em um hostel onde trabalhei como voluntária em troca de estadia. Nos dias eu que trabalhava as minhas refeições eram por conta do hostel. A dinâmica de trabalho era a seguinte, eu trabalhava um dia e folgava dois. Passei uma semana na Chapada do Veadeiros, conheci a cidade de Cavalcante e Alto Paraíso. 
      FINAL DA VIAGEM: Saí da chapada dos Veadeiros de carona também, e fui até Brasilia. Lá eu passei apenas uma noite e no outro dia embarquei de volta pra Belém. A passagem que eu comprei foi com o ID Jovem, paguei apenas R$ 5,00. Ah, eu comprei com antecedência, sempre tens que comprar a passagem com usando o id com antecedência, não deixa pra comprar na hora senão vais te ferrar. 
      Enfim, minha experiência foi essa, espero ajudar em alguma coisa, é nooós!

    • Por Fora da Zona de Conforto
      Você curte carnaval? Quer saber quais são as melhores cidades no Brasil para curtir o carnaval? O que cada uma delas tem de único? Então você está no lugar certo! 
       

       
      Tem quem acredite que o ano só começa depois do Carnaval. Então, nada melhor do que começar o ano com uma viagem, certo? O Brasil é mundialmente conhecido pelo carnaval e suas festas típicas de fevereiro. Muitos lembram de cara do Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo, mas acredite há muito mais para ser explorado durante essa época do ano.
      Afinal, estamos falando de um dos países mais multiculturais do mundo. Então, se você quer descobrir novos ares nesse começo de ano, confira aqui 7 cidades para aproveitar o carnaval no Brasil. 

      Continue lendo: 7 das Melhores Cidades para Aproveitar o Carnaval no Brasil
    • Por ipamscf
      Este post é sobre como foi acampar em Maracaípe - PE, um paraíso pra quem quer fugir da algazarra de Porto de Galinhas. Fiz essa viagem em 2018 mas muita coisa permanece a mesma.
      1-> A IDA Pra quem nunca nem viu falar sobre Maracaípe, esta praia é um reduto para os surfistas e praticantes dos esportes marítimos em geral, tem desde aquela velha pegada de onda no surf, kitesurf, esqui aquático, e vários outros tipos que eu particularmente não sei mas vou achar os links e deixar no final do post, como sempre.   Mas basicamente, para chegar em Maraca é só seguir todo o caminho até Porto de Galinhas, a diferença é quando chega em Porto.   Existem, pelo menos, 4 maneiras de chegar em Maracaípe:   No próprio busão que você for pergunta se ele vai até Maracaípe, pelo menos a noite eu vi uns 2 ônibus indo até lá; Pegar um transporte de aplicativo (funciona Uber e 99Pop perfeitamente e custa entre R$7,00 e R$8,00); Um microônibus que faz a linha transporte alternativo que passa de 5 em 5 minutos mas para isso tem que descer do ônibus, entrar na rua da esperança no sentido Maracaípe e ficar esperando o busão passar. Caso peça parada e ele não pare, ai tem que ir até a rotatória de Porto de Galinhas e ficar esperando lá, porque lá é uma parada de ônibus (custa R$3,20 por pessoa). Mototaxi, assim que desce do ônibus logo na esquina da Rua da Esperança você verá um toldo montado (custa algo em torno de R$5,00 por pessoa por viagem).   Chegando em Maraca você vai descer no ponto final, que é basicamente no fim da pista calçada e já vai dar de cara com aquele marzão.   2-> A PRAIA DE MARACAÍPE - PE   Então, se tu tá procurando sombra, água fresca e calma, te garanto encontrar sombra e água fresca mas calma, meu amigo, hahaha, não tem de jeito nenhum! O vento lá é muito forte (por isso point de surfista, afinal pra ter onda tem que ter ventania) então o mar além de agitado é perigoso, há placas inclusive que alertam que embora uma parte seja rasa, é muito comum que inesperadamente brote uma vala e a água que tava chegando na cintura vá parar no pescoço, portanto fica aqui o alerta VÁ COM CUIDADO E SEM AFOBAÇÃO.   A parte que eu mais indico para banho é justamente no Pontal de Maracaípe, é um ponto muuuito massa que tem mais gente no por do sol que, diga-se de passagem é de tirar o fôlego! Lá, como há o encontro do mangue com o mar costumam ficar umas barreiras de água e dá para se banhar e até com crianças é muito tranquilo, só prestem atenção na maré porque enche muito rápido e você pode acabar não conseguindo voltar para a Vila pela beira mar.
      Para chegar tem a opção de ir a pé pela beira do mar (foi o que fizemos) que dá uns 30 a 40min de caminhada, dá para ir de buggy ou de quadriciclo. Lá mesmo tem uns passeios de jangada que oferecem para conhecer os mangues por dentro, porém não sei dizer quanto custa já que não fiz o tal passeio.   Perto da vila tem um coqueiral massa (em frente à saída do Camping, mas jajá chegamos nele) que não dá pra ficar lá antes das 14h pois simplesmente não tem sombra.   Até tem uns barzinhos com umas cadeiras para ficar, mas nada comparado a Porto, Maraca tem uma vibe mais serena, mais zen, que você vai pra ouvir o barulho do mar, contemplar a beleza e tomar banho de chuveirão caso não tenha coragem ou experiência de entrar no mar. Porém os preços são condizentes com o lugar, lei da oferta e procura né.             3-> ONDE COMER EM MARACA
      Comemos em dois lugares, pelo menos, um foi uma pequena lanchonete na avenida calçada principal de Maracaípe, de uma Sra muito gente boa e uma comida muito organizada, porém tem uma placa bem grande informando que não aceitam cartões, aliás essa é uma constante em Maracaípe, quase canto nenhum aceita cartão e quando aceita são aqueles restaurantes pega turista, sabe?   O outro lugar em que comemos foi o restaurante MARCÃO PRIME, um ambiente muito show, um vento maravilhoso e nesse dia tinha música ao vivo, comemos uma pizza (fica aqui o adendo QUE PIZZA MARAVILHOSA!!!!!) e eu tomei uma caipiroska que, minha nossa, que bebida deliciosa! O preço foi bastante acessível levando em conta que comemos que ficamos empanturrados hehe.   Sobre mercadinhos, não tem, nenhum, mesmo. Ou você já trás de casa os mantimentos ou compra em Porto que, nos posts que eu coloquei o link lá em cima, tem os mercados que eu mais indico por serem num preço bom.  
       

      4-> O MARACAMPING   Ah o Maracamping! Primeiro já começa que a dona (Dona Fátima, maravilhosa!) tem uma vibe incrível. Eu acabei não tirando tantas fotos quanto poderia porém coloquei as fotos no google na parte que indica o local então, se procurar no google pelo Maracamping, vai ver fácil as FOTOS que eu tirei.   Mas resumindo, o Camping conta com área pé na areia mesmo para montar as barracas (dica 1: leve uma lona para colocar sob a barraca ,evita dor de cabeça no pós acampamento), conta com cozinha comunitária equipada com fogão, geladeira, pia, sanduicheira e ainda uma mesinha para confraternizar; Possui ainda 2 banheiros, um masculino e um feminino muito organizados e com os itens necessários; No mesmo beco que dá para a cozinha e para os banheiros há um chuveirão (caraaca que chuveirão massa, me salvou do calor já que não dava pra entrar o tempo todo no mar) de água doce.   Quando formos montamos nossa barraca embaixo da proteção que existe colada no muro que dá de frente para a praia. Ficou meio confuso né? Mas nas fotos dá pra entender o que eu to falando. Se eu puder dar uma dica aqui, diria para colocar a barraca na ponta direita de quem olha para o mar pois não pega todo o sol da tarde e a barraca não fica tão quente.   LEVEM VENTILADOR! Há pontos de luz suficientes para se puxar uma extensão (lembra de levar o ‘T’ ‘benjamin’ ou sei lá como que fala na sua região, pra ajudar o coleguinha e não usar sozinho a tomada, bora compartilhar mais!) com ventilador a noite é filé de tranquila, porém sem o ventilador é punk, como fui de mochila e tava preguiçosa não levei ventilador; não recomendo. (Não tirei fotos ou fiz vídeos dos banheiros e cozinha pq realmente não é necessário).   O cachorro da dona Fátima, o zóio, é a coisa MAIS FOFA DESSE UNIVERSO!!! Ele é muito dócil e vem falar com todo mundo que chega para dar as boas vindas, é tão dócil que fica querendo entrar nas barracas pra conhecer por dentro hahahah.    
            4.1 Como chegar no Maracamping Aqui não tem errada, é descer no terminal do ônibus, pegar a estrada de terra no sentido pontal de maracaípe, passou o bar da mônica é só entrar na primeira rua à direita, andou um pouquinho para frente já se vai conseguir ver o muro do camping do lado esquerdo. Se ainda ficou na dúvida vou colocar o trajeto que coloquei fiz no maps pra vocês. Não confiem no GPS nem deixem o cara do pop ou uber confiar pq vai levar vocês para a rua de trás que não tem saída e não vai valer a pena, peçam pra descer no terminal e vão andando, é muito fácil chegar.   MAPA DE ONDE DESCE EM MARACA ATÉ O CAMPING   No geral dessa vez eu fui mesmo pra descansar então procurei desligar os aparelhos e aproveitar toda a vibe que o lugar trazia, mas se ainda quiserem agito de dia e sossego de noite de dia dá pra ir tranquilo pra Porto de busão, a pé, de bike, do jeito que quiser porque é muito perto e dá pra passar o dia rodando por lá;   Caso fiquem em pousada Porto é a opção pra quem vai ter que comer fora pois há mais opções e, portanto, preços mais camaradas, só pesquisar. Como ficamos no camping cozinhávamos lá mesmo o que barateia E MUITO a viagem, essa dica vale pra qualquer lugar que se tenha acesso à cozinha (detalhe que a cozinha do camping é muito convidativa e organizada então, se você for, deixa limpo tá? E também guarda sua sujeira direitinho, a natureza e o bom convívio agradecem. Obrigada pela leitura e, até a próxima!
      __________________________________________________________________ Links úteis  
      Tábua de Marés:
      https://www.apolo11.com/mare.php?local=02   CittaMobi: www.cittamobi.com.br/   Esportes em Porto de Galinhas: https://enter-guide.com/portodegalinhas/esportes-em-porto-de-galinhas   Maracamping Instagram: https://www.instagram.com/maracampingbeach/   Maracamping Facebook: https://www.facebook.com/maracampingbeach/?rf=923951584400139

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