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Olá viajante!

Bora viajar?

Machu Picchu de Moto em 17 dias - Arg-Chile-Bolivia-Peru-Brasil

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olá galera, que bom estar de volta... depois de 17 dias de estrada e muitas histórias, estamos de volta pra relatar um pouquinho dessa aventura pra vocês. Chegamos na terça-feira, dia 30 depois de 9460km rodados por 4 países além do Brasil (onde passamos por 7 estados). E o melhor de tudo, todos estamos em CASA, muito bem de SAÚDE e com as motocas inteiras na garagem. É claro que aconteceram problemas e imprevistos mas isso vou contando ao longo do relato!

 

Vou tentar detalhar aqui o máximo possível, anotei consumo da moto, custos de gasolina, hoteis. Tenho todo esse material que ao fim vou organizar melhor e disponibilizar para todos, caso tenha mais um interessado nesse maravilhoso trajeto.

 

Vou postar o relato dia após dia da nossa viagem aos poucos, até porque preciso tempo pra separar as melhores fotos e contar pra voces os detalhes mais importantes... dessa forma, vou também viajando novamente junto com vocês heheh

 

espero que gostem! :D

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Usuários Mais Ativos no Tópico

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Oi Matias, tudo bem?

 

Estou acompanhando o seu tópico da expedição a Machu Pitchu, pretendo fazer isso de moto também em 2013.

 

Uma coisa que eu senti falta no seu tópico até agora foi a falta de uma foto com todas as motos! Vc falou que são 3 HDs, uma GS e a sua Hornet mais um carro, é isso?

 

O carro está levando a bagagem das motos tb ou cada um leva o seu?

 

Se não for pedir muito, tem como vc me dizer o check-list do que se tem que levar para ir de moto? (Em relação a quantidades de roupas, etc.)

 

Sou muito interessado por equipamento tb, então se me permite perguntar, qual a barraca e qual saco de dormir que vc está usando? Foi suficiente para segurar o frio até agora?

 

Bom, desculpa tomar o seu tempo,

 

De qualquer maneira, excelente viagem!

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Olá José,

 

cada moto levou sua própria bagagem, no carro ficou apenas uma bolsa térmica com água e bebidas, comida básica, barras de cereais e uns litros de gasolina para nos ajudar, caso necessário.

Ao fim do tópico, vou organizar meu material e disponibilizar o check-list de tudo que levamos. Quanto aos equipamentos, nossas barracas eram simples, a minha era o modelo Coleman mais básico (não é adequada p frio). O meu colchão é o Nautika Antartik, ous outros tinha o Mummy. Passamos frio somente na noite em Tambo Quemado (4700m de altitude), os demais dias foram muito tranquilos.

 

aí vão as fotos dos demais viajantes e motos!! um abraço

 

Marcelo/R6 de Carazinho/RS

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Max e Cleo/BMW GS1200 de Chapecó/SC

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Márcio/HD 883 de Erechim/RS

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Miguel e Ana/HD Fatboy de Chapecó/SC

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Celso e Márcia/HD Road King de Chapecó/SC

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Marcelo e Elis/308 de Chapecó/SC

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Dia 11 - Cusco/PER a Puerto Maldonado/PER - 443km

 

Chegou oficialmente o dia de iniciar a volta, mas isso não quer dizer que a diversão acabou, pelo contrário. O único problema foi um desleixo nosso de sair de Cusco por volta do meio-dia, o que resultou na nossa chegada ao destino somente à noite.

 

Com todas as estradas magníficas que cruzamos, desde a saída de Yala, fica difícil escolher a MELHOR, mas esse trajeto entre Cusco e Puerto Maldonado foi o meu preferido. A estrada é fantástica, sem defeitos. Além do asfalto impecável e paisagens lindas, a sucessão de curvas é algo impressionante. Um dia, gostaria de contar quantas curvas possui esse trecho.

 

De Cusco, voltamos 46km até Urcos, pela mesma estrada de 2 dias antes. Dali, se pega à esquerda para Puerto Maldonado. A subida é rápida, boa parte das curvas de 180°, de baixa velocidade. Aqui criamos uma regra nossa: quando a placa indicava 40km/h, faziamos a curva a 72km/h. Quando indicava 30km/h, a 60km/h. Funcionou bem hehe, exceto quando aparecia pedras oriundas de deslizamentos no meio... ai um leve toque no freio traseiro era suficiente.

 

Deu pra usar bem toda borda do pneu e praticar bastante eheh. O ponto mais alto foi a 4725m, passando próximo de uma geleira bem densa no topo de um morro, estava bem frio. Rapidamente, as curvas começam mas em sentido de descida. Perto das vilas, e´bom tomar cuidado com os rebanhos de ovelinhas dando banda na estrada. A mudança de paisagem é drástica, quando menos esperamos, estamos na Amazônia peruana, no estado de Madre de Dios.

 

Daí em diante, o cuidado fica por conta de bichos na pista (não vimos nenhum) e em dias chuvosos, pois a água que desce dos morros sobrepõe a estrada em pontos determinados (onde a pista é de concreto). Passamos por diversos desses pontos, mas a água era só uma "lâmina"...

 

A medida que rodamos, o fio de água que havia no topo, se transforma num imenso rio, muito legal! Já no escuro, nos aproximando de Puerto Maldonado, começam alguns vilarejos e muitos quebra-molas. Um saco!

 

Chegando em Puerto Maldonado, completamente noite, ultrapassei novamente em faixa dupla uma camionete. Quando não tinha mais volta, vi que era uma viatura da polícia... só fechei os olhos e balancei a cabeça, agora não tinha volta! Mas... nada de novo, vai ver aqui ninguem da bola pro trânsito... ou não viram novamente!

 

A cidade de Puerto Maldonado tem uma proporção de motos x carros que eu nunca havia visto. umas 20 motos pra cada carro. Aqui eles adaptam as motos pra virarem tri-ciclos, um injambre total. Demos uma volta em uma dessas traquitanas pra ir até um restaurante.

 

O hotel péssimo, de frente pra uma avenida barulhenta, o calor infernal. Pelo menos amanhã estaremos de volta ao Brasil. Tirei poucas fotos esse dia.

 

Resumo:

443 km

 

Média Consumo: 19,9 km/L

Média R$/Litro: R$ 3,63

 

que festa quando encostamos as motos em uma cidadezinha pra tomar uma água

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olha essa paisagem... estamos no Canadá??

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essa cordilheira é a mais bala! Subida até 4725m e depois curva e mais curva até 800m, Amazônia Peruana

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o pneu deve ser utilizado até a borda

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calor infernal, a paisagem nos da a impressão que já estamos no brasil

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Editado por Visitante

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A Interoceânica sul deve ser fantástica, quero conhecer essa estrada ainda. mais uma vez parabéns pela viagem ::otemo::

 

Vocês fizeram o seguro SOAT?

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obrigado! a estrada é linda! vale a pena voltar pelo Acre só por causa dessa estrada!

não fizemos o SOAT, os guardas na aduaram falaram que precisava mas resolvemos seguir sem. Só em feito em cidades maiores (ex. Puno, Cusco) e o valor é mais alto que o que os policiais pedem... no fim não fomos incomodados uma única vez no peru.

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Dia 12 - Puerto Maldonado/PER a Rio Branco/AC - 561km

 

Quase no Brasil!!! Não sem antes passar dezenas de quebra-molas, agora bem altos. Cada casa na beira da estrada os lusitanos botaram 3 a 4 quebra-molas, um inferno. Alguns dava pra passar pelo ladinho, a maioria não. O calor incomoda, ele continuou conosco até a chegada em casa, sem tréguas.

 

A estrada começa a ficar monótona, mais retas e poucas curvas. O sentimento de chegar no Brasil é muito bom, nos sentimos em casa. A nossa língua, a nossa moeda e amplas possibilidades de socorro, caso algum problema com alguém ou alguma moto. A aduana é rápida, um carimbo e estamos liberados!

 

A minha observação de leigo, fica por conta da preservação da floresta! Enquanto no PERU a mata fechada toma conta, no Brasil, a floresta já deu espaço há bastante tempo para a pecuária, não passamos por nenhum trecho de mata fechada... era o mínimo de se esperar ao cruzar a floresta Amazônica. Cabe a observação que no no Peru esse processo parece estar iniciando, vimos muitas áreas que as árvores já estão sendo derrubadas...

 

Mas aqui a viagem muda, não medimos mais as distâncias em quilometros percorridos, e sim, em quilometros SOBREVIVIDOS! As estradas exigem muita atenção! os buracos tomam conta e o trânsito de caminhões já começa a aumentar. As estradas do Acre estão abandonadas há anos. Alguns buracos já com mato crescendo dentro.

 

Ainda que a terra vermelha em volta, nos avisa dos perigos a uma distância seguro. A gente viaja tenso na moto, um buraco e a volta pode estar comprometida. A partir de agora são somente retas, mais cuidado com o sono!

 

Quase chegando em Rio Branco, as famosas chuvas do norte! Aqui já é uma benção, poucos colocam as capas de chuva. Preferi tomar um banho e me refrescar... poucos minutos depois, tudo acabado e o calor está de volta.

 

Aqui no Brasil, a parte ÓTIMA são as demonstrações da verdadeira irmandade que é o MOTOCICLISMO. Rodando por Rio Branco, encostamos para pesquisar hotel e nisso chega uma biz. O cara começa a puxar conversa, trocamos umas idéias também. O cara já viajou até o Panamá e se ofereceu para nos levar ao hotel, apesar de estar atrasado pra um compromisso. Atravessamos a cidade e ele nos entregou ao Gameleira Hotel, excelente lugar e com preços bons! 90 reais o quarto triplo. Lá encontramos mais um grupo, que alugaria um carro e iria até Machu Picchu também, conversamos bastante também. Aqui fica o abraço e agradecimentos ao Tiao de Rio Branco

 

Gameleira Hotel

Rua 24 de janeiro, 283

Rio Branco-AC

(068) 3322-8861

 

A cidade é bem organizada e bonita, saímos a noite para jantar próximo ao Rio Acre, locais excelentes! Gostaria de ter mais tempo pra conhecer a cidade, quem sabe em uma próxima...

 

Resumo:

561 km

 

Média Consumo: 17,3 km/L

Média R$/Litro: R$ 3,15

 

Amazônia no Peru

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Galera na divisa!

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Em casa, mas ainda longe!!!

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em Rio Branco

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galera

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esse é o hotel

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Dia 13 - Rio Branco/AC a Porto Velho/RO - 505km

 

Acordamos cedo, o destino era agora a próxima capital, Porto Velho. O Marcelo da R6 se encasquetou com um barulho na moto e a temperatura do motor e resolveu trocar o óleo, pois já estávamos a mais de 5mil km na estrada. A troca foi na frente do hotel mesmo, demorou pois é necessário desmontar uma das carenagens da moto.

 

Seguimos em um ritmo bom, 140km/h... pois eu também tinha a idéia de trocar o óleo em Porto Velho. A velocidade maior também piorou nossos consumos, que ficaram por volta de 15 por litro. A partir da fronteira dos estados a estrada melhora um pouco, os buracos são concentrados em determinados trechos, então era só diminuir nesses pontos.

 

A única atração do dia, foi a balsa do Rio Madeira, travessia de uns 20min. Nos falaram que na época das cheias, pode chegar a 1h de travessia. O calor continuo nos castigando, esse dia não pegamos chuva, infelizmente hehe.

 

Chegamos cedo em Porto Velho, umas 16h. Enquanto parte do grupo escolhia o Hotel, Eu e o Márcio (883) fomos trocar o óleo das motos e o Marcelo (R6) foi ajustar a corrente.

Depois, hospedados, demos uma volta pela cidade para achar um restaurante. A cidade não pareceu tão atraente quanto Rio Branco. Dormimos cedo, pois no dia seguinte, parte do grupo ficaria mais um pouco na cidade, descansando, e nós seguiríamos na estrada (Matias, Márcio e Marcelo), pois o nosso objetivo do turismo estava concluído, agora era chegar em casa!

 

Esse dia não tirei fotos da estrada!!

 

Balsa do Rio Madeira

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Troca de óleo + filtro + o peso de guidom sumido

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Porto Velho

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Janta da Galera!

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Resumo:

505 km

 

Média Consumo: 15,6 km/L

Média R$/Litro: R$ 3,03

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Dia 14 - Porto Velho/RO a Vilhena/RO - 700km

 

Mais um dia sem muitas expectativas na estrada... O trecho até Cacoal foi bem difícil, não havia buracos mas a irregularidade do asfalto cobrou um preço alto... O calor somado aos solavancos nos esgotou fisicamente. Ao fim de 500km parecia que já tinhamos rodado 1000. E ainda faltava 200km até Vilhena... felizmente, depois o asfalto melhora e vira um tapete. As retas permitem desenvolver boa velocidade.

 

A chegada em Vilhena nos reservou diversas surpresas boas!! A cidade, está a 700m acima do nível do mar, o clima é excelente... fazia em torno de 25°C e a noite até teve um friozinho. Finalmente um pouco do clima do qual estamos acostumados, foi um alívio.

 

Chegamos na cidade e saímos procurar um parafuso para a R6, que havia perdido um dos parafusos q prende o protetor de corrente... mas era Sábado! Até achamos a loja, mas não tinha o parafuso. Nisso, chegou um morador de Transalp e logo puxamos assunto. O camarada já viajou por todo o nordeste e o próximo destino seria o Chile. Se prontificou a nos levar até um hotel, conseguiu um bom desconto para nós. Ainda, já se ofereceu para nos levar jantar, depois que descarregássemos nossas bagagens e tomássemos um banho! Comemos uma excelente picanha com queijo e conversamos muito sobre as viagens!

 

Ai está mais um exemplo do que o motociclismo nos proporciona! Aqui fica nosso agradecimento ao amigo de estrada Giovani, que nos acolheu como irmãos! Esperamos retribuir um dia da mesma forma...

 

Novamente não tirei muitas fotos, o objetivo de chegar em casa começa a atrapalhar hehe... Em tempo, a cidade de Vilhena nos surpreendeu em meio a tantas cidades feias na beira da estrada. Vilhena é muito bonita, bem organizada e segura. Moraria aqui tranquilamente!

 

estrada! muita reta!!

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hotel Comodoro em Vilhena, aprovado!

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esse dia deu pra passar mal! muito bom hein

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Resumo:

700 km

 

Média Consumo: 17,5 km/L

Média R$/Litro: R$ 2,99

Editado por Visitante

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Dia 15 - Vilhena/RO a Cuiaba/MT- 766km

 

Saída de Vilhena, + alguns quilômetros rodados já entramos no estado mo Mato Grosso. Aqui o panorama não mudou: paisagens sempre iguais, retas e MUITO CALOR! Próximo da hora do meio dia fiquei com medo de apagar sobre a moto, tamanho o desconforto com o calor. Já estava meio tonto, nunca tinha passado por isso. Com as motos em movimento, não sabia se era melhor andar com a viseira aberta ou fechada... o bafo quente do vento era terrível! As paradas, alem para abastecer, eram pra tomar muita água e praticamente um banho embaixo de alguma torneira. Mesmo assim, no próximo posto, já estávamos secos novamente.

 

Felizmente, a estrada e muito boa, não observei nenhum buraco na estrada! Faltando 100km para Cuiabá, encostamos no posto e como eu e o Marcelo havíamos ultrapassado uma fila de caminhões, perdemos o contato visual com o Márcio. Abastecemos, esperamos mais um pouco e o Marcelo retornou para ver o que aconteceu. Fiquei no posto e depois de uns 40min chegaran os 2. Havia se rompido um dos cabos da bateria e a moto morreu. O remendo foi ali mesmo na estrada e estava tudo certo... esse remendo nos acompanhou até em casa, sem novos problemas.

 

A idéia, era seguir um pouco mais além de Cuiabá, mas anoiteceu e a estrada se transformou em um inferno... Muitos caminhões e a estrada sucateada. Encostamos no primeiro beira de estrada e dormimos... no dia seguinte, a ideia era acordar cedo e rodar + de 900km.

 

Dia de muita estrada, calor e nenhuma diversão!

 

Resumo:

766 km

 

Média Consumo: 16,3 km/L

Média R$/Litro: R$ 2,94

 

Única foto que tirei:

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