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Olá viajante!

Bora viajar?

Ushuaia - Arquivo - Perguntas e Respostas antigas e repetidas

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[info]se voce encontrar alguma informação inédita que deva retornar ao tópico correspondente, favor solicitar a Adm.[/info]

 

 

 

Vou deixar aqui algumas informações para os que estão planejando rodar o Chile e a Argentina de ônibus.

Uma dica importante é tomar muito cuidado na rodoviária de Santiago. Há mulheres que ficam no meio dos ônibus como se estivessem esperando alguém e batem as carteiras dos turistas. Aliás, em outras cidades da região central do Chile, tbém é bom ter um cuidado especial. Em Valparaíso por exemplo, vi uma moça que havia acabado de ser roubada. Mas sobre a viagem, recomendo que comecem por B.Aires. Quem não conhece, deve ficar uns 3 dias. Dica: na feira de Santelmo, nas manhãs de domingo, costuma ter um casal dançando tango. É legal e é de graça. Quem quiser ir a um show de tango, o mais barato é o do Bar Sur, em Santelmo. Custa US$15 por pessoa e dá direito a pizza servida cortada. O duro é pagar $8(Pesos) por um copo de refrigerante. Há outros de US$35 ou mais, como o Tango Mio ou Senhor Tango, que é o mesmo. Esse e outros são bem mais produzidos, com iluminação e som com efeitos, e incluem jantar. Quem optar por esses acho que não vai se arrepender. Recomendo os restaurantes "Estância", o "Palácio de las papas fritas" e o "Años Locos". Quem for católico, é legal fazer um passeio a Lujan. N. Sra. De Lujan é a padroeira da Argentina. De B.Aires pode-se ir para P.Madryn. Duas noites são suficientes pra conhecer a cidade e ter um dia inteiro pra ir à Pen. Valdez, que é muito legal. Fiquei no Residencial J'0S, um pequeno hotel com bons aposentos e banheiro privativo. Paguei $55 por 2 noites. A excursão sai por $50, mais $7 da entrada na Peníns. Valdez, mais $30 para a navegação para ver pássaros e lobos marinhos mais de perto. Dica: quem comprar a navegação junto com a excursão vai pagar mais caro. Quanto ao mergulho que oferecem, quem fez não viu nada. Quem quiser mergulhar é melhor ir para Abrolhos ou F. Noronha.

Bem, os preços que eu estou passando, com exceção dos que aparecem com US$, são em moeda local. É só converter. Os preços são os que eu paguei em março de 2003, mas não acredito que tenham mudado muito. O que mudou bastante foi o câmbio. No Chile, com US$1 se conseguia $740 e agora baixou p/ $580. Portanto, sai mais caro agora. Na Argentina está mais ou menos como aqui. A passagem de ônibus de B. Aires p/ P. Madryn =$55. Depois pode-se descer p/ Ushuaia. Não é muito fácil conseguir passagem para o dia seguinte. Então, é bom ver logo que chegar em P. Madryn. Pode-se tbém ir até Rio Gallegos e seguir p/ El Calafate e deixar Ushuaia para depois. De P. Madryn a R. Gall.=$61. R. Gall. É só passagem mesmo, não tem nada pra ver. R.Gall p/ Calafate=$25. El Calafatte é legal e é de lá que partem os passeios p/ o Glaciar Perito Moreno. O lugar mais impressionante que já vi. Dica: ficar no Albergue e Hostal del Glaciar. Paguei $18 por noite e o legal é que eles mesmos programam uma excursão ao Perito Moreno, com caminhada e navegação em frente ao paredão de gelo. Tudo sai por $85, incluindo a entrada no Parque dos Glaciares. Há outro glacial que deve ser muito legal, mas fica mais caro visitar. Dica: em El Calafate, vale experimentar o sorvete de calafate. De lá, o caminho é seguir para Puerto Natales: $45 a passagem. Em P. Natales paguei $5.000 a diária em um hotel residencial que fica na esquina da M. Bulnes c/ Magallanes ou talvez 1 quadra depois. Seguindo pela M. Bulnes é fácil de achar. Tem um bom restaurante em baixo e se pode comer um filé de salmão por $2.000. Nota: no Chile os valores são diferentes pq o câmbio é outro. Existem muitas trilhas no Torres del Paine, mas eu só fiz a excursão de 1 dia e achei legal. Sai por $12.000, mais $3.000 para visitar a Cova do Milodon, e $8.000 para a entrada do Pq. Torres del Paine. De P.Natales se pode seguir a P. Arenas:$3.000 a passagem. Lá, fiquei no Hotel Don Dinke, por $8.000 a diária com tv no quarto. A excursão p/ a pingüineira sai por $7.500, incluindo a entrada. Tirando o Museu Salesiano, não tem muito o que ver em P. Arenas. De lá então, segue-se p/ Ushuaia, que eles pronunciam "Usuaia". Preparem-se para esperar um bom tempo dentro do ônibus pq, se o vento estiver forte demais, a balsa não tem autorização pra sair. Esperei 5 horas na ida e o mesmo na volta. Parece-me que o custo dessa viagem é em torno de $19.000, incluindo a travessia. Em Ushuaia fiquei no El Pinguino, que fica meio longe do centro. Paguei $25 a diária. Acho que podem conseguir lugar melhor. Não deixem de fazer uma navegação que inclua a pingüineira. Sai por $115 e dura 5 horas. Sai às 15h. Aproveitem para fazer logo se o tempo estiver bom pq lá o clima é louco e os barcos não saem com tempo ruim. Conhecer o Parque Terra do Fogo é legal, mas o Trem do Fim do Mundo é muito caro e não vale qto custa. O Martial Glaciar é bom pra fazer uma caminhada e chegar até o gelo. Há botas com grampos p/ alugar pra quem quiser andar sobre o gelo. Tem tbém o Museu do Fim do Mundo e a antiga prisão, que é interessante conhecer. Em 3 dias pode-se ver tudo. Ir a Puerto Williams é meio difícil. Os barcos no clube náutico cobram US$70 só a ida. De P. Arenas saem barcos para lá a US$120,00, mas durante a viagem pode-se ver glaciares e animais da região. É interessante ir até lá de avião e voltar nesse barco. Mas voltando a falar de Ushuaia, de lá pode-se ir direto a Trelew, próximo de P. Madryn. Não conheço, mas dizem que é legal. A viagem é longa, sai bem cedo de Ushuaia, passa o dia e a noite viajando e chega na parte da tarde. De Trelew se pode ir a Bariloche. Lá, recomendo a Hosteria Sur. Paguei $30 a diária. É ótima e fica ao lado da catedral, bem no centro. Recomendo a excursão ao Cerro Tronador com o Ventisqueiro Negro. Sai por $25 mais $12 da entrada. Outro lugar legal é o Cerro Catedral, próximo à cidade. Pode-se ir de ônibus e depois pegar o teleférico, fazer uma caminhada e descer pelo bondinho. Sai por $8. Subir e descer pelo bondinho sai mais caro. Há outras opções de passeios para escolher lá em Bariloche. De lá se pode ir a Puerto Varas: de P. Varas a Bariloche sai $8.000, não sei no sentido inverso. Estou com alguma dificuldade pq estou recomendando que façam o sentido inverso ao que eu fiz. Comecei por Santiago, desci até P. Varas, fui a Bariloche e segui para o sul. A parte sul fiz como está aqui pq não consegui passagem p/ Ushuaia qdo cheguei em R. Gallegos. Então segui primeiro p/ Calafate. Quanto ao preço da passagem de Bariloche a P. Varas, deve ser mais ou menos proporcional, mas acho que na Argentina deve ser um pouco mais barata. Em P. Varas recomendo a hospedagem da D. Hildegard. Paguei $8.000 a diária. Foi o melhor lugar, sem dúvida nenhuma. Além disso, ela é uma senhora muito simpática e trata muito bem os hóspedes. Quem quiser, pode escalar o Vulcão Osorno. Não deixem de ver os Saltos do Petrohué. De P. Varas é legal ir até Puerto Montt, mas pra passar algumas horas e comer um bom salmão com queijo e tomate no mercado de Angelmó. O bom para se hospedar é mesmo em P. Varas. A cidade é mais bonita e mais tranqüila e tem um cassino bem no centro. Mesmo pra quem não joga, como eu, é legal pra conhecer e é um lugar tranqüilo pra usar o telefone e ligar pra casa. Bem, de lá se pode conhecer as termas da região ou seguir para Valdivia pra ver os leões marinhos comendo os restos dos peixes no mercado fluvial. Eles ficam bem próximos das pessoas. Depois pode-se ir a Chillan e passar um dia nas termas de lá. Não sou muito chegado nisso, mas tem quem gosta. Passagens: P. Varas a Valdivia=$3.000, Valdivia a Chillan=$6.000, Chillan a Santiago=$3.000. Os lugares de interesse em Santiago já foram bem falados em outros fóruns. Dica: comer no mercado. A sopa de mariscos é muito boa. Um passeio legal é ir até Valparaiso e subir em alguns ascensores. Viña del Mar é grudada e vale uma passada.

Espero ter ajudado.

Abraços.

Marcio

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Alguém já foi de navio de Buenos Aires a Ushuaia???

 

Gostaria de saber o valor aproximado, e se vale a pena!!!

 

obrigada!!!

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Carol,

Entre Grey e Francés, acho que faria o Francés, mas não deixe de subir no morro atrás do refúgio Pehoé, a vista é incrível! No próximo post vou colocar meu roteiro, com fotos e altimetrias, talvez te ajude.

Não fiquei nos refúgios pois acampei, mas conheço um pessoal que ficou no Grey e não ouvi reclamações.

Abraços,

Ricardo

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Pessoal,

 

Finalmente coloquei na internet o artigo sobre o circuito O. Aqui vou postar apenas o texto, mas no link abaixo, além do relato, há mapas, altimetria de todos os dias, fotos e imagens imersivas em 360 graus, inclusive de todos os refúgios e campings, acho que pode ajudar a mostrar as diferenças de estrutura entre eles. Bom, o link pro artigo competo é esse (http://www.feres.fot.br/torres-del-paine.htm), espero que gostem:

 

Circuito Grande

 

Mesmo sendo considerado pelas revistas especializadas como um dos melhores destinos de trekking do mundo, Torres del Paine ainda é um local pouco conhecido fora do grupo de aficionados por caminhadas.

 

Situado no extremo sul do Chile, em 1959 foi transformado em Parque Nacional e, em 1978, declarado pela Unesco como Reserva da Biosfera. Em seus 181.000 hectares há diversas trilhas que podem ser feitas a pé ou a cavalo, além de áreas que podem ser visitadas de carro ou barco, fazendo com que o parque seja acessível para qualquer pessoa, desde quem gosta de passar vários dias acampando até quem quer viajar com todo conforto. Minha escolha foi pelo Circuito Grande, também conhecido como O, uma trilha a pé com 135 km, que é normalmente feita em 7 pernoites.

 

Apesar de não ter grandes altitudes, com máxima de 1.200 metros no Paso John Gardner, o inverno é bastante rigoroso e até no verão é possível pegar neve, apesar de não ser comum. O que é comum, em se tratando do clima, é haver grandes variações em pouco tempo. Isso sem falar no vento, que pode fazer a sensação térmica cair para baixo de 0 mesmo durante o dia. Ou, caso você tenha mais sorte que eu, pode passar alguns dias caminhando apenas de camiseta...

 

Passagens compradas, roteiro estudado, equipamentos de foto, camping, roupas e comida para 9 dias na mochila cargueira. E não é que a mochila de 80 litros ficou pequena? O peso disso tudo: pouco mais de trinta quilos, que felizmente foi diminuindo a cada refeição.

 

Apesar da longa distância, não é preciso ser um super atleta para fazer esse circuito, especialmente se você optar por dormir e comer nos refúgios. Nesse caso, apenas um acampamento (Los Perros, na subida para o Paso John Gardner) do roteiro aqui descrito precisa ser deixado de lado, mas sem o peso do equipamento de camping e comida, é perfeitamente viável. A elevação total acumulada é de 6.800 metros, o que não é muito se dividirmos pela distância, de 135 km.

 

Dia 1 – Hosteria Las Torres ao Acampamento Serón

14 km – Elevação Total Acumulada de 350 metros

 

O primeiro dia é o mais tranqüilo, mesmo as poucas subidas do caminho não são íngremes, servindo como uma boa adaptação para o resto do circuito. Depois de quatro horas caminhando em ritmo lento, conversando com um californiano radicado no Havaí, chegamos ao acampamento Serón. Dizem que, quando esquenta, o Valle Encantado fica todo florido com margaridas, mas quando fui, no fim de novembro, elas ainda não haviam aparecido, provavelmente pelo frio que insistia em não ir embora.

 

Dia 2 – Acampamento Serón ao Dickson

19,5 km – Elevação Total Acumulada de 550 metros

 

Às sete da manhã, dentro da barraca, 8 graus. Temperatura boa, mas durante a noite deve ter feito bastante frio, tanto que nas montanhas ao redor do acampamento havia muito mais neve que no dia anterior. Porém, havia sol, confirmando o que haviam me falado sobre as constantes mudanças de clima.

 

Café-da-manhã na barriga, mochila nas costas e pé na trilha, que já começa mais bonita que no primeiro dia, entre belas árvores e margeando o Rio Paine.

 

Pena que o sol se escondeu uma hora depois, já que a vista do Lago Paine deve ser linda com o céu azul refletido em sua água. Paciência, logo muda de novo... Ou não! A partir daí, a caminhada foi feita novamente com o céu totalmente branco e com nuvens baixas, que bloqueavam a vista das montanhas e do glaciar Dickson.

 

Dia 3 – Acampamento Dickson ao Los Perros

12,5 km – Elevação Total Acumulada de 700 metros

 

Este não deveria ser um dia difícil, pois apesar de ser o começo da subida para o Paso John Gardner, a distância é curta. Mas não foi bem assim... A chuva que havia começado na tarde do dia anterior variava de intensidade, mas não parava. Tomei o café-da-manhã dentro da barraca, de onde não saí até às dez, quando percebi que nem sempre o clima muda rapidamente em Torres del Paine. Ao menos agora a chuva estava fraca e foi mais fácil desmontar acampamento e começar a caminhar, mas durante todo o dia a câmera ficou guardada, já que ainda não havia passado pelas principais paisagens e não quis colocar o equipamento em risco.

 

A trilha é bonita, passando por uma floresta pouco densa, mas com árvores enormes. Por diversas vezes o caminho cruza um belo rio e suas corredeiras, mas no momento que saí do abrigo das árvores, o vento estava tão forte que mal permitia caminhar, e a apenas 500 metros de altitude a chuva deu lugar à neve.

 

Ao chegar no Los Perros fui correndo para uma tenda cheia de gente, onde havia uma fornalha em que todos tentavam se aquecer, secar roupas e equipamentos. Um alívio, sem dúvida a melhor vista da viagem até o momento! Além disso, as horas passadas nesse abrigo foram ótimas para conhecer as outras pessoas que estavam fazendo o Circuito Grande, inclusive os únicos quatro chilenos com quem conversei durante os oito dias. Alemães, israelenses, franceses e americanos conheci aos montes, mas chilenos eram raridade em seu próprio país.

 

Dia 4 – Acampamento Los Perros ao Grey

18 km – Elevação Total Acumulada de 1.350 metros

 

Como esse prometia ser o dia mais cansativo, acordei bem cedo (dentro da barraca, apenas 3 graus) e, na hora de sair, vi um grupo de Washington D.C., EUA, partindo, então me juntei a eles para ter mais segurança e alguém para bater papo.

 

Não sei se por estar psicologicamente preparado para um caminho que acreditava ser duro ou se foi pela boa conversa, mas a subida do Paso John Gardner não foi difícil como pensei. No começo passamos por áreas de charco, mas era sempre possível pisar em troncos jogados sobre a lama. Depois veio a neve, que em alguns pontos ia até o joelho, mas bastou seguir o caminho marcado para alcançar o cume, sempre curtindo um visual incrível!

 

Por falar em visual, a vista para o outro lado do Paso é das mais impressionantes que já tive! Infelizmente não dá para mostrar a dimensão do glaciar Grey nas fotos (já que não é possível colocar um ponto de referência nele), mas mesmo com o tempo encoberto, a vista tira mais o fôlego que a caminhada!

 

Vencida a subida, só falta descer, descer e descer... De 1.200 metros até o acampamento, a apenas 50 metros de altitude. O acampamento Grey já faz parte do Circuito W, o lado mais civilizado do parque, então a quantidade de pessoas é muito maior, assim como a quantidade de mulheres, que até então eram minoria absoluta. Se nos acampamentos exclusivos do Circuito Grande havia em média 10 barracas, aqui havia bem mais de 30. Infelizmente, também há muita gente despreparada para acampar em uma região que é tão frágil quanto bela. Como exemplo, em 27 de dezembro de 2011, poucas semanas depois que parti, um israelense perdeu controle sobre o fogo que criou e o vento espalhou as chamas com rapidez, queimando uma área de 14 mil hectares, 7% do parque! Alguns anos antes foi um tcheco que causou um grande incêndio, também por descuido, mas o estrago é o mesmo, seja o fogo intencional ou não.

 

Dia 5 – Acampamento Grey ao Paine Grande

17,5 km – Elevação Total Acumulada de 650 metros

 

Dia de caminhada fácil, com subidas leves e vistas incríveis para o glaciar e lago Grey, mas o melhor está no próprio acampamento Paine Grande. Logo atrás do hotel há um mirante fantástico, e para minha sorte o sol resolveu aparecer quando cheguei, depois de um dia inteiro com tempo fechado. Hora de fotografar e, depois, ficar sentado curtindo o visual... Até a chuva reaparecer e me mandar de volta para a barraca.

 

Dia 6 – Acamp. Paine Grande ao Los Cuernos

25,0 km – Elevação Total Acumulada de 1.700 metros

 

Apesar de ser o dia com maior distância e elevação acumulada, são apenas 13 km carregando a mochila, pois é possível deixá-la no acampamento Italiano antes de subir o Valle del Francés. O vale tem uma das paisagens mais bonitas do parque, com rios, geleiras e vista tanto para as montanhas que compõe o Paine Grande como para os Cuernos del Paine. Infelizmente, nesse dia as nuvens estavam baixas, encobrindo os picos a maior parte do tempo.

 

Dia 7 – Acampamento Los Cuernos ao Torres

17,0 km – Elevação Total Acumulada de 950 metros

 

A primeira metade do caminho é feita junto ao lago Nordenskjöld, até começar a subida para as Torres Del Paine. O último acampamento com refúgio e boa estrutura é o Chileno, mas optei por seguir em frente e dormir no acampamento Torres, que apesar de ter como estrutura apenas um banheiro sujo, fica a somente 45 minutos do mirante. Como a vista mais bonita acontece ao nascer do sol, vale a pena dormir mais perto para ter uma hora a mais de sono.

 

Dia 8 – Acampamento Torres à Hosteria Las Torres

12,5 km – Elevação Total Acumulada de 500 metros

 

Acordar às três e meia da madrugada depois de uma semana caminhando pode parecer difícil... E é mesmo! Mas tudo bem, ver o sol pintar de laranja as montanhas que dão nome ao parque vale um último esforço de todos que trocaram o conforto de suas casas para passar oito dias sentindo frio, sono e cansaço, mas que foram recompensados com vistas impressionantes de um dos circuitos de trekking mais belos e diversos do mundo!

Postado
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Fala galera, tudo certo ?

 

Bom estarei voltando a TDP agora em novembro/dezembro (estive em 2009), mas não deu para conhecer legal pq o circuito 0 estava fechado... enfim estarei voltando la.. mais preparado... com mais tempo.. mais leve e tudo mais rs... ai me surgiram algumas dúvidas e planos aqui.... são eles:

 

- No vale do frances... depois que se chega no topo.. onde se tem a vista das formações rochosas ... tem continuação ... ou tem de voltar mesmo ?... se tiver continuação vale a pena?

 

- Alguem tem alguma info sobre o Vale Bader?... to tentando achar.. mas as infos são mto precarias... alguem sabe qto tempo de caminhada.. se tem onde pernoitar... se tem ligação com alguma outra parte do circuito.. ou se é bate e volta?

 

- Vale do silencio... alguem ja foi para essas bandas?.. tem informações?.. vale a pena?

 

abração

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Olá.

 

Enviei uma mensagem no twitter do parque e me disseram que o campamento italiano voltou a funcionar.

Abraços.

Thiago Rulius

Postado
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Pessoal, estou com a viagem para ser marcada no período de 04-10 de junho de 2012.. será de dá para fazer as trilhas ou é furada?

 

Outra pergunta o transfer las lengas para El chalten no vôo que chega as 18:00 em calafate existe?

 

 

ahhhh

 

Abraços

 

Hebert

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