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Americando : 2 x 1 (Peru e Bolívia + Bolívia) Parte 1

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[t1]Parte 1 : Peru e Bolívia - Setembro 2012 - concluída[/t1]

 

 

[align=justify]:arrow: O sub-título deste, refere-se ao fato de conter dois relato em um, de uma viagem realizada em setembro de 2012, por mim e meu irmão Zeca, por Peru e Bolívia e a viagem de dezembro 2013 / janeiro 2013 realizada em família (Maria Emília, Jailson, Maria Clara e João Pedro).

 

[t3]Peru e Bolívia via Acre (setembro 2012)[/t3]

 

Nessa viagem participaram eu (Maria Emília) e meu irmão José Paulo (Zeca), ela foi planejada “digamos” de última hora e realizada em um mês que normalmente não costumo viajar, setembro, pois meu irmão é bombeiro militar (Pará) e não tem férias nos períodos de “férias escolares”

 

Essa seria a primeira mochilada de meu irmão e ele gostaria de começar em grande estilo pela América do Sul, então me convidou para participar da aventura.

 

Demos sorte pois na época de sua decisão de viajar a GOL/SMILE estava com promoção de 3000 milhas por trecho, então marcamos a passagem, eu no trecho Cuiabá x Rio Branco e ele no trecho Belém x Rio Branco.

 

Essa seria a primeira vez que viajaria para Peru e Bolívia por essa rota, por isso pesquisei bastante sobre ela aqui no Fórum (gostaria de agradecer ao Lico, Thalita Figueiredo, Gilberto Martins, Sandro e outros que ajudaram com informações o planejamento da viagem) e no blog Peru via Acre, do Tony Marle (um agradecimento especial pelas dicas de logística no Acre), além de realizar alguns contatos pelo Facebook.

 

[t1]Brasil - DF e Acre[/t1]

 

Bem, mochilas pronta, era hora de partir e como tanto o vôo de Cuiabá como o de Belém fariam escala em Brasília, foi lá que nos encontramos. Como teríamos muito tempo para seguir viagem, resolvemos dar um passeio pela capital federal e embarcamos no ônibus expresso que faz a linha aeroporto x hotéis da asa sul e norte x aeroporto, o valor dessa passagem é R$ 6,00 é uma boa opção para passar o tempo entre uma conexão e outra, estrando em Brasília.

 

Nosso voo seria às 23:05 e saiu sem muito atraso, chegando em Rio Branco por volta das 3 horas da matina, o aeroporto é pequeno e nessa madrugada tinha muitos jovens mórmon por lá, nos acomodamos como pudemos nas cadeira tentando tirar um cochilo para esperar o tempo passar, um pouco antes das 5 horas nos encaminhamos para a frente do aeroporto para esperar o ônibus urbano (R$2,40) que passa às 5 horas, nisso chegou uma van para deixar vários turista, perguntei para o motorista por quanto ele levaria duas pessoas até o Terminal Rodoviário Internacional (nessa época inaugurado recentemente) ele teve a “coragem” de cobrar R$ 70,00 ::ahhhh:: agradeci e segui caminho, em frente ao aeroporto tem um jardim com vários bancos, num deles estavam duas moças, fomos lá obter informações e Leila (trabalha em uma firma terceirizada pela Infraero), uma delas falou que estavam esperando o ônibus e que ele não tardaria a passar, também explicou em qual ônibus embarcar para seguir até a “nova” rodoviária depois de chegar no Terminal de Integração Urbano. A viagem entre o aeroporto e a nova rodoviária é longa, mais nessa hora da manhã foi feito em cerca de 50 min. Chegando na rodoviária, já tinha fila no guichê da Real Norte e o ônibus já estava na plataforma, compramos às passagens, que é vendida somente até Brasiléia, chegando lá você compra outra até Assis Brasil.

 

A nova rodoviária internacional de Rio Branco é muito bonita e estava “cheirando à novo” quando estivemos por lá.

 

Apesar do ônibus ser “meio” velho a viagem foi boa, passa por várias cidades pequenas do interior, aqui vou fazer uma pausa para contar um “causo” em Xapuri um passageiro desceu e “esqueceu” de voltar, quando o ônibus já estava a quase 15 km da cidade o motorista recebeu um chamado da empresa e teve que voltar para pegar o “esquecido”. ::bruuu::::lol4::

 

Chegamos em Brasiléia (vizinha da boliviana Cobija) por volta das 12 horas, trocamos rapidamente de ônibus (pois já estava atrasado) e seguimos viagem até Assis Brasil.

 

Como a aduana é na entrada da cidade de Assis Brasil, você pede para descer lá (se quiser ir até o centro da cidade terá que retornar) para poder carimbar o passaporte no posto da PF.

 

::cool:::'> ::cool:::'> Aqui vou fazer um “parenteses” para elogiar os polícias desse posto, são mais educados que os da fronteira Brasil/Bolívia em Cáceres-MT. ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Como é difícil a tarefa de selecionar fotos, criei álbuns no Google + e estou postando aqui o endereço, conforme segue o relato.

 

[t1]Peru[/t1]

 

Na saída da aduana brasileira, nem precisa procurar condução, os taxistas peruanos “acham” você e já oferecem transporte até Puerto Maldonado, com uma parada antes em Iñapari, na aduana peruana (que fecha no horário do almoço) para carimbar o passaporte e cambiar.

 

Por indicação procurei a Tuka (o quiosque fica em frente a Imigraccion peruana) para cambiar, ela não estava, mais sua irmã sim, o câmbio estava bom, o melhor da viagem para reais.

 

Seguimos viagem no taxi coletivo (com mais duas pessoas), estrada maravilhosa, asfalto novo, sinalizado, com acostamento, pontes de aço (nem parece que foi feita por uma construtora brasileira), chegamos em Puerto Maldonado por volta das 17 horas e o taxista deixa você na avenida onde fica localizado todos as oficinas (escritórios/garagens) das empresas de ônibus.

 

Nessa avenida você anda, pesquisa os preços, horários e o mais importante, já verifica o ônibus, pois ele estará lá sendo preparado para a viagem. Nós compramos passagem pela Iguazu (as primeiras cadeiras na parte superior do bus-cama panorâmico) ônibus confortável e com banheiro, que saía às 19:30 horas da garagem e às 20:30 horas do Terminal Terrestre.

 

O preço da passagem para o percurso Puerto Maldonado x Cuzco varia entre 30 e 90 soles, o horário de saída é entre às 19 / 20:30 horas das oficinas e entre às 19:30 / 21 horas do Terminal, você já pode embarbar na oficina, mais chegando no Terminal terá que descer e pagar o “Direito de Uso do Terminal”, quase todos os ônibus saem com atraso.

 

Aqui mais uma pausa, para outro “causo”, por “bobeira” coloquei meu smartphone para carregar no cinzeiro do táxi em que fizemos a viagem Assis Brasil x Puerto Maldonado e esqueci lá quando desci, isso é, perdi o telefone já no começo da viagem, ainda fui atrás do motorista e consegui acha-lo mais “claro” ele alegou que eu não tinha deixado lá. ::vapapu::::xiu:: Nessa aventura atrás de meu celular, andamos de riquixá (aquelas motos de três rodas) pelas avenidas “super” movimentadas de Puerto Maldonado no hora do rush e pensamos que não íamos sair vivos dessa “viagem” é uma loucura o transito dessa cidade. ::mmm:::lol3::::putz::

 

Triste depois de convencer-me que meu celular estava “perdido para sempre” ::lol3:: resolvemos procurar um local para comer, essa avenida das garagens é super movimentada e com um comercio diversificado, encontramos vários restaurantes típicos e escolhemos um deles para jantar, uma delícia a “comida de selva” (perdi as fotos dessa parte da viagem mais vou ver se meu irmão tem, para poder postar) eu pedi ::cool:::'> Patarashca ::cool:::'> que é o pescado inteiro cozido na brasa e envolto em folhas de bijao ou mishqui panga ou na folha da bananeira e Zeca pediu ::cool:::'> Juane ::cool:::'> que é preparado a base de arroz, carne de galinha, azeitonas, ovo cozido e outras especiarias e envolto em folhas de bijao (uma palmeira que tem um aroma particular) ou em folhas de bananeira – belo para o olhar e delicioso para se comer. ::cool:::'> ::cool:::'>

 

::cool:::'> ::cool:::'> Achei Puerto Maldonado uma cidade super interessante e diferente, justamente por ser uma cidade grande “às portas” da selva, ainda pretende retornar e dedicar ao menos 3 dias para ela.

 

:arrow: Estando em Puerto Maldonado, você tem duas opções de viagem para Cuzco, de ônibus ou de avião, em setembro o preço da passagem pela Star Peru estava custando 58 dólares. O voo saí por volta das 14 horas.

 

Com um pouco de atraso seguimos viagem em uma estrada “tapete”, primeiramente você atravessa a selva para depois começar a subir os Andes, por volta das 4 horas acordei sentindo forte dor de cabeça, sinal que devíamos estar nos pontos mais alto da viagem, entre Capela Nuestra Señora Cumbre (4.680 msnm.), Ocongate (3.612 msnm ) e Quebrada (4.200 msnm).

 

Chegamos no Terminal Terrestre Ttio de Cuzco por volta das 7/8 horas da manhã, embarcamos num taxi (6 soles) até a plaza de Armas e já procuramos um restaurante para comer algo, depois meu irmão ficou com as mochilas e eu sai para procurar hospedagem, depois de muito pesquisar escolhemos ficar no Hostel Tambo de Montero, ocupamos um quarto imenso, com quatro camas de solteiro e janelas para a rua, por onde entrava o sol da manhã, o banho era compartido, a ducha forte e com água bem quentinha fornecida por aquecedor à gás, tinha disponível também um quarto com banho privado, mais achamos ele muito pequeno, então optamos pelo maior, embora sem banho.

 

Depois de instalados, saímos para passear pela cidade, que meu irmão achou linda.

 

Como retornei ao “banco da universidade” recentemente, levei comprovante de matricula para confeccionar a carteira internacional de estudante (seguindo dicas da …............ ), meu irmão também levou o dele. Sabíamos que a oficina era na plaza de Armas, mais não sabíamos qual o Portal (na plaza de Armas os endereços são divididos por Portal, assim fica mais fácil se localizar), nem o nome da agência, procuramos bastante, até que achamos o local, que é a Agência Intej e fica no Portal de Panes, nº 123 Oficina 303, 3º piso, como era necessário cópia dos documento, meu irmão desceu tirar as mesmas numa loja do 2º piso onde um agente ofereceu vários opções de pacotes para Machu Picchu, entre eles um que nos interessou bastante.

 

Desde o Brasil, tínhamos decidido chegar até MP pela Hidroelétrica e uma das opções oferecida era essa. Já tinha pesquisado o preço para chegar lá independente e no final o valor cobrado pelo agente era bom na relação custo x benefício.

 

95 dólares por pessoa para 3D/2N que incluía :

van no percurso Cuzco x Hidroelétrica x Cuzco;

ticket de trem no retorno Águas Calientes x Hidroelétrica;

duas noites de hostal;

1 almoço, 1 cena e 1 desayuno;

entrada na cidadela de MP;

guia profissional.

 

O percurso de 10 km entre a Hidro e AC é opção sua, caminhada ou trem (passagens comprada à parte).

 

A saída da grande maioria das vans para os vários passeios é da plaza Rigozijo, lá quem comanda é um peruano que atende pelo nome de …................... , pois o negocio funciona com as agências vendendo os pacotes e repassando os clientes para o transportador, que normalmente é o dono das vans, então, esse peruano é quem faz o “meio de campo”

 

Saímos de Cuzco por volta das 9 horas e seguimos para o Vale Sagrado, quando se chega em Ollantaytambo a van segue pelo lado da muralha e entra em uma estrada de terra por alguns quilometro, depois volta ao asfalto e vai subindo serpenteando as montanha, paisagem maravilhosa, tendo de um lado a montanha e do outro abismos colossais, até chegar em Abra Malaga o ponto mais alto da viagem com 4.316 msnm Depois começa a descida até chegar em Santa Maria (pequeno povoado) e Santa Teresa (localidade onde desapareceu um brasileiro agora em dezembro), onde paramos para almoçar (40 min), seguimos viagem até a Hidro onde chegamos por volta das 15:30 (na van que viajamos tinha 14 passageiros + motorista) chegando lá vimos que tinha fila na porta da oficina da Peru Rail.

 

:arrow: Lembramos aqui que os estrangeiros podem utilizar o trem local que saí da Hidro para AC somente em dois horários, às 15 e às 16:30 e retorno às 12:30 e às 13:30, o valor da passagem é 12 dólares. Aqui no Fórum tem alguns relatos que falam do horário da venda das passagens, o que posso dizer é que quando chegamos lá, por volta das 16 horas o guiché ainda estava aberto e vendendo passagens.

 

Desde a saída de Cuzco nosso transporte fazia parte de um comboio composto de três vans, de brasileiro somente eu e meu irmão, mais tarde já em Santa Maria, descobrimos o Flávio, de Santos, os demais eram, alemães, franceses, israelenses, italianos, colombianos e argentinos.

 

Chegando na Hidro somos encaminhados pelo motorista para um agente que indica o começo da trilha e para onde se encaminhar na chegada à AC (para quem comprou o pacote com hospedagem, como nós) e a opção da comprar o bilhete de trem. Eu e meu irmão optamos por fazer a caminhada de 10 km pela trilha que margeia o rio Urubamba e os trilhos do trem. Esse caminho logo no começo tem uma subida íngreme, pelas pedras e como tinha chovido bastante, estava super escorregadio, depois é todo plano e maravilhoso, alias, todo o caminho, desde Cuzco até AC é maravilhoso, montanhas com picos nevados, vales com plantações, lhamas, alpacas e vários outros animais além da população nativa, sempre presente. Fizemos a caminhada sem presa, parando para “sacar” fotos e apreciar a paisagem, chegamos no povoado de AC já escuro por volta das 18:30 e fomos procurar a pousada que tinha sido indicada pelo agente.

 

Aqui vou fazer outra pausa, para explicações, quando estava no Brasil fazendo o planejamento da viagem, tinha listado algumas “barbadas” e “roubadas” e o hotel indicado para hospedagem constava no item “roubadas” (isso só fui descobrir quando já estava lá) nas o que posso dizer do Hostal y Restaurant Choquequiaro, dos guias Katy e Juan Carlos é que fomos muito bem atendidos e a habitaccion que ocupamos (número oito), no último lance de escadas (haja fôlego para chegar lá em cima) era grande e arejada, contava com cinco camas e duas grandes janelas de vidro que davam para as montanhas, além de banho privado, com farta água caliente, fornecida por um aquecedor à gás.

 

Jantamos e já conhecemos nossa guia do dia seguinte , a Katy (nota 1000), depois saímos para meu irmão conhecer a “cidade” mais voltamos logo, pois o dia tinha sido de longa viagem e longa caminhada, então estávamos”pregados”

 

No outro dia não acordamos tão cedo, subimos de van (17 dólares ida e volta) por volta das 7 horas e logo encontramos Katy para o tour guiado, depois passeamos bastante pela cidadela, também tínhamos comprados a subida na montanha Machu Picchu e meu irmão descobriu que o ingresso só pode ser feito até às 11 horas, então correu para lá (eu resolvi ficar “deitada na relva” vendo o tempo passar lentamente), ele disse que a subida é cansativa mais a vista lá de cima é compensadora.

 

Descemos para AC por volta das 16 horas e fomos procurar comida, optamos pelo mercado e “almojantamos” uma ótima refeição por um preço popular, depois voltamos ao hostal para um bom banho e um descanso merecido, à noite passeamos mais um pouco e fomos dormir, no outro dia exploramos mais um pouco AC até o horário do trem às 13:30.

 

Chegando na Hidro fomos procurar por Fred, que é o peruano que comanda as vans por lá, dessa vez o comboio era formado por duas vans e deu briga pois não cabiam todas as pessoas que chegaram e tinham viagem marcada, um casal de franceses que tinham viajado na nossa van da ida e outras 3 pessoas ficaram por lá aguardando outra van chegar. Uma alemã “quebrou o maior pau” e conseguiu retornar na nossa van, seguimos viagem, mais antes de Santa Teresa o pneu furou e ficamos parados por mais de 30 minutos para a troca, mais em frente, depois de Santa Maria, ficamos parados, dessa vez por mais de 3 horas, pois tinha acontecido um desabamento de terra e as máquinas estavam trabalhando para liberar a pista, chegamos em Cuzco depois da 23 horas e como era sábado a cidade estava bastante animada. Ainda saímos para jantar mais logo voltamos para o hostel.

 

No domingo acordamos tarde e quando chegamos na plaza de Armas encontramos um desfile cívico e a troca das bandeiras, é muito bonito ver o orgulho com que as pessoas participam do desfile. Depois fomos comprar os passeios que ainda faltavam fazer e procurar um local para almoçar.

 

Comprarmos o City Tours e o Vale Sagrado na Qori Inka Travel, com o senhor Elias, faríamos o City Tour (guia Regina, nota 1000) nessa tarde e o Vale Sagrado no outro dia.

 

Saímos para o passeio por volta das 14 horas, no ônibus vários brasileiros, na primeira parada Qoricancha, compramos nossos boletos e fomos fazer a visita, o ruim é que nesse horário todas as agencias estão lá, então é lotado. De lá seguimos para Saqsayhuaman e as outras atrações, retornando para plaza Rigojizo por volta das 19 horas.

 

Aqui, outra pausa para comentários, nesse grupo de brasileiros, um rapaz tinha esquecido o boleto turístico no hotel e com a ajuda dos outros, entrou em todas as atrações sem a apresentação do mesmo.

 

No outro dia passeio pelo Vale Sagrado (não gostei do guia, por isso acho que não recordo o nome), com saída por volta das 9 horas e retorno às 19 horas. Além desses dois passeios ainda fizemos Maras/Moray e o city tour no trenzinho da Transvía. Passeamos bastante pala cidade, tendo passado em todas as atrações do Boleto Turístico (só faltou o Vale Sur – Tipon e Pikillacta) e outros como o Convento de Santa Catarina de Sena, um bom local para visitar, fazer compras e “sacar” fotos é o Mercado de San Pedro. Uma dica é que no começo da manhã ou no final da tarde é possível visitar as igrejas sem o pagamento do ingresso (como é horário das missas você tem que ser discreto ao "sacar" as fotos).

 

Meu irmão ficou “apaixonado” por Cuzco, mais depois de oito dias era hora de partir, então seguimos para Arequipa, em um bus-cama semi leito da empresa Transportes e Turismo Cañon del Colca com saída às 20 horas e chegada no começo da manhã, pois pretendíamos seguir direto para Cabanaconde.

 

Álbum com fotos de Cuzco, Machu Picchu, Águas Calientes e Vale Sagrado.

 

Chegamos em Arequipa por volta das 6 horas da manhã e fomos procurar transporte para Cabanaconde (tínhamos informações postadas pelo Sandro), os ônibus para lá, agora estão saindo do Terrapuerto, que é um terminal novo localizado ao lado do Terminal Terrestre e você pode chegar nele por uma passarela interna. Compramos passagens na Empresa Andalucia, com saída às 8 horas. Guardamos nossas mochilas maiores num guarda volumes do próprio Terminal e fomos tomar um desayuno para esperar o horário da partida. A viagem é por uma estrada que vai subindo as montanhas e tem uma paisagem linda, depois da parada em Chivay o ônibus começou a apresentar problemas até que parou por completo, então ficamos na beira da estrada esperando uma condução, até que chegou uma van onde se apertaram todos os passageiros do ônibus, ::putz:: depois de passar por Yanque, Achoma e Maca chegamos em Cabanaconde por volta das 15 horas.

 

No Posto de Informações Turísticas, do Terminal Terrestre de Arequipa, tínhamos obtido informações de hospedagem em Cabanaconde, então chegando lá fomos procurar La Casa de Santiago ::cool:::'> , essa a melhor hospedagem que ficamos em toda a viagem. Fica no final da rua, já na saída para uma das trilhas, no jardim interno várias redes e cadeiras preguiçosas para deitar. São somente seis quartos, todos dispostos de frente para o jardim, que dá para o vale e as montanhas, quem cuida do local é um peruano simpático que atende pelo nome de Elizeu.

 

:arrow: Cabanaconde é minuscula e ponto de partida para várias trilhas. Lá podem ser contratados guias e mulas, também de lá saí um minibus para outros povoados mais no interior do cânion. ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Como já era tarde e nessa época poucos turistas, a maioria dos restaurantes estava fechado, achamos um aberto e almoçamos o “menú del dia” por 6 soles. Depois voltamos à pousada para descansar e curtir a vista maravilhosa. No final da tarde obtivemos um mapa e seguindo informações de Elizeu, seguimos uma trilha até um mirador natural, …............ onde avistamos vários condores, que retornavam para seus ninhos. À noite, sentados na plaza de Armas, ficamos observando as estrelas e o movimento dos nativos que saiam da igreja, já obtivemos informações do horário do primeiro ônibus para ir para o Mirador Cruz del Condor.

 

Como o ônibus que chega é o mesmo que volta e o ônibus que viemos tinha quebrado, as linhas estavam com deficit de um ônibus, mais sabíamos que o primeiro saía entre às 6 / 6:30 é nesse que viajam os artesãos que vendem suas mercadorias no mirador.

 

No outro dia, antes das 6 da manhã, já estávamos na plaza, nós e muitos trabalhadores, aguardando o ônibus que chega cerca de 45 minutos depois, é da empresa Reyna e só desembarca os passageiros que vieram e embarca os que vão partir, o ônibus vai lotado de operários da construção civil que estão trabalhando na construção de um museu cerca de 5 km antes de Cabanaconde e de locais com seus produtos para venderem no mirador, no ônibus, de turista somente eu, meu irmão, uma japonesa e um casal de franceses. Nesse ônibus também viaja as moças que vendem o boleto da Autocolca, que dá direito a visitação ao Circuito del Valle del Colca, Aguada Blanca e Valle de los Volcanes, tem o valor de 40 soles para sulamericanos, é valido por 10 dias.

 

:arrow: È ótimo chegar no mirador nesse horário, pois assim podemos apreciar a paisagem e ver o vôo dos primeiros condor sossegado, sem a presença dos milhares de turistas que chegam nas vans, por volta das 8 horas.

 

Depois de apreciar a paisagem e ver “solo” o vôo dos condor, começam a chegar “os gringos” aí acaba a paz, então era hora de procurar algo para comer e nos dirigimos para o “lado” popular da alimentação, onde estava a grande maioria dos motoristas das vans, então, enquanto comíamos, aproveitamos para procurar transporte de retorno para Arequipa, a primeira pedida foi 70 soles por pessoa, recusamos e fomos procurando preço mais em conta. Quando quase todas as vans já tinham saído do mirador o guia de um minibus oferece duas vagas para Arequipa, com direito a todas as paradas do tour por 20 soles cada, aceitamos na hora.

 

Estando no mirador você tem três opções:

1)Retorno para Cabanaconde em ônibus de linha;

2)Seguir viagem para Arequipa em ônibus de linha;

3)Negociar com os guias das vans de turismo e seguir fazendo as paradas do passeio.

 

Saímos do mirador por volta das 10:30 horas, a primeira parada foi em Chivay, nas Aguas Termales La Calera (piscinas de águas quentes), aqui vai outro adendo => como não íamos nas piscinas, não compramos o boleto, mais procurei um baño e me mandaram entrar pois era lá dentro, entrei, utilizei o banheiro, andei por todas as instalações, visitei as piscinas e só não entrei na água, porque não quis, quer dizer, se alguem quiser utilizar o “jeitinho brasileiro” pode usar esse artificio.

 

Depois que saímos de La Calera, voltamos para Chivay e paramos no restaurante Antares onde o rodízio custava 25 soles e tinha até feijão, meu irmão que já estava “cheio” de tanto pollo se deliciou. Eu não quis comer, pois no mirador, além de ter comido um desayuno a “peruana” o que representa um quase almoço, tinha comido vários sancayo e tuna, que são frutas deliciosas que crescem em um cacto do altiplano. Quando estávamos saindo do restaurante passou uma procissão em homenagem ao Milagroso Señor de Huanca, com direito a andor e banda de música. A viagem segue com mais 3 ou 4 paradas, chegando em Arequipa por volta das 19 horas.

 

:arrow::arrow: Aqui uma pausa para escrever sobre a vestimenta das mulheres que habitam o vale do colca, é totalmente diferente da padronagem do bordado encontrado na região de Cuzco e na minha opinião, muito mais bonito, a padronagem, representa a flora e a fauna local. ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Na chegada à Arequipa, descemos próximo da plaza de Armas e fomos procurar hospedagem, depois de percorrer vários locais, encontramos na calle San Francisco em frente de um prédio da Polícia Nacional a Hospedaje Sumay Wasi, habitaccion (eram dois quartos, um dentro do outro, cada um com duas camas de casal) com banheiro privado e farta água quente, essa foi a hospedagem mais “ruim” da viagem, mais onde encontramos a melhor lavanderia (uma camiseta branca, que estava encardida desde a trilha de MP e já tinha ido para duas lavanderias, retornou branquíssima dessa lavagem). Como chegamos de noite, resolvemos deixar para ir somente no dia seguinte buscar as mochilas maiores, que ainda estavam no guarda volumes do Terminal, depois de um bom banho saímos para passear na plaza de Armas e arredores e também para jantar.

 

No outro dia cedo, quando saímos para tomar café, resolvemos comprar um city tur, pela BusTour, pois esse é um bom meio de conhecer os vários pontos da cidade, que na minha opinião ficam “espalhados” Nesse passeio as paradas mais interessante são o Mirador de Carmen Alto (aqui tem um quiosque que vende sucos naturais da famosa papaya arequipeña - mamão pequeno e bem doce - e queso helado - um delicioso sorvete de leite, também comi uma deliciosa batata doce recheada com carne moída) e a Plaza e Mirador de Yanahuara. Na parte da tarde fomos até o museu da Juanita, mais o passeio guiado em espanhol já tinha saído, o próximo seria o de inglês, então resolvemos ir até o Monastério de Santa Catalina, lindo, uma cidade dentro de outra cidade. Na saída, fomos encerrar a conta no hostal pois resolvemos ir conhecer o Pacífico.

 

No Terminal, buscamos nossas mochilas grandes, pegamos algumas roupa de banho e outra vez à deixamos no guarda volume, depois de várias informações colidas no Posto de Informações Turística escolhemos conhecer Mollendo, uma cidade beira mar distante cerca de 130 km de Arequipa. Saímos às 19 horas e chegamos lá por volta das 21 horas.

 

No Terminal (bem pequeno) pegamos um táxi e seguimos para o hotel que tínhamos indicação, esse estava lotado mais a proprietária indicou outro mais a frente, este tinha vaga mais cobraram 150 soles para uma habitacion doble (achamos muito caro), o funcionário indicou outro hotel, que poderia ser mais em conta, na rua paralela a essa avenida, chegamos lá e negociamos uma habitacion doble, com baño privado e água caliente por 70 soles. O proprietário, um senhor de idade (o hotel é gerenciado por uma de suas filhas) perguntou se eramos americanos, dissemos que eramos brasileiros, mais ele, os dois dias que passamos por lá, insistiu em “testar” seu inglês com a gente ::hein:::lol4:: . Depois de um bom banho, saímos para passear pela cidade, como era sábado, a plaza de Armas e a beira mar estava super movimentada, procuramos um local para jantar e ficamos na rua até por volta da meia noite.

 

No outro dia acordamos por volta das 9 horas e quando olhei pela janela, que dava para a parte externa (nos fundos) do hotel me deparei com uma piscina e mais além as águas azuis do pacifico.

 

Negociamos para ficar no hotel até por volta das 18 horas e saímos para aproveitar o mar e suas delícias. Zeca em menos de 15 dias tinha saído do atlântico (Ajuruteua – Bragança – Pará) para o pacifico (Catarindo – Mollendo – Islay).

 

Como era domingo, quando chegamos na plaza de Armas, estava acontecendo o desfile cívico, depois do encerramento descemos para a praia que estava praticamente deserta a não ser por uns poucos banistas, uma família de surfistas e alguns pescadores de mariscos. Quando chegamos, um navio estava desatracando e outro chegando para “estacionar” ficamos apreciando as manobras que duraram cerca de 2 horas. O mar estava “super” gelado, meu irmão entrou na água eu somente as pernas e voltava correndo para a areia. A praia é extensa e ao seu redor um imenso deserto. Para qualquer lado que se olhe não há vegetação, somente umas montanhas, as vezes rochosas as vezes pura areia. O parque aquático estava fechado, os restaurantes e bares que ficam de frente para a praia também, mais estava havendo uma competição esportiva para crianças e adolescentes. Para o lado esquerdo de quem chega à praia pela plaza de Armas no alto de uma rocha tem um castelo em estilo medieval.

 

:arrow: Pelo que pudemos perceber Mollendo é uma cidade que no verão (dezembro à março) deve “bombar”. ::cool:::'> ::cool:::'>

 

No retorno da praia passeamos pela orla e meu irmão foi fazer uma visita ao quartel do Corpo de Bombeiro, que por coincidência é o mesmo numero da companhia que ele serve em Bragança – Pará “12” até ganhou um boné do bombeiro que estava de plantão. Depois paramos no mercado e eu almocei um delicioso cebiche “tradicional” meu irmão não encarou, seguimos para o hotel, tomamos um bom banho para tirar o sal e partimos para o Terminal, compramos passagem para às 17 horas e na viagem pudemos apreciar o mar (na ida não tínhamos visto nada pois era noite) que margeia a rodovia por cerca de 60 km.

 

Na chegada à Arequipa fomos comprar as passagens para seguir viagem até Puno, aí cometi um “grave” erro, comprei para o horário das 20 horas. ::toma::

 

Jantamos no próprio terminal e fomos buscar nossas mochilas, ficamos aguardando o horário de embarque e partimos rumo a Puno.

 

Como falei em cima a saída de Arequipa às 20 horas foi um erro, ::quilpish:: pois chegamos em Puno por volta de 2 horas da madrugada e como a cidade é “super, hiper” ::Cold::::Cold:: fria na madrugada passamos um perrengue danado ::Cold:: no Terminal Terrestre de Puno até o amanhecer. Na parte superior do Terminal tem uma hospedagem, mais estava lotada nesse dia. Quando amanheceu e os guichês começaram a abrir compramos passagem para Copacabana no ônibus que saía às 7:30.

 

Saímos de Puno no horário previsto, ainda estava bastante frio ::Cold:: e até choveu na viagem, chegando em Kasani, todos descem para fazer a imigraccion, já tinha fila, depois de todos carimbarem passaporte ou darem entrada/saída no Peru era hora de seguir para o lado boliviano, depois dos tramites seguimos viagem até Copacabana, onde chegamos por volta do meio dia.

 

Álbum com fotos de Cabanaconde, Arequipa, Mollendo e Puno[/align]

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Olá,

 

Mas gostei da forma q vc fez indo para a cidade de Cabanaconde, a minha duvida seria se consigo, com facilidade de horários, sair de puno para essa cidade ou mesmo para Chivay? Estou pensando nisso pois economizaria tempo de viagem já que puno esta mais perto dessas cidades. Depois do passeio seguiria para Arequipa.

 

Entre Puno e Chivay e/ou Cabanaconde somente do modo como o Sandro explica aqui ou através de ônibus de turismo.

 

Outra duvida que queria tirar contigo é se, na sua opinião, perdemos de conhecer muitos pontos interessantes indo por conta e não pelo tour (q faz as paradas)? Ou se realmente compensa mais apreciar os condores sem a muvuca?

 

O mirador sem muvuca é "mágico" ::love::::otemo::::otemo::

 

Você pode fazer como eu : ir independente para Cabanaconde, passar o resto do dia por lá, passear e no outro dia pela manhã (entre 5 e 6 horas da manhã) embarcar no primeiro ônibus e descer no Mirador (nesse ônibus vai a população local vender suas "bugigangas" e lá negociar a volta nas vans de turismo (nunca aceitar o primeiro preço, vá pechinchando que conseguirá um bom preço) assim você fará todos os passeios, pagando quase a metade do preço cobrado pelos pacotes)

 

Maria Emília

  • 2 meses depois...
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Muito bom o seu relato Maria Emilia!! Deu pra ver mais certinho tudo!

 

Estou indo na segunda pra lá e vou fazer o mesmo trajeto, pelo Acre.

 

Queria saber, esse pacote pra MP que você comprou nessa agência, de 95 dólares, inclui tudo de MP? Passaporte pra entrar na cidadela, guia , hospedagem em AC.. ou você já havia comprado a entrada pela internet antes?

 

Obrigada!!

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Thaís,

 

Que bom que meu relato ajudou você a acabar de montar seu roteiro.

 

Queria saber, esse pacote pra MP que você comprou nessa agência, de 95 dólares, inclui tudo de MP? Passaporte pra entrar na cidadela, guia , hospedagem em AC.. ou você já havia comprado a entrada pela internet antes?

 

95 dólares com tudo incluso : van ida e volta Cuzco X Hidro; trem na volta entre Águas Calientes x Hidro (na ida pernada de 10 km); duas noite de hospedagem em Águas Calientes; um desayuno; um almuerço e uma cena, entrada na cidadela de MP e guia.

 

Maria Emília

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Obrigada pela informação Maria Emilia! Seu relato foi um super guia! rs

 

Fiquei feliz pelo valor do pacote, todos que vejo por aí são mais de 200 dólares..

 

Me confirma onde é a agência, por favor! rs e outra coisa, onde você achou preços bons pra comprar artesanato, lembrancinhas.. essas coisas?

 

Abraço, Thaís :D

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Thaís,

 

Aqui o endereço :

 

" Peruvian Trips, agente Juan José Salas Falcon, Plaza de Armas, Portal de Panes, nº 123, oficina 203, 2º piso = valor 95 dólares "

 

Fica no mesmo prédio da Agência Intej que é onde tira carteira internacional de estudante.

 

Maria Emília

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Thaís,

 

Que bom que meu relato ajudou você a acabar de montar seu roteiro.

 

Queria saber, esse pacote pra MP que você comprou nessa agência, de 95 dólares, inclui tudo de MP? Passaporte pra entrar na cidadela, guia , hospedagem em AC.. ou você já havia comprado a entrada pela internet antes?

 

95 dólares com tudo incluso : van ida e volta Cuzco X Hidro; trem na volta entre Águas Calientes x Hidro (na ida pernada de 10 km); duas noite de hospedagem em Águas Calientes; um desayuno; um almuerço e uma cena, entrada na cidadela de MP e guia.

 

Maria Emília

 

Sério Maria Emília tudo isto por 95 dólares na época? Nossa! Então pelo o que entendi, primeiro pega uma van até a hidrelétrica, e de lá começa uma trilha de 10 km, até Águas Calientes, e se hospeda na cidade e de manhã sobe de manhã para a cidadela de MP e lá encontra-se o guia? Aí volta se hospeda em Águas Calientes, e de lá pega-se o trem de volta a hidrelétrica e de lá pega uma van para Cuzco? É isto mesmo tudo isto por + ou - esse valor (visto que pode ter aumentando um pouquinho nos dias de hoje)?! :o

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Edu, sim (foi esse o preço do pacote) indo independente é até um pouco mais barato, só mais complicada a logística, mais nada do "outro mundo" pela manhã tem várias vans saindo de Cuzco (Plaza Rigozijo, com um peruano - esqueci seu nome - que comanda por lá a logística do embarque das agências, pois o esquema é esse, as agências vendem os pacotes e repassam para os donos das vans, para o hotel, para os guias) até a Hidro. Tem também o Terminal Santiago, algumas quadras da plaza de Armas de onde saem vans e ônibus até Santa Maria e de lá táxis compartido até Santa Teresa ou até a Hidro.

 

Maria Emília

  • 2 anos depois...
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Oi Emília, que preciso e precioso relato, parabéns. Você sabe dizer se a rodoviária internacional em Rio Branco-AC tem linha direta para Lima? Você conhece esse roteiro para Lima através da Bolívia?

 

Obrigado desde já

 

Adriano

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