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Peru, Bolívia e Chile. Um Mochilão de “Mendigo Macho”. (VIDEOS + FOTOS) - Jan/2013


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  • Colaboradores

Falaaaa Gutoo !!! Curtindo seu relato velho !! Eu acabei de voltar dos meus 24 dias entre Bolívia Chile e Peru ! . To ainda fazendo meu relato !! E cara, saudade do caralho de ver seu relato hein. Nostalgia é fodaaa !! Eu até sei de qual cyber lavanderia que tu ta falando ! É aquela na mesma rua do Wild Rover, certo ? ::tchann::

 

Quando estava lá no Wild Rover, nas 5 manhas que passei lá(fiquei 1 semana e pouco), tinha um alemão que pagava todo o dia quando acordava, o Drink PEarl Harbor pra todo mundo que estava no bar. Agora pensa todo mundo bebado as 10 da manhã !! TODOS OS DIAS !! UEHAheauheuaheuahaea ::hahaha::::hahaha::

Acompanhando !!! Abraços fioti !

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  • Colaboradores

Fred Moura: Valeu, Fred! Só estamos retribuindo o favor pra comunidade do Mochileiros. Antes de ir, lemos vários relatos como o nosso e ajudou bastante tanto com informações como pra criar a expectativa pra trip. Espero poder ajudar na sua também!

 

marinasoares: Tenho outros vídeos desse dia, um melhor que o outro. Vou postar assim que chegar no relato de La Paz!

 

maurobrandao: Nostalgia demais, só de escrever e relembrar o dia a dia já dá vontade de fazer outro mochilão. Sobre a Lan House/Lavanderia, é essa mesmo perto do Wild Rover hahahaha. E os alemães são sangue bão demais! Os caras curtem cachaçar também hahahaha.

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  • Colaboradores

Acordamos de ressaca no dia seguinte, a cachaça foi pesada no dia anterior. ::essa:: No café da manhã dava pra perceber claramente que todo mundo estava quebrado mas feliz, contando as histórias da noite anterior.

 

Ali pela manhã o grupo se dividiria em três até chegar a Águas Calientes. Um grupo iria caminhar e fazer trechos pela tirolesa, outro grupo iria caminhando e quem quisesse poderia cortar um caminho e ir de busão até a hidroelétrica (que era o ponto de encontro dos três grupos para o almoço), pagando uns 10 soles.

 

Eu, Guéli e Liba não iríamos fazer a Tirolesa porque era muito caro e a gente tinha bebido toda nossa grana no dia anterior. Andar pra caralho de ressaca também não era uma boa opção. Restou ir de busão até a hidroelétrica e curtir a ressaca mais um pouco.

 

O pessoal que decidiu ir caminhando e os que decidiram ir de Tirolesa sairam cedinho, logo depois do café-da-manhã. Coincidentemente foram as pessoas que não foram pra balada e estavam inteiras. O resto da galera que se autodestruiu na noite anterior resolveu curtir a ressaca e pegar um atalho pra evitar a caminhada.

 

Ao invés do busão, nós achamos alguns táxis que fariam um preço melhor pra levar a gente até a hidroelétrica, sairia 5 soles pra cada. É nóis, já fechamos com os taxistas e revertemos os 5 soles em cerveja, afinal como diria um amigo meu:

 

Um ninja só se mata com outro ninja.

E uma ressaca só passa tomando mais. ::otemo::

 

Pegamos umas Cusqueñas e fomos até a beira de um precipício que tinha um visual legal e ficamos um tempo trocando idéia até pegar o taxi. Cada um contava um pouco das suas histórias, de como é o seu país e do seu roteiro e foi aí que ficamos sabendo que o Andreas e o Philip (os alemães mais gente boa que a gente trombou na trip) também iriam passar por La Paz. Ficamos de adicionar no Facebook e combinar depois um rolê por lá.

 

Pegamos um táxi e rapidinho chegamos na hidroelétrica. Almoçamos umas comidas de passarinho e tinha umas 4 horas de caminhada pela frente. Ali na hidroelétrica já dava pra avistar onde era Machu Picchu. Era longe pra porra.

 

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O caminho todo a gente vai beirando o trilho do trem e não pode nem ficar de fone porque se marcar bobeira vai ser arrastado pelos vagões.

 

 

Como em janeiro é época de chuvas, não podia faltar um belo de um temporal pra facilitar a trilha. Choveu bastante e ali eu agradeci por ter comprado uma capa de chuva descente na Decathlon. A capa aguentou bem e a gente chegou sequinho no final da trilha. Em compensação, tinha uma galera que comprou umas capas vagabundas, daquelas vendidas por ambulante em estádio de futebol e deu até dó.

 

 

Depois de horas de caminhadas a gente chega até Águas Calientes, que é uma cidade turística que fica no pé de Machu Picchu. Lá a estrutura é BEEEM melhor do que as outras cidades e tem tudo que você precisa pra se recuperar dos três dias de caminhada, inclusive banho quente! ::cool:::'>

 

 

Depois de dias de caminhada você se sente como o Charlinho, lembra? O menino aguerrido do Hermes e Renato:

 

 

Deixamos nossas coisas no hostel e fomos almoçar no mercado central de Águas Calientes. Comida muito simples, caseira e o melhor de tudo, MUITO barato. Se você não tem frescura pra comida, vale a pena almoçar lá pra dar uma economizada. A operadora de turismo ainda dá uns lanchinhos pra levar lá pra Machu Picchu, mas a gente resolveu passar no mercado e comprar mais coisa pra não passar fome de novo lá em cima, já que o restaurante lá tem preços estratosféricos.

 

Depois da janta os guias explicam como vai ser o dia seguinte e distribui os tickets de entrada para Machu Picchu e Huayna Picchu. Eles vão chamando um por um e quando nós pegamos os nossos tickets nós vimos que lá não constava a entrada pra Huayna Picchu. ::grr::::grr::::grr:: Fomos falar com os guias e eles disseram que não podiam fazer nada, já que não tinha como comprar na hora. Eles ligaram na agência e confirmaram que a gente tinha comprado os tickets, mas a agência foi incompetente o suficiente pra não conseguir agendar a nossa entrada lá.

 

Imagina se a gente não ficou puto? Mastiguei putice e queria matar o Arthur, o cara que vendeu o passeio pra gente. Pior que não tinha muita coisa pra fazer, nós resolvemos tentar fazer algum esquema lá na hora pra tentar subir pra Huayna Picchu. Pra melhorar, os putos da agência marcaram a saída do nosso trem as 14:20, sendo que de todo o resto do grupo sairia as 21:00. Ou seja, teríamos pouco tempo pra ficar em Machu Picchu. Só de escrever aqui eu já fico com ódio de lembrar daqueles caras da Agência Chaski (NÃO RECOMENDO NEM A PAU). O Arthur é gente boa e tal, mas porra, vacilaram forte com a gente.

 

Enfim, jantamos e fomos pro hostel um pouco decepcionados com isso. A agência falou que ia devolver os nossos 10 soles por não ter conseguido agendar a subida, mas o dinheiro pouco importava. O foda foi criar a expectativa e se decepcionar um dia antes. :(

 

Dormimos cedo porque queríamos ser os primeiros a chegar em Machu Picchu para aproveitar bem o dia.

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Delícia de relato! Que saudades disso tudo!

Tô ansiosa pra ler a continuação da viagem, justamente o trecho que vou fazer no meio do ano.

Inveja dos gringos que podem viajar por uma ano, infelizmente meus mochilões são todos "picados", no máximo 10 dias :(

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