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Olá viajante!

Bora viajar?

Primeiro Mochilão: 29 dias sozinha na Bolívia e Peru

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E aí povo!

 

Senta, que lá vem a história. Te aprochega e traz a pipoca, que agora eu vou contar como foi o meu mochilão pela Bolívia e Peru em julho desse ano.

Buenas, tudo começou quando eu descobri o Mochileiros, há alguns anos, depois que voltei de uma viagem na Argentina. Eu passava dias lendo muitos tópicos e acabei me encantando pelos relatos sobre a Bolívia. Decidi que a próxima viagem seria pra lá, depois acabei incluindo o Peru. Acontece que todo ano tinha um problema: ou tempo, ou dinheiro (ou os dois) e a companhia. Mas esse ano eu resolvi que teria tempo e dinheiro, só me faltava encontrar alguém pra ir junto. Como não se pode ter tudo nessa vida, ninguém podia ir comigo (por falta de tempo, ou dinheiro, ou os dois). Li muitos relatos, aqui no Mochileiros, de mulheres viajando sozinhas, o que me deixou bastante confiante. Decidi que isso não seria um obstáculo dessa vez.

 

PREPARAÇÃO

Como eu disse, eu decidi que com ou sem companhia eu iria fazer um mochilão, foi quando eu comprei a minha passagem, em abril.

Primeiro mochilão, bem mais de 2 semanas longe de casa, e ainda por cima sozinha: meu pai quase teve um AVC, mamãe ficou preocupada, minha tia achou que eu ia ser roubada, sequestrada, assassinada, estuprada, ada ada ada...

 

MAS, como vocês devem ter percebido, esse não é um post do além (nem sei se eles tem internet por lá hehehe) e eu estou bem viva (quase virei pastel, mas isso eu conto depois hehehe).

Pra acalmar os nervos do meu pai, fiz um seguro viagem/saúde (confesso que fiquei mais tranquila também :P). Também fiz um seguro pra minha câmera, mas esse não incluí nos gastos totais porque ia fazer de qualquer maneira.

Minha viagem começou dia 7/07 e terminou dia 4/08. Foram 29 dias incríveis.

 

ROTEIRO

Como eu queria pegar o Trem da Morte, resolvi ir até Campo Grande e de lá ir até a fronteira pra poder pegar o trem.

Como eu viva lendo os tópicos do Mochileiros e O Guia do Viajante Independente na América do Sul, eu já tinha um roteiro mais ou menos pronto muito antes de decidir realmente investir nisso, o roteiro ficava ali esperando uma oportunidade. Eu havia montado um roteiro todo fechadinho, com dias certinhos e etc, mas quando foi chegando mais perto eu desencanei com isso. Afinal, nem tudo acontece como a gente planeja e nós mesmos mudamos de ideia no meio do caminho. Portanto, não se apeguem demais a detalhes no roteiro de vocês.

 

Meu roteiro ficou assim:

Porto Alegre - Campo Grande – Corumbá – Puerto Quijarro – Santa Cruz – La Paz – Copacabana – Puno – Cusco – MP – Cusco – La Paz – Uyuni – Potosí – Sucre – Santa Cruz – Puerto Quijarro – Corumbá – Campo Grande – Porto Alegre.

 

 

GASTOS

Passagem de ida e volta POA – CGR pela Gol: R$ 570,00

Passagens ida e volta de ônibus CGR – Corumbá pela Andorinha: R$ 172,00

Seguro viagem/saúde GTA: R$ 162,00

Subtotal 1: R$ 904,00

Levei U$ 1200 em dinheiro, saquei mais U$ 200 no Banco do Brasil, em La Paz. E usei mais ou menos U$ 100 no cartão de crédito

Subtotal 2: U$ 1500

Eu já tinha comprado 1000 dólares em dezembro, antes de o dólar subir enlouquecidamente. É, sempre que eu viajo, atraio alta do dólar.

1000 x 2,00 = R$ 2000

500 x 2,40 = R$ 1200

Total: R$ 4104,00

 

Eu gastei todo o dinheiro que levei, tudo em hospedagem, alimentação, ônibus e avião, roupas e presentes. Eu comprei MUUUITA coisa, muita mesmo, voltei com uma malinha a mais heheheh. Algumas coisas eu não tinha e precisei comprar, tipo mochila de ataque, e algumas roupas pra atividades outdoor

Poderia ter pechinchado mais, mas não levo jeito hehehehe. Comecei a pechinchar de verdade mais lá pela metade da viagem.

No fim, gastei exatamente o que eu havia calculado, 50 dólares por dia.

Levei todo o dinheiro em doleiras, uma na cintura, onde carregava o dinheiro do dia, e uma na perna, onde carregava o resto do dinheiro e o passaporte. Também costurei um bolso interno na minha calça jeans, pra não ter que usar a doleira na cintura hehehehe.

 

COTAÇÕES

O real oscilou MUITO durante a viagem, principalmente na Bolívia, enquanto o dólar continuava igual. Às vezes eu perguntava no câmbio, uma hora estava valendo 2,70 bolivianos, 3 bolivianos, e em Santa Cruz o cara nem queria trocar porque o real tava valendo 2 bolivianos. No Peru eu não cheguei a ver.

O dólar foi mais estável, em média B$ 6,90 na Bolívia e S/. 2,70 no Peru.

Então, só reiterando o que todo mundo diz aqui: LEVEM DÓLAR!

 

O QUE LEVEI

Então meninas, eu levei uma bota de trilha, que ia no pé sempre que estava em deslocamento; um tênis ajeitadinho que dava pra sair à noite e usar durante o dia; 1 bota tipo coturno (não ocupava muito espaço, mas não precisava ter levado); 2 blusas segunda pele; 4 blusas de manga comprida; 2 de manga curta; 1 fleece; 3 blusões de malha; 1 calça jeans; 1 calça de tactel; meia-calça fio 80 pra usar por baixo; pijama (desnecessário, eu dormia de roupa mesmo, pra não encher o saco dos outros de manhã, fazendo barulho), gorro, luvas e roupa íntima.

Toalha eu levei um daquelas super-compactas-mega-absorventes-ultra-secantes.

 

DICAS

- Não abusem nos 2 ou 3 primeiros dias, comam coisas leves, evitem beber demais e se der, não façam coisas que exijam demais de vocês. A altitude pega. Em La Paz até foi tranquilo, caminhar por aquelas ruas pode ser cansativo, mas nada que seja impossível.Tem gente que passa muito mal, eu fiquei ok. Mas subi o Chacaltaya no meu 2º dia e fiquei mal pra caramba, tanto que não consegui subir todo. Mas depois de uns dias, o corpo se adapta.

- Deixem o passaporte sempre em um lugar seguro, o meu andava sempre comigo, na doleira da perna, eu inclusive dormia com ele. E na carteira, ou bolso do casaco ficava o meu RG. Acontece que perdi o RG uma noite e só fui encontrar uns 2 dias depois, a sorte é que foi no hostel. Mas conheci várias pessoas que perderam documentos e depois se complicaram pra sair do país.

- Levem dólar. Nem precisava dizer, mas...

- Remédios: Levei bastante, alguns foram bem úteis no final da viagem. Dorflex, Paracetamol, Neosaldina, Multigripe, Antialérgico, pastilhas e spray pra garganta, Engov, Nebacetin, Carvão Vegetal (pra não dormir no banheiro). Uma coisa muito boa de levar é a pomada Bepantol, depois de um tempo eu desisti do batomzinho da Nivea e só usava Bepantol, era a única coisa que resolvia o problema dos lábios secos (dica que eu vi no relato da Debora).

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DIA 18 – Cuzco

Passei a manhã juntando minhas coisas, depois fiz check-out e fui até o Mercado San Pedro. Comprei duas garrafas de pisco, daquelas com formato do Deus Inti, 15 soles cada uma, mas a mulher me fez as duas por 25. Parei pra tomar um suco na banca da dona Ana, uma senhorinha bem idosa, que trabalha lá há muitos anos, ela me fez um suco de banana e laranja que tava de lamber os beiços. Na verdade, ela faz uma jarra por 3,50 soles e quando acaba o primeiro copo ela enche de novo (muito, muito amor ::love:: ).

 

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Continuei meu passeio pelo mercado, passei por uma banca onde tinha uma menininha linda, de 2 anos, a Lucille. Ela queria que eu tirasse fotos dela, e depois não me deixava ir embora, muito fofa. Comprei mais umas lembrancinhas baratinhas. Voltei pro hostel porque precisava fazer minha rematrícula na faculdade. Óbvio que deu ruim, meu pai esqueceu de pagar e eu não consegui fazer hahahahaha, mas não ia me estressar com isso.

 

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Fiquei um tempo conversando com a Amanda e o Marcelo, o casal de gaúchos. Eles foram na Salkantay e a Amanda disse que não estava preparada pra isso, ela passou frio e precisou usar a mula e o carro algumas vezes e, claro, pra fazer isso tem que pagar a mais. Concluí que eu fiz a coisa certa em desistir, mas ainda vou fazer essa trilha, tanto essa quanto a tradicional Trilha Inca.

 

Ainda tinha mais uma coisa que eu queria fazer antes de ir embora de Cuzco: comer cuy (foi o que várias pessoas de lá me recomendaram). E eu só tinha mais 30 soles no bolso, ou seja, precisava comer e ainda ter alguma coisa pra pegar o táxi até a rodoviária hehehehehe. Passei em vários restaurante e em quase todos o prto custava 50 soles, aí lembrei do Yakumama, na Calle Procuradores. O prato estava incluído no menu especial (que é muuuuito bem servido: entrada, segundo prato, aperitivo, suco e sobremesa) por S/.20. Fui de sopa criolla amor, cuy al horno, limonada, pisco sour e panqueca de manjar. Eu voltei pro hostel quase rolaaando de tanto comer.

 

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OBS: sobre o cuy, eu não gostei. Na verdade, achei horrível. Pra quem não sabe, o cuy é um dos pratos típicos do Perú, um porquinho da Índia assado. Acho falta de amor no coração matar um bichinho que nem tem carne quase e que, ainda por cima, tem um gosto muito ruim. Quando eles trouxeram o meu prato, eu quase desisti, só de olhar aquele bichinho com cabeça e tudo ali. Não comam, não vale a pena. Mas, em compensação, todos os outros pratos foram deliciosos.

 

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Fiquei no hostel esperando a Amanda e o Marcelo, porque combinamos de dividir o táxi até a rodoviária, acho que eles iam seguir pra Copacabana. Me despedi das meninas de Sampa e lá fomos nós. O táxi deu S/.4 (o que é ridiculamente barato). Na rodoviária encontramos mais dois porto-alegrenses.

 

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Não me lembro bem o horário, mas acho que o meu ônibus saía às 22h ou algo em torno disso. Eu iria com ele até Puno, onde trocaria de ônibus. Foi um dos melhores ônibus que eu peguei na viagem, tinha cobertor e serviço de bordo.

 

OBS 2: descobri que o andar de baixo, quando o ônibus tem dois andares, é beeeem mais silencioso. Se for pegar um ônibus noturno e quiser dormir, vá no andar de baixo.

 

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- Gastos e endereços:

2 garrafas de pisco: S/. 25, no Mercado San Pedro

Suco de laranja e banana: S/. 3,50 no Mercado San Pedro

Menu especial: S/. 20 no restaurante Yakumama (na Calle Procuradores)

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Mari sensacional seu relato...estou acompanhando!!! Me incentivou a comprar as passagens e ir sozinha!!! Beijoa

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Mari sensacional seu relato...estou acompanhando!!! Me incentivou a comprar as passagens e ir sozinha!!! Beijoa

 

Que bom!!! Faça isso e não irá se arrepender.

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Galera, meu notebook morreu e não tenho previsão de quando vou ter ele de volta, talvez isso atrase um pouco mais o andamento do relato. Mas vou tentar escrever pelo computador do trabalho pra vocês não ficarem sem atualizações.

 

Abraço

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Galera, meu notebook morreu e não tenho previsão de quando vou ter ele de volta, talvez isso atrase um pouco mais o andamento do relato. Mas vou tentar escrever pelo computador do trabalho pra vocês não ficarem sem atualizações.

 

Abraço

 

Pois faça isto Mari, senão puxamos sua orelha ::lol4::

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DIA 19 - De Puno a La Paz

Cheguei em Puno umas 4 e pouco da manhã, quase 5h. Tinha que trocar de ônibus, fiquei esperando até as 6h. O ônibus até Copacabana era um convencional, apertadinho e tava um frio desgraçado, muito frio ::Cold:: . Levamos meia hora na fronteira, primeiro tem que passar na polícia federal, depois tem que carimbar a saída do Peru na migração e depois carimbar a entrada na Bolívia. Em Copacabana trocamos de ônibus novamente (um da Titicaca Tours), a saída demorou pra caramba e, adivinhem? Subiu um casal com 3 crianças choronas. Gente, SÉRIO, não podia ser uma só, tinha que ser treeeeeeees! Bastou eu entrar na Bolívia de novo pra ter crianças chorando no ônibus. ::essa::

 

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Enfim, cheguei em La Paz umas 15h. Já aproveitei que estava na rodoviária e comprei minha passagem pra Uyuni pro dia seguinte, B$ 100 o ônibus semicama da Panasur. Ir de Oruro e de lá pegar um trem até Uyuni seria beeeeem legal, mas eu perderia no mínimo um dia fazendo isso =/, por isso escolhi o ônibus noturno direto até Uyuni. Peguei um táxi até o Wild Rover (B$ 15), fiz o check-in, fiquei no mesmo quarto e na mesma cama hehehehehe. Deixei algumas roupas pra lavar ali na recepção, acho que eles cobram B$ 15 por kg. Fui bater ponto no Mercado de Las Brujas hehehe, comprei uma malinha dessas que todo mundo compra por lá pra enfiar o excesso de compras hehehehe, não lembro bem quanto custou porque ganhei um desconto por ter comprado mais um blusão pro meu pai. Os dois saíram por B$ 150. Fui até o Mercado Lanza comprar um carregador pro meu celular (B$ 10), porque eu perdi o meu em algum lugar em Cusco hehehehe.

 

Voltei pro hostel, dei uma arrumadinha nas minhas coisas e, alguém adivinha? Fui pro bar, obviamente hehehehehe. Tinha uma cambada de brasileiros, um grupo bem grande de mineiros, um deles eu lembro de ter conhecido no meu primeiro dia em La Paz, logo que cheguei no hostel. O Felipe, um dos porto-alegrenses que encontramos na rodoviária de Cusco também estava lá, ele contou que o amigo dele não conseguiu sair do Perú porque perdeu os documentos. Tomei váááários free shots essa noite hehehehe.

 

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- Gastos e endereços

Passagem de La Paz a Uyuni: B$ 100 em bus semicama pela Panasur

Táxi da rodoviária até o WR: B$ 15

Lavanderia (no próprio hostel): B$ 30

Mala e blusão: B$ 150 no Mercado de Las Brujas

Carregador de celular: B$ 10 no Mercado Lanza

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DIA 20 - La Paz

Acordei cedo e fui tomar café, os meninos estavam se preparando pra ir pro Chacaltaya. Eu precisava fazer check-out, então resolvi tomar um banho antes. Testei TODOS os chuveiros, e todos estavam gelados, fui na coragem mesmo assim. Pior decisão que eu poderia ter tomado, fazia frio naquela manhã, e os banheiros do WR são na rua. Não deu outra, fiquei doente pelo resto da viagem. Enfim, finalmente consegui fazer minha rematrícula. Fiz o check-out, acho que paguei uns B$ 90 contando com a lavanderia. Depois peguei um táxi até o Banco do Brasil (Av. 20 de Octubre, edifício Torre Azul, 14º andar), paguei B$ 30. Essa zona parece que é outra cidade, muito diferente da região dos arredores da Plaza San Francisco, os prédios são super modernos, muito bonitos. Saquei 200 dólares da minha conta, o caixa logo viu minha pulseira do WR e perguntou se eu estava gostando de lá.

 

Depois de sair do banco, peguei um táxi até a Plaza San Pedro (B$ 11), pra fazer o Free Walking Tour. Fiquei sentada esperando o tal do cara de boné vermelho aparecer hehehe. Nesse meio tempo, comprei um sorvete (B$ 2) de um senhor que fica ali com um carrinho, depois comprei uma salteña (B$ 3,50) e uma água (B$ 4). Dava pra ver direitinho quem estava esperando, todos com pulseiras nos pulsos hehehe. Chegou o nosso guia, Jack, um australiano que mora na Bolívia.

 

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Ficamos um tempo ali, ouvindo ele falar sobre a prisão San Pedro, um lugar muito bizarro. Os presos moram lá dentro com as famílias e os guardas ficam só do lado de fora e quase não interferem no que acontece lá dentro. Depois fomos até o Mercado Rodriguez, Mercado de Las Brujas, Iglesia San Francisco, Mercado Lanza, Plaza Murilo e mais um outro lugar que eu não fui. Em todos os lugares ele parava pra uma explicação e algumas histórias interessantes. O passeio é bem bom, eu gostaria de ter ido antes, mas como me machuquei na estrada da morte um dia antes, deixei pra quando voltasse de Cusco. No final do passeio, ele deixa o boné e as pessoas deixam a quantia que quiserem. Eu não terminei o tour porque já eram 16h quando chegamos na Plaza Murilo, o meu ônibus pra Uyuni saía às 19h e eu ainda tinha coisas pra fazer. Me despedi do grupo e fui em direção à calle Comercio, procurei uma loja de fotos pra esvaziar meu cartão de memória, como ia demorar muito, a mulher me disse pra sair e voltar depois.

 

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Voltei pro hostel, subi pro bar morrendo de fome, o prato dia era lasanha e eu AMOOOOO lasanha ::love:: . Aquela tava particularmente deliciosa. O Ivan estava ali com mais um pessoal de MG, ficamos conversando e aí eu precisei voltar na loja pra buscar meus CDs com as fotos. Paguei B$ 60 e voltei pro hostel. Me despedi dos mineiros e peguei um táxi pra rodoviária, paguei B$ 20 por causa do horário, tinha muito trânsito e eu achei que não ia chegar a tempo, além do mais foi mega difícil conseguir um táxi nesse horário. Mas ok, cheguei a tempo e nem precisava ter me preocupado, porque atrasou bastante, tinha mais um grupo de mineiros ali, todos de BH. Embarcamos quase 19:30, o ônibus não era uma maravilha mas era ok, pelo menos tinha cobertores hehehe. Depois de um tempo rodando, ele parou em um lugar onde eu desci e comprei uma água e uma fanta (B$ 11). A primeira metade da viagem foi de boa, mas as 5h horas seguintes foram um negócio, e aí eu entendi porque o pessoal prefere ir de trem hehehehe. São 5h horas sacudindo como se estivesse dentro de um liquidificador, não tem jeito de dormir, mas dá pra sobreviver hehehe.

 

- Gastos e endereços

Check-out WR: B$ 90 por 1 noite em dormitorio 8 camas e 2kg de lavanderia

Táxi até o Banco do Brasil: B$ 30 (Av. 20 de Octubre, edificio Torre Azul, 14º andar)

Táxi até a Plaza San Pedro: B$ 11

Sorvete: B$ 2

Salteña: B$ 3,50

Água: B$ 4

3 CDs com as fotos da minha câmera: B$ 60

Lasanha no hostel: B$ 30

Táxi até rodoviária: B$ 20

Água e uma fanta: B$ 11 num bar de beira de estrada

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Caraca, vc curte um bar hein? ow, vc chegou a ir nesse mercado rodriguez? dizem que é bem legal pra passear, esse ano quero ir conhecer.

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ADOOOOOOORO! hahahahaha

 

Fui sim, é bem interessante. Dizem que se tu compra uma coisa de uma banca e vai em outra comprar outra coisa, a chola não vende porque diz que tu comprou em uma banca concorrente quando poderia ter comprado tudo com ela hehehehehe

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Mari, eu sou adventista, então tanto em La Paz como em Cusco eu vou na minha igreja. Em La Paz eles tem um costume bem interessante, as programações principais são aos sábados de manhã, então a cada semana uma família voluntária fica com a tarefa de enfeitar a igreja com flores compradas no mercado rodriguez. então, cada último sábado do mês eles fazem a agenda de quem serão as famílias responsáveis em comprar as flores a cada semana do mês seguinte.

 

Eu fiquei curioso do mercado rodriguez pq eles compram as flores lá. se a família quiser ajudar mas não puder ir escolher e comprar as flores ou fazer os arranjos, então uma família entra com o dinheiro e outra com o trabalho de ir comprar e fazer os arranjos. eu achei bem legal esse costume, assim todo mundo pode ajudar e participar, colaborando pra beleza da igreja.

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