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Linhas de Nazca

 

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Este tópico é dirigido àqueles que, aproveitando a passagem por Machu Picchu, darão uma "escapadinha" até as Linhas de Nazca e quem sabe Ica, aproveitando e enriquecendo ainda mais este incrível passeio.

 

Estendida por uma área de 500 km², do árido deserto do sul peruano, as Linhas de Nazca são tão imensas que só revelam seus desenhos ao serem observadas do alto. De perto é impossível distinguir as formas de trapézios, retângulos, ziguezagues, figuras de animais e plantas, construídas há mais de 2 mil anos pela antiga civilização de Nazca. O grande enigma gira em torno do que possa ter levado à criação dessa galeria de arte em pleno deserto - principalmente quando o homem nem sonhava em inventar o avião. Alguns estudos sugerem que as linhas formam um gigante mapa do sistema subterrâneo de água da região, outros que os desenhos formam um calendário astronômico.

 

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Construídas com uma linha ininterrupta, os desenhos de Nazca revelam, na verdade, a sabedoria e a habilidade da civilização de Nazca. Durante centenas de anos, eles removeram o leito mais escuro do Pampa, conhecido como verniz do deserto, revelendo abaixo um solo mais claro. Assim criaram as linhas e figuras. Os contornos foram realçados por pedras. Cordões e estacas serviram como compasso para elaborar as formas.

 

O tempo de viagem tanto de Cusco como de Arequipa é em torno de 10 horas, portanto, acho que compensa mais viajar a noite, dormir no busão..chegar cedo em Nasca..fazer o passeio...e voltar a noite..tem bus as 18:30 de Nasca para Cusco pela Expresso Molina e custa 50 soles

De Arequipa a Nasca pela Ormeño paguei 40 soles, saindo as 21:30 e chegando as 7 da manha.

 

Conheci o pessoal lá de uma agência e acertamos algo bem interessante pro pessoal, um descontinho camarada para o Sobrevôo sobre as Linhas de Nazca, com a empresa Aeroparacas.

 

 

Em Pisco também tem o passeio nas Islas Ballestras, o qual é muito interessante, reserva ecológica onde existem Spamres de lobos marinhos,pelicanos, etc.

 

Ainda em Nazca, é possivel fazer os passeios pelos cemitérios Nazca, e, pela cidade, assistir demonstrações da fabricação da cerâmica Nazca. Alguns pequenos pontos ainda demonstram, de maneira bem prática, a mineração do ouro.

A 30 km de Nazca fica o Cemitério de Chaullita, onde pode-se observar as tumbas, esqueletos e múmias do período 1000 a 1300aC.

A poucos anos atrás as múmias eram vistas na superfície, mas agora elas foram colocadas em 12 tumbas.

O cemitério foi descoberto pelos fazendeiros locais.

A total ausência de chuvas na região tem permitido a preservação destas múmias.

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Pisco, a cidade mais próxima a entrada do Parque Nacional de Paracas, fica no ponto médio entre Lima e Nazca. O clima é de balneário, um lugar onde as pessoas passam férias e feriados. A marina local é cheia de lanchas e barcos, o que demonstra ser um destino para endinheirados. Nas praias próximas ao centro da cidade são movimentadas, repletas de guarda-sóis, pessoas se bronzeando, crianças brincando.

 

Pisco

 

A 237 km ao sul de Lima no Peru fica a cidade de Pisco com seus 90.000 habitantes. Os hotéis são confortáveis. Eu recomendo o Regency Plaza Hotel  que possui quartos bem limpos. Pode-se chegar a Pisco de ônibus a partir de Lima em uma viagem de 3 horas e preço de US$ 3,50/pessoal. A empresa Soyus tem bons ônibus.

 

Antes de 1925 o arqueologista peruano J.C. Tello descobriu o sítio de culturas Paracas, que existiram no período de 1300aC a 300dC. Estes povos são reconhecidos por terem produzidos os mais finos têxteis conhecidos no período pré-colombiano.

 

Pouco se sabe da cultura Paracas Antigo, exceto que foi influenciada pela cultura Chavin (que deu origem a todas culturas do Peru)

 

Islas Ballestas

 

Recomenda-se levar roupas (jaquetas) para o frio e se possível impermeável, pois o vento na lancha e os respingo do mar são inevitáveis. Pode-se ver:

 

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O passeio para "Islas Ballestas" é feito de lancha, bem rápida por sinal, com umas 8 pessoas, o trecho costeiro entre a marina e as ilhas é vencido em aproximadamente 40 minutos

No trajeto, é possivel observar o candelabro, uma figura é grandiosa, talvez uns 20 metros de ponta a ponta. O mais interessante é que a mesma parece recém feita, em uma duna e que a qualquer momento pode soprar um vento mais forte e desfazê-la.

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Teorias sobre as linhas de Nazca

As Linhas de Nazca fazem parte do conjunto dos grandes mistérios da humanidade e foram descobertas após os anos de 1930 quando as pessoas começaram a viajar de avião sobre a área, despertando então o interesse de antropólogos que passaram a estudá-las.   

As linhas são desenhos rasos feitos no chão e quase imperceptíveis em solo. Centenas delas são simples linhas ou formas geométricas e há também mais de 70 desenhos de animais, aves, peixes e figuras humanas. As maiores têm mais de 200 metros de diâmetro.

Os estudiosos divergem na interpretação, mas geralmente atribuem-lhe significado religioso, mas obviamente elas se tornaram um prato cheio para todos os tipos de especulação e estão quase que diariamente populando a imaginação dos telespectadores do History Channel: “Aliens!” 😀

Aliens

Em 1985, o arqueólogo Johan Reinhard publicou dados arqueológicos, etnográficos e históricos que demonstram que o culto às montanhas e outras fontes de água predominaram na religião e na economia da Civilização de Nazca. Ele teorizou que as linhas e as figuras eram parte das práticas religiosas que envolvem o culto a divindades associadas com a disponibilidade de água: “E aí galera do céu, olha que desenho maneiro nós fizemos pra vocês! Mandem chuva por favor!”

A base para visitação é a cidade de Nazca, onde é possível contratar um sobrevoo ou passeio guiado pelo deserto. A cidade não possui muitos atrativos além de pequenos museus. Um sobrevoo que geralmente dura 30 minutos, custa entre US$ 50 e US$ 110 (isso vai depender do seu poder de barganha). Você pode também fazer uma caminhada guiada pelo Deserto de Nazca até um dos mirantes de onde é possível ver parcialmente alguns dos desenhos. Se for sobrevoar a região, o melhor horário para o passeio é pela manhã.  Mais informações sobre as Linhas de Nazca você encontra aqui.

 

Um voo de drone sobre as linhas de Nazca

 

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Isca,

 

É isso que o Felipe falou: não vá a Nasca se não for fazer o vôo! A cidade, em si, tem pouco a oferecer, apesar de ter sido superior às minhas expectativas. Mas ir lá e não fazer o vôo é como vir ao Rio e nao subir no Cristo porque a diferença é exatamente a vista do "topo". O vôo é uma aventura, realmente, mas é horrível! Conversando com os peruanos em Lima, vi que poucos se atrevem a voar em Nasca, pois acidentes não são raros.

 

Quanto a preço, não esquente muito. Pode pechinchar, mas a variação no aeroporto é pequena de uma para outra. A maioria delas compartilha os vôos quando não completa os 4 tripulantes, então pagando US$ 50 ou US$ 55 não faz muita diferença quanto a avião.

 

Uma dica pra quando enjoar: olhe para frente, pela janela do piloto! Mire sempre o horizonte!!

 

Abs

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  • Membros

kkkkkkkkkkkkk leo, acho que sou do contra.

 

Já fui ao RJ e não fui no Cristo, preferi o Pico do Papagaio, na Floresta da Tijuca.

 

E também fui a Nasca e não fiz o sobrevôo, entretando aproveitei bem a cidade indo ao Mirador da Panamericana (dá para ver 3 figuras), visitando os aquedutos à noite, sem turista, sem portaria, ... e conheci o cemitério Chauchilla.

 

Ah, tenho um certo pavor de avião, principalmente daquelas latas de sardinha voadoras.

 

Intééé

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  • Membros

então eu venho chutar o pau da barraca! ::lol4::

 

Concordo com o Leo que a cidade superou minhas expectativas, mas achei ela meio abandonada em relação a riqueza histórica e cultural que ela possui.

Acho que fazer o voo vale a pena, maaaas, se for só pra chegar, fazer o voo e ir embora, é uma perda de conhecimento absurda, já que não há (ou pelo menos não houve pra mim) nenhum tipo de explicação sobre o surgimento delas e etc.

Existem algumas imagens que realmente, impressionam muito mais do que aquelas vistas pelo mirante, mas sem um respaldo de informações, elas se tornam nula.

Se vai ou não se fazer o sobrevoo, acho que é uma decisão do viajante, mas o que sempre recomendo muitíssimo é já ir com alguma informação ou procurar o Maria Reiche Centre, que apresenta informações bem ricas sobre os estudos feitos pela Maria e pela sucessora dela, Viktoria. As teorias sobre o surgimento das linhas e pra que elas serviam é fantástica.

Fora a Viktoria que é uma figuraça e fala muito bem português.

::otemo::

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  • Membros

Então acho que fiz a melhor coisa, trocar o sobrevôo pelos passeios.

 

O taxista que "contratei" (falo com ele até hoje pelo msn) é um cara que nasceu lá, conhece toda a história, teve a casa destruida no último terremoto que teve na região e não economizou informações em todo o tempo que estivemos juntos. Inclusive informações que não são passadas aos turistas hehehe

 

Intééé

Postado
  • Colaboradores

É LiCo, essas histórias que não chegam aos ouvidos dos turistas em geral são realmente as melhores!

É muito bom quando se conhece um cara gente boa que conhece a região... Melhora muito o passeio.

 

 

O leo, essa dica de olhar para frente a gente usa no carro quando está na serra!!! No avião também funciona, é???!?!?!?

 

Minha namorada teria adorado umas dicas dessas antes de subir no avião... Ela usou o saquinho dela e o meu durante o passeio!!!!!!! ::lol3::

 

Mas e aí, se só olhar para frente, não vê figura nenhuma... A não ser que o cara dê um rasante em cima de cada figura!!!!!! ::mmm:

 

 

Eu não sei se sou tão radical quanto a mipocione em relação a ver as figuras e não ter uma boa explicação torna a experiência nula...

Sem dúvida nenhuma ver as figuras com o conhecimento teórico e histórico que as cercam é muito melhor, mas acho a experiência bem válida mesmo sem grandes explicações.

 

No meu caso, antes de ir eu andei lendo algumas coisas, na internet mesmo, em relação ao trabalho da Maria e da Viktoria, mas falar com ela pessoalmente deve ser sem dúvida nenhuma muito mais gratificante e trazer muito mais aprendizado.

Acho que no final muita gente deve fazer uma pesquisinha, ou antes, ou depois de passar por lá.

 

Eu também vi um documentário, acho que no Discovery, sobre Nazca. Mostrava até cenas em preto e branco ainda... Imagens de longa data usadas. Os caras acampados perto das linhas... Essas coisas. Eles contam bastante coisa sobre o lugar e acabam o programa deixando um ar de dúvida e drama!!! :o

 

 

Certamente não acho que teria sido nula minha experiência se não soubesse das teorias e estudos. Acho que elas têm mais um peso de complemento nesses casos.

Em minha opinião é mais a obra deles que nos faz ir até lá, não é????

 

 

 

Ir até lá e sair sem ver as linhas, mesmo tendo a melhor explicação do mundo sobre o lugar me parece algo bem mais decepcionante do que ir até lá e não ter as informações mais precisas, porém ver todas as figuras.

 

Acho que é algo como ir até Cuzco, ter a melhor explicação sobre os Incas, e não conhecer o Vale Sagrado e Machu Pichu.

(Fiz esses comentários só para defender minha tese de o que é o “prato principal” e o que é o complemento em uma visita a esses lugares...) ::hein:

 

Óbvio que com o conhecimento teórico dá um outro status para o passeio. Passa a não ser só desenhos em um deserto, ou casas de pedra em cima de uma montanha...

 

 

Eu até acho que vacilei. Se soubesse que era possível uma conversa dessa com a Viktoria, certamente teria usado melhor a tarde que tive em Nazca conversando com ela. Não me animei em conhecer os aquedutos (apesar de ter ouvido boas coisas sobre o lugar) e nem o cemitério (esse já com opiniões mais divididas). Acabei ficando rodando por lá sem muito o que fazer... Pelo menos tirei uma foto irada do teclado da Lan House de lá! :lol:

 

 

O fato é que as figuras estão lá, são incríveis e intrigantes, e acho não se deve perder a oportunidade de vê-las da melhor forma, que é o sobrevoo.

 

 

Valeu!

 

Abraço,

 

Felipe

 

 

PS: FAÇAM O VOO!!!! ::hahaha::

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  • Membros

Obrigado pelos esclarecimentos!!!

Uma ultima duvida... Dá pra ver as linhas tranquilamente do voo?

É que eu uso óculos! miopia(1,25)... hahahah mas perdi os malditos na terceira semana de intercambio (estou na Argentina)....

E to economizando ao máximo pra poder gastar no Peru!

Vale levar um binoculo? haha

 

Valeu!

Postado
  • Membros
Obrigado pelos esclarecimentos!!!

Uma ultima duvida... Dá pra ver as linhas tranquilamente do voo?

É que eu uso óculos! miopia(1,25)... hahahah mas perdi os malditos na terceira semana de intercambio (estou na Argentina)....

E to economizando ao máximo pra poder gastar no Peru!

Vale levar um binoculo? haha

 

Valeu!

 

Isca,

Eu tbm tenho 1,25 de miopia e não tive problemas ::otemo::

Meu namorado levou binóculo e gostou mto de ter levado. Hahaha, nem ajudei né... mas acho binóculo desnecessário, pq dá pra ver bem sim ;)

Postado
  • Membros

Foi mal provocar a discussão! :)

 

Concordo com o Lico e com a Mipocione - a "base teórica" é essencial. Não faz sentido ver um monte de desenho ou os próprios aquedutos sem uma explicação. Eu tive uma aula, sem querer, dum cara em Lima no lado de fora da Huaca Pucllana que era doutor em inevstigações da cultura Nasca. O cara falou muito da teoria, que considera como mais válida, de que os desenhos representam um sofisticado mapa estelar etc.

 

Depois que sobrevoei as linhas, fui também aos aquedutos, a um outro mirante onde foram saqueadas diversas relíquias e se consegue entender como faziam as linhas e porque elas existem até hoje, fui ao museu do ouro, a oficinas de artesanatos etc. tudo bem detalhado por um motorista-guia peruano que era vascaíno! Não deu pra ir no cemitério porque estava tarde pra fazer tudo e optei pelo restante, além do que já tinha visto múmia pra caramba...

 

A dica de olhar pra frente é enquanto não está mostrando os desenhos porque senão é melhor não voar, hehe.

 

Abs

Postado
  • Membros

Maravilha pessoal, muito obrigado pelas respostas!!!

Ficarei apenas um dia em Nasca! Creio que tentarei fechar um pacote pra conhecer o máximo possível além do vôo.

Vou comprar um binoculo tranqueirinha... só pra nao ter que ficar dando "zoom" (aquela tradicional fechadinha no olho pra forçar a vista)... Já aproveito pra levar pra trilha inca e pro canion del colca!

 

Ah sim, já estou angariando material pela internet sobre as linhas... também acho fundamental conhecer mais a fundo a historia dos lugares que vou conhecer!

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Olá Pessoal,

 

estou planejando uma viagem ao Peru em maio de 2011. Como tenho pouco tempo, estou procurando me informar ao máximo para montar um roteiro viável.

A minha dúvida é a seguinte:

Pretendo visitar Nasca (linhas e cemitério), Ica e Paracas (reserva e ilhas Ballestas).

Estarei indo para Nasca de Arequipa... Eu gostaria de tentar fazer este trajeto de dia pois falam que a vista da Panamericana é muito bonita. Achei um ônibus da Oltursa que sai de Arequipa às 7:30 e chega em Nasca às 16:15hs. (O site da Ormeño está reetruturando então não sei se tem esta rota e o horário...). Não sei se ainda dá para fazer alguma coisa chegando neste horário ou se já é tarde demais... Se for, gostaria de saber se dá para fazer o sobrevoo e cemitério de manhã e seguir para Ica para ver as dunas no mesmo dia e deixar Paracas e ilhas Balestras para o dia seguinte partindo para Lima depois...

Enfim... Gostaria de saber se alguém já fez esse mesmo roteiro e tem dicas dos horários dos passeios, agências, quanto tempo leva para cada passeio, se é melhor contratar na hora ou antes... Se é viável ou se será melhor viajar de Arequipa à Nasca de noite...

Agradeço a ajuda!

Abs,

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