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Olá viajante!

Bora viajar?

BOLÍVIA E PERU (SETEMBRO/OUTUBRO 2014) - Meu primeiro mochilão: histórias, gastos, fotos e vídeos.

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E aí pessoal, beleza? Acabo de realizar meu primeiro mochilão, e escolhi Bolívia e Peru como primeiro destino, juntamente com meus amigos / casal Renan e Marina e vou contar pra vocês como foi minha primeira experiência de mochileiro.

Como era meu primeiro mochilão, não sabia nem por onde começar, então primeiramente veio a fase de decidir por onde passar e o que conhecer, e montar o roteiro não foi fácil, pois a única coisa que sabíamos era o dia que começaríamos e quando terminaríamos (leia-se começo e fim das férias do trampo), o difícil era saber quanto tempo em cada cidade, como se deslocar, onde dormir, quanto gastar com isso e aquilo, e um grande problema é que tanto a Bolívia quanto o Peru (mais até a Bolívia) são difíceis de conseguir alguma informação pela Internet sobre empresas de ônibus, horários e preços de atrações turísticas, locais para comer e até as informações de hospedagem são contraditórias, então comecei a pesquisar muito na Internet, e o Mochileiros foi a minha maior fonte de consulta para poder fazer essa trip. Li vários relatos, como o do Nogy, o dos mendigos machos, o da Tia Poly (uma parte perdi pois viajei dia 18/09), o do Ruy Ibarra, da Laís Barbalho, fora vários tópicos sobre assuntos específicos, fiz um milhão de perguntas (e todas sempre respondidas, obrigado a todos que colaboraram, não vou citar nomes para não cometer injustiças), anotei todas as dicas possíveis, e nada mais justo que dividir minhas experiências com as pessoas, dar dicas, informações, afinal tem muita gente que pretende fazer essa viagem e quem sabe eu possa ajudar alguém que tenha dúvidas assim como eu tive. ::otemo::

 

 

Resolvi fazer um pequeno vídeo com uma espécie de resumo do meu mochilão

 

 

 

A ideia surgiu antes da viagem e esse vídeo foi o que me inspirou, lógico que dá pra perceber que o meu é bem mais amador, mas o que vale é a intenção hehe

 

 

Nosso roteiro, após várias mudanças, cortes e acréscimos, inicialmente seria esse:

 

1º dia - São Paulo - Santa Cruz de La Sierra (vôo com escala em Assunção e chegando de madruga em SC)

2º dia - Santa Cruz - Cochabamba (conhecer a cidade e viajar de busão à noite chegando de manhã)

3º dia - Cochabamba - Sucre (conhecer a cidade e viajar de busão à noite chegando de manhã)

4º dia – Sucre (conhecer a cidade e dormir nela)

5º dia - Sucre - Potosí (viajar logo cedo, provavelmente de táxi ou busão de madrugada) e Potosí - Uyuni (conhecer a cidade, fazer Cerro Rico e viajar de busão à noite ou no final da tarde)

6º dia - Salar do Uyuni (chegar na noite anterior ou de madrugada e procurar passeio para 3 dias no Salar, contando com esse dia já)

7º dia - Salar do Uyuni

8º dia - Salar do Uyuni e depois La Paz (viajar para La Paz de noite)

9º dia - La Paz (conhecer a cidade e visitar Tiwanaki)

10º dia - La Paz (Chacaltaya e Vale de La Luna)

11º dia – La Paz – Copacabana (ir para a Ilha do Sol e dormir lá).

12º dia – Ilha do Sol - Copacabana - Puno - Arequipa (voltar para Copa, partir para Puno e já vazar direto para Arequipa)

13º dia – Arequipa (conhecer a cidade)

14º dia - Arequipa (Colca Canyon, tour de 1 dia)

15º dia - Arequipa - Cusco (conhece a cidade e viaja à noite para Cusco)

16º dia - Cusco

17º dia – Cusco – Águas Calientes

18º dia – Machu Picchu – Cusco

19º dia – Cusco

20º dia - Cusco - Lima (Vôo pela LAN)

21º dia - Lima (conhecer a cidade)

22º dia - Lima - Paracas (Islas Ballestas pela manhã) e depois Paracas – Lima

23º dia - Lima - São Paulo (Vôo pela LAN)

 

É claro que roteiro de mochileiros sempre sofre mudança e o nosso não é exceção.

 

PREPARAÇÃO E GASTOS PRÉ VIAGEM

 

Livro

 

Minhas pesquisas na Internet iam de vento em popa, mas faltava um livro ou algo do tipo para completar, até que um dia fui ao cinema num shopping em Santos, cidade onde trabalho, e na saída resolvi entrar numa Saraiva, pois queria fuçar se havia algo que me ajudasse com a viagem, e, jogado no meio de alguns guias e mapas, achei o livro que procurava (aliás, era filho único de mãe solteira), chamava “O Guia do Mochileiro: Um roteiro pela Bolívia e Peru”, da Alice Watson, o livro é muito bom, tem muitas dicas úteis, é bem escrito e a leitura é agradável, além disso o roteiro dela era bem parecido com o nosso (pelo menos, na parte da Bolívia), paguei 40 dilmas nele, ele é fácil de achar na Internet e quem tiver interesse pode comprar que é bom mesmo. Achei esse link aqui só pra vocês saberem qual é:

 

http://www.extra.com.br/livros/ViagensTurismo/ViagemAventura/O-Guia-do-Mochileiro-um-Roteiro-pela-Bolivia-e-Peru-Alice-Watson-1736563.html

 

Planilha de gastos

 

Para ajudar a calcular os gastos, peguei alguns modelos de planilhas aqui e fui adaptando, projetando valores, usando a técnica do “chuta pra mais” pra ter uma margem de manobra, afinal, pelo que li por aqui perrengue e imprevisto nunca falta. E vou dizer, ainda sim fizemos algumas cagadas financeiras que nos causaram um certo aperto durante a viagem, mas isso será contado mais adiante.

Não vou postar a planilha que fiz porque não a conclui com os valores finais, então com o passar dos dias, vou colocando os gastos que tive pra mais ou menos orientar vocês (digo mais ou menos que uma coisa ou outra posso ter esquecido de anotar).

 

Depois de um tempo, consegui finalizar a planilha e agora vou postar o link, pode não estar uma maravilha mas acho que dá pra ter uma ideia. Tem duas abas, na primeira uma planilha mais ampla e outra com os gastos mais detalhados, incluindo a média diária em cada moeda (a primeira ficou um pouco grande e tem que ficar rolando a barra, desculpem mas não deu pra fazer menor ::hãã2::). Tentei colocar o que lembrei de anotar, vocês podem estranhar alguns dias não ter gasto com alimentação, mas é que comprávamos muitas coisas nos mercados que duravam pra outros dia, e muitas vezes ou rachávamos a conta ou de nós pagava sozinho pra depois o outro pagar algo, então coloquei apenas o que eu gastei do meu dinheiro.

Se alguém tiver problema em visualizar, dá um toque que eu conserto a burrada. ::hahaha::

 

https://www.dropbox.com/s/arqhp7ax4wjsoz5/Roteiro_Bol%C3%ADvia_e_Peru_2.xls?dl=0

 

Hospedagens

 

A única hospedagem que garantimos com antecedência foi o Hostel Jodanga, em Santa Cruz, o resto fomos vendo na hora mesmo.

 

Machu Picchu

 

Outra coisa que garantimos com antecedência foram as entradas para Machu Picchu. Entramos no site do Governo Peruano e efetuamos a compra de MP e também de Waynapicchu, deu S/150,00 + uma taxa de S/6,50, que depois virou US$ 56,00 na fatura do cartão (mais US$ 3,60 de IOF :x )

O site é esse aqui:

 

http://www.machupicchu.gob.pe/

 

Equipamentos

 

Eu e meus amigos começamos a investir na compra de itens necessários para a viagem, comecei a ir muitas vezes na Decathlon que tem aqui na Praia Grande para pesquisar preços e avaliar os itens. O principal deles era a mochila. Após pesquisar muito na Internet sobre melhores marcas versus preços, inclusive aqui no Mochileiros, e acabei optando pela marca Quechua, que vende na Decathlon, e comprei uma mochila Forclaz 70l, igual essa do link:

 

http://www.decathlon.com.br/montanha---aventura/mochilas-38170/mochila-trecking/mochila-forclaz-70-quechua_164112?chosen=cinza

 

Posso dizer que ela foi jogada (sim, eu vi isso) :o em bagageiro de busão, de avião, foi pra cima e pra baixo, andou lotada de coisas e aguentou bem o tranco, eu recomendo. Fora que vem com 10 anos de garantia. Paguei R$299,00.

Compramos também meias de trekking, de frio, 2 blusas de frio (uma acabei nem usando), uma doleira e uma capa de chuva estilo poncho, que aliás foi muito útil em Machu Picchu.

Ia comprar uma blusa corta vento, mas acabei “herdando” do meu pai (que faleceu no final de agosto agora) uma jaqueta, que caiu como uma luva e realmente ela fez a diferença na viagem.

Outra coisa que ia comprar, mas acabei não comprando, por pura questão de economia (já havia gasto uma certa grana e preferi segurar um pouco), era uma bota boa. Eu me interessei, depois de muito pesquisar, na Forclaz 500 da Quechua, ela tava (e ainda está) custando R$ 299,00 na Decathlon. Acabei indo de tênis mesmo, mas confesso que teve situações nas quais me arrependi de não ter comprado a bota, principalmente em Machu Picchu, pois choveu muito e passei um puta perrengue pra descer Waynapicchu, mas isso relatarei mais adiante.

Além disso, comprei também foi uma câmera nova, pois a minha tinha ido pro saco. Mesma coisa, pesquisei vários modelos, e pelo custo benefício acabei comprando a Samsung WB350F, ela em média cuta uns 500 mangos, mas achei uma promoção na Ricardo Eletro por 360 reais em 3 vezes :D

 

http://www.samsung.com/br/consumer/cameras-camcorder/cameras/smart-compactas/EC-WB350FVMWBR

 

A câmera é excelente, não tenho do que reclamar, tem bastante recurso. Ah, e comprei também um bastão de selfie, achei no Mercado Livre por 40 pilas.

 

Passagens

 

Durante meses, ficamos monitorando os sites das empresas aéreas, da Decolar e do Melhores Destinos a fim de tentar obter um preço bom por elas, pois seriam três trechos de aéreo. Os preços eram bem salgados, fazíamos cálculos e analisávamos combinar voos de empresas diferentes, mas o mais em conta que achávamos girava em torno de 1500, 1600 reais. Mas resolvemos esperar mais, inclusive deixamos passar a Copa para ver se caia e funcionou. Um dia, entrei no site da TAM e pesquisei os três trechos e PARA A NOOOOOOOOSSAAAA ALEGRIIIIAAAA naquele dia estava saindo tudo, já com taxas e impostos, por míseros R$ 888,77. Compramos na hora e ainda deu pra dividir no cartão. Fuck Yeah!!!!!! :D:D:D

 

Seguro

 

Uma boa dica é sempre fazer um seguro de viagem, afinal a gente nunca sabe o que pode acontecer. Eu pesquisei bastante e no final acabei fazendo o da empresa Intermac, pois minha ex sogra trabalha em agência de turismo e quando fui para o Chile ela fez esse seguro pra mim, e como o preço estava bom, fiz ele mesmo. O do Renan e o da Marina foi o mais básico, de 140, eu fiz o intermediário, gastei 230 pilas, os valores de cobertura eram bem maiores, preferi não economizar nesse quesito.

 

Vacina

 

Outra providência foi tomar o raio da vacina de febre amarela, em Santos tinha um posto que emitia a carteirinha da ANVISA, foi só tomar a vacina e pegar a dita cuja.

Importante: é recomendável fazer o cadastro antecipado no site da ANVISA, isso agiliza e facilita o atendimento, pois caso não tenha o cadastro, seus dados pessoais terão que ser colhidos na hora para fazer o cadastro. E sim, conforme muitos disseram, também não fui cobrado pela carteirinha em parte alguma, nem nos aeroportos, mas é melhor tomar, vai que...

O link é esse aqui (precisa criar um cadastro no site)

 

http://www.anvisa.gov.br/viajante/

 

Dinheiro

 

O nosso maior problema era a grana. Conforme todos relatavam, era mais vantajoso levar dólar que real, e então resolvemos ir atrás das verdinhas, só que deixamos pra ver isso muito em cima da hora, e devido a corrida eleitoral, pegamos o pior momento pra comprar dólar. Na primeira vez que fui no meu banco me informar, estava 2.36, mais a caralhada de taxas que rolam. Isso foi numa sexta, na segunda já tava 2.41, e daí só subiu. No dia do embarque, ele chegou a 2.58 (sem contar as taxas) ::grr:: , e então decidimos levar real mesmo e seja o que Deus quiser. E, segundo minhas contas, no final até que valeu a pena, pois pelo preço que pagaríamos no dólar acabaria saindo mais caro ou pelo menos pau a pau.

Levei ao todo R$ 2600,00 (que virou R$ 2500,00, depois explico) e precisei fazer dois saques, um de 200 soles e outro de 100 soles (esse último, desnecessário).

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08 DE OUTUBRO – 21º Dia

Lima

 

Como faríamos Paracas no dia seguinte, a missão do dia era conhecer um pouco melhor Lima, já que só teríamos aquele dia pra fazer isso, pois em dois dias voltaríamos ao Brasil (isso nos dava um aperto no coração :( ), então pedimos algumas informações no próprio hostel e borá pra rua! A primeira parada seria num tipo de sítio arqueológico que fica no meio da cidade, era há umas boas quadras do hostel, mas a caminhada era de boa. No caminho, ganhamos várias buzinadas de taxistas que queriam que os pegássemos. Em Lima rola uma espécie de reversal russa: não é você que pega o táxi, o táxi é que te pega.

Chegamos ao lugar, chama Huaca Pucllana, é um parque fechado onde em volta o pessoal aproveita pra praticar corridas e outras atividades físicas. Olhando por fora nos lembrou muito o Valle de La Luna de La Paz, e mais frente ficava uma portaria, mas descobrimos que custava 12 soles pra entrar, pensamos bem e resolvemos deixar quieto.

 

 

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Vou fazer um muro desses hehe ::otemo::

 

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Huaca Pucllana

 

 

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Bem próximo avistamos uma espécie de quiosque de informações turísticas, e fomos buscar algumas dicas do que fazer ou conhecer. A mulher nos deu um grande mapa de Lima e nos indicou um ônibus que partia de uma avenida próxima que levava até o centro da cidade e era de graça. Ah malandro, “de grátis” é tudo que eu gosto de ouvir, então seguimos até a avenida e chegando ao ponto, que é sinalizado como “Corredor Azul”, lá veio o ônibus, que é azul como diz a placa. É um ônibus comum, com cara de circular municipal, mas é de graça filho, bora, e seguimos até o centro.

 

 

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Tem vários pontos desses espalhados, é onde pega o busão grátis

 

 

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Esse é o ônibus

 

Descemos em frente à Igreja de Las Nazarenas, estava bem cheia, estava tendo alguma programação especial, e descobrimos que aquele dia era algum feriado, mas não entendi do que. Bem em frente onde descemos e à igreja, tinha uma portinha com uma escada e uma placa indicando que ali era um menu com preços de 6,50 a 7 soles. Como já era próximo da hora do almoço, resolvemos subir. Olhando por fora tinha uma cara de restaurante “morte-lenta”, mas quando subimos era outra coisa: bem espaçoso, limpo e arrumadinho. Olhamos os cardápios e eu pedi de entrada uma sopa de morón, fiquei curioso em experimentar pra ver o que era, consistia numa semente que parecia um pouco com lentilha, sei que era muito gostoso, e de prato principal se não me engano pedi um peito de frango (pechuga), já o Renan abriu mão do menu e mandou um ceviche, ele estava com lombriga de comer desde que chegamos ao Peru. Eu não estava muito a fim, havia comido uma vez no Chile e não curti, mas resolvi dar uma garfada no do Renan e confesso que me arrependi de não ter pedido, estava realmente divino. No final das contas comemos muito bem e não pagamos caro, e o lugar é muito bom, recomendo, se chama El Sabor de Piscis, fica na Avenida Tacna em frente à igreja.

 

 

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Igreja de Las Nazarenas

 

 

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Entrada do restaurante

 

Seguimos caminhando pelo Centro Histórico, que lembra, por exemplo, o de São Paulo. No caminho encontramos uma espécie de centro comercial só de artesanatos e lembranças, tem três andares e muita coisa pra se ver e comprar, mas cuidados com os preços, é bom pesquisar e pechinchar bastante. No entorno do lugar também tinha algumas lojas do mesmo ramo.

 

 

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Conhecemos a Praça Mayor, onde ficam a prefeitura de Lima e o Palácio Presidencial, é grande e bonita, tem uma espécie de trenzinho que fica andando em volta dela, parece legal. Sentamos um tempo para admirar o lugar e seguimos andando, passamos por uma espécie de boulevard, aproveitamos pra tomar um sorvete, tinha uns sabores meio exóticos e era divino o sabor ::otemo:: , e chegamos a Praça San Martin, e lá um fato curioso, tinha alguns jovens com camisas e cartazes que estavam se juntando para protestar contra algo que era os jovens terem que trabalhar e não poderem estudar, não lembro bem o que era agora.

Tinha muita coisa pra ver ainda, alguns museus, mas a grana e o tempo eram curtas e infelizmente só tínhamos aquele dia pra conhecer Lima, ainda queríamos ver a tal da fonte de luzes dançantes que é bem famosa, mas ficava num parque muito longe de onde estávamos e só funcionava após às 20h30 se não me engano, então resolvemos voltar, afinal teríamos que levantar antes das 3h para ir pra Paracas. :(

 

 

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Plaza Mayor

 

 

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Palácio do Governo

 

 

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Vai um sorvete aí?

 

 

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Praça San Martin

 

 

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Descemos do ônibus na altura do mesmo ponto onde o pegamos, e ficava em frente a um hipermercado que tinha como slogan “Todo cuesta menos”, então vamos lá né.

 

 

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Hipermercado

 

 

Compramos algumas coisas pra comer e levar na viagem, e também aproveitei pra comprar umas Cusqueñas e Inka Colas pra trazer pro Brasil (foram 2 de cada) pro povo de casa experimentar. Ainda aproveitei pra fazer o saque de 100 soles que faltou e fomos embora.

Chegando no hostel, eu e o Renan fomos lá pra parte de cima e usamos as mesinhas pra montar os sanduíches, tínhamos comprado uma baguetes, frios e salada, além de sachês de requeijão (ou algo parecido) e de patê, e mandamos bala, fizemos um monstrão pra cada um de nós, seria a nossa janta ::otemo:: . Ah, a propósito...

 

 

DICA DO PORTUGA: NUNCA, eu disse NUNCA mesmo compre refresco em pó sabor chincha morada, fomos inventar de fazer isso pra ver se era bom e é simplesmente HORRÍVEL, disputa pau a pau com as Sureñas que tomamos na Bolívia, desce que nem gato vivo aquela desgrama ::essa:: .

 

 

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Esses estavam bons (com exceção daquele envelopinho roxo no meio da mesa, eca ::dãã2::ãã2::'> !)

 

 

Fomos pro bar e uma hora resolvemos tentar ligar para o taxista que nos deu o cartão, mas não conseguimos, tentamos ligar para uma companhia de táxi, mas a lazarenta da atendente parecia não entender o que queríamos e deixamos quieto, fomos pra rua e abordamos um taxista que passava por ali, perguntamos quanto ficava pra ir a Cruz del Sur às 3h e ele deu o mesmo preço: 40 soles. Pedimos pra ele passar naquele horário que iríamos com ele.

Voltamos e fomos comer nossos sandubas na sala de vídeo, estava passando um filme que não lembro qual era, mas uma semana depois passou de novo aqui no Brasil.

Descemos mais um pouco pro bar, tava bem parado e como era quarta e ia passar um jogo do Curitia na TV, o Renan (que é corintiano) subiu pra sala de vídeo para ver o jogo (estava passando pela Globo Internacional), se não me engano era com o Cruzeiro, e tinha um cara lá também, ele era brasileiro e flamenguista, estava ouvindo o jogo do Flamengo pela Internet e disse que a TV tava com delay de quase uma hora na transmissão.

Terminado o jogo, fomos pro quarto tentar dormir porque o dia começaria muito cedo pra nós.

 

 

Gastos do dia

 

Almoço: S/ 33,00

Sorvete: S/ 3,00 (se não me engano)

Mercado: S/ 13,45

Saque: S/ 100,00

 

Continua...

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09 DE OUTUBRO – 22º Dia

Lima – Paracas - Lima

 

 

2h40. O despertador toca, pegamos nossas coisas, comemos uma bananas e bora pra rua esperar o táxi como combinado. O problema é que deu a hora e nada e ficamos com medo do cara ter nos esquecido, então o primeiro táxi que parou nós pegamos.

Chegamos uns 15 minutos antes da saída do ônibus, passamos pela revista, mostramos as passagens e entramos logo, pois não tínhamos mochilas pra despachar. Sempre tinha ouvido que a Cruz del Sur era a melhor empresas de ônibus do Peru, muitos a chamavam de avião terrestre, o ônibus realmente era muito bom, bem confortável, mas no final criaríamos algumas restrições a ela. Pra começar que a saída atrasou quase meia hora.

 

 

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Terminal da Cruz del Sur

 

 

Conforme o dia ia amanhecendo, a paisagem do deserto ia se revelando, e eu observava que do lado esquerdo (onde eu estava) via-se o deserto e do lado direito o mar. Uau!

Por volta umas 7h45 chegamos ao destino, a agência ficava numa espécie de quiosque, bem rústico mesmo, e lá também funcionavam uma vendinha, uma agência de turismo e era junto de um hostel, que fazia parte da agência de turismo. O lugar ficava no meio do nada.

 

 

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Mais um amanhecer no deserto :D

 

 

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Agência da cruz del Sur, de turismo, e o que mais quiser.

 

 

Já fomos tratando de fechar o pacote das ilhas e da reserva, demos os nomes pra moça (claro, fizemos em nome da Marina porque tínhamos aqueles problemas com nossos “difíceis” nomes) e ficamos aguardando. Diferente de outros passeios feitos, nesse você primeiro faz o tour e paga na volta, confesso que é estranho e acredito que dá margem até pra calote. E quase ocorreu um.

Finalmente surgiu o guia, pegou uma prancheta no balcão, começou a chamar os nomes e mandou segui-lo. Entramos em uma van e enquanto seguíamos ele se apresentou, seu nome era Luis, era cabeludo e usava umas roupas meio estilo Indiana Jones, parecia aqueles caras que fazem documentários pra National Geographic.

O role de van durou só uns 2 ou 3 minutos e logo chegamos a um píer, que era particular da agência, e era onde estava atracada a lancha que nos levaria às ilhas. Entramos na lancha, colocamos nosso coletes e como todos prontos começamos a navegar. Tinha bastante gente e nós nos sentamos bem no fundo. Estava um sol muito forte e bastante calor, mas ele recomendou que colocássemos blusas de frio, porque ventava demais em alto mar. E de fato, ventava muito mesmo, era bem frio!

 

 

DICA DO PORTUGA: Além de ir bem agasalhado, não se esqueça do protetor solar e labial, apesar do vento frio o sol é extremamente forte!

 

 

No percurso, o guia foi dando algumas explicações, mostrou o porto de Paracas, parou a lancha num ponto pra observarmos pelicanos num barco abandonado, e mais adiante avistamos uma formação que parecia uma ilha com uma montanha e nela estava o famoso candelabro, fica do lado esquerdo do barco. Ele parou por alguns instantes para que o fotografássemos, era impressionante, e ele estava lá há mais ou menos uns 500 anos, mas devido ao clima seco praticamente ausente de chuvas e poucos ventos (a parte do candelabro fica protegida dele) as linhas estão intactas até hoje. Muito provavelmente era utilizada para orientar na navegação.

Seguimos mais um pouco e já era possível avistar as ilhas. Conforme íamos nos aproximando, ia ficando nítida a beleza do lugar.

É um verdadeiro santuário de pelicanos, gaviões do mar, caranguejos, pinguins e lobos-marinhos, além de golfinhos (infelizmente, não vimos nenhum :( ).

A lancha vai zigue-zagueando pela ilha e faz algumas paradas para fotos ou vídeos, o problema é que tem tanta gente na lancha que fica até difícil tirar uma boa foto. Sugiro que fiquem do lado esquerdo, é um pouco melhor do que o direito pra fotos (apesar que o barco inverte de lado algumas vezes). Ver os lobos-marinhos descansando nas pedras é muito engraçado, parece que estão numa praia tomando sol. Ah, e é bom rezar pra não levar uma cagada na cabeça, porque é tanta ave que tem ali que fica voando sobre a gente que não ser batizado é lucro! ::hahaha::

O passeio dura aproximadamente 1h30 entre o percurso e a estada na ilha, vale demais a pena!

 

 

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O Luís é o de óculos, chapéu e segurando o microfone, lá na frente.

 

 

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Porto de Paracas

 

 

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Candelabro

 

 

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Voltamos a Paracas e ficamos aguardando o tour pela Reserva Nacional de Paracas, que sairia mais ou menos 11h30, então pagamos o tour da ilhas e ficamos sentados numas mesinhas que tinham lá. Aproveitamos para comer o que tínhamos levado, pois a fome já batia e o almoço era bem mais tarde pelo que soubemos, e só havíamos o comido um lanche que serviram no ônibus.

No horário combinado, o Luis apareceu, pegou sua pranchetinha a la Joel Santana, fez a chamada e fomos novamente pra van. Éramos os únicos brasileiros desta turma, a mesma que fez as ilhas. Seguimos pela mesma rodovia que entramos em Paracas, e logo avistamos a entrada da reserva, onde paga-se uma taxa de 15 soles para entrar. A princípio parece um imenso deserto e que não tem nada demais, mas aí entra aquilo que falei anteriormente sobre a diferença que faz um bom guia. Do nada ele mandou parar a van, desceu com um pincel e uma chave de fenda na mão, sentou no meio do solo e mandou ficarmos em volta dele. Começou a rabiscar o chão com a chave fazendo desenhos da Terra, e com o pincel ia limpando algumas parte do solo, explicando que ali antigamente foi coberto pelo mar, mas aí por conta de congelamento dos polos a água foi baixando, enfim, resumindo, ele simplesmente fez várias paradas no caminho e foi dando uma puta aula de Geografia, Geologia e História que nunca teríamos tido na escola. O cara não só parecia um documentarista pela aparência, mas também pelas explicações. O cara era foda! E o mais engraçado é que durante as explicações ele fazia perguntas e quem acertava ganhava uma bala (inclusive eu ganhei ::otemo:: ). Em um determinado lugar, ele nos mostrou uma pedras enormes que na verdade eram cristais de sal, provando que ali já foi mar.

Em meio as explicações, ele nos liberava para perambular pelo local e tirar fotos e vídeos, além de atenciosamente tirar dúvidas de quem lhe fazia perguntas. Fora que ele adorava tirar fotos quando lhe pediam. Lembro que tinha duas minas, acho que eram irmãs, aparentavam ser chinesas (sim, eu sei diferenciar chinês de japonês), mas vi na lista que eram canadenses, e que não paravam de tirar fotos, estavam com kit completo: tripé, câmera fodona, e claro que fizeram amizade com o guia facilmente.

O lugar era incrível, tinha umas praias de tirar o fôlego, e os mirantes permitiam uma vista única e inesquecível. ::otemo::

Entra uma parada e outra, tinha um carro (aliás, um carrão) que também nos acompanhava. Era um pessoal (um casal, se não me engano) que contratou um guia particular, sei lá como funcionava aquilo, e fizeram todo o tour num carro particular com um cara (que também era o motorista) explicando tudo :o . quem pode, pode né!

Ficamos mais ou menos umas 2h30 rodando por lá e ele nos levou para almoçar numa espécie de vila de pescadores.

Tinha acho que uns 2 ou 3 restaurantes, ele recomendou um onde todos foram, mas nós pra variar comemos coisas que levamos.

Aproveitamos pra andar pelo lugar, confesso que nunca vi tanto pelicano na minha vida, tinha mais pelicano ali do que taxista no aeroporto e vendedor nas praças de armas hahahahaha

Tinha um restaurante do lado que o cara tava alimentando alguns e fomos tirar uma fotos, ele então nos deu alguns peixes para alimentá-los e tirar foto, foi muito engraçado, mas óbvio que estávamos no Peru e nada lá é de graça, logo ele nos pediu algum trocado para “comprar mais alimento” para as aves. Ah tá, sei, beleza champs!

Ainda fomos a uma última praia chamada Playa Roja, ele disse que ali muitos animais apareciam mortos trazidos pelas correntes, inclusive tinha um lobo marinho morto quando chegamos lá.

 

 

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Cristais de sal

 

 

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Marina e os pelicanos

 

 

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Que pedra engraçada...não, pera!

 

 

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Playa Roja

 

 

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Por volta de umas 15h45, o passeio terminou e voltamos à agência, como nosso ônibus só saia às 18h50 fomos dar um peão por Paracas. A orla é realmente linda, mas a cidade em si não tem nada pra se ver, então andamos bastante, entramos num mercadinho pra comprar algo pra comer cedo, pois nosso voo era às 8h30, mas decidimos não levar nada. Passamos ainda por uma feirinha de artesanatos que tinha lá, mas só ficamos olhando mesmo pra passar o tempo, depois sentamos em uns bancos de frente pro mar e ficamos olhando a tarde cair.

 

 

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De volta à agência, sentamos e ficamos aguardando o busão, e nessa hora lembramos que não tínhamos pago o passeio da reserva, fomos até o balcão pagar. Se quiséssemos dar o calote, nem notariam. :evil:

Foi dando a hora e nada dele, passou uns 15 minutos e fui até o balcão onde vendiam as passagens perguntar o que havia acontecido, mas ninguém sabia dar alguma informação sobre o atraso. Pra resumir ele foi aparecer umas 19h30 ou mais, ou seja, mais de 40 minutos atrasado.E pelo que me disseram, às vezes isso acontecia mesmo. ::grr::

Passamos pela revista, entramos e logo ele saiu, não demorou muito e serviram um lanche, era um pão com queijo e uma maça mais uma bebida, acordei os dois que já haviam desmaiado de sono para pegarem os deles.

Devido ao atraso, só fomos chegar em Lima umas 23h. Fomos para o ponto e nada de ônibus, e como estava bastante deserto e sabíamos que Lima não é exatamente uma cidade muito segura, paramos um táxi e pegamos ele até Miraflores, o cara nos cobrou 30 soles e descemos na avenida principal, queríamos achar um lugar pra comer, mas o pior é que em Lima, assim como em La Paz, apesar de serem capitais, o comércio fecha cedo, e o que estava aberto não servia mais comida, tinham virado baladas. A cidade também não dispõe de disque pizza ou algo do gênero, nem o hostel servia mais nada de comer no bar, voltamos a rua e acabamos encontrando um fast food aberto. Pedi um lanche que chamava Tipburguer, era um puta prato com um hambúrguer e uma porrada de coisas, tudo no prato mesmo. Comi pra caralho!

Voltamos ao hostel e nem fomos pro bar, estávamos bem cansados e já fomos deixando as coisas arrumadas pra ir embora, já com aquele clima de depressão pós-viagem começando a querer bater. Acabou- se o que era doce!

 

 

Gastos do dia

 

Táxi para Rodoviária: S/ 40,00

Tour para as Ilhas: S/ 30,00

Tour para reserva: S/ 40,00

Entrada dos parques: S/ 15,00

Táxi até Miraflores: S/ 30,00

Tipburguer: S/ 15,90 (com impostos)

 

 

Continua...

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10 DE OUTUBRO – 23º Dia

Lima - Guarulhos

 

Com muita dor no coração, começávamos a nos despedir da viagem. Arrumamos nossas coisas, coloquei umas 2 bananas na mochila de ataque, enchi minha água e era hora de partir pro aeroporto. Como era muito cedo (o voo saia às 8h, mas como era voo internacional, o check in é 2 horas antes) e não sabíamos como era esquema de ônibus e também era último dia mesmo, pegamos um táxi mesmo, custou 40 soles.

Devido ao pouco trânsito do horário, chegamos logo ao aeroporto, despachamos nossas coisas (a fila era enorme), pegamos as passagens e fomos enrolar um pouco. Lembram que falei que havia guardado 90 soles pra pagar a tal taxa do aeroporto? Pois bem, fomos procurar onde pagava a tal taxa (os cabaços esqueceram de perguntar na hora do check in) e fui me informar num balcão da LAN, e a moça nos informou que essa taxa já estava inclusa na nossa passagem. Ou seja, no final das contas, guardamos aquele dinheiro à toa. ::putz::

 

 

DICA DO PORTUGA: Informe-se na hora que comprar a sua passagem se as taxas de embarque já estão ou não inclusas na passagem.

 

 

Bom, então tínhamos 90 soles cada, mais os últimos trocados que sobraram, e fomos até um Starkbucks comer algo, pedi um cappuccino e um tal de panini, era um pãozinho pequeno com um recheio que nem lembro, acho que era presunto e queijo, ou só queijo, sei lá,só sei que era caro e fraco, mas era o que tinha pro momento. Aproveitei e reforcei com as duas bananas que levei e, depois de passarmos pela imigração, fomos torrar nossa grana no Duty Free. Como precisava gastar tudo sai comprando o que dava: chocolate pra família, bala de coca, lembrança, enfim, consegui torrar tudo, sobraram só as moedas, que trouxe de recordação. O problema foi na hora de pagar, um cara se encrencou com o cartão e formou uma puta fila, o que me fez demorar mais que o previsto, e a hora do embarque tava batendo já. Paguei rapidamente e literalmente sai correndo pelo aeroporto em direção ao portão de embarque. Quando chego próximo, vejo só o Renan e a Marina e a moça da companhia colocando a corrente pra fechar. Nããããããããoooo, peraeeeeeee!!!! Ufa, cheguei no último minuto, quase perdemos o voo por minha causa, mas deu certo. Mas pelo menos consegui gastar meu dinheiro, já o orelhudo do Renan simplesmente me voltou com 115 soles porque não sabia o que comprar e achou que perderia o voo. Pois é, também não entendi, mas agora tá ele com 115 soles aqui no Brasil que vale menos que ação da Petrobrás (aliás, se alguém se interessar eu passo o contato dele, ele quer vender ::cool:::'> ).

Quando entramos no avião, percebemos que estava com muitos lugares vagos, e eis que finalmente consegui...peguei um, lugar na janela, era bem no fundo, me senti realizado!

Seriam 5h30 de voo até Guarulhos, e o fim de uma odisseia de 23 dias inesquecíveis.

 

 

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Até a próxima Peru!

 

 

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Cordilheira dos Andes

 

 

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Lago Titicaca

 

 

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Algum lugar do interior de São Paulo

 

 

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Descendo em Guarulhos

 

 

Será uma viagem que jamais esquecerei, todas as experiências vividas, os sabores, os cheiros, os lugares, as pessoas, tudo foi muito marcante. Foi o primeiro de, se Deus quiser, muitos outros mochilões!

A lição que fica, e que digo com total segurança a vocês é que:

 

Viaje sempre de coração e mente abertos, não tenha medo do desconhecido;

Tente ver o melhor de cada lugar, por mais que seja sujo, feio ou pobre, não importa, todo lugar tem o seu encanto;

Experimente tudo que puder;

Vivencie cada minuto da viagem;

Vá pra rua, saia do hostel, conheça cada palmo do lugar;

Conheça pessoas, não tenha medo de não falar por não saber a língua, vai por mim, é possível (se eu consegui qualquer um consegue);

Pechinche sempre, vale a pena!;

Pegue toda informação que puder antes de viajar, isso faz muita diferença na hora do aperto.

 

Bom, o relato termina por aqui, qualquer dúvida que tiverem perguntem que responderei. Obrigado a todos que acompanharam minha viagem e espero que vocês possam fazer viagens tão maravilhosas quanto a que fiz ou até melhores. Quem sabe nos encontremos em algum próximo relato, espero ter a oportunidade de poder partilhar com vocês alguma outra experiência.

 

 

Gastos do dia

 

Táxi para aeroporto: S/ 40,00

Strabucks: S/ 22,50

Duty Free em Lima: o dinheiro que sobrou (não lembro quanto tinha, mas torrei tudo)

Cometa de Guarulhos a Praia Grande: R$ 28,00

 

 

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FIM! ::otemo::

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Acompanhei o seu relato desde o inicio e foi ótimo! Dicas muito úteis.

 

Foi muito bom viajar com você! ::otemo::

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Parabéns pelo relato, sua viagem foi incrível! Vai me ajudar muito na elaboração do meu roteiro =)

 

*Aguardando ansiosa pela planilha de gastos rs...

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Acompanhei o seu relato desde o inicio e foi ótimo! Dicas muito úteis.

 

Foi muito bom viajar com você! ::otemo::

 

 

Obrigado pela companhia _prik!

Quem sabe eu não possa relatar mais alguma viagem mais pra frente!

E espero ver o relato da sua também!

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Parabéns pelo relato, sua viagem foi incrível! Vai me ajudar muito na elaboração do meu roteiro =)

 

*Aguardando ansiosa pela planilha de gastos rs...

 

 

 

Obrigado Bia! Espero poder ter colaborado assim como muitos relatos colaboraram comigo! Boa viagem!

Quanto a planilha, vou tentar elaborar uma com calma, eu anotava tudo numa agenda, vou ver se passo a limpo!

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Parabens alexandre confesso que viajei literalmente nos seus relatos, muito bom e cheio de detalhes, chegou ao fim, me valerá como experiencia pro meu próximo mochilão que pretendo fazer que será por Bolivia, Peru mas tambem incluirei o Chile. Parabens

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Parabens alexandre confesso que viajei literalmente nos seus relatos, muito bom e cheio de detalhes, chegou ao fim, me valerá como experiencia pro meu próximo mochilão que pretendo fazer que será por Bolivia, Peru mas tambem incluirei o Chile. Parabens

 

Valeu Vendramini! Espero que faça uma boa viagem e não deixe de relatar para podermos viajar junto também!

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Grande Alexandre! Valeu pelo seu relato! Mais um pra adicionar nos agradecimentos quando bolar o meu hehe

 

Estou indo agora dia 31.12 direto pra Cusco juntamente com minha namorada. Passarei pela maioria das cidades que você visitou, 26 dias de viagem, bem tranquilo pra ver tudo e mais um pouco.

 

Um abraço meu amigo!

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