Saímos do Rio de Janeiro (Galeão) às 22:34 do dia 16/04/2015 e retornamos dia 24/04/2015 às 2:50. Viajamos pela Gol e pagamos R$ 382 com taxas.
Chegamos em São Luís às 2h da manhã. Agendamos previamente com o Jorge da Levatur um translado do aeroporto para Barreirinhas. A van passa ás 4h da manhã no aeroporto e custa R$50 por pessoa. A viagem até Barreirinhas demora cerca de 3 horas, com uma parada rápida na estrada para tomar café. Mais ou menos às 7:30 estávamos no albergue onde o guia que contratamos para a travessia disse que poderíamos guardar nosso mochilão (maiores informações sobre o albergue de Barreirinhas mais à frente).
Para a travessia de três dias eu e meu namorado fizemos cada um uma mochila menor, com tudo que julgamos ser essencial. No mochilão, que ficou em Barreirinhas, deixamos somente roupas que usaríamos no restante da viagem, quando voltássemos dos lençóis. As mochilas pequenas foram bem cheias, porém foi bem melhor do que carregar uma mochila grande. Levei três mudas de roupa (acabei fazendo a travessia toda com a mesma, pois todo dia era possível lavá-la e secava a tempo da saída no dia seguinte) e um pijama (que foi desnecessário, era tão quente que poderia ter dormido com qualquer short e blusa leve), além de dois biquínis, embora também só tenha usado um. Levei uma canga que salvou meus ombros do atrito da mochila e do sol forte nos braços e um chapéu que acabei quase não usando porque suava demais e coçava a testa, mas me custou uma queimadura linda na orelha, que descascou dias depois.
LEVEM MUITO(!!!!!) REPELENTE E PROTETOR! Eu sofri muito com os mosquitos de Canto do Atins. Sou alérgica e já sabia disso, mas mesmo tomando banho de repelente, não adiantava. Quanto ao sol, você sabe que ele está quente, mas não sente ele queimando, pois o vento ameniza a sensação de calor. Passava protetor no início da caminhada e reforçava depois, mas menos do que deveria. Ao fim do dia, eu percebia o quanto ele tinha castigado minha pele. Ficava com aquela marca horrível de óculos de sol e no primeiro dia esqueci completamente de passar protetor labial. Resultado: acordei na madrugada seguinte com a boca MUITO inchada. Fiquei apavorada, achava que demoraria dias para voltar ao normal e, embora tenha voltado algumas horas depois, foi horrível acordar e sentir a boca daquele jeito. Então protejam-se do sol o máximo que puderem.
Quanto à comida, acho que levei roupa demais e comida de menos. Na verdade, levei só alguns biscoitos e maçãs que compramos em Canto do Atins. Apesar de adorar maçã, ela abre o apetite, então não sei se foi a melhor ideia, porém não queria frutas que estragassem mais rápido ou fossem fáceis de amassar, tipo banana. Pensei em levar bolo ou sanduíches, mas o recipiente ia tomar espaço demais na mochila, então desisti. Os povoados onde dormimos durante a travessia não têm oferta de lanches para comprar, então o que fazíamos era levar uma tapioca que sobrasse do café ou algum biscoito. Mais à frente explico melhor. Continuarei com o relato em ordem cronológica.
Saímos do Rio de Janeiro (Galeão) às 22:34 do dia 16/04/2015 e retornamos dia 24/04/2015 às 2:50. Viajamos pela Gol e pagamos R$ 382 com taxas.
Chegamos em São Luís às 2h da manhã. Agendamos previamente com o Jorge da Levatur um translado do aeroporto para Barreirinhas. A van passa ás 4h da manhã no aeroporto e custa R$50 por pessoa. A viagem até Barreirinhas demora cerca de 3 horas, com uma parada rápida na estrada para tomar café. Mais ou menos às 7:30 estávamos no albergue onde o guia que contratamos para a travessia disse que poderíamos guardar nosso mochilão (maiores informações sobre o albergue de Barreirinhas mais à frente).
Para a travessia de três dias eu e meu namorado fizemos cada um uma mochila menor, com tudo que julgamos ser essencial. No mochilão, que ficou em Barreirinhas, deixamos somente roupas que usaríamos no restante da viagem, quando voltássemos dos lençóis. As mochilas pequenas foram bem cheias, porém foi bem melhor do que carregar uma mochila grande. Levei três mudas de roupa (acabei fazendo a travessia toda com a mesma, pois todo dia era possível lavá-la e secava a tempo da saída no dia seguinte) e um pijama (que foi desnecessário, era tão quente que poderia ter dormido com qualquer short e blusa leve), além de dois biquínis, embora também só tenha usado um. Levei uma canga que salvou meus ombros do atrito da mochila e do sol forte nos braços e um chapéu que acabei quase não usando porque suava demais e coçava a testa, mas me custou uma queimadura linda na orelha, que descascou dias depois.
LEVEM MUITO(!!!!!) REPELENTE E PROTETOR! Eu sofri muito com os mosquitos de Canto do Atins. Sou alérgica e já sabia disso, mas mesmo tomando banho de repelente, não adiantava. Quanto ao sol, você sabe que ele está quente, mas não sente ele queimando, pois o vento ameniza a sensação de calor. Passava protetor no início da caminhada e reforçava depois, mas menos do que deveria. Ao fim do dia, eu percebia o quanto ele tinha castigado minha pele. Ficava com aquela marca horrível de óculos de sol e no primeiro dia esqueci completamente de passar protetor labial. Resultado: acordei na madrugada seguinte com a boca MUITO inchada. Fiquei apavorada, achava que demoraria dias para voltar ao normal e, embora tenha voltado algumas horas depois, foi horrível acordar e sentir a boca daquele jeito. Então protejam-se do sol o máximo que puderem.
Quanto à comida, acho que levei roupa demais e comida de menos. Na verdade, levei só alguns biscoitos e maçãs que compramos em Canto do Atins. Apesar de adorar maçã, ela abre o apetite, então não sei se foi a melhor ideia, porém não queria frutas que estragassem mais rápido ou fossem fáceis de amassar, tipo banana. Pensei em levar bolo ou sanduíches, mas o recipiente ia tomar espaço demais na mochila, então desisti. Os povoados onde dormimos durante a travessia não têm oferta de lanches para comprar, então o que fazíamos era levar uma tapioca que sobrasse do café ou algum biscoito. Mais à frente explico melhor. Continuarei com o relato em ordem cronológica.