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Pessoal,

é interessante visitar Oruro fora da época do carnaval? Vou sair de La Paz para o sul, e estava pensando em passar por Oruro, mas a época que vou provavelmente não vai bater com a Diablada...

Mesmo assim devo parar na cidade? Ou é melhor passar direto?

 

O que há pra fazer em Oruro?

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Pelo que li a respeito, Oruro é considerada a capital do folclore Boliviano. E Lá perto existem uns lagos (não imagino como sejam). Talvez seja um destino interessante, a cidade fica a quase 4000 de altitude, no meio do caminho entre La Paz e Potosi. Considerando que as viagens por terra na Bolivia não são muito confortáveis, e que eu vou ter tempo de sobra, talvez deva parar pra conhecer...

 

A Diablada é o carnaval de Oruro, peguei uma coisa parecida no Jujuy, norte da Argentina, e foi muito divertido.

Mas pretendo ir pra lá no final do Outono, aí não vai bater com o carnaval (se fosse Fevereiro eu pararia com certeza!)

 

Alguém conhece a cidade? Tem alguma dica além do carnaval?

 

gracias,

Leo.

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Pelo que li no Guia do Viajante Independente na América do Sul, não vale muito a pena fora do carnaval pq todas as outras atrações que tem lá, vc acha em outros lugares da Bolívia só que melhor. Mesmo assim vou reservar 1 dia pra Oruro no meu roteiro já que estaria no caminho e pra tentar pegar o trem de lá pra Uyuni.

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Aê, fui para Oruro no ano passado e é o seguinte: não tem muito o que fazer qdo comparado com as outras cidades. Vale a pena no caranaval ( difícil conseguir vaga), as pessoas ficam atirando bexiguinha de água uma nas outras ( os estrangeiros perguntam se no Brasil ocorre o mesmo), a cidade fica lotada.

Abraços!

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Oi vcs nao conhecen oruro é pq nao tem ganas e vcs nao souben o q se estan perdendo eu sou de oruro e estou seguro q vcs nao conhecen as minas turisticas da cidade, o museo de arte mais belho da bolivia e um de os menos roubados pelos espanholes, tamben vcs conhecen a teoria das ruinas de PAMPA ULLAGAS Um povo que segun investigacoes britanicas é a desaparecida ANTARTIDA e pq o lago uru uru de onde vem o nome da cidade é salado con a teoria q isso era parte do mar há miles de anos.

vcs conhecen a vibora de pedra o condor y o sapo de pedra sao animais petrificados pela patrona dos orurenhos. tambem tem que provar os platos típicos como o charkekan o intendente, o api e muitas outras comidas q nao emcontran iqual en bolivia nem o mundo todo.

Se vcs solo vem o carnaval perdem muito mais de o que poderiam conhecer de toda sud america.

se vem por oruro tem que conhecer mais do povo e sus dancas, cancoes q sao o orgullo dos bolivianos, e a mais diversa demostracao de cultra boliviana PATRIMONIO ORAL E INTANGIVEL DA HUMANIDADE ONDE TODO MENINO NACE COM UMA TROMPETA NA MAO E UMA CARETA NA OTRA

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ALguém sabe me informar em que época do ano ocorre a Diablada?

To sinceramente em dúvida se incluo Oruro no meu roteiro, a única coisa que pesa a favor é que o caminho de Uyuni para La Paz parece merecer uma parada para descanso.

Qual a opinião de vocês,valeu....

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Olá Abdias!!!

 

Muito bom o seu depoimento!!!!! Gostei!!!!

 

Quero ir para Oruro de trem, partindo de Uyuni!!!

 

Você sabe me informar quais os dias da semana o trem sai de Uyuni para Oruro e quais os horários?

 

Pelo site da FCA só tem horários noturnos... Mas li que a viagem de dia é muito bonita!!

 

Valeu!!!! :wink:

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Pessoal,

 

Quero ir para Uyuni via La Paz. Vi q é possível fazer esse trajeto via Oruro, como? Ônibus ou trem?

Alguém tem infos atualizadas de como ir, onde pegar o ônibus, qto tempo de viagem nestes trechos e, quem sabe, valores??

 

Valeu.... Pat

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da pra fazer direto, sem parar em Oruro.,

em la paz, qlq agencia de turismo vende passagens de onibus (turistico - leito - com janta) ida e volta (la paz - uyuni)... são 30 dolares.

se quizer algo mais em conta na rodoviaria de la paz tem o onibus popular q custa 30 bolivianos.

 

ambos saem no final da tarde e chegam no amanhecer em uyuni. vai umas 13 horas de viagem...

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Pessoal,

 

Refiz meu roteiro. Alguém conhece a melhor opção de fazer Cochabamba/Oruro/Uyuni com segurança??

Se tiverem os nomes das empresas de ônibus/trem tb ajuda mto!!!

 

Valeu...Bjos

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Creio que este trecho seja tranquilo, dizem que o perigoso é ir a Uyuni via Sucre.

 

As informações que eu coletei aqui no fórum das dicas dos colegas são essas:

SCLS-Cochabamba, 16h de viagem, ônibus todos os dias até às 22h30

Oruro-Uyuni, ~9h de viagem, terças e sextas 15h30 (Expresso del Sur) 101 bs Executivo / 52 bs salón

quartas e domingos 19h (Wara Wara) 86 bs Executivo / 40 bs salón Hotel Avenida

 

Não achei nada ainda sobre o trecho Cocha-Oruro, infelizmente.

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Quando estiver em Cochabamba informe-se na rodoviária, com certeza deve ter ônibus até Oruro. Cochabamba está proximo de Oruro. Na Bolívia não é dificil encontrar ônibus.

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Fala galera!!!

 

To com o mesmo problema da Pat... o meu roteiro original é Santa Cruz - Sucre - Potosi - Uyuni, porem ouvi falar muito mal a respeito do trajeto Santa Cruz/Sucre entao estou pensando em mudar o que vcs acham fazer Santa cruz - Cochabamba - Oruro - Potosi - Uyuni????

 

Qualquer informação a respeito destes trajetos fico agradecido

 

Abraço a todos :D

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Fazer Oruro-Potosí-Uyuni me parece fria. Você vai gastar um tempão subindo até Potosí, já que é em plena região andina, e não vai fugir da péssima estrada Potosí-Uyuni. Melhor pegar o trem que sai de Oruro para Uyuni, dizem que é uma viagem bastante bonita e é um modo bem seguro de viajar.

 

As informações que eu tenho no meu roteiro (pretendo ir em julho deste ano) com relação ao trajeto Santa Cruz - Uyuni são essas:

 

SCLS-Cochabamba, 10h de viagem, 30-40 bs

Empresas: Exp. Cochabamba, 7h30~9h/18h~20h30/21h~21h30/22h

Exp. Latino, 8h~9h/19h45~21h/21h30

Flota America Unidos, 6h30~7h45/9h~16h30/18h45~20h30/21h

Flota Bolivar, 18h~19h/20h~20h30/20h45/21h

Flota Bolivia, 19h30~20h30/21h30

Flota Copacabana, 8h30~19h30

 

Cochabamba-Oruro, 4h de viagem, ônibus a cada meia hora das 5h às 23h

Empresas: Air Bus Coral, 4h30~8h/16h/17h30/19h30/20h/21h30

Danubio, 4h30/5h30/6h30/7h30/8h30/9h30/14h/16h/18h/19h30/21h/22h30

Terminal de Cochabamba: Av. Ayacucho esquina com Tarata. Tel: (591-4) 423-4600

 

Oruro-Uyuni, 7h de viagem, via trem

Empresas: terças e sextas - saída 15h30 chegada 22h20 (Expresso del Sur) 101 bs Executivo / 52 bs salón / 33 bs popular

quartas e domingos - saída 19h chegada ~2h20 (Wara Wara) 86 bs Executivo / 40 bs salón / 31 bs popular

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Olá Pessoal!

Vou está em La Paz no dia primeiro de janeiro e gostaria de ir para Oruro neste dia. A minha dúvida é se neste dia haverá funcionamento do trem, já que será o dia primeiro de janeiro e no Brasil nada funciona neste dia. Obrigado!!!!

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Olá pessoal.

 

Pretendo sair de La Paz e ir para Uyuni via onibus->trem. Irei fazer o passeio de tres dias pelo Salar e retornar para La Paz. Vi que no passeio pelo Salar pode-se voltar direto para Uyuni, chegando por volta de 18hs.

Dúvida: Alguem que já fez esse "esquema" sabe qual o horário do trem para voltar a Oruro?! Não sei ainda se durmo em Uyuni e volto no dia seguinte cedo, (se tiver horário) e tentar voltar de onibus para La Paz no mesmo dia, ou se tiver horário de trem a noite, volto a noite e durmo em Oruro. Qual a melhor opçao para voces?

 

Obrigada!

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Olá pessoal.

 

Pretendo sair de La Paz e ir para Uyuni via onibus->trem. Irei fazer o passeio de tres dias pelo Salar e retornar para La Paz. Vi que no passeio pelo Salar pode-se voltar direto para Uyuni, chegando por volta de 18hs.

Dúvida: Alguem que já fez esse "esquema" sabe qual o horário do trem para voltar a Oruro?! Não sei ainda se durmo em Uyuni e volto no dia seguinte cedo, (se tiver horário) e tentar voltar de onibus para La Paz no mesmo dia, ou se tiver horário de trem a noite, volto a noite e durmo em Oruro. Qual a melhor opçao para voces?

 

Obrigada!

 

Os trem geralmente saem por volta das 23:00 ou meia noite. Tem as opções de ser o cruzeiro del sur ou expresso Wara wara, fazem em dias alternados. Fui agora em outubro e peguei o expresso del sur a meia noite num sábado. O wara wara sai as sextas as 23hs. tem os outros dias da semana tb. A classe backpacker custa 101 bolivianos e são poucos lugares.. por isso assim que chegar vá reservar a sua.. a bilheteria abre uma hora antes.. rsrsrsr

 

Se der azar e no dia que vc chegar não tiver trem, e se tiver muito cansada do deserto é melhor dormir e pegar no outro dia.. Dizem que o trajeto de uyuni-la paz de onibus é terrivel... por conta das estradas. Vc chega quebradaço.. alguns amigos meus reclamaram..

 

Beijos

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olha eu fiz o trajeto inverso, La paz-Uyuni de bus, a parte proxima a Uyuni o bus pula e balança pra tudo q é lado mesmo, mas eu tava tao cansado q nem sentia direito ahahahah, realmente se vc tem a opçao de ir de trem ate oruro e de la seguir de bus para la paz vale mais a pena mesmo, mas tem bus q sai de Uyuni para La paz todos os dias la pras 20 horas a uns 80 bolivares +/-, como vc so vai dormir bem mais tarde, da pra encarar pq ai o trecho ja melhora e da pra dormir no bus tranquilamente!

 

abraços!

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    • Por Paola Rafaelly
      12/12- SUCRE
      Fala gente! Vi que já tem uma galera acompanhando o relato e fico muito feliz de saber que estou ajudando alguém  Então, tentarei escrever o relato em até dois meses, afinal, quero escrever tudo bem detalhamente com preços e tudo mais, e sei que é bem chato ficar esperando um relato muito tempo. 
      Eu esqueci de falar que nós levamos todo nosso dinheiro em dólar, porque vale mais a pena, o real não compensa muito lá fora. Indico também trocarem o dinheiro aos poucos, porque você corre menos risco de perder dinheiro. Pra vocês terem noção, trocávamos nosso dinheiro aos poucos e pagávamos R$3,30 mais ou menos e quando fomos trocar da ultima vez, pagamos R$3,45, imagina quanto dinheiro não vai nesses 15 centavos.
      Bom, dito isso, vamos lá. Chegamos em Santa Cruz 1h20 e o nosso voo para Sucre seria só 11h. Passei as 10h mais entediantes da minha vida, tentando dormir naquele banco duro do aeroporto, mas sem sucesso né. Dada a hora do embarque, fizemos o check-in, foi bem tranquilo, mas façam com antecedência porque ouvi falar que sempre tem muita fila. Nós voamos com a Amaszonas e gostei da de voar com a companhia. O avião estava cheio com todos os bancos ocupados. Foi servido apenas um café com leite, mas não esperava mais que isso, eu tava na maior larica e o cafezinho deu pra dar uma enganada, uma dica é sempre levem uns snacks do Brasil, a larica vai bater e você não pensar duas vezes antes de gastar aquela grana no aeroporto. Por sorte, ainda tinha sobrado algumas comidinhas na mochila e eu comi. O voo durou uns 40min ou menos, foi bem rápido.

      Dica: Eu indico comprar a passagem aérea para Sucre, vi em muitos relatos que as estradas da Bolívia não são muitos boas e até um pouco perigosas, sem contar que a viagem é bem demorada, então invistam nisso. Compramos ainda no Brasil.
      Chegamos em Sucre e detalhe: não tínhamos nenhum boliviano, porque pensamos "ah, vamos deixar pra trocar dinheiro no aeroporto de Sucre" maior erro que cometemos. Quando chegamos no aeroporto e fomos procurar uma casa de cambio, NÃO TINHA NENHUMA! Nós fodemos legal haha Ficamos besta de como um aeroporto não tinha uma casa de cambio, e pior é que o aeroporto ficava no meio do nada, não tínhamos pra onde ir hahaha 
      Então, lá fomos nós procurar um taxista que aceitasse dólar ... Achamos um que estava cobrando Bs.60 e acabamos fechando por $10 (obvio que perdemos dinheiro). Depois de uns 20min. chegamos a Plaza de Armas. Como eu já tinha baixado o mapa da cidade e eu já tinha um hostel em mente, então foi fácil encontrar o lugar- se o mapa não tivesse nos levado para o lugar errado- mas depois de tanto andar, encontramos o bendito hostel. Ficamos no Kutur Berlin, super indico esse hostel galera, foi bom e barato, bem localizado e já tinha café incluso (melhor café da manhã da viagem). 
      Deixamos nossas coisas, tomamos uma ducha, fomos trocar dinheiro e finalmente comer. Eu estava quase desmaiando de fome, encontramos um restaurante bem legal (e barato ). Se chama Condor cafe, é um lugar bem aconchegante. Comprei um pastel de queso (com uma massa bem diferente do nosso pastel hahaha) e um refrigerante com aparência de xixi e gosto de guarana. 

       
      Depois fomos numa loja comprar agua e uma batatinha (que eu odiei). Fomos passear um pouco pela cidade e devo dizer que eu não dava nada pra Sucre, mas cheguei lá e me encontei pela cidade, ela é bem charmosa, vale a pena ficar um dia na cidade e conhecer seus principais pontos. Fomos no mirador de la Recoleta e em um outra praça, cujo nome não lemro. Fomos numa especie de parque dos dinossaouros (não é aquele pago), eu não sei porque, mas os bolivianos tem um apego com dinossauros, que eu não compreendo hahaha Depois fomos só andando e admirando a cidade. Fomos ao mercadão e acabamos comprando umas uvas com uma venderdora muito simpatica, que até nos deu umas uvas de brinde. 

      Eu queria ter mais fotos da cidade pra mostrar pra vocês, mas não vai ser possível e mais tarde eu conto o porquê. 
      Cuidado com o que vocês vão comer desse mercadão, porque os Bolivianos no geral não são muito higiênicos e algumas coisas são meio duvidosas. Se for comprar frutas, lave muito bem. Por exemplo, tinha uma mulher arrumando o cabelo da filha do lado das carnes (que também estavam com um cheiro bem estranho ). Então, fiquem espertos.
      Fomos procurar um lugar pra comprar nossas passagens para o Uyuni, a ideia inicial era comprar direto no terminal, mas não valia muito a pena porque teríamos que pagar o táxi, então íamos acabar gastando mais. Compramos no nosso hostel e pagamos um preço Ok, pagamos até mais barato do que havíamos planejado  Compramos pro dia seguinte as 18h.
      Fomos pra Plaza a noite e como estava no mês natalino a Plaza estava linda, toda iluminada <3 Ia ter meio que uma festa no hostel mas eu preferi dormir, porque eu estava morta. Dormi tão bem que nem ouvi o barulho da festa haha Já no outro dia, tomei aquele café da manhã divino do Hostel, como lá também é um restaurante, então o café da manhã é TOP. Acabei conhecendo o Tomek, da Polônia e a Francesca, da Alemanha. Ficamos conversando um bom tempo e a Francesca nos eu varias dicas do Uyuni. Saímos pra conhecer mais da cidade, mas eu já estava meio cansada da cidade, pois já tinha conhecido tudo lá  Almoçamos no hostel mesmo, encontramos o Tomek e almoçamos juntos. Não, e que almoço top hein haha Comi sopa como entrada (é sempre sopa), depois batata, arroz com mais alguma coisa, um refresco de Gergelim (horrível) e de sobremesa foi uma salada de frutas, adorei. 
      Como não tínhamos nada pra fazer, jogamos Uno com o Tomek e foi bem divertido (Uno uni as pessoas, já to avisando ). Tomek nos levou em um Cafe muito legal, que eu amei de verdade, se eu pudesse voltaria lá agora. Era uma loja de chocolate mas também uma cafeteria. Parece que eu experimentei o chocolate de verdade, o lugar se chama Para tí, se puder, vá nesse lugar.

       
      Já estava dando nosso horário, então fomos arrumar nossas coisas. Infelizmente não conseguimos nos despedir do Tomek, então tivemos que ir. Fomos pra Plaza para encontrar um táxi e acabamos encontrando um Brasileira, chamada Nádia e foi muito bom encontrar alguém da minha terra (e eu nem sabia que estava com saudades), ficamos um bom tempo conversando e quando percebi já estava um pouco atrasa para o embarque, então fomos comprar água e achar um táxi.
      Fiquem espertos com os táxis, pois assim que eles veem que você é turista,  já aumentam o preço. Eu indico perguntar sempre antes pra alguém ou algum nativo, quanto custa o táxi, porque assim você vai com o preço em mente. Se eles jogarem um preço muito diferente, já fala "no, no voy pagar eso, tengo poca plata" e ameaça ir embora, ele abaixam o preço rapidinho . Sempre pechinche, dá certo na maioria das vezes. Pegamos o táxi e depois de uns 15min chegamos. Parecia uma guerra, todo mundo gritando no seu ouvido, tentando te puxar pra agência deles haha é horrivel, foca no que você quer e não dá corda pra ninguém la hahaha chegamos no guichê pra pegar nossas passagens, comprem a passagem sempre com antecedência (pelo menos um dia antes) porque essa companhia (aviação 6 de Octubre) é a única que faz o trajeto direto pro Uyuni, então lota bem rápido.
      Pagamos a taxa do terminal e ficamos esperando dar o horário, nesse meio tempo conhecemos o Vicent, da França. Muito simpático, ele disse que ia pra Cusco na mesma época que a gente, então já trocamos contatos e combinamos de nos encontrar lá. Dado o horário nos despedimos dele e fomos pro ônibus. Tivemos que rodar o terminal inteiro pra encontrar a bosta daquele ônibus, que não estava no lugar indicado na passagem. Bolivia é terra sem lei galera, tivemos que ir pedindo informação até achar o bendito ônibus. Encontramos e fomos encarar 11h de viagem.
       
      GASTOS:
      Táxi: $10 
      Câmbio: $1= Bs.6,90 (Trocamos $165= Bs.1137)
      Água: Bs.5
      Batata: Bs.5
      Pastel de queso: Bs.9
      Refrigerante com aparência de xixi: Bs.6
      Uvas: Bs.20 
      Passagem pro Uyuni: Bs.80
      Almoço: Bs.23
      Café: Bs.9
      Água: Bs.6
      Táxi para o terminal: Bs.12
      Taxa do terminal: Bs.2,50
       
       
    • Por paulodasilva
      Boa tarde amigos, venho relatar aqui a viagem de 29 dias que minha namorada e eu fizemos por 4 países. Depois de muito pesquisar aqui no site acabamos fazendo o seguinte roteiro:
      Santa Fé, Mendoza, Santiago, La Serena, Antofagasta, San Pedro de Atacama, Iquique, Arequipa, Cusco, Puno, Copacabana, La Paz, Potosí, Uyuni, General Guemes, Alegrete.
      Somos de Porto Alegre e fizemos a trip com um Gol 1.000, sem direção hidráulica mas com um ar condicionado que funciona perfeitamente, chamamos o auto de "El Tanque". No total foram 11.070 Km, 17 hoteis/hostels/pousadas, 4 países, uma infinidade de novos amigos. O custo total ficou por volta de 17 mil reais, 8.500 para cada, levamos 2.900 dólares em espécie.
      Dia 1 - Porto Alegre - Santa Fé
      Saímos de Poa dia 23/12/17 ás 6h da manhã, esse primeiro dia era um dos trechos mais longos da viagem, podem imaginar que quase não dormimos pois estávamos ansiosos para sair, foram alguns meses de planejamento e muitas dúvidas ainda pairavam pois não achei nenhum roteiro completamente igual ao que iríamos fazer. Malas no Tanque, check list feito e chimarrão na mão. Vamos lá!!
      O trajeto Poa até a fronteira muito tranquilo, a aduana estava vazia e foi muito rápido, mostramos passaportes, carta verde e segue o baile. Na Argentina que começaram algumas complicações, assim que entramos na Ruta 14 fomos parados pela polícia, uns sujeitos com roupas de milicianos nos pediram documentos e para ver o extintor de incêndio, então disseram que o mesmo estava vencido, na verdade ele venceria 31/12. Um dos sujeitos me levou para uma sala uns 200m do carro e outro ficou com minha namorada na porta do carro, lá dentro inventou mil histórias e tive que desembolsar depois de muito negociar, paguei 20 dólares. Ao longo desse trajeto fomos parados mais 5x, todas as vezes pediram as mesmas coisas e nenhum deles falou que o extintor estava vencido, nessas outras 5 paradas os policiais que nos pararam estavam com coletes verdes e nos pareceram mais "sérios" que aqueles primeiros que tinha roupas de militares e cara de malandro.
      Chegamos em santa fé já era noite e ficamos num hotel que havia reservado pelo booking, no outro dia sairíamos cedo novamente e o trajeto também era longo.
       
      Dia 2 - Santa Fé - Mendoza
      Acordamos cedo novamente e na recepção do hotel encontrei um casal de brasileiros que estavam sem dinheiro porque haviam pago tanta propina na estrada que não sobrou quase nada, então fiquei um pouco mais aliviado por ter sido extorquido apenas 1 vez, pois passei o caminho todo com raiva daqueles primeiros policiais.
      Saímos 7h com destino a Mendoza, lá ficaríamos 2 dias. Aqui algumas considerações: não tínhamos interesse em visitar vinícolas, pode parecer estranho pois a região é propícia, mas a verdade é que no RS acabamos visitando tantas na Serra que acaba que o processo é todo o mesmo; nas vinícolas os preços de vinhos são na maioria das vezes mais caros que no mercado da cidade e pq estaríamos dia 25/12 lá, feriado, então poucas estariam abertas. Nosso estilo de viagem é mais lado B e conhecer pessoas.
      Caminho cansativo, alguns pedágios, mas termina na Ruta 7, aí quase dorme no volante. A estrada toda duplicada e desemboca dentro de Mendoza. Chegamos estava anoitecendo, era noite de natal e estava absolutamente tudo fechado, então acabamos comendo num restaurante bem "pega turista" no centro da cidade, menu de natal que era caro e ruim, mas estávamos cansados mesmo, comemos e fomos dormir.
      Dia 3 - Mendoza
      Finalmente acordamos em um horário "digno" e fomos conhecer a cidade, praças e afins. Como estávamos quase sem Pesos e as casas de câmbio estavam fechadas, resolvi ir sacar dinheiro em um caixa eletrônico, sempre libero meu cartão (débito e crédito) no exterior, assim qualquer aperto consigo dinheiro, eis que a máquina engole meu cartão que "nunca mais voltou" (nessa parte imagina o Tim Maia cantando), fiquei apavorado, era o cartão que levamos com limite mais alto, que seria fundamental em qualquer imprevisto mecãnico, médico ou sei lá o que. Bom, passado a frustração e depois de 10 chutes na máquina fui cancelar o cartão e pensar em plano B. Lembramos que o NuBank vc consegue gerar boletos sempre que quiser, assim poderíamos gerar, pagar e liberar mais crédito sempre que precisasse.
      Resolvido o drama fomos finalmente passear, fomos nas 5 praças menores e no parque da cidade, parque General San MArtin  tem inclusive um estádio de futebol no meio, muitas famílias fazendo assado e tentando diminuir o calor nas sombras do mesmo. Foi muito legal e nos divertimos conhecendo o gigante parque, apenas uma loja de conveniência estava aberta, então compramos vinho, água e alguns petiscos e curtimos o feriado.
      Nota: Numa viagem dessas abridor de garrafas sempre é útil.
       



    • Por carlos.alberto1
      Olá a todos, vou relatndando aqui alguns detalhes dessa trip durante a viagem mas quando chegar vou colocar um relato mais detalhado.
       
      Se alguém tiver alguma dúvida sobre esses trechos que passei, dúvidas sobre essas estradas para montar algum roteiro ou quiser trocar uma ideia pode entrar em contato no e-mail [email protected]
       
      1° dia: saímos de Goiânia as 8 horas da manhã e chegamos em Rondonopolis no MT as 17 horas. Em geral as estradas muito boas, depois de Minérios apenas pista simples além de muitos caminhões pesados. Na cidade tivemos dificuldade para achar um hotel na rodovia mas no centro havia muitas opções. Apesar de um dia cansativo, no final da tarde tivemos uma boa surpresa com o mirante da chapada.

    • Por henriquefarage
      Entre julho e novembro de 2017 parti pra uma viagem sem muitos planos, com pouquíssimo dinheiro, sem experiência e com passagem apenas de ida pra Bolívia. Foram quatro meses de viagem com muito aprendizado e muitos perrengues pra contar. Não sou muito adepto ao estilo "mochileiros" de relatar viagens. Nunca pensei em fazer este relato, mas acho que de alguma forma posso contribuir com alguma informação útil para os futuros mochileiros que passarem por onde passei. Sendo assim, não esperem fotos, preços (até porque nunca anotei essas coisas), tantos detalhes minuciosos do que comi, que horas fui no banheiro, qual papel usei. Enfim. Vou tentar ser bem objetivo na medida do possível.
      Destino: eu só queria viajar por algum lugar legal aqui na América do Sul pela proximidade e custos também (era minha primeira viagem assim, e sozinho). Então "joguei a roleta" e vi qual seria a passagem mais barata. Resultado: Santa Cruz de la Sierra, Bolíva. Com o destino definido, pensei no que fazer quando chegasse lá. Me cadastrei no Workaway e procurei um hostel pra trabalhar em qualquer cidade por lá. A primeira que me respondesse eu iria. Deu Cochabamba.

      Preparativos: saí de Vitória/ES com uma Mochila de 50L e uma pequena que usava na faculdade com notebook (jamais levem um notebook em um mochilão) e algumas roupas. Como aqui não faz frio, e nunca usei botas na vida, acabei comprando uma jaqueta impermeável com fleece dentro, um par de botas, uma capa de chuva pra mochila e um cobertor de viagem (tudo na Decathlon). Levei alguns remédios (um monte, porque não sabia quanto tempo ficaria viajando), RG, carteira de vacinação e foi isso.
       
      Bolívia: ainda não tinha muita noção de se locomover de um lugar pro outro, de distâncias e tal, pouco antes da viagem consegui um Couchsurfing em Santa Cruz. Então cheguei, passei uma noite lá, e no dia seguinte peguei o ônibus pra Cochabamba. Em Cocha trabalhei duas semanas no Jaguar House Hostel. Adorei a cidade, o clima, a organização. Aproveitei esse tempo pra pensar no próximo destino. Conheci bastante gente e todos iam pra La Paz. Mantive contato com um pessoal e me falaram que lá tinham party hostels que sempre precisava de voluntários. Escrevi pro LOKI e Wild Rover. O Wild Rover pareceu mais organizado, então acabando meu voluntário em Cochabamba fui direto pra La Paz atrás desse hostel. Cheguei de madrugada, paguei uma diária, e no dia seguinte já fazia parte da equipe. Passei quase 3 semanas trabalhando no Wild Rover La Paz. Experiência incrível, e que ainda me deu direito a fazer a Death Road de graça pela agência que fica na entrada do hostel (Altitude Biking). Pensei em fazer a tour do Uyuni mas eu não estava preparado pra tanto frio então deixei pra quando (se) voltasse. Nesse tempo meu próximo destino já tava definido: Cusco. Fui no terminal comprar passagem e já não tinha mais. Tentei Arequipa, também não tinha. Comprei pra Copacabana onde passaria uma noite e pegaria o ônibus no dia seguinte pra Cusco. Só que em Copacabana conheci um chileno muito gente boa e aí acabei indo com ele pra Isla del Sol acampar lá em cima, onde tem o bosque de eucaliptos e tal. Depois dessa aventura voltei pra Copa e mais tarde peguei o ônibus pra Cusco.
       
      Peru: Em Cusco eu sabia que precisava ganhar dinheiro se quisesse seguir viajando porque já tava ficando sem nada. Como não tinha nada planejado (óbvio), fui direto pro WIld Rover Cusco, falei que tinha trabalhado no de La Paz e pedi uma diária grátis. Usei essa diária apenas pra conversar com os managers e pedir pra trabalhar lá também. Eles pegaram minha referência de La Paz e no dia seguinte já comecei a trabalhar lá também. Enquanto trabalhava no Wild Rover saí pra buscar emprego na cidade, com classificados na mão e tudo. Em uma semana consegui emprego na agência de turismo Wilka Travel, onde fiquei por 40 dias. Neste tempo consegui vivenciar mais a rotina do cidadão cusqueño e me integrar a cultura daquela cidade. Com o salário consegui sair de hostel e alugar um quartinho modesto em San Blas e ainda aproveitar pra fazer alguns tours (pela agência conseguia descontos e gratuidades).
      Ainda em Cusco comecei a pensar nos próximos destinos e decidi que iria subindo ao norte até chegar na Colômbia. Infelizmente isso nunca aconteceu porque descobri que teria de voltar pro Brasil em algum momento antes do ano acabar, então tive que comprar uma passagem de volta com certa urgência. Comprei com saída de Buenos Aires. Eu teria uns 2 meses pra me virar pra chegar em Buenos Aires. Foi uma decisão difícil porque Chile e Argentina a essa altura da viagem já estavam bem distantes dos meus planos por serem países bem caros pra mochileiros. Mas fazer o que?
      Antes de sair do Peru dei uma passada rápida em Arequipa porque havia combinado com uma amiga de assistir um jogo do Peru x Colômbia lá no Wild Rover Arequipa. Passei três dias na cidade e não fiz tour nenhum simplesmente porque machuquei meu dedão na primeira noite (bêbado). De lá decidi que voltaria a La Paz pra trabalhar mais uns dias no Wild Rover, economizar uma grana, e e depois seguir pra Uyuni. Peguei um ônibus de Arequipa até Desaguadero, cruzei a fronteira caminhando, e peguei um trufi até La Paz.
       
      Chile: Mais uns 10 dias em La Paz (já era final de outubro) e eu ainda tinha que cruzar mais algumas fronteiras até chegar em Buenos Aires. Segui pra Uyuni, fiz o tour até a fronteira com o Chile e fui pra San Pedro de Atacama. Foi uma mudança brutal de preços pra quem estava por Peru e Bolívia, e eu certamente não tava preparado pra isso. Passei (acho que) três noites em um hostel lá apenas tentando Couchsurfing. Consegui em Viña del Mar. Assim que confirmei pensei "como chegar em Viña del Mar?". Carona, claro! Já tinha escutado que caronas são relativamente tranquilas no Chile. Então fui de San Pedro de Atacama até La Serena pegando carona atrás de carona. Como não tinha barraca pra dormir na estrada, acabei tendo que pegar um ônibus por 4 horas de um ponto ao outro pra ter onde passar a noite (pagos no cartão de crédito porque já não tinha mais dinheiro em espécie). Passei uns dias em Viña, aproveitei pra conhecer Valparaíso, até que conseguium Couch em Santiago. Consegui fácil. Acabei pegando um ônibus pra lá porque a distância é curta e a passagem barata. Passei mais uns dias em Santiago pensando como faria pra cruzar a fronteira e consegui carona com um Couchsurfer que viajava de carro. Consegui ainda um Couch em Córdoba e precisava dar um jeito de chegar lá.
       
      Argentina: chegando em Mendoza, achamos um hostel barato (já que não consegui Couch) e na manhã seguinte minha carona seguia pro norte enquanto eu ia pra beira da estrada pegar carona. Acho que foi a carona mais difícil de conseguir de toda minha viagem. Era madrugada quando o caminhoneiro me alertou que, apesar de ir pra Córdoba, iria me deixar 100km antes porque era um horário perigoso demais pra chegar no ponto que ele iria parar. Como disse, não tinha barraca e praticamente sem dinheiro em espécie, passei a noite numa loja de conveniência do posto de gasolina que tinha nesse lugar que ele me deixou. Na manhã seguinte, consegui rápido uma carona pra Córdoba. Passei uns dias lá, consegui um Couch em Rosário, então saindo de Córdoba foi pé na estrada mais uma vez até conseguir carona pra Rosário. Em Rosário minha Couch me tratou como um rei, me deu várias dicas e tal. Ali já faltava perto de uma semana pro meu vôo e só precisava de uma última carona pra chegar até Buenos Aires. Conseguindo um Couch, me mandei pra estrada e, outra vez, foi uma carona bem chata de se conseguir. Desci muito longe da cidade, tive que pegar um trem gratuito, achar meu Couch à noite etc. Mas no final deu tudo certo. De lá foi só aproveitar os dias na cidade e voltar pro Brasil.
       
      Dicas aleatórias básicas: Sou totalmente contra o "dá pra se virar bem com português". Dá pra sobreviver, vivenciar experiências não. Então aprenda o máximo de espanhol que puder antes de fazer uma viagem assim. Meu inglês é bom (pra trabalhar em hostel é fundamental) e meu vocabulário de espanhol era muito bom também, entendia tudo mas faltava segurança pra tentar falar. Ao longo da viagem fui me soltando e aí tudo ficou ainda melhor. Conheci muitos brasileiros que não sabiam falar outro idioma e todos se diziam muito arrependidos porque acabaram perdendo muita coisa na viagem (proximidade com locais, negociações, interação com outros viajantes); Respeite a altitude (La Paz, Cusco, etc): você nunca saberá como vai reagir a isso até chegar lá e sentir. Tem gente que não dá nada, outros ficam morrendo dois dias no quarto do hostel com médico atendendo. Na dúvida, melhor não programar nada que requer esforço físico nos primeiros dias; Respeite a cultura local, tente aprender o mínimo de costumes e tradições de onde você estiver visitando; quando for pegar carona saia o mais cedo possível, por volta das 5h, pra estrada; tenha dinheiro trocado se tiver pegando carona pela Argentina porque pra pegar ônibus municipal é necessário ter um cartão (que obviamente você não vai ter), e sem ele o que dá pra fazer é pedir pra alguém passar o cartão pra você e você pagar em dinheiro; pedir desconto é normal no Peru e Bolívia, mas antes de começar a chorar, avalie se o valor do pedido não é justo, e principalmente, se aqueles trocados de desconto vão te fazer falta (quase sempre o vendedor precisa muito mais dessas moedas do que você, viajante); viajar tem seus riscos, mas não se esqueça de onde você vem - o Brasil é um país extremamente perigoso, então acho que há um exagero quando se fala em riscos, assaltos, etc entre viajantes brasileiros. Nunca usei doleira pra nada, minhas coisas ficavam guardadas no locker do hostel, sempre caminhei em todos os horários do dia e noite no Peru e Bolívia e nunca passei por nenhuma situação de perigo; Se puder faça seguro viagem, eu não fiz e não precisei, mas não é raro ver gente com braço quebrado em La Paz por conta da Death Road, ou que passou muito mal com altitude. Em Buenos Aires uma amiga caiu da cama do hostel, precisou ser hospitalizada e essa brincadeira custou em perto de 2 mil reais. Nunca se sabe o que pode acontecer, né? Enfim, se lembrar mais coisas importantes vou complementando.
       
      Bom, minha viagem foi basicamente isso aí. Quem tiver perguntas/dúvidas sobre os lugares/pontos de carona/qualquer coisa assim fique à vontade pra mandar mensagem inbox ou aqui no tópico mesmo que tentarei responder da melhor forma possível.
      Em 15 dias volto pra Cusco pra trabalhar na mesma agência de turismo, então quem tiver planejando ir pra lá nas próximas semanas pode entrar em contato também
    • Por marcelo.sobata
      Oi, pessoas! Tudo bem?
      Estou indo fazer Bolívia, Chile e Peru em Janeiro de 2018.
      Iniciaremos em Santa Cruz, iremos de avião para Sucre e depois de ônibus para Uyuni.
       
       
      Já compramos o aéreo entre Sta Cruz e Sucre, e estamos querendo já garantir o ônibus Sucre - Uyuni.
      Vimos alguns relatos que citam o site Ticketsbolivia.com.bo, mas não achei muito confiável.
      Alguem aí já usou esse site pra comprar trechos de ônibus?
      Se não, é de boas chegar em Sucre de manhã e correr pra comprar passagen pra Uyuni partindo no mesmo dia?
      Obrigado!
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