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Toronto, Quebec, Montreal, Niagara Falls e Ottawa - Viagem on-line

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Estou iniciando hoje mais uma viagem de férias e como de costume vou postar on line dentro do possível,

Iniciei ontem num voô da TAM saindo do Rio, escala em Nova York no JFK e depois mais 1:30 até Toronto. Ele chega as 7:30 da manha no JFK, tem aquela enorme burocracia americana que te consome umas 2 hrs, e cheguei em Toronto as 12:40 de domingo. A imigração canadense é super tranquila. Apenas as perguntas básicas e pronto.

 

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Reservei pelo booking.com o hotel Isabella Suites, afastado do centro mas bem próximo a estação Sherbourne do Metro. Ja neste primeiro dia percebo que Toronto é uma cidade cara. Este hotel 2 estrelas afastado do centro custou 489 CAD para 5 noites. É bonzinho, mas é 2 estrelas.

 

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O Aeroporto não tem metrô. Então as opções são o trem da UP que custa CAD 27 ou comprar o Token, que são umas moedinhas de transporte que valem para 1 viagem, com uma extensão de trem, metro ou Streetcar, que é o tram deles aqui. Tipo bilhete único custa 2,95CAD. No Aeroporto não achei agencia da TTC, que é o orgão de transporte local, mas comprei 5 moedinhas na casa de câmbio Trevellers que as vende por ali. Saia do terminal e procure o Õnibus 192 Airport Rocket para estação de Metrô Kippling. Leva 10 minutos.

 

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Chegando em Kippling temos acesso ao Metrô de Toronto e me perguntei? Estou no Canadá mesmo? Eta metrozinho safado. Sujo, com gente pedindo dentro da plataforma, sem indicação de nada...um lixo. Dos piores que já conheci. E pra comlpletar uma obra neste fim de semana interrompeu um trecho que passou a ser de ônibus. Aí eu chorei....com minhas 2 malas pesadas....subindo estação sem escada rolante....não consegui sentar e fiz todo o trecho em pé, Se soubesse pagava os 27 do trem....E o trecho do ônibus passava por cada gueto de assustar...mas depois de 1 hora cheguei no hotel...detalhe -4 graus celsius,,,Andar os 100 metros até a estação foi um suplício.

 

 

Depois pra completar o dia peguei o metro até a Union Station e fui andar aleatoriamente....pelo undergraund que é uma serie de passarelas por baixo da cidade, que eles chamanPATH. Como era domingo, tava tudo fechado então resolvi meter a cara na rua e pagar um bondinho para ir a Chinatown cumprir a etapa das quinquilharias.

Para ir lá pegue na estação Union Station o Street car SPADINA STREET, salte em um dos vários pontos na Chinatown e boas compras. Mas já adianto que para Chinatown é caro em relação a outras similares. Mesmo assim é ponto obrigatório na visita. Se pesquisar acha buginganga legal a preço bom.

 

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Depois começou a nevar então cheguei ao fim do dia...Não foi um começo dos melhores...mas estou esperançoso,,,amanhã comento mais....

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Segundo dia - Casa Loma, Royal Ontario Museum e Dundas Square

 

Eu já havia comprado pela Internet o Citypass de Toronto. Em Chicago tinha usado e funcionou bem, pois os descontos são bem interessantes. Tempo frio e nevando hoje de manhã, portanto preparei um roteiro indoor. Primeira parada foi a Casa Loma, um castelinho que parece a casa do Drácula, foi construido em 1911 por um milionário local, que morou ali por 10 anos e depois teve que passar adiante porque faliu. A atração vale muito a pena. O acervo é bem conservado e não vi necessidade de Audiguide para entender a história. De metro, salte na estação Du Pont da linha amarela, suba a pé a Spadina St até uma escadaria. Suba a escadaria e já chegou. É muito interessante o local. O passeio com bastante calma leva hora e meia.

 

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A próxima parada é o ROM (Royal Ontario Museum). Pegue o metro na estação Du Pont e siga no sentido Sul e salte na estação St George (apenas 2 estações dali). O Museu é logo adiante na Yonge ST. É um Mega Museu nos Padrões do Metropolitan de NY e do Field Museun de Chicago, só um pouco menor. Mas gostei muito. Cada vez que visito um destes museus fica mais vidrado neles. A ala chinesa deste é um show. Tem a ala canadense, claro, egipcia,grega,romana e por aí vai. Superou minhas expectativas....Reserve umas 3 horas para ver com calma

 

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Saindo dali lá pelas 4 da tarde, fui terminar o dia na Dunda Square, que é o Times Squa.re deles, mas não chega nem perto. Ali tem o Eaton Centre, o maior shopping da cidade, mas é daqueles que se olha, olha e não compra nada. Os preços são proibitivos por ali. No máximo um Cappucino e um pedaço de pizza na praça de alimentação, que alias como toda Toronto é uma babel da melhor qualidade. Comida do mundo todo num só lugar.

 

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Por hoje foi isso aí. Amanhã o tempo vai dizer a minha direção.

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Terceiro dia - Ripley's Aquarium, Roger Centre, St Lawrence Marketing.

 

Minha intenção hoje era fazer toda a área da CN Tower, mas o tempo ainda não está cem por cento portanto a Cn Tower vai ficar para o último dia, que a previsão é boa. Comecei pelo Ripley's Aquarium, que é imperdível para quem tem crianças. O Aquario tem toda uma intertividade para o público infantil, mas nem por isso deixa de ser legal. Salta-se na estação de Metrô Union Station e vai andando pelo underground até lá. Levei mais ou menos 2 horas lá dentro. Muitos tubarões e vc passeia por um tubo, debaixo do tanque. Basicamente são centenas de fotos dos peixes. Ele faz parte do Citypass.

 

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Em frente ao Aquario tem a cervejaria Steam Whistle Brewery. Não cheguei a fazer o tour, apenas tirei algumas fotos do lado de fora, com muito custo pois o vento hoje resolveu aparecer.

 

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Por volta de 1 da tarde comprei o tour pelo Roger Centre, que é a casa do Blue Jays, time de Baisebol local.

O tour leva 1 hora e custa 16CAD. Valeu a pena. É uma super arena multi uso para cerca de 50.000 pessoas, super moderno com teto retrátil e uma serie de camarotes. O tour consiste numa explicação sobre a arena, visita ao local de mídia, os camarotes que são vendidos a 20.000CAD por temporada para cerca de 20 pessoas e pausa para fotos diversas.

 

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Terminei o dia no St Lawrence Market, que é um "mercado de peixe" mas com muito glamour. Quem é amante de seafood e queijo, ali é o lugar. Como não é minha praia, tirei as tradicionais fotinhas e fui adiante. Para se chegar lá a melhor opção é o streetcar que corta a King ST. salte próximo a Javri ST.

 

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Logo ao lado do St Lawrence tem o Flatiron Building, que é um predio com uma arquitetura bem diferente. Vale uma fotos. No final do dia passei na Union Station para comprar as passagens de trem para Niagara Falls.

 

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Quarto dia - Niagara Falls

 

Este quarto dia foi dedicado a um bate e volta a Niagara Falls. Optei por ir de trem. Comprei na véspera no guiche da Via Rail Canadá na Union Station por 72CAD ida e volta. A ida sai as 8:20 da manhã e chega em Niagara as 10:15 e volta as 17:45 chegando na Union Station as 19:30. Trem da Antrak excelente, porém sem Wi-Fi. O painel da Union Street indica o destino final dele que é Nova York.

 

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A estação de Niagara é um pouco distante. Muita gente pega taxi. Mas tem a opção do ônibus WeGo que faz um circuito turístico por Niagara Falls e custa 7CAD. Eu preferi ir a pé mesmo. São 25 minutos de uma caminhada super tranquila até o centro.

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O grande lance de Niagara Falls é que as Cataratas ficam literalmente na beira da rua. Não há taxa, basta ir andando e tirando as fotinhas.

Existem 2 quedas basicamente. As americanas que é uma queda direta no rio e a queda Canadense que forma um "U" e é a mais bonita.

 

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Aconselho primeiramente a fazer todo circuito a pé. Deve-se seguir até uns 500 metros adiante do Welcome Center.

Vai levar cerca de 1 hora e meia ou mais, sempre parando para tirar as fotinhas, com bastante calma, o passeio consiste exatamente nisso. Existem 2 passeios que são os mais procurados por quem vai lá. Ambos bem molhados.

Um é o Behind the Falls que é um passeio por trás das quedas em um caminho que fica atrás das quedas d'agua.

O outro, que foi o que eu fiz é o barquinho que vai até a "boca" das quedas, uma espécie de Macuco Safari, para quem já foi a Foz do Iguaçu.

 

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Este passeio é o mais indicado para quem tem tempo limitado. Leva 30 minutos e custa 24CAD. Um detalhe importante: Tudo aqui no Canadá tem o preço marcado e mais 13,5% de impostos. O passeio é bem menos radical que o de Foz, mas dá ótimos ponto para fotografia, que você não tem lá de cima. Vale a pena.

 

 

De resto é aproveitar o resto do tempo para passear na cidadezinha, que parece uma mini Las Vegas, só que menos, beeeeem menos.

 

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Aí vem a pergunta, qual é a mais bonita Niagara ou Foz. Eu acho que as propostas são diferentes. Em Niagara transformaram a natureza num business como muito bem sabem fazer os americanos. Em Foz o foco é realmente a natureza, o parque, a floresta. Particularmente acho as 2 um espetáculo da natureza, que quem tiver oportunidade deve visitar. Não conheço que não tenha gostado.

 

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Quinto e último dia em Toronto - CN Tower, Harbour, Toronto Island e Destilary District

 

Hoje neste último dia em Toronto, aproveitei o céu totalmente azul pela primeira vez desde que cheguei aqui no Domingo começando pela subida na CN Tower. Ótima opção ir logo de manhã, já que a visitação começa as 9hs. Pouco movimento e fácil de chegar no vidro e escolher as melhores posições para as fotos. O observatório tem 2 andares 1 com 360 graus e todo envidraçado e outro com possibilidade de chegar na "varanda", mas o vento frio é simplesmente insuportável. Pode-se também optar pelo restaurante com menu apartir de 55CAD. Tem também um observatório mais acima, só que paga um upgrade de 12CAD. Pra mim o do Citypass já foi suficiente.

 

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Dali fui a pé mesmo para visitar as marinas, é bem pertinho. Só atravessar o parque em frente a CN Tower passar por baixo de uma autopista e pronto. o Harbour Square estava vazio. Pouca gente e os principais passeios que saem dali, só funcionam apartir de maio. De maneira que aproveitei apenas para as fotos mesmo, mas tem muitos barzinhos que no verão devem "bombar".

 

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Aproveitei o tempo favorável para conhecer as ilhas de Toronto que ficam logo a frente do Harbour Square. É sem dúvida o melhor Skyline de Toronto. Com tempo bom não deixe de ir, com chuva o neblina, esqueça.

O Ferry boat, bem caído por sinal sai do Terminal que tem uma parada de streetcar próxima (Queem Ferry). O passeio custa CAD7,25 ida e volta e leva 15 minutos até a Wards Island (fora da temporada só para esta ilha. Na alta temporada tem ferry para 3 pontos distintos das ilhas. Fiquei por lá 1:30 hora, com um vento cortante, maltratando meus ouvidos, mas valeu a pena. As fotos ficaram sensacionais. A ilha é muito bonita também. Mesmo no inverno tem bastante opção de horário.

 

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Retornando ao Harbour, pequei o Streetcar até a Union Station, o metro até a King Station e depois outro StreetCar (504, acho) até a Parliament Street para conhecer o Distilary District. Da Parliament St é só descer uns 3 quarteirões.

O Distalary District é um daqueles locais revitalizados tipo Puerto Madero em Buenos Aires e espero que no Rio façam algo parecido...onde uma velha destilaria foi transformada em Galerias de Arte, misturadas com barzinhos e butiques da moda, em suma um "bairro Boutique" e logicamente caro. Se Toronto já não é barato, ali menos ainda.

Mas não deixe de tomar um Cappucino no Balzaq Bar por 4,80CAD que vale a pena.

 

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Minhas impressões finais de Toronto: Mega cidade, com metrô antigo e sujo, mas de uma maneira geral todo sistema de transporte é eficiente. Cidade segura, com casas sem grade e varias vezes andando pelas transversais vi casas com a porta aberta. Mas está longe de ser aquela maravilha de cidade perfeita que todo mundo imagina que são as cidades canadenses, possui vários "guetos" e os subúrbios tem um aspecto desagradável. Transito muito civilizado e um clima impiedoso. A cidade tem 4 meses de uma temperatura agradável e 8 meses de frio. O povo muito simpático, sempre pronto a ajudar as pessoas, a dar informação, etc...Para nós brasileiros é uma cidade cara.

Custos principais da minha passada por aqui

Hotel Isabella Suites (5 noites) CAD 490

Passe de transporte para 1 dia inteiro: 12CAD

Cappucino: em média 4CAD

Lanche no Mcdonald (Angus Meal) 13CAD

Refeição em Restaurante Médio: 30 a 40CAD, dependendo do prato.

Garrafa de água mineral no mercado (500ml) 2,50CAD

Citypass Toronto: CAD 76

Bem amanhã vou para Quebec de trem. Espero poder continuar postando

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Sexto dia - Viagem Toronto-Quebec

Hoje o dia foi todo dentro do trem. O ideal é fazer este trajeto de avião, mas as passagens domésticas por aqui são bem caras. Na época não encontrei nada por menos de 350CAD. Então fui de trem mesmo por 179CAD comprado pela internet no site da Via Rail. O trem sai as 6:40 da Union Station e chega em Montreal as 12:00, troca-se para outro trem e este sai de Montreal as 13:00 e chega em Quebec as 16:30. O problema foi o horário em Toronto porque o metrô so começa as 6:00 da manhã, de maneira que chega-se em cima da hora e qualquer erro, perde o trem. Não foi cansativo porque o trem tem wi-fi durante todo o itinerário de modo que fui botando as coisas em dia.

Outro ponto que tem de prestar atenção é o peso das malas. Na Europa isso não tem importância, mas aqui é feita uma pesagem na entrada e se tiver fora da tarifa que vc pagou paga mais 20CAD.

 

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Em Quebec reservei o hotel Au Le Petit hotel por 240CAD (3 noites) no Booking.com, O hotel é meio estilo albergue, com portaria fechando as 22hs, sem elevador,etc. mas o quarto é bonzinho, 2 estrelas como o outro. A internet até agora está excelente. O ruim é que é todo de madeira, então se ouve tudo do quarto ao lado. Mas nada é perfeito né...A grande vantagem é que ele é na cara do gol. Bem dentro da Haute Cité, dá pra andar tudo a pé. O ruim foi carregar uma mala 18kg citeé acima. A distancia da Estação era mais ou menos 1km, mas parece que foram 30.

Bem amanhã continuamos.

 

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Sétimo dia - Quebec Old Town - O sétimo dia foi totalmente dedicado a uma "andança" , mas andança mesmo, pelo centro antigo de Quebec ou Old Town. Basicamente o centro histórico se divide entre Cidade Alta e Cidade Baixa.

Como meu hotel fica na parte alta, comecei por ela indo direto ao Cartão Postal de Quebec. O Chateau foi construído pela Companhia de trens do Canadá, Pacific Railway para alavancar o turismo. Hoje ainda é um hotel de milionários, com extensa lista de hospedes famosos.

 

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Em frente ao Chateau, temos o Terrasse Dufferin uma enoprme passarela de uns 500metros onde se tem uma vista privilegiada do Rio São Lourenço ele liga o Chateau de Frontenac a uma escadaria chamada Promenade des Governeurs, que é um caminho que leva a planície de Abrahan.

 

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A Planície de Abrahan é um imenso parque, muito bem cuidado, perfeito para levar cachorro passear. Hoje ele estava praticamente com todos os caminhos cobertos de gelo, mesmo assim encarei um circuito de uns 2km e vários tombos. Andar no gelo requer técnica e iniciantes fatalmente vão cair, como eu.

 

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Já pela hora do almoço parei em uma cantina italiana, comi alguma coisa por 26CAD, que é o preço médio de almoço em restaurante para 1 pessoa, sem extravagancia. e parti para a cidade baixa. Em frente ao Chateau tem um

Funiculaire que leva a cidade baixa por 2,25CAD em 1 minuto. Ao lado tem a escadaria para quem quiser encarar.

 

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A cidade baixa é um conjunto enorme de ruelas com lojinhas diversas e bistrôs de todos os tipos, É andar, entrar nas lojinhas fuçar os produtos até achar alguma coisa interersssante pra se levar. Os artigos se repetem, custam praticamente a mesma coisa em todas as lojinhas, mas sempre aparece uma novidade. No final do Petit Champlain tem um mural muito interessante que vale a foto.

 

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Para encerar o dia fui fazer a travessia do São Lourenço para a cidade de Lévis. O Ferry sai de meia em meia hora, custa 3,55CAD cada "pernada" e leva 10 minutos. Em Lévis vale subir no Terrase de Levis (é uma outra escadaria infernal além de várias ruas "morro acima") para tirar as melhores fotos da Cidade de Quebec. Ali só vi isso, fiquei cerca de 1 hora tirei fotos de vários ângulos e retornei.

 

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Após isso fiquei andando aleatoriamente pelas ruelas, entrando em lojinhas, etc...o passeio em Old Town é isso, andar, entrar em lojas, tomar um cafe, andar mais um pouco e o dia passa

 

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Oitavo Dia - Parque de Montmorency e Cittadelle

Hoje praticamente a maior parte do Domingo foi no Parc Montmorency, que fica nos limites do município de Quebec, inclusive uma parte do parque fica no outro município. O parque é um lugar de lazer para os Quebecois, com muita natureza, trilhas, e cuja principal atração é a Queda d'agua de Montmrency (Chute de Montmorency) . Para chegar lá deve-se pegar o õnibus 800 no sentido Beauport e saltar no ponto final que fica na entrada do parque. São 40 minutos de ônibus e a passagem custa 3,23CAD pago direto no "cofrinho" que tem ao lado do motorista. Não há troco, portanto ande com a conta certa em moedas para ir e voltar. Ele passa de 15 em 15 minutos, mesmo nos fins-de-semana.

 

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O Parque é fantástico. Impressiona pela beleza natural do lugar. É um dos top de Quebec no Tripadvisor com toda razão. Como o ônibus deixa na parte alta comecei pela ponte pensil que passa em cima da Queda e liga os 2 lados do parque. Assim atravessei para o lado do parque que fica no município de Boischatel.

 

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Deste lado do parque há uma imensa escadaria que permite chegar quase ao lado da queda d'agua, mas a descida estava bloqueada pelo gelo. Mesmo assim muita gente estava encarando, menos eu que não tenho intimidade com gelo e neve. tirei as fotos lá de cima mesmo. Ali tem uma tirolesa que funciona apenas na alta estação. Hoje estava fechada.

 

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Retornando para o outro lado do parque, tem também um mirante, mas muito próximo da queda, do modo que não rende grandes fotos. Decidi descer pelo Teleférico, que estava funcionando ao preço de 13,75CAD ida e volta. O melhor ponto de fotografia é realmente a parte de baixo, portanto de escada ou teleférico a parte de baixo é fundamental.

 

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Dali observei uma galera seguindo pelo gelo até bem próximo da queda. Resolvi acompanhar , indo bem na parte reta, mas quando começou a subir o morro de gelo, foram vários escorregões e tombos e depois de um pé torcido, foi o aviso que eu deveria me dar por satisfeito de ter chegado até ali....me dei por satisfeito para iniciar o caminho de volta para a cidade.

 

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Antes de pegar o ônibus, parei num barzinho que tem logo na entrada do parque no lado de Boischatel para finalmente encarar a gororoba Quebecois mais famosa,o Poutine. É uma bomba de colesterol que compreende batata-frita, queijo, bacon e outros ingredientes a gosto do freguês. Este da foto é o Poutine Italiano e quer saber...É bem gostoso. Vou repetir outra hora. Custa em média 6CAD dependendo do tamanho e ingredientes.

 

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Retornando a cidade acabei o dia visitando a Cittadele, que é o conjunto de fortificações da cidade que ainda permanece em pé, alias Quebec se não me engano é a unica cidade onde ainda existem os muros medievais, que são até de uma época mais recente...

 

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Para acabar o dia é legal ver o por do sol em um plateau atrás da Citadelle que dá de frente para o Chateau de Frontemac, nada mais relaxante.

Impressões de Quebec: Aqui sim apareceu o Canadá que todos imaginamos, com super qualidade de vida, emprego razoavelmente fácil de conseguir, onde tudo funciona e as pessoas são educadas(recebi diversos Bonjour pelo meio da rua), além de fazerem questão de manter sua cultura e não se deixar influenciar pela massificação cosmopolita. Fora o frio é uma das top do mundo pra mim . Amanhã Montreal.

 

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Peguei o trem de 7:45 ds manhã de Quebec City para Montreal. Viagem super tranquila, navegando na internet, quando vi já tinha chegado, por volta de 11:30 da manhã. Dei uma enrolada básica na estação da Gare de Montreal, que alias ao contrário da Union Station de Toronto, que está em obras e não tem nada, a de Montreal, é praticamente um shopping com várias lojinhas e boas opções para comer.

 

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A Gare em si não tem estação de metro, mas é ligada através do Undergraound, aquele conjunto de passagens subterrâneas que tem em Montreal e Toronto, as estações Square Victoria e Bonaventure. A mais perto é a Bonaventure e ali já comprei o passe de transporte para 3 dias com direito a metrô e ônibus (aqui não tem tram) por 18CAD, valor bem razoável dentro do que eu tenho visto por aqui. O metro aqui é bom, bem melhor que Toronto, mas não chega a impressionar como Singapura e Dubai, mesmo assim é bem abrangente e razoavelmente limpo.

 

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Reservei um B&B chamdo Le Chasseur no Booking.com por CAD 210 3 noites. Naquele estilo, que você toca a campainha pra vir alguem te atender, a portaria fecha as 20 hs e vc além da chave do quarto, fica também com a chave da porta da frente. Particularmente é a primeira vez que fico em Bed & Brackfast, mas até que estou achando razoável pois são bem mais em conta que os hoteis tradicionais e estão sendo uma boa opção para cidades muito caras como aqui no Canadá. Ele fica a 100 metros de uma das portas da estação Berry-UQAM, que é uma espécie de Hub do metro daqui com 3 linhas se cruzando nesta estação. Ela tem várias saídas e ainda não acertei a que fica perto do hotel, sempre saio pro outro lado, mas até quinta eu acerto...

 

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Feito isso fui conhecer o cartão postal numero 1 daqui, a Igreja Notre-Dame de Montreal. Salte na estação Place d'Armes, passe por dentro do Palais du Congress de Montreal e ela fica logo adiante numa pequena colina. Ela é bem parecida com a original de Paris, mas por dentro eu achei até mais bonita. Paga-se 5CAD para entrar e tem um tour em Ingles e Frances a cada 1 hora. A igreja fecha as 4:30 PM

 

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Na saída dei uma passadinha pela Chinatown de Montreal, que fica do lado oposto do Palais du Congress de Montreal, na continuação da rua St Laurent, particularmente achei a de Toronto bem mais interessante.

 

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Pra terminar um dia chuvoso nada como um passeio aleatório pelo Underground que aqui se chama RESO. Fui parar na Arena daqui que se chama Bell Centre e é casa dos Canadiens, time de Hockey no gelo, o esporte principal da cidade. Existe até uma estátua de alguns ídolos do esporte, na porta do Bell Centre. Não pude fazer o tour porque vai haver um show amanhã.

 

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A janta ficou no restaurante Da Giovani, experimentei a cerveja deles a Molson, mas achei muito forte pro meu gosto

um Raviole Alfredo, com 1 copo de grande de cerveja 21CAD. O Ravioli estava muito bom. Amanhã a previsão é de tempo melhor, espero que estejam certos.

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Decimo dia - Mont Royal, Parque Olimpico e Vieux Montreal

 

Começamos o dia indo para o Mont Royal que é um enorme parque, mas enorme mesmo, onde se tem uma vista privilegiada da cidade além de trilhas, circuito de bike e no inverno pistas para esquiar.

Existem duas maneiras mais ou menos lógicas para se ir lá. A primeira é saltar na estação de metrô Peel e subir a escadaria da Rue Peel. A segunda que foi a que eu utilizei, é pegar o ônibus 11 na estação de metrô Mont Royal, mas cuidado porque ele passa nas duas direções. O ponto correto é o atrás da estação. Se pegar ele na frente da estação, vai pra outro lado. São 10 minutinhos até lá, mas atenção aos horários porque ele passa de meia em meia hora.

 

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Salte no ponto do Cemitério e siga as placas para o Chateau du Mont Royal ele fica a uns 600m do ponto do cemitério. No Chateau tem um Mirante e estrutura de restaurante, banheiros etc....O parque em geral é muito bem estruturado, bem sinalizado e seguro.

 

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Depois pegue as trilhas e vá conhecendo os outros pontos a serem visitados: Lago dos Castores, Croix du Mont Royal e Mirante Camilien-Houde, foram estes pontos que visitei em aproximadamente 3 horas e meia no parque.

 

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Depois optei por descer as escadarias da Rua Peel até o Moetrô. Tenho certeza da opção correta pelo ônibus para subir, Foram 30 minutos para descer, logo para subir, faz as contas.....Peguei a linha verde na direção Honoré-Beaugrand para ir ao parque Olímpico(salte na estação Viau), o grande elefante branco da cidade pós olímpiada de 1976. O parque é simplesmente fantástico, só não tem demanda. O estádio olímpico recebe um concerto de rock ali, um jogo mais importante acolá, mas fica nisso. Não há tour no momento, só apartir de Julho. Contente-se com fotos externas e subir na torre do estádio por 23CAD (achei muito caro, mas fui). Ali ainda tem o Biodome (mais voltado para crianças), o Jardim Botânico e o Planetário. Se tiver crianças (e dinheiro) pois todos estão na faixa de 23CAD, pode reservar 1 dia inteiro só ali.

 

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Levei aproximadamente 1:30 no parque, depois peguei o Metrô no sentido contrário, parei na estação Berry UQAM para almoçar, e segui na linha laranja para a estação Champ de Mars e encerrar o dia no Vieux Montreal, que é a parte mais antiga da cidade. Ali é andar pelas ruelas, entrar em lojinhas de Souvenir, e conhecer o porto e o Mercado Bonsecour. Amanhã vamos tentar um bate e volta até Ottawa.

 

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    • Por leticia&MV
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       Chip de celular: Primeiramente, vale lembrar que chip de celular nos EUA se chama SIM card. Ao chegar em Nova York você pode visitar uma das inúmeras lojas de operadoras de celular como a T-Mobile ou a AT&T, escolher um plano “prepaid” e sair dali usando. Vocês podem comprar ainda no aeroporto ou mesmo na cidade. Existe uma loja da T-Mobile bem pertinho do hotel, endereço: 914 3rd Av. Para chegar até lá, ao sair do hotel, siga a 51st St (rua do hotel) para a esquerda e vire a primeira à direita, na 3rd Ave. Siga direto por 4 quarteirões. A loja fica na esquina da 3rd Ave com a 55th St.
       
       
      Dia 1 – 22/10/18 segunda-feira
      CHELSEA MARKET – HIGH LINE – EMPIRE STATE BUILDING
      CHEGANDO... Horário previsto: 6:40am
      TAXI:
      Chegando no aeroporto seguir as placas para o ground transportation/taxi. A taxa do taxi é fixa para Manhattan. Quando chegar sua vez, o funcionário perguntará quantas pessoas são e para onde você vai. Basta dizer o número de pessoas e “Manhattan”. Quando entrar no táxi, dê as coordenadas para o seu hotel (230 East 51st street).
      Custo aproximado: $52 (tarifa fixa) + $0.50 (tarifa) + pedágio (uns $6) + 18% de gorjeta = $70. Alguns motoristas -- olha a simpatia! -- pedem o dinheiro para o pedágio no momento de ser pago; outros deixam para cobrar no final.
      Tempo: 30-50min, porém depende do trânsito.

       
      No hotel perguntar sobre “early check-in”. Se for possível, ir para o quarto, deixar as malas e depois seguir para tomar café da manhã no Ess-a-bagel, que fica a 2min de caminhada do hotel (831 3rd Ave). O “bagel” é um pãozinho redondo que é cara de Nova York e tem que fazer parte da viagem. Na hora escolha o tipo de bagel (por exemplo, com gergelim, alho, grãos etc) e escolha o recheio (se quiser algo bem americano escolha o recheio de cream cheese e salmão). Se for escolher café para beber não se esqueça que o café americano é muito aguado!
      Depois do café voltar para o hotel e descansar um pouco pois a viagem foi longa.
      Depois de descansar vamos conhecer o Chelsea Market e o High Line.
      Esse vai ser o primeiro contato de vcs com o metrô. Como se locomover e como comprar o ticket?
      Para andar de metrô é preciso ter o “metro card”. Com ele você poderá, por exemplo, usar o transporte público da cidade para viagens ilimitadas (Unlimited Ride) nas opções semanal (US$ 30) ou mensal (US$ 112) ou carregá-lo com um valor específico (Pay Per Ride) — mínimo de US$ de 5 e máximo de US$ 100 — e vai descontando US$ 2,50 a cada viagem viagem feita (confirmar o valor atual das passagens). Para quem vai passar mais de 3 dias na cidade o ideal é escolher a opção Unlimited Ride.
      Como Comprar? Toda estação de metrô tem uma máquina de autoatendimento com touchscreen. 1- Clique no botão Start que fica no canto superior direito
      2- Selecione o idioma
      3- Vão aparecer três opções... selecione MetroCard 
      4- Após selecionar o MetroCard novamente aparecem três opções: Refill your card (para recarregar um MetroCard), Get card info (para saber quanto dinheiro ainda existe no seu passe) e Get new card (para comprar um novo cartão). Selecione Get New Card. Observe que será cobrado US$ 1 pelo cartão, valor que não é convertido em passagem
      5- Em seguida a máquina pergunta qual o tipo de MetroCard você vai querer: Regular MetroCard ou Unlimited Ride. Selecione Unlimited Ride.
      6- Como selecionamos o Unlimited Ride aparecem três opções fixas: 7 days – US$ 30, 30 days – US$ 122 e 7 days XBussPass – US$ 55 (que dá acesso aos ônibus expressos que não são cobertos pelo MetroCard normal). A opção escolhida deve estar de acordo com suas necessidades.
      7- Como você quer pagar? Dinheiro (Cash), ATM Card (cartões de débito com conta nos EUA) ou Cartão de Crédito (Credit Card)? São aceitos cartões brasileiros internacionais com autorização de compra no estrangeiro. Em algum momento da compra com cartão o sistema pede o CEP (Zip Code) digite 00000 (ou qualquer outro número cinco vezes) e tudo certo! Quando o cartão não é americano eles não verificam o CEP. Se você selecionar cash tenha em mãos dinheiro trocado porque as máquinas devolvem, no máximo, US$ 8 de troco. Insira o dinheiro e espere a emissão do seu MetroCard. Prontinho!
      Para chegar ao metrô e ir ao Chelsea Market caminhe dois quarteirões ao norte do hotel (5min de caminhada) onde há a estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegue a Linha E de cor azul, sentido World Trade Center. O metrô é bem sinalizado. Saltem na estação “14 St / 8 Av” (demora uns 6min, 7 paradas até lá). Ao sair do metrô caminhe uns 300m no sentido da 10th Ave. O Chelsea Market fica nesse sentido, ocupando um espaço grande estre as ruas 15th e 16th.
       
      O Chelsea Market é um mercado que fica no bairro Chelsea (horário de funcionamento: Segunda a sábado de 7am a 9pm e domingos de 8am a 7pm). O prédio antigo tem uma arquitetura bastante rica e ainda conserva detalhes de quando abrigava a fábrica de biscoitos Nabisco – National Biscoit Company, que produz o famoso biscoito Oreo. Em 1958, o prédio foi abandonado, com a mudança da fábrica para o Estado de New Jersey. Nos anos 90, o complexo foi revitalizado, sendo criado no andar térreo o Chelsea Market. Basta caminhar pelos longos corredores para apreciar as guloseimas nas vitrines. E opções não faltam. Para pães, recomendo o Amy’s Bread, uma lojinha simples, mas que possui variados tipos de pães. Para acompanhar, nada melhor que os queijos artesanais da Lucy Whey. Para tomar café da manhã, vá ao Friedman’s Lunch.
      Dali vamos conhecer o High Line? Bem em frente ao Chelsea Market tem uma escadinha de acesso (16 St).
      O High Line é um parque público elevado super descolado em NY. Aproveite para caminhar por ele e aprecia-lo, sem pressa... Esse passeio é uma boa pedida para uma manhã ou tarde de sol, sentar em um dos banquinhos, descansar, ler um livro ou simplesmente ver o tempo passar em um ritmo diferente. Durante as caminhadas não deixe de reparar os grafites e artes de rua.
      Um pouquinho de história do High Line: no início do século passado, a 10ª Avenida era conhecida como a “Avenida da Morte” devido aos inúmeros acidentes causados pelos trens que ali circulavam. No começo da década de 30, foi construída a linha férrea elevada (high line) de transporte de carga que conectava os trens diretamente às fábricas e aos armazéns com o intuito de desafogar o tráfego da área e diminuir os acidentes. A ferrovia funcionou até 1980, quando encerrou suas atividades e ficou abandonada, entregue a mendigos, prostitutas e usuários de drogas por anos. O local estava prestes a ser demolido, mas a ONG “Amigos da High Line” se mobilizou e, não apenas impediu que isso acontecesse, como também conseguiu arrecadar fundos para a fundação do Parque, que ocorreu em 2009. Fica aberto diariamente de7 às 23h.
      Quem não quiser percorrer toda a extensão do parque pode acessar ou sair dali através de escadas localizadas nos seguintes locais:
      Gansevoort Street / 14th Street West / 16th Street / West 18th Street / West 20th Street / 23rd Street / West 26th Street / West 28th Street / West 30th Street
       
      Ao terminar o passeio pela High Line, se estiverem muito cansados sugiro voltar para o hotel e descansar, continuando os passeios no dia seguinte. Uma outra opção, caso tenham disposição, é seguir até o Empire State Building para ter uma vista noturna de Nova York inesquecível.
      Opção 1 – se forem voltar direto para o hotel a melhor opção é descer a escada da High Line na West 30th St (um dos acessos/saídas). Andar na 30th St, virar à esquerda na 8th Ave e pegar o metrô na estação que fica na esquina com a 34th St, a estação “34 St-Penn Station”. Pegue a linha E, cor azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Archer” e desça na estação “Lexington Av-53 St” (9min, 5 paradas). Ao descer vc estará a 200m do hotel, é só seguir até lá.
      Opção 2 – se forem para o Empire State a melhor opção é descer a escada da High Line na West 30th St (um dos acessos/saídas). Andar na 30th St e virar à esquerda na 5th Ave. O Empire State Building fica a 3 quarteirões depois de virar na 5th Ave. Não tem erro, o prédio é facilmente visível. Chegando lá compre as entradas e suba. Se ainda estiver de dia, aguarde anoitecer, é maravilhoso. Para voltar ao hotel pegue o metrô na estação “34 St-Herald Sq” que fica na esquina da 6th Ave com a 34th St. Pegue o metrô linha M, cor laranja, sentido “Forest Hills-71 Av” e desça na estação “Lexington Av-53 St” (7min, 4 paradas). Ao descer vc estará a 200m do hotel, é só seguir até lá.
       FOMOS EM ÉPOCA DO DIA DAS BRUXAS, ESTAVA TUDO DECORADO COM MONSTROS. NO CAMINHO ENCONTRAMOS VÁRIAS COISAS LEGAIS, FEIRAS DE COMIDA AO AR LIVRE, MERCADOS, LOJAS ETC.
       
      Dia 2 – 23/10/18 terça-feira
      MIDTOWN MANHATTAN (QUINTA AVENIDA, ROCKFELLER CENTER, TIMES SQUARE ETC)
      Aproveite o dia para caminhar, se habituar com a cidade e conhecer o centrão de Manhattan. Não precisa se prender tanto ao roteiro. Caso não consiga fazer tudo hoje, volte outro dia.
      Comece o dia caminhando até a St Patrick’s Cathedral (9min de caminhada a partir do hotel). Essa igreja é um marco da cidade e, ao chegar até ela, vc já estará na 5ª avenida e no Rockfeller Center, um dos quadriláteros mais imponentes da cidade. O complexo compreende a região da W 48th St à W 51st St, entre a 5th Ave e 6th Ave e abriga 14 prédios comerciais. Uma das principais atrações, a Ice-Skating Rink (pista de patinação) fica aberta de outubro a abril.
      Ali ao lado, o teatro Radio City Music Hall (esquina 50th com 6th) foi o maior do mundo quando inaugurado em 1932. Os estúdios da rede NBC de televisão e a célebre casa de leilões Christie’s também ficam aqui. Mas o prédio mais assediado é o G.E. Building, onde está o Top of The Rock, com três observatórios que permitem uma vista de 360º de Nova York, além de favorecer uma belíssima foto do Central Park.
      Dali siga em direção à Broadway St (+ - 5min a pé) e desça a partir daí, conhecendo a Times Square durante a luz do dia. A “Times Square” é uma espécie de largo composto por vários cruzamentos. O principal entroncamento está na Broadway com a 7th Ave. Além dos outdoors, a região está cheia de telões das empresas jornalísticas transmitindo notícias o tempo todo. A região abriga também o Museu de Cera Madame Tussauds (nº 234 na 42nd St, entre a 7 e 8th), e a deliciosa loja M&M (1600 Broadway, entre a 48 e 49th).
      Opção para almoço na Times Square: Margon Restaurant (restaurante cubano) 136 W 46th St (entre a 6 e 7th Ave).
      Ali na região da Times Square fica a famosa loja Carlo’s Bakery (Cake Boss): 625 8th Avenue. Entre as ruas 41 e 42. --- próximo ao teatro da Broadway. Funcionamento 7am to midnight. Aproveitem para conhecer.
      Ao sair da Carlo’s bakery, na 42nd St volte em direção à 5th avenue (para a esquerda - leste) e você chegará à New York Public Library (5th Ave e 42nd St), um magnífico exemplo do Beaux-Arts, um estilo arquitetônico rebuscado que mistura influências gregas, romanas e renascentistas. O edifício, todo em mármore, é de 1911. Dentro, possui uma gigantesca sala de leitura. Acesso livre.
      Atrás da biblioteca fica o Bryant Park. O parque também tem uma pista de patinação no gelo, bem menor que a do Rockfeller Center, mas com uma diferença gritante: é grátis! Pague apenas o aluguel dos patins.
      Após, continue na mesma rua, pela 42nd Street mantendo a direção leste até chegar ao Grand Central Terminal (42nd St com a Park Avenue), o maior terminal ferroviário do mundo em número de plataformas e umas das construções mais incríveis da cidade. Observe o teto do Salão Principal (Main Concourse) com uma agradável pintura do céu e suas constelações e astros do universo, além dos três enormes janelões para entrada de luz natural de 23 metros de altura. A obra é do artista francês Paul César Helleu. Ao sair da estação — que também conecta Manhattan a outros destinos do estado de Nova York e Connecticut — examine a fachada da 42nd Street. O relógio é a maior peça de vidro Tiffany do mundo e está rodeado por esculturas de deuses gregos como Hércules, Minerva e Mercúrio. Dentro da estação há uma loja da Apple e uma Magnolia Bakery e seus cupcakes consagrados na série Sexy and the City (mais fama do que sabor). Vale para matar a curiosidade, mas há outras unidades em Nova York.
      OBS: No caminho do Bryant Park para o Grand Central Terminal, pela 42nd St você observará o Chrysler Building ao fundo (405 Lexington Ave esquina com a 42nd St). Quando o prédio de 77 andares — 319 metros de altura — foi inaugurado em 1930 era o mais alto de Nova York. A torre no estilo art-déco feita em aço inoxidável tem janelas triangulares vazadas e lembra o radiador de um automóvel. Não à toa o prédio reflete o poderio econômico das indústrias automobilísticas da época.
      Ao fim do dia: voltar para o hotel, +-15min de caminhada. Descanso.

       
      Dia 3 - 24/10/18, quarta-feira
      CENTRAL PARK – SHOW JUSTIN TIMBERLAKE
      Hoje o dia é dedicado ao Central Park. Acorde mais tarde, saia sem hora pois o dia ontem foi cansativo. No caminho até o Central Park passe no famoso cubo de vidro da Apple Store (17min de caminhada).
      O Central Park envolve mais de 50 quarteirões — limitada entre a W 59th Street (ao sul) e W 110th. É formado por lagos (o Reservoir é o maior deles), quase 40 pontes, muitos playgrounds e mais de 90 quilômetros de calçadas para pedestres. Vai ser impossível conhecer todos eles, mas separei algumas das principais atrações e as primeiras da lista estão mais ao sul do parque e são fáceis de se visitar.
      Algumas atrações:
      - Wollman Rink (East Side entre 62nd e 63rd St): além de patinar no gelo no inverno, é possível tirar fotos lindas durante o ano todo da skyline da cidade
      - Zoo (East Side entre 63rd e 66th Street): Ele foi cenário da animação Madagascar. Destaque para a área gelada com urso polar, leões marinhos, leopardo da neve e pinguins;
      - The Mall (região central do parque, da 66th até 72nd Street): um grande corredor arborizado, que muito provavelmente você já viu em algum filme. Caminhe por ele e tire ótimas fotos;
      - Bethesda Fountain (região central do parque, na 72nd Street): um belo chafariz que é um dos grandes símbolos do parque;
      - Strawberry Fields (West Side, 72nd Street): Trata-se de um tributo que Yoko Ono fez à memória de John Lennon.  Seu nome tem origem na música da famosa música dos Beatles ”Strawberry Fields Forever”.  Está localizado à frente do edifício Dakota, o local onde John Lennon viveu desde 1973 e onde faleceu. No piso há um mosaico com a palavra Imagine;
      - Bow Bridge (região central do parque, na 74th  Street): Uma das  pontes de ferro fundido do parque, dá uma visão ampla dele e dos prédios ao seu redor.
      - Belvedere Castle (região central do parque, na 79th  Street): seu mirante proporciona uma das melhoras vistas para o parque;
      - Delacorte Theatre (região central do parque, na 80th Street 😞 no coração do parque, é conhecido pelas produções de verão das peças de Shakesperare.
      - The Great Lawn, ou o grande gramado (da 79th  até  a 85th Street): uma das mais famosas áreas verdes do mundo, é o lugar onde os novaiorquinos se divertem no verão, fazem picnic, jogam futebol americano, basebol, e levam seus filhos para brincar;
      - Conservatory Garden (East Side da 104th até 106th Street, entrada pela 5th Ave com 105th Street): uma espécia de labirinto de jardins, repleto de fontes e estátuas.
       
      Após o passeio voltem para o hotel à tarde e se arrumem para o show do Justin. Local: Madison Square Garden (endereço: 4 Pennsylvania Plaza).
      Como ir de metrô: dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) há uma estação (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center. Saltar na estação “34 St – Penn Station” (demora uns 9min, 5 paradas até lá).
      Saindo do metrô caminhe 2 minutos até o Madison Square Garden e aproveitem o show!
      Na volta pegue o metrô no mesmo local, linha E, azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Archer” e desça na “Lexington Av – 53 St”, a estação mais próxima ao hotel.
       
       
      Dia 4 - 25/10/18 quinta-feira
      LOWER MANHATTAN (LIBERTY STATUE – FINANCIAL DISTRICT)
      Comecemos o dia bem cedo com um passeio mais tradicional ao sul da ilha.
      Como ir de metrô: dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) há a estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center. Saltar na estação final “World Trade center” (demora uns 22min, 11 paradas até lá).
      Ao sair do metrô desça a Church St (sentido sul) até o Battery Park local de onde saem as balsas (ferry boat) para a Liberty Island, onde fica a Estátua da Liberdade. A caminhada até o Battery Park dura uns 15min (700m).
      As balsas operam diariamente, das 9h30 às 15h30, com o último retorno às 18h. Antes de pegar o ferry boat você irá passar por um processo de segurança, que é semelhante ao utilizado nos aeroportos norte-americanos. Há detectores de metal, raios-x e outros procedimentos que todos os visitantes precisam passar. O ingresso custa aproximadamente $17. Aproveite o passeio para tirar fotos e, depois de dar umas voltinhas ao redor da Estátua pegue a balsa de volta.
      Na volta a balsa faz uma parada extra na Ellis Island. Essa parada está inclusa no preço do ingresso e se você não quiser descer lá é só aguardar que o barco continua o trajeto de volta para Manhattan. A Ellis Island foi por muitos anos um importante ponto de entrada de imigrantes e por isso lá está o Museu da Imigração, que conta a história dessas pessoas que arriscaram suas vidas para conseguir uma nova chance em Nova York. O museu é um prédio enorme, com arquitetura francesa, e foi construído em 1900. A entrada é gratuita e um tour guiado é disponível por cerca de 10 dólares. 
       
      Na volta, como você já vai estar bem lá embaixo da ilha, aproveite para passear pelo Financial District. Caminhando cinco minutinhos você chega ao Bowling Green Park onde está o Charging Bull, o touro de bronze — escultura famosa do artista ítalo-americano Arturo di Modica. Tirar uma foto com o touro símbolo de lá faz parte do programa e reza a tradição que passar a mão nos testículos do cidadão atrai prosperidade e fortuna. Ainda pela Broadway, duas quadras acima, está a Wall Street, o centro financeiro de Nova York. Observe a arquitetura histórica da região onde nasceu a cidade. Por aqui temos edifícios lendários como a Bolsa de Valores e o Federal Hall National Memorial, onde George Washington tomou posse como primeiro presidente dos Estados Unidos em 1789.
      Subindo um pouco mais a Broadway você passará pelo Zucotti Park (pequena praça bastante danificada durante os ataques do 11 de setembro) e sua gigante escultura vermelha Joie de Vivre do escultor Mark di Suvero. Na praça, vire à esquerda na Liberty Street e dois quarteirões mais você está no Ground Zero, a área onde ficavam as Torres Gêmeas. O Memorial construído é lindo, silencioso, sereno e, sim, triste. Aqui fica o National September 11 Memorial & Museum construído no subsolo das torres. A visita completa ao museu — o que inclui alguns filmes — pode levar de 3 a 4 horas. Analise se cabe no seu roteiro e se está de acordo com seus interesses da viagem.
      Para os que não conseguem ficar um dia sequer sem umas comprinhas, ali bem em frente ao memorial fica um dos melhores locais para compras da cidade, o Century 21 (se a programação estiver apertada, não se preocupe, pois agora tem uma Century 21 mais perto de tudo, na Broadway, entre a 66 e a 67).
      Daqui suba mais três quadras até o City Hall, sede da prefeitura de Nova York. Aprecie o local e, após isso, provavelmente estarão exaustos. A melhor pedida é pegar o metrô, voltar para o hotel, tomar um banho e jantar.
      Como voltar para o hotel: Bem na praça onde fica o City Hall há a estação de metrô “Brooklyn Bridge City Hall Station” (na esquina das ruas Chambers St e Centre St). Pegue a linha 6, verde, sentido Pelham Bay Park. Desça na estação 51 St Station (17min, 9 paradas). Essa estação fica a 300m do hotel.

       
      Dia 5 - 26/10/18, sexta-feira
      MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL
      Que tal um café da manhã com os melhores cookies do mundo? Saia do hotel direto para a Levain Bakery, uma pequena padaria que ficará para sempre nas suas lembranças. Peça um cookie e leite/café e se delicie antes de prosseguir com suas atividades.
      Como chegar à Levain Bakery: Saindo do hotel pegue o metrô dois quarteirões ao norte (5min de caminhada) na estação “Lexington Av-53St” (na 53rd St com a 3rd Ave). Pegar a Linha E, azul, sentido World Trade Center e desça na estação “ 42 St-Port Authority Bus Terminal”. Saia da estação e caminhe na rua cerca de 5 min pois será necessário pegar outra linha de metrô. Entre na estação “Times Sq-42 St” que fica na esquina das ruas 8th Ave e 42nd St. Pegue a linha 3, cor laranja, sentido “Harlem-148 St” (5min, sem paradas) e desça na estação “72 St Broadway”. Essa estação fica a 100m da padaria, é só seguir sentido norte até a 74th St.
       
      Pertinho, uns 400m dali, está o American Museum of Natural History. O museu ocupa quatro quarteirões e tem acervo gigante que vai de meteoritos, vasta coleção de fósseis, animais empalhados a esqueletos de dinossauros, incluindo o do Tiranossaurus rex. Separe pelo menos umas 4h do seu dia para conseguir ver um pouco das exposições. A entrada tem o valor sugerido de US$ 22 como colaboração — sendo que você pode pagar o quanto quiser para visitar o museu. Para tanto, é só ir ao balcão de compras dos ingressos e já entregar a quantia que pretende pagar, dizendo “one admission, please”. Isso, aliás, é bem comum, não precisar ter vergonha. Caso também queira assistir a alguma das exposições como IMAX, Rose Center e Planetário, é necessário pagar o preço integral do ingresso.
      Anexo ao museu, está localizado o Hayden Planetarium. Este planetário possui um dos projetores mais avançados do mundo sendo capaz de recriar o espaço, os planetas e as estrelas com um realismo impressionante. O “space show” é uma animação que dura cerca de meia-hora e conta a história do universo desde o Big Bang até hoje. Uma dica: assim que comprar o seu ingresso, já reserve o horário para fazer a visita ao globo, pois é uma atração bem concorrida.
      Horário de funcionamento: diariamente de 10:00 às 17:45h.
      Ao saírem do museu temos duas opções: ir comer algo ou então voltar direto para o hotel.
      OPÇÃO 1: Caso saiam do Museu com vontade de comer alguma coisa recomendo ir ao Sacco Pizza, uma pizzaria minúscula mas que vende pedaços de pizza maravilhosos. Para ir até lá saia do Museu e entre na estação de metrô “81 Street – Museum of Natural History Station” que fica na parte de trás do museu, grudado com o Central Park. Pegue a linha C, azul, sentido Euclid Av (3min, 2 paradas) e desça na estação “59 St Columbus Circle”. Dali caminhe no sentido contrário ao central park, sentido sul, e vire à direita na 54th St. A Pizzaria fica na esquina da 54th St com a 9th Ave. Lá eles vendem apenas fatias e não pizzas inteiras. Dê preferência para sabores simples como pepperoni, uma delícia! Saindo da pizzaria vá andando para o hotel (1,3km) passando pela Times Square e arredores.
       
      OPÇÃO 2: Para voltar ao hotel a partir do museu: Pegue o metrô na estação “81 Street-Museum of Natural History” que fica na parte de trás do museu, grudado com o Central Park. Pegue a linha B, laranja, sentido Brighton Beach e desça na estação “7 Avenue Station” (5min, 3 paradas). Pegue a outra linha, a linha E, azul, sentido “Jamaica Center-Parsons/Arche” e desça na “Lexington Av-53 St” (3min, 2 paradas).
       
       
      Dia 6 - 27/10/18, sábado
      BROOKLYN
      Depois de tomar café comece o dia pegando o metrô até a Brooklyn Bridge. Para ir caminhe do hotel até a estação “51 St Station” (esquina da 51 com a Lexington Ave) e pegue a linha 6, verde, sentido “Brooklyn Bridge-City Hall” e desça na estação “Brooklyn Bridge City Hall Station” (19min, 9 paradas).
      Ao descer da estação vc logo localizará a ponte. Siga as placas até lá. O passeio pela manhã será apenas caminhar pela Brooklyn Bridge. Dá para alugar bicicleta, mas as pessoas recomendam fazer o passeio a pé. A dica principal é fazer essa travessia com calma para curtir o cenário. Essa é uma das programações que não te custam nada e onde resultará lindas fotos e memórias.
      Não se preocupe com os carros pois eles passam embaixo da ponte, mas fique atento à faixa de bicicletas para não atrapalhar a ciclovia.
      Chegando ao final da travessia (2km) você chegará ao Brooklyn Bridge Park, parada obrigatória de quem visita NY. Ali é possível ter uma das melhores vistas de Manhattan. Existe até um lindo Carrossel liberado para todas as idades além de locais para um lanche/almoço. Se bater a fome peça uma pizza na Grimaldi’s, ou um hambúrguer na Shake Shack. Ou então aprecie um sorvete por ali na Brooklyn Ice Cream Factory (fica quase ao lado da ponte, uma casinha branca com janelas azuis - 1 Water St, Brooklyn).
       
      À tarde a sugestão é ir até o extremo sul do Brooklyn, em Coney Island, conhecer o Luna Park, um famoso parque que abre apenas em alguns períodos do ano. Em outubro seu funcionamento só acontece aos fins de semana de 11am-7pm. Verifique detalhes no site https://lunaparknyc.com/plan/park-hours/
       
      Para chegar ao Luka Park, saindo do Brooklyn Bridge Park, caminhe uns 500m até a estação de metrô “York Street Subway Station: F” (fica na esquina da York St com a Jay St) e pegue a linha F, laranja, sentido “Coney Island-Stillwell Av” (38min, 20 paradas) e desça na estação “West 8 Street-New York Aquarium”. Essa estação fica a 200m do parque.
      A entrada no Luna Park é totalmente gratuita, mas para andar e usar seus brinquedos e serviços é preciso pagar. Isso é bem legal pois você pode experimentar só um brinquedo ou, se pretender ir em vários brinquedos, eles vendem ingressos fixos para o dia.
      Pertinho do Luna Park fica o Aquário de Nova York e, aos sábados de outubro, funciona de 10am-4:30pm. Caso dê tempo incluam no roteiro antes ou depois do Luna Park. A entrada custa aproximadamente $30.
      Para voltar ao hotel: caminhe até a estação “West 8 Street-New York Aquarium” e pegue a linha F, laranja, sentido Jamaica-179 St. Desça na estação “Broadway-Lafayette St F” (45min, 24 paradas) e troque de metrô. Pegue a linha M, laranja, sentido Forest Hills- Av e desça na estação “Lexington Av-53 St” (16min, 7 paradas).
       
       
      Dia 7 – 28/10/18, domingo
      COMPRAS
      Hoje o dia é reservado para compras. A melhor opção é ir até o Jersey Gardens Outlet, que fica localizado em Elizabeth, New Jersey. O horário de funcionamento aos domingos é de 11am-7pm.
      Existem várias formas de chegar até o outlet, mas a forma mais barata é indo de ônibus. Você deve ir até a estação Port Authority Bus Terminal que fica na 40th/42th em Manhattan ao lado do Carlo’s Bakery.
      OBS: Para chegar até esse terminal de ônibus pegue o metrô do hotel até lá da seguinte forma: Estação “Lexington Av-53 St” linha E, azul, sentido World Trade Center. Descer na estação “42 St-Port Authority Bus terminal” (9min, 4 paradas).
      Depois de chegar na estação, procure as máquinas da NJ Transit espalhadas. Clique na tela e escolha a opção “Round Trip Adult”. Depois disso digite o número do ônibus para o Jersey Gardens que é 111. Em seguida, escolha o destino final do ônibus que é “Jersey Garden Mall”. A tela a seguir será de pagamento, escolha entre “Cash” (dinheiro) ou Credit (cartão de crédito). O bilhete de ida e volta custa $14 dólares por pessoa.
      Depois de ter comprado os bilhetes, dirija-se até o portão indicado: 223 é muito fácil localizar os portões (gate), só seguir as placas espalhadas pela estação. No ônibus não é por lugar marcado e sim por ordem de chegada, então dependendo do horário vá preparado para esperar por um bom tempo. Depois é bem simples, só esperar chegar até na porta do Outlet (duração da viagem: +-40min)
      Na volta o processo é o mesmo, sem lugares marcados, por ordem de chegada, por isso é sempre bom evitar horários cheios e o último horário. No mesmo local onde o ônibus deixar, será onde ele irá passar para levar novamente para Manhattan, é muito tranquilo e fácil.
       
      Saindo da estação de ônibus pegue o metrô no sentido inverso da ida para voltar ao hotel. Estação “42 St-Port Authority Bus terminal” linha E, azul, sentido Jamaica Center-Parsons/Archer e descer na “Lexington Av-53 St” (7min, 4 paradas).
       
      Dia 8 – 29/10/18, segunda-feira
      NESSE DIA VOLTAMOS E FIZEMOS MAIS COMPRAS KKKKK 
       
      Dia 9 – 30/10/18, terça-feira
      METROPOLITAM MUSEUM OF ART (MET)
      Pegue o metrô na estação “51 St Station” (esquina da 51 com a Lexington Ave) linha 6, verde, sentido Parkchester. Desça na estação “77 St” (5min, 3 paradas) e caminhe cerca de 500m até o museu, que fica dentro do Central Park.
      O Metropolitan, ou Met, é o equivalente nova-iorquino do Louvre ou do British Museum. É aquele tipo de museu que vale por uma enciclopédia ao vivo, onde você passeia por civilizações antigas (Egito, Grécia, Roma), revisita clássicos europeus, descobre tesouros islâmicos, asiáticos e africanos e aprende a história da arte americana. O prédio do Metropolitan Museu, seu jardim e ainda algumas surpresas ao longo do museu fazem com que a visita aqui seja muito mais longa do que você tinha planejado. Por isso, reserve meio dia para curtir tranquilamente a sua visita ao MET.
      Na entrada do Museu, você recebe um mapa que te ajudar a visitar as diversas coleções do Metropolitan Museum e assim visitar diversas épocas, países, continentes e culturas.
      Às terças-feiras 12:00h acontece uma visita guiada em português. Para isso você não precisa pagar mais nada, você precisa somente comparecer numa terça-feira, ao meio dia, no great hall (entrada principal do MET) e dali parte um tour em português que conta a história das obras mais famosas do Metropolitan Museum of Art em Nova York.
      Após explorar o Metropolitan Museum of Art em Nova York é hora de se apaixonar com a vista que o Rooftop Bar no topo desse Museu oferece. Este jardim no terraço do Metropolitan Museum of Art está aberto de maio à outubro e visitá-lo é uma experiência imperdível por causa da vista espetacular do Central Park e do horizonte de Midtown Manhattan. Tome um drink durante a sua visita, garanto que vai tirar lindas fotos. Para subir no Roof Garden Café and Martini Bar basta pegar o elevador na sala “European Sculpture and Decorative Arts-Galerie” até o 2° andar e depois subir uma escadinha que vai diretamente para o bar do terraço do Metropolitan Museum of Art em Nova York. Aqui menores de 21 anos de idade podem entrar e a entrada no Rooftop é gratuita.
      O Metropolitan Museum of Art em Nova York fica num dos bairros mais nobre da cidade, o chamado Upper East Side. Essa é a região com prédios novas, lojas de marcas e também cenários de inúmeros filmes e séries.
      Saindo do Museu que tal comer um hambúrguer icônico? Vá à uma das lojas Shake Shack que fica pertinho do museu, a 500m, (154 East 86th St) e bom apetite.
      O metrô para voltar ao hotel fica quase ao lado do Shake Shack, na esquina com a Lexington Av, estação “86 St Lexington Av”. Pegue a linha 6, verde, sentido Brooklyn Brigde-City Hall e desça na estação “51 St Station” (8min, 4 paradas).
       
       
      Dia 10 – 31/10/18, quarta-feira
      ZOOLÓGICO DO BRONX (MARAVILHOSO)
      O FANTASMA DA ÓPERA - BROADWAY

       
       Dia 11 – 01/11/18
      CENTRAL PARK
      PASSEIO PELA CIDADE 
       
      Dia 12 – 02/11/18
      MAIS ALGUMAS VOLTAS - CAFÉ DA MANHÃ AMERICANO ETC 
      Programar para voltar para casa. Para ir até o aeroporto de LaGuardia pegue um taxi (+-$40), fica a 14Km da Times Square mas considere que o trânsito para sair ou chegar ao aeroporto pode não ser dos melhores e, apesar da curta distância de Manhattan, pode-se gastar cerca de 40 minutos nesse deslocamento. Saia com antecedência para não perder

    • Por anselmoportes
      Entre Maio e Junho de 2019 viajei para o Canadá e Estados Unidos. Meu roteiro foi esse:
      São Paulo - Toronto - Ottawa - Montreal - Quebec - Chicago - Washington DC - Filadelfia - Nova Iorque - São Paulo
      ***DICA IMPORTANTE: Levei o meu celular e usei MUITO o Google Maps. Mesmo sem um chip local, eu consegui internet em quase todos os lugares usando redes wifi abertas. Além dos bares, cafés e restaurantes, muitos transportes públicos também oferecem esse serviço. Uma vez que vc acessa o Google Maps estando online, ele carrega o mapa da região. Depois, mesmo OFFLINE, é possível ver sua localização no mapa e achar os lugares que procura.
      Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de TORONTO.
      LEGENDA
      USD - Dólar Americano
      CAD - Dólar Canadense
      1º dia de viagem: SP ->Toronto, 18 de Maio de 2019 (sábado)
      Vôo pela American Airlines (SP-Toronto-NYC-SP) R$2.920,00
      Consegui um lugar para dormir pelo Couchsurfing, mas como iria chegar muito tarde em Toronto resolvi a primeira noite ficar em um hostel.
      Deixei SP às 10h30. Meu vôo fez escala em Miami e fui chegar em Toronto por volta das 23h30. 
      Comprei em uma máquina automática (aceita cartão e dinheiro) um bilhete do UP (trem que liga o aeroporto ao centro da cidade) por CAD 12,35. Cheguei à UNION STATION 0h40 e fui caminhando para o hostel. No caminho passei em um mercado 24h e comprei 1 batata Lay’s e 1 coca (CAD 4). 
      Cheguei ao Hostelling International Hostel por volta da 1h. Fiz meu check in (CAD 33) e fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 6,5km
      Dinheiro gasto no dia: CAD 49,35
      2º dia de viagem: Toronto, 19 de Maio de 2019 (domingo)
      Acordei 8h, tomei banho e fui tomar café no hostel. O café da manhã é OK: comi 1 fatia de pão de forma, 4 fatias de queijo, 2 fatias de presunto, salada e 1 café com leite.
      Fui caminhando até o apto da Reneé, couchsurfer que iria me hospedar. A localização era incrível: bem no centro da cidade! Conversei um pouco com ela deixei o apto às 10h10 para pegar o FREE WALKING TOUR das 10h30 que saía da Union Station.
      Enquanto esperava o Free Walking Tour fiquei conversando com o Fred, um simpático voluntário que ficava no balcão de informações. Deu 11h10 e não apareceu ninguém do tour. Não sei o que pode ter acontecido, mas resolvi ir embora.
      Caminhei até a STEAM WHISTLE BREWERY, uma cervejaria que fica em frente à CN Tower. Comprei o tour das 12h (CAD 12) e 1 pint de cerveja (CAD7).

      Pint na Steam Whistle
      Bebi a pint esperando o tour que começou pontualmente às 12h. Dei um azar pq peguei um guia que falava MUITO rápido. Consegui entender uns 50% do que ele explicava (isso que eu tenho inglês fluente…). Logo no começo do tour vc toma ½ pint. Depois é dado uma garrafa de 341ml para vc ir bebendo durante o passeio pela fábrica. Passamos por alguns setores de produção e também por alguns escritórios. O tour levou uns 40 minutos e gostei muito. Altamente recomendável pra quem curte cerveja!

      CHEERS!

      DENTRO DA FÁBRICA
      Depois fui à CN TOWER. Como já tinha comprado o TORONTO CITY PASS não peguei fila pra comprar o ingresso.
      ***DICA: Pra quem vai ficar ao menos 3 dias em Toronto, vale a pena comprar o CITY PASS. Vc tem desconto nas principais atrações da cidade e evita algumas filas. Para mais informações: https://pt.citypass.com/toronto
      A vista da CN Tower é incrível e é melhor visitá-la em dias claros e com poucas nuvens para ter uma visibilidade melhor.

      VISTA DA CN TOWER

      CN TOWER
       
      Desci e voltei pra tomar mais uma cerveja no Steam Whistle (CAD 7).
      Segui caminhando até o FERRY BOAT (CAD 8,20) que leva até a TORONTO ISLANDS.
      Cheguei lá 15h50 e fiquei caminhando sem rumo. Comi uma fatia de pizza de pepperoni (CAD 5,30) e segui andando. O complexo de ilhas é um parque gigante. Lugar perfeito para andar de bicicleta (havia algumas para alugar) e fazer um picnic. 
      ***DICA: Havia muitas filas para tudo (inclusive para alugar bicicletas). Isso pq eu cheguei tarde lá. Para evitar filas, chegue bem cedo. E deixe para visitar as ilhas em dias ensolarados e quentes. Lá é tudo aberto e não perca seu tempo lá em dias frios e chuvosos.
      Peguei o Ferry boat pra voltar e notei a bela “skyline” da cidade.

      TORONTO ISLANDS

      TORONTO ISLANDS
      Passei em um supermercado e comprei coisas para o café da manhã e algumas cervejas (CAD 29). Cheguei de volta ao apto e fiquei conversando com a Reneé até umas 22h quando ela foi dormir. Tomei banho e fui dormir 23h30.
      Distância percorrida no dia: 17,5km
      Dinheiro gasto no dia: CAD 69
      3º dia de viagem: Toronto -> Niagara Falls -> Toronto, 20 de Maio de 2019 (segunda-feira)
      Tour pela  Niagara & Toronto Tours - R$383
      Acordei às 7h, tomei café da manhã e fui para o ponto de encontro do tour para NIAGARA FALLS. Já havia comprado o tour antes de sair do Brasil, pelo site Get Your Guide e a empresa foi a Niagara & Toronto Tours. Assim que minha compra foi confirmada me enviaram um email para marcar o local que iriam me pegar.
      Nossa van chegou às 8h e pegamos outras pessoas no caminho. Nosso motorista e guia foi o Scott, que foi muito atencioso e divertidíssimo.
      No caminho paramos em 2 vinícolas: PILLITERI e REIF STATE. Nas 2 vinícolas teve degustação gratuita e experimentamos os vinhos branco e ice wine.
      Passamos por um condomínio de mansões e disseram que o ator Tom Selleck tem uma lá. Chegamos às cataratas por volta do meio-dia. O guia nos entregou os tickets para o passeio de barco e nos deixou livre para conhecer o lugar, marcando o retorno às 15h30.
      Descemos por um funicular até a embarcação que nos esperava para levar até próximo às cataratas. Ganhamos uma capa de chuva mas mesmo assim me molhei muito, principalmente nos pés. O passeio é bem legal mas prepare-se pra ficar ensopado.
      Depois do passeio vc tem o resto da tarde livre para caminhar pela cidade. A rua principal me  lembrou Las Vegas, tamanho a quantidade de luzes, restaurantes de franquia e lugares de entretenimento (parques, fliperamas, etc). Comi um lanche no Wendy’s (CAD 13) e depois comi um FUDGE (doce típico de lá) de chocolate walnut (CAD 7,20). Caminhei mais um pouco e 15h30 estávamos retornando à Toronto.

      CATARATAS DO NIÁGARA

      CATARATAS DO NIÁGARA

      "LITTLE" VEGAS
      Por volta das 17h30 estávamos de volta. Fui até o pub FOX & FIDDLE e tomei 1 cerveja (Corrs Light, CAD8). Voltei ao apto e fiquei conversando com a Reneé e a Mahsa (sua colega de apto). Por volta das 20h resolvi sair pra dar uma volta. Parei no pub SHOELESS JOE e tomei 2 cervejas (Malson Canadian, CAD 5,95 cada). Por volta das 21h30 voltei. Tomei banho e fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 10km
      Dinheiro gasto no dia: CAD 42

      4º dia de viagem: Toronto, 21 de Maio de 2019 (terça-feira)
      Acordei 7h40, tomei café, me arrumei e sai às 8h30. Às 9h em ponto estava entrando no RIPLEY’S AQUARIUM (o Toronto City Pass dá acesso à essa atração).
      ***DICA: Final de Maio e começo de Junho é uma época excelente pra viajar pro Canadá e EUA. Só que coincide com o final do ano escolar. Muitas escolas usam esse período para fazer excursões com os alunos pelas atrações da cidade. Portanto, se viajar nessa época do ano procure chegar bem cedo nos lugares pq quanto mais tarde, mais cheio de crianças fica.
      O Ripley's Aquarium merece ser visitado sem dúvida nenhuma! Além de muita informação sobre uma grande parte da vida marinha (de peixes, mamíferos, crustáceos, etc) em alguns pontos é possível tocar em algumas espécies. Há um tanque com pequenos camarões escarlates e ao colocar sua mão eles vêm comer a pele morta. Também é possível tocar no tubarão bambu, caranguejo ferradura e raias! Incrível!

      LIMPEZA DE PELE

      SHARK!

      ÁGUA VIVA
      Fui deixar o aquário por volta das 11h30 e passei no Steam Whistle pra tomar 1 cerveja (CAD 7).
      Caminhei por uns 30 minutos até o DISTILLERY DISTRICT. O Distillery Historic District é um complexo industrial onde funcionava uma fábrica de whisky. Ele foi completamente revitalizado e hoje conta com bares, restaurantes e até galerias de arte. Há também algumas "street arts" como grafitti, fotos e cartazes bem interessantes. As galerias de arte são gratuitas mas o preço das cervejas é um pouco acima do normal. Tomei uma cerveja amber ale (CAD 11) no Mill St. Brewpub que, apesar de cara, estava uma delícia!
      Voltei caminhando até o ST. LAWRENCE MARKET. É um mercado fechado de 2 andares com muita coisa pra comer (comidas de diversos países) e peixarias. O lugar não é grande e dá pra ver tudo em 15 minutos.
      Segui caminhando até o BROOKFIELD PLACE, uma galeria com um arquitetura interna bem interessante. Passei pela Union Station e confirmei que meu ônibus no dia seguinte para Ottawa não saía de lá, mas de uma rodoviária não muito longe dalí.

      BROOKFIELD PLACE
      Peguei o STREETCAR número 510 (bonde) na Union Station (CAD 3,25) e em 30 minutos desci no ponto da NASSAU ST, onde fica o KENSINGTON MARKET. Trata-se de um mercado de rua com vários restaurantes e lojas “descoladas”. Me lembrou um pouco o Camden Market de Londres. Parei num bar chamado RONNIE’S e tomei 1 Stratford Pilsner (CAD 7,50).

      GRAFITTI NO KENSINGTON MARKET
      Voltei ao Steam Whistle para encontrar com o Guilherme, uma amigo de infância que mora no Canadá há muitos anos. Tomamos uma cerveja e fomos ver um jogo de beisebol do Toronto Blue Jays x Boston Red Sox no ROGERS CENTRE . Antes de entrar no estádio (que fica ao lado da cervejaria, CN Tower e Ripley’s Aquarium) comemos um hotdog (CAD 5).
      O Rogers Centre é um moderno estádio que fica bem no centro de Toronto. Há tours para conhecê-lo, mas preferir ir ver um jogo.
      A experiência de conhecer um esporte completamente novo pra mim foi legal, mas o jogo em si não me agradou não. Beisebol é MUITO parado e as regras podem parecer um pouco confusas no início. Tomamos 2 Budweiser (CAD 5 cada) vendo o jogo e fomos embora antes do fim. O Blue Jays já vencia por 5x0 e resolvemos ir a um pub ver um dos jogos das finais da NBA entre o Toronto Raptors x Golden State Warriors.

      BEISEBOL
      Todos os pubs da região estavam lotados de torcedores. Conseguimos achar um “menos” cheio e paramos pra ver o jogo. Tomei uma Stella Artois (CAD 12) e no final do 3º quarto fomos embora.
      Cheguei em casa umas 23h, tomei banho e fui dormir.
      Distância percorrida no dia: 18km
      Dinheiro gasto no dia: CAD 67
      5º dia de viagem: Toronto -> Ottawa, 22 de Maio de 2019 (quarta-feira)
      Acordei 7h40, tomei café, respondi umas mensagens no celular e deixei o apto 8h30.
      Fui até a Spadina Ave. e peguei o streetcar 510 (CAD 3,25). Desci no ponto final e caminhei por uns 20min até a CASA LOMA. Cheguei lá às 9h20 e esperei até as 9h30 quando a atração abre.
      A Casa Loma é uma mansão com arquitetura de castelo e foi construída pelo milionário Henry Pellat que no final da sua vida morreu miserável, sem dinheiro algum.
      O ingresso dá direito a um áudio guia que explica cada detalhe interno e externo. A mansão tem quartos enormes, salas e salões, orquidário, torre de observação e muitas escadas. Vários quadros ornamentam as paredes. Há um túnel que liga a casa ao outro lado da propriedade. Lá se encontram um estábulo, estufa e uma coleção com 6 ou 7 carros antigos.

      CASA LOMA
      Deixei o local por volta das 12h e voltei caminhando até KOREATOWN. Parei pra almoçar no YUMMY KOREAN FOOD e pedi um bibimbap com bulgogi no pote de pedra (CAD12) e tomei uma cerveja Molson Canadian (CAD 2,95). A comida estava excelente e o kimchi (acelga temperada) que veio no acompanhamento estava muito bom!
      De lá caminhei por 20min até o ROYAL ONTARIO MUSEUM. Entrei usando o City Pass, mas tive que pagar CAD 3 para deixar minha mochila no guarda volumes.
      O Royal Ontario Museum é enorme e bem diversificado. Tem uma ala dos dinossauros, mamíferos e outros animais. Uma ala de arte oriental, mais especificamente Japão, China e Coreia. Depois uma sessão com arte da Europa e África (com uma ala exclusiva para o Egito) Havia também várias atrações interativas para crianças.

      ROYAL ONTARIO MUSEUM

      ARTE COREANA
      Deixei o museu e peguei e peguei o streetcar (CAD 3,25) de volta ao centro. Tinha combinado de encontrar minhas anfitriãs num pub perto do apto. Tomei uma Stella Artois (CAD 6,50) e ficamos conversando até umas 20h30. Voltamos pro apto, dei uma descansada e umas 23h chamei um UBER para a rodoviária (CAD 11,50).
      A rodoviária de Toronto é pequena e bem acanhada. Pra falar a verdade nem parece um terminal de transporte de uma cidade grande. Comprei um suco de maçã (CAD 3) e às 0h30 estava pegando meu ônibus para Ottawa.
      Distância percorrida no dia: 14km
      Dinheiro gasto no dia: CAD 53
      Fim de Toronto. Próximo relato: OTTAWA.
    • Por Raquel Fett
      O Lago Moraine fica nas Montanhas Rochosas Canadenses, no Banff National Park. Nós fizemos uma viagem incrível de muitos dias, praticamente só fazendo trilhas na região. 
      Junto do Moraine Lake há algumas trilhas que você pode fazer. Nós escolhemos 2 e as fizemos no mesmo dia. No total, caminhamos 17,5km, dando 23.500 passos.
      SHORELINE TRAIL : É bem curta, plana, às margens do Moraine Lake, com vistas incríveis dos Ten Peaks. São 3km ida e volta. Começamos por ela como aquecimento.
      LARCH VALLEY TRAIL/SENTINEL PASS TRAIL: Esse foi um dos melhores dias de trilhas das nossas vidas. As paisagens são maravilhosas. 
      A primeira parte  é inclinada e passa pelo meio do mato, onde vimos um cervo bem de perto. Depois, você chega no Larch Valley propiamente dito, com riachos, montanhas muita vida animal. 
      E o final da trilha é deslumbrante. As montanhas são imponentes, há 3 lagos que servem de "espelho" para a paisagem e mesmo no verão você encontra neve. Divino! Use botas adequadas para fazer essa trilha. Bastões também ajudam muito. 
      Distância: São 11,6km;
      Ganho de elevação: 725m.
      Temos um post super completo sobre esse dia, com as trilhas em detalhes, além de como e quando ir, onde ficar e muito mais em http://meusdestinosimperdiveis.com.br/lago-moraine-canada-moraine-lake-canada/.
       





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