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As ruínas e praias da Riviera Maya (15 dias)

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O melhor de lá

É fácil gostar da Riviera Maya.

O clima tropical o ano inteiro, natureza e historia atraem viajantes do mundo inteiro.

As praias de água cristalina típicas do Caribe são a principal atração do lugar.

Existem diversas ruinas Maya espalhadas por toda a Península de Yucatan.

Cancun e Playa del Carmen (PDC) tem os melhores programas noturnos. Muitas opções de disco clubs (Coco Bongo), bares e restaurantes.

Boa parte dos turistas procuram resorts all-inclusive, mas há muitas opções para quem prefere explorar a região.

Quanto mais ao sul de Cancun, mais tranquilas são as praias.

O mergulho nos recifes de Cozumel é obrigatório pra quem tem carteirinha.

Quem não tem carteirinha, pode fazer o mergulho acompanhado com instrutor.

Mais ao sul, Tulum mantém um estilo mais local, menos badalado e mais rústico.

A praia de areia clara em frente do Mar do Caribe é um convite pra ficar numa boa.

 

Geral

A melhor forma de chegar e sair da Riviera é pelo aeroporto de Cancun.

Pra se locomover de uma cidade para outra, a opção mais econômica são as vans ou colectivos, e a companhia ADO (muito boa).

Há também carros pra alugar de várias operadoras no próprio aeroporto (usei a Avis e gostei).

Quem for alugar carro, reserve com antecedência pela internet. É fácil encontrar cupons de desconto validos na internet.

 

Sempre ando com um pouco de dinheiro na carteira, as vezes o ATM não está tão perto.

O dólar americano vale aproximadamente 20 pesos mexicanos.

O custo de uma cerveja Corona num quiosque de praia sai por 30 pesos. Uma caixa de 12 cervejas no supermercado sai por 120 pesos (3x menos).

 

Os principais tipos de hospedagens são hotéis all-inclusive (principalmente na região de Cancun e Playa del Carmen), hotéis comuns, hostels e alguns poucos campings.

Há muitas opções no AirBnb. Se fechar por lá, combine a logística para pegar a chave com antecedência.

 

As praias são lindas de uma ponta a outra. O Mar do Caribe é belo por natureza.

As mais cheias são as de Cancun e Playa del Carmen. Cozumel e Tulum são mais tranquilas.

 

As ruinas e cenotes (pocos naturais de agua) estão em todos os lugares da península.

Chichen Itza, as ruinas de Tulum e Coba são as ruinas mais procuradas.

A melhor hora do dia para evitar a massa de turistas nas ruinas é logo que elas abrem.

A luz da manhã mais próxima do horizonte é excelente para fotografia.

 

Imagens

 

1. Cozumel

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2. Chichen Itza

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3. Ruinas de Tulum

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4. Kan Lum

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5. Play del Carmen

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6. Coba

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7. Praia de Tulum

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    • Por Alisson&Ione
      Fala galera, ai vai mais um relato meu e de minha esposa pela península de Yucatán, México, por 8 dias com a ajuda de todos vocês, claro.
       
      Dias 0 e 1: Bom, como toda viagem sem perrengue não é viagem, essa começou logo no início, ainda no aeroporto de Fortaleza, quando o funcionário da TAM viu que o SAE (visto eletrônico para o México) da minha esposa estava escrito LACEARDA e não LACERDA . Ele disse que corríamos o risco de voltar. Então minha esposa foi procurar uma Lan House as 01:30h da madrugada no aeroporto (que estava fechada). Ao olhar todas as lojas, viu que em uma locadora de carros tinha impressora e o jeito foi pedir “pelo amor de Deus” para acessar a internet e imprimir o documento heheheheh . Tudo certo, embarcamos.
       
      DICA 1: confirme o documento letra por letra.
       
      Iríamos pousar em GRU por volta de 4h da manhã mas o aeroporto fechou devido a névoa . O piloto ainda aguardou mas não teve jeito, tivemos que ir pra Viracopos (Campinas). Imaginem Viracopos recebendo todos os vôos de GRU. Filas enormes de aeronaves esperando “vaga” para estacionar. Filas para retirar as bagagens. Filas de espera pelos ônibus das companhias para levar todos para GRU. Depois de tudo isso chegamos lá por volta de 8:40h e o nosso vôo era as 8:20h, mesmo com o check-in já feito e a TAM sabendo que tivemos que pousar em Campinas o vôo partiu sem a gente, ou seja, a empresa não tem planejamento para fatos como esse e deixa o cliente na mão (não só a gente, tinham vários passageiros que iriam a Santiago e perderam o vôo também) . Pra piorar ainda mais, isso ocorreu dia 30/04 e o funcionário informou que, para o México, só teria vaga dia 02/05. . Poderíamos ficar em São Paulo tudo pago pela Tam ou fazer uma “volta ao mundo” pela LAN pra chegar em Cancun; optamos pela volta ao mundo. O roteiro original seria: FOR-GRU-Cidade do México-Cancun, depois de tudo isso o roteiro ficou: FOR-Campinas-GRU-Buens Aires-Lima-Cancun, 38h ao total, rodar toda a America do Sul, partindo de Fortaleza para chegar em Cancun, ninguém merece!!! Pra “compensar”, a companhia remarcou a volta um dia depois.
       
      DICA 2: já pensou se eu estivesse vindo de outro país pra ver um jogo do meu país? Tinha perdido tudo. E só conseguimos essas mudanças porque pagamos pelas passagens, se tivéssemos tirado as passagens com os pontos, esqueça... não tinha outra opção a não ser esperar.
      Ezeiza esta com a parte nova muito bonita e com internet. Lima estava frio, tivemos que comprar casacos.
       
      Dia 2: Chegamos em Cancun as 14h mas só conseguimos sair da imigração as 16h. Tinha reservado com a agência do Alvaro um transfer (U$ 30 pelo site dele), mas já dava como perdido devido a mudança dos horários (que comuniquei por e-mail, mas não recebi retorno) mas eles estavam lá e tinham respondido a esse e-mail.
      Ficamos no hotel Xbalamqué, no centro de Cancun (e não na zona hoteleira, R$ 100 a diária pelo Decolar, parcelando em 5 vezes). Chegamos mortos de cansados e logo de pronto recebemos o contato com o colega mochileiro aqui do site, Mauro Brandão e seu amigo Ailton, do qual combinamos de dividir um carro, o mesmo ficou pelo setor hoteleiro (o aluguel do carro foi pela Hertz, um Chevy, Classic aqui no Brasil, por uma semana com seguro que ficou por volta de U$ 380). Fomos tentar trocar uns dólares (a cotação variava entre 11,40MXN a 11,60MXN por dólar). Saquei moeda local no Santander (que tem muitos por lá) e fomos ao Shopping La Isla. Não vimos nada “mais barato” que aqui, algumas coisas até mais caras. Tomamos umas cervejas Corona na Hooters e planejamos Chichen Itzá para o dia seguinte. Jantamos em um restaurante próximo ao hotel e provamos das pimentas “muito fortes”, típicas dos mexicanos.

       
      Dia 3: Saímos cedo, por volta das 7:30h rumo a Chichen Itzá. GPS estava atualizado. Estrada ótima, mas com pedágios, pelo menos 2 de ida e 2 de volta, um de 251MXN(um pra ida e um pra volta) e outro de 60MXN (um pra ida e um pra volta), reserve logo uns 622MXN só pra isso. Logo após o último pedágio, a direita, tem um ponto de informações e compra de bilhetes. Dentre as opções, U$34,00 com almoço em um ponto mais afastado ou U$38,00 com almoço em um ponto mais central. Fechamos no de U$38. O guia saiu por volta de 650MXN em espanhol outras línguas fica por 750MXN. Chichen é lindíssima e merece um dia inteiro . Não há motivo para se ter pressa. Se for comprar lembrancinhas compre na volta (os preços despencam heheheheh ). A pirâmide de Kukulcán é linda. Bata palma bem forte em frente da entrada principal da pirâmide e escute o som do Quetzal (pássaro típico de lá). A foto em que eu apareço abaixo é do túmulo do sumo sacerdote; acreditam que teve um americano que comprou todo o local por U$75 e dinamitou este monumento . Procurando o tesouro do sacerdote , que burro, o tesouro era o conhecimento e não ouro. Não deixem de ver o Observatório Caracol e o Templo dos Guerreiros (o Chacmool, mensageiro intermediário entre os homens e os deuses, só pode ser visto a distância então abuse do zoom da sua máquina). O campo para o jogo de bola aqui é simplesmente imenso e o arco é muito alto com paredes retas (o jogo aqui durava dias). O Templo dos Jaguares e o Tzompantli (mural com caveiras) devem ser vistos também. Sinceramente teria ficado o dia inteiro ali . Como de costume, saquei minha bandeira do Brasil e batemos uma foto, quando de repente um guarda turístico me solicitou que apagasse a foto pois estas com bandeiras e símbolos estavam proibidas . O Álvaro nos confirmou que realmente os turistas passaram do limite e isso foi proibido, até por respeito a cultura Maia. Nós respeitamos muito a cultura indígena, visto que só viajamos a estes pontos (Machu Picchu, Ilha de páscoa, etc). Batemos mais um foto (no jeitinho brasileiro ) mas tomem cuidado e respeitem a cultura local. Depois almoçamos (muito boa comida mexicana por sinal) e saímos. Nosso carro já estava com um barulho estranho desde o dia anterior e a coisa piorou quando acenderam várias luzes no painel . Abastecemos o tanque no posto antes de Chichen (372MXN) e tiramos direto para a Hertz do aeroporto (o plano era Cobá, ainda bem que não fomos). Caiu uma senhora tempestade tropical, derrubando árvores, visibilidade zero, loucura. O carro conseguiu chegar até a entrada do aeroporto e morreu ãã2::'> . Pra compensar, a Hertz nos deu um Hyundai. Dia maravilhoso. Planejamos para o dia seguinte os seguintes passeios: Cobá, Tulum, Cenote Dos Ojos e Akumal. Pra fechar o dia fomos na agência do Álvaro conhecê-lo (bem famoso aqui nos Mochileiros nos relatos de Cancun) e fechamos os seguintes passeios com ele: Xcaret Plus (U$105 sem trasfer), Capitão Hook terra e mar (carne e lagosta; U$83), Coco Bongo barra livre (bebidas a vontade, U$ 60) e Isla Mujeres com nado com golfinho adventure + Parque Garrafon (U$139). Agora era descansar que o dia seguinte seria longo.
       
      DICA 3: Álvaro trabalha praticamente só com turista brasileiros, então com ele a garantia da qualidade para o que nos agrada é melhor, além de várias dicas que ele fornece.






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