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[t3]The Great Himalaya Trail - A mais alta e longa trilha do mundo[/t3]

 

[align=justify]Escritores de guias de viagem e montanhistas experientes estão fazendo de tudo para criar a mais alta e longa trilha do mundo: a The Great Himalaya Trail (Grande Trilha do Himalaia). Com 4.500 quilômetros, ela passará por China, Butão, Nepal, Índia e Paquistão.

 

O Himalaia – casa do Everest, do K2 e de mais de cem picos com altura superior a 6.000 metros – é, sem dúvida, o mais conhecido e imponente conjunto de montanhas no mundo. Mas como um destino de trekking, o majestoso e sempre nevado cenário tem um longo caminho a percorrer. Dos seis países que atravessam a cadeia montanhosa, só o Nepal conseguiu até agora suprir o crescente interesse do turismo de aventura pela região. Enquanto isso, nações como Afeganistão, Butão, China e Paquistão ainda não aproveitam o seu potencial devido à regulamentação rigorosa e aos conflitos internos. Nem mesmo a Índia tem feito muito progresso apesar de representar a maior parte da faixa principal dos Himalaias e de oferecer uma experiência mais ou menos segura e amigável – se não livre de problemas – para os turistas.

 

Aproveitando a campanha de marketing “Visite o Nepal” que o governo daquele país pretende lançar em 2011, um grupo de montanhistas e escritores está lutando para promover a indústria do trekking nos Himalaias. Reunindo a bagagem de milhares de quilômetros e centenas de milhares de palavras, autores de guias de viagem e experientes trekkeiros como o nepalês Depi Chaudhry, o britânico baseado na Austrália Robin Boustead, o australiano Gary Weare (autor de vários Lonely Planet sobre a região) e o neozeolandês Jamie McGuinness (que já escalou o Everest várias vezes) estão mapeando e promovendo uma rota comercial de trekking que atravessa os Himalaias de ponta a ponta. Batizada como The Great Himalaya Trail ou GHT, a travessia vai costurar centenas de trilhas da região para absorver, por exemplo, parte dos mais de 30 mil turistas que fazem a popular caminhada até o campo base do Everest e o circuito de trekking do Annapurna, ambos no Nepal.

 

O sonho dos “organizadores” da GHT é que um dia a travessia de toda a rota possa ser a meta de vida dos trekkeiros que prezem esse nome. “Passei muito tempo pensando em como fazê-lo”, diz Robin Boustead, que terminou recentemente um guia para a seção do Nepal da GHT. “Tenho toda a intenção de fazer a primeira caminhada contínua, sem parar no inverno e nas monções, que é o que tem acontecido com as duas únicas travessias já abertas. Existe muita vontade de criar uma trilha permanente que possa ser executada ao longo de um ano ou talvez 14 meses.”

 

As trilhas de longa distância já são populares em muitos outros países. A Trilha dos Apalaches, que atravessa o leste dos Estados Unidos por 4.368 quilômetros, do Estado da Geórgia ao Maine, vê milhares de trilheiros que escolhem apenas um trecho para percorrer todos os anos. – fora os cerca de 10 mil heróis caminhantes que completaram todo o percurso em uma única temporada desde os anos 1930. Os 354 quilômetros da travessia Coast to Coast, no norte da Inglaterra, possuem uma estrutura semelhante, assim como a menorzinha Tour du Mont Blanc, que circunda o pico famoso em uma rota que passa por partes da Suíça, Itália e França.

 

Só que nenhuma trilha de caminhada de longa distância no mundo teve que superar os obstáculos políticos e logísticos que a GHT enfrenta agora. Passagens muito caras, clima inclemente, inacessibilidade por estradas de rodagem em grande parte do percurso e centenas de quilômetros do aeroporto mais próximo fazem essa travessia ser quase impossível em uma única temporada. Mas a geografia não é nada em comparação às barreiras políticas para estabelecer um monitoramento terrestre que atravesse seis países em desacordo sobre territórios, com casos comprovados de violações dos direitos humanos, assédio moral diplomático e até terrorismo entre fronteiras. Mesmo na quase pacífica Índia, porções significativas da travessia estão fechadas para caminhantes estrangeiros porque passam por áreas sensíveis de fronteira em disputa com a China e o Paquistão.

 

No entanto, Robin acredita que o momento é propício para a criação da GHT. Apesar de muitas rotas permanecerem fechadas ou acessíveis somente “sob permissão”, a Índia tem explorado comercialmente o trekking e o montanhismo como uma forma de solidificar sua posição em territórios disputados. Em janeiro deste ano, por exemplo, o governo anunciou que estava retirando restrições aos escaladores e abriu 104 montanhas nas regiões de Leh e Ladakh, ao longo da fronteira com a China e o Paquistão. “Se você vai fazer valer a sua autoridade sobre uma região, a melhor maneira de conseguir isso é pelo controle de acesso ao local, permitindo às pessoas irem até lá”, afirma o escritor, que lamenta as restrições de trekking em algumas das montanhas mais impressionantes da Índia. “Por que não há um circuito de Nanda Devi? É a mais conhecida montanha na Índia”, questiona ele.

 

Até agora, apenas o segmento nepalês da GHT está oficialmente aberto para o turismo de aventura, com um mapa da rota estabelecida e nove trechos bem definidos. Mas a equipe está trabalhando para fazer o resto da trilha funcionar. De acordo com Depi Chaudhry, o mapa da rota na Índia está “quase completo”. Tendo andado cerca de 60% das trilhas para escrever o livro Trekking Guide to the Western Himalayas (Guia de Trekking para os Himalaias Ocidentais), ele prevê a divisão da GHT na Índia em cerca de oito partes adequadas para trekkings comerciais e acha que a trilha pode estar pronta e funcionando ainda em 2010. “A maioria dessas trilhas já existe e é usada pelos pastores para andar e uma aldeia para outra, ou para negociação, ou para fins de casamento. Apenas ainda não foram popularizadas”, conta Depi.

 

Em março, o Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado das Montanhas (ICIMOD) realizaria uma conferência em Katmandu pra reunir todas as partes interessadas na GHT. A organização sem fins lucrativos vê a travessia como um meio “para atrair visitantes para a região do Himalaia e desvia-los para visitar rotas menores nas zonas rurais de montanha como uma ferramenta para redução da pobreza”. Reunindo os interessados, não só do Nepal e da Índia, mas também do Butão, da China e do Paquistão, a conferência tem como objetivo explorar a viabilidade de promover a GHT como um projeto de abrangência regional. Robin acredita que a GHT representa uma oportunidade crucial. “É um divisor de águas para o turismo de aventura na Ásia”, diz ele. “Há trilhas para caminhada de longa distância na África, na América do Sul, na América do Norte, na Europa e na Austrália. Mas não na Ásia.” A GHT pode se tornar não apenas a primeira rota da Ásia – ela tem tudo para ser também a trilha de longa distância mais famosa do mundo.

 

[creditos]Piti Vieira - Revista GoOutside - Edição 59 - Abril/2010[/creditos][/align]

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    • Por Jonas Silva ForadaTribo
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      Caminhamos os 8 km até o Balneário Cassino, durante o trajeto traçamos vários planos B. Se a tempestade não passasse teríamos de esperar alguns dias, em último caso desistir. Pernoitamos num Hostel. Ventava muito. Passei a noite monitorando o ciclone e os ventos pelo app wheater. De madrugada os ventos começariam a se afastar e no sábado já estaria tudo calmo.

       
      Dia 2
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      Voltamos a marcha, agora pelas dunas. A praia estava alagada. Não demorou muito até que a Bruna fosse engolida até a cintura na areia movediça. Com muita luta conseguimos resgatá-la. Um misto de apreensão, medo e comicidade tomou conta dos dois. Às 15:00 demos por vencidos, depois de 30 km, tomamos o rumo da mata, em meio a um novo parque eólico, as poucas árvores restantes serviram de guarida.
       
      Dia 3
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      Enfim às 15:00 chegamos no farol, e logo à frente tentamos ir para a mata acampar. Caminhamos 3 km circulando o mangue alagado até que decidimos acampar embaixo de um arbusto na duna mesmo (sei que é burrice, mas depois do hermitão, fiquei um pouco abalado, não com medo de ser atacado, mas vai que ele se sentisse invadido...). Depois de lavar as partes no alagado, deitamos na barraca e nem lembramos mais do hermitão ou de qualquer coisa. Nessa hora o vento já havia cessado. Durante o dia, manhã, encontramos muitos carros e motos fazendo a travessia, a penas um grupo de motocross parou e falou que acampariam perto do Farol Verga, que deveríamos passar lá. Também encontramos um leão marinho e muitas, muitas tartarugas mortas.

      Dia 4
      Começamos cedinho na tentativa de fugir das dunas no período da tarde. O dia estava lindo, céu azul, vento leve, areia fina, mar calmo. Encontramos muitos carros fazendo a travessia nesse dia, também um grupo de ciclistas, que inclusive nos deram água. Logo avistamos a primeira carcaça de Jubarte, no segundo dia tínhamos visto uma Beluga morta. Mais à frente um naufrágio recente ainda bastante visível apesar das ondas.

      Logo que retomamos do almoço encontramos novamente a galera do motocross. Nos disseram que tinham feito um churrasco e esperado por nós, mas... No fim o seu Zeca falou que seria um bom lugar para acampar, e foi o que fizemos. Durante a caminhada da tarde percebemos que algumas caminhonetes iam e vinham pela praia, só não entendi o motivo. Como o mar tinha acalmado e a praia estava larga aproveitamos. Debaixo do sol forte das 14:00 uma das caminhonetes parou, um simpático senhor nos ofereceu um suco de limão, oh glória. Pensa num negócio bom, agradecidos seguimos em frente. Já eram passadas 15:00 quando chegamos no local de acampar. Definitivamente não chegaríamos a tempo de almoçar. Nesse dia alcançamos a marca importante dos 100 km andados.

      Dia 5
      Foi o dia que começamos mais cedo. Logo nas primeiras horas avistamos um senhor maltrapilho, descalço, caminhando com dificuldades. Ainda lembrando do hermitão, me aproximei. Ele com a mão dentro da bermuda, eu com cautela. Surpreendentemente entendi sua fala. Se chamava Paulo, recusou um sapato que tinha minha mochila, recusou comida, apenas aceitou água. Como tínhamos avistado um pouco antes um acampamento de trabalhadores na mata de pinus, orientei o senhor que caso precisasse chegasse lá. Nesse ponto já estávamos no Farol Verga.

      Saindo do Verga avistamos no horizonte um veículo gigante que saiu na areia e rumou para o sul. Não demorou, encontramos um carro parado com adesivos "Pet Free", não sei o que fazia ali. Uma hora depois aponta no horizonte o gigante, eram um caminhão de carregar toras, carregado. Vinha a todo vapor na areia. Passou por nós, buzinou e sumiu no norte. Paramos para almoçar quando encontramos uma carreta parada na areia. Sentamos à sombra e logo o dono dela apareceu. Curiosamente ele tinha o mesmo nome do senhor dos sucos. Conversando, explicou-nos que têm frentes de trabalho que ficam acampadas na floresta de pinus (chegam a 150 trabalhadores). Ele estava com a carreta-casa esperando um ônibus que traria o pessoal de Rio Grande e Pelotas. Quando falei do seu Paulo ele disse que já havia visto o mesmo homem andando de bicicleta na areia, de certa forma me senti aliviado por saber que ele se virava por aquelas bandas.

      Pouco depois de deixar a carreta, encontramos outra Jubarte, essa bem mais conservada. Ao tirar foto da baleia, olhamos para trás e lá estava o ônibus, descendo uma galera.

      Às 14:00 o reflorestamento que nos acompanhara acabou. Percebemos que seria possível chegar no Farol Albardão ainda naquele dia, ele já se desenhava no horizonte. Com 40 km, exaustos, com chuva, chegamos no farol. Já não esperávamos dormir lá devido a pandemia. Montamos acampamento do lado de fora do pátio da Marinha. Como o vento já rugia, fiz algumas ancoras com sacos cheios de areia que, enterrei e amarrei a barraca neles. Fomos dormir assustados com o vento, mas a amarração deu conta.

       
      Dia 6
      Acordamos de madrugada com trovões, vento e muita chuva. O dia clareou e a chuva castigava, meu maior medo não era se molhar, eram os raios. Pensamos em fazer um dia de descanso caso não passasse. Eram 07:15 quando as nuvens começaram a ceder, fizemos um desjejum e partimos, já 08:10. A chuva sumiu, mas as dunas estavam todas alagadas.

       
      Assim que começamos a caminhar começaram aparecer os problemas. Os passos de água que, até então eram raramente fundos, agora pareciam rios de desgelo. E para piorar se multiplicaram, cruzamos em média 5 por km nesse dia. Nessa manhã observamos uma infinidade de caravelas azuis na areia, assim como raízes e galhos que devem ter saído das dunas com a enxurrada (não as caravelas, que, devem ter vindo do mar).

      Só atingimos os 30 km às 17:00, quando avistamos um pedaço de mata, onde nos escondemos à noite. Além de atingir os 150 km nesse dia, tomar água muito boa drenada das dunas, encontrar um bom local para acampar, acompanhamos o segundo pôr do sol nas dunas (o primeiro havia sido no Albardão), tomamos banho fresco na água da chuva acumulada nas dunas e dormimos em meio a algazarras dos periquitos que aninham nas árvores ali.

       
      Dia 7
      Sabíamos que seria um dia longo, faltavam mais de 40 km para chegar no Balneário Hermenegildo onde teria um camping. Partimos às 06:40. O mar tinha recuado muito, as enxurradas formaram muitos canais (já secos). O chão irregular castigou os pés a manhã toda, quando ficava mais plano o conchal tornava os passos mais pesados. Nesse trecho muita vacas vigiam a praia, é grande também o número de ranchos nas dunas. Lá pelas 09:00 encontramos um negócio motorizado, feito em madeira, puxando uma carretinha cheia de entulho, com rodas largas que parecia um rolo compressor, apinhado de gente. Ainda de manhã avistamos mais dois naufrágios quase submersos na areia e no mar, um hotel destruído e um leão marinho começando a putrefação.

      Na hora do almoço se chegamos à sombra de um rancho na areia. Descansamos, aliviamos os pés e retomamos a marcha. O número de veículos que encontramos cresceu exponencialmente, muitas pessoas pescando de molinete. A praia agora alternava em trechos terríveis de irregular e outros menos, mas os pés doem até a alma. O alento é que já avistamos o Hermenegildo. No final foram 45km caminhados, além de bater os 200km. Valeu a pena. Chegamos no Camping Pachuca, o dono (incrivelmente tinha o mesmo nome dos dois outros homens que conversamos na praia nos dias anteriores) nos recebeu muito bem. Ofereceu a garagem para montar a barraca, nos trouxe pão com queijo e mortadela e ainda disse que seria cortesia da casa. Depois do banho, de barriga cheia, e diga-se de passagem a musica no rádio incrível, dormimos feito criancinhas.

       
      Dia 7
      Se demos o luxo de acordar mais tarde e sair só às 08:00. Diga-se de passagem que amanheceu chovendo. E ventando, mas o vento agora era norte e empurrou nos para o molhes. Na praia novamente, não demorou para dois cachorros, muito brincalhões nos acompanharem.

      Foram 15 km tranquilos. Com muitos passos de água, alguns fundos, inclusive. Mais um negócio estranho aconteceu, eram umas 10:00 quando passou uma patrola por nós. O maquinista ainda ofereceu carona, dispensamos numa boa. Chegamos no molhes da Barra do Chui às 11:50. Fomos recebidos por um bombeiro, todo empolgado que nos revelou estar pronto para fazer a travessia nos próximos dias. Descansamos algum tempo refletindo nosso feito.

      Tomamos as ruas do balneário até encontrar um buffet, onde fomos à desforra. De barriga inchada pegamos o ônibus para o Chui, chegamos lá a então a palhaçada. Como o ônibus para Porto Alegre era só às 22:00 ou às 12:00 do dia seguinte, fomos procurar um local para tomar banho e descansar, quem sabe passar a noite.
      Fomos em um posto Ipiranga que segundo o dono da rodoviária tinha chuveiro para os caminhoneiros. Fomos muito mal recebidos, e mesmo oferecendo para pagar fomos recusados. Segunda tentativa, uma pousada. O velhote que nos atendeu, primeiro fez cara de nojo por que talvez não estávamos muito bem trajados, segundo ele estava lotado, sei. Terceira tentativa, outra pousada. O homem que nos viu nem a porta abriu direito, após nos analisar, disse em tom ríspido que não tinha vaga e deveríamos procurar outro local. Respondi pra ele que não adiantaria procurar, o problema não era vaga, era preconceito. Nossa última investida foi um hotel de uma rede, Turis Firper, apesar de não muito barato (afinal não passamos a noite), fomos muito bem recepcionados.
      Às 22:00 tomamos o ônibus para passar 29 horas viajando até nossa terrinha. A maior dificuldade acabou sendo o chão irregular dos últimos dias, e a batalha psicológica do terceiro e quarto dias. Agora vamos descansar que a temporada de montanhas se avizinha.









       
    • Por Caçadordeviagem
      No dia 14 de Junho de 2019 foi inaugurado o Caminho de Nhá Chica, inspirado no Caminho de Santiago de Compostela e no Caminho da Fé, a rota se inicia na cidade de Inconfidentes/MG e vai até o Santuário de Nhá Chica em Baependi/MG, são cerca de 260 km cruzando as belíssimas paisagens montanhosas da Serra da Mantiqueira, é todo sinalizado com setas e placas, para mais informações há um grupo no Face com o nome "Caminho de Nhá Chica" ou visite o site: www.caminhodenhachica.com
      1° Dia: Inconfidentes/Borda da Mata (21 km).
      Eu percorri em Setembro de 2019, o 1° trecho, entre Inconfidentes e Borda da Mata, é o mesmo do Caminho da Fé, após Borda os caminhos se separam, o da Fé vai pra Tocos do Moji e o de Nhá Chica vai para Congonhal...
      2° Dia: Borda da Mata/Congonhal (25 km).
      Trecho muito bonito após uma fazenda com um haras, muito pitoresco, na metade do trecho há uma torneira ao lado da Igrejinha no bairro das Almas, o topo da Serra das Almas e Cachoeira das Almas são os destaques desse trecho...
      3° Dia: Congonhal/Espírito Santo do Dourado (26km).
      Trecho magnífico, logo de cara tem que superar a Serra de São Domingos, ainda na Serra, no km 07 tem fonte de água potável e mais uns 7 km depois tem o Santuário da Obediência, com estrutura de água e lanchonete, a paisagem é linda, com lindas araucárias e várias plantações de brócolis e morango, um dos trechos mais bonitos do caminho...
      4° Dia: Espírito Santo do Dourado/Silvianópolis (20 km).
      Trecho muito bonito e ermo até a rodovia MG-179, chegando nessa rodovia, a uns 100 mts tem uma barraca de frutas e doces mineiros onde adquiri bananas e doces, os últimos 3 quilômetros são em asfalto até Silvianópolis...
      5° Dia: Silvianópolis/Careaçu (20 km).
      Trecho plano e tranquilo perto dos anteriores, na saída de Silvianópolis há um belo lago chamado Lago dos Bandeirantes, próximo a Careaçu o caminho coincide com o Caminho de Aparecida até a cidade, paramos no bar da ponte para beber alguma coisa e seguimos para a belíssima Pousada Castelo...
      6° Dia: Careaçu/Heliodora (24km).
      Saindo de Careaçu por baixo da Fernão Dias, chegasse na Comunidade Rainha do Brasil, ali o monge Bernardo ofereceu café e batemos um papo, deixando o local passa-se por umas 3 porteiras e uma pequena trilha até pegar a estrada de terra novamente, a partir dali caminha-se por lugares muito ermos e bonitos até o km 16, ali há um comércio para abastecer e depois seguir pelos 8km finais pelo asfalto visualizando lindas montanhas...
      7° Dia: Heliodora/Natércia/Conceição das Pedras (24km).
      Entre Heliodora e Natércia há uma grande inclinação a ser vencida, ou seja; vai ter que subir muito e descer tudo até Natércia, lá de cima tem uma bela vista de ambas cidades, em Natércia me abasteci com víveres e segui rumo a Conceição das Pedras em meio a belíssimas paisagens, o destaque nesse trecho é a bela Cachoeira da Usina, eu aconselho a ficar em Natércia pois a pousada lá é muito boa e serve janta e a de Conceição das Pedras fica atrás de posto de gasolina, sem janta...
      8° Dia: C. das Pedras/Cristina (36km).
      Mais um dia com uma serra a ser vencida, talvez a maior inclinação do trecho, porém esse trecho é o mais belo do caminho, passa por mata nativa, pelo bairro Sertãozinho e Vargem Alegre onde há muitas plantações de banana e café, em Vargem Alegre (km18) há uma pousada, seguindo adiante, o caminho até Cristina revela-se magnífico com suas belas paisagens, Cristina é uma cidade turística e charmosa, a mais bela do caminho...
      9° Dia: Cristina/Carmo de Minas Carmo de Minas (20km)/ Soledade de Minas (16km).
      Pretendia fazer os 36km mas entre Cristina e Carmo de Minas é por uma rodovia movimentada e sem acostamento, portanto peguei uma carona até Carmo e de lá iniciei os 16 km até Soledade, o trecho é por terra e plano, não tem a beleza dos trechos anteriores mas é bonito, ali já estamos caminhando pela famosa Estrada Real, Soledade de Minas é uma cidade bem pequena, há um trem turístico que vem de São Lourenço até lá...
      10° Dia: Soledade de Minas/Caxambu/Baependi (30km).
      Pra sair de Soledade é necessário subir uns 4 km de asfalto (trecho movimentado) até a estrada de terra que leva a Caxambu, alguns km depois encontra a Estrada Real e segue até a cidade por trechos tranquilos, com matas preservadas, consegui ver alguns saguizinhos nas árvores, ao chegar em Caxambu segue pela rua de cima da rodoviária rumo a Baependi, terra de Nhá Chica, devido a proximidade das cidades, os 7 km finais não tem muita beleza, com alguns lixos no meio da estrada mas ali o importa é chegar ao Santuário de Nhá Chica e agradecer pela jornada perfeita, conhecer o local, comprar lembranças, carimbar e pegar o certificado, foi o que fiz depois segui para um hotel p/ descansar e voltar pra casa no dia seguinte...
      POUSADAS QUE PERNOITEI: Preços em 2019...
      Santa Varanda: Inconfidentes: $50 Tem janta 👍
      Nossa Senhora de Fátima: Borda da Mata: $60 Tem janta 👍
      Hotel Silva: Congonhal: $50🙁 sem janta (é melhor ficar no JS).
      Pousada do Adão: Espírito Santo do Dourado: $50🙁sem janta (Na verdade é ponto apoio onde vc pousa, não tem outra opção por enqto).
      Hotel Luciana: Silvianópolis: $50👍 Tem janta no comércio embaixo do hotel.
      Pousada Castelo: Careaçu: $50👍 Tem janta na praça da Matriz.
      Hotel Vilarejo: Heliodora: $50😒 (Única opção na cidade, tem o suficiente, conseguimos janta mas não sei se é sempre que consegue).
      Natércia: Pousada do Juliano: $?👍Tem janta, eu não fiquei lá mas vi que é bonita.
      Conceição das Pedras: Pousada da Dona Fininha ☹️ $50 sem janta, fica atrás de um posto de gas.
      Bairro rural Vargem Alegre: Zé Toco $?( Por ser casa de família, provavelmente serve janta, eu não fiquei lá).
      Cristina: Pousada Casarão: 👍🤑$100 (belíssima pousada mas é cara e não oferece janta, é melhor ficar na Pousada Real, do Célio, $50 + janta).
      Carmo de Minas: Hotel São Lucas:👍$? (Não fiquei mas vi que o hotel é muito bom).
      Soledade: Solar das Montanhas: 👍$60(boa mas não serve janta).
      Caxambu: Hotel São Francisco 👍$80 não oferece janta.
      Baependi: Pousada Instituto Nhá Chica: 👍$? (não fiquei, não sei se serve janta, a pousada é bonita).
       
      Se quiserem um relato bem detalhado visite o site abaixo:
      http://www.oswaldobuzzo.com.br/Home/caminho-de-nha-chica
       
       
       
       
       
       
       
       
    • Por WesleyTavares
      Barraca sem nenhum defeito e muito conservada, usei 3 vezes.
      Estou vendendo porque tenho outra maior que me atende melhor no momento.
      Qualquer dúvida poste um pergunta no Mercado Livre para eu receber notificação e garantir que veja.
      Link do anúncio no ML: https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1726822166-barraca-azteq-nepal-2-super-resistente-leve-compacta-6000mm-_JM
       
    • Por roteiroviagemdemochileiros
      Dicas de Viagem para Índia que Você deve Ler antes de Viajar!
      Vestimenta para as mulheres
      Respeitando as tradições e costumes da Índia, as mulheres devem estar sempre com a região dos ombros coberta. Não é aconselhável usar camisetas sem mangas, bermudas curtas ou calças jeans ou legging. O jeans, apesar de ser uma das vestimentas mais banais no Ocidente, na Índia é ainda considerado super sexy. Em muitos lugares, não é bem visto. Dica, se for usar jeans ou legging, coloca uma bata compridinha. Se for usar camiseta coloca um lenço por cima da camiseta.
      Na Índia: mulher solteira = jeans e mulher casada = roupa tradicional indiana. Para 99,9% dos indianos, mulher que mostra o corpo ou usa roupas justas que marquem o corpo, está pedindo para ser assediada e é um convite aos mais assanhados. Sendo assim, para evitar os olhares de reprovação e comentários alheios recomendo usar calças largas, saias compridas, blusas no estilo de batas. Nos templos sagrados, os visitantes devem estar adequadamente vestidos e todos devem cobrir a cabeça com véus ou lenços.

      Remédios/Higiene
      Na Índia, as farmácias são raras, e para os remédios simples alopáticos, eles pedem receita médica. A medicina comum na Índia é a Ayurvédica. Claro que você poderá experimentar os remédios ayurvédicos, mas para maior segurança aconselho a levarem as nossas medicações ocidentais: Analgésicos, Anti-inflamatório, Antibiótico, Antigripal. E também para dor de garganta, tosse, diarreia e vômitos. É recomendável levar medicamentos para intoxicação alimentar, a maioria dos viajantes tem problemas com comida nas primeiras semanas. Poderá sentir dor de estômago, leve Omeprazol. 
      Sempre leve na sua mochila um rolo de papel higiênico, itens básicos de higiene (álcool gel, pasta de dente, toalha, lenço umedecido, as meninas levar absorvente, etc). É possível encontrar esses itens nas cidades para comprar, mas nem sempre tem o suficiente nos hotéis, hostels, restaurantes e banheiros da Índia. 
      Sempre constatar se as garrafas de água mineral estão seladas com o selo do fabricante, já que alguns comerciantes inescrupulosos chegam a rechear as garrafas com água “torneiral” para revender como se fosse mineral. 
      Dicas de viagem para Índia: Turismo
      As famosas turísticas Cidades da Índia são:
      • Nova Deli (capital de tradição milenar e porta de entrada);
      • Agra (a cidade do Taj Mahal, uma das 7 maravilhas do mundo moderno);
      • Jaipur (a cidade rosa, no Rajastão);
      • Jaisalmer (a cidade dourada, também no Rajastão);
      • Amritsar (cidade sagrada do Sikhismo, 5º maior religião do mundo);
      • Varanasi (cidade sagrada do hinduísmo, 3º maior religião do mundo. Onde rolam as cerimônias no Rio Ganges);
      • Khajuraho (a cidade dos templos com esculturas que lembram Kama Sutra);
      • Rishikesh (conhecida como a capital mundial da Yoga);
      • McLeod Ganj (aos pés do Himalaia, é a cidade onde vive o Dalai Lama e os tibetanos no exílio);
      • Mumbai (centro financeiro e de maior riqueza arquitetônica do país);
      • Calcutá (capital cultural do país com cinco Prêmios Nobel).
      Visto
      Agora pessoas que vão para Índia como turistas podem tirar o visto pela internet. O novo visto eletrônico tem validade de 30 dias e custa 60 dólares. Basta acessar o site visto eletrônico indiano. Quando terminar de preencher tudo, você deve pagar a taxa do visto e só então receberá o ETA (Autorização Eletrônica de Viagem) por email. A taxa deve ser paga no mínimo quatro dias antes da viagem e no máximo 30 dias antes da data da chegada.
      O visto de turismo eletrônico pode ser pedido no máximo duas vezes por ano. Ele não pode ser prorrogado ou convertido para outros tipos de visto. O governo indiano disponibiliza, 24h por dia, um Centro de Apoio de Vistos. O serviço está disponível pelo número +91 11 24300666 ou por email: [email protected]
      Se você pretende ficar mais de um mês, deve seguir o método antigo, através da Embaixada ou Consulado da Índia no Brasil. (nesse caso o visto vale por 6 meses)
      Vacina
      A única vacina obrigatória é contra febre amarela. É preciso ser vacinado no mínimo 10 dias antes de embarcar. Atenção, aquele cartão fornecido pelo posto não serve! É obrigatório apresentar, ao chegar na Índia, o Certificado Internacional de Vacinação, mais conhecido por Cartão Internacional de Vacinação, que é um documento emitido pela emitido pela ANVISA, pois nele comprova que o viajante vacinou-se contra febre amarela. Neste artigo tem o passo a passo de Como conseguir o certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia (CIVP). Outras vacinas são aconselháveis, embora não obrigatórias. Tétano, raiva, paralisia infantil e hepatite A são algumas delas. 
      Clima
      Não pense que a Índia só faz calor, tipo de 45°C. A temperatura média varia: De Fevereiro a Maio (verão) de 20°C a 40°C podendo chegar até 45°C. De Junho a Setembro (chuvas frequentes) de 25°C a 38°C. De outubro a janeiro de (inverno) de 15°C a 20°C. 
      Poluição
      Nova Deli, local que mais recebem visitantes na Índia, é considerada a cidade mais poluída do mundo, ultrapassando a super poluída Pequim. A confirmação oficial de que a capital indiana está no topo da lista negra do meio ambiente foi dada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A poluição do ar é um problema de saúde sério na Índia. A estimativa é a de que pelo menos 10.500 pessoas morram todos os anos na cidade indiana em decorrência de doenças provocadas pela péssima qualidade do ar.
      São mais de 400 idiomas e dialetos. O oficial é o hindu, e o inglês é a segunda língua mais usada. A palavra mais conhecida em hindu é: Namastê (Oi – na verdade quer dizer muito mais que isso, mas a ideia é cumprimentar). Não existe rúpia indiana à venda no Brasil, por isso leve dólar, o Real não é bem aceito por lá. É um país de grande diversidade cultural e nesse artigo você vai ficar surpreso com as 17 Curiosidades sobre a Índia que você precisa saber. 
      Ótima Dicas de viagem para Índia né?! Não perca mais tempo, programe agora mesmo sua viagem para conhecer de perto os costumes e curiosidades do povo indiano. 
    • Por rubens.manoel
      Bom, finalmente consegui um tempinho para deixar meu relato sobre as duas semanas que passei na Índia.
      Vamos começar com os pontos básicos:
       
      • CUSTO
      A Índia é um país onde é tudo muito barato, você economiza com comida e hospedagem, porém o que irá pesar no custo total será o valor passagem que você encontra sempre na faixa de R$3500-4000. Eu consegui passagens pela Etihad por R$2800 com escala em Abu Dhabi.
      Assim o custo total da minha viagem foi de R$6000.
       
      • ROTEIRO
      A Índia possui cidades com características totalmente diferentes e o clima muda muito de uma região para outra. Viajei entre final de abril e começo de maio e peguei temperatura acima de 40 graus quase todos os dias, sendo a máxima de 45 graus.
      A minha entrada/saída no país seria por Nova Deli, assim pensei um roteiro que não fizesse viagens longas mais saísse um pouco do já manjado Triângulo Dourado dividindo assim:
      Nova Deli (3 dias ) – Agra (2 dias) – Jaipur (3 dias) – Jaisalmer (3 dias) – Jodhpur (3 dias)
       
      • TRANSPORTE
      No deslocamento entre cidades o melhor custo x benefício é o trem, mesmo com o grande número de acidentes ferroviários.
      No deslocamento dentro das cidades usa-se o tuk-tuk pra tudo é prático e barato. Em Delhi tem metro e em Jaipur estava para ser inaugurado.
      Para poder comprar passagens de trens regionais é preciso ter um cadastro no Sistema de Trens da Índia.
       
      • VISTO
      O visto é tirado pela internet através do preenchimento de formulário e pagamento de uma taxa de 60 dólares. É só imprimir o INDIAN TOURIST VISA ON ARRIVAL (TVoA) e apresentar no aeroporto. O visto não pode ser tirado com muita antecedência, consulte os prazos no site.
       
       
      Na próxima parte do relato colocarei minha percepção sobre cada uma das cidades que passei.
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