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Reynaldo Vannucci Neto

Porto de Galinhas/PE - PROTEÇÃO AMBIENTAL OU GARANTIA DE EMPREGO DOS JANGADEIROS

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Vou comentar um fato ocorrido neste mês de novembro/17 quando estive viajando pela praia de Porto de Galinhas no município de Ipojuca/PE.
A fama da localidade e o motivo de tantas visitações se dá principalmente pelos seus arrecifes de corais e suas belíssimas piscinas naturais com lindos e coloridos peixes e tudo isso muito próximo a praia, o que permite fazer o trajeto a pé quando a maré está baixa, percorrendo um pequeno trecho de agua do mar. Há também um lindo passeio, podendo chegar ao mesmo local através das 80 (oitenta) jangadas que enfeitam aquele litoral.
Ocorre que o local é protegido por leis ambientais municipais... e exatamente aí que acontece a distorção e total falta de objetividade na proteção ambiental que deveria ocorrer.
A localidade não possui uma única placa indicativa de ser os arrecifes e piscinas naturais protegidos por qualquer lei, nem mesmo as pousadas fornecem informações detalhadas sobre o assunto....na prática ao chegar na praia e tentar caminhar até os arrecifes será abordado por fiscais ambientais esclarecendo que somente podem concluir o trajeto e subir nos arrecifes para visitar as piscinas naturais quem possuir uma pulseira, que é fornecida gratuitamente logo no início da manhã na mesma praia e local de saída para iniciar o trajeto a pé, ocorre que apenas os 200 (duzentos) primeiros turistas no dia é que conseguem a pulseira, os demais ficam sem poder fazer a visita.....será??
A proteção ambiental esperada para o local deveria impedir a visitação dos arrecifes ou então limita-la, fornecer fiscalização e aplicação de penalidade para quem desobedecer aos fiscais, mas não é isso que ocorre.
Os fiscais, pelo menos o que eu tive contato, era uma pessoa altamente idealista, com aprofundado conhecimento de meio ambiente, reunindo turistas a sua volta causando discussões sobre proteção ambiental dos corais, além claro, impedindo que os turistas sem pulseira pudessem concluir o trajeto e subir os arrecifes.
Um turista desatento poderia retornar a praia sem concluir o passeio aos corais e ainda elogiar a conduta do fiscal e da Prefeitura local pelas iniciativas de proteção ambiental, mas na verdade a única proteção que estava sendo alcançada era a preservação da profissão dos jangadeiros.
Sim. Isso mesmo. Proteção do emprego dos jangadeiros. Nada mais.
Existe uma lei municipal, segundo o fiscal mencionado, que apesar de não ter sabido dizer seu número, afirmou que limita o acesso aos arrecifes de corais para 200 (duzentas) pessoas/dia, para quem vai a pé, através da distribuição das pulseiras com controle pelos fiscais no acesso pelo mar e, outros, se me lembro bem, aproximadamente 1300 (mil e trezentas) vagas distribuídas entre as 80 (oitenta) jangadas, resultando em 16 (dezesseis) pessoas por jangada, algo em torno de 2 (duas) viagens por jangada/dia.
Seria lindo se fosse assim mesmo, na prática as jangadas não possuem qualquer controle, sequer fornecem pulseiras e tampouco são fiscalizadas pelos idealistas fiscais ambientais que concentram todas as suas energias para controlar o acesso a pé pelos turistas enquanto as jangadas chegam e saem a vontade sem qualquer controle ou restrição.
Quem na verdade acaba sofrendo advertência são os fiscais, já que os jangadeiros ao notarem pessoas fazendo o caminho a pé criticam os fiscais para que impeçam com rigor os turistas sem pulseiras de chegarem aos arrecifes pelo mar e a pé, claro que objetivo é que esta pessoa ao retornar a praia seja abordado pelo jangadeiro oferecendo o passeio ao mesmo arrecife só que agora cobrando uma singela taxa de R$25,00 ou R$30,00 por pessoa, depende da conversa.
Não há qualquer limite de pessoas em visitar ao mesmo tempo as piscinas naturais quando se vai de jangada, o limite somente é aplicado para as pessoas a pé, esse tipo de preocupação ambiental é meramente retórica, senão política, buscando demonstrar aos incautos que o município preserva o meio ambiente quando na verdade a única proteção é a do emprego do jangadeiro.
Poderia mencionar diversas outras observações em questões ambientais como por exemplo limpeza e coleta do lixo na praia, tratamento e destino do esgoto da cidade, ambos aparentemente parciais senão inexistentes, ou então questionar a vigilância sanitária do município quanto as barracas de praia que vendem e conservam alimentos com sua elaboração em ambiente e condições bastante questionáveis ou também na quantidade de menores e em grande parte crianças que fazem comercio através de arte em azulejo com aplicação de produtos tóxicos como verniz sem nenhuma proteção, além do próprio trabalho infantil, mas tudo isso são outras histórias.
Quem tem a oportunidade de visitar outros países entende porque a vinda de estrangeiros para o Brasil é tão pequena e cai constantemente e porque a ida de brasileiros para o exterior e tão elevada mesmo em tempos de dólar alto. 
Respeitar o espaço da pessoa, em especial do turista, é condição mínima para se iniciar qualquer avanço no turismo, abordagens incansáveis e desrespeitosas pelos barraqueiros na praia para garantir sua presença e gasto $$ em seu espaço de cadeiras e guarda sol sem que se permita que o turista escolha por si só é algo corriqueiro, além dos vendedores ambulantes e pedintes, todos querem seu dinheiro mas ninguém permite que possa relaxar tranquilamente, a qualidade dos serviços prestados é muito baixo, condição comum em diversas localidades visitadas pelo Nordeste, para se ter algum sossego terá que se isolar em algum resort, se quiser visitar as belezas nordestinas com carro alugado, terá que passar muita raiva, uma delas que não ocorreu em Porto de Galinhas, será ter que pagar para estacionar em local público, mesmo nas ruas que cobram área azul, isso mesmo as áreas públicas estão loteadas pelos flanelinhas que exigem valores para estacionar na rua, isso mesmo eles exigem valor para estacionar seu carro na rua em local público, incluindo ruas com muitas vagas disponíveis, conheço esta pratica como extorsão, mas lá ela ocorre na frente dos guardas municipais, que atualmente parecem serem eles que fazem a segurança pública, e de vez em quando da Polícia Militar, raro de se ver, parecem estarem sendo substituídas pelos guardas, mesmo que a Constituição Federal, ao menos ainda, não ter promovido esta alteração.
Enfim....essa viagem foi minha despedida do Nordeste. Em Porto de Galinhas vivenciei o fato mais curioso, mas em todos os demais municípios turísticos visitados tive observações e fatos anotados. Pode parecer, mas não sou viajante ocasional, apenas no Nordeste, o trajeto de Salvador/BA a Natal/RN de carro foi a segunda vez que fiz, além do trajeto Recife/PE a Natal/RN realizado também de carro, bem como outras viagens por pacotes turísticos, etc, basicamente as localidades que visitei, como Porto de Galinhas/PE, estava fazendo pela quarta vez, faço tais apontamentos com conhecimento, não faço a presente critica motivado por uma situação infeliz que poderia ter vivenciado, o fato do fiscal mencionado não ocorreu comigo, já conhecia as piscinas naturais em outras duas vezes que havia ido, mas participei da discussão pois estava no mar tomando banho quando ela se iniciou.
Aproveito para compartilhar minha experiência com outras pessoas que possam se interessar e quem sabe até, iluminar a cabeça dos governantes locais para corrigirem tais falhas apontadas, bem acho que isso não vai ocorrer, então fica o texto para outros turistas poderem conhecer um pouco do que muitos não conseguem enxergar, especialmente os turistas de primeira viagem que costumam ficarem encantados com tudo que é diferente sem se importar ou perceber o que é bom ou não.

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Cara que texto!

Sou de Recife, e tudo que você falou é a mais pura verdade.

O ideal seria que chegasse até a prefeitura de Ipojuca.

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Reynaldo, bom dia!

Infelizmente isso é um reflexo de um brasil onde a corrupção, Concussão (crime)  e impunidade, reina e temos que conviver com esses tipos de coisas que estão na vida do BRASILEIRO “não concordando”, sou de Recife e minha família tem casa em Porto de Galinhas, então frequento porto a muiiitos anos, e sempre teve arrecifes, jangadeiros, passeios sendo realizado a pé, mais existe pessoas que só visa lucro $$$$ então procura vantagens em tudo, com isso começaram a limitar o acesso de trajeto a pé na intenção de proteção, mas como mencionado por você “Proteção do emprego dos jangadeiros. Nada mais.” Mais que por traz de tudo isso se tem rede hoteleira, vereadores, empresários.... É muito triste tudo isso, pois só perde!
 

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Infelizmente Nordeste é uma região pobre,de um povo que não pode frequentar a escola,é por isso, tem que fazer algo para sobreviver. 

Ainda bem que reclama de jangadeiros,que até que provém ao contrário, são trabalhadores.

O erro está na classe dominante,ambiciosa e usura,incapaz de dividir um pouquinho das imensas riquezas que acumula.E leva tipos reacionários, como o ex Gov do estado,de triste memória, ao poder.

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@Reynaldo Vannucci Neto  Não sei se você fez, mas tem aquele passeio de jangada também no Pontal do Maracaípe, falam um monte sobre preservação ambiental e no final ficam caçando um pobre cavalo marinho para colocar num pote de vidro para mostrarem aos turistas, quando fui falei para o jangadeiro não fazer aquilo pois dava para perceber que o bichinho estava muito estressado.

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@RHUGO Faço diferente de vocês, se o país é democrático como dizem,respeitem a opinião de um comunista.

O comentário que fiz para o cara do amendoim é procurando o bem dele,como quero o bem de todos,melhorar de vida,afinal todos chegarão, espero, a idade avançada.Já parou para pensar noque ele postou?Andar pelos Andes?É depois?Nem estrada tem.

O que acontece com os jangadeiros é o mesmo que você citou,garçom, motorista no sul é porque querem?Não, falta de oportunidade no Nordeste que conheço demais todos os estados há muito tempo.

Se quiser está tudo registrado no tripadvisor.E,como estou de saco cheio de tanto coxinha,vou a Chile e passo temporadas lá.Por acaso você já viu meus posts sobre o país?Acho que não me conhece e veio postar tonterias sobre a minha pessoa.

Gosta do ex Gov de Pernambuco que queria ser presidente e traiu a esquerda?Também gostava até ele virar a direita e passar a andar com reacionários. Mas isso não é assunto para discutirmos aqui.

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Ngm aqui está desrespeitando qualquer opinião; o fato é que esse espaço é voltado para viagens e temas correlatos. Suas opinião em 100% do conteúdo levam a uma discussão política ou uma crítica a todas as coisas que não sejam da esquerda fanática. Hoje, em todos os lugares possíveis a política dá as caras ..então por favor, tenha a sua opinião, mas não fique contaminando esse local que para muitos é onde se tenta ter um pouco de lazer e distração.

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Em 17/11/2017 em 10:37, RHUGO disse:

Cara que texto!

Sou de Recife, e tudo que você falou é a mais pura verdade.

O ideal seria que chegasse até a prefeitura de Ipojuca.

Meu! obrigado pela consideração e pelas palavras de apoio. Penso que essa condição foi criada pelo próprio poder público, portanto dar ciência a eles não resolveria. Porto de Galinhas tem uma beleza única o que faz com que seja sempre muito visitada, mas a exploração do turista como vem ocorrendo reflete em opiniões negativas que passam a ser difundidas e que poderá afetar o interesse de possíveis futuros visitantes de irem para lá. Com o tempo, se os reais interessados no turismo, que são os restaurantes, hospedarias, lojas, mercados não tomarem a frente e organizarem de forma efetiva o turismo local, como no caso, as visitas as piscinas naturais, a tendencia é perder turistas para outros locais mais organizados, como por exemplo Maragogi/AL, que possui beleza similar. Os jangadeiros ao descumprirem a legislação ambiental para aumentarem seus ganhos, pode na verdade perder os turistas no futuro, porque nenhum cidadão de bem gosta de se sentir enganado ou no linguajar popular ser um trouxa, se a exigência no limite das visitas fosse respeitada tanto para quem faz o passeio de jangada quanto para os que visitam as piscinas a pé,  passaria uma ideia de organização e respeito ambiental, resultado em opiniões e divulgações positivas. Os jangadeiros deveriam estar na lista dos reais interessados que mencionei, mas não com a filosofia de lucro que identifiquei. Essa é a minha opinião.

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Em 17/11/2017 em 16:07, D FABIANO disse:

Infelizmente Nordeste é uma região pobre,de um povo que não pode frequentar a escola,é por isso, tem que fazer algo para sobreviver. 

Ainda bem que reclama de jangadeiros,que até que provém ao contrário, são trabalhadores.

O erro está na classe dominante,ambiciosa e usura,incapaz de dividir um pouquinho das imensas riquezas que acumula.E leva tipos reacionários, como o ex Gov do estado,de triste memória, ao poder.

Respeito sua opinião Fabiano, mas não posso concordar, até onde eu sei nenhum Governo foi bom no Brasil, em nenhum tempo e nenhuma região, assim como não adianta pensar que Presidente, Governador, etc vão fazer algo localmente, quem tem que agir são os interessados, no caso os jangadeiros deveriam estar mais preocupados que todos os demais na cidade, como donos de restaurantes, rede hoteleira, etc,  ninguém visita Porto de Galinhas porque acha bonito o restaurante X ou a hospedagem Y, as visitas ocorrem por conta das piscinas naturais e sua praia, preservar tal ambiente é fundamental para que o turismo possa crescer. Outro ponto tão importante quanto, é a necessidade de se respeitar o turista; abordando apenas a questão da preservação ambiental fictícia, o turista não é bobo ele percebe que esta sendo enganado, e não precisa disto, se fizer bem feito, todos respeitando a limitação de visitas as piscinas naturais, possibilitando ao turista perceber a preservação ambiental ocorrendo de fato, isso fara com que as opiniões sejam positivas, caso contrario não. Quanto a colocar culpa em classe dominante, etc e que jangadeiros são trabalhadores, e que, interpretação minha, não estão cometendo crimes, penso que ser honesto é uma obrigação, quem opta pelo crime, independente de ser rico ou pobre não merece estar na sociedade e sim na cadeia, então para mim, no caso narrado, os jangadeiros aplicam a famosa lei de Gerson que tanto fez mal ao Brasil e continua fazendo. Apesar de fazerem um passeio muito agradável, pois já o fiz, em mais de uma vez e em outras localidades, não concordo deles não cumprirem a lei e se beneficiarem da falta de fiscalização e penalidade para auferirem lucros em prejuízo dos turistas que foram impedidos de fazerem o trajeto a pé. Essa é minha opinião.

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    • Por TMRocha
      Estou aproveitando esse espaço para contar um pouco de como foi a minha experiência de intercâmbio nesse país que é tão próximo de nós, mas mesmo assim tão diferente.

      Entenda um pouco sobre a experiência que obtive após estudar espanhol por um mês no Uruguai.
       
      Para não perder tempo, estou dividindo os tópicos desse dessa forma:
      1) Alguns dados interessantes do Uruguai; 2) Por que estudo Espanhol?; 3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai; 4) Minhas Considerações. Após isso o Índice dos posts dessa viagem; E por fim o relato propriamente dito! 1) Alguns dados interessantes do Uruguai
      O Uruguai é um país pequeno e muito charmoso, com cidades arborizadas, campos extensos, praias limpas e um povo muito cordial e amistoso. O país faz fronteira com a Argentina e com o Brasil, no estado do Rio Grande do Sul.

      Os verões são quentes, com temperaturas que variam entre os 23 e 38ºC, já os invernos são frios e a temperatura gira ao redor dos 15ºC, com algumas madrugadas geladas abaixo de zero. Com um clima temperado, o Uruguai possui estações bem definidas, atendendo a todos os gostos.

      Os uruguaios gostam de futebol, mate e churrasco. É muito comum vê-los com uma garrafa térmica sob o braço e o mate na mão andando pelas ruas, nos shoppings, em todos os lugares. São pessoas alegres, receptivas e solícitas, que estão sempre prontas pra ajudar.

      Mate uruguaio.
      O país conta com pouco mais de 3,3 milhões de habitantes, sendo que destes, 1/3 vive na sua capital, Montevideo. A economia é estável e vale ainda citar que o Uruguai é um dos países mais seguros e possui uma das mais altas taxas de qualidade de vida de toda a América do Sul.

      Fonte Pesquisada:
      http://www.brasileirosnouruguai.com.br/conheca-o-uruguai
      2) Por que estudo Espanhol?

      Olá, me chamo Thiago e acho que deve fazer ao menos uns três anos que estudo espanhol  [04/10/2017] e pouco a pouco estou melhorando meu conhecimento nesse idioma tão interessante. Com o espanhol tive a oportunidade de conhecer outras culturas que antigamente estavam fechadas para mim.

      Vestimenta típica para festas musicais de alguma região do Equador.

      Touradas, na Espanha.

      Murga, uma apresentação típica do carnaval uruguaio.

      Festa dos Mortos, no México.
      Descobri novos povos, outras comidas típicas que antes não fazia ideia que existiam e ainda tive a oportunidade de me aventurar por um novo país: o Uruguai, onde fiquei morando por um mês em uma casa de família super simpática enquanto estudava espanhol de forma intensiva em uma academia de ensino uruguaia.
      3) Minha Experiência de Intercâmbio no Uruguai
      Minha ideia inicial era fazer um intercâmbio junto ao CACS para a Espanha, mas como a crise estourou pesado em 2014 esse plano acabou caindo por terra, então continuei juntando mais algum dinheiro e resolvi fazer isso por conta própria junto a CVC, e numa das opções apareceu o Uruguai, país que decidi passar um mês inteiro realizando o intercâmbio de espanhol.

      Montevideo, capital do Uruguai.
      Lá fiz muitos passeios pela capital Montevideo e ainda conheci outras cidades próximas como Punta del Este, Colonia del Sacramento e Salto del Penitente (em Minas). Nesta última cidade andei a cavalo, me aventurei em uma tirolesa e até me arrisquei num rapel [que na verdade foi uma falha total!].

      Academia Uruguay, onde estudei no meu intercâmbio.

      Praça Independência, Montevideo.

      Monumento Los Dedos, em Punta del Este.

      Colônia do Sacramento, vista do alto de um Farol.



      Nas últimas três fotos acima: Eu me arriscando nos esportes de aventura em Salto del Penitente, no Uruguai.
      Com o intercâmbio conheci mais do comportamento dos uruguaios e descobri que eles são um povo incrível, cultos, organizados, super trabalhadores, que gostam da natureza e realmente amam o seu pequeno país.
       
      E claro, como um bom viajante também passei por alguns perrengues mais complicados, em especial para me adaptar com o clima e a comida típica do país, que é muito diferente da brasileira.

      Milanesa Pollo Napolitana con fritas.

      "Pasta". Esse é o nome que os uruguaios dão para o macarrão.

      Carne de Javali, uma iguaria típica de Salto del Penitente.
      O mais importante é que tive boas experiências que serão lembradas por mim até o meu último dia de vida. Mesmo em todo esse texto não foi possível relatar sequer um décimo do que fiz e do que senti por lá. Resumindo...
      "Ter a oportunidade de aprender um novo idioma é o mesmo que se abrir para novas oportunidades no presente e no futuro."
      Acho que isso resume um pouco do aprendizado que tive por lá. E pensando nisso, resolvi organizar esse tópico para que incentive novos viajantes ou até mesmo outras pessoas que pretendam aprofundar mais o seu conhecimento nessa língua.

      Sem mais delongas, abaixo estou colocando o índice organizado de toda essa maratona que fiz por lá, sem claro, deixar de ensinar um pouco do espanhol também e contando praticamente tudo que aconteceu no país, desde a minha saída do Brasil até a chegada no outro mês.E para fechar com chave de ouro, só falta esse assunto
      4) Minhas considerações:

      Desejo um agradecimento especial à família que estava me hospedando: O Álvaro, a Stela, a Fernanda e também aos dois hóspedes gringos que ali estavam e me ajudaram muito, o Míchel da Suíça, e a Kelsy, dos Estados Unidos. E também para toda a equipe da Academia Uruguay que me ajudou bastante.
       
      Desejo que todos vocês aproveitem a vida, trabalhem bastante e que viagem sempre que puderem. A todos os leitores, espero que tenham sempre uma boa viagem!
       
      A seguir:
      - Índice do Relato dessa viagem;
      - Relato propriamente dito.
    • Por peresosk
      Esta viagem foi a última parte da viagem que fiz pela Ásia, então claro não tem preços dos voos do Brasil, isto vai depender de cada um.
      Vamos aos números que muita gente gosta de saber.
      O Roteiro
      TURQUIA - IRÃ - VIETNÃ - LAOS - TAILÂNDIA - MALÁSIA - SINGAPURA - FILIPINAS - COREIA DO SUL - RÚSSIA
      A Rota dentro da Rússia
      Vladivostok – Khabarovsk (13h48 de viagem – R$ 84,68)
      Khabarovsk  – Chita (42h10 de viagem – R$ 211,76)
      Chita – Ulan-Ude (10h27 de viagem – R$ 50,66)
      Ulan-Ude – Irkutsk (06h43 de viagem – R$ 46,14)
      Irkutsk – Novosibirsk (32h11 de viagem – R$ 103,81)
      Novosibirsk  – Omsk (08h36 de viagem – R$ 52,94)
      Omsk – Tyumen (07h48 de viagem – R$ 49,78)
      Tyumen  – Yekaterinburg (05h27 de viagem – R$ 36,31)
      Yekaterinburg – Vladimir (25h31 de viagem – R$ 94,65)
      Vladimir – Moscou (01h42 de viagem – R$ 12,91)
      Moscou – St. Petersburgo (11h35 de viagem – R$ 52,04)
      St. Petersburgo – Kaliningrado (01h35 de viagem (avião) – R$ 180,77)
      Quando: Março e Abril de 2018
      Dias: 58
      Noites em Hostel: 1
      Viagens Noturnas: 6
      Couchsurfing: 51
      Valor Gasto em Real: R$2162,94 ($675,92)
      Média Diária em Real: R$37,29 ($11,65)
      Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/JtTho9
      Meus Vídeos no Youtube: LINK AQUI
      O Trailer

      VLADIVOSTOK (3 DIAS)
      Como eu cheguei até a Rússia é outro assunto, hoje você vai assistir um relato de como foi viagem durante 58 dias no maior do país do mundo.
      Voo da Coreia do Sul direto para Vladivostok, pousei em um dia com sol e temperatura por volta de 1 grau, inesperado para 4 de março. Para sair do aeroporto nada de táxi pois isto é coisa para turista, um mini bus me levou direto para a estação de trem onde meu primeiro anfitrião estava me esperando, Vladivostok fiquei 3 noites e foi o suficiente para ver o que a cidade tinha para oferecer e claro conhecer pessoas, a Rússia ficou marcada por isto, dúvida?
      Meu anfitrião não é a pessoa mais simpática do mundo, mas logo no primeiro dia conheci Ana que falava espanhol, japonês e russo é claro, nada de inglês. Ela trabalha em uma multinacional japonesa e dá aulas de espanhol, a explicação é meio lógica, Vladivostok fica do lado do Japão e existem muitas empresas e carros japoneses circulando em toda a Sibéria inclusive até Irkutsk, falo isso pois a direção dos carros fica na direita. Ana me levou a uma fortaleza antiga que defendia a cidade até 1991, não tenho imagens pois praticamente congelei naquela noite com temperaturas próximas dos -20 e um vento assustador.
      No outro dia começou muito bem com Elena, uma pessoa divertida demais que fomos andar sobre o mar congelado, lembrando que fui viajar no final do inverno, o que não significa calor na Rússia.
      Foi um dia muito especial praticamente me avisando do que seria esta viagem, teve comida mexicana, restaurante fino, chocolate com sal e claro mais uma amizade do mundo.

      Uma das novas pontes da cidade, Vladivostok estava fechada ao turismo até 1991

      Elena foi uma das novas amigas da Rússia, mais uma que ama o Brasil

      O mar congelado junto com o inverno Russo
      A estação de trem de Vladivostok tem a icônica placa com o número 9288, significa a distância de trem até Moscou, mas eu não segui exatamente a rota da transiberiana, antes do momento do embarque fui com o Leo ver o farol do mar congelado e aquele local parece cena de filme.

      A placa com 9288 km até Moscou

      O farol que serve para guiar embarcações
      Primeiro destino definido, Khabarovsk fica a 14h48 de Vladivostok e as por volta das 5 da tarde embarquei com neve para a minha primeira jornada na Rússia, foi curta se comparar com o que vinha pela frente. Logo do inicio da viagem presenciei uma das cenas mais bonitas da minha vida, uma senhora de dentro do trem despedindo-se de seus parentes e assim começou a vida nos trens russos. Vagão novo e foi bem vazio, mas esta maravilha não seria frequente depois de algumas viagens.

      Submarino S-56 utilizado em guerra, hoje é um museu

      O vagão da terceira classe, a platzkart

      Ainda na estação uma das placas mais esperadas da minha vida, hora de embarcar

      Na praça central tem o Monumento aos combatentes pelo poder soviético
    • Por Lljj
      Assisti esse filme quando tinha uns 11 anos de idade. Na época, enquanto os créditos finais subiam na tela, me via profundamente incomodada com o que eu era, o que fazia e o que estava fadada a me tornar. Minha vida não era motivo de orgulho.
      Para uma pré-adolescente é difícil conseguir começar de novo, afinal a vida sequer havia começado, e meus responsáveis seriam contra uma viagem solo de autodescoberta. Conforme os anos passavam, esta insatisfação se aprofundava dentro de mim. Para driblá-la, eu seguia o caminho básico de qualquer pessoa que almeja ser razoavelmente bem-sucedida: não repeti na escola, trabalhei desde cedo, fiz cursos variados e dei o meu melhor para não desapontar aqueles que me amavam. Ainda assim, todas as vezes que realizava alguma conquista, esta era ofuscada pela sensação de vazio. Não me orgulhava delas.
      O problema não era a minha vida, não realmente. O problema era que aquela não parecia ser a minha vida. Nada era como eu queria que fosse, e sim como os outros esperavam que eu quisesse. Seguindo indicações alheias, acabei estudando um curso superior que desgostava e trabalhando em um escritório insuportavelmente tedioso e restritivo. “O que mais poderia querer em tempos de crise?”, me questionava. E, mesmo assim, não me orgulhava de nada daquilo.
      Uma profunda autoanalise e o auxílio de uma coaching foram necessárias para que enxergasse a razão da minha infelicidade: eu encarava o mundo de forma negativa. Nada seria satisfatório enquanto insistisse em dar voz ao pessimismo que sussurrava nos meus ouvidos. A partir daí, passei a travar uma feroz batalha interior para descobrir que pessoa poderia me tornar sem essa negatividade nublando as minhas decisões.
      Agora posso até dizer que sempre entendi esse trecho do filme pela perspectiva errada. Me concentrava tanto em “espero que tenha uma vida da qual você se orgulhe” que ignorava o “nunca é tarde de mais para ser quem você quiser ser”. Engraçado, né?
      Ainda não sei o que quero ser e, pela primeira vez, não estou com pressa em saber. Bem, “não há regras para esse tipo de coisa”! Então, com toda a coragem que percebi possuir, iniciei o Projeto Preciosas.
      O projeto envolve duas paixões pessoais: escrita e viagem. Escrever é meu ponto de equilíbrio, o que me impede de correr pela rua arrancando os cabelos da cabeça. Viajar é algo que vivencio desde que aprendi a ler, pois a leitura já me transportou a incontáveis lugares.
      Preciosas é o título de uma série de romances que venho desenvolvendo há longos anos. Apenas nos últimos meses que me permiti idealizar uma viagem baseada nos cenários das histórias, que se passam no Rio Grande do Sul.
      A viagem, ou melhor, expedição, iniciará em agosto/2018. Serão três meses circulando por diferentes cidades gaúchas, e mais três cruzando o Sul do Brasil até regressar ao meu estado natal. Comprei as passagens de avião em março – só de ida –, e cada dia que me aproxima da data de partid a me traz mais certeza, mais confiança, de que enfim tomei uma decisão por mim mesma. Ainda que rolar uma merda estratosférica, terei o consolo de ser a única responsável e não mais ser teleguiada pelas indicações dos outros.
      O slogan Na trilha da insensatez se refere exatamente a isso. Estou seguindo o caminho tortuoso da autonomia, realizando algo que todos ao meu redor acreditam ser uma loucura. Aonde essa estrada me levará? Acredito que até ao fim. Não tenho medo... pelo menos não muito. Mas há uma satisfação, um orgulho, em saber que estou me tornando a pessoa que sempre quis ser.
       
      Post original em https://www.lljj.com.br/
      Imagem em Pixabay
    • Por BrunaKC
      Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia!
      Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta.
      Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem.
      A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena.
      Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo.
      Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. 
      Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. 
      Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias.
      Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito!
      Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa.
      Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. 
      O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. 
      Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos.
      Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia.
      O melhor ainda está por vir!
      Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo.
      Até logo, aventureiro!








    • Por emanuelle.ec
      01/05 a 01/06 – EURO = R$ 4,41
      Oii galera ! 
       Minha primeira postagem aqui ! Resolvi compartilhar com vocês a minha primeira eurotrip ! Fiz a viagem em Maio/2018 .
      Vou deixar bem curtinho os posts com os valores e um pouco de cada cidade e algumas fotos , mas antes um resumo porque sempre tem os zé preguiça kkkkkk 
       
      Quem quiser acompanhar essa e outras viagens : @emanuelle_ec
       
      GASTOS :
      Passagem aérea :
      - Joinville – São Paulo : 5.770 milhas – GOL
      - São Paulo – Dubrovnik : R$ 1.478,47 – Turkish Air (Promo 123 milhas)
      - Bruxelas – São Paulo : R$ 1443,72 - TAP
      - São Paulo – Joinville: 4.000 milhas + R$ 31,27 – GOL
      Total : R$ 2953,46
      - Transporte (ônibus, blablacar,tram,etc) : € 269,44
      - Hospedagem :  € 475,41
      - Alimentação e extras : € 651,21
      Total : € 1396,06    Total em reais : R$ 6156,62
      TOTAL DA VIAGEM : R$ 2953,46 + R$ 6156,62 = R$ 9110,08 
       
      Como essa iria ser a minha primeira viagem pra Europa eu não estava muito afim de fazer o clichê Paris, Roma, Barcelona e tudo mais, então resolvi ir para o Leste Europeu . Eu não tinha nada planejado, tinha pesquisado claro algumas cidades que queria ver, mas não comprei NADA antecipado (fora as passagens de ida e volta claro kkk) , ia reservando ao longo do caminho os hostels e comprando as passagens de ônibus via FLIXBUS pelo app deles mesmo e as passagens de barco na Croácia foi tudo direto no local.
      Consegui uma promoção de passagem pra Croácia na 123 milhas, fiquei com receio de comprar por milhas e pelo site ser novo e tudo mais, mas olha ! Deu tudo certo !!! Como a passagem era pela Turkish eu tinha um stopover em Istambul de 21 horas, não me perguntem se eu tinha direito a hotel ou qualquer outra coisa porque nem perguntei ( mals ai), mas é que eu tenho um amigo que mora lá então ficou combinado que eu ficaria na casa dele e ele me mostraria a cidade no dia seguinte. Cheguei em Istambul as 22hrs e meu voo pra Dubrovnik só sairia as 19hrs do dia seguinte então deu tempo pra ver os principais pontos da cidade.  Não gastei quase nada em Istambul porque o maluco resolveu pagar tudo e ainda conseguimos umas pizzas free logo na noite que cheguei porque tinha sobrado e o cara da pizzaria não queria jogar fora, muita sorte !! 
       
      ISTAMBUL (01/05 a 02/05):
      Troca : 30 euros  = 141.30 liras
      Ônibus p/ aeroporto : 12 Liras
      Chocolate aeroporto : 8 Liras
      Lembrancinha: 3.50 liras
      Troca : 118 Liras = 22 euros
      Total Istanbul:  23,50 Liras - 8 euros
       
       


       
       Segui pra Croácia no dia seguinte.
      Cheguei em Dubrovnik as 21 hrs e peguei o busão do aeroporto pra cidade velha. Apesar de ser tarde já a cidade ainda tava lotada de turistas, coisa de doido mesmo, nunca vi tanta gente por m². Fiquei pouco tempo em Dubrovnik, porque pra mim foi a cidade mais cara da croácia. Passeia pela cidade, subi na muralha, tentei não enlouquecer com a senhora do mercado que não queria me vender as coisas porque eu não tinha dinheiro trocado.   O hostel que eu fiquei é super simples mas o dono é mega gente boa e já chegava recepcionando a galera com Rakia, uma bebida tradicional deles, forte do c* hahahha
       
      DUBROVNIK (02/05 a 04/05):
      Hostel (The City Place Guesthouse – 2 diárias 😞 31,44 euros ( cartão de crédito)
      Troca : 20 euros = 140 kunas
      Ônibus aero: 40 kunas
      Taxa turista : 2 euros
      Mercado – 26.81 kunas
      Almoço- 57 kunas
      Troca : 60 euros - 432 kunas
      Ônibus p/ Porto: 27 kunas
      Janta (Foccacia+Croissant): 20 kunas
      Ticket Muralha: 150 kunas
      Almoço:24 kunas
      Ônibus p/ Porto: 15 kunas
      Barco p/ Hvar: 210 kunas
      Troca : 10 euros - 72 kunas
      Mercado: 27 kunas
      Sorvete: 20 kunas
      Total Dubrovnik : 616,81 kunas = 90 euros dinheiro e 31,44 euros cartão = 121,44 euros

       


       
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