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Olá viajante!

Bora viajar?

As empresas de Eco-Turismo querem o fim dos Mochileiros ????

Postado

Já reparou que depois do BOMMM do Eco-Turismo ficou mais difícil viajar por conta própria?

 

Já reparou que alguns Parques Nacionais que eram abertos ao publico em geral agora exigem o acompanhamento de guias mesmo para trilhas fáceis e simples?

 

Já reparou que os Parques Nacionais que tem entrada restrita acabam favorecendo as empresas de Eco-Turismo que compram todas as entradas para um find só para te obrigar a ir com eles ?

 

Pois é, pode parecer paranóia minha, mas existem fatos, por exemplo, há algum tempo um amigo Fernando Leme foi até Ibitipoca e tentou pagar com antecedência de uma semana a entrada no Parque e pegar a autorização de acampamento (que é limitada) só que ele foi informado que não tinham mais vagas, e o mesmo funcionário que informou que já não havia mais vagas indicou uma agencia chamada Eco-Trips que não só tinha entradas como também tinha comprado todas as autorizações para acampamento dois dias antes da data em que são liberadas para pedidos de reserva, chegando à agencia informaram a ele que tinham vagas para o seu passeio guiado dentro de Ibitipoca e se Fernando paga-se o pacote da agencia teria a entrada e a permissão de acampar (isto não lembra os cambistas ??? coisa que é proibida!!! Né???).

 

Agora outra, tem um tempo eu fui procurado por uma agencia de turismo bem conhecida (Não posso divulgar o nome pq não tenho provas materiais pq não gravei a proposta que me foi feita) eles simplesmente me pediram para tirar do ar o meu site que disponibiliza arquivos GPS de todas as trilhas que eu fiz, me ofereceram R$ 3.000,00 , o emprego de guia e uma comissão sobre as pessoas que eu indicasse para a agencia, para ter tudo isto era só eu parar de divulgar os arquivos e mapas que eu colocava no ar, pq segundo eles isto estava prejudicando os negócios da agencia quando poderíamos ser parceiros!!!!!! Com o perdão da má palavra eu mandei eles PRA PUTA QUE PARIU!!!

 

Enquanto isto a revista Aventurajá parou de circular acredito eu por falta de verbas, as agencias de eco-turismo devem ter ficado feliz pra caramba por que na revista o Sergio (Redator) colocava o roteiro completo de trilhas e mostrava como vc pode fazer de graça trilhas que as agencias cobram R$250,00 a 500,00 por pessoa, quando vc não gastaria mais de R$100,00 para ir sozinho.

 

No mês passado eu e dois amigos sinalizamos a entrada da trilha para a Pedra do Faraó em cachoeiras de Macacu e sabe o que ocorreu??? Uma semana depois quando voltamos lá as sinalizações tinham sido arrancadas e a placa quebrada, vandalismo??? Nada, um morador do local disse que viu quando o dono de uma pousada próxima foi até o local a noite e arrancou todas as sinalizações e as placas e sabe por que??? Simplesmente porque a pousada oferece pacotes com guias e transporte para subir a pedra do Faraó e nós estávamos “Tirando o Pão deles” ou seja o cerceamento do direito a informação, resquícios da ditadura militar... fazer o que.

 

Um Amigo meu , Julio Mello me escreveu um e-mail me pedindo o arquivo GPS da trilha da Pedra do Faraó e me contou uma coisa legal e uma coisas triste, a coisa legal é que um casal amigo dele abriu o primeiro camping de Cachoeiras de Macacu e eu fiquei muito feliz, ai ele me contou que arrancaram a placa que eles tinham colocado para indicar o caminho do camping e sabe porque??? Porque os donos de pousadas da cidade e as empresas de eco-turismo não querem um camping lá, porque camping é sinônimo de turismo independente e isto os mesquinhos querem evitar!!!! Quem abre um camping (em local adequado e consciente da preservação ambiental como me foi dito que é o caso) merece uma medalha e respeito porque esta permitindo que pessoas de todas as rendas visitem um determinado local, esta democratizando o turismo e o mundo.

 

Outro dia um amigo meu o Sergio Manco que é proprietário de um sitio por onde passa a trilha que liga Castalia a São Lourenço foi procurado por uma empresa de eco-turismo de Friburgo que fez a seguinte proposta “ Vc fecha a a sua porteira e não permite mais ninguém fazer a trilha se não for guiado pela nossa agencia e em troca vc ganha 20% de cada turista que levarmos pra fazer a travessia” isto é fato!!!! E tem testemunhas!!! Só que isto não é crime a justiça brasileira vê nisto um direito legitimo de comercio, o Sergio Manco que é uma pessoa legal e espiritualizada não aceitou a proposta imunda mas ele me falou o seguinte “Eu não vou aceitar isto mas os meus vizinhos vão acabar aceitando e pondo trinco nas porteiras”

 

Quer mais!?!?!?! Então lá vai, no Parque Nacional dos Pontões Capixabas no pequeno e notável município de Pancas, situado no noroeste do Espírito Santo, os vereadores locais lutam contra a regulamentação do Parque Nacional e querem que esta área se torne reserva particular dos moradores originais, e sabe para que??? Para que só eles detenham o controle do turismo na cidade, e ocorre que os mesmos vereadores que lutam contra o parque nacional que viria a democratizar e liberar o acesso de todos os brasileiros a este fabuloso monumento natural, estes mesmos vereadores apoiados por alguns deputados estaduais já estão abrindo agencias de Eco-Turismo para controlar o turismo local , ou seja sem o Parque Nacional, vc cidadão comum e dono deste Pais como todos nós, seria obrigado a contratar uma destas agencias para poder visitar as belezas naturais que estariam em propriedade privada e sendo um cartel eles poderiam cobrar o que quisessem e vc teria que pagar.

 

É isto ai amigos... Agora eu sei bem que não sou o dono da verdade e por isto coloco estes fatos para serem debatidos por todos nós, as agencias de Eco-Turismo querem ou não impedir o turismo independente????

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Pesquisando na Net, descobri que já existe uma associação de mochileiros, a AMABR (Associação dos Mochileiros e Aventureiros do Brasil):

 

http://inema.com.br/mat/idmat031819.htm

 

Infelizmente não consegui acessar o site deles, mas há um endereço de e-mail disponível aqui:

 

http://inema.com.br/mat/idmat032680.htm

 

info@amabr.org.br

 

Segundo o site, a AMABR está devidamente registrada em cartório. Sendo uma entidade jurídica, talvez possa ser usada para direcionar nossos protestos às autoridades competentes sobre o que vem se passando nos parques e reservas do Brasil, exigir diretrizes que respeitem nossa forma de viajar e mesmo exigir sinalização ou proteção pela sinalização das trilhas.

 

[]´s

 

Hendrik

Postado
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a ideia é interessante, valida e legitima. Contudo, num pais de terceiro mundo como o Brasil dificilemtne daria certo por cnta da cultura. Ja comeca com quem confunda mochileiro/backpacker/bicho grilo e farofeiro... a simplificacao tola q alguns generalizam por conta de meia duzia de maconheiros mochilados. Mudanca deve tb ter por parte do mochileiros (in)consciente, pq assim a mentalidade de colocar td como farinha do mesmo saco perdurará.. e jogar a culpa nas autoridades é comodo demais.

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Jorge e schwertner, concordo com os pontos levantados por vocês, mas não com a prioridade deles.

 

Os mochileiros independentes geralmente são conscientes dos problemas ambientais e os que mais respeitas os locais onde mochilam. Pode-se dizer que são adeptos praticamentes do turismo ecológico sustentável. Pelo menos é o que me parece ao visitar comunidades mochileiras como esta.

 

Os mochileiros ou chamados eco-turistas organizados, que recorrem à agências, guias e/ou pacotes, talvez possuam menos consciência, mas, novamente, já visitei e conversei com diversas agências, guias e operadores e todos eles pregam o turismo ecológico sustentável.

 

Nos poucos treks que fiz tenho visto placas ns trilhas apelando para o turismo ecológico sutentável.

 

Então concluo que há educação sendo feito. Talvez não suficiente e tendo em vista diversos relatos versando sobre vandalismo nas trilhas, certamente que não há controle suficiente.

 

Daí minha sugestão dos mochileiros interessados recorerem à associações legais, que podem servir de canal no envio de protestos, petições e abaixo-assinados de forma a combater situações como as descritas no post original que abriu este tópico: as agências, guias, fazendeiros e operadores se apossando das trilhas e destruindo o trabalho de sinalização e obstruindo o acesso de mochileiros independentes em parques e reservas.

 

A popularização de um local trará inevitavelmente impactos ambientais na região que podem e mais que certamente irá mudar ao menos detalhes do ambiente. O simples fato de passar 50 pessoas por dia numa trilha e não 5 irá causar impacto ambiental, por mais cuidado e educadas essas pessoas tenham e estejam.

 

A questão então está em gerir esse impacto.

 

E a gestão de parques e reservas são da competência de orgãos governamentais. Por isso, se acham que a grande questão seja educar quem for nesses lugares, o Governo também tem grande parcela de responsabilidade no campo.

 

A situação de apropriação e destruição de sinais das trilhas, parques, reservas e outros destinos ecológicos por parte dos guias, fazendeiros e agências não é solução. Primeiro que irá bloquear o acesso aos mochileiros independentes, categoria mais consciente. Segundo que irá fazer-nos divagar por fora das trilhas, nos perder, aumentando o impacto ambiental negativo em outras áreas. Terceiro que elas não possuem esse direito. Quarto e por fim que irá incrementar o acesso de eco-turistas organizados, os menos conscientes.

 

Se uma ação educativa deve ser feita, então deve ser uma geral, para todos: mochileiros independentes, organizados, agências, moradores locais, guias...

 

Por isso disse apoiar a criação de taxas para entrar em parques ou reservas, que sejam revertidas na manutenção e recuperação ambientais.

 

Talvez associações locais devam ser criadas, com trabalho voluntário e sustentadas com as taxas de ingresso ou imposto sobre as agências locais, de forma que seus voluntários possam levar programas de manutenção e recupração dos locais sob suas jurisdição. Vi isso em Andorra. Havia uma Associação Casamaya, que cuidava das trilhas relativas à essa montanha: limpeza, sinalização, reflorestamento, etc...

 

Por fim, Jorge, ser um bicho-grilo ou maconheiro não impede da pessoa ser chamada de mochileira. Havendo consciência na trilha, não vejo porque essas pessoas devam ser discriminalizadas. Vi muitos maconheiros na trilha ao EBC e, quem diria, eram os mais tranquilos das trilhas. Quem mais depradava o ambiente eram os organizados, com suas garrafas plásticas de água, Coca-Cola, suas embalagens de chocolate, M&M, biscoitos, Mars e seus pacotes de medicamentos espalhados pelas trilhas. Acho que não deveríamos tentar criar um padrão de mochileiro. Se ele respeita o ambiente, me parece bom o suficiente. Se ele fuma ou é hippie, isso é da conta dele.

 

Concluindo, acho que trilhas bem sinalizadas são um enorme passo na preservação do ambiente e uma cruzada que merece ser abraçada. Se deixarmos, as agências, guias e fazendeiros irão tornar impraticável o estilo mochileiro independente em diversas áreas, como a Chapada Diamantina.

 

[]´s

 

Hendrik

Postado
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Hendrik, a Chap. Diamantina é um parque "numas", pq afinal nao tem portaria nem nada...portanto nao ha fiscalizacao alguma q tnha uma postura firme em se tratando em depredacao do patrimonio, seja na forma de queimada, palmiteiros ou os farofeiros-bicho-grilo do vale do Capao...nao há!

Daí q é mais comodo pras autoridades (com justa causa) juntar td no mesmo saco..eu, vc e os maconheiros de plantao! Nego mochilado pra ele sé td uma coisa só, sendo q nao é assim. Nao querem nem saber..

Uma acao como vc propoe leva tempo e disposicao de ambos lados. Mas aqui, a cultura é bem difernte de Primeiro Mundo - q tem uma cultura backpacker enraizada e consciente - seria pedir muito, embora nao seja impossivel. Exemplo é o PN do Caparao.

Postado
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Mas voltando ao assunto, é muita sacanagem das agencias monopolizar o acesso aos pqs nacionais demaneira a ser obrigado a se valer dos pre$timos dele$. Td cidadao tem o direit de escolha qto a como vc quer viajar, mas a partir d momento q apontam apenas numa so direcao passam a cercear um direito seu. E os pqs sao patrimonio de todos, afinal, sao mantidos com nossa tributacao..e deveriam ser liberados a visitacao, em tese.

Mas ca entre nos, quem quiser ir a algum local por conta, vai. Nada q um pouco de teimosia, bom planejamento e perseveranca nao resolvam.

Postado
  • Membros
Hendrik, a Chap. Diamantina é um parque "numas", pq afinal nao tem portaria nem nada...portanto nao ha fiscalizacao alguma q tnha uma postura firme em se tratando em depredacao do patrimonio, seja na forma de queimada, palmiteiros ou os farofeiros-bicho-grilo do vale do Capao...nao há!

 

Jorge, quando estive no Nepal havia uma "porteira" na entrada do Parque Nacional Sargamatha (Evereste), que foi posta na trilha principal, mas se a pessoa quisesse furar fila, era só se meter no mato e pronto, entrar sem pagar.

 

Então a porteira é simbólica mesmo. O passar por ela e adquirir as permissões são atos mais de consciência do que necessidade. A fiscalização não se dá na porteira, mas na forma de guardas florestais.

 

Outra coisa, estou com a leve impressão de que você tem uma idéia de que os hippies e maconheiros são má coisa para o ambiente ou turismo independente.

 

Daí q é mais comodo pras autoridades (com justa causa) juntar td no mesmo saco..eu, vc e os maconheiros de plantao! Nego mochilado pra ele sé td uma coisa só, sendo q nao é assim. Nao querem nem saber..

 

Não enetendi o que isso tem a ver com as ações contra o estilo mochileiro. Está sugerindo que essa apropriação indevida das trilhas por parte das agências e seu conluio com fazendeiros locais tem como causa a aversão popular à estilos de vida alternativos ou por o mochileiro ser usuário de cannabis?

 

Eu fiquei com a impressão de que tudo isso tem como motivo a ganância mesmo: querem bloquear ou dificultar nosso acesso para poderem ter mais e mais lucro. Para quê encorajar o mochileiro independente se podem faturar o dobro metendo as pessoas em pacotes ou exigindo a presença de guias, seja inibindo por meio de porteiras, seja por destruição ou falta de sinalização?

 

Uma acao como vc propoe leva tempo e disposicao de ambos lados. Mas aqui, a cultura é bem difernte de Primeiro Mundo - q tem uma cultura backpacker enraizada e consciente - seria pedir muito, embora nao seja impossivel. Exemplo é o PN do Caparao.

 

Engraçado você dizer isso.

 

De fato não sou trekker experiente, muito menos no Brasil. No entanto tive a oportunidade de conviver 30 dias de trilha com trekkers de várias nacionalidade, em especial os do chamado 1° Mundo.

 

Sinceramente, eram os que mais sujavam.

 

Mas de fato ações como eu sugiro podem levar tempo, mas não sei se enviar protestos e abaixo-assinados via uma associação legal para começar seja tão difícil assim.

 

Abraços

Postado
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Mas ca entre nos, quem quiser ir a algum local por conta, vai. Nada q um pouco de teimosia, bom planejamento e perseveranca nao resolvam.

 

De acordo. Eu apenas vejo mais potencialidade de danificar o meio ambiente com gente perdida se metendo em áreas de equilíbrio delicado do que ter o acesso à essas áreas confinados à determinados pontos e trilhas.

 

Além disso, a existência de sinalização iria atrair mais mochileiros menos experientes... tipo eu..., incrementando as finanças locais. É algo em que todos saem ganhando.

 

[]´s

 

Hendrik

Postado
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bom, o que for propriedade privada, infelizmente, no brasil, é propriedade privada epronto, o dono deixa passar se quiser...

 

mas se é bem ambiental, é difrente. é bem de propriedade difusa, é mais do que bem público. daí cabe ao gestor do bem ambiental ditar as regras sobre acessos. os parques nacionas se enquadram aí. o que não se pode fazer é privatizar o acesso ao bem ambiental, como essa reserva para as agências. todavia, sempre haverá o argumento, utilizado pelas agências, do maior controle sobre a depredação, pq essa efetivamente existe...

 

lembro, há alguns bons anos (uns 20, +/-), de participar de uma ação de limpeza de trilhas da região de paranapiacaba. lembro que, naquela época, enchemos uns 25 sacos gigantes de lixo encontrado nas trilhas. latas, garrafas, embalagens de comida, doces, pontas de cigarro, embalagens de preservativo (e os próprios, em alguns casos). um colega teve a brilhante idéia de levar uma máscara de mergulho, e achou coisas incríveis no poço das moças, tipo diversos calçados, panelas...

 

lembro tb que pouco tempo depois o poder público simplesmente proibiu o acesso das pessoas ao local. o que não quer dizer que as pessoas nãocontinuem a ir pra lá, e de vez em quando um mané escorrega da pedra lisa pq tava pendurado numa cordinha de sisal.

 

o mesmo ocorre com a estrada velha de santos, cujo acesso ora é muito restrito, ora simplesmente proibido. e o que fazem as pssoas? contornam a porteira do guarda pela calçada do lorena, e chegam à estrada velha. proibiram o acesso pq deixavam a estrada em condições terríveis... o solar da maioridade ainda estava todo pixado, da última vez que passei. sem falar a imensa quantidade de preservativos e seringas pelo chão. moral da história: restinge-se o acesso à estrada e velha e, quem quer ir de bicicleta de são paulo a santos fica sem caminho possível algum, uma vez que a anchieta e a imigrantes são inviáveis para pedalar (já desci a imigrantes na contra-mão uma vez, nunca mais na minha vida quero fazer uma loucura dessas... em 20 minutos devo ter ganho trocentos fios de cabelo branco).

 

a solução ideal não seria nem liberar totalmente, confiando na "consciência" das pessoas (se todos fossem"concientes", por exemplo, não haveria criminalidade), pq o risco de o bem ambiental simplesmente sumir debaixo da depredação é grande, nem tb simplesmente proibir e/ou privatizar na mão de uma agência. talvez uma restrição do tipo pagamento de uma entrada e algum ato de conscientização (junta todos os que vão entrar num determinado dia e fazem uma daquelas palestrinhas, por mais chatas que possam ser). não podemos comprar nossa situação ao dos europeus: eles há séculos acabaram com seu meio ambiente, agora tentam salvar o que sobrou, já existe há mais de um século uma cultura conservacionista.

 

aqui não, existe uma miséria imensa e todo mundo vê qualquer oportunidade como meio de ganhar uns trocos, nem qu seja servindo de guia numa trilha reta, plana e curta. é duro aventurar-se num paisrico em natureza mas povoado por miseráveis.

Postado
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Pois é, Ogum, por isso sugeri recorermos à alguma associação de mochileiros registrada. Quem sabe podemos obter ajuda legal e saber o que pode ser feito (reclamado).

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