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Fernanda Marcelino

Ilha Grande - RJ - Brasil (3 dias e 2 noites)

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Olá, faz tempo que não passo por aqui para relatar as minhas viagens feitas com o meu marido. Bem, aqui estou eu...

Desta vez, o ponto de parada foi dentro do Rio de Janeiro mesmo, nossa cidade natal. Tenho 30 anos, e nunca tinha visitado uma das ilhas mais belas do estado - Ilha Grande, portanto, segue o relato:

27/12/2017:
Saída de casa 07:30h e chegada em Conceição de Jacareí 09:20h. Em Ilha Grande, carro não entra, então optamos por deixar o carro em um estacionamento de Conceição de Jacareí e fazer o translado para a ilha. No próprio estacionamento, compramos o ticket de ida e volta. Valores: Estacionamento Vista Mar R$ 90,00 para os 3 dias e Ticket R$ 80,00 por pessoa ida e volta da ilha;

Saímos do cais às 10:30h, para a vila de Abraão e chegamos na Pousada Flor de Lis às 11h (Esta pousada fica muito próxima do cais em Abraão, super bem localizada, perto de todo o comércio da vila, pagamos o valor R$ 315,00 antecipado e + R$ 315,00 no cartão quando chegamos lá na pousada. Super recomendo esta pousada, fomos bem recepcionados, todos muito simpáticos, a reserva foi feita um dia antes e mesmo em alta temporada, havia um quarto que era para ser nosso e ainda chegamos antes do horário do check-in, e mesmo assim foi possível deixar as bagagens e se aventurar pela ilha);
Em frente a pousada tem uma padaria e uma agência de turismo, então passamos na agência, para comprar o primeiro passeio do dia e depois fomos na padaria lanchar (os salgados são ótimos);

O primeiro passeio foi para Lopes Mendes, saímos 12:40h, paramos em Pouso às 13:30h, almoçamos (R$ 25,00 cada prato, pagamento somente em dinheiro), e após o almoço, fizemos a trilha para Lopes Mendes, +ou- 25 min., super tranquila (eu estava de havaianas e meu marido foi descalço mesmo). Quando chegamos em L.M. havia uma praia que de tanta tranquilidade e clima tão agradável, acabamos cochilando por uns 30 minutos. Quando foi 16:30h saímos de Pouso para retornar a ilha.

Voltamos para a pousada, tomamos banho, fomos no mercado para comprar água (R$ 10,00,  3lts) e fomos no hortifrut comprar algumas frutas, tudo isso bem pertinho da pousada. Depois, fechamos o passeio do dia seguinte na Agência Mariana's Tour (Ilhas paradisíacas R$ 170,00 por pessoa), esta é a agência que fica em frente a pousada (pessoal muito simpático também); após, saímos para jantar em frente a praia (prato de R$ 56,00 p/2 pessoas).

28/12/2017:
Levantamos ás 8h, tomamos um café bem servido na pousada e partimos para o passeio com destino as Ilhas Paradisíacas - 10:30h. este passeio nos levou para: a Praia do Dentista; Ilha da Piedade; Ilha de Botinas; Ilha de Cataguases; Lagoa Azul; e por último, a Praia Saco do Céu, onde almoçamos (prato de R$ 58,50, para uma pessoa, mas serve duas tranquilamente, para quem não come muito). Às 17:30h chegamos em Abraão.
Voltamos para a pousada, descansamos um pouco e depois fomos lanchar em um lugar super legal. Restaurante Sara Sabores, tinha música ao vivo e um delicioso pastel.

29/12/2017:
Levantamos ás 8h, tomamos café e seguimos para uma caminhadinha de leve na praia de Abraão. Fizemos uma "mini trilha" super simples, bem rápida, descalços mesmos e chegamos a Praia da Bica. Íamos seguir, mas não estávamos devidamente preparados para "a" trilha que poderia surgir, (estávamos sem havainas ou tênnis, e sem roupa de banho e nenhuma bolsa equipada para trilhar), então achamos melhor voltar. Caminhamos por uma hora mais ou menos, ida e volta,  tiramos algumas fotos e voltamos para a pousada. Nos arrumamos e saímos para pegar o translado de 12h, para Conceição. Às 15h já estávamos em casa.

A viagem completa (exceto combustível), saiu por menos de R$ 1.500,00.

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    • Por mpmarques
      Participaram desse trekking: Marcio Marques (eu), Valéria e Léo .
      Foram Nove dias e aproximadamente 100km, contabilizados pelo GPS.
       
      1º dia (11/5)
      Tudo combinado e acertado, na madrugada do dia 11, peço a minha esposa para chamar um táxi e parto para a casa da ValériaDSC-0004 e Léo, chego lá as 5:15 e eles já me esperavam com as mochilas no carro. Partimos para Mangaratiba, onde iríamos pegar a barca das 8h. Chegamos com quase meia hora de antecedência, com tempo suficiente para estacionar o carro e irmos para a barca. Passagem comprada entramos e nos acomodamos. Foram quase duas horaDSC-0009 s até a ilha e não via a hora de chegar e iniciar a logo à tão sonhada volta. Já na ilha, uma breve parada para fotos e “pé na trilha” para o nosso primeiro destino, praia de Palmas. Demos uma passada no camping Paraíso na Praia Brava para dar um alô no João Pontes e resolvemos ficar por ali mesmo.
       
      2º dia (12/5)
      DSC-0033Acordamos cedo e partimos para o Farol de Castelhano, passamos por Palmas, Pouso Mangues, Aroeiras e Praia de Castelhano, e com o adiantar da hora, resolvemos não ir ao farol. Na volta, pegamos uma estadinha de terra que leva a DSC-0049igrejinha de Lopes Mendes e pudemos apreciar aquela imensidão de praia, e não é a toa que é considerada uma das praias mais linda da ilha.
       
      3º dia (13/5)
      Acordamos bem cedo, pois o nosso objetivo era Caxadaço, e teríamos que pegar a temida trilha Santo Antonio x Caxadaço. A VDSC-0058 aléria partiu na frente, eu e Léo ficamos desarmando o acampamento e nos encontraríamos com ela na bifurcação de Sto. Antonio x Lopes Mendes. Entramos na trilha para Sto. Antonio e logo na frente encontramos a bifurcação para Caxadaço, entramos e fomos seguindo as dicas do J. Bernardo (autor do livro Trilhas da Ilha Grande). A trilha esta bem marcada no início e depois somente algumas DSC-0062marcações antigas nas arvores, mas com calma e muita atenção, da pra fazer na boa (levamos aproximadamente 3h15m). Essa foi a trilha mais bonita que fiz na ilha. Chegamos a Caxadaço e deparamos com aquela praia pequena e maravilhosa, sua água azul e cristalina, e em minha opinião, a mais bonita da ilha, não resisti e fui logo mergulhar.
       
      4º dia (14/5)
      Acordamos muito cedo para desarmar o acampamento, pois ali não é permitido acampar, tomamos o café da manha e partimos paDSC-0071 ra o nosso destino, a praia de Parnaioca. Fizemos uma parada em Dois Rios no Bar da Janete e ficamos proseando com o sr Pedro, escutando as historias da ilha e do “Calderão do Diabo”. Quase uma da tarde, “metemos o pé” para o nosso destino, chegando lá por volta das quatro horas, trilha um pouco longa, mas bem tranqüila, ela já sai atrás do camping da Janete. Acampamento armado, dia lindo e noite estrelada, com direito a bolo e parabéns, era aniversário de um IMG_6457dos hóspedes (André Cypriano, fotografo) e quando souberam que naquele dia era o meu aniversário e no dia anterior o da Valéria, nos convidaram para os parabéns, com direito a soprar vela e tudo mais. Fomos dormir com o céu estrelado, mas derrepente o tempo muda, estava entrando uma frete fria com previsão para sexta feira, mas ela se antecipou e tivemos que fazer três pernoites em Parnaioca por causa da travessia do costão do Demo.
       
      7º dia (17/5)
      Com o acampamento desarmado, partimos por volta das 9h30m, com destino ao Aventureiro. Atravessamos o rio no final da praia eP1000928 calçamos as botas, pegamos a trilha para a praia do Leste, e na vertente do morro tinha uma placa informado que era proibido ir adiante, pois se trata uma reserva biológica, e lógico que fomos a diante e um pouco mais para frente já se tem uma linda vista das praias do Leste e Sul com o ilhote ao meio. Atravessamos toda a praia e chegamos ao ilhote, onde tem o mangue, e ai veio pergunta: onde é a pasP1000932sagem? Fui checar a profundidade e uma possível passagem, depois de confirmada, fizemos um lanche e partimos com sucesso para a praia do sul. Começamos a caminhar em direção ao costão do Demo, e confesso que fiquei um pouco preocupado, pois a visão frontal que tínhamos era que a pedra era bem inclinada, quase na vertical com o mar indo lá em cima. Chegando ao costão, vimos P1000936que era bem mais fácil que o imaginado, e passamos desviando das línguas negras, que são muito escorregadias. Cruzamos pela praia do Demo e finalmente chegamos ao Aventureiro por volta das 15h30m. Armamos acampamento no camping do Luis e não foi necessário pegar autorização por causa da baixa temporada.
       
      8º dia (18/5)
      Partimos do Aventureiro quase 10h da manha com destino a Araçatiba, a Valéria saiu na nossa frente, e de cara pegamos uma DSC-0131subida muito inclinada, a mais íngreme de toda a volta e o esforço foi muito grande, me obrigado a dar algumas paradas para enxugar o suor que caia nos meus olhos, ainda bem que o trecho não é muito longo. Na descida para Provetá se tem uma linda vista da praia de tirar o fôlego, mar azul e transparente e chegando ao final da trilha, me deparei com uma IMG_6531ducha de água desviada de um rio, não resisti, dei um mergulho n o mar e fui fazer uma massagem naquela ducha gelada revigoraste. Pegamos a trilha, uma longa subida, no final passamos pela bifurcação para a gruta do Acaia, passamos por Araçatibinha e por fim chegamos no camping Bem Natural, o camping fica no alto, tem que subir uma enorme escadaria, mas a vista é compensadora.
       
      9º dia (19/5)
      Partimos cedo e fomos tomar o café da manha no bar da Nena, que no dia anterior, já com o bar fechado e com a maior boa vontade, preparou um belo e suculento PF para mim. De Barriga cIMG_6542 heia partimos para o nosso destino, a praia de Bananal. Passamos pelas praias da Longa, Ubatubinha, Tapera - onde comemos um delicioso file de peixe com arroz - Sitio Forte, Marinheiro, Maguaraquissaba, Passaterra, Matariz e depois desse trecho, veio uma boa subida, acelerei o passo e acabei deixando a Valéria e Léo um pouco para trás, pois queria pegar o por do sol em Bananal. Cheguei no Bananal por volta de 17h30m, arriei a mochila o fui contemplar o sol morrendo por traz das montanhas de Angra e nada deles aparecerem, conheci um velho pescador que morava em frente, e ficamos batendo papo. ComoIMG_6446 eles não apareceram, achei que poderiam ter ficado em alguma pousada então toquei em frente, fui procurar o pescador Zeca na Praia de Bananal Pequeno, ao encontrar o Zeca ele me falou que não tinha como armar a minha barraca, pois não tinha espaço em seu terreno (uma pirambeira danada), então ele me sugeriu que fosse para a praia, ao chegar lá, vi um pequeno cais de madeira e resolvi fazer um “bivak” ali mesmo. Tudo pronto e arrumado fiquei deitado dentro do meu saco, contemplando as estrelas e acabei cochilando, ao despertar, olho para o céu e não vi mais nenhuma estrela, o tempo estava nublado, então achei IMG_6396 melhor armar a barraca para não ser surpreendido por alguma chuva. Ao terminar de armar a barraca, começaram a cair as primeiras cotas de chuva, ai pensei comigo mesmo, e agora, será que vai passar e amanhecer um lindo dia, ou ficaria chovendo o dia todo. A chuva ia e vinha e em algumas vezes muito forte, então tive que montar um plano para o dia seguinte, caso amanhece-s chovendo. Coloquei o equipamento fotográfico dentro da mochila, amarrei as botas na lateral e joguei a capa em cima de tudo, me preparando para o pior e o pior veio.
       
      10º dia (20/5)
      Amanheceu chovendo bastante, só tinha dormido umas 2hs no IMG_6521máximo, então logo desmontei a barraca e partir para o Abraão por vota das 7hs. Fiquei um pouco receoso, pois estava só e sem poder me comunicar com ninguém, a trilha molhada e escorregadia, mas resolvi encarar, coloquei o papete e “meti o pé”, dei uma pequena parada no Saco do Céu para tomar um bom c afé da manha e prossegui o meu caminho. Chegando ao Abraão, foi uma felicidade só por ter completado a volta (nesse trecho foram aproximadamente 17km em 6h30m), mesmo com a queimada de algumas etapas (Gruta do Acaia, Sundara, Mirante Por do Sol em Araçatiba do Espia e outras praias que acabei passando batido, mas que estarão na minha próxima volta) e ao cruzar o centro do Abraão por volta das 13h30m, escutei alguém me chamando e quando olho, era a Váleria e o Léo, ai me contaram que tinham ficado em uma pousada, pegaram um barco de Bananal para o Abrão logo cedo, pois estava chovendo muito. Fui tomar um banho, comer alguma coisa e pegamos a barca para Mangaratiba das 17h30m, ficando a vontade de quero mais e quem sabe com toda a Camelada. E o que posso dizer mais, foi simplesmente muito SHOW!!!!!!!! hehehehe Fotos: Marcio Marques, Valeria e Leo.
       
      Volta na Ilha Grande realizada em maio de 2009
       
      Fotos:
      http://mpmarques.multiply.com/photos/album/160/Making_off_da_Volta_na_Ilha_Grande
       
      http://mpmarques.multiply.com/photos/album/159/Volta_na_Ilha_Grande
       
      Mapa:
      http://www.everytrail.com/view_trip.php?trip_id=359665
    • Por pablosoares
      Relato ilha grande
      Resolvemos dar a volta na ilha grande, para conhecer o que ela tem de bom e de ruim, invés de ficarmos hospedados em Abraão fazendo pequenos passeios, pudemos conhecer e conviver um pouco com as pessoas que vivem lá, ver de perto como é o cotidiano, seus hábitos e costumes, além da aventura de cruzar o mangue, cachoeiras, trilhas (algumas em péssimas condições, mas tão belas quanto as outras.), pudemos sentir a energia real do lugar, que é incrível. Esperamos que ao descrever nossa aventura possamos tirar dúvidas e despertar interesse em todos vocês.
      Um Abraço,
      Espero que gostem!!
      Fernanda e Pablo
       
       
      Primeiro dia:
      Saímos Barbacena, um grupo de quatro pessoas: Pablo, Fernanda, William e Karen às 5 da manhã rumo a Angra dos Reis, chegamos as 12:30. Depois do almoço pegamos o Catamarã rumo à Ilha Grande, chegamos em Abraão por volta das 17:00 e fomos direto para o camping TOCA DOS GUAIMUNS. Depois de montar acampamento fomos curtir a noite de Abraão, onde rola música ao vivo em bares legais, artesanato e muita gente bacana.
      Não demoramos muito a voltar pro camping, pois o dia seguinte ia ser longo.
       

      Chegada em Abraão
       
       
      Segundo dia:
       
      Levantamos bem cedo e depois de um belo café fomos mergulhar DIVE CIA MERGULHOS na enseada do Bananal, foram momentos inesquecíveis, alem do mergulho um belo passeio de barco.
      No inicio da tarde iniciamos nossa caminhada na praia do bananal. Foi um caminhada um pouco complicada no começo, andamos 40 minutos na trilha errada devido ao deslizamento de terra que ocorreu no inicio do ano tivemos que descobrir/inventar uma trilha alternativa até chegar no que sobrou da principal.Foi um trecho muito ruim devido ao clima pesado e as mortes que o acidente ocasionou, passamos em meio aos destroços e pudemos sentir um pouco do sofrimento daquelas pessoas que estavam ali na noite do réveillon de 2010. Seguimos para a praia de Matariz ainda na enseada do Bananal e tivemos que acampar pois já estava escurecendo. Ficamos na casa de um senhora muito simpática, Dona Marilene, que nos cobrou apenas R$10,00 (pessoa) para ficarmos no seu quintal com um lindo gramado, muitos coqueiros, um riacho do lado e um coelhinho chamado “pena”.

      Mergulho no Bananal

      Inicio da trip Enceada do Bananal

      Destroços Bananal

      Praia do Bananal

      Praia da Matariz

      Camping D. Marilene
       
      Terceiro dia:
      Saímos de Matariz rumo a praia de Passaterra. No meio do caminho passamos por um figueira branca gigantesca que nasceu sobre uma enorme pedra. Uma parada pra um mergulho e descanso, logo depois seguimos em direção de Sito Forte. Passamos pelas praias de Maguariquessaba, Marinheiro, Praia de Sitio Forte e chegamos na Praia de Tapera, onde conhecemos um pescador chamado Zé Maia que permitiu que ficássemos acampados no seu quintal. Passamos boas horas conversando com ele e compartilhando um pouco da sua experiência.
       

      Trilha entre Matariz e Passaterra

      Praia de Sitio Forte

      Casa do seu Zé Maia praia de Tapera
       
       
      Quarto dia:
      Depois de mais de 6 Km de subidas e descidas, muitas árvores caídas pelo caminho e belíssimas paisagens, seguimos nossa viagem sentido a Praia Grande de Araçatiba.
      Depois de Ubatubinha encaramos um subida bem pesada chegamos na Praia da Longa, logo em seguida uma trilha bem fechada para a Lagoa Verde, mais uma parada para descanso e mergulho. Um lugar maravilhoso. Aprendemos que sempre depois de um trecho bem sinistro de caminhada a Ilha nos proporciona uma enorme recompensa. Seguimos em frente, rumo à Praia Grande de Araçatiba, onde ficamos o resto do dia, passamos a noite no camping do tio do Licon (um nativo muito bacana), luar na beira da praia na companhia de amigos.

      Chegada em Ubatubinha

      Vista da trilha

      Trilha Praia da Longa

      Praia da Longa

      Praia de Ubatubinha

      caminho para Lagoa Verde

      Lagoa Verde
       
      Quinto dia:
      Seguindo conselhos do Tio do Lincon acordamos bem cedo para tentar pegar carona com o barco que transporta os alunos para escola que fica em proveta, o que nos economizaria horas de caminhada, conseguimos a carona, o que foi muito bacana, economizamos 8Km de caminhada passamos na praia vermelha, GRUTA DO ACAIA e por fim chegamos em Proveta, que é uma cidadezinha onde 98% da população é evangélica, passamos próximo a ilha de meros e contornamos a ponta do Drago até chegar a praia do AVENTUREIRO.
      Chegamos por volta das 12:00 horas, e como a praia é maravilhosa resolvemos ficar e passar a noite, primeiro fomos atrás de um camping, a vantagem dessa praia é que tem 17 opções para campistas, nós, como estávamos cansados e um pouco ansiosos para mergulhar, ficamos em um dos primeiros campings, o da Dona Zuleica, armamos acampamento e depois fomos curtir a praia, mar de água cristalina e boas ondas, uma beleza pra quem pratica surf, ficamos encantados com tanta beleza reunida em um só local, com vista privilegiada para a reserva ambiental : Praias do sul e do leste, e a ponta da Parnaioca. Almoçamos no bar da Dona Zuleica, que preparou um peixe com batata delicioso, no fim da tarde fomos passear na Praia do Demo, onde as ondas quebram com força. A noite fomos relaxar no Bar do.Rafael, recente morador do aventureiro, o bar fica bem em frente ao tão famoso coqueiro torto, recomendamos o pastel de camarão e também o açaí.
       Praia Grande de Araçatiba

      Carona no barco da escola

      Comunidade de Provetá

      Ponta do Drago

      Praia do Aventureiro

      O famoso coqueiro

      Praia do Sul e do Leste vista do Aventureiro
       
       
      Sexto dia:
      Pensamos em sair bem cedo, por volta das 5 da manhã, pois teríamos muitos obstáculos pela frente, um seria atravessar o mangue e o outro seria o rio da Parnaioca, porém começou a chover forte, chuva que já era esperada, pois na noite anterior o tempo estava mudando, tivemos que desmontar as barracas as pressas, pois a enxurrada era muito forte, e no camping da dona Zuleica não havia lonas de proteção e as nossas lonas estavam em baixo das barracas, enfim, ficamos no prejuízo, as nossas coisas encharcadas, esperamos a chuva passar no banheiro, que era uma casinha coberta, pensamos em desistir, pois não daria pra continuar com as coisas molhadas, mas por sorte conhecemos uma figura do Aventureiro, um enigma pra falar verdade, chamado Serrão, que nos ofereceu sua casa. Sem muitas opções aceitamos o convite, colocamos as coisas pra secar no varal da casa, não podemos deixar de citar o surf, um labrador muito lindo que estava lá, também o BA outra figurassa do aventureiro, amigo do Serrão. Passamos a tarde olhando o mar revolto devido a chuva e o tempo totalmente fechado, o que deixava mais longe a possibilidade de concluirmos nosso percurso pelo menos nos próximos 3 dias, pois a previsão era de ressaca. Almoçamos no camping do Luis, que serve uma comida deliciosa e tem variedades de aperitivos e bebidas, depois voltamos pra casa do Serrão, onde passamos a noite.

      Aventureiro depois do temporal
       
      Sétimo dia:
       
      Acordamos cedo com murmúrios de que sairia um barco ruma a Angra dos reis, pois a guarda costeira passou um rádio informando que era para retirar todos os barcos dali, pois o mar há algumas horas estaria de ressaca, foi a oportunidade que vimos de encerrar o passeio, ficamos tristes, mas arrumamos nossas coisas rapidamente, para tentar pegar o barco, chegando no “cais” haviam outros turistas que também queriam ir embora devido ao mal tempo e no barco só cabiam 13 pessoas e já haviam embarcado 11, como não sabíamos por quanto tempo iríamos esperar ali no Aventureiro, decidimos que nossos companheiros Willian e Karen partissem, pois tinham compromissos em Minas, ficamos com medo por eles , pois o mar estava bastante agitado e o barquinho era muito pequeno, tanto que sumia entre as ondas, mais tarde recebemos a noticia de que chegaram bem em Angra, ufa. Ficamos felizes por não ter ido embora, voltamos para casa do Serrão, ficamos na varanda apreciando o espetáculo da natureza, ondas enormes, que deixaram a praia praticamente sem areia, a água que era cristalina ficou cinza combinado com céu, mas não deixava de ser uma bela paisagem. Ter ficado foi de tudo arriscado, mas não tínhamos pressa, almoçamos novamente no camping do Luis, fizemos amizade com um pessoal do Rio que também decidiu ficar, trocamos emails e tudo mais, conversamos com alguns moradores da vila, foi uma boa experiência. A noite voltamos pro bar do Rafael pra comer pastel de camarão depois fomos dormir na esperança de que o mar acalmasse e o tempo também.

      Will e Karen saindo no ultimo barco para o continente

      Barraca secando na varanda da igreja
      Oitavo dia:
      Acordamos cedo, o mar estava um pouco mais calmo e não chovia mais, vimos um pessoal indo surfar na parai do leste, local pra onde pretendíamos ir também, arrumamos nossas coisas para partir, o pessoal já estava longe, mas tinha uns meninos e uma moça que também estavam indo pra lá ver o pessoal surfar, a moça estava com uma prancha de bodyboard, o que nos foi muito útil, o BA nos acompanhou também.
      Passamos pela praia do Demo e sua pedras, atravessamos uma pedra enorme para chegar até a praia do sul, a pedra era escorregadia, pois estava molhada pelas ondas do mar ainda revolto, ficamos admirados coma a beleza real da praia do sul, que era extensa e nos gerou pelo menos 40 minutos de caminhada até o ilhote e o tão falado mangue que separava a praia do sul da praia do leste. Pegamos uma trilha até chegar no mangue, que estava cheio devido a maré alta e a chuva, porém um mangue de águas cristalinas, muito bonito por sinal, atravessar ele não foi nada assustador como imaginávamos, depois tivemos que atravessar nadando um rio que se formou com o encontro das águas da lagoa com as águas do mar, estava bem fundo e a correnteza um pouco forte, adrenalina subiu, amarramos uma corda na prancha de bodyboard e primeiro atravessamos as mochilas, depois o restante do pessoal, ficamos felizes por ter atravessado e conseguido chegar a praia do leste, lá encontramos com o restante do pessoal que já estava lá, despedimos de todos e fomos ruma a Parnaioca, recebemos uma ajuda do BA e do Serrão e também do surf (labrador), passamos por um atalho que nos adiantou um bom tempo de caminhada, sozinhos atravessamos o rio da Parnaioca que também estava misturado com águas do mar devido a ressaca, foi mais difícil porque estávamos sem a prancha, tivemos que amarrar a corda e passar cada hora com uma coisa, ficamos em média 30 minutos pra fazer isso, depois foi tranqüilo, chegamos ao camping organizadíssimo do Seu Silva, um senhor muito simpático e muito vascaíno, nesse camping tem tudo, banheiro separado pra homens e mulheres, cozinha, mesas, áreas de camping todas cobertas com lona, vamos dizer assim, é um camping 5 estrelas. Estávamos cansados da agitação do dia, arrumamos nossas coisas e depois fomos almoçar na casa de uma moça que prepara almoço pra turistas, uma delicia por sinal, depois passeamos na praia da Parnaioca e voltamos pro camping do seu Silva pra tomar o tão sonhado banho e descansar.

      Chegando na praia do sul

      O famoso mangue

      Encontro das aguas da lagoa com o mar

      Surf, nosso guia

      Rio da Parnaioca chegnado no mar

      Rio da Parnaioca chegnado no mar

      Praia da Parnaioca
       
      Nono dia
      Acordamos bem cedo, tomamos um café reforçado, baixamos acampamento, nos despedimos do Sr Silva e partimos rumo a Dois Rios, foi uma caminhada longa, pois a trilha estava molhada e com muitas árvores caídas no caminho, mas linda mesmo assim, podíamos ouvir os animais naquele silêncio, era tudo mágico, o mar de longe batendo na encosta, tudo perfeito, passamos pela gruta das cinzas, e também por outra figueira branca gigante, a trilha apesar de estar um pouco descuidada foi uma das mais belas de todo o trajeto e com muitas goiabas, andamos umas 4 horas até chegar em Dois Rios, que um vilarejo pouco movimentado, pelo menos na tarde em que chegamos, pois estava começando a chover, não tinha muitos turistas apenas os moradores do local, visitamos o presídio, ou o que restou dele, conhecemos um senhor que foi presidiário e acabou ficando na ilha após cumprir sua pena, uma figura lendária da região, fizemos um lanche, estávamos cansados, mas a nossa meta era chegar a Abraão no mesmo dia, pois não era possível ( permitido ) acampar em Dois Rios, e tínhamos poucas horas de luz do dia e o casal que estava conosco levou a lanterna embora, enfim, tínhamos mais 3 horas de caminhada, era estrada desta vez, o que facilitou um pouco, apesar de ser subida, passamos na piscina dos soldados, e depois seguimos por um atalho ( do bambuzal), o que nos adiantou 45 minutos de caminhada, em média. As mochilas pareciam cada vez mais pesadas, o corpo já não respondia direito, cansaço forte que foi superado ao ver a vista do mirante, dava pra ver toda Vila do Abraão, estávamos perto do fim. A estrada não foi muito bem planejada, pois dava muitas voltas, se houvesse trilhas talvez chegaríamos mais rápido, mas também estávamos ali pra curtir o momento e felizes por não ter ido embora e conseguir completar nosso objetivo.
      Chegamos no Abraão e fomos direto pro camping do Bicão, sabíamos que era o único que tinha lonas de proteção pra barracas, e como estava chovendo, era o mais indicado, a nossa esperança era que o tempo melhorasse pra ficarmos na ilha até o fim da semana, porém o tempo não colaborou, choveu a noite toda e chuva forte, a temperatura caiu, e como não seria possível, devido ao mau tempo, visitar os lugares que não estava no nosso trajeto, (Pico do papagaio, Lopes Mendes, caixadaço, Farol dos Castelianos, etc...), resolvemos ir embora pra Angra, pegamos a barca pela manhã e deixamos Ilha Grande, já com saudades. Foram 2 horas de barca até Angra, chegamos lá com chuva forte, fomos até o estacionamento pegar o carro, passamos no Shopping Piratas pra almoçar e depois 7 horas de estrada com chuva, chegamos em casa.

      Trilha de Parnaioca a Dois Rios

      Figueira gigante

      Chegando em Dois Rios

      Presidio de Dois Rios

      De Dois Rios a Abraão

      Piscina dos soldados

      Abraão vista do mirante

      Despedida da ilha
       
      Considerações Finais:
       
      Não se deve desistir de um objetivo ou meta traçada, enfrentamos algumas dificuldades nas trilhas e no acampamento, superamos medos, vencemos limites impostos pela própria natureza, porém fomos recompensados com momentos maravilhosos, pessoas maravilhosas, belas paisagem, e enfim voltados de alma limpa, prontos pra outra aventura.
       
      Ilha Grande é um paraíso, que temos perto de nós, as catástrofes que ocorreram lá devido as chuvas no início do ano, não foram capazes de diminuir a beleza e energia do local, além do mais, acidentes naturais acontecem em qualquer lugar do mundo, e para morrer basta estar vivo.
       
      Pretendemos voltar em breve.
       
      OBS: Aos que gostaram da idéia sugerimos que levem o mínimo de roupas possível, a bagagem ( as mochilas) devem estar equipadas apenas com o necessário. Utilizar tênis confortável e antiderrapante, levar capa de chuva, e o bom e velho miojo.
    • Por tabatajac
      Quando começamos a pesquisar Ilha Grande para o ano novo, queríamos uma praia que não fosse Abraão para ficarmos um pouco mais longe da muvuca do feriado. Decidimos por Palmas por vários motivos, mas acho que a proximidade à Caxadaço foi um dos maiores, além do camping que parecia confortável e limpinho.
       
      Como chegar:
      Comecei a pesquisar as muitas maneiras de se chegar à ilha saindo do Rio, e como ficaríamos em Palmas, me concentrei na ida para Abraão, que era a praia mais próxima que eu sabia ser movimentada. Entre elas, destaco as seguintes:
       
      Ônibus Costa Verde Rio > Mangaratiba + Barca CCR Mangaratiba > Abraão + Barco Abraão > Palmas ou Trilha Abraão > Palmas
       
      Ônibus Costa Verde Rio > Conceição de Jacareí + Barco Conceição > Palmas
       
      A primeira opção me parecia a melhor quando começamos a estudar a logística já que não sabíamos que existia barco direto para Palmas, e eu estava focada na barca, que é a travessia mais barata (R$ 15,00 p/ trecho). Na verdade, nem sei onde conseguir este barco direto para Palmas a não ser lá no cais de Conceição direto com os barqueiros, que a plenos pulmões se fazem notar bem facilmente. Mas, obviamente, a segunda opção é bem melhor, então já fica a primeira dica para quem for ficar em Palmas.
       
      Onde ficar:
      Fiz outro post aqui sobre toda nossa pesquisa de campings em Ilha Grande. Claro que não tem todos os lugares, mas já deve começar a ajudar quem quiser se hospedar por lá.
       
      Dia 1: Rio / Conceição / Palmas
      No fim das contas, compramos passagem com a Costa Verde para Conceição e o Glauco, gente boníssima do Camping Acorde, onde ficamos, nos buscou de barco no cais. Fizemos a travessia até a ilha em meia hora, mais ou menos, e já nos sentimos no paraíso ao pisar na areia da Praia Grande de Palmas. Castanheiras beiram toda a extensão da praia sombreando a areia para quem quer fugir do sol, com os poucos estabelecimentos esgueirando-se por trás delas.
       

      Praia Grande de Palmas
       

      Em frente ao Camping Acorde
       
      Descemos com as mochilas do barco e nos dirigimos ao fundo da pousada, onde fica o espaço de camping, para montar a barraca. Compramos há pouco tempo uma Arpenaz 2 XL da Quechua e temos gostado bastante dela, é bem fácil de montar e aguenta bem a chuva. Depois da barraca montada, biquíni e tchibum. Não acreditei na temperatura da água, tão quentinha para o mar do Rio de Janeiro.
       
      Com o mar estreado, fomos procurar dicas do que comer com a Jaque, também do camping e também gente boníssima. São basicamente três restaurantes na praia, o do meio, Morango de Palmas, onde de acordo com ela se deixa as calças, e os dois mais para a ponta com preços mais razoáveis (ambos com PF à R$ 25,00). Decidimos pelo Bar Palmas, o último da praia, e pedimos o PF de arroz, feijão, farofa, batata frita e peixe frito, muito gostoso por sinal, acompanhado de duas Itaipavas (R$ 10,00 de 600ml e R$ 15,00 o litrão). Até aí não estava achando os preços tão assim, réveillon em Ilha Grande, até comprarmos água. R$ 10,00 a garrafa de 1,5l. Mas beleza, é feriado e ainda vamos comprar muita água.
       

      Bar Palmas
       
      De noite fizemos um arroz com funghi pronto do Tio João meio sem gosto, mas foi legal para estrear a panelinha de camping também da Quechua que eu acabei de comprar. O céu super estrelado nos serviu de entretenimento até bater o sono.
       
      Dia 2: Palmas / Caxadaço
      A Praia do Caxadaço era o nosso maior objetivo nessa viagem, e queríamos muito chegar até lá pela trilha. Para quem não sabe, a trilha que vai até Caxadaço só é oficial até depois de Pouso, no caminho para a Praia de Santo Antonio. Depois deste pedaço a trilha se torna bem fechada, sem estar visível em alguns trechos e sem nenhuma sinalização oficial do parque. Encontramos pessoas que a fizeram sem GPS, e realmente não parecia impossível devido às várias fitinhas que marcam o caminho nas árvores, mas com certeza não parecia fácil.
       
      Sabendo de tudo isso compramos um aplicativo chamado Wikiloc que funciona basicamente como um GPS para o celular, permitindo baixar trilhas já marcadas ou marcar a que você está fazendo. Baixamos duas trilhas para Caxadaço e o mapa do Rio de Janeiro para que pudéssemos usá-lo offline. Pegamos um barco de Palmas até Pouso (o que foi meio preguiçoso, já que essa trilha se faz em uns 30 minutos) e de lá começamos a trilha que leva à Lopes Mendes (T11).
       

      Início da trilha
       
      Nesta trilha vão ter duas bifurcações, a primeira que leva para Lopes Mendes ou Sto. Antonio, e a segunda que leva até Sto. Antonio ou Caxadaço. Nas duas deve-se seguir à direita, primeiramente para Sto. Antonio, e depois para Caxadaço. Começamos a marcar o tempo e a trilha no GPS a partir da segunda bifurcação, e dela levamos 2 horas certinho até Caxadaço. A trilha percorre trechos de mata bem fechada, subidas íngremes e descidas acentuadas, acompanhada sempre dos gritos dos bugios, como se anunciando a sua chegada. Caí de bunda duas vezes e me arranhei bastante no mato, mas nada que a água salgada não resolvesse depois.
       

      Primeira bifurcação
       

      Segunda bifurcação
       
      A Praia do Caxadaço é como uma piscina natural de água cristalina escondida do mar por uma cerca de pedras e árvores bem altas. Chegamos à praia às 12:45 com o sol a pino, desejando um mergulho. Eu diria que o maior problema de Caxadaço não é chegar lá, e sim sair. A água quentinha, o som do mar e da mata, a calmaria da água, nada te ajuda a ir embora. Ficamos por lá, nadando e boiando, comemos uns biscoitinhos e às 15:30 decidimos que era a hora de voltar.
       

       

      Caxadaço
       
      Fizemos a volta novamente em 2 horas mesmo sofrendo um pouquinho no começo, já que a descida acentuada da ida vira uma subida fenomenal na volta. Chegamos em Pouso às 17:50 (20 minutos da bifurcação até a praia), compramos mais uma água de R$ 10,00 e esperamos o barco que nos levaria até Palmas.
       
      Ao chegar lá, batemos mais um PF de peixe frito no Bar Palmas e encerramos o dia por aí.
       
      Dia 3: Palmas
      Hoje o plano era irmos até Abraão para conhecer a vila, que eu nunca tinha ido, mas o cansaço tomou conta e acabamos ficando por Palmas mesmo, tomando uma cervejinha e olhando o mar. Como era dia 31, achamos válido pegar leve para aguentarmos até meia noite. Consegui finalmente comprar gelo do barco do gelo e peguei um isopor emprestado com o camping para gelarmos o espumante até mais tarde. Fica a próxima dica, a Praia de Palmas não tem fornecimento de energia elétrica, cada lugar tem seu gerador que é ligado em determinados horários. Ou seja, nada de geladeira comunitária. O barco do gelo passa no cais da praia entre 09:00 e 10:00.
       

      Em frente ao Bar Palmas
       
      Depois de vários banhos de mar, meio PF (R$ 15,00) e de uma ducha, estendemos a canga debaixo de uma castanheira e aproveitamos para dar uma olhada no livro que levei do J. Bernardo sobre Ilha Grande, onde ele conta a história da ilha e detalha muito bem as trilhas para quem quiser fazê-las, oficiais ou não.
       
      Já na janta rolou uma lasanha de panela que só deu meio certo, mas que ficou gostosa mesmo assim. Pegamos o espumante geladinho e sentamos na areia à espera dos fogos. Enquanto isso, a natureza já soltava os dela, com relâmpagos acendendo o céu de um lado ao outro. Meia noite bateu e dali pudemos ver a queima de fogos de Palmas, que foi maior do que eu imaginava, da Praia Brava, ao lado esquerdo, e do continente, de onde imaginávamos ser Mangaratiba e Conceição.
       
      Dia 4: Palmas / Santo Antonio / Lopes Mendes
      Depois do descanso de ontem, acordamos mais cedinho para aproveitar o dia. Como eu calculei mal as bisnaguinhas, nosso café da manhã só durou os dois primeiros dias e hoje fomos no barzinho ao lado para comer um queijo quente com guaraná.
       
      Já alimentados, seguimos até o fim da praia de Palmas para pegar a trilha para Lopes Mendes, passando pela Praia do Pouso. De Palmas até Pouso demoramos por volta de 30 minutos em uma trilha bem marcada com algumas subidas e descidas. Cruzamos toda a praia na sombrinha das castanheiras até chegarmos à trilha de Lopes Mendes, a mesma que pegamos para a Caxadaço. A diferença desta vez foi na segunda bifurcação, que pegamos à esquerda para a Praia de Santo Antonio. Os bugios resolveram nos acompanhar, mais uma vez aos berros, assustando um grupo de meninas que estavam à nossa frente e quase trombaram conosco querendo voltar sem saber o que era tanto barulho. Leões, ursos e onças foram as sugestões.
       

      Indicação para a trilha de Lopes Mendes em Palmas
       

      Chegada em Pouso
       

      Praia do Pouso
       
      Depois de uma descida íngreme chegamos à Praia de Santo Antonio em 01h15 desde o início em Palmas. A praia é bem curtinha e bem aconchegante, com árvores sombreando um pedaço da areia fina e branca que segue até o mar, margeado por muitas pedras que beiram a água.
       
      A água estava super quentinha, mesmo nesta praia que é virada para o oceano. Depois do banho de mar, descansamos à sombra das árvores para fugir do sol, que estava escaldante.
       

      Chegando em Santo Antonio
       

      Praia de Santo Antonio
       
      Relaxados, juntamos tudo e pegamos a trilha de volta até Lopes Mendes onde levamos um susto e tivemos o maior privilégio de dar de cara com um bugio em uma árvore acima da trilha. Logo haviam 5 ao nosso redor e ficamos quietinhos, só observando, enquanto cada um atravessava de um lado ao outro da trilha seguindo exatamente o mesmo caminho do anterior.
       

      Bugio atravessando a trilha
       
      Lopes Mendes é uma praia imensa com 3km de extensão, também voltada para o oceano e point dos surfistas. Ela oferece sombra e água fresca (R$ 5,00 a água de 500ml) para os que cansaram do sol, e um mar um pouquinho mais revolto do que o das outras praias, mas que também dá um bom mergulho.
       

       

      Lopes Mendes
       
      Não nos demoramos muito por ali e pegamos a trilha de volta até Pouso, onde pegamos o barco de volta para Palmas para mais uma almo-janta. O céu começou a fechar e a chuva começou a cair no segundo em que colocamos os pés de volta ao camping, dando uma refrescada mais do que merecida. Curtimos um pouco a chuva depois do banho e nos recolhemos à barraca para uma noite um pouco mais fresquinha, mas sem o canto constante das cigarras dos outros dias.
       
      Dia 5: Palmas / Praia Brava / Abraão / Mangaratiba
      Último dia na ilha, decidimos tirar a manhã para conhecer a Praia Brava, que fica à esquerda da Praia de Palmas através de uma trilha de literalmente 5 minutos (contados no relógio).
       
      Ainda em Palmas tomamos café no Morango de Palmas, onde para nossa surpresa não precisamos deixar as calças, e seguimos para a Praia Brava, que de brava não tem nada. Uma prainha bem pequena com uma pousada linda virada para o mar e ondas bem leves. De lá voltamos pela trilha e tomei um último banho de mar em frente ao camping. Depois disso foi desmontar a barraca, arrumar a mochila, tomar banho e partir para Abraão.
       

      Praia Brava
       
      Fechamos o barco para Abraão com o Alexandre no taxi boat ao lado do camping. Chegamos em Abraão mais ou menos na hora do almoço e fomos dar uma volta para procurar o que comer. Mesmo sendo segunda-feira, dia 2, a vila ainda estava lotada, com turistas zanzando para lá e para cá. A vila em si é muito maior do que eu pensava, com várias ruas para dentro da ilha e aproximadamente 2 mil habitantes.
       

      Ruas de Abraão
       

      Lojinha de bijuterias e tatuador
       

      Restaurantes na beira da praia
       
      Decidimos pular o PF por hoje e pedimos um bobó de camarão em um restaurante com ar condicionado. Já alimentados, seguimos até o centro de visitantes do parque para ver a maquete da ilha e esperar a barca. Para nossa sorte, esbarramos em um cara oferecendo uma escuna até Mangaratiba por 5 reais a mais que a barca, que já estava com uma fila gigantesca duas horas antes do horário. Fechamos com a escuna e nos despedimos de Ilha Grande.
       

      Centro de visitantes
       

      Dando tchau pro feriado
       
      Definitivamente 5 dias não é nem de perto o bastante para conhecer o lugar, com suas 113 praias e incontáveis atrativos naturais. Para quem for, vale muito a pena dar uma pesquisada antes e decidir que pedacinho da ilha você quer conhecer, definir um ponto de partida onde se hospedar e explorar por lá. A ilha é realmente grande e passeios de barco mais longos podem sair caro. Mas o que fica mesmo da ilha é a vontade de voltar e explorar o que ficou faltando.
       
      Preços:
      Hospedagem Camping Acorde: R$ 90,00 a diária p/ pessoa
      PF Bar Palmas: R$ 25,00
      Meio PF Bar Palmas: R$ 15,00
      Itaipava Bar Palmas: R$ 10,00 (600ml) e R$ 15,00 (1l)
      Água: R$ 8-10,00 (1,5l) e R$ 5,00 (500ml)
      Queijo quente Morango das Palmas: R$ 7,00
      PF Abraão: R$ 22-35,00
      Prato de peixe ou camarão em Abraão: R$ 90-110,00 p/ 2 pessoas
       
      Barco Palmas > Pouso: R$ 10,00 p/ pessoa
      Barco Palmas > Abraão: R$ 25,00 p/ pessoa
      Barca Abraão > Mangaratiba: R$ 15,00 p/ pessoa
      Escuna Abraão > Mangaratiba: R$ 20,00 p/ pessoa
       
      Tempos:
      Barco Conceição > Palmas: 30 minutos
      Barco Palmas > Pouso: 5-10 minutos
      Escuna Abraão > Mangaratiba: 1h30 minutos
       
      Trilha Palmas > Pouso: 30 minutos
      Trilha Pouso > Caxadaço: 2h20 minutos
      Trilha Palmas > Caxadaço: 3 horas
      Trilha Palmas > Santo Antonio: 1h15 minutos
      Trilha Palmas > Praia Brava: 5 minutos
      Trilha Palmas > Abraão: 1h30 minutos
    • Por laisalencar
      Fui para Ilha Grande com meu namorado na semana passada. Não tenho nem palavras para descrever como amei o lugar.
      Tudo muito lindo, muito natural, me senti a vontade o tempo todo.
      Decidi escrever aqui para dar algumas dicas para que está indo. Espero que sejam úteis.
       
      - Para chegar até Ilha Grande você pode ir com a barca (R$ 4,50 e demora 1:30 hr pra chegar) ou com barcos particulares (mais caros).
      No cais ficam alguns homens gritando que tem barco pra Ilha por 20 reais, dizendo que eles chegam em 40 minutos e que a barca demora muito mais e bla bla bla.
      Caí na besteira de ir em um desses. HORRÍVEL. Super lotado e desconfortável, além de ser mais caro. Começamos já estressados. E detalhe: A IDA ATÉ A ILHA DUROU QUASE 2 HORAS, e não 40 minutos como eles dizem.
      Então, se você chegar em Angra após as 11 da manhã, não tenha pressa de chegar correndo até Ilha Grande. Vá de barca mesmo, o 1ª horário da tarde é 15:30 se não em engano. Ainda porque, não vai adiantar muito chegar na Ilha depois das 11, pq nesse horários todos os passeios de barco já sairam.
       
      -> Pousada
      - Ficamos em uma pousada muito boa chamada Mara e Claude. Fica poucos metros pra esquerda do cais de Abraão, na areia da praia mesmo. Pegamos um quarto com sacada de vista para o mar, com ar condicionado, ventilador, tv, frigobar, rede,cama de casal, banheiro e café da manhã incluso. Pagamos 150,00 a diária e gostamos tanto que ficamos um dia a mais. O dono (Claude) é um velhinho francês muito divertido.
       
      - A maioria das pousadas não serve almoço nem jantar. O que não tem problema pois no horário do almoço você vai estar nos passeios pela ilha, e na janta vai querer passear pela vila e jantar em um dos vários restaurantes que tem la.
       
      ->Aluguel de coisinhas
      - Alugamos máscara de mergulho e capinha a prova de água pra máquina todos os dias. VALE MUITO A PENA
      Não da pra ficar tirando foto dos passeios sem a capinha (alias, até dá. Mas você tem que tomar muito cuidado e não pode entrar na água com a máquina, nem filmar e tirar fotos em baixo da água.
      Aluguel da máscara: 10,00 por dia por pessoa
      Aluguel da capinha a prova de água: 15,00 reais por dia
      Sobre a capinha: Cuidado: tem várias barraquinhas perto do cais alugando por 25,00 reais. Não alugue! Você acha facilmente por 15,00 reais em outros lugares. E VALE MUITO A PENA ALUGAR.
       
      ->Comidas
      -Nós levamos vários lanchinhos de São Paulo para evitar gastos a mais na ilha. Principalmente nos passeios de barco você precisa levar algo pra comer. Os passeios duram por volta de 6 horas e só tem uma parada pra almoço, então é sempre bom levar um salgadinho ou bolacha, lembrando de levar um saquinho para jogar seu lixo. (Parece óbvio, mas acreditem, vimos pessoas jogando lixo no mar descaradamente. Triste.)
       
      Restaurantes:
      Ficamos 6 dias na Ilha e comemos em alguns lugares bacanas:
      - Restaurante Gabi Biel: muito bom e barato. Comemos 2 vezes lá. No ultimo dia pedimos uma picanha na chapa que acompanhava batata frita, arroz, vinagrete (que trocamos por farofa) e feijão. Pagamos 50,00 reais e comemos BEM!!!!
       
      -Pizza na praça: comemos 2 vezes lá. Na primeira pedimos pizza e nos arrependemos. Se você mora em São Paulo (conhecida por ter uma pizza muito boa) não vai gostar da pizza de lá, meio sem gracinha. Na segunda vez que fomos meu namorado pediu um macarrão alho e óleo (muito bom) e eu pedi um contra filé com arroz, fritas e farofa (que também estava muito bom). O lugar tmb é bem baratinho, nossa conta deu uns 50,00 reais também.
       
      - Padaria: acho que é a única da vila. Muito boa. Um dos poucos lugares que encontrei suco de laranja na ilha (um suco maravilhoso diga-se de passagem). Ela é um pouquinho cara. Um enroladinho de presunto e queijo custa uns 4,50. O suco custa isso tmb. Mas vale a pena fazer um lanchinho, e la tem Wi-fi.
       
      - Comida Japonesa: não sei o nome, mas fica do lado da padaria. Pedimos um hot holl que vinha 10 unidades por 24,00 reais. Quando chegou ficamos meio chocados, pois eles eram minúsculos. Mas estavam tão gostosos que até valeram a pena.
       
      -Restaurantes que paramos nos passeios de barco: todos muito caros. Pratos por volta de 70,00, 90,00 e até 130,00 reais. No primeiro que fomos não comemos nada. Em um outro passeio pedidos uma porção de peixe e uma de arroz. A conta ficou em uns 50,00 reais.
       
      -Carrinho de doces: quase na frente da Pizza na praça tem um homem com um carrinho grande de doces. Quem faz os doces é a mulher dele. Tem doces de tudo quanto é tipo: pavê, pudim, bolos, cocadas, pé de moleques.... e diversos sabores: Pavê de chocolate, limão, doce de leite, paçoca... Bolo de chocolate, limão.... Cada doce custa 5,00 reais e são muito bons! Comemos lá umas 3 vezes.
       
      Quando digo que 50,00 reais para o casal é baratinho é pq na ilha você dificilmente vai achar algo por menos que isso. Tudo la é muito caro, mas você acaba se acostumando.
       
      -> Internet
      -Algumas pousadas tem, a maioria não. Tem algumas lan-houses na ilha extremamente caras. 0,20 centavos por minuto. Fui algumas vezes bem rapidinho só pra ver meu e-mail. A internet é bem lerdinha, então cada vez que eu ia la ficava uns 3 reais, por mais que eu ficassem bem pouco e visse só algums e-mails.
       
      -> Passeios (com corações mesmo pois fiquei apaixonada)
       
      Não se preocupe em achar seus passeios. Tem MUITOS pontos de passeios pela vila. Cada portinha que você entra tem gente te oferecendo passeios.
      Conhecemos algumas agencias, mas passeamos todos os dias com a mesma, pois gostamos dela. Fica no comecinho da rua da padaria, do lado da lan house.
      O vendedor se chamava Lucas e foi MUITO prestativo, nos indicando muitas coisas bacanas.
       
      Passeios que fizemos:
      - Meia volta na ilha: muito bom. Começa 10:30 e termina 17:30 (mas você nem vê o tempo passar). Custa 90,00 e estão inclusos água, máscaras de mergulho e macarrões (pra boair). Fizemos esse passeio 2 vezes. O passeio é de lancha, então você chega muito rápido nas praias. O roteiro inclui, na ordem:
       
      > Lagoa verde: linda demais, ótima pra ver peixinhos e tartarugas. Vá para o lado oposto da onde os barcos param, depois das pedras. Lá tem menos pessoas e você vai conseguir ver mais peixinhos e quem sabe tartarugas e cavalos marinhos. Eu vi apenas peixes, meu namorado viu uma tartaruga. Ele sempre se afastava mais, eu tinha medo e ficava mais perto da praia. Mas se você quiser ver algo diferente não pode ser medroso que nem eu (também não vá fazer a loucura de ir longe demais ou ir pra onde é caminho dos barcos)
       
      > Helicóptero: acidente ocorrido em 1998 fez com que o helicóptero do empresário Eduardo Tapajós, dono do Hotel Gloria naufragasse. Ele está a 7 metros de profundidade. Na 1ª vez que fizemos essa meia volta na ilha a água estava muito escura e não deu pra ver nada. Na segunda, conseguimos mergulhar 4,5 metros (sem equipamento mesmo) e vimos o helicóptero bem de pertinho. Na mesma região (Praia do Bananal) é possível ver o local onde ocorreu o deslizamento no reveillon de 2010.
       
      > Parcel de Aripeba: Bacana pra mergulho. Tem uns corais com cavalos marinhos, infelizmente não vi nenhum. Vimos aranha do mar e 3 estrelas do mar enormes. A praia é do Willian Bonner. Mas ele não pode construir nada pq perdeu esse direito na justiça, já que ele estava tentando cercar a praia com cerca elétrica (what?).
       
      > Lagoa Azul: lindaaa. Onde finalmente vi uma tartaruga. Veio nadando na minha frente. Fiquei maravilhada.
       
      > Saco do céu: o saco do céu não é uma praia, é uma região. É um local onde dizem que o mar reflete perfeitamente o céu. Quando fui, não vi nada disso nenhuma das vezes.
       
      > Praia do amor: a praia é feia (se comparada às outras) e não tem nada pra se ver quando mergulhamos. Mas tem uma história bacana. Dizem que no passado um casal ia nessa praia pra namorar escondido. O pai da menina descobriu e matou o menino. Ela, por sua vez, acabou se matando. Hoje dizem que o casal que pular de mãos dadas do barco ou que escrever seu nome na areia, ficará junto pra sempre. Eu e meu namorados escrevemos nosso nome na areia, mas logo em seguida um urubu passou por cima... acho que é mal sinal né? hahahaha Alias, urubu é praticamente o único tipo de pássaro que você vai ver na ilha. TEM MUUUUITO URUBU!
       
      >Feiticeira: a ultima praia do passeio. A história do nome é devido á uma escrava velhinha, que logo que foi alforriada foi morar nessa praia. Dizem que ela fazia muitos rituais na beira do mar. Por isso o nome. Tem umas pedras na direita da praia que é muito bonito de mergulhar, em um determinado ponto você se vê entre dois paredões enormes. É lindo. Na praia tem uma cachoeira tmb, mas não fomos. Quem vai por esses passeios de barco não tem tempo de fazer as trilhas, pois ficamos 40 minutos em cada praia.
       
      - Ilhas de Angra: o MELHORRRR passeio de todos. Não tenho nem como dizer como é lindo. (120,00 reais por pessoa)
      São 4 paradas: ]
      - Cataguases: praia linda de morrer. Provavelmente o lugar mais lindo que já vi. Joguem no google.
      - Botinas: duas ilhas minúsculas e muito parecidas. Parecem aquelas ilhas de desenhos. 7 metros de profundidade e muitos peixinhos lindos. Amei! Joguem no google tmb.
      -Lagoa azul
      -Almoço caro em Japariz
       
      -Lopes Mendes (25,00 reias por pessoa)
      O barco nos deixa na Praia do Pouso e temos que fazer uma trilha sofrida até Lopes Mendes, que fica do outro lado da Ilha Grande. A trilha é rapidinha (uns 30 minutos), mas tem umas subidas que judiam. Eu cheguei na praia com as pernas tremendo.
      A praia de Lopes Mendes é muito linda e quase não tem ninguém. É como se fosse um paraíso só seu.
      Vale a pena andar até a ponta esquerda da praia, onde tem umas pedras e um barril enorme (mais alto que eu, que tenho 1,70 de altura) que caiu de um navio há muito tempo atras. A praia tem muito caranguejo. A areia toda é cheia de buraquinhos, e eles se escondem antes mesmo que você tenha tempo de admirá-los. Mas vimos bastante siris e caranguejos andando pelo mar. A areia é estranha de um jeito bom. Ela é fofa de um jeito diferente, não sei explicar. Faz barulho quando você anda. A praia é linda pra se ver e nadar, mas não vimos nada quando mergulhamos.
       
      No passeio diz que você pode fazer uma trilha pra Praia de Santo Antonio. Mas era muito mal sinalizado o local e não encontramos, ficamos com medo de entrar na trilha errada e acabar nos perdendo.
       
      A Praia do Pouso, que é onde o barco nos deixa e nos busca, tem um restaurante flutuante.
       
      - Taxi Boat
      Um dia eu e meu namorado caímos na ENORME BESTEIRA de dormir até mais tarde. Quando saímos da pousada, por volta do meio dia, já não tinha mais nenhum passeio pra sair e as lojas estavam TODAS FECHADAS (sim, eles fecham a tarde toda devido ao baixo movimento). Mas nem tudo estava perdido. Alugamos um taxi boat para conhecer a praia do Abraãozinho. Pagamos 10,00 reais cada. O taxi boat deixa a gente na praia e combina que horas volta pra nos buscar. A praia e quase deserta, mas é bonita (bonita, não maravilhosa). Na volta pedimos pro moço nos deixar na praia preta. É bacana, mas nada de mais. Tem umas ruínas de um presidio, mas as ruínas principais ficam em Dois Rios. Voltamos pra Vila do Abraão por uma trilha, de 20 minutos e super tranquila.
       
      Ouvimos falar que no shopping tem uma agencia que faz uns passeios diferenciados, para grupos pequenos com foco em ver os bichinhos mesmo (tartarugas, cavalos marinhos, peixinhos).
      Fomos la, a dona é uma estrangeira chamada Gigi, bem enrolada. Conversamos com ela e ela ficou de nos ligar na manhã seguinte dizendo se ocorreria o passeio mesmo (pq o tempo não estava muito bom). Acordamos sem chuva, sol bonito, não muito forte, mas o tempo estava muito bom. Ela não ligou e quando ligamos ela disse que não ia rolar o passeio pq tinham poucas pessoas. (Sendo que ela havia dito que o passeio ERA para poucas pessoas). Quando questionei ela meio que se embananou e disse que estava indo pra Angra. Depois a vimos no cais com um pessoal. Enfim, ficamos muito chateados.
       
      Nossa vontade era de ficar mais uma semana na ilha, para fazer todos os passeios que não fizemos.
      Com certeza voltaremos. O lugar é lindo demais.
      Espero ter ajudado quem pretende ir para lá.
       
      Importante!
      Na ilha não existem caixas eletrônicos. A maioria dos lugares aceita cartão, mas mesmo assim leve uma quantia em dinheiro.
    • Por paulistana28
      Lagoa Azul
      Fonte: http://www.yachtcharterguide.com
       
       
      Oi...
      Vai fazer um ótimo passeio.
      Fui com meu namorado o ano passado e demos a volta na ilha.
      Pegamos trilhas e fomos de uma praia à outra.
      É bem cansativo, mas valeu a pena!
      Se vc for para a parte do agito, na praia do Abrãao, tem a pousada "A toca do Guaiamum"- não é cara, tem sala com tv a cabo,restaurante. Ficamos em camping..mas tem quartos.No camping tem tomada para cada barraca...dá para fazer sua comidinha..e nas imediações perto do porto de onde saem os passeios tem vários restaurantes baratinhos e bons!
      Visite o Pico do papagaio- é uma subida de 1000m ,mas tem uma vista maravilhosa!
      Tente ir à praia de Palmas..tem campings
      Praia Grande...linda
      Cachadaço..
      Vc deve comprar água e levar porque é caro demais nas praias.
      Qlquer dúvida ..escreva..
       
       
       
       
       
       
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      Postado pelo usuário Heredie
      mensagem:
      Fui pra Ilha Grande no natal.Só consegui acampar no Abraão.
       
      Fiquei no Camping Santanna´s (tem uma boa estrutura mas a rua é barulhenta) e no Camping da Emilha (bom, mas não é bonito). Eu voltaria para o Santana.
       
      Lá é bom se você gosta de andar (tem muuitas trilhas, leve uma boa bota). Se você vai fazer trekking de uma praia para a outra leve uma barraca leve. As trilhas são gordas e sinalizadas.
       
      A comida é cara, e os campings têm fogão e geladeira. Não tem lugar pra comer em todas as praias. Portanto, leve um pouco de comida.
       
      A Balsa sai de Angra custa R$ 5,00 demora +- 1hora, e os barquinhos R$20,00 na metade do tempo. Todas levam ao Abraão.
       
      Tem dois sites:
      http://www.ilhagrande.com.br'>http://www.ilhagrande.com.br
      http://www.ilhagrande.com
      Leve snorkel, máscara e máquina-fotográfica.
       
      Falow,
      Herê
       
       
       
       
       
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      Postado pelo usuário Guilherme Filga
      mensagem:
      Já fui pra Abraão 3 vezes e pra Aventureiro 2 vezes. Posso te garantir q aventureiro é mto melhor.
       
      Abraão é o centro de Ilha Grande, lá tem td... pousadas, campings, restaurantes, farmacias e telefone. Mas naum tem uma boa praia e costuma ser cara a diaria lá.
       
      Aventureiro, assim como todas os outros lugares da Ilha tirando Abraão, tem uma boa praia e a diaria é 5 reais. Vc acampa no terreno dos moradores do local e rola PF em todos eles. Não há luz nem telefone e só se chega de barco, q se pega em Angra.
       
      Outras alternativas seria vc acampar em Palmas ou em Parnaioca. Ambos no mesmo esquema de Aventureiro.
       
      O negocio é o seguinte... se vc quiser um pouco mais de conforto e tranquilidade no sentido de não passar perrengue vá para Abraão.
       
      Vou fazer um pequeno resumo...
       
      Se vc for para Abraão, pegue a barca em Mangaratiba pq ela chega mais rapido do q a de Angra. De Abraão vc pode fazer trilhas para Palmas e Lopes Mendes (essa ultima vc tem q ir.. é mto boa!) e/ou para Dois Rios onde tem o antigo presidio. De Dois Rios dá pra fazer uma trilha até Caxadaço q é uma prainha linda. De Abraão dá pra fazer trilha até o Bico do Papagaio tb.
       
      Se vc for pra Palmas vc pode fazer as mesmas trilhas q Abraão.. os dois lugares ficam proximos.. se vc ficar me palmas é mais facil de ir pra lopes mendes (a pria q vc vai querer ir todos os dias!). Ah pra ir pra Palmas pegue um barco em Mangaratiba.
       
      Pra ir pra Aventureiro, pegue o barco em Angra (leva mais ou menos 2h 30min). Lá vc pode e deve conhecer todas as praias q vc consegue ver. Tem a do Demo, onde o pessoal gosta de pegar onda. E tem a do Sul a do Leste, q são praias bem extensas e q fazem parte da reserva.
       
      Pra Parnaioca, vc pega uma barco tb. E dá pra visitar os mesmos lugares q Aventureiro. Ah, em Parnaioca há várias cachoeiras!
       
      Bom pra terminar, se vc tiver dispo vc pode ir a todos esses lugares de uma vez só... de trilha. Vc vai para Abraão e pega a trilha para Dois Rios, de lá pega a trilha para Parnaioca e depois pega a trilha para Aventureiro. No total deve dar umas oito ou nove horas de caminhada e se tiver chovendo acampe em parnaioca!
       
      Acho q é só... se tiver alguma duvida posta ae ou me manda um email!
       
      Boa sorte e abraços,
       
       
       
       
       
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      Postado pelo usuário Bené
      mensagem:
      Fala ai Edpsiko,
      Então a respeito de Ilha Grande os colegas ja falaram tudo, vale muito a pena ir pra la. eu fui pela 3º vez, em janeiro, fui sozinho fiquei no camping do SANTANA'S ótimo camping tem tudo cozinha completa, geladeira, banho quente, segurança, ai vai o tel. 24 3361-5287. O camping fica em Abrão no "centro" da ilha, agora vai de vc querer ficar num lugar mais tranquilo ou mais agitado.
       
      O que vc naum pode perder:
       
      - Dois Rios A trilha de Dois Rios é um estradão de terra batida, não é na mata fechada, para vc ter uma ideia existe até uma faculdade.
      Dica: Se quiser cortar caminho ao ir para Dois Rios, suba pela Rua das Flores (pergunte é bem conhecida ) e tem outro atalho mais pra frente quando vc ver tipo um banco de bambu entre a direita.
       
      - Lopes Mendes, (agua muito clara, vc consegue ver o outro lado da onda)tem uma outra praia um pouco mais pra frente Santo Antonio.
       
      - Cachoeira da Feiticeira (Cachoeira maravilhosa ,ótima queda d'agua pra repor as energia) vale também esticar até a praia da feiticeira.
       
      - Praia do Caixadaço sem comentários
       
      - Saco do Céu - É bem legal pra conhecer passa por diversas praias, é um local onde tem muitas lanchas, iate etc..
      - Abraãzinho, Praia Preta - são as praias mais próximas de abraão
       
      Esses lugares abaixo naum conheci , mas ainda vou :
       
      - Pico do Papagaio - caminhada forte, melhor ir com o céu bem aberto para aproveitar a visão, também é interessante acampar.
       
      - Praia do Aventureiro e Parnaioca - fica do outro lado da ilha pra ir na caminhada em um dia não tem como, o ideal seria acampar, além de muito mais lugares tem desse lado da ilha.
      Todos as praias acima vc consegue fazer o passeio de barco, eu particularmente prefiro ir na caminhada.
      Tem a Lagoa Azul e Lagoa Verde (feriado é muito lotado, fica ruim de mergulhar) um passeio que é feito de Escuna. Se for, prefira o pacote que vai nas duas lagoas sai 5 reais a mais, e vc conhece dois lugares. Eles alugam equipamentos para mergulho, mas é melhor levar o seu pq usa muito.
       
      Vc pode comer no Camping do Bicão, Casa da Mulata e tem um restaurante do lado da igreja da abrão (casa da sogra, se não me engano ) são lugares q eu gostei da comida. Geralmente os lugares aceitam cheques e algum poucos aceitam visa electron.
       
      É isso ai BOA VIAGEM !!!!
       
      T+
       
      Benê
      [email protected]
       
       
       
       
       
       
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      Postado pelo usuário Fabricio_ilha
      mensagem:
      edpsiko,
       
      cara naum sei se vc lembra mas o pessoal dos radicais ano passado na semana santa fomos para ilha grande, eh foi 10 lá abraao eh mais organizada, tem a infra toda, restaurantes com PF custando uns 8 reais, eh de laq saem os passeios de barco, se vc nunca foi para la, aconselho a ficar em abraao q vai ser melhor, agora em palmas eh mais galera de camping mesmo, mochileira eh muito bom tb, se vc tivesse indo no carnaval eu com certeza diria para ficar em palmas q vc iria se divertir muito pq eh show tb.
       
      se quiser umas dicas http://www.ilhagrande.net la tem infos , qualquer coisa me manda um mail q eu tenh infos aqui guardadas da epoca q eu fui
       
      abraços


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