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Israel, Jordânia e Egito - Relato de Viagem

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A execução da minha grande aventura começou no dia 31/03/2010, saindo da capital do Espírito Santo, Vitória em direção a Tel Aviv, Israel. Na verdade, a minha viagem começou bem antes, com um bom planejamento, definição de rotas, hospedagem, deslocamento, passeios e principalmente, $$$$$. 

No meu planejamento, decidi:

:arrow:  comprar as passagens com 3 meses de atencedência, ou seja, comprei no início de Dezembro. Fiz algumas pesquisas como a maioria daqui e resolvi juntar o útil ao agradável, decidi comprar passagem por uma empresa que pudesse resgatar pontos para uma próxima viagem, desta forma, optei por ir pela AirFrance, já que também consegui ótimos preços. A passagem saiu por R$ 2300, sendo que possuia um stop com 5 dias em Paris. O trecho foi: Vix - SP - Paris - Tel Aviv / Tel Aviv - Paris - SP - Vix.

:arrow:  levantar todos os possíveis lugares de hospesagem, optei por albergueses e não me arrependi, foi a melhor coisa que pude fazer, poupei muito dinheiro. O albergue é ótimo para quem não se importa com luxo, apenas com um lugar limpo e tranquilo para dormir. Claro que existem albergues que são limpos e tranquilos, por isso que é interessante a pesquisa. Se quiserem perguntar onde fiquei, só me perguntar, darei todas as dicas.

:arrow:  definir os lugares que gostaria de visitar e a partir deles tracei a rota (uma logística básica) para facilitar meu transporte e claro, minha viagem. 

 E claro, para cada uma das atividades acima perguntei: quando, para que, porque e como. São simples perguntas que vão te ajudar em soluciar o que as vezes você não pensaria.

Decidi iniciar minha trip por Israel. Fui sozinho, já que quase ninguém, amigos, curtem essas de trilhas (que manés). Tive oportunidade de me virar de diversas formas e posso dizer, não tive dificuldade nenhuma. Apenas coloquei em prática minha paciência em determinados lugares e claro, como é férias, tenta curtir tudo como natural, afinal, para eles é natural o processo de segurança (o que era mais chato).

Voltando.... Para Israel, entrei com um reserva, se não tiver reserva é muito difícil de entrar, então, como eu já havia me planejado, fiz algumas reservas em custos, pois se porventura eu não gostar do lugar, eu poderia ir para um outro sem me privar, ou até mesmo ficar por mais tempo que o planejado, ou seja, curtir, sentir o local, as pessoas, o lugar... Realmente fazer valer a pena!

A minha maior dificuldade foi pensar em no que levar. Eu que sou compulsivo por roupas, acessórios e etc... Foi muito difícil de definir o que levar, mas a gente aprende porque as dores fazem lembrar sempre do excesso de bagagem e foram 38 dias de viagem, então imagina quanto roupa descessárias eu levei rsrsrsrs. Eu fui totamente confrontado quando conheci um Koreano em Haifa (Israel), passeamos junto pelao cidade de Akko (Israel) e quando chegamos no albergue, o cara foi tomar banho e vi que ele estava apenas com uma mochila, e estava fazendo uma trip por 30 dias. Na mochila dele, simples, como aquela que a gente leva para escola, no tempo de colegial, o cara tinha apenas: um jeans, 2 camisetas, 1 tênis, uma toalha de banho, escova e pasta de dente, enquanto na minha bolsa inúmeras roupas e que para ser sincero, não usei nem 70%. Mas como eu fui marinheiro de primeira viagem, a gente aprende com os erros.

Vôo tranquilo até Paris, lá esperei por 1:30h para pegar conexão para Tel Aviv. Não fui abordado como a maioria antes de embarcar para Tel Aviv. Em SP, para quem vai pela El Al, geralmente a revista, as perguntas, os questionamentos por parte da imigração é feita antes do embarque e se você embarcou, já está garantido em entrar em Israel. Eu viajei com muitas incertas, com muitas dúvidas, com muito medo por diversos relatos que colocaram aqui mas uma coisa eu posso dizer para quem está indo, seja qual for a cia. aérea, RELAXEM! Faça pelo menos o básico: uma reserva, dindin e passaporte em dia.

A minha revista foi na chegada, eu com cara de árabe ainda, então não tive dúvida de que iriam me parar e querer saber de toda minha vida antes de me liberarem. Realmente foi exatamente assim que aconteceu. No controle de passaporte em Ben Gurion o soldadinho na cabine me interpelou de diversas formas e fui respondendo, como devemos fazer sempre. Se você não domina bem o inglês, não fica nervoso, eles dão um jeito de te fazer entender e de entender tudo que está dizendo, sendo através de um tradutor em Espanhol ou em até mesmo Português. Mas nunca deixe de responder as perguntas, seja sincero, sempre, tome nota: QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME! Me perguntaram para onde eu iria, o que eu iria fazer em Isarel, onde iria ficar, se eu tinha dinheiro suficiente e que possuia cartões de crédito e de débito (eles quiserem vê). Mesmo assim fui chamado para uma sala secreta que todo mundo diz que é um terror... O que posso dizer? Mentira! É um escritório que atende e busca saber mais informações sobre a sua ida a Israel. Fiquei por volta de 2 horas esperando a vez de ser atendido, porque tinha gente em minha frente e eles foram muito educados, ao contrário que todo mundo diz por aí.

Quando foi minha vez, a senhorita me fez todos os questionamentos do soldado na cabine e respondi tudo o queriam saber e claro, levei uma declaração do meu trabalho para dizer e facilitar, claro que eu trabalho para o governo do Brasil e portanto, não seria um possível terrorista. Ela pergou a cartinha e não conseguiu lê, estava em português hahahahaha Eu nem me preocupei em traduzir, também nem sei ao certo se em meu trabalho eles atenticariam porque aqui eles não traduzem nada... Enfim, ela chamou um colega dela que é portugues e o mesmo autenticou todas as informações e me liberou automaticamente (claro que eles devem ter ligado também para o hostel onde fiquei hospedado para saber se realmente eu estava metindo ou não - eles fazem isso!).

Liberado e como carimbo do visto, peguei minhas trouxas e fui direto para o albergue em Tel Aviv, minha primeira parada por 3 dias. Cheguei no hostel meio tarde, o meu voo chegou as 16.30 e eu estava enjoado, com um mal estar do caramba por causa dos climas e muito cansado da viagem. Eu fui no dia 31 as 17 (horário Brasília) e cheguei em Tel Aviv (16:35 ou 13:00 horário Brasília). Peguei um trem que já tem no próprio aeroporto e me desloquei para estação indicada pelo hostel para chegar no mesmo. Foi muito tranquilo, é MUITO FÁCIL se deslocar de busão em Tel Aviv. Tel Aviv é uma cidade que gostei muito. Cheia de diversidades para um país do oriente médio. É morderninha, e como tem gente bonita naquele lugar. Não vou relatar exatamente o que fiz nos lugares porque senão isso vai se extender por várias páginas mas qualquer dúvida, só mandar uma MP que respondo numa boa, com todas as dicas possíveis. Pois foram 38 dias de pura aventura.

Logo quando cheguei, era a semana da festa da páscoa, eles param tudo. É feriado nacional, pois são judeus e a doutrina, apensar de inúmeras religiões no lugar, o que prevalece é o judaísmo, o Estado de Israel é judeu. Cheguei numa quinta-feira e fiquei até domingo. No próprio domingo é feriado, só que é diferente aqui, não começa meia noite do dia como é aqui, e sim a partir das 17 horas. Estranho né? O legal é que voltei para e estação de trem que eu havia chegado para pegar o mesmo trem para a cidade de Haifa (45 min de Tel Aviv). É muito tranquila a viagem, paguei cerca de 46 shekels. E para a estação em Tel Aviv em que desci paguei 6 shekels. Dependendo para onde está indo, não é necessário pegar trem, é muito mais prático e as vezes até mais barato, pegar sherut. Para Jerusalém tem praticamente em todas as cidades, pois como eu percebi, em todos os lugares de Isarel apontam para Jerusalém. É fácil chegar em Jerusalém, mas Jerusalém foi minha última parada. 

A minha trip foi basicamente:

:arrow:Tel aviv  
20101002155427.JPG

 

:arrow:Haifa (Akko) 
20101002154253.JPG

:arrow:  Nazareh (Yadernet, Tiberias, Capfernaum e Tagba)  
20101002155937.JPG

 

:arrow:  Amã  
:arrow:  Petra 
20101002160620.JPG


:arrow: Aqaba 
20101002161121.JPG


:arrow:Dahab  (Monte Sinai)
20101002161551.JPG


:arrow:Eilat  
20101002162030.JPG


:arrow:Jerusalém ,(Massada, Mar Morto, En Geddi, Hebron, Belém e Jericó).
20101002162458.JPG

 

Chegando em Haifa (estação Haifa Center Ha’Shmona), fiquei por 3 dias, o hostel que fiquei era praticamente 100 metros da estação. É uma cidade linda, pequena e organizadinha... Cheguei num feriado que iria durar 2 dias, mas em um dia de feriado, resolvi ir para a cidade de Akko, já que TUDO em Haifa estava fechado. Tomei uma sherut com um Koreano que conheci e fomos passear, já que era uma vontade que eu tinha. Gostei muito da cidade, maravilhoso, vale a pena para quem quiser conhecer, quem gosta de cultura medieval, história de guerra, de fortalezar, é impressionante. A viagem até Akko dura apenas 30 minutos e custou 14 shekels. Fomos de sherut.

De Haifa para Nazareh foi mais fácil ainda, há 50 metros do hostel havia um ponto de ônibus e peguei o famos 331, que parte do Merkaz train station (um metro subterrâneo que te leva até o topo da cidade) a cada 30 minutos e que custa 17 shekels e que funciona de domingo a quinta (a cada 30 minutos  a partir das 6 da manhã até 20:50h), sexta (6 da manhã até 19:00h) e sábado (6 da manhã até 16:40h) chegando em Nazareh Central Bus Station.

Fiquei em Nazareth por 8 dias, para poder aproveitar as cidades ao redor. Decidi ficar em Nazareh porque de lá é muito fácil ir para todas as outras cidades Mas hoje eu ficaria em Tiberias, porque em Nazareh é ótimo para quem  quiser fazer o Jesus Trail, que é caminho por onde Jesus passou. E se inicia em Nazareh. Existe toda uma rota e um site com as informações necessárias (http://www.jesustrail.com" onclick="window.open(this.href);return false;), é gratuito, basta reservar as hospedagem durante o trajeito. Eu não fiz o trajeto, embora eu quisesse muito, mas é muito bom quando se tem companhia e para andar por lugares deserticos e sem guia ou alguém, preferi fazer alguns trajeitos de busão, como por exemplo ir para Tiberias, Yadernet (lugar do batismo), Capfernaum e Tabgha. Cidades fantásticas e cheguei de curiosidades.

Para Yadernet, basta pegar um busão 31 de Nazareh, e que passa a cada 1 hora. Custa cerca de 20 shekels. São 50 minutos e te deixa exatamente na porta do lugar do batismo de Jesus. Fica 5 minutos de Tiberias. É um lugar muito bonito e tranquilo. Vale a pena, é gratuito. De lá pode pegar um busão por 4 shekels e visitar Tiberias, onde tem o Mar da Galileia. Para quem quiser ir para Capernaum ou até mesmo para Tabgha no Monte das Bem-Aventuranças, é necessário pegar um busão na Central Station em Tiberias senão me engano o 471. Mas o legal é entrar no site de ônibus da região e verificar os horários dos ônibus. Ahn, mas claro, o hostel ou hotel que ficar hospedado te dará todas as informações.

Um certo dia eu estava em Tiberias e me deu curiosidade de conhecer o Monte das Bem-Aventuranças, e eu não sabia o que fazer, então me desloquei para o centro de informações turisticas que fica na única praça em Tiberias e lá a mulher me deu todas as dicas e mapas. Me informou como chegar, qual ônibus pegar, onde descer, enfim, todos são preparados para ajudar e orientar os turistas, basta perguntar que nada vai dar errado, pode acreditar!

Para chegar em Capernaum, se passa primeiro em Tabgha, na verdade, tem que descer em Tabgha. Ônibus não vai lá, a não ser de turismo, mas de linha comercial, não. E sheruts e taxi, claro. Então basta descer e fazer todo o caminho a pé pelo calçadão. Vale a pena. Eu fiz todo o trajeto, gostei muito. Mas vá pela manhã, pois o sol é ameno. Antes, pois já é o caminho passe no M. Bem-Aventuranças, do calçadão irá ver o Monte e a igreja imponente no alto. É linda! A visão para o mar da galileia de qualquer lugar é maravilhosa. Organize bem os horários para poder conhecer bem o lugar e não se frustar, porque os horários de abertura são rigidos e é tudo gratuito.

A minha ida para Amã foi por Nazareh. O ônibus de Nazareth para Amman leva cerca de 4.5 horas.  Até a fronteira são apenas 45 minutos, então é necessário esperar por duas horas. Os jordânios fazem emissão de vistos na chegada, então não é necessário chegar com um. É necessário pagar cerca de 100 shekels (para sair de Israel) e mais 10 JDs para o visto. Existem moedas correntes em ambos os lados da fronteira, então não é necessário ter as duas moedas, apenas uma. 

A jornada termina no hotel Hillside no norte da cidade. Como a cidade é louca e o povo é mais louco ainda, resolvi tomar um taxi para o hostel que me hospel e essa corrida já foi uma aventura! Quando cheguei ao hostel, o taxista me perguntou quando eu devo pegar, enfim, não havia taximetro e eu esqueci de pedir para ligar. Eu paguei cerca de 15 dolares pela corrida e ele me deu um troco de 3 Jds, tudo foi no cambio mesmo. Eu morri de rir porque eu fui pego desprevinido. E foi bem pago porque andamos por quase 1 hora até chegar o lugar que o taxista NÃO SABIA ONDE ERA. Foi muito engraçado. Queria chegar cedo no hostel porque no outro dia eu já iria descer para Petra. Amã foi apenas um lugar para descasar, porque sair naquele lugar, não dá certo, é uma loucura e nada fica aberto até um certo horário, fora a rigidez em tudo... Mas foi muito engraçado e divertido.

A parte Norte de Israel foi isso... Sei que ocultei bastante detalhes mas são inúmeros detalhes, e como eu disse, ficaria semanas aqui escrevendo todas as minhas experiências em 38 dias. No lado da Jordânia, fui para as cidades de Amã e Petra, claro, passei por diversas outras mas como breves paradas. Relaterei as aventuras em Petra e deserto de Waid Rum. ::lol3::

Shalom,
Fábio ::hahaha::

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:arrow: Jordânia

 

A minha jornada para Petra começou com um café da manhã no hostel que me fez emagrecer 5kg na viagem. Era horrível. Eu andava muito e não conseguia comer nada. Foi uma luta porque eu podia ficar doente mas dava um jeito de tentar achar um arroz com frango, um shawarma. Vivia disso nos tempos que fiquei nesses lugares porque a comida é bem diferente. Foi difícil me acostumar. Após o café peguei um passeio para Petra passando por diversos lugares: Mount Nebo, Madaba, Wadi Al-Moujeb, Karak, Wadi Al Hasa, Dana, Shobak até chegar em Petra. Fui com mais 3 gringos, 2 almeães e 1 inglês. Nos divertimos muito na viagem. O nosso motorista era muito engraçado, ele dançava e adorava uma música alta e todas as músicas tinha HABIB. A gente só se cumprimentava HABIB, com o motorista e entre nós, porque foi uma lavagem cerebral. Até mesmo quando a gente se encontrou em Petra nos cumprimentamos como HABIB rsrsrsrs

 

Esse passeio foi meio carinho, como a moeda é muito forte se torna caro. Mas é estranho pensar assim porque valeu muito a pena e a viagem foram quase 12 horas, porque saimos as 8:10 em ponto e chegamos em Petra as 19:30. Fomos parando, conhecendo bem o lugar. Foi maravilhoso. Eu gostei muito de tudo que vi. Valeu muito a pena gastar uns 35 Jds. Afinal, era férias e não sei quando eu iria voltar naquele lugar. Então eu tinha mesmo é que aproveitar. E eu fiz meu planejamento para isso também. Estava tudo sob controle.

 

Em Petra eu já tinha uma reserva, logo na entrada da cidade, cerca de 200 metros do porto era o hostel. As vezes nem precisava ir andando, o próprio hostel tinha transporte para o lugar. Pois os taxistas compravam sempre 1 dinar para te levar e te traze, na verdade tudo era 1 dinar, água, comida, etc... Fiquei 3 dias em Petra para conhecer a região e 1 dia no deserto.

 

A minha aventura no deserto começou bem cedo no outro dia e no meu planejamento era para ser apenas no último dia, mas não quis perder tempo, eu estava empolgado e não tinha procurado ainda o lugar para fazer a trilha pelo deserto e o rapaz do hostel me ofereceu e fui com mais um casal de franceses. O nosso guia nos pagou no hostel e pagamos cerca de 40 dinar para passar o dia todo, andando pelas diversas trilhas, lugares fasciantes. Levei bastante água e bebi quase tudo, deixei apenas 1 litro para volta no outro dia. Pois dormimos num acampamento beduíno. Estava tudo incluído. Havia um acampamento no meio do deserto, onde muitas caravanas vão, mas tivemos o privilégio de ficar realment um acaompamento do povo local, o que tornou a viagem mais mais real e animada porque as músicas eram todas da região e povo que dançava era da região. Os homens, que coisa... Se fosse no Brasil, como falei para o frances, aqui iram pensar que são todos gays, porque eles rebolam mesmo e dançam um com os outros, já que não se pode dançar com uma mulher, tem que ser mais requitado e só casados, é tudo complicado.

 

No deserto, bom levar blusas que cobre o corpo todo pois é muito sol e uma insolação não vai ficar nada bom. Muita água, filtro solar e nada de muito esforço. Claro que vai querer correr pelas areias coloridas no local, se pintar como os índios fazem aqui, enfim, tem que aproveitar mas com bom moderação. Subir nas pedras, tomar cuidado para não cair porque o hospital fica km de distância, tirar fotos diferentes para mostar para os bacacas dos amigos que te zuaram porque você foi sozinho. Enfim, é uma experiência única em conhecer e saber como o povo beduíno vive, beber a comida deles, o tal iorgute que eles dizem que é leite de cabra misturado com alguma coisa lá, é HORRIVELLLLLLLLLLLLLL mas eu experimentei heheheheheeh E o medo de ter diarréia, mas não deu, graças a Deus. No finalzinho, iniciando a noite, era 18:10h fomos para um pedra que tinha que passar por uma duna de areia para poder apreciar o lindo e maravilhoso pôr-do-sol.

 

Depois do pôr-do-sol, tive a sensação de como é estar perdido no deserto, na escuridão do deserto e principalmente o extremo de temperatura em minutos. De 45 para uns 10 graus. Incrível. Fomos para o acampamento, fomos jantar e apreciar a festa que foi maravilhosa, com toxas acesar, danças e muita gente dançando. Pena que não dá para postar os videos aqui e eles são grantes, nem youtube dá. Uma pena.

 

Na volta, voltamos para o hostel, os franceses seguiam para Síria e eu continuei em Petra agora para desvendar os lugares, agora eu tinha 3 dias para fazer tudo que eu não tinha feito. Eu fui a tarde para Petra, afinal, ficar um 1 sem tomar banho, só mesmo europeu, eu sou brasileiro, sol, muito quente, não dá para ficar sem banho por mais de 1 dia. Mas mochilão é assim mesmo, as vezes dá para tomar um banho outras vezes não dá, mas como sempre tinha que dá. Descansei um pouco, porque ninguém dorme bem no deserto: e se uma aranha entrar aqui, um escorpião, um cobra???? Céu estrelado, incrível e vou te dizer, sensação de liberdade, de viver, pura aventura...

 

Em Petra, paguei o pacotinho para 3 dias. E resolvi no primeiro dia fazer a trilha básica, para não me forçar muito, pois eu tinha acabado de chegar do deserto, e fiz o normal, até o musei, fiquei a tarde toda andando e aproveitando. Passei num bazar, o cara me puxeu porque me viu com a camisa do Brasil e quis saber do país e claro, tudo pretesto para te vender as coisas e falou em desconto e que tinha um restaurante e tal.. Eu aproveitei o descondo para comer é o no restaurante, muito tempo que eu não comia um arroz, um espetinho de carne, ai ai ai... Vocês não imagina como aquilo se tornou ouro pra mim. A partir de então, almocei lá todos os dias no hostel que servia um jantar, comia sempre quando chegava da trillha, famito...

 

No segundo dia resolvi explorar o lado oeste da trilha de Petra. Ir mais além do que os caminhos normais que todo o turista faz. E assim no terceiro dia fui para o lado leste. Cada lugar maravilhoso. E ninguém acreditando que iria fazer tudo sozinho. Legal você chegar nos lugares mais altos e apreciar a vista, deitar, descansar numa sombra e ficar vendo as coisas que Deus criou. É muita emoção estar num lugar que antes era só visto pela televisão, jornais, internet... Ver que tudo é real mesmo. Neste dia eu tive a oportunidade de sair de Petra a noite, pois o caminho para onde fui era bem distante, além da trilha normal, levou umas 2 horas para chegar, após subir mais de 1 mil degraus de pedra, nas rochas e incrível saber como eles montam uma infra-estrutura em cima das rochas, dos montes, existem até restaurantes. Incrível! Qdo eu desco era era 18, iria iniciar o por-do-sol, então corri e subir as tumbas e fiquei lá até escurecer, o parque é maravilhoso a noite. Muitas toxas acenas, existem dias específicos que fica aberta para visitação a noite, mas neste dia eu já estava dentro, podia sair na hora que eu quiser rsrsrsrs

 

Na saída, conversei com algumas rapazes que trabalhava na iluminação. Como nosso povo é bem visto por lá. Eles adoram brasileiros, principalmente quando sentam e dão atenção. Eles ficam muito alegres e contentes. Eles são não gostam, apensar de idolatrar aquele rei, quando usurpram os direitos como cidadãos. Porque o turismo lá é uma fonte grande de renda, só que, é como Cuba praticamente, a maioria do que faturam é repassado para o governo e ficam com quase nada, e por isso que vemos uma moeda forte mas com pouco desenvolvimento... Enfim, posso estar falando besteira mas foi o que me disseram.

 

No dia de ir embora, eu percebi que havia furado o planejamento sem querer. Porque era para ter ficado 2 dias em Petra para depois descer para Aqba. Mas não tinha como deixar Petra sem conhecer tudo, pois Aqba era lugar apenas para descansar e eu já estava indo para Dahab para isso mesmo, apesar de ir para subir o Monte Sinai. O pessoal do hostel, a quem sou muito grato, pois me ajudaram em todas as dúvdias e principalmente por ter mantido a internet ligada de madrugada, porque eles desligam tudo e madrugada era o único momento que eu tinha para familia com familia e namorada... Eu briguei feio um dia por conta disso, mas foi engraçado e eles entenderam no final e eles fazem tudo para agradar os hospedes.

 

Eu tinha opções para descer para Aqba, pagar um taxi por 35 dinar... Esse foi até engraçado eu apenas perguntei ao taxista quando ele cobra sem fazer acordo nenhum e não é que o cara foi lá no hostel onde eu estava no dia que eu estava partindo para me levar! Eles são muito esperto mas foi bem sincero antes de tudo, não foi acordo perguntei apenas quando cobraria, então gente tem que tomar cuidado porque eles não são nada bobo. Peguei um ônibus mesmo da região que custa 5 dinar, leva cerca 2 hora para chegar em Aqba. Chegando em Aqba peguei um taxi para me levar direto para o ferry para seguir para Dahab. Cheguei cedo, era 10 da manhã. O ferry partiria apenas 13 da tarde. Carimbei a saída da Jordânia e esperei o navio sair.

 

Aqaba é bem pequena, dá pra ver 3 países, Arábia a esquerda, Israel à direita e Egito em frente. Cerca de 10 minutos, tirando as burocracias dá para chegar no Egito e 5 tanto em Isarel quanto Arábia Saudita.

 

Essa foi uma das coisas chatas que me aconteceu. Eu quis ir para Dahab atravessando a fronteira, mas o pessoal do hostel me informou que seria mais complicado e como eu não sou dali, resolvi ouvir eles, então preferi pegar um ferry que me custou 75 dolares. O bom é que era primeira classe, muito confortável. E eu nem sabia, foi informado depois de 2 horas já no navio que era para subir para as cabinas de primeira classe e mesmo assim porque fui esperto e perguntei o que estava acontecendo com as pessoas que compraram junto comigo estava sendo direcionadas para outro lugar e eu fui junto, me dei bem! rsrsrsrs

 

O ferry foi até rápido, 2 horas, mas até sairrrrrrrrr do porto de Aqba que foi complicado, saimos era 16 horas. Ai ou seja, perdi o último busão para ir para Dahab de Nuweiba (porto/parada). O legal é que nas viagens você tem oportunidade de conhecer mutias pessoas e no navio eu conheci algumas pessoas que por sorte estavam indo para o mesmo lugar que eu. Um casal de australianos e uma korena. Rachamos a van para Dahab, saiu cerca de 25 libras egipcias para cada um. A moeda no egito é muito barata e andamos quase 2 horas até chegar em Dahab. Valeu muito a pena. Não paguei nada para entrar no Egito, pois eu iria ficar apenas na região do sinai que tem visto gratuito por 15 dias. Peguei dentro do navio.

 

Agora vou relatar um pouco do Egito, o Sul do Egito para ser mais sincero. ::mmm:

 

Shalom,

Fábio ::hahaha::

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E ai Fábio, muito legal seu relato. Eu também acabei de fazer essa viagem, mas ao invés do Egito fui pra Chipre.

Israel é demais!! A Jordânia também, Petra é lindo e Amman apesar de pouco tempo achei legal, diferente de você. Se der bote algumas fotos aqui pra gente ver.

Shalom.

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fala fucim...

 

cara, mt bom seu relato.

to aqui em israel ainda e infelizmente soh vou ter uma semana p realmente fazer passeios...

to num estagio de verao pelo instituto de ciencias weizmann entao nao to podendo me dispersar mt...

o bom eh que eles nos levam p lugares.. ja fomos p mar morto (nao fomos q Ein Gedi.. :( ) e proxima segunda p Haifa, Akko e Cesarea..

tava querendo mt fazer o jesus trail.. c acha q vale a pena ou da p ir sozinho?

na ultima semana q vou estar aqui (16 a 21 de agosto) to querendo plenejar ir p eilat (passar um dia la) e de la ir p petra, voltar e ir p cairo e luxor...

o q c acha?

eh dificil fazer td sozinho, eu sei... mas to me inspirando em vc.. sera q uma semana eh suficiente?

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:arrow: Jordânia

 

A minha jornada para Petra começou com um café da manhã no hostel que me fez emagrecer 5kg na viagem. Era horrível. Eu andava muito e não conseguia comer nada. Foi uma luta porque eu podia ficar doente mas dava um jeito de tentar achar um arroz com frango, um shawarma. Vivia disso nos tempos que fiquei nesses lugares porque a comida é bem diferente. Foi difícil me acostumar. Após o café peguei um passeio para Petra passando por diversos lugares: Mount Nebo, Madaba, Wadi Al-Moujeb, Karak, Wadi Al Hasa, Dana, Shobak até chegar em Petra. Fui com mais 3 gringos, 2 almeães e 1 inglês. Nos divertimos muito na viagem. O nosso motorista era muito engraçado, ele dançava e adorava uma música alta e todas as músicas tinha HABIB. A gente só se cumprimentava HABIB, com o motorista e entre nós, porque foi uma lavagem cerebral. Até mesmo quando a gente se encontrou em Petra nos cumprimentamos como HABIB rsrsrsrs

 

Esse passeio foi meio carinho, como a moeda é muito forte se torna caro. Mas é estranho pensar assim porque valeu muito a pena e a viagem foram quase 12 horas, porque saimos as 8:10 em ponto e chegamos em Petra as 19:30. Fomos parando, conhecendo bem o lugar. Foi maravilhoso. Eu gostei muito de tudo que vi. Valeu muito a pena gastar uns 35 Jds. Afinal, era férias e não sei quando eu iria voltar naquele lugar. Então eu tinha mesmo é que aproveitar. E eu fiz meu planejamento para isso também. Estava tudo sob controle.

 

Em Petra eu já tinha uma reserva, logo na entrada da cidade, cerca de 200 metros do porto era o hostel. As vezes nem precisava ir andando, o próprio hostel tinha transporte para o lugar. Pois os taxistas compravam sempre 1 dinar para te levar e te traze, na verdade tudo era 1 dinar, água, comida, etc... Fiquei 3 dias em Petra para conhecer a região e 1 dia no deserto.

 

A minha aventura no deserto começou bem cedo no outro dia e no meu planejamento era para ser apenas no último dia, mas não quis perder tempo, eu estava empolgado e não tinha procurado ainda o lugar para fazer a trilha pelo deserto e o rapaz do hostel me ofereceu e fui com mais um casal de franceses. O nosso guia nos pagou no hostel e pagamos cerca de 40 dinar para passar o dia todo, andando pelas diversas trilhas, lugares fasciantes. Levei bastante água e bebi quase tudo, deixei apenas 1 litro para volta no outro dia. Pois dormimos num acampamento beduíno. Estava tudo incluído. Havia um acampamento no meio do deserto, onde muitas caravanas vão, mas tivemos o privilégio de ficar realment um acaompamento do povo local, o que tornou a viagem mais mais real e animada porque as músicas eram todas da região e povo que dançava era da região. Os homens, que coisa... Se fosse no Brasil, como falei para o frances, aqui iram pensar que são todos gays, porque eles rebolam mesmo e dançam um com os outros, já que não se pode dançar com uma mulher, tem que ser mais requitado e só casados, é tudo complicado.

 

No deserto, bom levar blusas que cobre o corpo todo pois é muito sol e uma insolação não vai ficar nada bom. Muita água, filtro solar e nada de muito esforço. Claro que vai querer correr pelas areias coloridas no local, se pintar como os índios fazem aqui, enfim, tem que aproveitar mas com bom moderação. Subir nas pedras, tomar cuidado para não cair porque o hospital fica km de distância, tirar fotos diferentes para mostar para os bacacas dos amigos que te zuaram porque você foi sozinho. Enfim, é uma experiência única em conhecer e saber como o povo beduíno vive, beber a comida deles, o tal iorgute que eles dizem que é leite de cabra misturado com alguma coisa lá, é HORRIVELLLLLLLLLLLLLL mas eu experimentei heheheheheeh E o medo de ter diarréia, mas não deu, graças a Deus. No finalzinho, iniciando a noite, era 18:10h fomos para um pedra que tinha que passar por uma duna de areia para poder apreciar o lindo e maravilhoso pôr-do-sol.

 

Depois do pôr-do-sol, tive a sensação de como é estar perdido no deserto, na escuridão do deserto e principalmente o extremo de temperatura em minutos. De 45 para uns 10 graus. Incrível. Fomos para o acampamento, fomos jantar e apreciar a festa que foi maravilhosa, com toxas acesar, danças e muita gente dançando. Pena que não dá para postar os videos aqui e eles são grantes, nem youtube dá. Uma pena.

 

Na volta, voltamos para o hostel, os franceses seguiam para Síria e eu continuei em Petra agora para desvendar os lugares, agora eu tinha 3 dias para fazer tudo que eu não tinha feito. Eu fui a tarde para Petra, afinal, ficar um 1 sem tomar banho, só mesmo europeu, eu sou brasileiro, sol, muito quente, não dá para ficar sem banho por mais de 1 dia. Mas mochilão é assim mesmo, as vezes dá para tomar um banho outras vezes não dá, mas como sempre tinha que dá. Descansei um pouco, porque ninguém dorme bem no deserto: e se uma aranha entrar aqui, um escorpião, um cobra???? Céu estrelado, incrível e vou te dizer, sensação de liberdade, de viver, pura aventura...

 

Em Petra, paguei o pacotinho para 3 dias. E resolvi no primeiro dia fazer a trilha básica, para não me forçar muito, pois eu tinha acabado de chegar do deserto, e fiz o normal, até o musei, fiquei a tarde toda andando e aproveitando. Passei num bazar, o cara me puxeu porque me viu com a camisa do Brasil e quis saber do país e claro, tudo pretesto para te vender as coisas e falou em desconto e que tinha um restaurante e tal.. Eu aproveitei o descondo para comer é o no restaurante, muito tempo que eu não comia um arroz, um espetinho de carne, ai ai ai... Vocês não imagina como aquilo se tornou ouro pra mim. A partir de então, almocei lá todos os dias no hostel que servia um jantar, comia sempre quando chegava da trillha, famito...

 

No segundo dia resolvi explorar o lado oeste da trilha de Petra. Ir mais além do que os caminhos normais que todo o turista faz. E assim no terceiro dia fui para o lado leste. Cada lugar maravilhoso. E ninguém acreditando que iria fazer tudo sozinho. Legal você chegar nos lugares mais altos e apreciar a vista, deitar, descansar numa sombra e ficar vendo as coisas que Deus criou. É muita emoção estar num lugar que antes era só visto pela televisão, jornais, internet... Ver que tudo é real mesmo. Neste dia eu tive a oportunidade de sair de Petra a noite, pois o caminho para onde fui era bem distante, além da trilha normal, levou umas 2 horas para chegar, após subir mais de 1 mil degraus de pedra, nas rochas e incrível saber como eles montam uma infra-estrutura em cima das rochas, dos montes, existem até restaurantes. Incrível! Qdo eu desco era era 18, iria iniciar o por-do-sol, então corri e subir as tumbas e fiquei lá até escurecer, o parque é maravilhoso a noite. Muitas toxas acenas, existem dias específicos que fica aberta para visitação a noite, mas neste dia eu já estava dentro, podia sair na hora que eu quiser rsrsrsrs

 

Na saída, conversei com algumas rapazes que trabalhava na iluminação. Como nosso povo é bem visto por lá. Eles adoram brasileiros, principalmente quando sentam e dão atenção. Eles ficam muito alegres e contentes. Eles são não gostam, apensar de idolatrar aquele rei, quando usurpram os direitos como cidadãos. Porque o turismo lá é uma fonte grande de renda, só que, é como Cuba praticamente, a maioria do que faturam é repassado para o governo e ficam com quase nada, e por isso que vemos uma moeda forte mas com pouco desenvolvimento... Enfim, posso estar falando besteira mas foi o que me disseram.

 

No dia de ir embora, eu percebi que havia furado o planejamento sem querer. Porque era para ter ficado 2 dias em Petra para depois descer para Aqba. Mas não tinha como deixar Petra sem conhecer tudo, pois Aqba era lugar apenas para descansar e eu já estava indo para Dahab para isso mesmo, apesar de ir para subir o Monte Sinai. O pessoal do hostel, a quem sou muito grato, pois me ajudaram em todas as dúvdias e principalmente por ter mantido a internet ligada de madrugada, porque eles desligam tudo e madrugada era o único momento que eu tinha para familia com familia e namorada... Eu briguei feio um dia por conta disso, mas foi engraçado e eles entenderam no final e eles fazem tudo para agradar os hospedes.

 

Eu tinha opções para descer para Aqba, pagar um taxi por 35 dinar... Esse foi até engraçado eu apenas perguntei ao taxista quando ele cobra sem fazer acordo nenhum e não é que o cara foi lá no hostel onde eu estava no dia que eu estava partindo para me levar! Eles são muito esperto mas foi bem sincero antes de tudo, não foi acordo perguntei apenas quando cobraria, então gente tem que tomar cuidado porque eles não são nada bobo. Peguei um ônibus mesmo da região que custa 5 dinar, leva cerca 2 hora para chegar em Aqba. Chegando em Aqba peguei um taxi para me levar direto para o ferry para seguir para Dahab. Cheguei cedo, era 10 da manhã. O ferry partiria apenas 13 da tarde. Carimbei a saída da Jordânia e esperei o navio sair.

 

Aqaba é bem pequena, dá pra ver 3 países, Arábia a esquerda, Israel à direita e Egito em frente. Cerca de 10 minutos, tirando as burocracias dá para chegar no Egito e 5 tanto em Isarel quanto Arábia Saudita.

 

Essa foi uma das coisas chatas que me aconteceu. Eu quis ir para Dahab atravessando a fronteira, mas o pessoal do hostel me informou que seria mais complicado e como eu não sou dali, resolvi ouvir eles, então preferi pegar um ferry que me custou 75 dolares. O bom é que era primeira classe, muito confortável. E eu nem sabia, foi informado depois de 2 horas já no navio que era para subir para as cabinas de primeira classe e mesmo assim porque fui esperto e perguntei o que estava acontecendo com as pessoas que compraram junto comigo estava sendo direcionadas para outro lugar e eu fui junto, me dei bem! rsrsrsrs

 

O ferry foi até rápido, 2 horas, mas até sairrrrrrrrr do porto de Aqba que foi complicado, saimos era 16 horas. Ai ou seja, perdi o último busão para ir para Dahab de Nuweiba (porto/parada). O legal é que nas viagens você tem oportunidade de conhecer mutias pessoas e no navio eu conheci algumas pessoas que por sorte estavam indo para o mesmo lugar que eu. Um casal de australianos e uma korena. Rachamos a van para Dahab, saiu cerca de 25 libras egipcias para cada um. A moeda no egito é muito barata e andamos quase 2 horas até chegar em Dahab. Valeu muito a pena. Não paguei nada para entrar no Egito, pois eu iria ficar apenas na região do sinai que tem visto gratuito por 15 dias. Peguei dentro do navio.

 

Agora vou relatar um pouco do Egito, o Sul do Egito para ser mais sincero. ::mmm:

 

Shalom,

Fábio ::hahaha::

 

 

 

Estou indo de Taba para Aqaba depois Petra, li nos comentarios que o ferry sai apenas as 7.00 da manhã ou apos lotar podendo ficar ate 1200 horas esperando

e que os mais caros tem USD 70,00 somente por agencia . isto esta correto ?

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Ola, seu relato foi muito bom, esa viagem é a que eue minha esposa vamso em julho de 2011, to estudado os locais, os risocs, so que estou em duvida quanto os Hostes que ficaremso, quais soa as sua sugestoes, poderia me mandar dicas de onibus e de passeios...

valeu...abraços

Fabio Vallim

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Ola Fucim, estou pensando em viajar para a região, eu, esposa e filho, como não sou tão jovem, não sei se vou de mochila, minha duvida é como funciona o hostel, são quartos coletivos? ou pode ser um quarto para o casal e filho?

 

A Goulart

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Amigos,

Em forma de agradecimento de todas as vezes que sempre acho respostas às minhas dúvidas por aqui, montei um simples relato sobre minha viagem que aconteceu em Outubro/2010. Eu e mais uma amiga nesta trip fantática que durou no total 26 dias. Espero que as informações possam ajudar... e se puder ajudar com outras dúvidas, farei com certeza (Neste caso, por favor, envie via MP... pois, às vezes passo muitos dias sem entrar no site e via MP receberei um alerta no meu e-mail :) )

 

Diferente do tópico, a ordem da viagem foi: EGITO - JORDANIA - ISRAEL (finalizando em Amsterdam com mais 2 dias).

 

EGITO

 

Cairo

Cidade louca, barulhenta, por muitas vezes suja.. porém encantadora. Voltaria ao Cairo dezenas de vezes.

 

Mulheres Sozinhas: Tranquilo desde que vestidas com decoro. Usei muito bata de manga longa e calças pantalona (tipo indiana). Isso não evitou o assédio, mas com certeza reduziu, e muito! Em meu caso, não estava sozinha, pois, uma outra amiga viaja comigo, mas sempre somente nós duas.

 

Metrô: Meninas, não pensem duas vezes... Usem! Porém utilizem o vagão dedicado especialmente para mulheres. Super tranqüilo, sem perturbação alguma.

 

Hostel: A entrada do hostel, bem como o elevador, assustam (e muito!), mas ao chegar ao hostel a surpresa é ótima. Ambiente aconchegante, limpo e staff super atencioso. Ficamos em quarto privado e valeu muito a pena. (Meramees Hostel - 32 Sabri Abou Alam Street, Cairo, Egypt )

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Meramees-Hostel/Cairo/2332

Ponto Negativo do Hostel: Ao lado de uma mesquita, portanto, prepare-se para despertar por volta das 5:00 da manhã com o primeiro chamado do dia.

Aproveite para fechar o passeio às pirâmides no hostel mesmo. Se possível, com o taxista Mohamed. O cara é 10! Super gente boa e nos respeitou o tempo todo.

 

Museu do Cairo: Parada obrigatória. Não pode entrar com câmera.. Nem perca o seu tempo tentando, pois, você vai passar por Raio X. Tem que deixar a câmera em uma espécie de guarda-volume do lado de fora.

O assédio de guias dentro e fora do museu é grande. Tenha em conta que: é impossível conhecer o museu em um só dia. Como eu dispunha só de ½ dia, acabei contratando um senhorzinho que falava espanhol. Ele tinha pilha Duracell..rsrs.. Por Deus! Era difícil acompanhá-lo. No começo achei meio furada, mas depois achei que valeu, pois, ele levou nos principais pontos e nos alertou para pontos que eu jamais prestaria atenção se tivesse andando sozinha. Geralmente você contrata o serviço por 2 horas ou mais. Algo em torno de EGP 200. Dentro do museu, para visitar a sala das múmias é necessário pagar uma taxa à parte (EGP 100). Recomendadíssimo!!!! Não deixe de ir. Tem uma coleção enorme de múmias. A sala de tesouros do Tutankamon é um deslumbre aos olhos. Gostei muito.

 

Comida: Muita atenção para comida. Evitem peixe, pois, é um lugar muito quente e as condições de higiene são péssimas. Minha amiga pegou uma mega infecção intestinal e tivemos que fazer uma consulta por fone aqui com o Brasil. Depois de uns 3 dias ela melhorou, mas foi bem punk! Eu não voltaria ao Egito sem um bom antibiótico para esse tipo de infecção. O médico daqui disse que é muito comum em viajantes, pela mudança de clima, comida, água,etc. Sendo assim, cautela no quesito comida. Tive muita sorte, pois, não tive nada,masssss.. melhor não vacilar.

 

Sufi Dancing: Esta foi a melhor surpresa que tive no Cairo. Uma apresentação gratuita acontece às Segundas, quartas e sábados (confirme no albergue se continuam esses dias). A apresentação é por volta das 20:00h, mas chegue as 18:00h, caso contrário não encontrará vaga. Foi a apresentação local mais surpreendente e emocionante que já vi até hoje. Acontece no Wikalet al-Ghouri pertinho do Mercado de Khan-el-Khalili.

 

Mercado de Khan el-Khalili: Imperdível! Fui simplesmente todos os dias neste mercado... quer seja durante ou dia, ou à noite. Adorei. São dezenas de quarteirões e ruelas que formam verdadeiros labirintos. Pechinche muito (sempre!). Aproveite para conhecer o restaurante Khan Khalili Restaurant/Naguib Mahfouz Café (recomendado no Lonely Planet e perfeito!) http://www.nileguide.com/destination/cairo/restaurants/naguib-mahfouz-cafe/509830

 

Visita às mesquitas: Mohamed Ali, King Hassan..etc... Fomos por conta própria ao bairro Cristão e depois às mesquitas. Sinceramente, acho que seria melhor ter pago uma espécie de tour. Sei que sairia infinitamente mais caro, mas ainda assim, barato, já que para nós daqui do Brasil o custo do Egito é baixo. Caminhamos muito em um sol a pino e muitas vezes, por estarmos sozinhas, preferimos pegar um táxi. Então, acredito que o melhor seria de fato ter fechado lá no albergue um taxista para “rodar”com a gente pela cidade.

 

De Cairo a Aswan

Trem (sleeping train - http://www.sleepingtrains.com ) Cerca de USD 60 em cabine dupla ou USD 80 sozinho. Viaja a noite toda e chega lá pela hora do almoço.

Detalhe: Se estiver com fome ao embarcar, nem conte com a janta do trem porque é péssima. Recomendo levar algo para comer. O café da manhã é até que razoável. Reserve sua passagem assim que chegar, pois, nem sempre tem vaga para última hora. Levando-se em consideração a quantidade de horas no trem, pagar a cabine em minha opinião é a melhor opção, pois, poderá ir dormindo durante o caminho e a cabine (dentro do possível) é confortável.

 

Cruzeiro: Para aqueles que podem incluir o cruzeiro no orçamento eu recomendo. Contratei uma agência chamada ATB Holidays (http://www.atbholidays.com) para fazer o cruzeiro e o passeio para Abu Simbel. Foi o dinheiro mais bem gasto na viagem.

O cruzeiro inclui além de todas as refeições os passeios a todos os principais pontos entre Aswan e Luxor. Existe a opção de Aswan a Luxor e o inverso. Escolhi partindo de Aswan porque depois de Luxor eu continuaria a viagem para Dahab. Com relação à ATB: Encontrei essa agencia no Google e comecei a manter contato com eles questionando o passeio, preços, etc. O atendimento era muito bom. Sempre respondiam aos meus e-mails muito rapidamente. O pagamento foi efetuado por Cartão de crédito via Internet (site seguro). Sem problema algum.

 

Aswan

Fiquei no hostel Hathor. Gostei. Piscina no terraço com umas cadeiras para ficar simplesmente assando naquele sol absurdo! A localização do hostel é boa e a limpeza também. Staff super simpático. Tem um micro gratuito para os hóspedes que usei para baixar fotos para meu pen drive. Aswan, ao contrário do que eu pensava é uma cidadezinha super agradável.

http://www.hathorhotel.com/requests.aspx

 

Às margens do Nilo, o fim de tarde nas felucas é um passeio obrigatório. Como minha amiga não estava bem (lembram que falei que ela teve infecção??), fui passear sozinha pela cidade e almocei no MC Donalds. (e viva o Fast Food!!!). Ali mesmo, perto do MC contratei um senhorzinho para passear comigo de feluca.... Fui sozinha bem no finzinho de tarde para ver o pôr-do-sol. Doce lembrança!

Como eu já havia informado a agência do cruzeiro onde eu estaria hospedada, eles ligaram na recepção avisando sobre o horário que nos pegariam no Hostel para irmos para Abu Simbel.

Como meu tempo estava muito apertado, contratei a mesma agência (ATB) para fazer o passeio para Abu Simbel. Não achava uma boa fazer com eles, pois, era muito caro (USD 135), porém, como eu tinha que fazer o check-in no navio naquele mesmo dia depois de Abu Simbel, acabei optando pela agência, pois, se chegasse após o check-in com eles eu não teria problemas...diferentemente se estivesse por minha conta.

Enfim, nos pegaram no hostel as 02:45h da madruga para iniciarmos o passeio. Chegamos a Abu Simbel as 06:00h e as 08:00h já estávamos finalizando o tour a caminho do ônibus. A esta altura comecei a entender melhor o motivo de ir tão cedo... não é só pela distancia, mas também pelo calor que é quase insuportável. Neste dia o termômetro do ônibus bateu os 42 graus por volta das 12:00h, mas a sensação térmica era muito pior que isso. Lembre que Abu Simbel é a 40 km do Sudão.... sendo assim, muito mais calor!

Após retorno de Abu Simbel, fizemos o check-in no navio, almoçamos e depois partimos para o passeio da tarde em Aswan. O cruzeiro no Nilo é algo fabuloso. O navio não balança praticamente nada.. muito calmo.

 

O navio que ficamos era o MISS EGYPT e minha nota para ele é 10! Padrão 5 estrelas. Já fiz alguns cruzeiros e posso afirmar que o padrão deles é de Transatlântico, sem dúvida. Os passeios a todos os pontos era com serviço de guia e carro com ar condicionado. Detalhe: serviço VIP. Sim!!! Um guia somente para nós... sem o esquema CVC que estamos acostumados a ver. O guia falava um espanhol muito bom e era um arqueólogo formado pela Universidade do Cairo. Um crânio em história! O difícil era guardar tudo o que ele falava..rsrs. Para os interessados, o cruzeiro custou USD 345 (preço final com todos os passeios + traslados hotel/cruzeiro/hotel ). Além disso, você vai gastar com bebidas (assim como na maioria dos cruzeiros) e é claro com as gorjetas que é uma praxe em cruzeiros.

Achei que tudo o que economizei em Hostels valeu gastar no cruzeiro, pois, uns diazinhos de conforto foram muito bem-vindos. Terminar um dia, após fritar o cérebro no calor escaldante de Luxor, na Jacuzzi do terraço olhando o pôr-do-sol, foi algo inesquecível. Portanto, caso seu Budget permita uma regalia como essa, eu recomendo.

Terminando o cruzeiro em Luxor, pudemos fazer um late check-out, saindo da cabine somente às 13:00h e deixando o navio somente as 15:00h. Como o pacote inclui tranfers, um guia chegou para nos levar até a estação rodoviária para pegar o ônibus da East Delta para Dahab.

 

De Luxor a Dahab

O caos! Pois é, saí da mordomia do cruzeiro para enfrentar o caos nesta travessia. Mas essa é a graça de se viajar por conta própria de mochilão! rs. Bom, pesquisei muuuuito em como ir de Luxor a Dahab... Lonely, fóruns, aqui no Mochileiros.com.. enfim, acabei chegando à conclusão de que de ônibus direto era a melhor opção ...e de fato seria!!! (Seria se o busão não tivesse quebrado e se não tivesse parado uma centena de vezes). Em nenhum momento fomos importunadas... talvez porque nossas caras não eram de “boas amigas”... rsrs... Enfim, resumindo... enfrentamos centenas de check points, a quebra do busão no Deserto (ficamos parados por 2 horas até um filho de Deus parar e conseguir ajudar). Depois de umas 12 horas trocamos de busão em uma estação rodoviária que nem lembro mais onde era. Enfim... Dahab... 25 horas depois. SIM! 25 horas. O estimado por todos os guias era de 14 a 16h.... acho que foi castigo pela mordomia no cruzeiro...kkkkkkk... Portanto, NÃO RECOMENDO IR DE BUSÃO. Não economize e vá de avião mesmo.

 

DAHAB

Paraíso para os mochileiros. Fiquei somente 2 noites, mas adoraria ficar um mês naquele lugar.

Hospegadem: O Penguim Village é fantástico. A área do Restaurante é fantástica... extremamente confortável, comida boa e barata. A vilinha tem algumas lojas e um pequeno agito à noite. (Penguin Village -Mashraba Street, Dahab Sinai, Dahab, Egypt )

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Penguin-Village/Dahab/15355

Se gosta de mergulho ou quer experimentar um mergulho inicial faça sem hesitar! Na média de USD 38. Já mergulhei em outros pontos, mas nada se compara ao Mar Vermelho! Um encanto.

 

Travessia DAHAB – JORDANIA

Pesquisei muito em como fazer essa travessia e acredito que minha escolha foi a melhor, ainda que não fosse a mais econômica. A maioria do pessoal vai por Nuweiba para Aqaba, que é uma tragédia pelo que amigos falaram. Tudo atrasa (e muito!) e o tratamento é péssimo.

No meu caso eu fiz:

Dahab – Eilat – Aqaba – Wadi Rum

No Penguim contratei um carro para nos levar até a fronteira com Eilat (EGP 300). O valor é pelo carro, portanto, se tiver mais gente para dividir, esse valor sai uma pechincha. Fechei no próprio Penguim que arrumou o carro (no caso foi uma VAN!). No caminho para Eilat fizemos umas 2 paradas para fotos em uma paisagem incrível. Existe uma Van mais econômica (coletiva) que vai para Eilat, porem só saia as 10:00h e eu queria sair mais cedo, para ver se pegava as coisas mais tranqüilas nas fronteiras. E Bingo! Acertei.

 

Eilat- Aqaba: Claro que rola muita pergunta em Israel.. Aquele stress que todo mundo comenta que geralmente passa... No meu caso, pegaram no meu pé, revistaram tudo, tudinho, abriram mala, bolsa, tudo.. enfim... aquele questionário.. mas em 1 hora já tinha finalizado tudo. Detalhe: Cheguei cedo em Eilat... acredito que por 9:00h da manhã. Atravessando a fronteira, logo na saída peguei um táxi para ir até Aqaba. Paguei USD 20 pelo taxi, mas tem ônibus que vai até Aqaba para quem quiser economizar um pouco mais. Lembre que para sair de Israel, ainda que em trânsito para a Jordânia, tem que pagar a taxa de saída que foi de NIS 98, que pode ser pago no cartão de crédito.

 

Aqaba-Wadi Rum: Taxi novamente. Paguei USD 35 para nos levar até Wadi Rum, onde o beduíno já nos esperava para levar para o acampamento.

Resumindo: Sei que saímos as 08:00h de Dahab e as 15:00h já estava no vilarejo de Wadi Rum. Como ouvi muita gente falando de atrasos de até 5/ 7horas só em Nuweiba, achei que valeu a pena.

 

JORDANIA

Iniciei por Wadi Rum, que confesso, não esperava tanto e foi para minha surpresa um dos lugares que mais gostei de toda a trip. Acho imperdível. A experiência de passar uma noite em acapamento beduíno é inigualável. Ficamos com o AYESH (http://www.wadirumdiscovery.com/site/About%20Us.html ), que foi um achado na Jordânia. Extremamente educado e atencioso, ele nos respondeu a todos os e-mails sempre muito rápido e fechamos tudo por e-mail, pagando lá na hora quando chegamos. O acampamento dele é ótimo, bem estruturado com um banheiro decente bem no meio do deserto (e eu imaginando que teria que ir atrás da moita...rsrs). Perfeito! O pacote dele inclui tudo... transfer, noite em acampamento, refeições, água, passeio de 4x4 e passeio de camelo. Tenho o contato dele e terei o maior prazer em compartilhar com quem queira.

 

Wadi Rum – Petra: O próprio Ayesh nos arrumou um taxista para levar até Petra. JOD 35 para o trajeto, porém sei que tem ônibus que sai de Wadi Rum para Wadi Musa. Vale se tiver tempo, pois, vai economizar bem.

 

Petra: Fiquei no Cleopetra. Muito bom! O dono, Mosleh, é mega atencioso, responde a todos os e-mails e o hostel é muito limpo e confortável. Parece um hotelzinho mesmo. O único incoveniente é que não é muito perto de onde ficam os restaurantes, lojinhas, etc.. para sair à noite, mas nada que JOD 6 (ida/volta) não resolvam para pegar um táxi e economizar as pernas para andar em Petra.

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Cleopetra-Hostel/Petra/16194

 

Petra: Minhas dicas aqui são:

1) Vá cedo

2) Vá até o mosteiro

3) Suba a montanha para ver a Treasury por cima

4) Leve Lanchinho

 

Justifico:

1)Vá cedo.

Tem uma quantidade infinita de turistas lá. Os portões abrem as 06:00h. As 06:15 eu estava no portão. Petra foi a razão da minha viagem para aquela região, portanto, eu não queria ter que apreciar aquele lugar com centenas de pessoas. Não num primeiro impacto. Enfim, foi muito bom, e muito emocionante andar pelo SIQ sem ninguém muito perto da gente.. no silencio.. só ounvindo nossos passos e respiração... e foi muito mais emocionante, ao terminar o Siq ver a Treasury com uma meia dúzia de pessoas somente. Foi um momento Mastercad... “Não tem preço”.rs

 

2)Vá até o mosteiro

A subida até o mosteiro não é tão hard, mas para quem está sedentário vai cansar bem.. imagina isso com o sol a pino. Por isso, chegando cedo, poderá subir enquanto o sol não está escaldante. Chegando aqui, pode ter certeza que o lanchinho cairá bem! RS

PS: Vi várias pessoas reclamando da contratação dos burricos como táxi, pois, eles não vão até o topo... deixam em determinado ponto.

 

3)Suba a montanha para ver a Treasury por cima

Outro momento “impagável”. É bem cansativo e leva cerca de 45min a 1hora para subir os mais de 600 degraus. Mas vale cada esforço ver a Treasury lá de cima no silencio absurdo da montanha. Os meninos com os Táxis “burricos”, ficarão insistindo para contratá-los, mas acho furada.

 

4) Leve Lanchinho

Bem melhor do que ficar comendo por lá, embora eu tenha almoçado no restaurante self-service mais econômico que tem lá... (se não me engano tem dois). A comida não é lá essas coisas, mas é "comível" e confesso que com a fome que estava até achei boa!

 

Recomendo mais 03 lugares em Petra:

- The Cave Bar – bacana para tomar algo, mas bem carinho. Vale para conhecer

- Pizzaria Oriental Restaurant: fica na mesma calcada do hotel Movenpic – Excelente pizza e barata.

- Hostel Petra Gate – A refeição servida por eles é bem simples, mas é muuuito boa. Jantei por JOD 5 e valeu muito a pena. Mesmo não sendo hospede vc pode ir jantar lá.. fica a poucos metros do Cleopetra (que tb serve janta a preço similar).

 

Travessia Jordânia – Jerusalém

Contratei um taxi, pois, queria passar por alguns lugares na King’s Highway. O Taxi ficou em JOD 90 (o carro) e nos pegou no hostel e depois parou em: Shobak Castle, Mount Nebo, Mar Morto, um outro lugar que não lembro o nome, rsrs.. e enfim na fronteira com Israel. O táxi foi organizado pelo próprio Mosleh do Cleopetra.

 

Fronteira – Lado Jordaniano: A demora aqui acontece porque eles esperam lotar um ônibus para levar todo mundo para a fronteira de Israel (acho que é cerca de uns 2km no máximo, mas pelo que entendi só pode ser com o ônibus deles). Detalhe: eles cobram pelas bagagens aqui... portanto, deixem alguns JOD para pagar o busão. Se não me engano foi algo em torno de JOD 1,25 por peça.

 

Fronteira – Lado Israel: Bem... como muitos já relataram aqui é o CAOS! Muita pergunta, muita desconfiança e se der azar, chá de cadeira. No meu caso, entre chegada na Jordania e saída definitiva da imigração israelense demorou 5 horas. Um absurdo para um trajeto tão curto.. Mas enfim, faz parte!

A dica IMPORTANTÍSSIMA daqui é a seguinte:

Quando desembarcar do ônibus, terá que passar por um guichê e depois pelo Raio-X. Pois bem, na ocasião era necessário deixar toda a bagagem (exceto a de mão) para retirá-la depois que passar por toda a imigração. O sistema para deixar a mala é a de colar um ticket numerado na sua mala e te dar a outra parte. Com isso, pensei que quando fosse retirar a mala teria alguém checando se a numeração batia. Náo tinha um “infeliz” checando isso e pior... a criatura iluminada que pegou nossa bagagem, colou uma numeração na mala diferente do comprovante que nos deu, ou seja, trocou com a mochila de outra pessoa. Por sorte, ninguém havia levado a nossa mala, mas foi um belo susto quando chegamos ao pátio onde as malas estavam e vimos que faltava uma delas. Fiquei uma fera na hora e esbravejei todos os palavrões que eu conhecia ::grr:: . O cara responsável por colocar as malas veio perguntando se podia me ajudar (o único filho de Deus que em Israel se propôs a ajudar! Acho que foi porque viu que eu estava a ponto de matar alguém...rsrsrs!). Explicamos o caso e ele foi buscar lá dentro. Minutos depois, voltou com a mala. Ufaaa.. foi um alívio.

 

Outro ponto importante é: Independente de qual fronteira você irá cruzar, tenha em mente que deverá checar os horários de funcionamento de cada uma delas, levando-se em consideração os dias da semana também.

 

ISRAEL

 

Fronteira Israel – Old City (Jerusalém)Faça o câmbio antes de sair pelo menos para a passagem e compre o ticket para o microônibus que leva até a cidade velha. Em torno de NIS 38. A viagem dura cerca de 45 minutos a 1 hora e deixa em um dos portões da cidade velha. Como achei que estava longe do portão onde eu ficaria, acabei rachando um táxi com um casal, mas 2 meninas que foram a pé, chegaram poucos minutos depois da gente, por conta do trânsito local.

 

Old-City: Acho que o tour gratuito vale à pena se tiver um tempinho na cidade. Como eu não tinha, paguei o Holy City (NIS 70 por pessoa) e achei que valeu, pois, foi um passeio um pouco mais completo visitando diversos lugares inclusive entrando em grande parte deles. (http://www.newjerusalemtours.com/ ) (http://www.indie-travelers.com/ ). O segredo em Jerusalém (assim como outros lugares) é caminhar e muito. Pegue um mapa e veja que grande parte das atrações fará sozinho, seguindo o mapa. Santo Sepulcro, Monte das Oliveiras e outros, são facilmente visitados com a ajuda de um mapinha para não se perder nas ruelas.

 

Hospedagem: Hostel Citadel. Perto do Jaffa Gate, que por sinal é a melhor localização na minha opinião. O hostel é péssimo em questões de higiene. Achei bem sujo, mas porque peguei a parte ruim dele. A parte superior, perto do telhado parece ser melhor. O staff era ótimo e tem uma rotatividade absurda de hóspedes. Reserve antes, pois, vi que muita gente que chegava tentando na hora não conseguia vaga.

http://www.hostelworld.com/hosteldetails.php/Citadel-Youth-Hostel/Jerusalem/13019

 

Belém, Nazareth, Cafarnaum, Rio Jordão, Massada e Mar Morto: Fiz com a mesma agência que oferece o tour gratuito e com a United Tours (http://www.unitedtours.co.il/ ). Achei que valeu a pena, pois, não compensava alugar um carro para poucos dias. Ficaria mais caro do que pagar os tours. Gostei de todos os passeios e achei que todos valeram muito a pena. Com atenção especial à Massada que foi meu preferido.

 

 

Abraço!!!

  • Gostei! 2

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Fabio,

 

eu vou estar em Jerusalem e tinha pensado em ir a Eilat passar 2 dias . Mas hoje , vi que Aqaba fica ^ao lado ^de Eilat e vi que voce conheceu as duas cidades . Qual voce achou mais interessante apenas para eu conecer e de repente fazer snorkel . Detalhe ~vou ter que voltar para Eilat depois para voltar ao Brasil pois o meu voo sai do Tel Aviv . Sera que posso ter problemas na barreira da imigraÇao pois terei que sair e entrar novamente em Israel (estou sem ponto de interrogacao, sorry ...)

 

Obrigada

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    • Por Paulo Ana
      Bom dia amiguinhos , desde já quero me apresentar , sou o Paulo Rodrigues , natural de Portugal , amante de viagens , desta vez eu e minha mulher decidimos visitar Israel , apesar de esta situação do covid 19 ainda consefuimos ir e voltar sem problemas , deixo vos alguns videos produzidos por mim , se puderem sigam também meu canal , abaixo os videos :
      Mar Morto : https://youtu.be/OOt69JKZ5Fg
      Jerusalém: https://youtu.be/yUaP44fq8f0
      Eilat : https://youtu.be/FZhWzwnAdIU
       
      Qualquer duvida ou questão que tenham podem colocar.
    • Por Sonia Artur
      Decidimos viajar ao Egito, fizemos uma extensa pesquisa sobre os melhores guias que pudessem nos dar segurança e credibilidade nas informações, pois viajamos com crianças. 
       
      Através de indicações  De amigos, encontramos o guia Ibrahim. 
       
      Excelente guia, responsável, cuidadoso desde nosso primeiro contato. Nos orientou sobre todos os procedimentos desde o Brasil até chegarmos ao Egito. Acompanhou nossa família, cuidando de tudo. Sentimos realmente que temos um profissional responsável e cuidadoso. 
       
      Recomendo fortemente o guia Ibrahim (WhatsApp +20 1111161407). Certamente voltaremos com o guia Ibrahim.



    • Por Vitor Monaco
      Salve galera, é um prazer sentar para abrir meu primeiro tópico no site, é o começo de uma longa jornada! Será um prazer regar esta jornada com trocas das mais variadas.
       
      Estou começando a elaborar um roteiro para uma viajem de aproximadamente 1 ano e meio a 2 anos. A ideia é pegar um voo de SP para Portugal - onde tenho uma base para ficar sem custo, de Portugal cair pro Marrocos, e dali em diante a proposta seria fazer toda a viajem por terra. 
       
      Digamos que a "ida" tem como objetivo o percurso Marrocos > Vietnam, com foco no Marrocos, Egito, Israel, Índia, Tailândia e Vietnam, e a "volta" tem como objetivo pegar a ferrovia transiberiana e chegar em Portugal, com foco na China e Russia, depois passando por Berlin, Paris, Espanha e Portugal - lugares onde eu tenho bases de apoio.
       
      Entre as pesquisas que iniciei sobre este longo percurso, sobre os países, condições e possibilidades, abro esse tópico para uma primeira e grande dúvida, e com certeza não será a última.
       
      Aí vai: alguém já fez, ouviu, pesquisou, tentou ou sabe de informações reais e atuais em relação a fazer o percurso Marrocos > Egito por terra passando pela Argélia e Líbia? Sugestões de outras rotas possíveis são bem vindas.
       
      Espero poder desenvolver um ambiente de troca e enriquecimento de informações, reitero o prazer de abrir este tópico e desde já agradeço a todos pela parceria!
       
      Grande Abraço!
       
      Vitor
    • Por Philippe Matheus
      Todos os anos eu me organizo para realizar um mochilão por países que ainda não conheço, às vezes dou uma passada rápida em países já visitados e, em outros casos, sigo por países não visitados ainda. Assim que cheguei do meu último mochilão pela Europa eu decidi que em 2019 faria uma viagem para o Oriente Médio, apesar de ser uma região um pouco conturbada politicamente falando ela guarda muitos destinos incríveis e com paisagens deslumbrantes. Definido o roteiro, era hora de viajar!
      O primeiro país seria Israel. Embarquei em um voo direto do Brasil para Tel Aviv com a LATAM, este voo dura quase 14h por causa dos desvios que a aeronave tem que fazer devido as restrições em sobrevoar alguns países da África. Este era só o começo da viagem. As perguntas que sempre escuto sobre Israel é sobre segurança e os preços por lá. Israel é um país seguro? Sim! Muito seguro. Israel é um país caro? Infelizmente sim. Muito caro! Chegando em Tel Aviv fomos para a fila de imigração, ali começou o nosso tormento (estava viajando com um amigo). A fila não existe. As pessoas se aglomeram em frente as cabines e tentam se organizar da melhor maneira, uma péssima primeira impressão. Ao chegarmos para a oficial de imigração ela nos recebeu de forma simpática e nos fez algumas perguntas como: é a primeira vez de vocês em Israel? Onde vão visitar? Quanto tempo pretendem ficar? Qual a relação de vocês? Após respondermos estas perguntas básicas ela olhou, nos deu um sorriso, pegou os nossos passaportes e disse: vocês podem aguardar ali! direcionando-nos para um canto onde haviam algumas pessoas. Pensei comigo: deu ruim! não é possível que vou ser barrado sem motivo algum. Percebi que vários brasileiros estavam sendo retidos e direcionados para o mesmo lugar, o que me tranquilizou um pouco por acreditar que não havia um problema especificamente comigo e com meu amigo. Após quase 1h de espera uma oficial nos chamou e nos fez várias perguntas novamente, repetiu algumas das que haviam sido feitas anteriormente e algumas novas como: com o que você trabalha? Quanto de dinheiro você tem?, etc. Enfim, passado o processo mais chato de imigração era hora de seguir para Jerusalém, cidade onde ficaria hospedado durante meu período em Israel. Chegar em Jerusalém é fácil: saindo no aeroporto você verá as indicações da estação de trem, estando lá é só comprar o bilhete que custa 17 Shekels. A viagem dura cerca de 25min e o trem é super confortável. Vale lembrar que a malha ferroviária de Israel é bem nova e está em constante expansão, para maiores dúvidas consultem o site da operadora de trens de Israel: https://www.rail.co.il/en
      Chegando em Jerusalém fui direto para o hostel tomar um banho e comer alguma coisa. Na hora de comer é que você percebe o quão caro Israel pode ser! Comi apenas um macarrão com uma coca cola e paguei algo em torno de 40 Shekels. Algo em torno de R$50,00. Enfim, bolso e psicológico preparado era hora de descansar para aproveitar os próximos dias no país. No primeiro dia levantei bem cedo e fomos para a cidade velha de Jerusalém, ali estão os principais pontos da cidade e visita obrigatória para todos os que são cristãos. A cidade velha é cercada por muros, desta forma você deverá entrar por um de seus portões e desbravar suas ruas internamente. Acessei a cidade pelo portão de Jaffa, entrando neste portão você sai diretamente na torre de Davi. Ao entrar pela cidade velha você verá várias casas de câmbio, consegui lá a melhor cotação para trocar dólar por shekel. Me cobraram apenas 0,03 centavos acima da cotação oficial. Pelo menos alguma coisa ´´barata´´, né? 

      Entrada da cidade velha no portão de Jaffa.
      Ao entrar pela cidade fomos direto para o muro das lamentações. O muro das lamentações na verdade é o que sobrou do muro que cercava o segundo templo, os judeus vão até ele para orar e lamentar sua destruição. Tradicionalmente as pessoas colocam papéis com pedidos de oração em suas frestas e eu não poderia deixar de fazer isso, né? Para se aproximar do muro homens e mulheres ficam em áreas separadas e os homens devem obrigatoriamente usar o ´´quipá´´, para aqueles que não são judeus e não andam com o seu quipá na mochila eles disponibilizam para que você possa se aproximar do muro. Assim o fiz!

      A cidade velha é dividida em quatro partes: judaica, cristã, muçulmana e armênia. É impressionante como ali as religiões se misturam e convivem em paz, muito diferente da ideia que temos das guerras que acontecem naquela região. O muro fica no lado judaico da cidade porém, logo acima dele, temos a mesquita do domo da rocha, que já está na parte muçulmana. A mesquita foi construída em um local onde os muçulmanos acreditam que o profeta Maomé subiu aos céus, os cristãos acreditam que ali Abraão levou seu filho Isaque para ser sacrificado. Percebam o quanto cada ponto é sagrado para todas as religiões neste lugar, por isso elas se misturam tanto.

      A mesquita é linda é sua cúpula é de ouro puro. O acesso dentro dela é proibido para não muçulmanos e para estar nesta área próximo a ela devemos estar com o corpo todo coberto. Homens, por exemplo, não podem acessar a área de bermuda. Vale lembrar que todo país com esta carga religiosa muito forte é importante estar sempre vestido de forma adequada para visitar os lugares pois vários pontos são considerados sagrados e determinados tipos de roupa podem ser ofensivos para eles, portanto, vale um ponto de atenção neste aspecto. Mulheres ´´sofrem´´ um pouco mais com isso, em alguns pontos além de estar com o corpo todo coberto devem obrigatoriamente usar o hijab (véu). Eu costumo dizer que para fazer um mochilão temos que nos despir dos nossos preconceitos e procurar compreender, entender e, principalmente, respeitar a cultura do lugar que estamos visitando. O mais legal é poder mergulhar na cultura local, isso não tem preço que pague. 
      Seguindo por dentro da cidade velha encontramos a via dolorosa, este é o caminho por onde Jesus passou carregando a sua cruz. Andar por ela é bem complicado pois muitas pessoas fazem o caminho o tempo todo, caravanas inteiras pelas ruelas apertadas da cidade velha e o local fica bem tumultuado. Portanto, tenha bastante paciência se você quiser fazer o caminho inteiro, ou então faça caminhos alternativos para chegar até a igreja do Santo Sepulcro. Esta igreja foi construída no local onde algumas pessoas acreditam que Jesus foi sepultado, entretanto existem dois ´´túmulos´´. O da igreja do Santo Sepulcro e o do Jardim do Túmulo. Segundo o que está escrito no livro de João o túmulo de Jesus estaria próximo a um horto, ou seja, um jardim. Independente de onde é ou não o túmulo de Jesus o que interessa é que Ele ressuscitou e está vivo!
      Igreja do santo sepulcro:

       
      Jardim do túmulo:

      O Jardim do túmulo fica fora das muralhas da cidade, mas pegando os mapas turísticos da cidade fica fácil chegar até ele. Você terá que caminhar um pouco, mas chegará facilmente até o local. Após a visita aos dois túmulos segui para o Jardim do Getsemani, neste jardim Jesus fez a sua última oração antes de ser capturado pelos soldados Romanos. Existem estudos que comprovam que as oliveiras deste jardim são milenares. 

      O jardim fica bem abaixo do monte das oliveiras, local onde Jesus transmitiu vários dos seus ensinamentos. Subi o monte das oliveiras a pé, foi uma caminhada e tanto mas valeu a pena! De lá de cima temos uma vista magnífica da cidade de Jerusalém e do cemitério judaico que fica bem abaixo do monte.

      Todos estes pontos eu visitei em apenas um dia e a pé. Foi bem cansativo, mas valeu a pena pois os lugares são magníficos e com uma carga histórica, cultural e religiosa muito grande. Andar pelas ruas de Jerusalém faz com que vivamos os passos de Jesus, e isso não tem preço que pague! Estava realmente exausto para o primeiro dia, mas como havia conhecido os principais pontos decidi seguir para Tel Aviv no dia seguinte. Tel Aviv é bem diferente de Jerusalém. Em Jerusalém a religião é muito forte, vemos o tempo todo pessoas com seus ´´trajes religiosos´´, já em Tel Aviv a religião parece ser um pouco menos importante e o ritmo da cidade se aproxima muito mais de qualquer metrópole do que de uma cidade religiosa. Para chegar em Tel Aviv é só pegar o mesmo trem que vai do aeroporto para Jerusalém, a diferença é que você deve trocar de trem no aeroporto para seguir até Tel Aviv. Meu interesse em Tel Aviv era conhecer as praias e a cidade de Old Jaffa, que fica em uma das praias da cidade. Esta cidade foi construída há mais de 3000 anos pelo filho de Noé, é super bem conservada e tem alguns restaurantes bem típicos na região. Andar por Tel Aviv é bem interessante pois parece que estamos em outro país pois o astral da cidade é bem diferente de Jerusalém. 


      Após conhecer a cidade, andar pela orla de bicicleta voltamos para Jerusalém. No dia seguinte iríamos visitar o Mar da Galileia, está região fica bem mais ao norte do país e é possível chegar de ônibus partindo de Jerusalém em uma viagem que dura cerca de 3h. Os ônibus de Israel não são dos mais confortáveis, mas como o país é bem pequeno a viagem é curta. Para consultar as rotas e preços disponíveis nos diversos destinos do país você pode acessar o site: http://www.egged.co.il/homepage.aspx
      Pegamos o ônibus para Tiberíades e chegamos até o mar da Galileia. Jesus cresceu nesta região e lá ele fez importantes milagres como a multiplicação dos pães e peixes e andar sobre aquelas águas. O lugar é lindo e bem agradável.

      Ao fundo é possível ver as colinas de Golã, estas colinas pertenciam à Síria antigamente e foram tomadas por Israel na guerra dos seis dias e anexada ao território Israelense em 1981. Dizem que frequentemente escutam barulhos de bombas e tiros nesta região por causa da guerra na Síria. Particularmente eu não presenciei nada disso! Passei o dia na região da Galileia e retornei para Jerusalém no final da tarde. Na manhã do dia seguinte visitamos o museu do holocausto. A visita a este museu é gratuita e uma verdadeira aula de história. Lá dentro é possível ver fotos, objetos, vídeos do período do holocausto. É impactante! Pela tarde retornei à cidade velha de Jerusalém para andar com calma por outras áreas ainda não exploradas. Jerusalém tem que ser explorada com calma, tem muita coisa pra ser visto na cidade, muitos comércios, comidas típicas, etc. Tire um dia inteiro para andar pelas ruelas da cidade e você não vai se arrepender!
      No dia seguinte decidi ir para a Palestina. Quando comentei com amigos e parentes sobre a ida àquela região muitos me chamaram de louco, etc. Confesso que tinha sim medo de ir lá, mas me surpreendi positivamente com o lugar e, principalmente, com as pessoas. Para chegar na Palestina é só seguir para o portão de Damasco na cidade velha de Jerusalém, lá existe uma rodoviária com ônibus para Belém. Achamos o ônibus e fomos para lá! Dentro do ônibus você já nota a diferença de Jerusalém, tínhamos apenas muçulmanos, vários estudantes e pessoas indo trabalhar. No sentido Israel - Palestina cruzamos a fronteira sem problemas, ao chegar em Belém haviam vários taxistas oferecendo vários tours, etc. Estávamos decididos a não contratar este tipo de serviço, mas o rapaz que nos recepcionou foi tão insistente e conseguimos barganhar o preço pela metade do inicial e teríamos algumas vantagens pois não conheceríamos apenas a Igreja da Natividade, local onde Jesus nasceu, mas vários pontos da Palestina, inclusive o muro que separa Israel da Palestina. Seguimos primeiro para alguns pontos onde era possível ver todo o território palestino, depois para a igreja da Natividade. Após visitarmos a igreja da natividade fomos até um ponto onde era possível ver o muro. A primeira reação foi de espanto! O muro é realmente enorme e é chocante ver um muro separando dois povos daquela forma.

      Após a visita ao muro retornamos para o ponto onde os ônibus para Jerusalém param. No retorno à Israel os ônibus passam por um controle na fronteira entre os dois Estados, sendo que todos os homens tiveram que descer do ônibus e os soldados Israelenses entraram no ônibus e conferiram os documentos das mulheres e crianças que ficaram a bordo. Do lado de fora formamos uma fila e os soldados conferiam o documento de cada um dos palestinos. Quando chegou a minha vez apresentei meu passaporte e o ´´visto´´ que me foi dado para entrar no país, o soldado olhou com cara de poucos amigos e permitiu meu retorno ao ônibus. Israel é um país incrível, mas me decepcionei muito com as pessoas do lugar. Em nenhum lugar, absolutamente nenhum, fomos bem atendidos ou nos sentimos bem vindos ali. Não expressam alegria, sorrisos e não fazem questão de atender os turistas bem em nenhum lugar, bem diferente do lado palestino onde fui super bem recebido. Confesso que já estava incomodado por estar ali e ser mal recebido em todos os lugares, o Brasil pode ter muitos problemas mas se tem algo que nosso povo pode se orgulhar é de sua hospitalidade, não vi isso em Israel. 
      No último dia seria Sábado, ou o Shabbat. Neste dia, que começa no pôr do sol de sexta e vai até o por do sol de sábado, o povo judeu para todas as suas atividades e o país também para. Em Tel Aviv não se vê muito isso, mas em Jerusalém todos os comércios fecham, o transporte para, por isso é importante se programar para quando visitar o país estar preparado para o Shabbat. Como o dia seguinte seria o nosso último na cidade nos programamos para dormir até mais tarde, mas antes compramos algumas coisas para comer no hostel pois sabíamos que nada iria funcionar no dia seguinte. No sábado acordamos mais tarde e fui para o portão de Damasco, lado muçulmano da cidade velha de Jerusalém onde tudo estava funcionando normalmente. Passei o dia na região e fui para o aeroporto a noite pois o meu voo para a Grécia seria de madrugada. Por causa do Shabbat o primeiro trem para o aeroporto seria apenas 19:30, desta forma tive que aguardar até este horário para ir para o aeroporto. 
      Outro ponto de atenção em Israel é a antecedência de chegada ao aeroporto para sair do país. Se eu achei a entrada complicada a saída foi muito pior, vários check points, revistas e perguntas de segurança até conseguir embarcar. Chegue com pelo menos 3h de antecedência de qualquer voo partindo de Tel Aviv, caso contrário você não irá embarcar. Estava super feliz por tudo o que tinha visto em Israel e por deixar o país ao mesmo tempo, realmente a hospitalidade do povo de lá deixou muito a desejar. Meu voo era para a ilha grega de Kos, mas antes faria uma conexão de 13h em Atenas. Atenas é uma cidade magnífica, já havia visitado a cidade antes (você pode ver no meu último post), e aproveitei o tempo de conexão para visitar a Acrópole novamente. Como estava acordado há mais de 36h eu estava realmente exausto, precisava de um banho e uma cama para dar uma cochilada. Junto com meu amigo consegui achar um hostel por 8 Euros onde deitamos por 3h e tomamos um banho, estava novo para encarar o próximo voo. Retornamos ao aeroporto e pegamos o voo para Kos, 40 minutinhos estávamos lá. 
      Kos não é uma ilha badalada como Santorini, mas tem um astral gostoso e um clima muito agradável. Teria dois dias na Ilha para conhecer alguns pontos históricos e visitar a árvore de Hipócrates. Hipócrates é considerado o pai da medicina e ele nasceu nesta ilha, debaixo desta árvore ele desenvolvia seus estudos e ensinava aos outros também. 

      Conheci vários outros pontos da Ilha, ruínas, etc. A Grécia é um lugar incrível, e o povo de lá torna tudo ainda mais incrível pois nos recebem de uma forma tão carinhosa e acolhedora que não da vontade de ir embora. Realmente é um dos povos mais amigáveis deste planeta. Kos fica muito perto da Turquia, 40 minutos de ferry boat e já estamos na Turquia. Fui até o porto da cidade e peguei o ferry para a Turquia, 40 minutos depois já estava na Turquia fazendo os trâmites de imigração que são necessários pelo fato da Turquia não fazer parte do acordo Shengen. O ferry chega em uma cidade chamada Bodrum que também tem um clima agradável e uma orla com muitos bares e restaurantes, apesar de não ter ficado na cidade voltaria pra conhecer melhor o lugar. De Bodrum peguei um ônibus para a cidade de Denizle, que fica a cerca de 4h de viagem. Denizle é uma cidade relativamente grande e eu ficaria lá por dois dias para conhecer Pamukkale e o seu castelo de algodão. Após 4h de ônibus estava em Denizle, no dia seguinte peguei um ônibus para Pamukkale e por ser um lugar muito pequeno foi super fácil chegar no castelo de algodão. O local tem este nome pois tem algumas formações calcárias branquinhas e com a água bem quentinha. O passeio é muito agradável e vale muito a pena a visita. No topo das montanhas existem as ruínas de Hierapólis, outro ponto incrível para ser visitado.

      Após conhecer o local retornei para Denizle para pegar o ônibus com destino Selçuk, cidade mais próxima de Éfeso, outro local histórico incrível para se visitar. Selçuk é uma pequena cidade no interior da Turquia, com um povo extremamente amigável e com um clima muito agradável, o objetivo era visitar as ruínas da cidade Éfeso, que fica a cerca de 4km da cidade. A distância pode parecer longa, mas a caminhada até Éfeso é super rápida ao lado de uma rodovia mas por um caminho muito agradável, não há necessidade de contratar transfer ou pagar transporte para chegar até o local. Éfeso é uma cidade grega antiga da região, por lá passaram alguns importantes personagens bíblicos, inclusiva Maria, mãe de Jesus. As ruínas são enormes e incríveis, uma visita surreal e uma oportunidade de voltar no tempo.

      No dia seguinte iria para a Capadócia. A visita a Capadócia é obrigatória para quem vai à Turquia, conhecer a região com formações milenares e fazer os famosos e incríveis passeios de balão é realmente maravilhoso. No dia seguinte levantei cedo, peguei um trem de Selçuk para Esmirna, cidade mais próxima com aeroporto. De lá peguei um voo para Kayseri. Kayseri é uma cidade grande e muito bem estruturada, apesar de não ser a cidade mais próxima de Goreme é a que tem a maior oferta de voos. Chegando em Kayseri peguei um ônibus para a rodoviária e de lá um ônibus para Goreme, a viagem dura cerca de 1h. Goreme é a principal cidade da região da Capadócia, lá ficam a maior parte dos hotéis e de onde decolam os famosos passeios de balão. Vale destacar que a Turquia é um país extremamente barato, mesmo Goreme que é uma cidade muito turística as coisas não tem um preço surreal como em outras cidades famosas de vários países. Cheguei em Goreme no início da noite, não havia mais o que fazer pela cidade, apenas descansar. No segundo dia levantei cedo e caminhei pela cidade e locais por onde conseguia ver as formações, além disso, fui procurar por agências onde pudesse contratar os passeios de balão. Depois de muita pesquisa encontrei o mais barato por 140 Euros. É caro? Sim! Mas valeu a pena cada centavo, a experiência é única. Voltei cedo para o hotel para descansar e no dia seguinte acordei bem cedo, pois as vans das agências nos pegam nos hotéis bem cedo pois os balões decolam antes mesmo do sol nascer. Estava muito frio, mas um céu lindo, sem nuvens, vento calmo, o passeio seria lindo. Fomos até um local onde vários balões estavam sendo preparados, após inflarem os balões decolamos. O voo dura cerca de 45min a 1h e é realmente incrível!


      Este dia seria o último na região da Capadócia, durante a tarde fiz um passeio para visitar outros locais, formações da região, etc. Valeu muito a pena, mas com certeza o ponto alto da viagem para esta região foi o passeio de balão. No dia seguinte precisava acordar cedo para seguir pra Istambul. Como Goreme não tem aeroporto contratei uma empresa de transportes que me levaria para Kayseri e de lá para Istambul, o voo dura cerca de 1h. Ao chegar no aeroporto de Ataturk a gente se impressiona pelo tamanho do aeroporto, ele foi inaugurado recentemente e é gigantesco com uma estrutura sensacional. Infelizmente não há metrô até o aeroporto, mas existe uma empresa chamada Havaist https://hava.ist/ que tem ônibus saindo do aeroporto para diversas regiões do país. Vale destacar que Istambul é uma cidade gigantesca, por este motivo é importante que você se hospede em pontos próximos aos principais pontos turísticos da cidade, desta forma você garante que o deslocamento seja mais fácil e barato. Peguei o ônibus no aeroporto em direção a praça Sultanahmet, que fica na parte antiga da cidade e próximo a mesquita Azul. Deixei as coisas no hotel e fui para a rua caminhar e conhecer a região. A mesquita Azul é gigantesca e impressiona, é possível visitá-la nos horários em que os muçulmanos não estão orando e ela fica exatamente na praça Sultanahmet. 

      Como Istambul é uma cidade muito grande é necessário muito tempo para explorar ela toda, mas além do dia da chegada eu teria mais dois dias na cidade onde eu visitei os mercados da cidade, a torre Gálata e fiz algumas caminhada pela Orla da cidade que tem um por do sol maravilhoso. Em Istambul, como toda cidade grande, é necessário ficar atento a algumas coisas. O oriente médio é uma área muito complicada e tensa, alguns ataques já aconteceram na cidade e por este motivo eu sempre evito aglomerações. Outra característica que havia lido sobre a cidade são as tentativas de golpe por engraxates. Você está simplesmente caminhando pela rua e eles percebem que você é turista, passam na sua frente e deixam a escova cair de propósito, você ao tentar ajudar pega para entregar a ele e ele como forma de gratidão se oferece para engraxar os seus sapatos, mesmo que você esteja de tênis. A oferta que antes era gratuita depois é cobrada pelo cidadão, que com certeza não cobrará um valor pequeno. Em Istambul jogaram esta escova na minha frente por duas vezes, como já sabia do golpe passei como se não tivesse visto, eles pegaram e tentaram aplicar o golpe em outras pessoas. Portanto, fiquem atentos a isso. Não deixem de visitar o grande bazar, ainda que você não compre nada é muito legal se perder naquele lugar e ver um pouco da cultura dos Turcos e da forma como eles negociam. 
      Depois de três dias em Istambul eu segui para Dubai, peguei o ônibus da empresa Hava Ist e cheguei bem cedo no aeroporto de Ataturk. Assim como a maioria aeroportos do oriente médio você passa pela inspeção de segurança antes de chegar no check-in, isto acontece devido aos problemas da região, o aeroporto de Ataturk inclusive já foi palco de atentados em 2016 e por este motivo a segurança é redobrada. Chegando em Dubai pela manhã peguei o metrô em direção ao hostel onde ficaria. Para sair do aeroporto de Dubai a forma mais fácil e barata é o metrô, mas fique atento pois o bilhete tem valores diferentes de acordo com a estação onde você vai desembarcar. Como o metrô alcança vários pontos turísticos eu recomendo que você compre os passes diários do metrô por 22 Dirhans, com ele você pode andar por todas as zonas quantas vezes quiser durante um dia inteiro, para se ter uma ideia um passe apenas de ida para percorrer três zonas custa 10 dirhans, portanto, o passe diário vale muito a pena. Fiquem atentos somente a divisão de vagões no metrô de Dubai, os vagões das pontas são especiais, sendo uma ponta exclusivo para mulheres e a outra ponta os vagões Gold Class, que tem bancos mais confortáveis e estão um pouco mais vazios. Outro ponto importante é a proibição de beber ou comer nos recintos do metrô, portanto, fiquem atentos. Como tinha andado o dia inteiro em Istambul, ido cedo para o aeroporto e voado a madrugada toda até Dubai, estava muito cansado. Decidi que iria até o Dubai Mall conhecer o maior shopping do mundo e ver o maior prédio do mundo, almoçar e retornar para o hostel para descansar. O Dubai Mall é gigantesco, fui nele por várias vezes e não conheci tudo. Na parte de fora é possível ver o Burj Khalifa, maior prédio do mundo. É possível subir nele, mas os ingressos tem horários reservados e mais baratos se comprados com antecedência pela internet. Não tinha interesse em subir no prédio, por isso não comprei o ingresso.
      No segundo dia na cidade acordei cedo e fui visitar os principais pontos da cidade. O primeiro lugar foi o Burk Al Arab, famoso hotel 7 estrelas em formato de barco a vela. Para chegar no hotel é só descer na estação Mall Of The Emirates e ir caminhando por cerca de 3km, o local é reto assim como toda a cidade de Dubai, mas o sol é muito quente, fui no outono peguei agradáveis 33 graus. Imagina no verão? As temperaturas passam dos 40 graus facilmente, portanto programem-se para visitar a cidade em épocas menos quentes. Caminhei até a região do hotel e a praia publica que fica ao lado dele para tirar algumas fotos, realmente impressiona. 

      Dubai é um grande canteiro de obras, a cidade está em constante modificação, por isso não será difícil ver andaimes e guindastes por toda a cidade. Voltei a pé para o Mall of the Emirates onde almocei e durante a tarde fui conhecer a região da Marina de Dubai. Esta região é muito linda com vários bares, restaurantes e praias para aproveitar. O que mais me impressionava na cidade eram as construções.

      Após visitar a região da Marina de Dubai peguei o metrô novamente e fui para o Dubai Mall, lá eu ia aguardar até as 18h para assistir ao show das águas que acontece em frente ao Dubai Mall todos os dias à partir das 18h. Recomendo que cheguem cedo para pegar um lugar legal para assistir pois a praça fica lotada. O show dura pouco mais de três minutos mas é impressionante.

      Após o show jantei no próprio shopping e retornei para o hostel. No dia seguinte levantei bem cedo para visitar outros pontos da cidade e conhecer o mercado do ouro, que fica em uma área menos turística da cidade com construções mais modestas e trânsito caótico, mas impressiona pela ostentação do lugar. Nem ousei perguntar os preços das coisas, mas olhando a foto abaixo da pra imaginar, né?

      É muito ouro! Saindo de lá fui até o Dubai Frame, uma moldura gigantesca toda revestida em ouro. É possível subir nela para tirar algumas fotos, mas não achei que valia a pena o valor a ser pago. Entretanto, apreciar ela de fora já é algo que fale a pena pois é gigantesca e imponente. 

      No dia seguinte seria meu último dia na cidade. Como havia conhecido todos os pontos resolvi ir cedo até a Marina de Dubai e curtir uma praia, que estava vazia e com a água bem quentinha. Passei a manhã ali e depois de tomar um banho no hostel fui até o Dubai Mall novamente para almoçar e dar uma ultima visitada naquela região e ver o Burj Khaliffa pela ultima vez, ele realmente impressiona. 

      Voltei para o hostel para descansar pois, mais uma vez, ia precisar passar a noite no aeroporto pois o meu voo para o Brasil era muito cedo. Sobre Dubai muitos acreditam ser uma cidade extremamente cara e muito luxuosa, entretanto Dubai é uma cidade para todos os públicos. Para nós mochileiros é possível gastar menos de 100 dirhans por dia incluindo alimentação e transporte, mas aqueles que gostam de ostentar o céu é o limite, pois a cidade realmente tem opções extremamente caras e luxuosas. Afirmo com total certeza que Dubai é uma cidade acessível a todos, muito mais do que Israel, por exemplo, que foi o país mais caro que visitei nesta viagem. Enfim, este é mais um relato que divido com vocês. Espero que possa servir de referência e inspiração para a viagem de muitos aqui do blog, este mundo é maravilhoso e tem muita coisa a ser explorada. Sou uma pessoa que gosta muito de escrever e enquanto estava na Turquia escrevi um texto sobre tudo o que estava vivendo nesta viagem e gostaria de compartilhar com vocês:
      Ser mochileiro é sair da zona de conforto;
      É abrir mão do supérfulo e desfrutar ao máximo das coisas simples que cada lugar oferece;
      É deixar de lado a praticidade de um carro e se aventurar nas ruas de cada cidade, conhecendo assim os hábitos e a cultura de cada lugar.
      Ser mochileiro é se virar apenas com o básico e passar alguns perrengues, pois eles fazem parte de cada viagem e com eles tudo fica mais legal.
      Ser mochileiro é saber dividir o espaço, é abrir mão da sua privacidade e interagir com pessoas do mundo inteiro, conhecendo e respeitando os costumes e a cultura de cada um.
      Ser mochileiro é ter o mundo como a sua casa, é dormir em um país cristão e acordar em um muçulmano e se encantar com as diferenças, mesmo que elas pareçam absurdas para os seus costumes.
      Ser mochileiro é dormir hoje pensando no amanhã, planejando como você chegará naquele lugar que você quer visitar, mesmo que você tenha que ir caminhando por alguns quilômetros.
      Ser mochileiro é ter coragem, ser aventureiro, é saber que cada viagem terá seus desafios, mas que no final aquele país, aquela cidade e cada ponto valerá a pena.
      Ser mochileiro é sorrir (ou chorar) de alegria por estar no lugar que tanto sonhou, mesmo que seus pés estejam cansados de tanto andar e os ombros doloridos de carregar tantas coisas por tantos lugares.
      Ser mochileiro é agradecer a Deus todos os dias pelas oportunidades e lugares visitados, pois muitos gostariam de estar no seu lugar.
      Ser mochileiro é sentir saudades de casa, do seu país, da comida e dos costumes, mas acima de tudo entender que ter o mundo como a sua casa é uma escolha, e eu? Eu escolhi viajar!
      Um grande abraço a todos e muitas viagens!
       
       
       


    • Por Guimg12
      Vamos lá, mais um relato, perdi minha outra conta então vamos lá
      Bom, essa viagem foi decidida meio que na sorte, eu tinha alguns pontos no programa da LATAM, e como para mim é melhor viajar final do ano por conta do recesso forense.
      Comecei a pesquisar possíveis destinos, como eu gosto de praia e sol me restringia um pouco.
      No final do ano poderia ir para a região da américa central, que até então era minha primeira opção, mas estava com receio de ir sozinho por conta da “má fama” da região por ser um pouco violenta.
      Com isso decidi ir para a África do Sul, achei a passagem de ida por apenas 28k milhas e dei a loca de ir. Como meu inglês é bem ruim, resolvi incluir um pequeno intercâmbio na África do sul.
      Fechei pelo site Intercambio direto, foi a melhor cotação que achei, era o mesmo preço da escola se eu pagasse por lá. Entrei em contato com a escola para saber se realmente eles faziam parceria com o site, pois iria pagar todo curso no brasil, então não poderia correr o risco de ser falso. Tudo certo, paguei o valor de 2.600 reais para 3 semanas de aula.
      Se tem intenção de fazer um intercâmbio faça por mais tempo, e não sei se na África do sul é uma boa, minha sala só tinha árabes então era muito difícil entende-los, havia alguns brasileiros também por lá.
      qualquer coisa só chamar no insta uaiguilhermee


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