Meu nome é Leticia, tenho 17 anos e este é o relato da minha primeira viagem sem meus pais. Passei três noites, 24/07/2018 a 27/07/2018, em Campos do Jordão com mais quatro amigas de 16/17 anos.
(Essa é a primeira vez que escrevo qualquer relato nesse fórum, não esperem que seja um post muito bom kkkk)
Introdução:
Eu e quatro amigas concordamos, em 2017, que a viagem de formatura para Porto Seguro, opção de grande parte dos alunos do terceiro ano de nossa escola, não era o tipo de diversão que nos agradava. Resolvemos, então, fazer a nossa própria.
Depois de muito procurar por cidades que fossem próximas de São Paulo, que fossem bem equipadas com transporte público e que tivessem atrações concentradas em um eixo principal, percebemos que Campos do Jordão seria uma boa opção. Embora as informações sobre linhas de ônibus fossem escassas, sabíamos da existência de uma que nos levaria ao horto florestal sem problemas e, assim, já tínhamos o principal que procurávamos: natureza. E, além de tudo, poderíamos nos hospedar na pousada da tia avó de uma de nós, a Vila das Cores, sem precisar formalizar em cartório a autorização de nossos pais.
A Viagem:
24/07-
Nos encontramos cedo na rodoviária Tietê para imprimir nossas passagens compradas previamente e embarcamos às 9:30. Chegamos a Campos as 12:30 e, como a cidade tem poucos supermercados na zona turística e queríamos fazer um piquenique do horto floestal, montamos um plano para conseguir ir ao mercado próximo à rodoviária comprar a comida de que precisávamos, antes de ir para o hotel. Fomos três a pé enquanto duas ficaram cuidando das malas e procurando um taxista que topasse levar nós cinco à nossa pousada em um carro só. Nenhum aceitou... para economizar, três foram de táxi com as malas enquanto duas encontraram o caminho a pé com o google maps, o que se tornou uma caminhada de vinte minutos. Pelo percurso de 2km o taxista cobrou R$22,00l!! E não ligou o taxímetro!! Ficou bem claro que nos passaram a perna, mas não queríamos discutir, tínhamos acabado de chegar.
Após deixar as malas no quarto e receber um convite para jantar na casa da tia, fomos felizes conhecer o Alto do Capivari onde ficam concentrados os restaurantes e lojas. Almoçamos no Pastelão do Maluf onde o número ímpar de pessoas dificultou um pouco a divisão de pastéis, que alimentam dois. O teleférico e o pequeno parque com laguinho ao pé do Morro do Elefante foram a próxima parada: pagamos o exorbitante valor de R$17,00 pelo teleférico e nos surpreendemos com o preço de, também, R$17,00 por pessoa para alugar o pedalinho.
A subida, embora cara, é muito divertida e, como o mirante não estava tão cheio, conseguimos ficar um bom tempo lá observando. Depois tomamos um chocolate quente na loja Cacau Premium onde encontramos o melhor preço de R$6,00 pela mesma bebida vendida em outros lugares por R$15,00. Andamos sem rumo por um tempo conhecendo a cidade e voltamos à pousada cedo para iniciarmos a longa rodada de banhos em um banheiro só.
A pousada Vila das Cores era exatamente o que procurávamos: ficava a poucos minutos de caminhada do centro e tinha opção de quarto para cinco pessoas. Pagamos cada uma R$400,00 pelas três diárias, um preço que achei justo, e ainda recebemos diversos pequenos agrados, como uma cestinha de bananas e maçãs e uma jarra de água que enchiam para nós todos os dias.
Às 20:00 atravessamos a pousada e fomos à casa da tia avó jantar. Me surpreendi com a gentileza da senhora, que nos fez uma sopa deliciosa e teve a delicadeza de não acrescentar carne pensando que algumas de nós talvez não gostassem (e ela acertou, temos duas vegetarianas no grupo). A comida estava perfeita, não poderíamos ter tido uma melhor janta de boas vindas no frio e ainda recebemos outro convite para almoçar com ela na sexta-feira quando estivéssemos indo embora. Ela foi a primeira de uma série de pessoas que nos surpreenderam com a simpatia, gentileza e alegria na cidade.
Pastel João Dória 2 (queijo minas + orégano + tomate MUITO BOM)
Meu nome é Leticia, tenho 17 anos e este é o relato da minha primeira viagem sem meus pais. Passei três noites, 24/07/2018 a 27/07/2018, em Campos do Jordão com mais quatro amigas de 16/17 anos.
(Essa é a primeira vez que escrevo qualquer relato nesse fórum, não esperem que seja um post muito bom kkkk)
Introdução:
Eu e quatro amigas concordamos, em 2017, que a viagem de formatura para Porto Seguro, opção de grande parte dos alunos do terceiro ano de nossa escola, não era o tipo de diversão que nos agradava. Resolvemos, então, fazer a nossa própria.
Depois de muito procurar por cidades que fossem próximas de São Paulo, que fossem bem equipadas com transporte público e que tivessem atrações concentradas em um eixo principal, percebemos que Campos do Jordão seria uma boa opção. Embora as informações sobre linhas de ônibus fossem escassas, sabíamos da existência de uma que nos levaria ao horto florestal sem problemas e, assim, já tínhamos o principal que procurávamos: natureza. E, além de tudo, poderíamos nos hospedar na pousada da tia avó de uma de nós, a Vila das Cores, sem precisar formalizar em cartório a autorização de nossos pais.
A Viagem:
24/07-
Nos encontramos cedo na rodoviária Tietê para imprimir nossas passagens compradas previamente e embarcamos às 9:30. Chegamos a Campos as 12:30 e, como a cidade tem poucos supermercados na zona turística e queríamos fazer um piquenique do horto floestal, montamos um plano para conseguir ir ao mercado próximo à rodoviária comprar a comida de que precisávamos, antes de ir para o hotel. Fomos três a pé enquanto duas ficaram cuidando das malas e procurando um taxista que topasse levar nós cinco à nossa pousada em um carro só. Nenhum aceitou... para economizar, três foram de táxi com as malas enquanto duas encontraram o caminho a pé com o google maps, o que se tornou uma caminhada de vinte minutos. Pelo percurso de 2km o taxista cobrou R$22,00l!! E não ligou o taxímetro!! Ficou bem claro que nos passaram a perna, mas não queríamos discutir, tínhamos acabado de chegar.
Após deixar as malas no quarto e receber um convite para jantar na casa da tia, fomos felizes conhecer o Alto do Capivari onde ficam concentrados os restaurantes e lojas. Almoçamos no Pastelão do Maluf onde o número ímpar de pessoas dificultou um pouco a divisão de pastéis, que alimentam dois. O teleférico e o pequeno parque com laguinho ao pé do Morro do Elefante foram a próxima parada: pagamos o exorbitante valor de R$17,00 pelo teleférico e nos surpreendemos com o preço de, também, R$17,00 por pessoa para alugar o pedalinho.
A subida, embora cara, é muito divertida e, como o mirante não estava tão cheio, conseguimos ficar um bom tempo lá observando. Depois tomamos um chocolate quente na loja Cacau Premium onde encontramos o melhor preço de R$6,00 pela mesma bebida vendida em outros lugares por R$15,00. Andamos sem rumo por um tempo conhecendo a cidade e voltamos à pousada cedo para iniciarmos a longa rodada de banhos em um banheiro só.
A pousada Vila das Cores era exatamente o que procurávamos: ficava a poucos minutos de caminhada do centro e tinha opção de quarto para cinco pessoas. Pagamos cada uma R$400,00 pelas três diárias, um preço que achei justo, e ainda recebemos diversos pequenos agrados, como uma cestinha de bananas e maçãs e uma jarra de água que enchiam para nós todos os dias.
Às 20:00 atravessamos a pousada e fomos à casa da tia avó jantar. Me surpreendi com a gentileza da senhora, que nos fez uma sopa deliciosa e teve a delicadeza de não acrescentar carne pensando que algumas de nós talvez não gostassem (e ela acertou, temos duas vegetarianas no grupo). A comida estava perfeita, não poderíamos ter tido uma melhor janta de boas vindas no frio e ainda recebemos outro convite para almoçar com ela na sexta-feira quando estivéssemos indo embora. Ela foi a primeira de uma série de pessoas que nos surpreenderam com a simpatia, gentileza e alegria na cidade.
Pastel João Dória 2 (queijo minas + orégano + tomate MUITO BOM)
Vista do mirante no Morro do Elefante
Chocolate quente da Cacau Premium