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Olá viajante!

Bora viajar?

Atacama e Machu Picchu 2008/2009

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Fala galera, blz ?

 

Pois é, vamos nós outra vez.....heheheheheheheheehhehe

 

Desculpem novamente pelo jeito de escrever, pelos erros de português e eventualmente algum dado incorreto, mas sabem como é, tenho que confiar na memória e para falar a verdade, nessa viagem (não sei se por causa da altitude....heheheheh) ocorreram alguns lapsos.

 

Mas, vamos em frente.

 

Dessa vez não vamos colocar os gastos da viagem, tentaremos dar uma idéia de preços de alimentação e gasolina, mas não mencionaremos os hotéis.

 

Desculpem se os dados forem importantes, mas é que na outra viagem tivemos muitos problemas com hospedagens e escolhas de hotéis, tempo de procura, etc.

 

Fechamos um acordo (eu e a patroa) no meio da viagem depois de procurarmos um hotel em Salta - AR que fosse barato e ao mesmo tempo tivesse garagem para a moto.

 

Quebramos a cara, durante 1h30/2h, acabamos ficando num hotel que parecia bacana, mas não era o esperado.

 

O acordo foi, vamos procurar as Plazas de Armas/Plaza Central e de lá procurar os hotéis, se entrarmos em 3 e gostarmos de algum fechamos na hora, sem estress, sem dor de cabeça.

 

Claro que para isso precisavamos ter uma idéia do que era "caro" em casa cidade, em cada país.

 

Para isso sempre parávamos no hotel que tinha cara de ser bem caro, sabe aquele hotel que te atende em inglês e depois descobre que vc é brasileiro, pois é, é esse tipo de hotel que íamos primeiro.......hehehehehehe de posse do preço (vcs. acham que tinhamos condições de ficar em algum hotel caro ????....heheheheheh) sabíamos o que era caro, aí era caçar 3 hotéis bacanas (cara de honesto e com garagem) e checar os quartos e comparar os preços.

 

Feito isso ficamos mais tranquilos com esse ponto que sempre gerou atrito na viagem toda.

 

Em alguns lugares nos guiamos pelo livro de Viagens para Mochileiros do Zizo Asnis & os Viajantes.

 

Pois é, uns dias antes da viagem eles relançaram a 5a. edição do Guia do Viajante Independente - América do Sul.

 

Tudo bem, era o resumo do Guia do Viajante Chile e da Argentina, faltaram informações essenciais em algumas cidades, mas ao menos tinhamos informações de dois países que queríamos viajar (Bolívia e Peru) e nos poupava bastante espaço, já que teriamos que levar um Guia para o Chile, outro Guia para a Argentina, outro Guia para o Peru e outro Guia para a Bolívia.

 

Aliás recomendo fortemente a leitura de guias de viagem no planejamento das viagens, além é claro, da leitura de relatos de viagens.

 

Nos Guias se encontram bastante informações de pontos turísticos, mas não todos.

 

A idéia de uma viagem nova é sempre bacana, para onde ir, como ir, quando ir, etc. são dados interessantíssimos para se pesquisar.

 

O planejamento de uma viagem (ao nosso ver) é tão importante quanto a viagem toda.

 

Se a viagem estiver bem planejada, se evita o famoso fator "sorte", se bem pesquisada, te dará oportunidades de antever lugares extremamente interessantes e de como chegar lá.

 

Claro tem dia que é chato, mas vejam as viagens do amigo F.Quebramar, são super bem pesquisadas, ele mostrou algumas fotos de como faz o planejamento da viagem e lhes garanto, nunca vi alguém com tanta concentração e objetividade no planejamento.

 

Nós ainda deixamos vários buracos no nosso planejamento, mas é assim mesmo, gostamos de ter várias opções e ir acertando o roteiro no caminho, algumas vezes quebramos a cara, mas faz parte......heheheheheheehehheehhe

 

Um dia a gente chega no nível do amigo F.Quebramar o Falcão das estradas.

 

Ah, importante, nessa viagem havia um fator interessantíssimo.

 

Estavamos super curiosos com o Peru, mas a medida que líamos sobre a Bolívia, foi despertando um interessante enorme pelo país, ao ponto de pensarmos em fazer só um ponto no Peru e o resto na Bolívia.

 

Recomendo ao máximo aos interessados em conhecer o Peru que reflitam e pesquisem sobre a Bolívia, existem lugares únicos lá como o Sul da Bolívia, como a Laguna Verde e Laguna Colorada, o Arbol de Piedra e o Sol da manãna, além é claro de uma estrada que leva ao cume de uma montanha (antigo vulcão) que chega à 5.800 m de altitude, fantástico, tivemos uma enorme vontade de ir até lá, cumprir esse trajeto e colocar a Fazer nessa incrível altitude, mas o tempo.... Ah, esse mal de todo viajante não nos permitia fazer isso.

 

De lá daria para seguir para o famoso Salar de Uyuni que dispensa comentários, apenas um, PESQUISEM.

 

Ah, já ia esquecendo o nome do Cerro que tem uma estrada de terra que dá para chegar ao seu cume (é sofrido viu gente), é o Cerro Uturuncu ou Uturunco (varia de acordo com o site).

 

Enfim, na Bolívia ainda tinhamos a intenção de conhecer outros lugares (se fosse possível fazer dois roteiros em um....heheheheh) Perto de Tupiza existe uma cidade que ficou conhecida por ser o ponto final da dupla Butch Cassidy e Sundance Kid, pois é, eles morreram na Bolívia.

 

E o outro roteiro (que incluímos nessa viagem) seria conhecer Copacabana no Lago Titicaca, La Paz e Coroico (em La Paz existe vestígios de uma cultura mais antiga que os Incas, é a civilização de Tihuanaco e também tinhamos intenção de conhecer o Chalcataya um "nevado" que fica há 5.300 m de altitude) ah, e é claro, a Estrada de La Muerte, sim, ela existe e continua fazendo suas "cruzinhas", conhecemos o Jim (aquele dá foto na BMW durante a viagem) que quase virou mais uma cruzinha lá.

 

Na volta nossa intenção era seguir até o Parque Nacional Sajama e tirar algumas fotos do Sajama, a montanha mais alta da Bolívia e de lá entrar no Chile, seguindo até Arica, por um Parque Nacional.

 

Mas, como eu disse planejamento é planejamento, a realidade às vezes não nos permite ver tudo, o que é bom, sempre temos a chance de voltar.

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Chegamos a Puno (desistimos de ir para Arequipa por conta do horário que chegamos em Juliaca) e foi difícil encontrar um hotel, não achamos nem mesmo a Plaza de Armas, ficamos num hotel ótimo, 3 estrelas com um preço bacana, estava cheio de alemães no hotel e inclusive um arriscou um portulemão conosco.

 

Mas, quando perguntei se ele tinha gostado do Brasil, ele não entendeu, insisti em inglês e ele também não entendeu e saiu andando....heheheheheheh

 

Vai entender, o pessoal do hotel (apesar da famosa tabelinha no balcão) nos cobrou um preço completamente diferente, viu a vantagem de ser do Brasil.... heheheheheeheheheheh.

 

A patroa explicou que eu estava doente, e se ofereceram para fazer um jantar (atendimento nota 10, muito bom mesmo, o dono inclusive é quem mostrou o quarto para a patroa), resolvemos comer lá na Plaza de Armas e a noite estava super fria, até os policiais estavam de gorrinho.

 

Comemos, sacamos um soles no caixa eletrônico e voltamos para o hotel, dormir até o outro dia, a cama era muito boa e havia calefação no hotel.

 

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Km da moto na parada que fizemos no caminho e a ponta da luva branca, acreditem a ponta dos dedos congelaram, apesar de estar com uma luva impermeável e bem grossa.

 

Desculpem a falta de fotos, o lugar é lindo e devemos um dia voltar para tirar as fotos desse trecho, mas não foi dessa vez.

 

Ah, o Titicaca aqui é enorme e muito bonito, a cidade de Puno realmente tem um trânsito "faca nos dentes" como alertaram nossos amigos em San Pedro de Atacama, mas as pessoas são super receptivas, mesmo na rua.

 

Grande abraço

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22/12/08 - Puno - PE/Tacna - PE

 

Finalmente uma noite bem dormida, tanto é que acabei dormindo até mais tarde, o lado bom é que descansei um tantim mais.....hehehehehe

 

A água apesar de ter um cheiro (pois é a água do chuveiro tinha direito a cheiro também....hehehehh) era bem caliente e com isso o banho foi ótimo, em Cusco demorava para aquecer, aqui era mais rápido.

 

A patroa acordou com soroche, como li/dizem aqui "Apunada", precisávamos descer mesmo de altitude.

 

A patroa tomou um belo desayuno, eu não comi nada, preferi agir assim até melhorar.

 

Arrumamos as coisas devagar na moto (já que os dois estavam ruins), confirmamos a direção correta, já que não há placas em Puno e seguimos viagem.

 

Paramos em um posto de gasolina, que tinha gasolina de 90 Octanas, abastecemos a moto até encher e para variar vazar mais um tantim....hehehehehe

 

E fomos seguindo, logo a cidade fica para trás e começamos “a margear o Titicaca"

 

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Km da moto

 

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Puno e Lago Titicaca visto do hotel

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Fomos margeando o Titicaca à esquerda, atravessando povoados e de vez em quando víamos placas de ruínas Incas, aliás, o tempo todo aparecia placas indicando pequenas Ruínas Incas naquela região, desde Cusco.

 

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Aqui o Titicaca logo depois de Puno, parece bem longe.

 

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No caminho ainda cruzamos com essas imagens, muito interessante, mas são bem discretas, tem que estar atento senão passa batido e nem vê ....hehehehe

 

E olha o Titicaca agora visto de perto, parece um mar

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E esse caminho segue até Desaguadero a última cidade do Peru nessa estrada, antes da Bolívia, pois há como cruzar por outro lugar (Yunguyo/Copacabana), detalhe a estrada tem trechos ruins, com trechos razoáveis, mas tapete não há.....heheheheheh.

 

A estrada desvia bem na entrada de Desaguadero e há postos de gasolina nessa região, todos com gasolina de 84 Octanas.

 

Como tínhamos uma autonomia boa e os postos tinham cara de serem super suspeitos e o dia prometia ser de "descida" resolvi seguir até uma próxima cidade.......heheheheeheheheheheh

E aí fomos seguindo nossa viagem, passando por pequenos povoados e paramos aqui para come algo

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Enfim, tomamos nossos Gatorades e comemos umas batatas fritas (tipo Rufles.....heheheheh).

 

Foi à última foto que conseguimos tirar até Tacna.

 

Putz, que chato. Pois é, foi isso mesmo que aconteceu.....hehehehehehe

 

Tão vendo aquelas nuvens pretas no céu, pois é esse trecho a frente é isso que nós vamos atravessar.

 

A montanha sobe até 4.500 m (segundo uma placa que vi de relance) tem montanhas lindas, com o cume nevado, trechos lindos, lagunas e tudo muito plano, porém a gente ficou todo o tempo dentro daquelas nuvens carregadas, literalmente dentro mesmo......

 

Frio de lascar e visibilidade reduzida.

 

Depois de andar muito tempo no plano, começa o trecho de sobe montanha, desce montanha, variação pequena de altitude, durante horas, contudo com 1.984.632 curvas fechadas, onde a gente só conseguia ver os faróis (pq era só que dava para ver) dos caminhões quando estava super perto, claro pensando no sentido oposto.

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Se a pior situação para gente foi o vento de Trelew/Comodoro Rivadávia com rajadas de vento superiores a 100 km/h, imagino que aqui, que era lindo (porque às vezes vc sobe acima das nuvens e consegue ver abaixo tudo nublado ou o inverso também) o nosso maior medo seria não enxergar um caminhão ou simplesmente a moto quebrar aqui.

 

Foram muitas horas e o pior, a luz da reserva apareceu e ficou ali avisando que estava acabando, até uma cidade antes de Moquegua, já no pé da montanha.

 

Detalhe, andamos 130 km's na reserva, se pensar que a autonomia da Fazer é de mais de 400 km's estávamos perto de acabar o combustível.

 

Depois de um controle sanitário e zootécnico, onde deixamos uma maçã que tinha comprado em Cusco, descesse uma looooonga descida, só que em curvas, o tempo todo.

 

E nessa hora deixei a moto seguir o seu ritmo, 60/80 km/h e foi assim até um posto de gasolina, só que não havia atendentes, seguimos preocupados até o outro lado da cidade, aonde vimos um posto e ali havia gasolina (93 Octanas).

 

E assim seguimos até Moquegua já com o entardecer.

 

Atravessamos Moquegua (e descobrimos que os melhores hotéis estão nessa região, na chegada de Puno/Desaguadero) e parei depois da cidade num posto de gasolina para trocar a lâmpada da Fazer, voltei a usar a lâmpada de 55W, já que íamos ter que enfrentar a noite na estrada.

 

Foi ótimo, o farol da Fazer com a Lâmpada original (35W) não ilumina muita coisa, mas com a lâmpada de 55W dá para enxergar bem a estrada.

 

E assim fomos até Tacna, o duro é que se o Peruano é "faca nos dentes" nas cidades, na estrada não é muito diferente.

 

Sabe aquele motorista que não anda, mas na hora que vc vai ultrapassá-lo ele resolve pisar, pois é, é assim mesmo.

 

O tráfego noturno é mais movimentado, muitos faróis altos no rosto, o que dificulta enxergar o acostamento e ver se há algum bicho ali.

 

O céu fica todo estrelado (são vários km's sem nenhuma cidade, nem luz artificial) ao longe vemos alguma cidade costaneira.

 

E os controles que na vinda paramos, não nos pararam na volta.

 

Chegamos a Tacna e fomos direto para o hotel que dormimos na vinda.

 

Comemos um sandubão na mesma lanchonete e voltamos para o hotel, estava cansado, mas já estava sapateando/pulando e me "exibindo" nos corredores, bem vindo ao nível normal......hehehehehehehehe

 

Cara como é bão vc puxar o ar e encher o pulmão de verdade e poder andar quase normalmente novamente.

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Para entender o que é a Pressão Atmosférica, olha o que causaram nos tubos de shampoo e condicionador.

 

Tudo isso pq eles estavam na Pressão Atmosférica de Puno (3.800 m de altitude) onde o ar é rarefeito e não foram abertos até chegarmos em Tacna (200/500 m de altitude) onde há muuuuuito mais oxigênio.

 

Graças a Força da Gravidade.

 

Enfim, foi assim que terminamos a nossa aventura pela "montanha Peruana".

 

Grande abraço,

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23/12/08 - Tacna - PERU/ Arica - CHILE

 

Acordamos cedo, isso no horário do Peru (3 horas de diferença com o Brasil) e fomos tomar um desayuno, novamente, o misto quente e um suco e café.

 

Fiz a manutenção diária da moto, lubrificar a corrente, conferir a regulagem, olhar a bateria (pois é, dessa vez a coisa não estava tão boa 12,3V) e assim fiquei preocupado, mas fazer o que, naquela altura.

 

Desci a bagagem e sai com a moto para a parte de fora do hotel.

 

Tentei fazer ela funcionar, mas realmente a carga estava muito baixa......

 

A solução foi a mais duvidosa (já que a Fazer é injetada), tentar dar um tranco :shock: :shock: :shock::( :( :(:oops: :oops: :oops: :pale: :pale: :pale: :pale:

 

E foi isso que tentei fazer, sorte minha que foi só preciso rodar um tempão (duro era o trânsito), empurrei a moto até achar uma rua com um pouquinho de descida.

 

E lá fui eu..... Tenta uma... Tenta duas.... e finalmente a moto pegou.

 

Deixei esquentar um pouco e voltei para buscar a patroa na frente do hotel.

 

De lá seguimos em busca de um Taller, achei na rua que vai para a saída para Moquegua.

 

Primeiro achamos uma que tinha o desenho da Yamaha na frente, tudo acabado, a Yamaha faliu no Peru há muito tempo, enfim, virou mecânica de fundo de quintal, cheia de motos velhas ou desmontadas.

 

A dona me indicou a Honda mais a frente, ou uma rua que seriam 6 quadras para frente, falou para procurar bateria seca (achei super estranho.... Mas.....)

 

Me avisou que era demorado, achei mais esquisito ainda, já que pelo que conhecia, era só jogar o líquido de ativação na bateria e deixar 1 hora de espera.

 

Chegamos à Honda, sabia o código da bateria da Fazer e mesmo assim o pessoal conferiu no caso a bateria que poderia usar era a mesma de um modelo Scooter Executive (ou algo assim) até me mostraram a moto.

 

Só que o tempo para fazer ela funcionar seriam de 4 horas ou mais .......

 

Fiquei assustado, achei super estranho, só fui entender no final.

 

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Km da Fazer de Puno até Tacna

 

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Eu, o mecânico e a moto

 

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Motos à venda da Honda Peru, aliás, tinha uma POP lá.....hehehehehehe

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Detalhe as motos que aparecem aí, são Chinesas, o mecânico falou que não são nada duráveis, diz ele que as melhores Hondas que chegam lá, são as Brasileiras, duráveis e com pouca manutenção.

 

No caso a primeira moto é a que mais vemos no Altiplano, tem até pneu de uso misto, mas é chinesa e logo depois de 3000 km já tem que fazer alguma manutenção (troca de "sapata" de freio, etc.)

 

E entendi o porquê da demora, e eles não nos deixaram sair enquanto não tivessem terminado o serviço.

 

Eles ativam a bateria, a deixamela esfriar e aí ligam um aparelho que dá carga na bateria e só desligam quando uma luz "verde" se ativa, confirmando que a carga está completa.

 

"Igualzim" aqui.

 

No final foi legal, ficamos conversando com o pessoal e eles até fecharam a loja (aqui tem hora da Siesta) e ficamos nós lá dentro, junto com o mecânico, que ficou trabalhando em outras motos.

 

Ele me comentou que lá em Tacna tinha só uma Falcon, 3 ou 4 Twister (da polícia e de um morador) e pouquíssimas CGs Brasil.

 

E me mostrou a moto dele

 

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Olha o painel, tem até conta giros, achei bacana.

 

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A carenagem do farol, é de muito bom gosto (isso é claro, na minha opinião) longe da atual Cg (que já vi ao vivo e tem acabamento horrível)

 

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Só não gostei desse bagageiro lateral, mas mesmo assim achei de muita utilidade

 

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A cor preta da moto é diferente, achei muito bonito.

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Detalhe é uma Honda Indiana e segundo o rapaz, só existem 6 delas no Peru.

 

A moto é carburada, mas é incrível, tenho visto cada vez mais as fotos das motos indianas e sou obrigado a dizer, os caras entendem de designer.

Depois de muito tempo a carga na bateria ficou pronta, tiveram que deixar ela descansar um pouco e aí sim montaram na moto.

 

Tudo bem feitim que é para não dar defeito

 

Aproveitei e pedi para trocarem o óleo da moto, no caso, não tinham Yamalube no Peru e ainda bem que levei os meus "litrinhos".

 

O rapaz até riu quando eu falei que tinha que ser certim 1.350 ml, ele falou que tem escrito aqui no motor, putz nunca tinha reparado na tampa do motor da Fazer e realmente vem escrito.......heheheheheheheheeheheh

 

Trocamos o óleo da moto e fiquei tranqüilo, agora teria mais 5.000 km pela frente.

 

Moto montada o rapaz aproveitou ligou a moto, um susto um barulho esquisito, foi à primeira vez que tinha reparado (estava ruim até dias atrás e não tinha noção do barulho esquisito), depois descobri que era o "catalisador" da minha moto que morreu (só vim confirmar no Brasil), mas foi uma vergonha, o barulho redondinho da Fazer com aquele barulho horrível do escapamento.

 

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A moto ganhou até um adesivo da loja, está até hoje na moto e não pretendo retirar.

 

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O pessoal conferindo a moto de perto, realmente a Fazer é diferente para eles, já que as Yamahas daqui são do tempo das 2T.....heheheheheh

 

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Fica aqui a indicação da loja, aliás, atendimento nota 1000, já que fizeram o trabalho direitim, sem entregar o serviço pela metade, mesmo que essa tenha sido a vontade do dono da moto.....heheheheheheheheeheheheh

 

TATEPRO EIRL

Av.Jorge Basadre, B-17-A

(Agrupto. Santa Rosa)

TACNA

Telefax: 052-246495

Email: Josekaceres arrouba yahoo pt com pt mx

 

Gerente : José S. Cáceres Contreras

 

Amigos podem ir que o atendimento é de primeira mesmo.

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