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chinaf

Atacama e Machu Picchu 2008/2009

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A próxima cidade "grande" nessa região é Monte Quemado, estavamos longe ainda e é bom estar preparado, nesse trecho somente pequenos povoados e não existem postos de gasolina.

 

O que tem é animal solto na pista e calor também.

 

A estrada depois de um tempo fica cheia de remendos, oscilações e alguns pequenos defeitos, não me recordo de buracos

 

Existem algumas placas de estãncias na beira da estrada, que servem, acredito eu, de pousada para os viajantes.

 

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Essa é a famosa foto que a gente tira "por engano".....heheheheheehhee

 

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Como vcs. podem reparar a vegetação vai até o acostamento da pista, ótimo lugar para os animais se esconderem e "só aparecerem" quando a gente está bem pertim.

 

E aviso é assim mesmo, normalmente eles ainda dão um último "aceno" antes de pularem na frente da moto, bem quando vc está dando aquela espriguiçada :pale: rit50 :shock: :hãaaa :roll:

 

Bom, nessa hora dá tempo de vc pensar várias coisas, buzino, freio, xingo.....hehehehehehehe

 

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Depois de algumas emoções a gente chega em Monte Quemado, cansado, com calor e doido para fazer uma parada.....heheheheheheeh

 

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Fomos abastecer nesse YPF, pois é até aqui evitei de falar "Cheno", para não deixar acontecer o que aconteceu na outra viagem que era o cara encher até vazar, respingar, etc .

 

Então fazia um cálculo de cabeça e pedia 30 pesos, 40 pesos, etc.

 

Nesse YPF o frentista (um senhor) comentou, o preço da Super é tanto, eu falei que não havia problema, o preço estava assim em várias cidades e que aquele não era o mais caro, já haviamos pago mais (tentei ser simpático, etc.).

 

O FDP hum., hum., hum., hum., me botou 38,20 pesos de combustível e falou, são 40 pesos.

 

Ou seja, o FDP teve a cara de pau de me roubar quase 2 pesos, olhei feio para ele e falei OK.

 

Quero que o famoso GRACIAS se f....., a patroa viu aquilo e a parada que ia se extender um pouco mais se resumiu ao tempo do abastecimento (mesmo pq aquele posto FDP não tinha mais nada) e subimos na moto, sem entender o que o cara iria ganhar com quase 2 pesos à mais no dia dele, pq o movimento ali é enorme de carros e motos (não passa quase ninguém).

 

Enfim, tem coisas que a gente chega a conclusão que não valem o preço da confusão (apesar de que vou enviar um e-mail ao YPF que gostamos tanto de abastecer na Argentina comentando o ocorrido).

 

Infelizmente isso acontece em qualquer viagem, mas é chato quando acontece conosco.

 

POR ISSO RECOMENDAMOS FORTEMENTE QUE NÃO ABASTEÇAM NO YPF DE MONTE QUEMADO

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Mais à frente existe um posto de uma marca que vimos nessa região, onde paramos (e nos arrependemos de não termos abastecido aqui) e fizemos nossa refeição.

 

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Fotos dos adesivos

 

Aliás aqui aconteceu um lance bem inusitado, encontramos uma Pick Up Ranger com três brasileiros de Florianópolis, estavam viajando com vários dólares, Reais e Pesos Chilenos, só que sem nenhum Peso Argentino, isso tudo voltando de Iquique.

 

Tinham na caçamba da Ranger, pranchas de Surf imaginamos, já que pareciam pelo formato.

 

E estavam tentando ver se conseguiam pagar o almoço com Cartão (Tarjeta) como sei de antemão que na Argentina é raro algum estabelecimento (mesmo hotéis) aceitarem Cartão de Crédito, viajamos com dinheiro corrente e levamos Reais e dólares e vamos fazendo câmbio de acordo com a necessidade.

 

Enfim, fizemos um câmbio para os amigos, trocando Pesos Argentino (50/60 Pesos não me recordo à quantia) por Reais.

 

Assim, eles conseguiram almoçar e ainda levar alguma água com eles.

 

Nós almoçamos dois Sandubas e descansamos um pouco.

 

Mas, francamente queria logo era sair daquela cidade.

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Daí para frente, pelo horário o calor era massacrante.

 

Seguimos nosso caminho, por uma estrada, que nem parecia ser Argentina, estava cheia de remendos, muitas ondulações, alguns defeitos maiores (buracos não me lembro mesmo), até Taco Pozo, aliás aqui é tem um fato curioso, no meio de uma subida (leve mas longa) existe um posto de fiscalização, tanto na ida como na volta, não havia ninguém fiscalizando, embora estívessemos saindo da Província de Santiago del Estero, entrando de novo na Província de Chaco e saindo em poucos km's e entrando na Província de Salta (se olharem no mapa tem um triângulo aqui.....heheheheh).

 

Aliás em Taco Pozo tem um YPF da rede ACA.

 

Nesse dia a cidade que lembra uma cidade de Faroeste, foi essa a sensação que tive, estava encoberta por uma nuvem de areia, tinha um vento mais forte aqui e a nuvem envolvia todas as vias e a pista da estrada.

 

Tivemos o cuidado de reduzir a velocidade e ficar na trafegar na beira do acostamento, pois era difícil enxergar algo aqui.

 

Depois de entrarmos na Província de Salta, fomos parar num posto de uma rede (que só vi naquele posto, não me recordo qual) e abastecemos o nosso tanque de refrigerante, suco e gatorade, o calor era forte e mesmo com nossas roupas ventiladas estava muito quente.

 

Próximo de Joaquín V. Gonzalez vimos o que chamamos de o Rei do Gado Argentino

 

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Paramos em Joaquin V. Gonzalez, onde abasteci a moto e fizemos novamente uma parada, aqui é assim por conta do calor.

 

Foi difícil sair do YPF com ar condicionado.....hehehehehehehe

 

Uma garotinha nos pediu moedas (uma das poucas vezes que vimos isso acontecer na Argentina).

 

Aliás aqui tem faróis na estrada, que são incrivelmente demorados e ficamos ali parados esperando o farol abrir para prosseguir viagem, sem que haja um único veículo atravessando à estrada.

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Para quem tem moto com baixa autonomia, deve ficar atento que mais à frente depois de El Galpón existe um posto de gasolina, um pouco antes de terminar a Ruta 16 e entrar na Ruta 33, pois é o último posto antes da rotatório de Salta (onde há um outro YPF).

 

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Aqui a gente começa a ver umas montanhas que automáticamente associamos "a" montanha, mas não são.....heheheheheheheheeheheheheh

 

E olha que não é o primeiro relato que leio sobre isso.....heheheheheheheheehhe

 

E fomos enganados também....heheheheheheehheeh

 

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A Ruta 33 está duplicada em grande parte do trecho que pegamos, como disse não há postos de gasolina e portanto com o calor e o tempo de viagem a gente fica meio que pedindo para aparecer algum lugar para parar.

 

Fizemos isso na praça de pedágio que existe no caminho até Salta.

 

Aqui encontramos muuuuitas referências a sítios históricos dessa região, infelizmente com o tempo, não paramos em nenhum, vimos uma ponte lindíssima como referência histórica, beirando a Ruta 33, mas a foto não ficou boa e acabamos ficando sem nenhum registro.

 

Ao chegar na rotatória que tem o YPF, deve-se seguir pela Ruta 9 e pegar uma estrada bem sinalizada e duplicada, aliás com asfalto muito bom, subindo até mais de 1000 m de altitude, antes de descer até Salta que fica embaixo.

 

Também há um pedágio nessa estrada e nós não precisamos pagar.

 

Lá há um Informes Turísticos que não estava funcionando pois era feriado prolongado na Argentina.

 

Um guarda informou à Patroa que havia outro Informes Turísticos na cidade e nos deu as indicações.

 

Aliás existem dois pontos onde podemos encontrar hospedagem, o primeiro é logo que se chega a Salta, na região da Rodoviária, tem até um Shoping ao lado da Rodoviária.

 

O outro um pouco mais confuso, fica na região central de Salta, que não possui boas placas indicando o caminho.

 

usando o GPS (novamente mapa gratuíto do GPS.COM.AR) consegui encontrar os Informes Turísticos e a região Central.

 

Lá a patroa pegou 5/7 indicações de lugares mais em conta que informavam que tinham estacionamento.

 

O grande problema é que chegando nos lugares os "tais estacionamentos" eram a casa da irmã, um lugar distante ou simplesmente não haviam estacionamentos.

 

O bom é que a patroa insistiu com o fucionário dos Informes Turísticos e ele nos indicou um lugar, falou que era mais caro que os mais baratos e mais barato que os mais caros.

 

Pois é depois de rodarmos 1h30 tentando achar uma hospedagem que tivesse como guardar a moto, resolvemos bater nessa pousada (não havia indicação de que era uma pousada, mas era).

 

A moto ficou bem guardada num estacionamento pago e o lugar era bom.

 

Tinha até SBT para assistir.....heheheheheeheheheh

 

pedimos indicação de um lugar para comer e nos indicaram um lugar "economico e bom" que se chamava Doña Salta na rua da Igreja São Francisco (aliás como Salta tem igrejas).

 

Pois é, foi lá que paguei uma promessa, pedi um Bife de Chorizo, bão hein.... Bão mesmo.

 

O duro é que o lugar de econômico não tinha nada e cobraram até as entradas (que normalmente a gente não come), a gorjeta ficou magra.......heheheheheheheheehhe

 

Voltamos para o hotel e fomos dormir.

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Fala galera, blz ?

 

Desculpem não postar hoje a parte desse relato também.......

 

É que são muitas fotos para os dois relatos e preferi (além de causar um suspense....heheheheh) postar só as de Ushuaia hoje e postar amanhã as da "MONTANHA" o trecho é bem legal, vai de Salta até Tilcara já na cordilheira e mostrará fotos da "MONTANHA" de diversas cores e tamanhos, não sei se com gostos diferentes e nem de cheiros diferentes....heheheheheheeheheheheheheheheheh

 

Enfim, até amanhã.

 

Grande abraço,

 

P.s.: Espero que estejam gostando.

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Grande china.

 

Se eu for demitido do meu trabalho você vai ter que me pagar seguro desemprego.

 

Intééé

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Fala Lico, blz ?

 

Chama o chefe.... vai que ele se interessa por viagens de moto e aí vc vira o funcionário predileto..... heheheheheheheheehheheheheheeheheeheheheheheheehehe

 

Ou não.... fica na surdina "zoiando" os relatos de viagens de moto....... heheheheheheheehheeheheheheheheheheheheheheh

 

Igual por aqui.... hehehehehehehehehehheheh

 

Grande abraço,

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09/12/08 - Salta - AR/Tilcara - AR

 

Vídeo 06:

 

 

Saímos cedo da pousada para conseguirmos resolver alguns detalhes antes de seguir para a próxima cidade (ainda não tinhamos decidido qual era....hehehehehehe).

 

 

Como aqui não tinha horário de verão, ganhamos 1 hora.....heheheheheheeh

 

Fomos ao Carrefour (no Centro de Salta tem um Carrefour), ainda bem que já estava aberto.

 

Compramos alguns produtos de higiene (desodorante, shampoo, pasta de dente, etc.) tudo é mais barato aqui.

 

E aproveitamos e compramos um cartão de memória já que não estavamos mais levando o laptop para baixar fotos.

 

Não saiu muito barato, mas ao menos saiu mais barato que no Brasil e existia a garantia que era original.

 

Tentamos achar uma casa de Câmbio, mas não estavam abertas e tentamos sacar no HSBC (como fizemos em Pousadas) mas não conseguimos.

 

O dinheiro que tinhamos da Argentina estava acabando e como planejávamos fazer um dia de aclimatação antes de subir os Andes, precisaríamos de Pesos, já pensando que depois de San Salvador de Jujuy ia ser difícil encontrarmos bancos, casas de câmbio, etc.

 

Como acabamos demorando, resolvemos pegar a moto e colocar tudo nela, assim evitariamos de pagar uma diária de bobeira.

 

E assim fizemos, voltamos a pousada, busquei a moto e colocamos tudo nela.

 

Circulando pelo centro de Salta, encontramos um Citibank, a patroa desceu da moto e eu fui dar uma volta para dar tempo dela conseguir sacar.

 

Infelizmente o cartão da patroa, apesar de ser o que tem maior limite, é terrível para sacar, somente 200 pesos Argentinos por dia.

 

Fizemos assim, sacamos essa quantia e aproveitei para fazer a troca de óleo da moto, já estava perto de 4000 km desde a última troca e seria interessante fazer aqui, já que a próxima cidade que poderia fazer isso seria no Chile (Iquique talvez).

 

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Entrando na "taller de moto" para fazer a troca de óleo

 

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Storm (não é tão parecida com a nossa CG nova como pensava)

 

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Aqui na Argentina é muito comum vermos Quadriciclos

 

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Transalp ou Trans"andes".....hehehehehehehehehe

 

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