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Mapeando o entorno de Brasília - Mambaí

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Galerinha eu e minha esposa estamos há 2 anos morando em Brasília e resolvemos ajudar a catalogar alguns lugares. Resolvemos compartilhar com os mochileiros nossas trips...

  • A CIDADE

Então fomos fazer um confere em Mambaí - GO que é uma cidadezinha no interior de Goiás, quase na divisa com o estado da Bahia. A cidade é simples, rústica e tem apenas 8.000 habitantes. É um dos points de ecoturismo por aqui. Está a cerca de 310 km de Brasília, situada na Área de Proteção Ambiental (APA), nas nascentes do Rio Vermelho. 

A estrada é super de boa, depois da saída de Formosa-GO o fluxo de caminhões fica bem tranquilo e é só seguir via GPS passando por Lago Azul e Alvorada do Norte ( logo após esta cidade atenção na saída para Mambaí).

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  • O QUE FIZEMOS NA CIDADE?

Como era nossa primeira ida em Mambaí e seria por somente um final de semana, optamos por fechar com uma agência de turismo local a Cerrado e Aventura onde fechamos alguns passeios, trilhas com caverna, pêndulo e tirolesa ( a melhor parte ). 

o carro é importante, todos os roteiros dependem de carro para chegar nas posições mais próximas, o guia acompanha o grupo dentro de um dos carros! o material de segurança é disponibilizado pela agência.

 

 

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Durante os passeios podemos encontrar uma diversidade enorme de belezas naturais, como cachoeiras, cânions e cavernas em meio ao cerrado. No entanto, a descoberta do potencial turístico ainda é recente e a cidade carece de infraestrutura para receber uma quantidade significativa de visitantes. Recomenda-se visitá-la fora de temporada (e foi o que fizemos ) para garantir melhores condições e visuais mais surpreendentes.

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  • ONDE FICAMOS?

Ainda existe um esforço da cidade para se desenvolver e se preparar, na medida do possível, para recepcionar os turistas da maneira mais adequada e satisfatória. Não encontramos muitas opções para comidas e saídas noturnas, a cidade fica bem pacata porém muito segura... Pode-se achar alguns barzinhos legais e depósitos de bebidas para comprar e ficar pela pousada.

E por falar em Pousada ficamos em uma super bacana O Luar encantado Pousada e Camping, muito diferente de outros lugares que fomos, o clima lá é super família e bem aconchegante. No terreno da pousada a dona tem uma horta onde podemos apreciar de tudo um pouco... mais ao fundo do terreno (60M) podemos desfrutar de um gostoso banho em um córrego de nascente  com água bem relaxante. 

O café é incluso na estadia da pousada e é super bem servido, aproveitamos para fazer um vôo com Drone e deixamos de presente algumas imagens para a dona da pousada.

Pagamos em torno de 150 para um quarto para 3 pessoas. Os valores variam dependendo da época! Os valores de Camping gera em torno de 30 a 50 por pessoa e a estrutura é muito boa!

 

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  • INFORMAÇÕES IMPORTANTES

É importante deixar o pacote montado antes de ir pois os guias são ajustados de acordo com o que seu grupo irá fazer, fechamos tudo por whatsapp/e-mail e fomos muito bem atendidos, a agência também te da a opção de pagamento em cartão e crédito ou dinheiro.

Uma importante observação é você levar valores em espécie para facilitar almoço ( também muito IMPORTANTE deixar encomendado via a agência em algum dos poucos lugares que trabalham nessa parte).

Até a próxima rota!

 

 

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    • Por Anderson Paz
      Viagem feita na segunda-feira de Carnaval, 16 de fevereiro de 2015.
       
      Terra Ronca
      O Parque Estadual da Terra Ronca, situado no nordeste de Goiás, abrange uma área de 57 mil hectares com um rico patrimônio espeleológico e áreas de Cerrado preservado. Anexo ao Parque, há ainda uma Unidade de Conservação federal - a Reserva Extrativista do Recanto das Araras de Terra Ronca - com quase 12 mil hectares de extensão que favorece a conservação do Cerrado na região.
       
      No Parque Estadual estima-se que há cerca de 300 cavernas, mas apenas algumas delas são exploradas turisticamente: Terra Ronca I e II, Angélica, São Mateus, São Bernardo, São Vicente e Bezerra. Essas duas últimas são exploradas por poucos guias, entre eles o Ramiro ([email protected] com ou (62)9666-2767), guia mais antigo e conhecido em Terra Ronca; as outras já são exploradas por todos os outros guias da região, o que não necessariamente quer dizer que sejam muitos guias. Nos períodos de maior movimentação na região, há inclusive o risco de falta de guias para realizar os passeios pelas cavernas. Chegamos na segunda-feira de Carnaval à noite e como muitas pessoas já haviam ido embora, felizmente não enfrentamos esse problema.
       
      Do meu ponto de vista, a melhor base para se conhecer os atrativos do Parque é o povoado de São João, situado a 51,7 km de Guarani de Goiás (odômetro zerado na ponte de Guarani / início da estrada de chão e tomando como referência a primeira pousada de São João: Estalagem). Porém não espere um centro de apoio ao turista no povoado. Lá há apenas uma vendinha/boteco simples, que vende apenas alimentos e itens básicos de higiene pessoal, e a casa da Jane, que serve lanches e deliciosas e refeições com preços bem em conta.
       
      Dicas básicas - o que levar e abastecimento na estradar:
      - Saco estanque para manter os seus equipamentos secos, já que na maior parte das cavernas é necessário andar na água;
      - Boas lanternas e pilhas reservas (faz muita diferença no interior das cavernas);
      - Lanches para as caminhadas (no povoado existem poucas opções de coisas práticas para levar nas caminhadas);
      - Repelente é importante, apesar de não termos sentido necessidade de usar;
      - Tênis de caminhada (levei botas, mas nem as usei por conta da demora para secar e do peso);
      - Calças de rápida secagem são mais apropriadas para andar nas cavernas;
      - Encha o tanque na estrada; bem antes de Posse, há várias opções de postos com gasolina R$0,10 mais barata que em Brasília. Em Guarani, a gasolina é cara, e em Terra Ronca é o olho da cara.
       
      Hospedagem
      No povoado São João há duas pousadas - Estação Lunar (antiga Lua de São Jorge) e Estalagem - e duas áreas de camping anexas a essas pousadas. Além dessas opções de hospedagem, há ainda na estrada que vai de Guarani ao povoado de São João, as seguintes opções de hospedagem: Camping do Ramiro (próximo da caverna Terra Ronca; a 39,5 km de Guarani e 13,7 km de São João), Pousada Alto da Lapa (a 12,1 km de São João), Pousada Terra Ronca (a 11,6 km de São João)e Pousada São Mateus (a 2 km de São João; também tem opção de camping).
       
      Ficamos no camping do Peskero, anexo à pousada Estalagem (Site: http://www.terraronca.com.br/). Na verdade, atualmente o camping e a pousada são uma coisa só. O camping fica logo na entrada do povoado São João, como relatadado acima.
      Foi o que achamos com o melhor preço no período em que fomos, R$15.
      O camping possui dois banheiros (um com chuveiro quente e outro frio) e uma ampla área onde se pode acampar. Como éramos os únicos no lugar, escolhemos um local muito bom, bem sombreado e à beira do rio, para armar a nossa barraca.
       

       
      O pessoal da pousada/camping foi super atencioso com a gente. Estavam sempre solícitos e dispostos a dar dicas.
      No restaurante/bar da pousada é permitido usar a cozinha para cozinhar. Por sinal, lá também servem café da manhã e refeições deliciosas, com opção de omelete para os vegetarianos com ovo caipira e verduras da horta (ovolacto).
       
      Estrada (distâncias e condição)
      De Brasília, pegue a saída norte e siga pela BR-020 até Posse; atravesse a cidade e pegue a estrada que leva a Guarani de Goiás (não há placas; é bom perguntar para os moradores); siga até Guarani de Goiás; entre na cidade, atravesse-a e pegue a estrada de chão, que se inicia após uma ponte; depois é só seguir sempre reto para chegar em Terra Ronca.
      Quando fomos, a estrada de chão não estava na melhor das condições, mas também não estava muito ruim. Fomos em um veículo pequeno Peugeot 207 e conseguimos ir em todas as atrações, enfrentando dificuldades grandes apenas na ida à caverna São Mateus.
       
      - Brasília - Guarani de Goiás: aprox. 350 km
      - Guarani (início da estrada de chão) - entrada do Parque Estadual Terra Ronca (placa): 28,2km
      - Entrada do Parque - povoado São João: 23,5 km
      Total de Brasília a Terra Ronca (povoado São João): aprox. 402 km
       
      Atrações visitadas
      - Cavernas: Angélica, São Mateus, Terra Ronca 1 e São Bernardo. Cada uma bem diferente da outra e todas maravilhosas. Faltaram: São Vicente, Bezerra e Terra Ronca II (que é melhor visitar entre abril e julho para ver melhor o fenômeno da entrada de luz na claraboia).
      - Cachoeira Palmeiras
      - Outros: rio São Vicente e mirante
       
      Roteiro
      1º dia) Chegada
      Chegada no final da tarde após 6h de viagem. Armamos a barraca no camping, jantamos, tomamos uma cervejinha e depois dormimos para aproveitar bem o dia seguinte.
       
      2º dia) Caverna Angélica, rio São Vincente e mirante
      Saímos às 9h rumo a caverna Angélica. Nos juntamos com um outro grupo grande e assim pagamos R$20,00 por pessoa. Esse é o preço padrão para grupos com 5 ou mais pessoas. O preço da diária guia para grupos menores fica em R$100,00 para qualquer uma dos roteiros que fizemos. Não sabemos se é esse mesmo valor para as cavernas São Vicente e Bezerra, que são mais restritas.
      A caverna Angélica, assim como todas as outras que fomos, é uma caverna com rio corrente. Entretanto é a única em que os guias não costumam entrar na água. A caverna é de fácil acesso após uma caminhada leve de aproximadamente 10 min e é a de mais fácil locomoção interna. Possui uma ampla entrada e belos espeleotemas (formações geológicas em cavernas) com destaque especial para as suas grandes cortinas.
       


       
      Depois de aproximadamente 2h de caminhada pelo interior da caverna, voltamos em direção ao povoado e demos uma paradinha no rio São Vicente para um banho e depois fomos ao mirante - que fica perto de São João, em frente ao campo de futebol - para ter uma bela vista, mesmo com o tempo nublado, da Serra Geral.
       

       
      Depois almoçamos na casa da Jane, que fica em frente a vendinha/boteco de São João. Comida simplesmente deliciosa e com preços em conta, com direito a docinhos de sobremesa e a um cafezinho, além de toda cortesia da Jane!
       
      Direções e distâncias:
      - São João até bifurcação com placa indicando a Angélica: 21 km; da placa até o estacionamento próximo à caverna: 3,5 km
       
      3º dia) Caverna São Mateus e cachoeira Palmeiras
      Saímos cedo para a caverna São Mateus, que já foi considerada a maior do Brasil. Depois de andar pela estrada no sentido de Guarani de Goiás e pegar uma entrada à direita bem escondida, percorremos uma estrada de chão com uns trechos um pouco complicados para um carro pequeno e enfim estacionamos o carro. Daí caminhamos por aprox. 25 min até a entrada da caverna. O acesso à caverna é feito por uma descida bem íngreme e por espaços bem estreitos. Dentro da caverna, os guias costumam passar por dentro da água em um trecho para chegar a um local onde é possível ver um "fervedouro" do rio que corre dentro da caverna. Entretanto, é possível fazer o passeio sem ter que passar por dentro da água.
      A caverna é simplesmente maravilhosa! Várias estalactites e estalagmites lindas e destaque especial para os salões com vários canudinhos. Não é à toa que muitos a consideram a mais bonita do Brasil.
       



       
      Depois de caminhar por umas 3h30 dentro da caverna, saímos dela, voltamos pela trilha e seguimos na estrada de chão no sentido de Guarani de Goiás com destino à cachoeira Palmeiras.
      O acesso á cachoeira é feito por uma propriedade da família, super acolhedora e humilde, que nos ofereceu um cafezinho e proseou bastante com a gente. Adoramos a hospitalidade! Eles cobram uma pequena taxa de R$3 ou 4 pela visita à cachoeira. É possível ir até lá sem guia.
      A cachoeira tem duas quedas de água, sendo que na primeira se forma um poço bom para tomar banho.
       


       
      Direções e distâncias:
      - São João - caverna São Mateus: 14 km
      - Para a cachoeira: saindo de São João no sentido de Guarani - parada de ônibus: 16,7km; pegar a pista a esquerda e seguir por mais 4 km até a propriedade.
       
      4º dia) Cavernas Terra Ronca 1 e São Bernardo e viagem até Mambaí
      Acordamos cedo para desmontar a barraca e guardar tudo no carro, pois depois da última caverna, iríamos seguir na estrada até Mambaí.
      Pagamos um extra de R$30 para o guia poder voltar de moto ao povoado, depois da caverna São Bernardo, e a gente não ter que voltar mais de 20 km para deixá-lo.
      Tínhamos como opção fazer Terra Ronca 1 e 2 ou então fazer Terra Ronca 1 e São Bernardo no dia. Acabamos optando por esta opção, pois o acesso à Terra Ronca 2 poderia estar ruim com as chuvas, o caminho até o principal salão dela é longo e segundo o guia, no mês em que fomos não é muito legal para ver a entrada de luz no salão da Terra Ronca 2, que cria um cenário bem bonito na caverna. Melhor ir entre abril e julho para ver este espetáculo.
      Pegamos a estrada e chegamos a caverna Terra Ronca 1, que é a de mais fácil acesso em toda a região. A caverna é grandiosa! A sua entrada tem mais de 90 metros e há espeleotemas gigantescos dentro da caverna. Dá para se guiar por conta própria na caverna, mas recomendamos um guia para auxiliar e até para evitar qualquer problema com servidores da Secretaria de Meio Ambiente estadual, que eventualmente fiscalizam a entrada na caverna e permitem a entrada apenas com guia.
       

       
      Depois de caminhar por aproximadamente 50 min dentro da caverna, chegamos a sua saída. De lá percorremos uma trilha de uns 30-40 min de caminhada até o alto da caverna, de onde se tem uma bela vista da região. Depois de tirar algumas fotos, descemos por um trilha um pouco íngreme (uns 15 min de caminhada) para chegar até próximo do estacionamento.
       

       
      Pegamos o carro e seguimos até a caverna São Bernardo. Caminhamos por uns 15 min até a entrada da caverna. Na caverna, correm dois rios que se encontram em seu interior. Fizemos um percurso de aproximadamente 2h30 no total, passando várias vezes por esses rios. Em alguns pontos, a correnteza é bem forte - no dia em que fomos estava especialmente forte pois choveu bastante - e a água chega à altura da cintura de uma pessoa com 1,80 m de altura. É preciso ter bastante atenção para não tropeçar em pedras e cair no rio.
      A caverna tem belas formações geológicas com destaque para as pérolas e para as represas de travertinos, especialmente no último salão que visitamos.
       


       
      Depois da caverna, pegamos o carro e seguimos pela estrada até Mambaí, onde chegamos já à noite.
       
      p.s: Anualmente nos dias 5 e 6 de agosto, ocorre a tradicional Festa de Bom Jesus da Lapa na Terra Ronca 1. Deve ser bem interessante!
       
      Direções e distâncias
      - São João - caverna Terra Ronca 1: 13 km
      - Caverna Terra Ronca 1 - São bernardo: 10,2 km
      - São Bernardo - Mambaí: 175 km
      Total percorrido no dia: aprox. 198 km
       
      Mambaí
      A pouco mais de 300 km de Brasília, a cidade de Mambaí abriga belas cachoeiras e cavernas ainda pouco conhecidas, além de opções de esportes radicais como tirolesa e rapel. A maior parte dos passeios só pode ser feita com acompanhamento de guia através de agência de turismo local.
      A cidade é de pequeno porte, porém nos últimos anos vem passando por um vertiginoso crescimento. Possui algumas opções de restaurantes econômicos e lanchonetes simples.
       
      Hospedagem
      Na cidade há duas opções de pousadas - Maredu e Cerrado - e três hotéis - Maris, APM e Savana. Os hotéis estavam custando de R$85 a R$100 no período
       
      Ficamos na pousada Maredu por R$70 a diária pro casal. A pousada fica perto do ginásio e é bem simples, com TV, wi-fi fraca e um café da manhã com uma ou duas opções de frutas, suco, café, pão e biscoito de queijo e bolo.
       
      Estrada (distâncias e condição)
      De Brasília, pegue a saída norte e siga pela BR-020 até o trevo com indicação de Mambaí a aproximadamente 260 km de Brasília. Do trevo até Mambaí são pouco mais de 50 km. A estrada quase toda está muito boa. Há apenas alguns pequenos trechos com buracos.
       
      Atrações visitadas
      - Caverna: Lapa do Penhasco
      - Cachoeiras: Paraíso do Cerrado, do Alemão e do Funil; faltou conhecer a cachoeira Poço Azul
      - Outras: tirolesa
       
      Roteiro
      5º dia) Cachoeira Paraíso do Cerrado (ou Véu de Noiva) e cachoeira do Alemão
      Primeira coisa a se saber: para chegar à cachoeira Paraíso do Cerrado não é necessário estar acompanhado por guia. Não se leve pelo o que o operador da agência de turismo falar! Saia de Mambaí e siga no sentido de Damianópolis, corte a cidade e depois pegue uma estrada de chão à esquerda até a chácara. No caminho há várias placas que indicam o local, sendo assim não é necessário pagar guia.
      A cachoeira é bem bonita, com águas de um verde meio esmeralda, porém infelizmente fomos em um dia que estava chovendo muito e a água estava bem turva. Além disso, o caminho até a cachoeira, que costuma ser tranquilo (uns 20 min de caminhada), estava bem lamacento.
       


       
      Voltamos à casa dentro da chácara onde se situa a cachoeira para almoçarmos. O almoço estava simplesmente maravilhoso! Simples e delicioso! Além disso, depois do almoço tivemos de cortesia um cafezinho moído e torrado ali na chácara, adoçado com rapadura mesmo e ainda uma aula de fabricação e enovelamento de fio de algodão com os super simpáticos e hospitaleiros donos da chácara, seu Silvano e sua esposa. Deu vontade de ficar ali a tarde toda para continuar conversando e aprendendo com eles!
       

       
      Depois seguimos para a cachoeira do Alemão, que fica dentro de uma propriedade privada com uma casa que pode ser alugada. O acesso para a cachoeira é feita por uma estrada de chão perpendicular à estrada que vai de Mambaí à Bahia. A cachoeira é cercada por mata e é bem bonita! Não estava turva como a Paraíso do Cerrado, pois a sua nascente fica próximo à sua queda d'água.
       

       
      Direções e distâncias
      - Mambaí - Damianópolis: aprox 15 km; Damianópolis - Paraíso do Cerrado: aprox. 15 km em estrada de chão em estrada razoável
      - Mambaí - cachoeira do Alemão: 13,7 km
       
      6º dia)Caverna Lapa do Penhasco, tirolesa, cachoeira do Funil e retorno a Brasília
      Colocamos todas as nossas coisas no carro e saímos para encontrar com o restante do grupo e os guias que iriam fazer os passeios com a gente nesse dia.
      Primeiramente fomos à caverna Lapa do Penhasco. A caverna fica na mesma propriedade onde é feita a tirolesa. Caminhamos por uns 15 min em uma trilha tranquila, mas um pouco íngreme, até chegar próximo à sua entrada. Neste ponto é necessário passar pelo rio que chega quase à altura do peito. A caverna, apesar de não se comparar com as de Terra Ronca, também é bem interessante principalmente devido a sua dimensão. O caminho dentro dela também é tranquilo, sem grandes dificuldades. Ficamos em seu interior por mais ou menos uma hora e meia.
       

       
      Depois de conhecer a caverna, fomos fazer a tirolesa sobre o cânion. Vale muito a pena! A vista que se tem do cânion, por onde ela passa, é muito bonita!
      Após a tirolesa, tínhamos a opção de ir fazer um rapel que desce pelo alto de uma caverna em uma claraboia (valor: R$30), mas tivemos que ir direto à cachoeira do Funil porque não queríamos pegar a estrada de volta para casa muito tarde.
       
      A cachoeira do Funil fica dentro de uma propriedade privada e deve ser visitada com guia.
      A trilha até a cachoeira é uma atração à parte. Nela vemos várias rochas exumadas sobrepostas, formando em alguns locais labirintos e formações bem interessantes. Parte do caminho é feito dentro de uma caverna, que depois chega até a cachoeira. Por sinal, que espetáculo da natureza! Uma cachoeira que cai em uma dolina e depois desaparece em uma caverna inferior...tudo isso podendo ser visto da caverna. Espetacular!
       

       
      Depois de conhecer a cachoeira, fomos almoçar no Rancho do Zé. A comida não estava boa e o lugar é completamente dispensável. Após o almoço, infelizmente tivemos que voltar em Mambaí apenas para fazer o pagamento pelos passeios na agência.
      Custo dos passeios nos dois dias por pessoa: R$100,00 + R$30,00 da tirolesa
       
      Pegamos a estrada já com vontade de voltar a Terra Ronca e a Mambaí!
       
      Direções e distâncias
      - Mambaí - Lapa do Penhasco/tirolesa: aprox. 17 km no sentido da BR-020
      - Lapa do Penhasco - cachoeira do Funil: 12 km, voltando a Mambaí
      - Mambaí - Brasília: aprox. 310 km
    • Por TMRocha
      Trabalho em Belo Horizonte e surgiu a oportunidade de ajudar o Museu Itinerante da UFMG na 11ª SNCT [Semana Nacional de Ciência e Tecnologia], que aconteceria em Brasília dos dias 12 a 19 de Outubro de 2014.

      Como gosto muito de conhecer lugares diferentes e ainda teria a chance de andar de avião [algo que ainda não tinha feito até esse momento], estava muito ansioso para fazer essa viagem. Agora contarei conto como foi o passo-a-passo de minha ida para Brasília e também mostrarei como foi o evento da 11ª SNCT [Semana Nacional de Ciência e Tecnologia].
      Caso queira acompanhar o post diretamente pelo blog clique no link abaixo:
      http://viagensdosrochas.blogspot.com/2018/08/brasilia-df-dicas-de-roteiro.html
      Estarei dividindo esse post em dois pedaços: O relato da minha viagem, que contarei agora e possui 3 partes e as Dicas de Roteiro, para quem pretende saber o que existe de interessante em Brasília, que você pode clicar no botão abaixo:

      Brasília - DF
      [PARTE 01] - [PARTE 02] - [PARTE 03]
      ... E finalmente chegou a hora de ir até Brasília!
      DIA 01 - Domingo [12 de Outubro de 2014]
      Acordei muito cedo e peguei um ônibus que foi da minha casa para a rodoviária de Belo Horizonte. De lá peguei outro ônibus que seguiu até o aeroporto de Confins. [Obs.: Fica bem mais em conta pegar um ônibus comum da rodoviária do que entrar em algum do MOVE Conexão Aeroporto, que costuma passar de R$ 30,00 por trecho- nos valores de 2014].
      No aeroporto realizei os trâmites de embarque necessários e finalmente fui para a sala de pré-embarque, onde encontrei outros funcionários do Museu Itinerante que iriam viajar conosco e lá aguardamos até dar a hora do nosso voo.


      No final da manhã embarquei num avião da TAM que seguiu até Brasília. O voo foi bem tranquilo, durando pouco mais de uma hora e tirando os trancos que ocorriam a todo momento não ocorreu nada demais!
      Desembarquei no aeroporto Juscelino Kubitschek, corri para pegar minhas malas e rapidamente já andei até a portaria para me reunir ao resto do pessoal.





      Após boa parte dos funcionários estarem reunidos nos dividimos em alguns grupos e pegamos um táxi até o hotel onde nos hospedamos, o Bittar Inn. Demoramos uns 20 minutos para chegar próximo ao nosso destino e a primeira coisa que percebi foi uma enorme quantidade de prédios muito altos. Enfim, chegamos ao nosso hotel que era um pituquinho se comparado ao tamanho dos outros prédios.



      Tivemos que ficar na recepção do Bittar sem poder adentrar nos nossos quartos até de tarde porque o recepcionista não queria liberar os quartos para nós de jeito nenhum. Entretanto, quando a diretora do Museu Itinerante chegou, ela conseguiu conversar com esse atendente e assim resolveu todas as pelejas fechando as hospedagens de todos os funcionários ali presentes.
      Como a maioria de nós ainda não havia almoçado e estavámos com muita fome, resolvemos procurar algum lugar para almoçar e o local mais próximo dali era o Brasília Shopping.

      Cada um escolheu algum restaurante de sua preferência, e eu, para comemorar esse dia tão especial resolvi almoçar Filé Mignon a Parmegiana no Premiatto, que estava muito gostoso.

      Voltamos para o hotel e descansamos mais um pouco. No final da tarde me juntei a mais umas três pessoas e seguimos de táxi para o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, e fomos até o Estande da CAPES, que era quem havia chamado o Museu Itinerante nessa Feira.
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      A Impressão Inicial que tive de Brasília é que ela é realmente plana e simétrica, sendo que quase tudo possui referência como Asa Norte e Asa Sul. A cidade possui um sistema de táxi excelente e com preços muito em conta, onde ao juntarmos 3 ou 4 pessoas no táxi para fazer a vaquinha, raramente o valor passava de 5 reais, mesmo para as distâncias que eram um pouco maiores.
      Já o sistema de transporte coletivo era bem ineficiente e mesmo quando precisei dele não consegui usá-lo. Os poucos ônibus que cheguei a ver estavam sempre mega abarrotados de gente. Achei o custo de vida muito alto e me senti seguro por quase todos os lugares que passei, com exceção das proximidades da rodoviária, que senti o clima por lá um pouco estranho.
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      Ao chegar no Pavilhão de Exposições, fui direto para o estande da CAPES e ajudei na montagem dos experimentos externos do Museu Itinerante. Não precisamos de fazer tanta coisa porque os caminhoneiros tinham chegado antes e ajudaram bastante na montagem.


      Saí um pouco mais tarde porque fiquei para ajudar os motoristas.
      Terminado tudo, quando já estava para anoitecer resolvemos voltar a pé para o nosso hotel. Tivemos que andar realmente um bocado, mas valeu a pena porque demos uma paradinha num McDonald's que avistamos em nosso caminho e cada um comeu o que mais queria.
      Ao chegar no hotel descansei até virar o dia.
      DIA 02 - Segunda [13 de Outubro de 2014]
      Apesar de pequeno, achei o Bittar In muito gostoso. Fiquei hospedado em um quarto triplo junto aos dois motoristas em todos os dias da feira. Eles são muito legais e não tive nenhum problema. Nosso quarto era climatizado e ficava sempre limpo e arrumado. A única coisa que não gostei era ter de pagar mais de R$ 18,00 fora algumas taxas por dia para poder usar a Internet do hotel, então fiquei praticamente desconectado durante toda a semana.
      Lanchei bem cedo e já me juntei a alguns companheiros na saída do Bittar Inn.


      Alguns dos nossos colegas foram de táxi, mas preferi ir a pé até o Pavilhão de Exposições junto a mais três pessoas. No caminho deu para apreciar a fonte jorrando e um letreiro escrito "EU AMO BRASÍLIA", que ficou muito legal!


      Uma curiosidade interessante é que não existe o letreiro somente nesse ponto [Praça das Fontes]. Também há mais dois: Um no Zoológico de Brasília e outro no Ermida Dom Bosco.
      Ao observar a foto em que estão os prédios vê-se uma torre. É a Torre de TV de Brasília e um dos pontos turísticos mais visitados da Capital [Explicarei ela com mais detalhes na quarta-feira, dia que subi nessa torre].
      Continuamos nosso caminho juntos e após pouco mais de meia hora [andamos bastante mesmo] chegamos ao Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade e começamos a trabalhar no estande da CAPES, nosso local de trabalho durante esse evento.
      Esperamos a feira abrir e começamos a atender o público. Já no começo atendemos muitos trabalhadores da própria feira que entravam para ver como eram as exposições do Museu Itinerante da UFMG e assim que se iniciou a 11ª SNCT [Semana Nacional de Ciência e Tecnologia] começaram a chegar mais e mais visitantes que se espalhavam por toda feira, chegando também ao nosso Estande.












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      Cheguei a tirar 2545 fotos de todo o evento [sendo centenas e mais centenas do Museu Itinerante], entretanto colocarei poucas fotos e de pouco a pouco para que o relato não fique carregado demais e cansativo.
      Meu objetivo é divulgar toda a extensão da 11ª SNCT que pude perceber e mostrar que nós como brasileiros temos muito potencial, independentemente da área envolvida. Além também de mostrar o que vi e percebi de Brasília e seus pontos turísticos mais importantes. 
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      Começarei a divulgar a feira pelo estande em que eu estava trabalhando:
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      Estande do Museu Itinerante Ponto UFMG: É um museu que possui uma unidade móvel, um caminhão, que circula por diversas cidades de Minas Gerais e do Brasil. Esse caminhão possui seu interior adaptado em 6 ambientes - Sala do Útero, Sala dos Sentidos, Sala dos Biomas, Sala de Projeção 3D, Sala do Submarino e Sala das Cidades - além de contar com diversas exposições externas que são levadas dentro do próprio caminhão e desmontadas nos lugares onde ocorrem as exposições. A proposta desse Museu é interligar essas exposições e oficinas externas as mais diversas áreas do conhecimento e da Ciência.
      - Tudo nele é interativo e não há problema em tocar as peças, tanto das exposições externas quanto as do caminhão. Entrarei em mais detalhes sobre a estrutura interna do Caminhão mais para frente.
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      Como o estande não podia ficar vazio nos dividíamos em turnos para almoçar. Resolvi almoçar com meu grupo no restaurante que estava dentro do próprio Pavilhão de Exposições. Então andamos por um corredor enorme até chegar ao local, enfrentamos a fila e comemos por ali.



      Não gostei muito porque não sou fã de comida a quilo, acho que acaba que comemos muito pouco pelo valor que a gente paga e foi o que aconteceu! Tomei o maior cuidado para comer o mínimo possível [ao ponto de nem saciar minha fome direito] e mesmo assim o preço ficou um pouco salgado. - Sorte que vim equipado com estoque quase infinito de biscoitos da região metropolitana de Belo Horizonte! -
      Assim que almocei já tivemos de voltar ao nosso estande. E em algum momento chegaram a entrevistar a diretora do Museu e alguns funcionários:
      Eu não sabia que teríamos entrevista da TV e muito menos que esse cara engravatado aí era o Ministro da Educação, e trouxe ele normalmente para o nosso estande e estava bem na boa explicando as coisas para ele até que a equipe de TV inteira chegou, então o encaminhei para a nossa chefia.


      Nessa entrevista, a diretora explicou um pouco do Museu Itinerante e alguns dos experimentos externos que o Museu possui. Nessa foto, por exemplo, está o Arco Catenário, em que o objetivo é montar esse arco e retirar esse suporte verde que está segurando as peças. Se a pessoa fizer tudo corretamente poderá retirar o suporte que as pedras não irão cair. É muito interessante!
      Por todo o relato estarei colocando diversos vídeos, além de mostrar um pouco sobre o Museu Itinerante. Também fiz questão de mostrar um pouco sobre outros estandes que também são bem legais! E após isso exposição continuou normalmente... até que tive um tempinho livre para poder visitar alguns estandes da feira.
      Ao perambular sem rumo pela feira, o primeiro estande que chamou a minha atenção foi o do Exército.
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      Estande do Exército Brasileiro: Nesse Estande demonstravam alguns equipamentos utilizados pelo exército, principalmente na área da comunicação. Tinham algumas maquetes de aviões utilizados por eles e até um jogo interativo que era utilizado para treinar os soldados.
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      Ao sair dali, dei de cara com essas belezinhas:


      Não acreditei nos meus olhos, eram realmente vários veículos de guerra do exército e ainda era possível entrar neles. Abaixo estou colocando as fotos de alguns dos que achei mais legais:



      E o campeão dos veículos de guerra: Esse realmente saiu um arco-íris da minha boca quando o vi:


      Eis aí a prova de que realmente a gente podia entrar neles:

      E finalmente, o meu preferido. O Caveirão da Polícia Militar:



      Poder entrar num Caveirão utilizado pelo BOPE ( Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar) e ainda segurar um escudo a prova de bala e um cassetete que se acertar alguém a pessoa vai sentir dor intensa por uns 2 ou 3 dias seguidos ... não tem preço!!!
      Pra quem curte da área militar segue-se algumas explicações sobre esse veículo (Caveirão):
      https://pt.wikipedia.org/wiki/Caveirão
      http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-funciona-o-caveirao
      Pertinho dali estava o Estande da Marinha, que aproveitei para dar uma boa conferida:
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      Estande da Marinha Brasileira: Aqui possuíam algumas maquetes de veículos usados pela marinha, como barcos, navios e até um submarino, além disso também haviam diversas coisas citando sobre a vida marinha.
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      Mas o que achei mais legal foi poder subir nesse veículo:

      Apesar de se parecer com uma lancha, na verdade isso é um veículo que anda sobre o gelo. Pra quem não sabe, o Brasil possui uma base na Antártica, então esse veículo não chega a ser tão desnecessário assim para nós! [E para ficar mais curioso ainda essa base pegou fogo uma vez!]. Quem tiver interesse pode se aprofundar no assunto lendo o link abaixo:
      http://ciencia.estadao.com.br/blogs/herton-escobar/ciencia-brasileira-ressurge-na-antartida/
      E pra fechar a Marinha com chave de ouro deixei outro link que fala um pouco do que a Marinha Brasileira possui:
      http://noticias.r7.com/brasil/fotos/marinha-do-brasil-tem-porta-avioes-submarino-e-ate-tanque-de-guerra-que-vira-barco-20120905.html
      E aproveitando a deixa, visitei o...
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      Estande da Força Aérea Brasileira: Aqui disponibilizaram maquetes de robôs com materiais recicláveis e tinham até um Simulador de Gravidade Zero.
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      Pra se ter uma ideia um pouco melhor de como foi o Estande da Aeronáutica e da abertura da SNCT é melhor visualizar o vídeo abaixo:

      Abaixo o Simulador de Gravidade:

      Apesar de eu não ter podido apreciar o estande deles com calma e não ter conseguido entrar nessa máquina [afinal, estava no horário de almoço e dei uma passada bem corrida pelos lugares], estou colocando o vídeo abaixo para que entendam melhor como o Simulador de Gravidade funciona:

      Terminado o meu período de almoço, continuei a trabalhar normalmente na CAPES. Nessa feira haviam alguns momentos em que ela enchia muito de pessoas e outras em que ficava mais vazia, algo que foi ocorrendo durante toda a semana.
      Em certas horas realmente tivemos grandes picos, mas a organização do evento foi bem eficiente e agendou a maior parte das escolas de modo que raramente a feira ficava muito sobrecarregada. Portanto, apesar de termos trabalhado bastante ainda deu para perceber bastante do evento.
      Em um dos momentos que nosso estande estava mais vazio aproveitei e fui conferir o estande dos nossos vizinhos, a SAGA, que estava bem em nossa frente e direto também ficava cheio de gente.
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      Estande da SAGA: É uma escola de games, arte digital e computação gráfica. Durante toda a feira deixaram diversos jogos à disposição dos visitantes para que pudessem jogar a vontade. Percebi alguns jogos como Mario Kart, Naruto e outros que não sei o nome de cabeça e direto passavam algum filme que tinha algo a ver com ciência, espaço, aventura ou tecnologia.
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      Eles também faziam manipulação digital nas fotos de pessoas famosas [o que não chamava muito a atenção do pessoal] ou dos próprios visitantes [nessas horas lá realmente enchia de gente]. Dá para se tirar fotos mais ou menos assim:

      Infelizmente um dos experimentos que trouxeram não funcionou, acredito que servia para fazer algo relacionado a realidade aumentada.

      Outro que consegui visitar nesse dia foi o Estande do Espaço Virtual de Desenvolvimento Social, que não gostei muito, pois não entendi como ele funcionava e não vi absolutamente nada lá além de banquinhos vazios e propagandas no teto. Entrei achando que era um planetário e não vi o que queria, então saí dali rapidamente.




      Nesse dia trabalhamos bastante, até aproximadamente o início da noite. Então fechamos a exposição do Museu Itinerante e aguardamos a chegada do táxi para voltar ao hotel [em Brasília - ao menos enquanto estávamos aqui - se você chamar um carro pelo telefone do Sistema de Táxis consegue um desconto de 20%, mas tem que ficar de olho porque alguns taxistas omitem isso ou então inventam taxas - por exemplo, quando se guarda alguma mala no bagageiro do táxi alguns cobravam um adicional].
      Como o Táxi estava demorando muito aproveitei para comer um cachorro-quente.



      Após muita espera pegamos nossos táxis e fomos até o hotel. Lá banhei, descansei um pouco e fui a pé até o Brasília Shopping para procurar alguma lembrancinha de Brasília [Sou um colecionar nato de Souvenir de Viagens e acho muito legal levar ao menos uma lembrancinha de cada cidade que consigo visitar] e andei por todo shopping, mas não tive sucesso, tinha procurado no lugar errado. Pelo menos deu para ver de relance que o Dr. Dráusio Varela estava dando palestra nesse shopping.

      Saindo dali segui a pé até outro shopping, o Shopping Conjunto Nacional, que também era muito amplo e tinha de tudo, exceto o souvenir que eu procurava. Novamente não tive sorte, então tive que adiar minha procura do souvenir para outro dia.

      Depois disso voltei a pé para o Bittar Inn, onde me pus a dormir até o outro dia para preparar o corpo para outro dia da SNCT de Brasília.
      DIA 03 - Terça [14 de Outubro de 2014]
      Acordei cedo e fui lanchar no refeitório do hotel. Me uni ao resto do pessoal e esperamos os táxis chegarem. Dali peguei um táxi junto a mais três pessoas do Museu Itinerante e fomos novamente para o Pavilhão de Exposições de Brasília, para outro dia da SNCT.
      Ao chegar voltei a trabalhar no nosso estande até perto da hora do almoço [Ralei pacas porque toda hora chegava alguém, nem deu pra passear pela feira direito na parte da manhã].










      Esse experimento em que há a bola é bem legal, chama-se Tubo de Bernoulli e serve para explicar um pouco o porquê de como um objeto tão pesado [como o avião, por exemplo], se mantém voando no céu.
      Quando se aproximava da hora do almoço normalmente o movimento caía bastante [porque além do público em geral recebíamos dezenas de escolas por dia]. Assim, quando esvaziou aproveitei para dar uma passada em um estande próximo de nós, o da Galois.
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      Estande da Galois: Acredito que se pronuncia Galoá. É um dos melhores colégios de Brasília. Ali eles demonstravam diversos experimentos, sempre usando objetos comuns e ainda assim mostravam que seus experimentos eram super interessantes!
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      Testei alguns como a cama de pregos, que realmente não machuca, muito legal! [Explicação científica simples: quanto maior a área menor a pressão, como estão dispostos centenas de pregos de forma uniforme, isso resulta numa grande área e faz com que não se machuque a pessoa que deita nessa cama de pregos]
      Em outra vi testarem algumas propriedades do magnetismo, resultando em um efeito visual bem interessante:


      Até fogo usaram em um dos experimentos, na foto abaixo vê-se um palito sendo queimado por um maçarico:

      Em uma das experiências, eles esfregavam um balão em algum lugar para gerar eletricidade estática e depois de aproximar uma latinha. Assim a mesma era atraída pelo balão por um tempo. Experiência bem simples e que pode ser feita em um trabalho escolar, por exemplo.

      Em alguns momentos colocarei vídeos que estarão espalhados pelos diversos dias da feira, dessa forma se poderá ter uma explicitação melhor de como foi a SNCT desse ano.

      Voltei a trabalhar no nosso estande até que chegou a hora do meu turno do almoço. Procurei um lugar diferente porque detesto comida a quilo e tinha comido pouco no dia anterior, então resolvi almoçar numa barraquinha do lado de fora da feira mesmo. Paguei apenas R$ 10,00 e a comida estava simples, mas gostosa!



      Como ainda tinha algum tempo sobrando, resolvi andar mais um pouco e visitei mais alguns estandes. E entrei no da Fiocruz, da Fundação Oswaldo Cruz. Apenas vi de relance porque estava bem vazio na hora e os guias não me explicaram nada [o foco deles era o público infanto-juvenil e eu já estou bem grandinho!]. Então acabou que não pude perceber a profundidade da coisa.
      Me esclareci totalmente quando assisti ao vídeo abaixo [depois que cheguei em casa e comecei a editar esse relato], que explica como funciona o estande da Fiocruz:

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      Estande da Fiocruz: Possuem como objetivo promover a saúde e o desenvolvimento social, gerar e difundir conhecimento científico e tecnológico, ser um agente de cidadania. Nessa feira o objetivo deles era ensinar às crianças um pouco de como é o corpo humano por dentro.
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      O que fiquei mais curioso e não entendi na hora foi esse aqui [quem viu o vídeo acima saberá na hora que se trata do Nariz Gigante!]:

      Outro que dei uma passada super rápida foi o da ABIPTI . Só entrei tirei algumas fotos e fui embora
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      Estande da ABIPTI: Essa é a sgla para Associação Brasileira das Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação. O foco deles nessa feira era a previsão de tempo e estudos climáticos.
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      Outro que visitei foi o da FBX [Fundação Brasileira de Xadrez] e até arrisquei jogar com um dos feras que estava lá.
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      Estande da FBX: Aqui o foto era ensinar e divertir o público com esse jogo tão inteligente e interessante: O Xadrez.
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      Ao jogar com esse fera...

      fui massacrado, é claro!
      Em um dos dias que estava indo [ou voltando] do almoço vi crianças jogando num tabuleiro gigante, pra quem gosta de xadrez deve ser algo muito emocionante!

      E no caminho de volta entrei no último estande que pude visitar durante o meu horário de almoço. O do SESC.
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      Estande do SESC: Mantido pelos empresários do comércio de bens, turismo e serviços, o Serviço Social de Comércio (SESC) é uma entidade privada que tem como objetivo proporcionar o bem estar e qualidade de vida aos trabalhadores deste setor e sua família. O SESC está presente em todos os Estados brasileiros e promove ações no campo da educação, saúde, cultura, lazer e assistência. 
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      Nesse estande havia dezenas de coisas interessantes, separadas nas mais diversas áreas, como ciência, eletricidade, avanços da tecnologia [mostrados de forma cronológica], áreas sociais e doenças do corpo humano.








      Eu apenas me limitei a tirar fotos porque deveria voltar rápido ao estande da CAPES, mas para quem pôde ir com tempo, tenho certeza que gostou de dar uma passada pelo estande do SESC.
      Porém, de todas as fotos que tirei os meus preferidos foram esses aqui [os vírus, super fofinhos! - Dá até vontade de levar pra casa, mas não aconselho porque os vírus trazem doenças!] 


      Terminada a hora do almoço voltei ao nosso estande e continuei a trabalhar normalmente. Teve horas que encheu um bocado nesse dia.




      Mesmo alguns experimentos do Museu Itinerante que não costumam ter muitas pessoas estavam cheios! Entretanto ainda achei essa terça-feira bem calma, porque apesar de muitos momentos de pico, sempre estava suportável e em um dos momentos que a CAPES estava mais vazia consegui até dar uma conferida no estande da Mostra Leonardo Da Vinci.
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      Mostra Leonardo Da Vinci: Aqui, na Exposição maravilhas mecânicas de Leonardo Da Vinci, o visitante fez um passeio por todo o caráter inventivo do renascentista (1452 a 1519), onde foram expostas invenções como uma ponte móvel, churrasqueira automática, para-quedas, dentre outras.
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      Abaixo estou colocando algumas das invenções que achei mais interessantes:









      Ele era realmente um gênio e inventou muitas coisas legais, abaixo deixei um link para quem quiser ler um resumo sobre a história de sua vida:

      E agora um vídeo para explicitar a Mostra do Leonardo Da Vinci com chave de ouro:

      Voltei ao estande da CAPES novamente e continuei a trabalhar. De tarde o caminhão do Museu Itinerante também foi aberto e começou a receber os visitantes da feira.
      [Não foi possível abrir o Caminhão antes porque um dos eletricistas do evento cometeu um erro na hora de ligar um dos fios no caminhão e isso fez com que todos os Ar-Condicionados queimassem. Então, para resolver o problema tiveram de trocar todos os Ar-Condicionados, o que demandou certo tempo].
      Aproveitando a deixa, chegou a hora de explicar um pouco de como é o caminhão do Museu por dentro:

      Sala do Útero: Simula o útero materno, possui um vídeo que mostra o passo a passo da gravidez e todo o envolto desta sala é feito com um material espumoso, que tenta imitar o útero de uma mãe. Essa sala ainda conta com uma cadeira que tenta imitar um pouco os barulhos que o bebê ouve dentro do útero.


      Sala dos Sentidos: Faz com que as pessoas utilizem alguns dos sentidos humanos, como a visão, o tato e a audição, fazendo com que elas tenham uma visão geral sobre isso. [Essa sala é ainda mais especial para àqueles que possuem alguma limitação maior. Uma vez vi um cego entrar nessa sala e a reação dele foi algo único de se ver!]



      Sala dos Biomas: Ensina um pouco como são alguns dos principais biomas: o cerrado, a Floresta Tropical e a Antártica. O que acho legal dela é que em cada sala há uma luminosidade diferente, representando a intensidade da intensidade do sol no respectivo bioma. O ar condicionado do bioma da Antártica é mais potente e ali os visitantes realmente sentem frio.


      Se tiver vontade de conhecer cada um deles, veja os vídeos abaixo:
      Cerrado:

      Floresta Tropical:

      Antártica:

      Sala 3D: Nessa sala se experimenta a tecnologia 3D numa viagem ao fundo do mar para explorar o ambiente marinho e entender um pouco sobre a importância do equilíbrio desse ecossistema para a vida humana na Terra.

      Sala do Submarino: Essa sala tenta imitar um submarino, mostrando um pouco de como são as criaturas de 2.000 a 6.000 metros de profundidade, a chamada zona abissal, uma das partes mais inexploradas do mar já explorada pelo homem e que possui capacidades peculiares e animais diferentes de tudo o que estamos acostumados a ver.

      O programa usado pelo Museu Itinerante é bem simplesinho e também um pouco interativo [mas infelizmente esqueci de tirar as fotos], então - Para que conheça um pouco melhor as criaturas do fundo do mar, que tal ver um dos dois vídeos abaixo?
      - Seres Abissais:

      - Top 10 as mais incríveis criaturas abissais:

      Sala do Google Maps (ou Sala das Cidades): Nessa sala o visitante deve tentar descobrir alguns lugares que são bem conhecidos, seja no Brasil ou pelo Mundo.


      Terminada a visitação do caminhão os visitantes descem pela outra escada e voltam para a feira.

      Abaixo coloquei um vídeo que explica mais um pouco sobre o caminhão do Museu Itinerante e também alguns de seus experimentos externos:

      No início da noite, quando já estava encerrando o evento pudemos apreciar um lanche de luxo oferecido pela organização da SNCT, com direito a camarão e outras coisas que nunca comi na vida. Brasília realmente está em outro nível!

      Mas o mais legal foi ver esse robô interagindo com a gente e com os outros convidados. Show de Bola!


      Com tudo finalizado, aguardamos nossos táxis novamente e fomos embora até perto do Bittar Inn. Mas ao invés de descer do táxi, continuei mais um pouco junto ao motorista para darmos uma passada rápida ao centro do poder de Brasília.




      O taxista foi bem gente boa e deixou a gente parar aos poucos e tirar fotos, até que descemos em frente a Praça dos Três Poderes. Dali andamos um pouco e tiramos algumas fotos, mas ficamos pouco tempo porque meu colega estava muito cansado e assim resolvemos ir embora e descansar para outro dia da SNCT.
      [Notas: Tentamos pegar um coletivo pra voltar mas desistimos porque não aparecia de jeito nenhum, acho que o forte de Brasília são os táxis mesmo, e não os coletivos!]
      Coloquei poucas fotos porque voltei a esse mesmo lugar com mais calma no sábado, onde andei por boa parte do centro de poder de Brasília e tirei várias fotos. Quando chegar nesse dia explicarei cada construção mais detalhadamente.
      A qualidade das fotos está péssima porque minha câmera não é muito boa para tirar fotos à noite e o flash estava ligado. Não sabia que isso atrapalhava na qualidade das fotos. Felizmente consegui descobrir esse problema a tempo!
      Esse relato continua na próxima parte.
    • Por Felipe_agf
      Bom gente, eu sou novo aqui no Mochileiros e esse será o meu primeiro relato (Deus queira de muitos,rsrs), então me perdoem se eu cometer algum deslize.
       
      Eu comecei a planejar essa viagem logo após o sorteio da Copa do Mundo, em Dezembro, onde eu comecei a planejar assistir uma partida de alguma seleção para que eu torça (Brasil ou Portugal, tenho dupla nacionalidade). Como eu tenho família em Manaus e Brasília, eu me inscrevi no sorteio pra Portugal x Eua (Manaus), Brasil x Camarões e Portugal x Gana (Estes em Brasília), mas infelizmente não fui sorteado pra nenhum (Curiosamente, no sorteio anterior consegui 4 jogos da primeira fase + Oitavas no Maracanã). Nesse meio tempo, surgiu uma promoção de passagens (TAM, 240 com taxas) e decidi ir no dia 25 de Junho e voltar no dia 28 e de alguma maneira tentar arranjar um ingresso pra Portugal x Gana (Os ingressos pro jogo do Brasil estariam concorridíssimos e superfaturados no Câmbio negro, e as passagens pra Manaus estavam caríssimas). Só pra concluir essa história da FIFA, depois de todo dia ficar verificando a disponibilidade de ingressos, consegui comprar pelo próprio site da Fifa por R$ 270,00. Como eu fiquei hospedado no apartamento de um tio, acho que não vai muito se encaixar num relato mochileiro, rsrs
      Enfim, vamos para a viagem em si :
       
      Dia 25/06 :
      Eu fui no Equador x França no Maracanã, e logo após o apito final corri para casa, tomei um banho, jantei e fui para o Santos Dumont. Meu vôo era as 10 da noite, então não tive maiores problemas. Fiquei impressionado com a quantidade de ''gringos" no aeroporto. Só pra exemplificar, ao redor da minha poltrona no avião tinham 2 britânicos, um casal chinês e uns ganeses, realmente espantoso.
      Depois de uma hora e meia de vôo, cheguei a Brasília. Aqui vale outra observação : Depois de repassado, o Aeroporto de Brasília está 10x melhor. Eu já cansei de pegar conexão aqui e ver embarques tumultuados e um saguão aquém da demanda. Com a construção dos píers, Brasília não deve em nada a nenhum aeroporto de ''1° mundo''. Enfim, meu tio me pegou no aeroporto e nos levou pro apartamento dele em Samambaia.
       
      Dia 26/06 : Eu acordei umas 8 horas da manhã, o que é surpreendente logo depois de uma ressaca pós-jogo e de uma viagem de avião (Que sempre me deixa acabado, tanto em vôos curtos e longos). Os meus planos eram ficar zanzando por aqueles lados da Esplanada até a hora do jogo (13h), e passar pelo memorial JK, Memorial dos Povos Indígenas e a Torre de TV. Logo depois do café meu tio me deu uma carona e me deixou do lado do Memorial JK, em que descobri que em Brasília foi decretado Ponto Facultativo e todos os pontos turísticos estariam fechados. Eu pessoalmente achei isso um absurdo, ainda mais porque tinha muita gente que veio de outras cidades só pro jogo e ficaram só do lado de fora tirando fotos.

       
      Assim, fui caminhando pela Praça do Buriti até a Torre, onde esta felizmente ela estava aberta, e onde também poderia almoçar na feirinha (E fugir dos altos preços que a FIFA cobrava dentro do estádio). Depois de uma fila relativamente longa, consegui subir até o mirante e tirei minhas fotos da Capital Brasileira.Todos os candangos que eu conheço falam horrores de Brasília, que o transporte público é horrível, que é caríssima, que as cidades satélites são violentas pra caramba, mas eu tenho uma paixão por Brasília (Uma vez eu ouvi um senhor falar que Brasília era uma grande e bela escultura. Embora fosse linda para os Olhos, o seu plano urbanístico foi mal feito e hoje a cidade sofre com esses defeitos).

       
      Como eu estava devidamente ''fantasiado" com a minha Bandeira, Cachecol, Camisa e touca, algumas pessoas pediram pra tirar foto comigo ou com meus adereços, eu até fiquei conversando com uns patrícios lá no alto do mirante. Depois dessa reflexão sobre Brasília, eu desci e a minha barriga começou a falar mais alto. Como já era umas 11h, fui até a praça de alimentação da feira e comi por ali mesmo. Nesse ponto não posso reclamar : Embora fosse um ponto turístico com 12490534 gringos e turistas, os restaurantes estavam oferecendo boas opções por preços justo (Tudo bem que eu já me acostumei com os preços estratosféricos do RJ). Eu, por exemplo, almocei um PF com pedaços de Frango, Carne e Porco com arroz, farofa, cenoura e vinagrete por 14 reais, com mais uma coca de 600 ml por 4 reais.
      Depois de mais umas 2 fotos, eu percebi que já era quase meio dia e comecei a ir pro estádio. Eu paguei 3 reais pra pintarem uma parte da minha cara e entrei na fila da Segurança. Esse foi o principal ponto negativo de Brasília : Enquanto no Maracanã as filas estavam de pequenas a médias (Esperei no máximo 8 minutos cronometrados), no Mané Garrincha as filas estava Monumentais. Depois de uns 15 a 20 min, consegui passar e fui para o meu Portão


       
      O Mané Garrincha foi o Estádio mais caro da Copa, e ele em si é monumental. Embora a Fachada seja estranha, ele por dentro é bem alto e muito inclinado, e surpreendentemente bonito. Sério, como eu fiquei no anel superior, as fileiras lá de cima eram muito inclinadas, chega dava medo,rsrs. Sobre o jogo, acho que eu não tenho muito o que comentar. Os times eram bem fracos e o CR7 pipocou, perdendo as chances que talvez tivesse concretizado o milagre e levado Portugal para as Oitavas.
      O jogo acabou e eu levei uns 20 minutos até conseguir sair do estádio e ir para a Feira da Torre. Como já eram quase 4 da tarde, decidi comer um pastel com caldo por ali mesmo antes de ir embora (Acho que foi 3 reais o pastel e 2 o Caldo, mais ou menos por aí). Logo após, peguei um dos ônibus que o Governo do DF disponibilizou para a Rodoviária do Plano Piloto e de lá peguei o Metrô até Samambaia (Vazio, Vazio).

       
      Amanhã eu escrevo o segundo dia de viagem....
    • Por Átila Ximenes
      Bem, mais uma trip e como é de costume eu fazer um relato para meu blog, coloco o mesmo aqui também, fiquei uma semana em Brasília em agosto 2010, fui para um congresso, fiz muitos passeios e fui a Pirenópolis.
      A construção de Brasília iniciou em 1956, e a cidade foi inaugurada em 21 de abril de 1961 pelo Presidente Juscelino Kubitschek. Seu projeto foi desenhado por Lucio Costa, e os edifícios principais por Oscar Niemeyer.
       

       
      Planejada para uma população de apenas 500.000 habitantes, Brasília viu sua população crescer muito além do esperado, hoje é a quarta maior cidade do país. Na última pesquisa feita pelo IBGE, sua população foi estimada em 2.606.885 de habitantes.
       
      Em 1987 foi registrada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, porém, Brasília é muito mais do que um patrimônio histórico ou um marco arquitetônico. É uma cidade viva e única, admirada por seus habitantes e por seus visitantes. Uma cidade que realmente vale a pena conhecer.
       
      Aproveitando que eu já estava na capital federal, aproveitei para dar umas voltas por lá e conhecer alguns lugares de Bsb que ainda não conhecia e também revisitar os que eu já havia conhecido. Vou colocar aqui sobre alguns pontos turísticos.
       

       
      Memorial JK - Belo lugar, o jardim a frente do monumento acrescenta na beleza do local.
      Torre de TV - Vale a visita no fim da tarde para ver o pôr do sol.
      Catedral - Os anjos pendurados no teto da catedral dão um charme ao local.
      Biblioteca Nacional - Infelizmente não entrei.
      Museu Nacional - Infelizmente não entrei.
      Esplanadas - As esplanadas estão localizadas no eixo monumental uma ao lado da outra, parei apenas na do Ministério da Ciência e Tecnologia.
      Congresso Nacional - A visita guiada é muito bacana, na entrada da câmara dos deputados tem umas moças na recepção que informam o horário da próxima visita, acho que é a cada meia hora. Foi o melhor passeio que fiz em Bsb, e você ainda pode mandar um postal do Congresso Nacional para quem você quiser, e é grátis.
      Praça dos três poderes - Na praça tem alguns lugares/monumentos a serem visitados: O Palácio do Planalto, os Candangos, o Espaço Cultural Lucio Costa, o Supremo Tribunal Federal e o monumento A Justiça, Monumento dedicado a Juscelino Kubitschek, entre outros...
      Pontão - Ótimo para tomar uma cervejinha, fica localizado às margens do Lago Paranoá.
      Exposição Brasília 50 anos - Fica dentro do Congresso Nacional.
      Palácio Itamaraty - Fica ao lado do Congresso Nacional, não sei se é aberto para visitação. Não me animei para entrar.
      Fórum de Palmeiras Imperiais - Lindo lugar ao lado do Congresso Nacional.
      Teatro Nacional - Lugar de grandes espetáculos da cidade, é um lugar bonito com belos monumentos.
      Jardim Botânico - Fica localizado no Lago Sul.
      Zoológico - Como adoro animais, foi um dos lugares que mais gostei. Nunca tinha visto onça, leão, tigre, leoa, babuíno dentre outros. (O zoo daqui de Fortaleza é muito pobre de animais, na última vez que fui o animal mais diferente que tinha lá era uma anta e um jacaré).
       

       
      O bom de Brasília, é que os pontos turísticos são grátis, apenas o Zoo cobra uma pequena taxa de R$ 2,00.
       
      Alguns telefone úteis. Código de área (61)
      Corpo de bombeiros - 193
      Defesa Civil - 199
      Despertador - 134
      Aeroporto - 3364.9000
      Delegacia - 3468.8319
       
       
      Veja todas as fotos clicando no link: http://picasaweb.google.com.br/atilaximenes
    • Por adrianafu
      Fui para BSB no feriado de Corpus Christi aproveitando uma promocao de passagem aerea da Webjet (nao tenho o que reclamar do atendimento, mas a infra-estrutura das aeronaves fica a desejar...para uma viagem de 1h30 min OK, mas para mais longas nao recomendo).
       
      TRANSPORTE: Para andar em BSB realmente, alugue um carro.Eu consultei esse site que manda automaticamente sua solicitacao de orcamento para diversas locadoras (http://brasilia.melhoreslocadoras.com.br/) e consegui um preco bom: R$405,00 reais para os 4 dias, com a lavagem do carro inclusa. Peguei o pacote de ate 100 km por dia, que para Brasilia basta. Gastei mais 50 reais de combustivel durante o periodo. Nao esqueca do GPS, pois por mas que falem que BSB eh logica, demora um pouco para acostumar a andar. Mas caso se perca, nao se preocupe, exitem muitooooos retornos! Se vc esta acostumado com a sinalizacao de SP, nao espere isso de Brasilia, mas pelo contrario, vc pode parar em qualquer canto sem nenhum franelinha te perturbar (mas existem)
       
      ATRACOES: Se esta de carro, tudo o que um turista precisa visitar esta por perto. O melhor eh que a maioria das atracoes sao gratuitas ou paga somente precos irrisorios, como o Jardim Botanico que tem a entrada a custo de R$ 2,00.
       
      HOSPEDAGEM: Eu me hospedei no SESC da Asa Sul (W4 Sul, Qd. 713/913, Lote F, (61) 3445-4402 / 3445-4439, Atendimento: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h) que tem precos muito bons (diaria em quarto triplo por R$125,00 com cafe) e uma boa localizacao.
       
      CLIMA: Brasilia faz muito sol, o clima eh bem seco e nao conte com nuvens no ceu! Entao previna-se levando algum bone, chapeu e protetor solar!
       
      ALIMENTACAO: Braasilia nao tem problemas com isso, durante o dia tem bastante shoppings e restaurantes, tal como a noite. Se preferir ficar no hotel, tem opcoes de delivery tranquilamente.
       
      Dia 01- Chegando em Brasilia combine com a locadora de buscar o carro no aeroporto! Como cheguei pela manha, deu para almocar e ja aproveitar o dia! Para comecar, fui no eixo monumental (sentido leste), parei o carro no estacionamento do primeiro ministerio (vindo da avenida eh so virar nas ruazinhas a direita e parar de graca), e fui na sequencia Teatro Nacional (que tem exposicoes bem interessantes dependendo do periodo), Catedral, Biblioteca Nacional e Museu de Arte Moderna. Peguei o carro denovo e fui andando pelos ministerios ate chegar na Alameda dos Estados e parar o carro la mesmo, na rua. Desse ponto dei uma passeada pelo Palacio do Itamaraty e Ministerio da Justica. O Palacio do Itamaraty eh lindo por dentro, merecendo a visita guiada gratuita (a entrada para a vista eh pela lateral do Palacio) e o famoso Congresso. Para visitar o Congresso de dia de semana fique atento, nao pode entrar de regata, shorts e saia curta (mas de fds pode). O tour gratuito demora 1 hora e tambem vale a pena! Os tours sao das 9-17 horas.
       
      Dia 02- Voltei para o eixo, mas agora passei reto por todos esses monumentos parando na praca dos 3 poderes. La tambem temos o Palacio do planalto, o supremo tribunal de Justica, o Congresso de outro angulo, Pavilhao Nacional, a famosa estatua dos candangos e o Pateao da Patria. O Palacio do Planalto (onde nossa Presidenta trabalha!) tem visitas gratuitas guiadas aos domingos, aconselho chegar cedo,pois eh por turmas formadas...Depois de ver tudo isso, fui almocar no Pontao do Lago Sul, um centro de lazer a beira do Lago Paranoa (umpouco caro comer la, mas vale a pena) muito bonito e relaxante! Dai decidi perambular entre as ruas conhecendo as mais diferentes embaixadas para enfim voltar ao centro passando pela ponte JK (Linda!- para tirar fotos existe um recuo que permite um angulo maravilhoso quando esta no sentido do Pontao). No caminho temos o Centro Cultural BB, mas como nao tinha nenhuma exposicao que me interessava no momento, passei reto, mas vale a pena conferir. Ja estava anoitecendo, aproveitei para tirar diversas fotos noturnas! BSB eh muito linda a noite...vale a pena passear pelo eixo monumental quando escurece, eh algo totalmente diferente que de dia!
       
      Dia 03- Nesse dia me foquei no eixo oeste. Comecei pelo Memorial JK, entrada R$10,00 e se vc gosta de historia e quer conhecer um pouco mais sobre BSB, vale a pena, senao fique somente do lado de fora. Eu particularmente gostei bastante. Dai, fui conhecer o Quartel General do Exercito e os parques envolta, para dar uma relaxada. Na minha opiniao, o Parque da Cidade eh bem sem graca, vale a pena uma visita ao Parque Nacional de Brasilia. Nesse dia aproveitei conheci a feirinha envolta da Torre de TV ( e tomar um Guarana Jesus) e ver o famoso por-do-sol da Torre. Tem uma pequena fila para subir, mas que anda super rapido ( e tambem eh de graca!). Reforcando, todos esses lugares com estacionamento e de graca!
       
      Dia 04- Dia de ir embora. Como era um dia curto,dei uma passada no Palacio da Alvorada e segui para o Jardim Botanico, onde tirei umas fotos para depois chegar no aeroporto e entregar o carro.
       
      04 dias sao mais que suficientes para conhecer Brasilia. Eu nao sai a noite por opcao, mas existem bares bem legais para ir! O meu programa foi mais relaxante/fotografico/turistico, mas quem curte sair, aproveite! Busque antes em alguns sites como http://brasilia.deboa.com/ e http://www.achabrasilia.com para mais programacoes culturais e afins.
       
      Segue um otimo mapa de BSB que ajudara entender o roteiro!
      http://www.conhecabrasilia.com.br/mapa/index.html
       
      Boa viagem!
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