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EmersonFL

Toulouse, Montpellier, Marseille, Provence, Lyon e Annecy sem carro?

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Olá a todxs!

Próximo ano eu tenho férias marcadas para Jun-Jul - 2019.

Eu gostaria de saber a respeito da viabilidade de meu roteiro, se ele é plausível ou não. Também tenho algumas dúvidas que irei enumerar ao final dele.

Dia 23 - Chegada do voo Recife-Lisboa

No próprio dia 23 eu quero pegar um voo Lisboa-Toulouse.

Toulouse

Dia 24 - Explorar Toulouse, museus, palácios.

Dia 25 - Explorar Toulouse

Dia 26 - Bate-e-volta Toulouse-Carcassonne

Montpellier

Dia 27 - Seguir para Montpellier. Passear pela cidade.

Dia 28 - Bate-e-volta Montpellier-Aigues Mortes

Dia 29 - Bate-e-volta Montpellier-Nimes.

Marseille

Dia 30 - Seguir para Marseille. Passear pela cidade.

Dia 1 - Passear pelos Calanques de Marselha.

Dia 2 - Tentar ver os campos de Lavanda fazendo algum passeio particular (excursão) saindo de Marselha.

Dia 3 - Bate-e-volta em Avignon.

Dia 4 - Bate-e-volta em Arles.

Dia 5 - Bate-e-volta em Aix-en-Provence.

Lyon

Dia 6 - Seguir para Lyon. Passear pela cidade.

Dia 7 - Explorar Lyon.

Dia 8 - Bate-e-volta em Pérouges.

Dia 9 - Bate-e-volta em Annecy.

 

Do dia 10 até o dia 26 eu estou livre para adicionar mais locais.

 

Dúvida 1 - Seriam 3 noites em Toulouse muito pouco? A cidade tem mais coisas a oferecer para além dos 3 dias? Tenho receio de ficar mais dias e me entediar. Para efeito de comparação, em Florença/Firenze (Itália) eu fiquei 4 noites e já achei que em 2 já seria o suficiente.

Dúvida 2 - Pensei em ficar em AirBnB em todos esses locais. Acham válido?

Dúvida 3 - Marselha é uma boa base para explorar as cidades que eu gostaria? É perigosa?

Dúvida 4 - Quais outros roteiros combinariam com os dias que tenho livre? Já conheço Paris e Nice, não gostaria de ir novamente, mas...

Dúvida 5 - Vale a pena ir a Paris e tentar explorar outras regiões usando Paris como base (exemplo, Monte Saint-Michel)?

Dúvida 6 - Quais locais posso me esticar mais, considerando que tenho dias livres?

Dúvida 7 - Esse roteiro é plausível de trem? Carro não seria uma opção para mim, visto que não dirijo.

 

Obrigado!

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23 minutos atrás, EmersonFL disse:

No próprio dia 23 eu quero pegar um voo Lisboa-Toulouse.

Tem um potencial problema nesta parte.

Os voos de Recife para Lisboa costumam chegar meio tarde em Lisboa, perto do almoço, e como seriam voos separados, você teria que deixar pelo menos umas 4 ou 5 horas de intervalo entre os voos, para que você tenha tempo para passar na imigração que costuma ter filas imensas em Lisboa, retirar bagagem, sair para a área pública, fazer um novo check-in, despachar bagagem, passar no raio-x e chegar a tempo do embarque do voo para Toulouse e ainda ter um mínimo de folga para um eventual atraso na chegada em Lisboa.

A pergunta é,  vai ter voo para Toulouse com intervalo de no mínimo 5 horas entre a sua chegada em Lisboa e a partida para Toulouse, que não seja muto caro, e o voo chega lá em Toulouse num horário decente? Onde você não precisa gastar 30 ou 40 euros de táxi de madrugado do aeroporto até o centro?

41 minutos atrás, EmersonFL disse:

Dúvida 1 - Seriam 3 noites em Toulouse muito pouco? A cidade tem mais coisas a oferecer para além dos 3 dias? Tenho receio de ficar mais dias e me entediar. Para efeito de comparação, em Florença/Firenze (Itália) eu fiquei 4 noites e já achei que em 2 já seria o suficiente.

Pessoalmente eu acho que 3 dias é mais que suficiente, mas isto depende dos seus interesses, por exemplo, se quiser visitar a fabrica da Airbus e museu aeronáutico, vai quase um dia inteiro só para isto.

46 minutos atrás, EmersonFL disse:

Dúvida 2 - Pensei em ficar em AirBnB em todos esses locais. Acham válido?

Eu não gosto de Airbnb, geralmente é longe, muitas vezes os horários de check-in e check-out são bem limitados, você não costuma poder chegar a qualquer horário, tem que combinar com o proprietário horário para entregar e pegar chaves, horários que muitas vezes não batem com os seus planos, etc... 

Alem de o modelo de negócio do airbnb ser baseado em sonegação de impostos, e não agregar nada para a maioria das cidades onde opera, só faz o preço dos aluguéis para moradores subir, por que ao invés de alugar por mês a um morador local, o proprietário prefere alugar por dia para turistas, cobrando 4 vezes mais caro, então por motivos éticos, pessoalmente eu só uso se não tiver outra opção viável.

Mas cada um faz o que achar melhor, e se você achar válido, sem problema.

52 minutos atrás, EmersonFL disse:

Dúvida 3 - Marselha é uma boa base para explorar as cidades que eu gostaria? É perigosa?

Eu estou meio em dúvida se Avignon e Arles não ficariam mais fáceis a partir de Montpelier, você teria que dar uma olhada nos horários e preços dos trens, mas a diferença deve ser pouca.

Como toda cidade grande, Marselha tem um monte de problemas, criminalidade, furtos em áreas muito movimentadas, etc... 

Mas sendo sincero e realista, infelizmente comparando com a criminalidade que temos em qualquer capital brasileira, Marselha é praticamente um oásis de segurança.

1 hora atrás, EmersonFL disse:

Dúvida 5 - Vale a pena ir a Paris e tentar explorar outras regiões usando Paris como base (exemplo, Monte Saint-Michel)?

É possível, mas Mont Saint Michel fica meio longe de Paris para um bate-volta, e é caro, custa 54 Euros só de passagens de trem para ir e volta a MSM, fora os ingressos de lá. Se quiser visitar MSM, eu recomendaria ficar uns 3 ou 4 dias na região e explorar a partir de lá, aproveitando para visitar alguns locais no Vale do Loire.

1 hora atrás, EmersonFL disse:

Dúvida 4 - Quais outros roteiros combinariam com os dias que tenho livre? Já conheço Paris e Nice, não gostaria de ir novamente, mas...

Já conhece a Itália ou Espanha? Dá para fazer um roteiro bem interessante pela Itália e Espanha nestes 15 dias restantes.

Ou você prefere ficar na França?

Só uma observação, julho pode ser absurdamente quente no sul da França, Espanha e Itália, com temperaturas podendo chegar na casa dos 35ºC ou 40ºC e muito seco, o que pode atrapalhar um pouco algumas atividades e causar algum desconforto.

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1 hora atrás, EmersonFL disse:

Dúvida 7 - Esse roteiro é plausível de trem? Carro não seria uma opção para mim, visto que não dirijo.

Do jeito que está, acredito que sim, tirando os campos de lavanda que você faria num tour de uma empresa, o restante é acessível via trem e ônibus sem grandes complicações.

 

1 hora atrás, EmersonFL disse:

Dúvida 6 - Quais locais posso me esticar mais, considerando que tenho dias livres?

Eu daria uma esticada até Genebra, para poder visitar Chamonix, e Annecy acho que fica um pouco mais fácil a partir de Genebra do que Lyon, mas em compensação, o custo de vida em Genebra e Chamonix é muito mais alto que em Lyon.

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8 horas atrás, 234234 disse:

Tem um potencial problema nesta parte.

Os voos de Recife para Lisboa costumam chegar meio tarde em Lisboa, perto do almoço, e como seriam voos separados, você teria que deixar pelo menos umas 4 ou 5 horas de intervalo entre os voos, para que você tenha tempo para passar na imigração que costuma ter filas imensas em Lisboa, retirar bagagem, sair para a área pública, fazer um novo check-in, despachar bagagem, passar no raio-x e chegar a tempo do embarque do voo para Toulouse e ainda ter um mínimo de folga para um eventual atraso na chegada em Lisboa.

A pergunta é,  vai ter voo para Toulouse com intervalo de no mínimo 5 horas entre a sua chegada em Lisboa e a partida para Toulouse, que não seja muto caro, e o voo chega lá em Toulouse num horário decente? Onde você não precisa gastar 30 ou 40 euros de táxi de madrugado do aeroporto até o centro?

Pessoalmente eu acho que 3 dias é mais que suficiente, mas isto depende dos seus interesses, por exemplo, se quiser visitar a fabrica da Airbus e museu aeronáutico, vai quase um dia inteiro só para isto.

Eu não gosto de Airbnb, geralmente é longe, muitas vezes os horários de check-in e check-out são bem limitados, você não costuma poder chegar a qualquer horário, tem que combinar com o proprietário horário para entregar e pegar chaves, horários que muitas vezes não batem com os seus planos, etc... 

Alem de o modelo de negócio do airbnb ser baseado em sonegação de impostos, e não agregar nada para a maioria das cidades onde opera, só faz o preço dos aluguéis para moradores subir, por que ao invés de alugar por mês a um morador local, o proprietário prefere alugar por dia para turistas, cobrando 4 vezes mais caro, então por motivos éticos, pessoalmente eu só uso se não tiver outra opção viável.

Mas cada um faz o que achar melhor, e se você achar válido, sem problema.

Eu estou meio em dúvida se Avignon e Arles não ficariam mais fáceis a partir de Montpelier, você teria que dar uma olhada nos horários e preços dos trens, mas a diferença deve ser pouca.

Como toda cidade grande, Marselha tem um monte de problemas, criminalidade, furtos em áreas muito movimentadas, etc... 

Mas sendo sincero e realista, infelizmente comparando com a criminalidade que temos em qualquer capital brasileira, Marselha é praticamente um oásis de segurança.

É possível, mas Mont Saint Michel fica meio longe de Paris para um bate-volta, e é caro, custa 54 Euros só de passagens de trem para ir e volta a MSM, fora os ingressos de lá. Se quiser visitar MSM, eu recomendaria ficar uns 3 ou 4 dias na região e explorar a partir de lá, aproveitando para visitar alguns locais no Vale do Loire.

Já conhece a Itália ou Espanha? Dá para fazer um roteiro bem interessante pela Itália e Espanha nestes 15 dias restantes.

Ou você prefere ficar na França?

Só uma observação, julho pode ser absurdamente quente no sul da França, Espanha e Itália, com temperaturas podendo chegar na casa dos 35ºC ou 40ºC e muito seco, o que pode atrapalhar um pouco algumas atividades e causar algum desconforto.

Primeiro de tudo, muita gentileza de sua parte responder às minhas dúvidas.

É, eu acho que talvez seja melhor chegar em Lisboa, me acomodar uma noite e no dia seguinte ir à Toulouse num horário melhor pra não correr o risco de ter que pagar caro no táxi.

Como eu me interesso pela fábrica do Airbus e museu aeronáutico, acho mais sensato ficar mais dias.

Eu já conheço um pouco da Itália e já fui rapidamente à Espanha, mas o meu foco seria a França para focar apenas no contato com a língua francesa.

Acho que vou pular o Mont Saint Michel e o Loire, deixaria para outra viagem.

Interessante o seu ponto de vista sobre AirBnB.

Marselha realmente deve ser super segura mesmo, se comparada ao Brasil kkkk

 

Outras dúvidas

1) Se vai estar quente nessa época, talvez seja melhor reduzir a velocidade para intercalar lugares abertos com lugares fechados nas cidades? (parques, depois museus etc) e ir mais devagar pra não passar mal com o calor?

2) Quando ver os campos de Lavanda? São realmente poucos os dias?

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1 hora atrás, EmersonFL disse:

1) Se vai estar quente nessa época, talvez seja melhor reduzir a velocidade para intercalar lugares abertos com lugares fechados nas cidades? (parques, depois museus etc) e ir mais devagar pra não passar mal com o calor?

Lembro do ano passado quando fomos a Croácia no verão, depois do almoço fazia 30ºC a 35ºC e um sol inclemente no céu, não dava para ficar andando na rua debaixo do sol, tinha pouca sombra, o calor era demais, no primeiro dia estávamos animados em conhecer o local e nós dois tivemos um princípio de insolação.

Como na cidade onde estávamos não tinha muita opção de atividades indoor (museus e similares onde dava para fugir do calor do meio-dia), íamos para o hotel tirar um cochilo depois do almoço e voltávamos a sair lá pelas 16:00 ou 17:00, assim dava pra ficar acordado até tarde e acordar cedo na manhã seguinte para aproveitar as horas mais amenas.

Então é uma boa ideia pensar em programas que você possa fazer na hora do almoço ou logo depois do almoço, quando o sol está mais quente, e deixar as atividades ao ar livre para mais tarde ou de manhã cedo, quando está mais agradável.

1 hora atrás, EmersonFL disse:

 2) Quando ver os campos de Lavanda? São realmente poucos os dias?

Os campos de lavanda florescem entre final de junho e comecinho de agosto,  final de junho ainda podem estar verdes e não azuis, e final de julho geralmente já estão quase todos colhidos, então na prática você tem menos de 30 dias para vê-los floridos, e tem que ter um timming perfeito, por que se chegar cedo demais, ainda estarão verdes, e se chegar muito tarde, já foram colhidos.

Então é recomendável pegar um tour com alguma agência de viagens, eles costumam saber quais campos já estão floridos e quais já foram colhidos, se sair por conta própria, você corre o risco de rodar o dia todo e só achar campos ainda verdes ou já colhidos.

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    • Por danilobosodre
      Olá pessoal, tudo bem?
      Eu e minha família estaremos viajando para a Europa (será a primeira vez minha e da minha irmã) esta semana.
      Gostaria de saber dicas de restaurantes, baladas, barzinhos e aqueles lugares imperdíveis (seja por garantir fotos incríveis, ou por experiências legais). Segue o nosso roteiro abaixo.
      Ahhh, sabem algum site que divulga a programação local?
       
      12 a 16/10 - Barcelona
      16 a 21/10 - Paris
      22 a 26/10 - Roma
      26 a 30/10 - Madrid
       
      Obrigada! 😃
    • Por castrotrip
      Ola
      Irei viajar para Paris e ficarei 4 dias inteiro
      Montei o cronograma diário se alguém poder verificar e der dicas ou dizer se esta bom
      E poder indicar algum roteiro a noite que seja seguro
      Grato

    • Por CatarinaCSantos
      Olá! ☺️
      Vou partir de São Paulo em 30/09 para um mochilão de 18 dias na Europa.
      Estou com as passagens compradas para conhecer França, Itália e Holanda. 
      Minha dúvida no momento é se eu consigo sobreviver esses 18 dias com R$ 5.000,00 (cerca de 1.000 euros) sem contar as hospedagens.
      Saberiam dizer o custo médio por dia nesses países?
      Estou aceitando dicas dos principais pontos turísticos que eu não posso deixar de conhecer nesse roteiro e que não sejam tão caros.
       
      Obrigada! 😁
    • Por Jackson Lincoln Lopes
      Olá mochileiros! Este é meu segundo relato aqui no fórum. Depois de uma grande aventura pela América do sul de carro, chegou a vez de viajar de avião. Pela primeira vez fui a Europa e posso dizer que superou minhas expectativas.
      Inicialmente a minha ideia era apenas de conhecer a Itália. Não tenho descendência, mas sempre gostei deste país e foi o tiro mais certeiro que poderia fazer. Foi tudo praticamente lindo, perfeito e maravilhoso.
      Li muita coisa aqui no fórum que me ajudou muito. Sou professor, então meu período de férias é no mês de janeiro. Minha maior preocupação na viagem seria a chuva, que muitos diziam cair com abundância neste período nos países europeus. São Pedro, foi muito legal conosco, posso garantir isso a  vocês.

      Cidades que conhecemos na Itália: Roma, Milano, Torino, Monza, Venezia, Bologna, Imola, Firenze e Pisa.
      Paris entrou na viagem meio que de intrometida, mas valeu muito a pena. Estávamos buscando um voo barato do Brasil a Itália e vice versa. Para a volta a passagem mais em conta que encontramos foi a partir de Paris. Então colocamos a cidade francesa em nosso roteiro. E quem não gostaria de conhecer Paris, né?
      Comprei as passagens ainda em abril pelo Decolar.com, sendo que na ida fomos em um voo da Latam saindo de São Paulo para fazer uma escala em Paris e logo pegar um voo da Vueling no dia seguinte para Roma (com troca de aeroporto). A volta seria feita pela Royal Air Maroc (que medoooo) de Paris, com escala em Casablanca (Marrocos) até São Paulo.
      As passagens de ida saíram R$2.350,00 para duas pessoas. Enquanto as passagens de volta saíram por R$2.100,00 para duas pessoas. Totalizando R$4.450,00 para nós dois. Nós dois no caso, eu e minha mulher, Niceia. Acredito que foi um bom preço, pois não estava achando preço menos que R$6.000,00 entre abril e junho.
      Passagens compradas, comecei a definir meu roteiro. A ida seria foi dia 30 de dezembro de 2017 e a volta dia 17 de janeiro de 2018.
      Como sou amante de esportes, meus passeios sempre tem algo ligado a ele. Entre os meus destinos, queria conhecer os autódromos de Ímola e Monza, além de conhecer o Juventus Stadium e assistir um jogo do campeonato italiano, que acabou sendo entre Milan x Crotone.
      Antes da viagem fui acompanhando o aumento do euro e sempre comprava um pouco da moeda. Fiz compras no valor de R$3,87, R$3,90, R$3,95 e lá pelo dia 20 de dezembro acabei pagando R$4,13  na moeda da UE.
      Em todo o relato vou colocar os preços em euro, OK? Para uma fácil conversão em real, a média em que paguei na moeda ficou nos R$4,00 por euro.
      Mas, uma dica. Esqueça que o quanto o real vale. Se não você ficará louco. Eles ganham em euros, por isso o preço parece ser tão absurdo de tudo.
      No relato também não colocarei o que gastamos em compras pessoais. Compramos blusas, camisetas, calças jeans, cachecóis, gorros. GENTE, não comprem as coisas no Brasil. Blusa de frio e acessórios para as mulheres, não compre aqui. Compre lá. São melhores, tem mais opções, as blusas são próprias para o frio e o preço? Na Itália uma maravilha! Em Paris estava mais caro as coisas. Compre tudo na Itália. Mas vale aquela perguntinha: você realmente precisa disso?
       
      Algumas curiosidades que não esperava sobre a Itália e italianos:

      Italianos amam cachorros e bicicletas.
      Italianas (e italianos em uma quantidade menor) fumam e fumam muito. Chega a irritar. Meninas de 13 anos, pareciam chaleiras.
      Muitos monumentos na Itália parecem que vivem em reformas. Atrapalha e muita a paisagem, as fotos. E parece que são obras intermináveis.
      Os trens não atrasam como li muito por aqui. Nem os regionais. Peguei mais de 10 trens e apenas um atrasou (Milano a Torino).
      Italianos são muito receptivos.
      No norte da Itália, em hotéis, comercio e monumentos o inglês é falado com muita frequência. Não esperava isso.
      O transito é caótico em Roma
      Com exceção de Torino que o metro é novo (acredito que foi feito para as Olimpíadas de Inverno de 2006) os vagões são mais velhos que os de SP ou Rio. Mas são muito eficientes e tem a toda hora.
      Na Itália se vê muitos carros da Fiat (claro) e Ford. É normal ver um Masseratti nas ruas das cidades maiores.
      Os italianos  italianas são muito, mas muito elegantes. Se vestem muito bem.
      Sexta, 29 de dezembro de 2017.
      Eu moro no Paraná, então a minha viagem começa antes e termina depois destes dias citados da compra das passagens aéreas. Não encontrei bons preços do Paraná para SP, então acabamos indo de ônibus para São Paulo. Chegamos um dia antes do voo para a Europa e ficamos hospedados no Hotel Íbis Styles da Barra Funda, bem perto do terminal da Barra Funda.
      Conhecemos um pouco da região da Barra Funda, passamos próximo ao Allianz Parque, fomos no hotel Bourbon e também em uma loja da Decathlon ali perto, na marginal tiete.
       

      Ônibus da Viação Garcia - Cabine cama: Tudo de bom! Parece executiva no avião.
      Gastos do dia
      R$198,00 – Passagens Londrina/SP – viação Garcia.
      R$120,00 – Alimentação
      R$177,00 – Íbis Styles Barra Funda
      R$9,00 – Uber.
      Total do dia: R$504,00.
      Sábado, 30 de dezembro de 2017.
      Depois de sete meses de espera de quando compramos as passagens e organizando a viagem, finalmente chegou o dia mais esperado de todos. Já era nosso 10º dia de férias, no entanto como teve Natal e a organização das malas. Passou rapidinhos essa fase pré viagem. Levamos três malas. Duas de mão e uma grande para despacho. Inicialmente, essa mala grande a ser despachada era para trazer vinhos. Claro que ela já foi com varias coisas, tripé (quase inútil), tênis, sapato (inútil), blusas e algumas guloseimas.
      Como sou cliente Accor Hotels (aconselho muito a todos serem, é de graça mesmo) pude fazer o later chek-out, então saímos do hotel próximo das 17h00 (horário limite para deixar o hotel) e pegamos um Uber até Guarulhos.
      Chegamos e logo despachamos a mala e já fomos para a sala de embarque. Passamos pela polícia e tudo mais. Só esperando o voo JJ8108 da Latam.

      O apertadíssimo B777 da Latam.
      Exatamente uma hora antes do voo começou o procedimento de embarque, às 21h35.
      Entramos no B777 e partimos rumo a Europa.
      Gastos do dia:
      R$45,00 – Alimentação
      R$58,00 – Uber.
      Total: R$103,00.
      Domingo, 31 de dezembro de 2017.
      Andei poucas vezes de avião no Brasil, mais ou menos uns 4 ou 5 destinos. Sempre voos de no máximo duas horas. Já imaginava que seria um porre o voo. Mas não esperava que seria tanto. Este avião B777 é uma das piores aeronaves que já voei, certamente a pior. Imagine ficar nesta posição por quase 12 horas. Felizmente, a pessoa que sentaria ao nosso lado não foi. Então tínhamos 3 assentos para duas pessoas. É de se comemorar muito. Os comissários da Latam foram legais, mas você sente um arzinho de superioridade neles. Chegamos em Paris exatamente as 12h50 como o programado.
      Um adendo aqui: quando comprei as passagens tinha a decolar deu a opção de realizar a continuação do voo para Roma no mesmo dia, as 21h30 (horário de Paris), mas como eu estava morrendo de medo de não dar tempo, preferi ir no outro dia cedinho, as 06h20 para Roma. Um erro gigantesco que cometi. Mas repito, a minha inexperiência causou isso. Eu pensava que 9 horas não era o suficiente para fazer a troca de aeroporto e tal. Tinha que ir do Charles de Gaulle para Orly. Fiz este trajeto em pouco menos de 3 horas, somando o tempo desde que o avião pousou, passando pela imigração (super tranquila, só pediram a passagem de volta, nem seguro, nem valor, nem comprovante de hotéis ou passeios, apenas o bilhete de volta) e depois para pegar as bagagens, que demorou um pouco. Inicialmente eu iria do CDG para Orly com um transfer do França entre amigos na casa dos 80 euros, mas li sobre o Le Bus Direct no conexão Paris, então resolvi arriscar, já que teria tempo caso desse algo errado. Paguei metade do valor do transfer no Le Bus Direct.

      Em Orly, às 4 da manhã esperando o busão que liga os terminais sud e ouest.
      Ficamos hospedados no Íbis Budget Orly (com atendimento em espanhol, inglês e francês, claro), ao lado do aeroporto de Orly no terminal Sud. Fizemos o check-in próximo das 15h30. Estávamos a praticamente 24 horas sem tomar banho. Então la se foi a primeira ducha em solo europeu. Nesse finalzinho de tarde começou a chuviscar, nada demais. Um friozinho de 5º, bem diferente dos 35º que estava no norte do Paraná. Eu queria saber onde era a Vueling no terminal Ouest em Orly, então, fomos em busca de desbravar o aeroporto. Entre 03:30 e 23h35 tem um ônibus que liga os dois terminais: sud e ouest. O ônibus é gratuito e faz cinco paradas entre um terminal e outro, pois ele vai parando nos estacionamentos ao longo dos terminais. Voltamos para o hotel próximo das 20h00 e fomos jantar no Íbis Orly, vizinho ao Íbis que estávamos, pois lá não tinha jantar.
      Por recomendação do Adriano aqui do mochileiros.com eu fiz essa reserva no hotel para poder dormir antes da viagem de fato se iniciar, pois no voo como muitos dizem e pude comprovar, é quase impossível dormir. Você tira cochilos, mas sono de qualidade esquece. Criança gritando, gente se esbarrando, servido de bordo, turbulências... sem chance dormir. Claro que a ansiedade aliada ao fuso horário e a virada de ano, foi difícil dormir. Mas foi possível repousar o corpo.
      Gastos do dia:
      €42,00 – Le Bus Direct (CDG – Orly) – Cartão de crédito.
      €29,00 – Jantar no Íbis Orly – Dinheiro
      €46,58 – Íbis Budget Orly Airport – Comprado no Brasil.
      Total: €117,58.
      Segunda, 01 de janeiro de 2018. Dia 1
      Após tanta espera, vamos a Roma! Claro que sem um perrengue não poderia faltar. Comprei as passagens todas com duas bagagens despachadas de 32 kg por passageiros. Eu já sentia que teria problemas com isso, então no mês de outubro do ano passado enviei emails para o decolar.com sobre isso: o voo da Latam e depois a continuação com a Vueling. A resposta que tive do decolar.com naquela época é de que caso acontecesse qualquer coisa guardasse os comprovantes. Pois bem, aconteceu. Eles afirmaram que não tinha direito a mala despachada pois minha tarifa era a basic e tals que não dá direito a bagagem despachada: resultado? Paguei €40 para despachar uma mala. Lei de Newton? Sempre tem um pior né? Pois é, uma mãe e filha brasileira compraram a mesma passagem que eu, mas elas tinha 4 malas a serem despachada... multipliquem os €40 x 4...
      Mas, é claro que isso não me tirou nenhum pouco do sério, pois eu tinha todos os emails salvos do decolar.com, além dos comprovantes da venda deles e do pagamento que fiz lá na hora. Deixa isso pra depois, por bem ou por mal, eu recupero isso. Na pior das hipóteses na justiça ganho fácil.
      O avião decolou exatamente as 06h20 e chegamos as 08h15 em Fiumicino.

      Loja da Vodafone em Fiumicino

      Meus planos eram pegar as malas e partir rumo ao centro para aproveitar cada momento em Roma, pois eu teria menos 75 horas na cidade. Errei feio no planejamento nesta parte. Roma merece no mínimo 5 dias. NUNCA vá para ROMA e fique menos de 5 dias. É sério. Se você não ficar pelo menos 5 dias, vai ter que voltar lá. E eu farei isso com certeza. É tudo de bom Roma.
      Comprei o RomaPass pela internet no inicio de dezembro e escolhi tirá-lo no aeroporto para não perder tanto tempo. Segundo perrengue do dia. As 9 da manhã já estávamos com tudo nas mãos, prontos para ir ao centro. Fomos pegar o RomaPass e uma maldita plaquinha na porta do escritório deles: Giorno 1/1 a partire le 11:00. FDP! Perdemos duas horas em Roma. Logo em Roma? Onde já seria corrido. Eu com medo de não poder tirar no centro da cidade por ter escolhido ali, não queria ir. Perguntei para as pessoas (com meu super italiano) mas ninguém sabia de nada. Só ali mesmo. Resolvi esperar então né. Do que correr o risco de ter que voltar ali. Enquanto isso comemos nosso primeiro corneto italiano. O tempo não passava. Próximo do café tinha uma loja da Tim e uma da Vodafone. Tim eu não queria nem pintado de ouro, pois ela me deixa na mão todo instante aqui no Paraná. Pois bem, pensava que gastaria uns 30 euros no chip. Saiu por €55. A sensação de ser assaltado foi instantânea 3 coisas inesperadas em menos de 3 horas: a mala despachada paga, esperar o RomaPass e o valor do chip. Sabe quando você pensa “Putz, vai dar tudo errado nessa viagem!”? pois bem, pensei isso. Mas, felizmente os problemas ficaram por aí. Aí quando cheguei fazia aquela conta maldita de multiplicar um euro por 4 reais e pensava toda hora em quanto esse chip custou... faça as contas. É de doer o bolso, a alma, o coração. Mas eu sabia que seria necessário. E foi. Este plano da Vodafone era de 30GB para 28 dias. Nesses €55 entrava o chip (físico), o plano de 30GB e a ativação do chip. No aeroporto tinha wifi grátis.
      Pois bem. O tempo passava lentamente e depois abriu o escritório para retirar o RomaPass, logo encontrei os primeiros brasileiros ali. Nosso RomaPass era de 72 horas.
      ROMA, prima fermata!
      Contrariando muitos, eu optei por não ficar no centro da cidade. Confesso que estava com medo. Mas arrisquei e fiz um golaço modéstia a parte. Chegamos no hotel próximo das 13h00. Não peguei o Leonardo Express. Peguei o trem para Tiburtina que era mais em conta e o hotel ficava próximo da estação Tiburtina. Como era dia primeiro e feriado, já imaginava que tudo estaria fechado. Levamos as guloseimas e as detonamos. Só foi tomar um banho rapidão e cair fora para aproveitar Roma.
       

      Hotel Delle Province - Pensa em um atendimento e um café da manhã maravilhoso!
       

      Bairro do Hotel

      A distancia do metro ao hotel era de 600 metros – estação Bologna. Mais três estações estávamos em Termini. Logo fizemos a baldeação para outra linha e saímos no metro Republica. Aí sim começamos a andar a pé. Os primeiros quilômetros de centenas nesta viagem. Sim, centenas. Acredito que a média a pé nossa em km era superior a 10 por dia.
      Tinha um pequeno roteiro que não consegui seguir e “começamos a nos perder” nas maravilhosas ruas e becos de Roma. A cada esquina uma surpresa. A alegria por estar lá era gigante. Sol e garoa ao mesmo tempo. Estava friozinho, mas fazia calor de tanta emoção por estar na cidade eterna.

      Primeira foto em Roma com nossa máquina fotográfica: Piazza Repubblica.
      Da piazza Repubblica fomos em direção a piazza Barberini e logo depois ao monumento colona de Marco Aurelio. Estávamos bem pertinho da Fontana de Trevi e levamos um susto com a quantidade de gente. Por ser baixa temporada e feriado do dia primeiro, sabia que teria muita gente, mas não tanta. Entramos em algumas igrejas próximas e fomos em direção a piazza di Spagna. Começou a chuviscar e surgiram vendedores de guarda chuvas de todos os lados.

      Fontana di Trevi lotada!
      Andamos e andamos mais, a fome bateu. Não tínhamos almoçado, só comido as guloseimas. Vimos vários cardápios do lado de fora, mas resolvemos parar no restaurant pizzeria Cesar. Ficava há duas quadras do Vitorio Emanuelle, mas nessa altura eu já estava andando de qualquer jeito e deixei Google maps de lado.
      Logo no primeiro dia, o meu prato não poderia ser outro: pizza.

      Ristorante e pizzeria Cesar: Primeira refeição em pra valer em solo italiano.
      Já passava das 21h00. Estávamos meio que perdidos mesmo sem o maps, então, utilizei o maps para chegar ao metro e ir ao hotel. Quando vimos que o Coliseu estava perto, não tivemos duvidas. Fomos para lá. Quando saímos da estação do Coliseu, vimos a quantidade de gente que tinha na rua. Parecia altíssima temporada. Todo mundo tirando fotos e na rua que levava até o monumento Vittorio Emanuelle. Depois de uns 30 minutos tirando fotos e admirando o Coliseu fomos ao Vitorio. Lá mais um tempo deste. Voltamos pela mesma rua e pegamos o metro na frente do Coliseu para ir ao nosso hotel, a estação Bologna era da mesma linha do Coliseu. Então, chegamos no hotel as 23h30.
       

      Coliseu a noite.
       

      Monumento a Vitorio Emanuelle.
      Cheguei no hotel, estava bem cansado mas ainda deu tempo de fazer aquela reclamação no reclameaqui.com sobre o decolar.com, vueling e Latam.
      Gastos do dia:
      €40,00 – Despacho de bagagem Vueling Airlines – Dinheiro.
      €77,00 – RomaPass – Comprado no Brasil.
      €55,00 – Chip Vodafone – Dinheiro.
      €16,00 – Trenitalia (Fiumicino – Tiburtina) – Dinheiro.
      €213,00 - Hospedagem - (com o sogiorno €36)
      €  5,00 – Lanche/Água – Dinheiro.
      €30,50 – Jantar – Dinheiro.
      €  5,00 – Água/Salgadinho – Dinheiro.
      Total: €441,50
      Terça-feira, 02 de janeiro de 2018. Dia 2
      Acordamos bem cedo, tipo 06h30. Fomos surpreendidos com a qualidade excepcional do café da manhã do Hotel Delle Province. Vou deixar as fotos falarem por si.
      Nossa primeira parada era o Coliseu novamente. Mas agora, entrando nele. Não apenas fotos pelo lado de fora.
      A fila para quem não comprou o ingresso era grande, não gigante. Grande apenas.
      Nós, que tínhamos o RomaPass passávamos direto, não demorou nem 5 minutos para estar na frente do coliseu e já estar lá dentro, passando por todas as revistas, validar o ticket, essas coisas.
      Falar sobre o coliseu não é necessário. Fomos abençoados com um dia maravilhoso e as fotos ficaram legais.

      Nenhuma nuvem no céu. Ótimo dia para visitar o Coliseu.
       

      O famoso Arco de Constantino nos arredores do Coliseu.
      Do coliseu para o Palatino e Forum Romano. Chegamos as 08h30 no primeiro destino e saímos as 12h00. Andamos feito loucos por tudo que é lado. E ainda acredito que não fomos em todos os cantinhos. Mas andamos sem parar no Forum Romano. Determinado momento o chip do celular não funcionava mais porque recebi mensagens que estava sem crédito. Eu ainda estava puto com o valor que paguei no chip (funcionando e tal), imagina sem funcionar. Estava muito de cara.
      Depois dali, saímos próximo ao monumento Vitorio Emanuelle. Entramos lá e ficamos mais algum tempo, fotos vai e vem. E eu louco querendo ter o Google maps e internet para se localizar e otimizar o tempo né. Afinal, deixei poucos dias para Roma. Dali, saímos em direção a Via del Corso e logo nos primeiros 200 metros encontrei uma loja da Vodafone. Entrei e gastei todo meu italiano. O rapaz ficou uns 10 minutos mexendo e já estava nervoso também, afinal, não ia ganhar nada e estava perdendo tempo. Até que ele achou as configurações e mudou umas coisas da Tim Brasil para a Vodafone Itália. Internet funcionando a todo vapor.  Continuamos na rua com as lojas de grifes e outras com preços bons e já fizemos as primeiras compras. O frio também exigia isso. Embora a tarde, estava na casa dos 14º C. a noite viria o frio com tudo.
       

      Vista de 180º do fórum romano.

      No final da via del Corso demos de cara com a piazza del popolo. Olhamos a entrada da Villa Borghese. Ainda tínhamos uma atração do RomaPass a usar, pois só tínhamos ido no Coliseu. Como a Galleria Borghese necessiatva ade ligar para reserva, estávamos em duvida no Musei Capitollino ou Galleria Borghesse no outro dia. Mas como tínhamos o Vaticano no dia seguinte, iria ficar pesado duas atrações parecidas. Pensamos no Capitollino.
      A fome batia, mas a vontade de bater perna era maior, até que indo em direção a piazza Navona, resolvemos almoçar, isso lá pelas 15h00.

      Piazza di Spagna. Bastante escadarias.
      Depois de almoçar, estávamos bem próximos da Piazza Navona e do Pantheon, fomos na praça primeiro. Lá tinha bastante pessoas e estava bem movimentado. Algumas fotos depois, fomos ao Pantheon, onde tinha mais gente. Começava a esfriar bem e a luz solar ameaçava ir embora. Já eram quase 17h. resolvemos andar mais e fomos em direção a corte suprema e a ponte Umberto I. de lá, resolvemos andar pelo parque Adriano. Já era mais ou menos umas 17h30 e avistamos o de Sant’Angelo e vi que poderia entrar com o RomaPass. Pensei e falei para a Niceia, vamos? Vai ser diferente! E foi. La na hora eram 12 euros para entrar se não me engano.
       

      No Castel Sant'Angelo - com vista para a cidade/Basílica de San Pietro.

      O passeio no Castelo durou mais ou menos uns 70 minutos. É escada pra caramba e boas rampas, mas também sobe até o topo dele. Valeu a pena porque tínhamos o RomaPass. Se não, não teríamos entrado. A atração fecha as 19h30. Saímos de lá próximo das 19h.
      Iríamos jantar no McDonald’s, pois ainda estávamos um pouco cheio do almoço. Sempre levamos na bolsa, o salgadinho San Marco, uma espécie de Elma Chips deles lá. O de batata com sabor de extrato de tomate é o melhor. Mas os McDonalds é tudo automatizado e só no cartão de crédito, não estava afim de usá-lo e pagar IOF.
      Voltamos pela Fontana de Trevi (mais uma vez) e lotada só para variar. Compramos nosso primeiro gelato na Itália na sorveteria Melograno, o melhor sorvete que encontramos em Roma. Minha mulher disse que foi o melhor da Itália. Eu ainda fico com da sorveteria Venchi. Não jantamos. Fomos embora e compramos um vinho na frente do nosso hotel, com salames e queijos. Estávamos comendo às 21h mais ou menos. Dormimos às 23h.
      Gastos do dia:
      €30,50 – Almoço – Dinheiro.
      €10,00 – Sorvete – Dinheiro.
      €11,00 – Mercado – Dinheiro.
      Total: €51,50
      Quarta-feira, 03 de janeiro de 2018. Dia 3
      Neste dia acordamos as 06h30 mais uma vez. Dia de conhecer o Vaticano. Depois do belíssimo café do Hotel Delle Province (insisto em falar, muito bom, quase um almoço) pegamos o metro e após fazer a troca da linha B (azul) pela linha A (vermelha) descemos na estação Ottaviano, até o momento estava calmo. De repente começou a brotar gente em direção ao Vaticano. Nem precisava olhar o Google maps, era só seguir o fluxo e os chineses. A fila no Vaticano era imensa. Nosso bilhete era o da visitação das 9h00. Chegamos lá 08h50. Em cima da hora. Quase ninguém na fila de quem comprou pela internet. Pagamos 4 euros a mais por pessoa para furar fila e mais 7 euros no áudio guia. NUNCA, nunquinha e em hipótese alguma você deve comprar os áudio guias, a não ser que você seja fanático pelas informações. Se você for apertar todos os códigos das obras, você sairá do museu só na outra semana. Jogamos 14 euros fora nesses áudio guias. Escutamos umas 10 coisas e olhe lá. Além de carregar no pescoço. Não sou católico, nem evangélico e de nenhuma outra religião. Acredito em Deus. Resolvi ir ao vaticano, pois é um passeio clichê e com familiares religiosos, já viram né. Tem obras lindíssimas e tal. A capela sistina não é nada outro planeta. Se você não faz questão de passar por lá, não vá. Mas, é aquela, foi em Roma e não foi no Vaticano. Eu sabia que seria meio xarope, mas não sabia que seria tanto.

      Fila do lado de fora do Vaticano para comprar ingressos. Compre pela internet e não se arrependerá?
       

      Dentro do Vaticano lugarzinho especial que o Papa Francisco fez. Adorei!
      Ficamos lá das 09h00 até as 11h00. Eu sinceramente não aguentava mais. Minha mulher e eu estávamos cansados e ela queria comprar um casado, pois iria começar os “Saldi” no dia seguinte. Queríamos conhecer a Basilica de San Pietro, mas havia uma fila monstruosa em caracol. Deveria ter no mínimo umas 2 mil pessoas naquela fila que fazia a volta naquele famoso e grande circulo do pátio do Vaticano onde são celebradas as missas. Tiramos umas fotos e fomos embora. Neste local, foi onde mais vimos pessoas pedindo esmolas e ajudas em Roma. Mas nada de pessoas chatas ou mal encaradas.
      Saímos de lá e fomos para o hotel, descansar um pouco. Acredite, anda e anda muito lá dentro Vaticano. Calculo que percorremos uns 2km lá dentro em corredores, escadas e jardins. Mais 3,5km do Vaticano até a estação Barberini. E mais uns 600 metros do metro até o hotel. Pode por 6km só na parte da manhã.
      Aí, conhecemos de vez a via del Corso. A Zara, a Kiko, Celio, Alcott. Lojas excelentes e com preços melhores ainda. Compramos casacos que não tem no Brasil. Cachecóis e outras coisas. Lá se foram euros que levamos separados do valor da viagem.
      Chegamos no hotel as 14h. logo saímos para almoçar e conhecer a vizinha do bairro do hotel. Já era tarde, mais ou menos 15h. Algumas coisas fechando, quando passamos em frente uma portinha, chamado Il Tunel ristorante e pizzeria. Pensa em um lugar massa e deve ser bem tradicional e bem a cara de Roma fora do centro. Muito legal, atendimento mil. Nos ajudaram a escolher o vinho. Todos que trabalhavam no local eram mais velhos, e tinha duas pessoas que devem bater o ponto lá todos os dias comendo, pois estavam no maior dos papos.

      Ristorante e pizzeria Il Tunel: lasagna bolognesa e spaghetti carbonara.
      Saímos dali e tínhamos duas missões ainda. Ir no Pantheon, pois no dia anterior estava lotado e também tirar fotos legais em Trevi, mas na Fontana sempre lotado. Minha mulher queria porque queria tirar fotos lá, então, ela armou o plano de acordarmos 5 da manhã na quinta, para ir a Fontana la pelas 6h, voltar ao hotel e ainda tomar café.
       

      Pantheon. Gratuidade está acabando.

      Conseguimos a Trevi só para nós! Também né, acordando as 5 da manhã (quinta pela manhã).
      Fomos ao Pantheon e claro, andar, andar, andar... Não sei se era por estar a noite, mas esperava um pouco mais do Pantheon. Vale lembrar que a partir de maio, será cobrado uma taxa de 2 euros para entrar no Pantheon. Até lá, é gratuito. Andamos mais um pouco e não jantamos de novo, apenas o sorvete. Comemos no hotel, pois tínhamos muitas coisas ainda a comer. Mas, sem vinho esta noite.
      Gastos do dia:
      €56,00 – Vaticano – Comprado no Brasil.
      €27,50 – Almoço – Dinheiro.
      €10,00 – Sorvete – Dinheiro.
      Total: €93,50.
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