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Galera, estou planejando essa trip com meu irmão em julho/19. Viagem o mais econômica possível. Estou com uma barrada para 5 pessoas e por enquanto somos só nós dois. Vamos ficar em camping que custa R$30,00 a diária. O almoço temos a média de R$30,00 em pensão (o guia nos adiantou essas informações, indicou onde podemos comer em cada dia). Vamos levar fogão para não gastar muito com comida. Montamos uns roteiros e estamos pesquisando os que precisamos de guia ou não. O guia cobra em média R$40,00 por pessoa. Vamos alugar um carro em Brasília e partir para Goiás com mais ou menos 2h de viagem. O aluguel do carro fica mais ou menos R$150,00 por pessoa. O guia também nos informou os valores de entrada para algumas cachoeiras (Média de R$50,00). 

Alguém anima? Vamos partir de avião do RJ :)

Abaixo o roteiro resumido:

Dia 1: Cachoeira Loquinhas e Cristais / Dia 02: Cachoeira do Segredo / Dia 03: Catarata dos Couros / Dia 04: Cachoeira de Santa Bárbara, Cachoeira da Capivara e Candaru / Dia 05: Vale da Lua, Cachoeira do Abismo e Mirante da Janela / Dia 07: Complexo dos Macaquinhos / Dia 08: Bocaina do Farias / Dia 09: Simão Correia  / Dia 10: Complexo do Rei do Prata
Dia 11: Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (Saltos 120 metros e 80 metros, Carrossel e Corredeiras) / Dia 12: Canyons l e ll e Cachoeira Carioquinhas.
 

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Estou com interesse de ir nesta data também, só não me organizei na quantidade de dias...

Estarei fazendo work exchange (worldpackers) mochilão e tals! 

qualquer ideia chama ae ou no instagram @offleo 

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Olá!! Ja tenho passagens compradas pro dia 9/07, tb esrou procuranso alguem pra rachar o aluguel do carro desde Brasília. Volto pra SP dia 16/07, te ajuda?

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Já estou com passagens compradas!!

Dia 30/06 até 06/07 na Chapada.
Vou contratar um Guia para fazer passeio noturno para fazer Astrofotografia (fotos do céu estrelado) longe do vilarejo.

O guia falou que vai montar um roteiro de pelo menos 2 locais diferentes para me levar pra fotografar, um dos locais é um mirante a 1670m de altitude, segundo ele o local mais alto da chapada.

O guia me cobrou R$250 pelo passeio. Se alguém estiver na região nessa época e tiver interesse em participar do passeio para rachar os gastos assim como rachar as emoções, avisa!

Para quem nunca viu ou não conhece Astrofotografia, entra no meu Insta que vc vai ver algumas fotos: @leofroesft

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Fui em setembro do ano passado! 

Rola barganha lá e em alguns casos, você consegue descontos nas entradas das Cachoeiras (Loquinhas consegui por R$ 20,00. Era R$ 30,00). 

Comida, dependendo do roteiro, você só janta, praticamente rs. 

Se for ficar em Alto Paraíso, Loquinhas é bem próxima (não fiz Cristais) então é bem capaz que consiga fazer alguma outra atração além dessas duas. 

Qualquer coisa me manda um zap que vamos trocando informações: 27 9 9978 4443

Abraços!

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    • Por Tadeu Pereira
      Trilha das Sete Praias - Ubatuba - SP 
      Praias: Lagoinha, Oeste, Peres, Bonete, Grande do Bonete, Deserta, Cedro, Fortaleza.
      Dificuldade: Fácil
      Distância: 8,9 km
      Salve salve mochileiros!
      Segue o relato desta trilha fantástica situada na região de Ubatuba, litoral Norte de São Paulo onde iniciamos na Praia da Lagoinha que fica a aproximadamente 29 Km do centro da cidade e finalizamos na praia da Fortaleza 27 Km do centro de Ubatuba. A trilha é de nível fácil com poucos lugares de subida e com belas paisagens. Todas as praias contém água potável em nascentes que ficam no início das praias e existem alguns bares nas praias porém como fomos em baixa temporadas a maioria estava fechada.
       
      Partida - 06/06/19 - Ida 12:30pm - São Paulo x Caraguatatuba -> BlablaCar R$38,00 - Caraguatatuba x  Praia da Lagoinha-> Ônibus R$3,80
           Partimos do terminal rodoviário do Tietê em São Paulo Capital de onde combinamos com o motorista do aplicativo BlablaCar para sairmos ao 12:30pm. Saímos no horário marcado e fomos em 5 pessoas no carro, pois já havia uma pessoa fazendo o trajeto também. Viagem tranquila e segura de duas horas e meia de duração até chegarmos a Caraguatatuba já no litoral onde descemos na rodoviária e lá mesmo pegamos um ônibus do transporte público com sentido a Ubatuba e depois de aproximadamente 35 minutos descemos no ponto próximo ao supermercado Garotão. O ponto de ônibus fica na praia da Lagoinha e é onde se inicia a trilha das sete praias. Após descer no ponto é só caminhar poucos metros até a entrada do condomínio mais a frente e se informar com algum dos seguranças da entrada do condomínio onde fica a entrada da trilha que eles já estão acostumados a informar as pessoas que querem fazer a trilha.    

           A trilha fica do lado esquerdo da praia da Lagoinha logo após um rio que corta a praia desaguando no mar, mas como chegamos com a maré já alta não conseguimos caminhar pela praia e atravessar o rio para começar a trilha. Com ajuda de um haitiano que encontramos na praia, o simpático Jean Pierre, nos informou onde seria o começo da trilha dando a volta para iniciar na entrada de um condomínio. Nos informou também onde teria um mercado mais próximo, o Mercado Garotão. Como entramos na praia não sabíamos da situação da maré cheia impossibilitando a travessia, então com a ajuda do haitiano conseguimos voltar e passar no mercado  para comprarmos algumas coisas para passar a primeira noite e começar a trilha.
        
            Iniciamos a trilha já quase anoitecendo por volta de umas 17:00pm. Saímos do mercado e bem de frente atravessando a rodovia já se vê a entrada do condomínio Recanto da Lagoinha onde caminhamos poucos metros e logo após a guarita da entrada viramos na primeira rua a direita, a Rua Sabiá e caminhamos até uma outra guarita onde se inicia a trilha em uma entrada a esquerda que contém uma placa de área de preservação ambiental ao lado de uma cerca do próprio condomínio. 



           Como a claridade estava ficando cada vez menor, passamos pela Praia do Oeste no escuro e caminhamos até a segunda praia, a Praia do Peres onde foi o nosso primeiro camping. Armamos acampamento já no escuro em um pier de pescadores que contém um gramado e um grande barracão de frente para o mar. Conversando com alguns pescadores que ali estavam fomos informados que logo de manhã um senhor que cuidava do local iria nos expulsar dali. Pensamos em caminhar mais adiante na terceira praia mas decidimos ficar e acampar por ali mesmo e apostar que o senhor não nos dê uma bronca muito grande de manhã por termos acampado ali rs. 




        
          

            Acordamos por volta das 8:00am e quando estava saindo da barraca para lavar o rosto em uma queda de água doce próximo dali lá estava o senhorzinho que nos informaram que iria ficar zangado por causa das nossas barracas. Resolvi dar bom dia pra quebrar o gelo mas não obtive sucesso. Então acordamos fizemos um café rápido no fogareiro a gás desmontamos nossas barracas e seguimos para a próxima praia da trilha, a Praia do Bonete ou Bonetinho como é chamada pelos locais.






       


       
         
           Ficamos um dia na Praia do Bonete, havia uma bica com água potável geladinha localizada no começo da praia. A praia do Bonete tem areias claras e águas cristalinas muito convidativa a um belo banho de mar. Armamos nossas barracas bem no meio da praia em um banco de areia mais alta debaixo de algumas árvores. Nesta praia havia algumas placas proibindo a entrada e camping pois a área seria propriedade particular. Decidimos acampar na praia mesmo e não entramos mais a dentro da mata.


            Acordamos por volta das 8:00am e desmontamos rápido as barracas, tomamos um belo café da manhã a beira mar e ficamos um tempo contemplando a praia até partirmos para a próxima praia, a Praia Grande do Bonete. Caminhamos até a ponta da praia onde existe uma placa amarela com informações aos turistas. Iniciamos a trilha e alguns minutos depois já tínhamos um lindo visual da Praia Grande do Bonete. A trilha levou uns 15 a 20 minutos e logo estávamos na Praia Grande do Bonete. 
        




           Chegamos e logo vimos que bem no começo da praia havia uma bica de água potável geladinha. Caminhamos um pouco e decidimos acampar quase que no começo da praia mesmo, do lado que não tem casas na beira da praia. Armamos nossas barracas na praia debaixo de algumas árvores e de frente para o mar. Fizemos uma fogueira para o almoço e janta e ficamos neste local por três dias.
       


            No primeiro dia conseguimos finalmente entrar no mar, conseguimos também tomar banho em um bolsão de água doce que tem atrás das pedras no começo da trilha e fizemos um belo jantar vegano pra fechar o dia com chave de ouro.  

           No segunda dia acordamos um pouco mais tarde, colocamos as barracas pra tomar um pouco de sol, tomamos um belo café e fomos caminhar até a outra ponta da praia que olhando de longe parecia que tinha um movimento de pessoas por la. Caminhamos até lá e descobrimos que havia alguns bares abertos onde tomamos uma bela de uma gelada e carregamos nossos telefones. Retornamos ao camping e pegamos duas mochilas vazias e dois de nós retornamos a trilha até o Mercado Garotão para comprar umas geladas e alguns petiscos. Fomos e voltamos em menos de duas horas e passamos o dia neste paraíso. 

       


           No terceiro dia na Praia Grande do Bonete acordamos por volta das 9:00am, tomamos café, entramos nas águas geladas daquele mar lindo de águas cristalinas iluminado por um lindo sol que contrastava com o céu inteiramente azul. Logo depois, dois de nós como combinado anteriormente, retornaram a trilha até o ponto de ônibus para aguardar mais um integrante da nossa trupe. E como iríamos passar perto do mercado já aproveitamos e compramos algumas bebidinhas, petiscos, um bom repelente, que foi para não faltar mais nada até o final da trilha. Recomendo o repelente de creme, pois o de spray não faz efeito nenhum para os mosquitos de lá hahahaha. Compramos um óleo ou essência de citronela que seria de colocar em lampiões para espantar o mosquito, mas ao invés de colocarmos em lampiões nós colocamos no nosso próprio corpo e deu muito certo ahuahauha!  
       

           Este dia foi um dos mais divertidos, com mais um integrante fizemos um grande rango, bebemos algumas cervejas, bebemos algumas biritas e tomamos também o único, o verdadeiro, o legítimo, o melhor de todos, the best, o Drink do Gato. Um drink elaborado por um dos integrantes da trupe e que se tornou o sucesso durante toda trilha ahahuahuauah inclusive para alguns caiçaras. Mais informações só chamar que posso passar os ingredientes e a forma secreta de se fazer. Poucos conseguem tomar! Drink do gato! Pra vocÊ aprender! kkkkkkkkkkkkkkkkkk Não conseguimos imagens do drink pois as condições não eram favoráveis no momento após a ingestão do mesmo kkkkkkk. Ha alguns rumores de que alguns dos integrantes corriam loucamente na noite em direção do mar tentando loucamente se banhar nas águas "quentes" da praia hahauahuahua iluminado por uma lua fantástica. O integrante ainda tentava persuadir os outros a entrarem no mar com dizeres: "Gente vemmmm, ta quentinha, a água ta quentinha! Vemmmm gente! Uhuuuullll!" Hauhauhuhuah Foi sensacional!     --> Drink do gato! Pra você aprender! kkkk 


           Acordamos e mantemos o protocolo. Barracas ao sol, acender a fogueira, café forte pra acordar, ficamos algumas horas por ali aproveitando o lindo sol que fazia no dia, tomamos um belo banho de mar e logo partimos para próxima praia. A trilha fica no final da praia em um muro de pedras com algumas placas indicando o lado correto. Foi umas das partes um pouco pesadas desta trilha, talvez por causa do peso que estávamos levando, em alguns lugares a trilha se tornava um pouco ingrime dificultando um pouco nosso ritmo. Em alguns trechos também se abriam clareiras mostrando um lindo visual.  
       

        
       
       
       
          A próxima praia que nos aguardava na verdade seriam duas em uma.  A Praia Deserta fica junto com a Praia do Cedro e são divididas por algumas pedras, mas muito fácil de se atravessar por elas. Ou pra quem não gosta de se aventurar em pedras, existe uma trilha que passa por de trás delas muito rápida e segura também. 











       



            Armamos nossas barracas na primeira praia, a Praia Deserta. Ficamos bem de frente para o mar do lado da placa da trilha das sete praias. O lugar é cheio de árvores e tem ótimas áreas para camping selvagem e proibido, como diz nas placas que encontramos novamente na praia. Acredito que não tivemos problemas com isso por causa da baixa temporada, pois a trilha é muito movimentada na alta temporada e a fiscalização talvez seja mais rigorosa. 
          










           Ficamos por dois dias nestas praias, a segunda praia, a Praia do Cedro contém uma área de camping e um bar que ambos estavam fechados por causa da baixa temporada. Existe também uma bica d'água encanada bastante gelada que tanto usamos para tomar banho quanto para beber. A praia é pequena mas encantadora pela beleza.  



           Após dois dias fantásticos nessas praias infelizmente com muita tristeza que caminhamos para a última praia da trilha. Desmontamos nossas barracas, retiramos todo o lixo, fizemos um café forte, arrumamos as mochilas e partimos para Praia da Fortaleza. Mas antes ainda tinha mais um lugar muito lindo pra conhecer, o Pontão da Fortaleza. Um lugar surreal e único que fica um pouco antes de chegar na praia da Fortaleza virando a esquerda na própria trilha.


          












           Chegamos por volta das 16:00am no Pontão da Fortaleza com um tempo de trilha de aproximadamente uma hora por causa do peso das mochilas, pois em alguns trechos da trilha o caminho se torna um pouco mais ingrime dificultando um pouco a trilha. Ficamos no Pontão por quase duas horas contemplando a beleza do lugar. Até cogitamos acampar por la mesmo, mas acabamos decidindo retornar a trilha e finalizar a Trilha das Sete Praias na Praia da Fortaleza.
       
           Andamos por alguns minutos nas areias da praia até entrarmos em umas das ruas onde se vê uma igreja. Caminhamos nesta rua e na bifurcação viramos a esquerda e caminhamos até o bar do Zé Mineiro onde fechamos nossa trilha e nosso dia com uma bela cerveja gelada.
      Retorno - 12/06/19 - Retorno 13:30pm - São Paulo x Caraguatatuba -> BlablaCar R$40,00 - Praia da Fortaleza x Praia da Sununga-> Ônibus R$3,80
           Na própria praia da Fortaleza existe um ponto de ônibus indo tanto para Ubatuba quanto para Caraguatatuba. Aguardamos por alguns minutos e pegamos um ônibus sentido Ubatuba pelo valor de R$3,80 e descemos no ponto dos postos de gasolina. Este é o ponto mais próximo da praia da Sununga e da Praia do Lázaro. Ficamos por lá mais quatro dias no Camping Sununga e depois encontramos um BlablaCar por R$40,00 pra cada que nos levou até São Paulo e finalizamos assim mais um Mochilão pelo litoral norte de São Paulo. 
      Vlw Mochileiros! Gratidão.  ❤️ 
       
       
      Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp
      Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
        
    • Por Lauracarsou
      Alguém conhece algum lugar bonito onde dê para acampar em Goiás, ou que tenha hospedagem barata? Gostaria de lugares com cachoeiras etc.
    • Por Anderson Paz
      Viagem feita na segunda-feira de Carnaval, 16 de fevereiro de 2015.
       
      Terra Ronca
      O Parque Estadual da Terra Ronca, situado no nordeste de Goiás, abrange uma área de 57 mil hectares com um rico patrimônio espeleológico e áreas de Cerrado preservado. Anexo ao Parque, há ainda uma Unidade de Conservação federal - a Reserva Extrativista do Recanto das Araras de Terra Ronca - com quase 12 mil hectares de extensão que favorece a conservação do Cerrado na região.
       
      No Parque Estadual estima-se que há cerca de 300 cavernas, mas apenas algumas delas são exploradas turisticamente: Terra Ronca I e II, Angélica, São Mateus, São Bernardo, São Vicente e Bezerra. Essas duas últimas são exploradas por poucos guias, entre eles o Ramiro ([email protected] com ou (62)9666-2767), guia mais antigo e conhecido em Terra Ronca; as outras já são exploradas por todos os outros guias da região, o que não necessariamente quer dizer que sejam muitos guias. Nos períodos de maior movimentação na região, há inclusive o risco de falta de guias para realizar os passeios pelas cavernas. Chegamos na segunda-feira de Carnaval à noite e como muitas pessoas já haviam ido embora, felizmente não enfrentamos esse problema.
       
      Do meu ponto de vista, a melhor base para se conhecer os atrativos do Parque é o povoado de São João, situado a 51,7 km de Guarani de Goiás (odômetro zerado na ponte de Guarani / início da estrada de chão e tomando como referência a primeira pousada de São João: Estalagem). Porém não espere um centro de apoio ao turista no povoado. Lá há apenas uma vendinha/boteco simples, que vende apenas alimentos e itens básicos de higiene pessoal, e a casa da Jane, que serve lanches e deliciosas e refeições com preços bem em conta.
       
      Dicas básicas - o que levar e abastecimento na estradar:
      - Saco estanque para manter os seus equipamentos secos, já que na maior parte das cavernas é necessário andar na água;
      - Boas lanternas e pilhas reservas (faz muita diferença no interior das cavernas);
      - Lanches para as caminhadas (no povoado existem poucas opções de coisas práticas para levar nas caminhadas);
      - Repelente é importante, apesar de não termos sentido necessidade de usar;
      - Tênis de caminhada (levei botas, mas nem as usei por conta da demora para secar e do peso);
      - Calças de rápida secagem são mais apropriadas para andar nas cavernas;
      - Encha o tanque na estrada; bem antes de Posse, há várias opções de postos com gasolina R$0,10 mais barata que em Brasília. Em Guarani, a gasolina é cara, e em Terra Ronca é o olho da cara.
       
      Hospedagem
      No povoado São João há duas pousadas - Estação Lunar (antiga Lua de São Jorge) e Estalagem - e duas áreas de camping anexas a essas pousadas. Além dessas opções de hospedagem, há ainda na estrada que vai de Guarani ao povoado de São João, as seguintes opções de hospedagem: Camping do Ramiro (próximo da caverna Terra Ronca; a 39,5 km de Guarani e 13,7 km de São João), Pousada Alto da Lapa (a 12,1 km de São João), Pousada Terra Ronca (a 11,6 km de São João)e Pousada São Mateus (a 2 km de São João; também tem opção de camping).
       
      Ficamos no camping do Peskero, anexo à pousada Estalagem (Site: http://www.terraronca.com.br/). Na verdade, atualmente o camping e a pousada são uma coisa só. O camping fica logo na entrada do povoado São João, como relatadado acima.
      Foi o que achamos com o melhor preço no período em que fomos, R$15.
      O camping possui dois banheiros (um com chuveiro quente e outro frio) e uma ampla área onde se pode acampar. Como éramos os únicos no lugar, escolhemos um local muito bom, bem sombreado e à beira do rio, para armar a nossa barraca.
       

       
      O pessoal da pousada/camping foi super atencioso com a gente. Estavam sempre solícitos e dispostos a dar dicas.
      No restaurante/bar da pousada é permitido usar a cozinha para cozinhar. Por sinal, lá também servem café da manhã e refeições deliciosas, com opção de omelete para os vegetarianos com ovo caipira e verduras da horta (ovolacto).
       
      Estrada (distâncias e condição)
      De Brasília, pegue a saída norte e siga pela BR-020 até Posse; atravesse a cidade e pegue a estrada que leva a Guarani de Goiás (não há placas; é bom perguntar para os moradores); siga até Guarani de Goiás; entre na cidade, atravesse-a e pegue a estrada de chão, que se inicia após uma ponte; depois é só seguir sempre reto para chegar em Terra Ronca.
      Quando fomos, a estrada de chão não estava na melhor das condições, mas também não estava muito ruim. Fomos em um veículo pequeno Peugeot 207 e conseguimos ir em todas as atrações, enfrentando dificuldades grandes apenas na ida à caverna São Mateus.
       
      - Brasília - Guarani de Goiás: aprox. 350 km
      - Guarani (início da estrada de chão) - entrada do Parque Estadual Terra Ronca (placa): 28,2km
      - Entrada do Parque - povoado São João: 23,5 km
      Total de Brasília a Terra Ronca (povoado São João): aprox. 402 km
       
      Atrações visitadas
      - Cavernas: Angélica, São Mateus, Terra Ronca 1 e São Bernardo. Cada uma bem diferente da outra e todas maravilhosas. Faltaram: São Vicente, Bezerra e Terra Ronca II (que é melhor visitar entre abril e julho para ver melhor o fenômeno da entrada de luz na claraboia).
      - Cachoeira Palmeiras
      - Outros: rio São Vicente e mirante
       
      Roteiro
      1º dia) Chegada
      Chegada no final da tarde após 6h de viagem. Armamos a barraca no camping, jantamos, tomamos uma cervejinha e depois dormimos para aproveitar bem o dia seguinte.
       
      2º dia) Caverna Angélica, rio São Vincente e mirante
      Saímos às 9h rumo a caverna Angélica. Nos juntamos com um outro grupo grande e assim pagamos R$20,00 por pessoa. Esse é o preço padrão para grupos com 5 ou mais pessoas. O preço da diária guia para grupos menores fica em R$100,00 para qualquer uma dos roteiros que fizemos. Não sabemos se é esse mesmo valor para as cavernas São Vicente e Bezerra, que são mais restritas.
      A caverna Angélica, assim como todas as outras que fomos, é uma caverna com rio corrente. Entretanto é a única em que os guias não costumam entrar na água. A caverna é de fácil acesso após uma caminhada leve de aproximadamente 10 min e é a de mais fácil locomoção interna. Possui uma ampla entrada e belos espeleotemas (formações geológicas em cavernas) com destaque especial para as suas grandes cortinas.
       


       
      Depois de aproximadamente 2h de caminhada pelo interior da caverna, voltamos em direção ao povoado e demos uma paradinha no rio São Vicente para um banho e depois fomos ao mirante - que fica perto de São João, em frente ao campo de futebol - para ter uma bela vista, mesmo com o tempo nublado, da Serra Geral.
       

       
      Depois almoçamos na casa da Jane, que fica em frente a vendinha/boteco de São João. Comida simplesmente deliciosa e com preços em conta, com direito a docinhos de sobremesa e a um cafezinho, além de toda cortesia da Jane!
       
      Direções e distâncias:
      - São João até bifurcação com placa indicando a Angélica: 21 km; da placa até o estacionamento próximo à caverna: 3,5 km
       
      3º dia) Caverna São Mateus e cachoeira Palmeiras
      Saímos cedo para a caverna São Mateus, que já foi considerada a maior do Brasil. Depois de andar pela estrada no sentido de Guarani de Goiás e pegar uma entrada à direita bem escondida, percorremos uma estrada de chão com uns trechos um pouco complicados para um carro pequeno e enfim estacionamos o carro. Daí caminhamos por aprox. 25 min até a entrada da caverna. O acesso à caverna é feito por uma descida bem íngreme e por espaços bem estreitos. Dentro da caverna, os guias costumam passar por dentro da água em um trecho para chegar a um local onde é possível ver um "fervedouro" do rio que corre dentro da caverna. Entretanto, é possível fazer o passeio sem ter que passar por dentro da água.
      A caverna é simplesmente maravilhosa! Várias estalactites e estalagmites lindas e destaque especial para os salões com vários canudinhos. Não é à toa que muitos a consideram a mais bonita do Brasil.
       



       
      Depois de caminhar por umas 3h30 dentro da caverna, saímos dela, voltamos pela trilha e seguimos na estrada de chão no sentido de Guarani de Goiás com destino à cachoeira Palmeiras.
      O acesso á cachoeira é feito por uma propriedade da família, super acolhedora e humilde, que nos ofereceu um cafezinho e proseou bastante com a gente. Adoramos a hospitalidade! Eles cobram uma pequena taxa de R$3 ou 4 pela visita à cachoeira. É possível ir até lá sem guia.
      A cachoeira tem duas quedas de água, sendo que na primeira se forma um poço bom para tomar banho.
       


       
      Direções e distâncias:
      - São João - caverna São Mateus: 14 km
      - Para a cachoeira: saindo de São João no sentido de Guarani - parada de ônibus: 16,7km; pegar a pista a esquerda e seguir por mais 4 km até a propriedade.
       
      4º dia) Cavernas Terra Ronca 1 e São Bernardo e viagem até Mambaí
      Acordamos cedo para desmontar a barraca e guardar tudo no carro, pois depois da última caverna, iríamos seguir na estrada até Mambaí.
      Pagamos um extra de R$30 para o guia poder voltar de moto ao povoado, depois da caverna São Bernardo, e a gente não ter que voltar mais de 20 km para deixá-lo.
      Tínhamos como opção fazer Terra Ronca 1 e 2 ou então fazer Terra Ronca 1 e São Bernardo no dia. Acabamos optando por esta opção, pois o acesso à Terra Ronca 2 poderia estar ruim com as chuvas, o caminho até o principal salão dela é longo e segundo o guia, no mês em que fomos não é muito legal para ver a entrada de luz no salão da Terra Ronca 2, que cria um cenário bem bonito na caverna. Melhor ir entre abril e julho para ver este espetáculo.
      Pegamos a estrada e chegamos a caverna Terra Ronca 1, que é a de mais fácil acesso em toda a região. A caverna é grandiosa! A sua entrada tem mais de 90 metros e há espeleotemas gigantescos dentro da caverna. Dá para se guiar por conta própria na caverna, mas recomendamos um guia para auxiliar e até para evitar qualquer problema com servidores da Secretaria de Meio Ambiente estadual, que eventualmente fiscalizam a entrada na caverna e permitem a entrada apenas com guia.
       

       
      Depois de caminhar por aproximadamente 50 min dentro da caverna, chegamos a sua saída. De lá percorremos uma trilha de uns 30-40 min de caminhada até o alto da caverna, de onde se tem uma bela vista da região. Depois de tirar algumas fotos, descemos por um trilha um pouco íngreme (uns 15 min de caminhada) para chegar até próximo do estacionamento.
       

       
      Pegamos o carro e seguimos até a caverna São Bernardo. Caminhamos por uns 15 min até a entrada da caverna. Na caverna, correm dois rios que se encontram em seu interior. Fizemos um percurso de aproximadamente 2h30 no total, passando várias vezes por esses rios. Em alguns pontos, a correnteza é bem forte - no dia em que fomos estava especialmente forte pois choveu bastante - e a água chega à altura da cintura de uma pessoa com 1,80 m de altura. É preciso ter bastante atenção para não tropeçar em pedras e cair no rio.
      A caverna tem belas formações geológicas com destaque para as pérolas e para as represas de travertinos, especialmente no último salão que visitamos.
       


       
      Depois da caverna, pegamos o carro e seguimos pela estrada até Mambaí, onde chegamos já à noite.
       
      p.s: Anualmente nos dias 5 e 6 de agosto, ocorre a tradicional Festa de Bom Jesus da Lapa na Terra Ronca 1. Deve ser bem interessante!
       
      Direções e distâncias
      - São João - caverna Terra Ronca 1: 13 km
      - Caverna Terra Ronca 1 - São bernardo: 10,2 km
      - São Bernardo - Mambaí: 175 km
      Total percorrido no dia: aprox. 198 km
       
      Mambaí
      A pouco mais de 300 km de Brasília, a cidade de Mambaí abriga belas cachoeiras e cavernas ainda pouco conhecidas, além de opções de esportes radicais como tirolesa e rapel. A maior parte dos passeios só pode ser feita com acompanhamento de guia através de agência de turismo local.
      A cidade é de pequeno porte, porém nos últimos anos vem passando por um vertiginoso crescimento. Possui algumas opções de restaurantes econômicos e lanchonetes simples.
       
      Hospedagem
      Na cidade há duas opções de pousadas - Maredu e Cerrado - e três hotéis - Maris, APM e Savana. Os hotéis estavam custando de R$85 a R$100 no período
       
      Ficamos na pousada Maredu por R$70 a diária pro casal. A pousada fica perto do ginásio e é bem simples, com TV, wi-fi fraca e um café da manhã com uma ou duas opções de frutas, suco, café, pão e biscoito de queijo e bolo.
       
      Estrada (distâncias e condição)
      De Brasília, pegue a saída norte e siga pela BR-020 até o trevo com indicação de Mambaí a aproximadamente 260 km de Brasília. Do trevo até Mambaí são pouco mais de 50 km. A estrada quase toda está muito boa. Há apenas alguns pequenos trechos com buracos.
       
      Atrações visitadas
      - Caverna: Lapa do Penhasco
      - Cachoeiras: Paraíso do Cerrado, do Alemão e do Funil; faltou conhecer a cachoeira Poço Azul
      - Outras: tirolesa
       
      Roteiro
      5º dia) Cachoeira Paraíso do Cerrado (ou Véu de Noiva) e cachoeira do Alemão
      Primeira coisa a se saber: para chegar à cachoeira Paraíso do Cerrado não é necessário estar acompanhado por guia. Não se leve pelo o que o operador da agência de turismo falar! Saia de Mambaí e siga no sentido de Damianópolis, corte a cidade e depois pegue uma estrada de chão à esquerda até a chácara. No caminho há várias placas que indicam o local, sendo assim não é necessário pagar guia.
      A cachoeira é bem bonita, com águas de um verde meio esmeralda, porém infelizmente fomos em um dia que estava chovendo muito e a água estava bem turva. Além disso, o caminho até a cachoeira, que costuma ser tranquilo (uns 20 min de caminhada), estava bem lamacento.
       


       
      Voltamos à casa dentro da chácara onde se situa a cachoeira para almoçarmos. O almoço estava simplesmente maravilhoso! Simples e delicioso! Além disso, depois do almoço tivemos de cortesia um cafezinho moído e torrado ali na chácara, adoçado com rapadura mesmo e ainda uma aula de fabricação e enovelamento de fio de algodão com os super simpáticos e hospitaleiros donos da chácara, seu Silvano e sua esposa. Deu vontade de ficar ali a tarde toda para continuar conversando e aprendendo com eles!
       

       
      Depois seguimos para a cachoeira do Alemão, que fica dentro de uma propriedade privada com uma casa que pode ser alugada. O acesso para a cachoeira é feita por uma estrada de chão perpendicular à estrada que vai de Mambaí à Bahia. A cachoeira é cercada por mata e é bem bonita! Não estava turva como a Paraíso do Cerrado, pois a sua nascente fica próximo à sua queda d'água.
       

       
      Direções e distâncias
      - Mambaí - Damianópolis: aprox 15 km; Damianópolis - Paraíso do Cerrado: aprox. 15 km em estrada de chão em estrada razoável
      - Mambaí - cachoeira do Alemão: 13,7 km
       
      6º dia)Caverna Lapa do Penhasco, tirolesa, cachoeira do Funil e retorno a Brasília
      Colocamos todas as nossas coisas no carro e saímos para encontrar com o restante do grupo e os guias que iriam fazer os passeios com a gente nesse dia.
      Primeiramente fomos à caverna Lapa do Penhasco. A caverna fica na mesma propriedade onde é feita a tirolesa. Caminhamos por uns 15 min em uma trilha tranquila, mas um pouco íngreme, até chegar próximo à sua entrada. Neste ponto é necessário passar pelo rio que chega quase à altura do peito. A caverna, apesar de não se comparar com as de Terra Ronca, também é bem interessante principalmente devido a sua dimensão. O caminho dentro dela também é tranquilo, sem grandes dificuldades. Ficamos em seu interior por mais ou menos uma hora e meia.
       

       
      Depois de conhecer a caverna, fomos fazer a tirolesa sobre o cânion. Vale muito a pena! A vista que se tem do cânion, por onde ela passa, é muito bonita!
      Após a tirolesa, tínhamos a opção de ir fazer um rapel que desce pelo alto de uma caverna em uma claraboia (valor: R$30), mas tivemos que ir direto à cachoeira do Funil porque não queríamos pegar a estrada de volta para casa muito tarde.
       
      A cachoeira do Funil fica dentro de uma propriedade privada e deve ser visitada com guia.
      A trilha até a cachoeira é uma atração à parte. Nela vemos várias rochas exumadas sobrepostas, formando em alguns locais labirintos e formações bem interessantes. Parte do caminho é feito dentro de uma caverna, que depois chega até a cachoeira. Por sinal, que espetáculo da natureza! Uma cachoeira que cai em uma dolina e depois desaparece em uma caverna inferior...tudo isso podendo ser visto da caverna. Espetacular!
       

       
      Depois de conhecer a cachoeira, fomos almoçar no Rancho do Zé. A comida não estava boa e o lugar é completamente dispensável. Após o almoço, infelizmente tivemos que voltar em Mambaí apenas para fazer o pagamento pelos passeios na agência.
      Custo dos passeios nos dois dias por pessoa: R$100,00 + R$30,00 da tirolesa
       
      Pegamos a estrada já com vontade de voltar a Terra Ronca e a Mambaí!
       
      Direções e distâncias
      - Mambaí - Lapa do Penhasco/tirolesa: aprox. 17 km no sentido da BR-020
      - Lapa do Penhasco - cachoeira do Funil: 12 km, voltando a Mambaí
      - Mambaí - Brasília: aprox. 310 km
    • Por Anderson Paz
      Período: 15 a 19/11/2017 (período chuvoso)
      Cidade-Base: Caiapônia/GO, a 550 km de Brasília e 335 km de Goiânia.
       
      Relato escrito pela companheira de viagem Maria Fernanda. Fiz só algumas pequenas adaptações. Dessa forma muitas vezes vai estar se referindo a mim na 3ª pessoa...hehehe

      Além dela o Raphael também integrou o grupo, na verdade foi ele o mentor da viagem em seu Uninho Mille.

      Dia 15/11, quarta:
       - Saída DF: 05h30
      - Chegada Caiapônia: 13h30
      - Estrada via Iporá em ótimo estado de conservação ao longo de todo o trajeto
       
      - Fomos direto às Cachoeiras Jalapa e Tobogã.
      No caminho de terra à direita avista-se ao longe o "Morro do Gigante Adormecido". Lindão!
      Nível dificuldade das cachús: Zero!
      Segundo nossa avaliação, são as mais "simples", de menor beleza cênica e sujeitas a estarem lotadas nos feriados e finais de semana. Entretanto, quando lá chegamos só havia mais 3 pessoas.

      Depois de ficarmos ali um tempinho, seguimos rumo a Cachoeira Três Tombos
       
      Como chegar: 5 km antes de Caiapônia na GO-221 no sentido Iporá-Caiapônia

      Cachoeira Três Tombos
      Chega-se por cima, onde o Rio São Domingos encontrava-se raso, (na altura de minhas canelas, se tanto!). Do alto, aprecia-se um lindo desfiladeiro e a bela Três Tombos (nome autodescritivo). Próximo ao local do estacionamento à direita há uma trilha para a descida com mais segurança, com cordas para apoio. Não é preciso fazer como nosso audaz e intrépido Anderson Paz que - não encontrando a "descida oficial" - bancou o "Indiana Jones" numa descida arriscada pirambeira abaixo, ok?! O poço dessa cachú é DE-LI-CI-O-SO!! Todos concordamos que suas águas são as mais deliciosas em que tivemos a experiência de nadar / mergulhar. NÃO DEIXEM DE VIVENCIAR ISSO, certo?!
       
      Como chegar: BR 158, 46km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 16km de estrada de chão. Tem algumas placas. Confie nelas. (Digitar “Cachoeira 3 Tombos” no Google Maps)
       
      À noite: Restaurante do Ernesto, frente do Hospital Municipal. Fernanda e Rapha foram de "jantinha" (PF reforçado!) e Anderson foi de sanduba sem carne (com ovo, tomate, milho, alface e maionese).
       
      Dia 16/11, quinta feira.

      Cachoeiras Samambaia e Abóbora
      Chega-se por cima da Samambaia, literalmente! Inclusive, cruzamos o riacho q a origina sem que déssemos fé disso. Um pouco mais a frente percebemos que havíamos passado do ponto - ela estava logo à direita do riacho. Ao fazermos o retorno, tivemos a sorte de avistarmos 2-3 catetos ariscos.

      A de scida da Samambaia é tranquila e sinalizada. Queda d'água bonita. Há um poço pequeno .

      Para chegarmos a Abóbora, voltamos ao ponto de início da descida à Samambaia e pegamos uma trilha em frente, curta (talvez 250 m) e discretíssima! É provável q exista outra trilha por baixo, mas não vimos! A queda e o poço da Abóbora são maiores do que a Samambaia. No entanto, ao chegarmos, deparamo-nos com um fedor forte e nauseante de algum bicho morto nas proximidades.  Não permanecemos mais do que alguns poucos minutos por ali. Peninha...
       


      Nota Importante: das que visitamos, estas duas cachoeiras ficam muuuito próximas de pastagens e plantações imensas.
       
      Como chegar: BR 158, 10km em direção a Piranhas a partir do trevo que sai de Caiapônia + 30km de estrada de chão. Na BR entrar na placa escrita "Vivas Samambaia". O carro para em um estacionamento ao lado do córrego que desemboca na Samambaia. A primeira cachoeira é a Samambaia. Uns 300m de trilha a direita fica a Abóbora (digitar “Cachoeira Abobora” no Google Maps)
       
      Após, retornamos ao carro e seguimos nossa aventura em busca à Cachoeira São Domingos...

      Nessa tarde, fomos agraciados com um original e generoso "Safari no Cerrado".

      Além dos catetos que avistamos mais cedo conseguimos ver: 10 ou 12 emas, vários tucanos, dezenas de periquitos, muuuuitas corujas, alguns carcarás, seriemas aos montes, curicacas às dezenas, muuuuuitas Araras. Em especial, passamos por um grande pequizeiro e, logo atrás dele, uma fascinante "Árvore de Araras" com 12 exemplares delas, algumas com pequis nos respectivos bicos!

      Muitos bichos depois, chegamos ao mirante natural da cachú São Domingos...
       
      Cachoeira São Domingos
      Respirações suspensas, expressões estupefatas... Até agora, não encontramos a palavra exata para descrevê-la... BELÍSSIMA! EXUBERANTE! ENCANTADORA!*
      Para quem conheceu o *"Buraco das Araras" em Formosa... 3 ou 4x o diâmetro dela x 96 m de altura. Para quem conheceu o "Véu de Noiva da Chapada dos Gimarães...mais bela na nossa opião!

       

      Após muitas fotos e contemplações, ficamos por uns 40 min procurando a trilha para descer até seu poço.
      Já estávamos desistindo da descida, quando um som de esperança inundou o ar... uma moto estacionou: era uma das moradoras da casa logo na entrada do terreno de acesso à cachoeira. Apontou-nos o início da trilha ao lado da cerca da propriedade. Após uns 15 min de percurso no sentido contrário à cachoeira, em um caminho plano, a trilha inicia uma descida relativamente inclinada rumo ao vale; por baixo, retorna-se por cerca de 1 km em direção à cachoeira e VOILÁ: a queda belíssima e o poço magnífico!! Dá pra chegar bem embaixo da cachoeira, como é possível ver na foto abaixo.


      Após uns 40 min, vimo-nos obrigados a abandonar o paraíso recém-encontrado e retornar: já eram 17h40h. Não queríamos correr o risco de retomar a trilha, em geral bem marcada, mas com alguns trechos que requeriam um pouco mais de atenção, e realizar a subida no escuro.

      Ao chegarmos no topo, não pudemos apreciar o pôr do sol... dia nublado. Mas, fomos premiados com um belo passarinho azul da cara preta e mais 2 casais de curicacas.
       
      Como chegar: a partir da Abóbora, há uma estrada de chão de aproximadamente 40 km (digitar Cachoeira de São no Google Maps)
       
      Início da noite. Já na estradinha deserta em direção à Caiapônia avistamos 3 belíssimos veados (um deles galhado), pastando serenos até que o Anderson tentou tirar uma foto deles e... saíram em disparada!
       
      Chegamos famintos na cidade e fomos jantar no Varandas: restaurante e lanchonete do Daniel, próximo à Universidade Rio Verde. Recomendamos o delicioso macarrão ao molho branco.
       
       Dia 17/11, sexta feira

      Cachoeira e Corredeiras Santa Helena
      Local de acesso facílimo, extenso, prazeroso, com variados poços e cascatas. À direita da estrada, sobe-se para um dos seus melhores e maiores poços. Contaram-nos depois que em algum ponto mais acima há um encontro de águas quentes e frias, com uns ótimos poços de banho seguindo pela esquerda.
       



      De volta ao carro e a caminho das Três Barras, em dois momentos distintos, avistamos tatus próximos à estrada.
       
      Como chegar: seguir 45 km pela GO-221 em direção a Doverlândia, seguir 13 km na GO-188 e entrar a esquerda onde há placa indicativa da Cachoeira Paraíso (acesso 2 km depois da Cachoeira Lageado), seguir por mais 11 km

      Cachoeira Três Barras
      Outro local que nos deixou estupefatos, boquiabertos e sem palavras...talvez DESLUMBRANTE! seja uma boa palavra para descrevê-lo. Ainda pouquíssimo conhecida pelos próprios nativos. Seguindo uma trilha bastante discreta após a segunda ponte, conseguimos chegar na cabeceira da que fica mais no alto (nível da estrada) e tomamos um banho nela. Pela lateral à sua esquerda, "achamos"(?!) uma trilha (discretíssima, cheia de folhas e plantas) que desembocou numa pirambeira perigosa. Retornamos, não sem antes perder o rumo de onde estava o nosso valente Fiat Uno Mille, embrenhados que estávamos literalmente num mato sem cachorro, porém pleno de carrapatos e micuins.
       


      No que pese a deslumbrante paisagem, não recomendamos esta aventura para turistas incautos ou iniciantes no trekking. Por enquanto e pelo que pudemos avaliar in loco, temos a firme convicção de que apenas pessoas com ampla experiência em trilhas, com os equipamentos necessário, possam fazer esse desfiladeiro magnífico!
       
      Como chegar: seguir 12 km pela GO-118 após o acesso para a Cachoeira Santa Helena e depois entrar a esquerda onde há placa indicativa da cachoeira e andar mais 13 km
       
      À noite, voltamos ao restaurante Varandas. O Rapha comeu e recomenda o Burritos de Frango. Fernanda não gostou do contra-filé com mandioca: estavam duros! E Anderson manteve-se na aposta segura e apetitosa do macarrão com molho branco!
       
      Dia 18/11, sábado chuvoso

      Mais um dia de aventuras, descobertas e encantos na Serra do Caiapó/GO.

      Excepcionalmente, fomos acompanhados do Guia Valdivino "Jacaré".

      Cachoeiras Salomão e Índio
      O estacionamento fica logo acima e à direita da cabeceira da Salomão. A descida foi tranquila, ainda que escorregadia (há cabo de aço para apoio). Queda de 26 m e um poço pequeno.


      Ao subirmos e nos dirigirmos à cachú do Índio, tivemos a enorme felicidade e emoção de ver bem próximo um belíssimo exemplar do Tamanduá Bandeira. Chegando em sua cabeceira, o Guia e o Raphael avistaram um Cangambá.

      A descida era muito inclinada, fechada e, por conta das chuvas, estava um pouco escorregadia. Mas mesmo assim o Anderson quis descer até o poço da cachoeira. Não teve jeito: lá foi o pobre do Jacaré acompanha-lo!  

      Fernanda e o Rapha aguardaram na cabeceira. Minutos depois, eles retornaram da empreitada sãos, salvos e felizes (desconfio que o guia mais ainda que o Anderson! ) Retornamos todos ao Valente Fiat Mille.

      Cachoeiras Rio Verdão e do Coqueiro
      Para chegar nelas, paramos o carro próximo à sede de uma fazenda e atravessamos a pé 1 km d'uma estrada barrenta, escorregadia e mais uns 600m d'um pasto verdejante, sob uma chuva fina.
      A descida foi tranquila. "Rio Verdão" consiste num paredão em formato de meia-lua com uma queda d'água abundante e um grande poço, mas o fundo estava com muitos troncos e (não sei se porque chovia?) a água estava escura. Quando saíamos dela, a chuva engrossou!
       

       
      A "Cachoeira do Coqueiro" é uma "irmã-menor" da Rio Verdão. Foi a nossa quarta e a mais difícil do dia, pois a fizemos varando o mato, SEM TRILHA, meio que às cegas e com chuva forte!
       


      Quando retornávamos absolutamente encharcados e com frio ao carro, o guia Jacaré informou que poucas vezes viera até ali, uma vez q os turistas preferiam ir nas atrações mais conhecidas e badaladas.
       
      Após um reconfortante banho quente no Hotel e deliciosas roupas secas, fomos no "Jantinha Ki Delícia", bem ao lado da Igreja Matriz. Um local simples, mas surpreendeu-nos com UM SHOW de DELÍCIAS e SABORES!!
      Tudo o que comemos estava DE-LI-CI-O-SO: a jantinha, os bolinhos de arroz, o caldo de galinha, o pudim de leite... PUTZ!! Afirmamos: quem ainda não provou as gostosuras feitas pela Dona Elma e sua filha, não sabe o que está perdendo.

      19/11/2017, domingo nublado

      Anderson e Raphael saíram cedo para uma aventura "exploratória" à Cachoeira Pantano. Fernanda que já estava cansadinha, com dores nos joelhos das aventuras dos últimos e intensos 4 dias, descansou até às 10h e depois foi bater pernas pela simpática e limpa Caiapônia. Tentei visitar a Igreja Matriz, mas estava fechada. A imensa Assembléia de Deus (logo em frente) estava em pleno funcionamento. Fui até a feirinha local, onde comprei alguns hortifrutigranjeiros a bom preço. E descobri que há mais hotéis e pousadas no Centro do que supõe nossa vã internet.
       
      *** [Agora é a parte que eu entro na escrita do relato... hehehe]

      Cachoeira Pantano
      A cachoeira é uma das mais próximas da cidade, a apenas 10 km dela. O dono da fazenda não permite o acesso de grupos ou pessoas que não estão acompanhadas por guia. Como não queríamos pagar um apenas para ir nessa cachoeira. Paramos o carro na estrada, pouco depois da ponte que passa sobre o rio da cachoeira, e seguimos andando pela beira da mata de galera/ciliar, acompanhando um tracklog. Há trilhas abertas na mata, tanto de um lado quanto do outro do rio. Atravessamos o rio e seguimos pela sua margem direita, acompanhando o tracklog. Chegamos ao ponto final e não achamos a cachoeira. Voltamos, acreditando que poderíamos ter passado ela, mas não a encontramos. Depois de algumas idas e voltas e de muita perda de tempo, consideramos que o tracklog estava errado e resolvemos seguir a nossa intuição.
      Seguimos então acompanhando a mata da margem direita do rio e depois de uma caminhada de aprox. 30 min a partir da ponte, avistamos a cachoeira deslumbrante do alto. Vista maravilhosa e uma grande satisfação de termos encontrado a cachoeira seguindo a nossa intuição.

      Infelizmente, como estávamos com o tempo um pouco apertado e também como não conseguimos ver facilmente uma trilha para descer até a parte de baixo da cachoeira, tivemos que deixar a vontade de conhecer a cachoeira por baixo para uma próxima viagem.
      Como chegar: GO - 221, 10km em direção a Doverlândia. Deixamos o carro na estrada logo após a ponte.
       
      Depois da cachoeira, voltamos ao hotel, tomamos banho, terminamos de arrumar nossas coisas e pegamos a estrada. Na saída da cidade, paramos para abastecer e percebemos que o restaurante do posto estava aberto. Era o único aberto no domingo. Comemos ali uma boa comida goiana no self-service com precinho camarada.
       
      Depois do almoço,  nos despedimos de Caiapônia, já pensando em um retorno para conhecermos a Pantano por baixo, a maravilhosa Cachoeira Alvorada (que segundo relatos estava com pouca água) e outras cachoeiras como a bela Campo Belo.
       
      Hospedagem: Hotel Palace Avenida. Limpo, organizado e observei que todos os dias a camareira promovia o arejamento e limpeza dos quartos - ainda que desocupados. Ótimo café da manhã. Apreciei, em especial, o capricho da cozinheira Márcia que procurava enfeitar as bandejas, fazendo esculturas com os alimentos. Apreciei também sua higiene e cuidado com os utensílios e ambiente de trabalho. Funcionários simpáticos.
    • Por Doispretinhosnomundo
      Passamos 5 dias na chapada dos veadeiros em Goiás e foi incrível, vimos muitos lugares mas uma pequena parte de todas as atrações! 


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