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Passaporte Europeu Viagem à Jordânia


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Fala galera!

Então, em novembro irei para a Europa e a Jordânia, em uma viagem só. Comprei o visto da Jordânia utilizando o número de passaporte brasileiro, mas estava planejando entrar na europa com o passaporte italiano que eu tenho (e consequentemente sair da europa também com ele). Será que haveria problema sair da europa com o italiano e entrar na Jordânia com o brasileiro? Porque não haveria nenhum carimbo de entrada na europa no meu passaporte brasileiro, essa é minha dúvida.

 

Valeu!

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    • Por Luka Izzo
      Vou relatar aos amigos duas experiências terríveis que vivi no exterior: perder o passaporte. Quando isso acontece, você se sente impotente e tudo desmorona. Não existe mais ânimo para nada e tudo que você pensa é em seu passaporte e oque deverá fazer para continuar a viagem ou voltar para casa.
      Na primeira ocorrência eu estava apenas começando meu tour pela Europa, onde visitaria 5 países, porém, logo no segundo o triste fato: me dei conta que meu passaporte havia desaparecido.
      Era ainda ‘recruta’ em viagens e por descuido eu deixei momentaneamente o passaporte no bolso traseiro da calça: um erro banal que facilitou a ação dos ‘bate carteiras’, também chamados de ‘pickpockets’, que agiam em Las Ramblas, uma avenida muito famosa de Barcelona (Espanha), que por sinal é grande centro de compras e também com altos índices de furtos a turistas.
      A subtração do meu querido documento aconteceu na manhã de sábado e eu tinha voo para Paris ao meio dia de segunda-feira. Entrei em desespero e praticamente perdi toda empolgação da viagem. Como eu estava acompanhado de mais dois amigos, não era justo estragar a viagem deles, por isso eu me separei e enquanto eles faziam visitação aos pontos turísticos eu procurava o passaporte em departamentos de polícia e pontos de achados e perdidos.
      Chegue a ir ao Consulado, onde fui muito mal atendido. O atendente disse que eu precisava fazer o agendamento do atendimento pela internet e que eu teria que fazer o boletim de ocorrência e esperar quase uma semana para ser atendido: um absurdo. Liguei para a operadora de seguro, que me orientou a fazer o boletim de ocorrência, cancelar o passaporte e solicitar o seguro disponível, no valor de 3 mil euros.
       Mas nesse caso, todos os outros trechos (aéreo e ferroviário) já pagos seriam perdidos e eu teria que fazer um único voo de volta para o Brasil. Ou seja, como eu estava praticamente no início da viagem, seria o fim de meus planos de conhecer a Europa.
      Tomei uma decisão difícil, que foi de NÃO CANCELAR o passaporte e aguardar até  a segunda-feira, para ver se o encontrava. No hotel, meus amigos conferiam fotos dos pontos turísticos visitados e à noite curtiam baladas no estilo ‘Pub Crawl’ ou maratona de bares, que é uma rota criada para os turistas conhecerem os melhores pubs e bares da cidade.
      Também conhecido como “Tour de Bares”, o Pub Crawl é muito popular na Europa e oferece a oportunidade de você conhecer várias boates em uma única noite. E enquanto eles se divertiam eu permanecia hibernado no hotel, onde me contorcia de preocupação.
      Chegou a segunda-feira e eu acabei me separando de vez dos meus parceiros de viagem. Precisei deixar o hotel e também perdi o voo para Paris. Passei a vagar pela cidade, carregando duas mochilas, sendo uma já bem carregada com alguns litros de vinho do Porto, adquiridos no primeiro país visitado.
      Já no início da tarde, voltei ao posto policial de Las Ramblas, onde já tinha até uma certa familiaridade devido minhas insistentes visitas. Diferente das outras vezes, um policial me orientou a seguir até uma praça (Pça S. Paulo nº 10), onde existe uma central de ‘achados e perdidos’. Ao chegar no estabelecimento fui muito bem atendido por uma senhora de óculos, que usava um vestido azul, já de idade bem avançada. Perguntei se eles haviam encontrado meu passaporte e ela fez uma rápida checagem em seu sistema e, na sequência, entrou em uma sala. Ao retornar disse uma frase que jamais me esquecerei: “Ah sí. Hay un pasaporte a su nombre”.
      E lá estava ele. Amassado, surrado, parecia que um trator havia passado várias vezes sobre ele. O dinheiro e um cartão de crédito que estavam no interior não foram localizados. Óbvio que os ladrões não seriam bonzinhos a esse ponto. 
      Aquele foi o momento mais feliz de toda viagem e imortalizei o momento em duas fotos, que mostram bem o estado crítico que meu passaporte foi encontrado (fotos abaixo). 

      Como eu já havia perdido o voo para Paris, fui até a estação ferroviária e comprei uma viagem de trem até Paris, um trecho que foi sumariamente interrompido na cidade de Cèrbere. Já era noite quando policiais armados invadiram o trem e mandaram todo mundo descer. A fronteira local acabava de ser fechada. Eu começava a achar que não era mesmo para eu continuar a viagem. Mas esse foi outro drama que eu conto em outra oportunidade.
      Enfim, fui forçado a descer do trem e junto de outros viajantes de diversas nacionalidades pegamos um taxi, que nos levou por uma estrada de terra até chegar em outra estação férrea.  
      Embarquei em outro trem e cheguei em Paris por volta das 8 ou 9 da manhã. Tomei um cappuccino e fui até o hotel, em Pigalle, um bairro super boêmio, bem em frente do Moulin Rouge, exatamente o hotel que eu havia reservado com meus amigos, que já estavam visitando a cidade.
      Dei umas voltas pela região e logo depois do almoço acabei os reencontrando. Foi uma grande alegria e, juntos, continuamos a viagem.
       
      O segundo caso de perda (ou furto) de passaporte aconteceu em New Jersey, nos Estados Unidos. Eu fazia compras no shopping de mesmo nome da cidade e em certo momento dei conta que meu passaporte, que no ano anterior havia sido recuperado na Espanha, tinha desaparecido novamente. O terror voltava a tomar conta de outra viagem, sumariamente interrompida por puro descuido e falta de responsabilidade com único documento que garante o livre acesso do viajante no exterior e também seu retorno para casa.
      Mais uma vez tudo desmoronava, principalmente porque meu retorno para o Brasil deveria acontecer em 3 dias. Procurei o ‘achados e perdidos’ e a negativa me trouxe ainda mais desespero. Retornei para o hotel e aguardei até o dia seguinte, quando fui novamente ao shopping. E nada do meu passaporte. Sem outra opção, fui até o Consulado Brasileiro e, diferente do atendimento recebido em Barcelona, fui tratado com total atenção e prioridade. Preenchi o formulário DS-64 e me pediram um documento de identificação autenticado; que me foi enviado do Brasil por email. Precisei pagar uma taxa em forma de cheque administrativo. Também pediram uma foto com fundo branco e tamanho 2x2 polegadas (5x5cm), e do Boletim de Ocorrência de perda. De posse destes documentos solicitei um passaporte de emergência (que tem validade de apenas 1 ano). No dia seguinte à solicitação meu passaporte já estava pronto e pude voltar ao Brasil.
      Vale acrescentar que, se o viajante não conseguir emitir o passaporte há tempo, também existe a possibilidade de solicitar uma ARB (autorização de retorno ao Brasil) em vez de passaporte. A ARB é um documento mais simples, que poderá ser utilizado apenas uma vez, para uma viagem de retorno ao Brasil.
      Estas tristes experiências aconteceram quando eu era um ‘bisonho aprendiz’ de viajante. Avoado, não tinha cuidado com o documento mais importante do viajante e bem por conta disso sofri as consequências e paguei o alto preço deste descuido.
      E depois destas tristes fatos, aprendi a carregar uma doleira sempre colada ao corpo e meu passaporte nunca mais saiu de dentro dela. Hoje estou em meu sexto passaporte, mas tenho muita saudade daquele azulzinho que sobreviveu ao furto de Barcelona, votou surrado ao Brasil, mas que não teve a mesma sorte nos Estados Unidos.

      Depois de alguns anos e quase 100 países visitados, nunca mais perdi o meu querido e amado passaporte. Aprendi com meu erro!!!  Fica a dica!
       


    • Por Renatao1502435084
      No tópico anterior falei de Israel, vindo da fronteira norte, ou seja, Jordan River Border Crossing.
      Após cruzar a fronteira não há opção de transporte público. Única opção foi pagar táxi que me custou 32 JDs. Isso equivale a  R$ 200,00. No caminho tive que aturar motorista chato que tentou de todas as formas me arrancar dinheiro.
      Foram 60 kilometros em que o motorista fumava dentro do carro e a todo momento me perguntava se já tinha hotel, se queria tomar um chá, suco. Por aí já senti o cheiro de golpe e o pior é que estava no meio do nada. Olha só a foto:

      Ainda faltavam 11 km e ele disse que já estava em Jerash.  Pediu mais 15 JDs para me levar até o centro. Fui incisivo com ele dizendo que ali não era o centro e que teria que me levar até o ponto central da cidade. Isso é algo que deve ser muito bem combinado pois os taxistas querem ganhar em cima a todo custo. Isso voltou a acontecer em Aqaba. Ao chegar próximo do hostel pulei do carro com a mochila e nunca achei que nunca mais seria enganado por taxistas na Jordânia, kkkk
       
      Divido o tópico conforme cidades e pontos visitados conforme mapa abaixo:

      1.       Jerash
      2.       Amman
      3.       Dead Sea (Mar Morto)
      4.       Wadi Musa (Petra)
      5.       Wadi Rum (Deserto)
      6.       Aqaba
       
      1.       Jerash – 09/02/2020 a 10/02/2020
      Fiquei no The Blue House "Gerasa", sendo o primeiro brasileiro a se hospedar neste hostel. Assim que fiz check-in e deixei a mochila já parti para o complexo histórico. São mais de três mil anos de história sendo que Jerash uma das cidades romanas mais bem preservadas do mundo. Há, inclusive, quem a considere a principal ruína de cidade romana fora da Itália:

       
      Após conhecer o complexo retornei para meu Hostel. É bem simples, mas o proprietário foi hospitaleiro sendo que levou eu mais dois suíços e dois belgas para conhecer um bar local.
      O bar é bem diferente da nossa cultura ocidental pois não há bebida alcoólica. Só há homens e geral fuma narguile o que faz parte da cultura local. O proprietário conversou bastante sobre cultura local, costumes jordanianos, política, islamismo, mulheres, filhos, etc. Foi top a experiência.
       
       
      2.       Ammã – Dia 10/02 a 13/02/2020
       
      No dia seguinte consegui ir para Ammã de transporte público. Confesso que a cidade não é das mais bonitas, mas mudar completamente de Israel judaico para Jordânia muçulmana foi um choque de cultura muito interessante. Digo isso porque Amman é uma capital imensa, sendo umas das principais cidades do Oriente Médio.

       
      Há uma citadela romana em Amman, mas para quem já esteve em Jerash não é nada que impressione. Foi mais interessante para andar nas ruas, becos, mercados e escadarias da cidade.
       
      A cidade possuí muitos aclives e declives. Para quem bate perna como eu vai ver muito disso aí. Ao andar por essas ruelas muitas crianças ensaiando um inglês básico em palavras como “what is your name?”
       
      3.       Dead Sea (Mar Morto)
       
      Dia 12/02/2020 – Dia de conhecer o Mar Morto

      Consegui ir de transporte público de Amman até Al Rama. Nesse povoado é necessário ir de táxi até o Mar Morto. Fiz em baixo custo e conheço pessoas que gastam uma nota preta para conhecer o local. E é verdade, realmente bóia!!! Experiência fodástica. E sim, é muito salgado a ponto de que suas roupas demorarão mais que o normal para secarem. Retorno também foi de transporte público e bem tranqüilo.
      Bati um PF de comida tradicional jordaniana: Mansaf
      É um prato tradicional árabe feito de carne de cordeiro cozida em um molho de iogurte fermentado seco, e servido com arroz ou triguilho
       
       
      4.       Wadi Musa (Petra)
      Dia 13/02/2020 – Parti para Wadi Musa: está é a cidade base para quem quer ir para Petra. Só um detalhe: nevou no deserto esse dia. Olha essa foto tirada da janela do ônibus:
       
      Esses pontos brancos no chão são blocos de neve. Região faz bastante frio no inverno.
       
      Dia 14/02 – Dia de conhecer mais uma das 7 maravilhas do mundo moderno: Petra
      Para aproveitar bem o dia saí do hostel às 5 da manhã.  Consegui a ser um dos primeiros a entrar no complexo e tirar foto sem turista algum no famoso Tesouro.
       A cidade é famosa por sua arquitetura esculpida em rocha e por seu sistema de canalização de água. Outro nome para Petra é Cidade Rosa, devido à cor das pedras do local.
      Fiz o primeiro dia de passeio, embora tivesse comprado o passe para dois dias. Machuquei o pé e não consegui caminhar no segundo dia, tendo inclusive que comprar medicamento na farmácia.
      Petra tem que ser explorada em dois dias, mas se você não tem tempo suficiente vale a pena madrugar e apertar o passo que consegue ver muita coisa.
       
      5.       Wadi Rum (Deserto)
       
      Dia 15/02/2020 – Deslocamento para Deserto de Wadi Rum

      A priori iria de ônibus de Wadi Musa para Wadi Rum. Há apenas um ônibus e tem que ter a sorte de não estar lotado. Por sorte consegui um táxi com outras pessoas do hostel e por sorte o taxista não extorquiu ninguém, pelo contrário, foi bem legal e inclusive parou para tirar essa foto acima.
       
       
      Paguei 140 JDs pela estadia em um dos lodges oferecidos na região. Foi uma noite,    2 cafés da manhã, um jantar e passeio no deserto de camionete.
      Uma noite é mais que necessário para conhecer. Até porque o preço não é o dos mais chamativos.
      Por estar no deserto achei tudo ok em relação a comida, cama e banho. Tinha até internet hehehhe

       
      São paisagens de tirar o fôlego e vale a pena exagerar nos cliques. 
       
      6.       Aqaba
       
      Dia 16/02/2020 – Aqaba
      É um destino turístico a beira do Mar Vermelho. Talvez uma das cidades mais organizadas da Jordânia. Não aproveitei muito pois no dia seguinte já iria para o Egito.
       
      Detalhe da foto ficou no Burquine hehehehh
       
      Fiquei hospedado no Hakaia Home Hostel, sendo que os proprietários foram muito hospitaleiros. Caminhei um pouco na cidade para conhecer e comprar o ticket da AB Maritime que levaria até Taba (Egito)
      Aqui foi o ponto final na Jordânia.
      60 doláres para deslocar por 50 minutos o que faz deste trajeto um dos mais caros do mundo para se fazer de barco. Não tinha outra opção então foi assim mesmo.
       
      Muito feliz por ter conhecido mais um país de cultura islâmica e ter aprendido muito sobre a região.
       
      Obrigado Jordânia  e a todo o seu povo!!!!
    • Por ALIRIO GABRIEL
      OLÁ, MEU PASSAPORTE FORA CARIMBADO NO DIA 08-10-19 (MADRID), ATUALMENTE ESTOU EM PORTUGAL, PORÉM SURGIU UMA OPORTUNIDADE RELACIONADA A UMA VIAGEM PARA PARTICIPAR DE UM EVENTO EM MOÇAMBIQUE, EVENTE ESTE COM DURACAO DE 4 DIAS, NO ENTANTO PRETENDO VOLTAR PARA PORTUGAL. MEU VISTO É DE TURISMO (90 DIAS). ISTO É POSSÍVEL OU O CARIMBO É DE ENTRADA UNICA ?  

      (MEU CARIMBO TEM A DATA E EM SEGUIDA UM PEQUENO ESPACAMENTO COM UMA NUMERAÇÃO 07)
    • Por Fora da Zona de Conforto
      Tudo o que você precisa saber para visitar Wadi Rum saindo de Aqaba – incluindo o que fazer, um dia de cruzeiro em Aqaba, transporte de Aqaba para Wadi Rum e muito mais.
      Além de Petra, o deserto de Wadi Rum é a atração mais visitada da Jordânia.
      E por um bom motivo!
      Entre as dramáticas montanhas de arenito, as areias vermelhas rochosas e a paisagem geralmente de outro mundo (afinal, é por isso que o filme “Perdido em Marte” foi filmado aqui – assista ao vídeo abaixo para ver o que quero dizer!), É certamente um lugar que você quer passar um tempo para se estiver visitando a Jordânia.
      E a cidade portuária de Aqaba, no Mar Vermelho, há apenas 1 hora de carro do deserto, é um excelente local para começar suas aventuras no deserto (em comparação: Amã, a capital da Jordânia, fica há mais de 4 horas de carro) – não importa se você está visitando Aqaba por um longo período de tempo, em uma curta viagem, ou apenas por um único dia em uma parada de cruzeiro.
      Continue lendo: Como visitar o deserto de Wadi Rum vindo de Aqaba na Jordânia – 2019
    • Por arturfdo
      Minha esposa alterou o nome após o casamento e com isso alterou o nome que consta no CPF, CNH e RG. O passaporte continua com nome de solteira, ainda é válido e a passagem foi emitida com nome de solteira também. Até aí, pelo o que venho lendo, não teria problema para sair do Brasil, certo? O ponto é que o título de eleitor dela, que constava nome de solteira, foi cancelado, pois na cidade dela em MG era obrigatório cadastro biométrico e não sabíamos. Ela teve que emitir um novo título eleitoral recentemente, agora em SP, já aproveitou e colocou o nome de casada igual todos demais documentos (exceto passaporte). Ele veio com outro numeração. Quando ela emitiu o passaporte atual dela, com nome de solteira ainda, ele estava atrelado ao título de eleitor antigo que foi cancelado.
      Será que ela poderia ter algum problema pra sair do Brasil?
       
      obrigado!
      abs
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