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Birigui

2020 - Tasmania by Campervan 10 dias 2400 Kms

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Fala galera!! Gostaria de relatar uma viagem que eu e uma amiga fizemos pela Tasmania agora em Março de 2020!

Foi uma viagem de 10 dias com aproximadamente 2.400 Kms percorridos de Campervan (para quem não conhece é um tipo de Motorhome montado no chassi de uma Van).

No relato vou dar meu roteiro e algumas dicas que para mim funcionou muito bem!

O roteiro

  1. Hobart
  2. Bruny Island
  3. Port Arthur / Eaglehawk Neck / Blow Hole / Devils Kitchen / Remarkable Cave
  4. Mount Field National Park
  5. Strathgordon / Dam
  6. Cradle Mountain National Park(North gate)
  7. Stanley / The Nut
  8. Penguin / Bakers Beach / Greens Beach
  9. Launceston
  10. Freycinet National Park
  11. Triabunna / Orford
  12. Hobart

Roteiro-Tasmania.jpg

Como moro na Australia fiz uma pesquisa de preços nas CIAs aéreas de baixo custo e fechei a passagem com a Tigerair (Gold Coast - Hobart ida e volta AUD$293). A Campervan usei o Site/ APP da Motorhome Republic que é estilo a Skyscanner que checa todas as lojas de locação de Campervan - AUD$ 1,723 para 2 pessoas, já com seguro total e Km livre). 

20200306-080815.jpg

Antes de iniciar o relato da viagem gostaria de deixar algumas dicas que fizeram diferença para mim na viagem.

Dicas:

  • As locadoras de campervan tem tipos de seguros diferentes que variam de seguro básico a seguro total. A vantagem do seguro total é que a maioria das locadoras diminuem o bond (que é uma especie de cheque calção que tem no Brasil, onde o valor é debitado do seu cartão de crédito). No meu caso tive que autorizar um débito de AUD$5000 no meu cartão que foi devolvido após 14 dias úteis do retorno da Campervan (já que não tive nenhum problema).
  • Todos os National Parks cobram uma taxa de visitação e ela é cobrada por pessoa. Porém existe um Passe que dá direito a entrar em todos os parques que vale para um automóvel e até 6 passageiros. O passe custa AUD$60 e é válido por 3 meses. Já os tickets individuais custam em média de AUD$ 16 por pessoa. Então se tiver em 2 pessoas e visitar 2 parques o Pass vale bem mais a pena. site para emitir o Park Pass - https://passes.parks.tas.gov.au/
  • Para comer eu fazia uma pesquisa em Tavern pelo caminho e dava prioridade para comer neste lugares já que o preço normalmente é bem melhor que restaurantes e os pratos são bem servidos e saborosos. Em média eu pagava AUD$20 a AUD$25 por prato.
  • Muita atenção com o horário de funcionamento de restaurantes, camperpaks, etc., porque os lugares fecham bem cedo para quem está acostumado com as coisas no Brasil. Restaurantes fechavam por volta das 20:00 hs.
  • Camperparks também costumam fechar cedo então se quiserem dormir nos Camperparks é bom ligar antes das 16:00 hrs para reservar (alguns aceitam self-check-in).
  • Existem vários camperparks free porém sem nenhuma estrutura (banheiro, cozinha, etc.) e normalmente estes camperparks ficam nos parks ou na estrada.
  • Para usar o GPS do telefone eu sugiro um APP que possa utilizar o mapa Offline como o Sygic ou para aqueles que quiserem usar o mapa do Google eu sugiro pegar um chip telefônico da Telstra que é a principal operadora de celular da Australia e que me deixava com sinal praticamente 95% do tempo.
  • Os APP para procurar locais para passar a noite com a Campervan (Free ou pago) eu usava o CamperMate ou o Motorhome Republic Trave.
  • Quando for programar a rota e o sentido de como irá fazer o trajeto, indico fazer no sentido horário. Isto porque quando você estiver descendo do Norte para o Sul pela costa você estará de frente para o mar, o que te dá a oportunidade de ver várias paisagens lindas.
  • As estradas tem uma pavimentação perfeita porém são bem estreitas e com muitas curvas, subidas e descidas. As velocidades não são altas o que acaba tornando a locomoção um pouco mais lenta.
  • Tomar muito cuidado ao dirigir ao amanhecer, anoitecer e a noite. Isto porque são os horários que muitos animais vem para perto das estradas se alimentar e com isto o risco de atropelar os bichinhos é muito grande (infelizmente você vê muitos mortos pelo caminho).
  • Levar capa de chuva ou roupa a prova d'água porque o clima na Tasmania muda muito rápido e chove bastante pela região.
  • Entre um lugar e outro, é possível parar em vários pequenos lugares e lookouts que são indicados na estrada e não estavam no roteiro. 

 Agora vamos para a parte que realmente importa que é a viagem.

1° dia - Hobart

  • CDB - Centro da cidade
  • Porto
  • Wellington Park

Cheguei por volta das 15:00 hrs horário local e fui direto pegar a Campervan. As empresas de Campervan ficam ao arredor do aeroporto e a que eu loquei não disponibilizava o serviço de pegar o cliente no aeroporto. Por isto, tive que pegar um Taxi até o local que ficava aproximadamente 5 Km de distancia e paguei AUD$ 16.

Na locadora fiz todo o procedimento e já fui direto para o Camperpark que já havia reservado e ficava bem próximo do aeroporto para fazer o check in e em seguida já fui para o centro de Hobart que fica a 20 Km do aeroporto.

Estacionei e dei uma volta pela área do Porto e CBD (CBD é como é chamado o centro das cidades). Aproveitei e já parei em um restaurante para almoçar porque já era umas 17:00 hrs.

Após o almoço resolvi passar no mercado para fazer umas compras e abastecer a Campervan com comida, bebida e água potável.

Do mercado resolvi subir para o Mount Wellington para ver a cidade de cima! 

2° dia - Port Arthur 

  • Seven Miles Beach
  • Eaglehank Neck
  • Blow Hole
  • Devil Kitchen
  • Port Arthur Historic Site
  • Remarkable Cave

Acordei cedo tomei meu café da manha na Campervan e fui caminhando até a Seven Miles Beach já que ficava muito próximo do Camperpark.

Fiquei um tempo na praia apenas contemplando porque estava frio e chuviscando.

No caminho para o Port Arthur fui parando em alguns pontos para tirar fotos e conhecer (Eaglehank Neck, Blow Hole, Devil Kitchen).

De lá já peguei a estrada em direção a Port Arthur Historic Site que é onde tudo começou aqui na Australia. Era o presidio que a Inglaterra enviava os presos para cumprir suas penas que variavam de anos à perpétua (perpétua - porque o preso não poderia mais voltar para a Inglaterra).

O ticket para entrar no Site é AUD$40 que dá direito a uma visita guiada de 40 min e um passeio de barco pela baia.

E por ultimo parei no Remarkable Cave.

3° dia - Bruny Island

  • Salamanca Market - feirinha que só ocorre todos os Sábados das 8:00 as 15:00 hrs em Hobart

Acordei cedo para pegar o inicio da feira. É uma feirinha com muitas barraquinhas de produtos variados (comida, artesanatos, bebidas, etc). 

Depois de 2 horas de feira, peguei a estrada sentido Bruny Island. Para chegar na ilha tem que pegar um ferry que custa AUD$ 60 (ida e volta) para carros acima de 6m.

Chegando na ilha peguei a direção do farol parando no The Neck lookout onde você consegue ver o mar dos dois lados.

De lá fui para a Lighthouse que tem uma vista muito bonita na extremidade da ilha.

Iria fazer um outro tracking mas tive um pequeno problema com o freio de mão da minha Campervan o que me consumiu um tempo precioso e tive que desistir e retornar para o continente.

4° dia - Mount Field

  • Trilhas
  • Strathgordon / Gordon Dam

Como fui direto da Bruny Island para Mount Field consegui dormir no camping que tem dentro do park nacional o que me economizou tempo para as trilhas do dia seguinte.

Ao acordar fui pegar informação no centro turístico do park para definir quais trilhas iria fazer e decidi por uma que leva em média 3 horas ida e volta.

Depois das trilhas peguei o carro em direção ao Gordon Dam que é uma barragem de uma usina hidrelétrica de 1974.

DSCN6599.jpg

5° dia - Cradle Mountain 

Dormi em um Camping Park a 2 km da entrada do parque nacional o que foi muito bom para ganhar tempo de deslocamento.

No parque visitei o centro turístico para definir qual trilha fazer e acabei fazendo duas delas.

O legal neste parque que você deixa o carro no centro turístico e pega o ônibus do park que te deixa no inicio de cada trilha.

Neste park é fácil ver alguns animais peculiares da Australia como os Wallabes (que são os cangurus menores) e o Wombat.

DSCN6684.jpg

6° dia - The Nut

  • The Nut
  • Stanley
  • Penguin
  • Brakes Beach
  • Greens Beach

Iniciei o dia visitando The Nut. É um park nacional que fica em cima de uma grande rocha que tem acesso ou por trilha ou por teleférico e que dá uma visão bem bonita do mar.

A cidadezinha de Stanley é bem pitoresca e nela foi filmado o "The Light Between Oceans".

Novamente na estrada fui sentindo Penguin que é uma cidade que tem varias estatuas e desenhos de pinguins (nada alem disto....mas é bem engraçado).

Não demorei muito na cidade e já fui em direção as duas praias que queria visitar. Nesta duas praias tem vários pontos para fotos e algumas trilhas.

7° dia - Launceston

  • Cataract Gorge
  • St Helens

Launceston é a segunda maior cidade da Tasmania com um CBD com muitos prédios históricos que vale a visita.

Do CBD fui para o Cataract Gorge Park fazer algumas trilhas e ver uma hidrelétrica de 1895.

DSCN6857.jpg

Após o park peguei a estrada para St Helens onde visitei alguns dunas de areia e suas praias.

8° dia - Freycinet National Park

  • Bay of Fire
  • Binalong
  • Freycinet

Bay of fire é uma baia de aproximadamente 25 milhas que ganhou este nome porque os colonizadores Ingleses viam, à noite, as fogueiras feitas pelos Aborigines.

Também nesta região as pedras tem uma coloração alaranjada devido a simbiose entre um fungo e uma alga.

DSCN6946.jpg

Saindo de Binalong fui para Freycinet, que dentro de todos os parks visitados, é o que tem uma estrutura maior com restaurante e camperpaks.

Passei no centro turístico para pegar informações das trilhas e acabei fazendo 3 delas (Wineglass Bay, Honeymoon e Cape Tourville).

9° dia - Hobart

  • Triabunna
  • Orford

Triabunna e Orford tem saídas para o park nacional Maria Island. Não tive tempo para fazer este passeio já que além do tempo do ferry as trilhas são grande e não entra carro na ilha. Apenas dei uma volta nas cidades e peguei o caminho de volta para Hobart.

Em Hobart visitei o Tasmanian Museum and Art Gallery que tem entrada free. Subi novamente no Wellington Mount e por fim dei uma volta no porto.

10° dia - Gold Coast

No 10° dia apenas devolvi a Campervan e retornei para casa.

 

Espero poder ajudar o pessoal que está montando seus roteiros de viagem.

Nos vemos na minha próxima viagem.

 

 

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    • Por takami
      Fiquei 33 dias na Austrália. Iniciei a minha viagem em junho na Cidade de Cairns em Queensland, pois meu grande objetivo era conhecer a Enorme Barreira de Corais. Este é o melhor local de acesso e fechar os pacotes de mergulhos, pois está próximo dos melhores recifes de corais.

        Como tirei um dia inteiro pra cotar as agências de mergulhos, então sobrou tempo pra visitar alguns lugares como o Aquário da Cidade.

      Há uma infinidade de lugares para mergulhar, no entanto o lugar principal chama-se Osprey Reef, o qual só uma empresa no momento está autorizada a chegar no local, que é a Mike Ball. Esse recife fica bastante distante, é preciso travessar um mar bastante agitado para alcançar esse lugar. Tem que se fechar o mínimo de 4 dias num cruzeiro para conseguir fazer os mergulhos com tranquilidade. Nesse tempo vc tem direito a 14 mergulhos durante esse percurso.

      Sempre viajei sem reservas, mas procuro escolher as épocas fora de alta temporada para não correr o risco de ficar sem hospedagem ou sem fazer os melhores passeios. Essa experiência tem dado certo, ou então estou tendo sorte demais!

      A agência que escolhi foi a Mike Ball Expeditions, pois é a única que tem o alvará para mergulhar em Osprey Reef, onde é considerado um dos melhores lugares do mundo pra se mergulhar. Quem quiser saber sobre valores, é só procurar o site deles na internet, pois o preço que paguei certamente está desatualizado.

      Fiz uma visita ao Aquário de Cairns, onde tive a idéia do que encontraria em seus recifes, tem inúmeras espécies de crustáceos, répteis e peixes exóticos e uma arquitetura futurística com belos aquários.

      No final da tarde me reuni com o grupo que embarcaria para a expedição de mergulhos em Osprey Reef e partimos para o Cruzeiro que nos levaríamos.

      O primeiro lugar que mergulhei foi em Summer Bay em Ribbon Reef. Faziamos em torno de 4 mergulhos por dia, mas se houvesse um noturno, então eram 5 mergulhos. Enfrentar as aguas geladas era quase uma maratona pra mim, mas valeu cada mergulho.

      Não é fácil ir a Osprey Reef, pois pegamos um longo trecho de mar aberto, que dependendo das condições climáticas não seria permitida a ida. Mas graças a Deus o tempo ajudou desta vez e conseguimos chegar. O cruzeiro balançou muito por causa das marolas. É normal passar mal e vomitar bastante, mas com o tempo vai se adaptando às marolas.

      Como fizemos vários mergulhos seguidos, recomendo proteger bem os pés das nadadeiras para que não fiquem em carne viva, pois mesmo usando botas de neoprene a agua salgada vai corroendo a pele com o atrito por causa das nadadeiras. Não corra o risco de não poder mergulhar nesse precioso lugar.

      Outra dica, não tente usar o drone para tentar filmar os recifes de cima, pois o local venta muito e o risco de perde-lo é muito alto.

      Outra dica, recomendo ter o curso nitrox para que possa ficar mais tempo embaixo da água.

      Nos meses entre junho a agosto é possível avistar as baleias minks nessa região. Mas infelizmente no meu caso nao tive esse privilégio.

      Com relação aos pacotes de mergulhos há 3 opções, uma de 3 dias de mergulhos, outra de 4 e outra de 7 dias. Fechei o de 4 dias, q me deu direito a 14 mergulhos, dos quais fiz 13, incluindo 2 mergulhos noturnos.

      No primeiro mergulho da manhã deste dia encontramos um natiloide, que é uma espécie de molusco pré histórico.  Podem ser encontrados numa profundidade de até 500m. É comum encontra-los no leste do oceano índico.

      Finalmente chegamos em Osprey Reef, as marolas ajudou e passamos a madrugada inteira a todo vapor rumo a esse requisitadíssimo lugar pelos mergulhadores, chamado Osprey Reef.

      Estava todo mundo na expectativa, é um lugar repleto de enormes tubarões. Fizemos uma espécie de arquibancada natural para assistir a alimentação dos tubarões. Fomos nos acomodando nas rochas de forma circular, onde no centro seria despejado as carcaças de peixes para os tubarões.

      Os enormes tubarões iam chegando na medida que o odor das carcaças se espalhavam pelo mar.

      Achei um espetáculo a concentração de tantos tubarões, foi um dos cenários mais incríveis que já presenciei.

      Os corais nessa região são muito bonitos e diferentes. É um paredão enorme colorido formado pelas algas e corais,  deixando as imagens sensacionais e exóticos

      Tivemos a companhia de um cardume de barracudas.

      Para voltar ao continente desembarcamos em Lizard Island, onde peguei um vôo de volta a Cairns.

      Achei esse sobrevôo sobre os corais um verdadeiro espetáculo. Foram 4 horas de vôo até o aeroporto de Cairns.

      Aproveitei que estava no aeroporto e comprei uma passagem até Sidney. O Centro é formado por prédios e praças, representando um mundo corporativo.

      Aproveitei e visitei a Casa de Ópera e o Aquário de Sidney. chegando a ter mais de 650 espécies e mais de 6 mil peixes e outros animais aquáticos de toda a Austrália.

      Visitei a torre de Sydney onde tem uma vista panorâmica de 360 graus.

      Peguei o metrô para visitar Blue Mountain. Fica a oeste de Sydney. É uma região muito bonita, mas neste dia, o mal tempo atrapalhou bastante, mas consegui aproveitar a região.

      Depois peguei um vôo para Melbourne.

      Melbourne é a segunda Cidade mais populosa depois de Sydney. É um dos principais centros financeiros do País. Já foi considerado a quarta cidade mais cara do Mundo, empatando com Oslo na Noruega.

      Peguei um ônibus para conhecer os 12 apóstolos. O trajeto foi beirando a costeira australiana. Mas no caminho o motorista parou para visitar algumas praias e num parque cheio de cangurus.

      Depois peguei um vôo para a Tasmânia.

      Decidi fazer um passeio de lancha beirando a costeira rochosa. Recebíamos um macacão pra nos protegermos da água e do frio, pois ventava muito.  O percurso foi muito bonito. O nome do circuito que fizemos chama-se bruny island.

      Depois fechei um tour com uma Agência para conhecer outras partes turísticas da Tasmânia.

      Na Tasmânia existem 2 passeios de lancha imperdíveis, muito bonitos, porém caros, em torno de U$250 cada um. Eles circundam as belas costeiras rochosas da Tasmânia. Ambos duram praticamente o dia todo, saindo cedo pela manhã. O nome que é dado a este passeio é Tasman Island, o outro se chama Bruny Island.

      Nesse local haviam umas baleias, apesar de não conseguirmos avistá-las completamente foi um momento incrível do passeio.

      No final do passeio da lancha visitamos uma prisão antiga desativada. O nome da Cidade é Port Arthur, onde eram levados os criminosos mais perigosos durante o século 19. A prisão foi desativada em 1897, 54 anos após ser inaugurada. As ruínas do presídio, no entanto, podem ser visitadas até hoje. O turista pode caminhar pelas celas, hospital e salas de aula.


       
      Uma pequena cidade foi construída ao redor da penitenciária para dar a devida estrutura aos que trabalhavam ali. Casas, escola e igreja foram erguidos. A pedras usadas na igreja, por exemplo, foram lapidadas pelos detentos.

      Depois peguei um ônibus para conhecer a outra parte da Tasmânia, a Cidade de Launceston.

      Fiz um tour no Parque Nacional Craddle Mountain. Fiz um belo trekking até a parte mais alta, que fica a 1.545m do nível do mar e é a sexta montanha mais alta da Tasmânia.

      Esse passeio foi feito por uma Agência. Não há guia, mas as trilhas são bem demarcadas. São vários roteiros no local, mas com agilidade se consegue conhecer tudo.

      Senti falta de crampons para andar na neve. Tive receio de escorregar sem o solado de 12 pontas. Mas com o devido cuidado consegui atingir o topo e curtir o belo visual panorâmico dos lagos e das  montanhas

      Depois voltei pra Sydney para aproveitar o bom tempo e conhecer um pouco mais sobre Blue Mountains. Desta vez consegui fazer excelentes trilhas com belos mirantes.

      Há um mapa turístico que se consegue ter uma boa noção da dimensão do lugar e não se perder nas trilhas. Pois a região que engloba Blue Mountains é muito extensa. Seria preciso vários dias para percorrer todas as trilhas.

      É na região de Blue Mountains que ficam as Three Sisters (Três Irmãs), formações rochosas que ganham colorações diferentes de acordo com a incidência da luz do sol

      Entre os lugares que recomendamos não perder no passeio, estão as Three Sisters, uma formação que pode ser vista a partir do Echo Point. As Three Sisters tem mais 900m e, segundo a lenda aborígene, as três formações se referem a três irmãs que foram transformadas em pedra. É possível também fazer uma trilha em que você vai até a base das três irmãs-vale muito a pena para se ter uma dimensão da grandiosidade dessas formações.

      Não podia deixar de conhecer as Praias de Queensland, elas são muito bonitas. O percurso do vôo foi sensacional, o formato das praias lá de cima deixou um cenário incrível.

      Peguei emprestada a bike do Hostel para conhecer a Cidade. Os australianos tem o hábito de investir em motor home. Há muitos campings espalhados. É praticamente uma casa ambulante. Há uma variedade de adaptações para dormir dentro dos veículos. Dá gosto de ver a infraestrutura dos carros e sua autonomia e independência.

      Agendei um tour para conhecer Fraser Island por meio de um caminhão 4x4 adaptado para carregar os turistas. Somente 4x4 para enfrentar os areiões de Fraser Island. É considerada a maior ilha de areia do mundo, com seus 120 km de extensão.

      Uma das grandes atrações dessa ilha é visitar os lagos de água doce.

      O caminhão acabou atolando algumas vezes, deu bastante trabalho.

      No final do dia pegamos a balsa para voltar ao continente .

      Decidi fazer um tour de yatch em Fraser Island para conhecer outros lugares. O dia permaneceu ensolarado e perfeito. O porto é lotado de tudo que é tipo de veleiros e yatchs.

      Paramos pra fazer um snorkel, a água estava bem gelada.

      Pegamos um bote para conhecer a praia. O legal é que ele anda na terra. Há um motor que baixam as rodas e andam na areia. Sensacional o bote anfíbio.

      Subimos uma duna para apreciar a bela vista panorâmica.

      Remamos de caiaque num dos mangues.

      Meu próximo destino foi Arlier beach na região de Whitsunday em Queesland.

      Fiz um sobrevôo sobre as ilhas, que no total são 74 ilhas. A duração do passeio foi de aproximadamente 1 hora.

      A parte mais incrível e surpreendente foi quando passou por cima dos recifes de corais. É impressionante tanta beleza num mar tão cristalino. Realmente inacreditável!

      Terá uma noção porque a Austrália tem o maior recife de coral do mundo. É recife que não acaba mais, formando diversos desenhos para quem os vê de cima. As tonalidades de verde esmeralda é impressionante.

      Airlier beach é uma Cidade litorânea bastante turística. Há diversos passeios e a vida noturna é bastante intensa, com muitos bares e shows.

      Fiz um passeio imperdível com uma lancha enorme onde visitamos Whitesunday.

      Fomos a praia fazer uma trilha  que dá o acesso mais próximo às areias branquinhas com suas águas cristalinas de Whitsunday. Esse é o mirante mais próximo que podemos chegar para a preservação do local.

      Pra finalizar fizemos um belo snorkel num lugar riquíssimo em corais. As formações e variedades de corais eram vastíssimos. No final da tarde o mar estava um pouco agitado, por isso a visibilidade no momento não estava tão boa.

      No dia seguinte peguei uma lancha para Hamilton Island, uma ilha bem próxima de arlier beach.

      É possível conhecer tudo nesta ilha em praticamente num dia. Tem hotéis requintados e com belas paisagens. Na parte montanhosa, mais inóspita, há belíssimos mirantes.

      Depois fui para Magnetic Island que fica em frente a Townsville em Queensland. O seu acesso é apenas por barco. Há lindas praias espalhadas em sua costeira. São várias praias, cujo o acesso é facilitado por meio de um mapa da região conseguido em qualquer hostel.

      Para quem quiser ver como foi, estou deixando abaixo as minhas edições das filmagens.
       
    • Por takami
      No primeiro mergulho da manhã deste dia encontramos um natiloide, que é uma espécie de molusco pré histórico.  Podem ser encontrados numa profundidade de até 500m. É comum encontra-los no leste do oceano índico.

      Finalmente chegamos em Osprey Reef, as marolas ajudou e passamos a madrugada inteira a todo vapor rumo a esse requisitadíssimo lugar pelos mergulhadores, chamado Osprey Reef.

      Estava todo mundo na expectativa, é um lugar repleto de enormes tubarões. Fizemos uma espécie de arquibancada natural para assistir a alimentação dos tubarões. Fomos nos acomodando nas rochas de forma circular, onde no centro será despejado as carcaças de peixes para os tubarões.

      Os enormes tubarões iam chegando na medida que o odor desses peixes se espalhavam pelo mar.

      Achei um espetáculo a concentração de tantos tubarões, foi um dos cenários mais incríveis que já presenciei.

      Os corais nessa região são muito bonitos e diferentes. É um paredão enorme colorido formado pelas algas e corais,  deixando as imagens sensacionais e exóticos

      Tivemos a companhia de um cardume de barracudas.

      No final da tarde após os mergulhos, fomos brindados com uma bela confraternização.

      Para voltar ao continente desembarcamos em Lizard Island, onde peguei um vôo de volta a Cairns.

      A ilha é muito bonita, tem vários mirantes com belos visuais, mar cristalino e uma sensação de paz e muita tranquilidade.

      Achei esse sobrevôo sobre os corais um verdadeiro espetáculo. Foram 4 horas de vôo até o aeroporto de Cairns.

      Aproveitei que estava no aeroporto e comprei uma passagem até Sidney. O Centro é formado por prédios e praças, representando um mundo corporativo.

      Essa é a casa da Ópera de Sydney, também conhecida como Teatro de Sydney, é um dos edifícios de espetáculo mais marcantes a nível mundial, e um dos símbolos da Austrália. Sua construção foi iniciada em 1959.

      Aproveitei e visitei o Aquário de Sidney. chegando a ter mais de 650 espécies e mais de 6 mil peixes e outros animais aquáticos de toda a Austrália.

      O Aquário de Sydney foi aberto em 1988, durante as comemorações do Bicentenário australiano. É um dos maiores aquários do mundo. Vale a pena conferir!


    • Por takami
      Depois de quase 1 dia de viagem, bastante longo, dentro de um avião, cheguei no aeroporto de Cairns em Queensland.

      Acordei cedo muito empolgado. Fiz uma visita ao porto onde ficam as embarcações. pois meu grande objetivo era conhecer a Enorme Barreira de Corais. Este é o melhor local de acesso e fechar os pacotes de mergulhos, pois está próximo dos melhores recifes de corais. Pela enorme quantidade de yatches e cruzeiros dá pra se ter uma idéia de como os corais são muito frequentados.

       Fiz cotações com os cruzeiros para mergulhar nos melhores points da região. Sempre viajei sem reservas, mas procuro escolher as épocas fora de alta temporada para não correr o risco de ficar sem hospedagem ou sem fazer os melhores passeios. Essa experiência tem dado certo, ou então estou tendo sorte demais!

      A agência que escolhi foi a Mike Ball Expeditions, pois é a única que tem o alvará para mergulhar em Osprey Reef, onde é considerado um dos melhores lugares do mundo pra se mergulhar. Quem quiser saber sobre valores, é só procurar o site deles na internet, pois o preço que paguei certamente está desatualizado.

      Aproveitei para conhecer a Cidade de Cairns, que é quente e badalado o ano inteiro, atraindo turistas de todos os lugares do mundo. Há muitos Hostels e agências de mergulhos espalhados pelo centro.

      Fiz uma visita ao Aquário de Cairns, onde tive a idéia do que encontraria em seus recifes, tem inúmeras espécies de crustáceos, répteis e peixes exóticos e uma arquitetura futurística com belos aquários.

      No final da tarde me reuni com o grupo que embarcaria para a expedição de mergulhos em Osprey Reef e partimos para o Cruzeiro que nos levaríamos.

      O primeiro lugar que mergulhei foi em Summer Bay em Ribbon Reef. Faziamos em torno de 4 mergulhos por dia, mas se houvesse um noturno, então eram 5 mergulhos. Enfrentar as aguas geladas era quase uma maratona pra mim, mas valeu cada mergulho.

      Não é fácil ir a Osprey Reef, pois pegamos um longo trecho de mar aberto, que dependendo das condições climáticas não seria permitida a ida. Mas graças a Deus o tempo ajudou desta vez e conseguimos chegar. O cruzeiro balançou muito por causa das marolas. É normal passar mal e vomitar bastante, mas com o tempo vai se adaptando às marolas.

      Como fizemos vários mergulhos seguidos, recomendo proteger bem os pés das nadadeiras para que não fiquem em carne viva, pois mesmo usando botas de neoprene a agua salgada vai corroendo a pele com o atrito por causa das nadadeiras. Não corra o risco de não poder mergulhar nesse precioso lugar.

      Outra dica, não tente usar o drone para tentar filmar os recifes de cima, pois o local venta muito e o risco de perde-lo é muito alto.

      Outra dica, recomendo ter o curso nitrox para que possa ficar mais tempo embaixo da água.

      Nos meses entre junho a agosto é possível avistar as baleias minks nessa região. Mas infelizmente no meu caso nao tive esse privilégio.

      Com relação aos pacotes de mergulhos há 3 opções, uma de 3 dias de mergulhos, outra de 4 e outra de 7 dias. Fechei o de 4 dias, q me deu direito a 14 mergulhos, dos quais fiz 13, incluindo 2 mergulhos noturnos.

      Tive a sorte de pegar o tempo bastante ensolarado, excelente para os mergulhos. Fiquei extremamente satisfeito por conhecer esses belíssimos lugares. Ouvi muitos comentários ruins sobre os recifes mais pertos do continente australiano, que devido ao excesso de turistas e sem muitas regras de visitação, acabaram sendo bastante depredados. Então se vc é mergulhador, vale a pena investir nessa expedição ao Osprey Reef.

       
       
    • Por Sthefany Ferreira
      Boa tarde!!
      Alguém conhece empresas boas para aluguel de motorhome em São Paulo, SP?
       
       
    • Por Luciana Torezan
      Quando decidi fazer essa viagem de motorhome juntamente com meu esposo, já conhecia Miami e Orlando mas queriamos uma viagem diferente. Primeiramente pensamos em viajar de carro para explorar as praias da região e ir até Key West. Mas a logística seria ruim visto que teríamos muito check-in e check-out em Hotéis ou seria preciso fazer bate e voltas. 
      Optamos pelo motorhome e foi a decisão mais acertada que fizemos. Foi uma viagem incrível, divertida, com flexibilidade de mudar a programação conforme nosso gosto, enfim, valeu muito a pena.
      Fizemos um post para nosso blog detalhando tudo: como alugamos, por onde passamos, como escolhemos lugares para dormir de graça, como foi ficar no camping da Disney (um sonhooooooo). Quem quiser conferir nosso relato mais detalhado é so clicar em https://casalabordo.com.br/motorhome-na-florida/.
      Se tiverem dúvidas, será um prazer imenso ajudar. Abraços viajantes.




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