Troca de informações e relatos de trilhas e travessias na região sudeste do Brasil. Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
#780600 por Jefferson Zanandréa
21 Nov 2012, 22:42
Dicas importantes:

Viação que faz o Percurso SP (Rodoviária do Tietê) X MG (Rodoviária de Espera Feliz) é a vição "Itapemirim".

Valor das passagens:
Ida R$ 110,50 - Quintas-Feira às 18:00hs.
Retorno R$ 114,00 - Domingo às 18:00hs.

Viação que faz o Percurso Espera Feliz X Dores do Rio Preto é a viação "Nossa Senhora de Fátima."

Valor das passagens:
Ida R$ 4,50 - Diáriamente, consultar horários.
Retorno R$ 4,50 - Diáriamente, consultar horários.

Contatos para agendamento no Pq. Nacional do Caparaó.
Tel.: 32 3747-2086/2943
E-mail.: parnacaparao@gmail.com

Valor da visitação R$ 11,00.
Valor de cada pernoite no acampamento R$ 6,00.

Obs. Indicado fazer esta trip no inverno, devido as chuvas constantes no verão.

Introdução aos locais visitados.


Pico da Bandeira:
O Pico da Bandeira é, de longe, o principal atrativo da Rota do Caparaó Capixaba. Subir até o seu cume, a 2.890 metros de altitude, é o objetivo de 10 entre 10 turistas que visitam a região. E não é pra menos. Todo mundo quer ver com os próprios olhos o que se vê de cima do ponto mais alto do país. (extraído do site: http://www.rotascapixabas.com/2012/01/2 ... ito-santo/).

Pico do Calçado:
O Pico do Calçado (ou da Calçada) faz parte dos picos da Serra do Caparaó, localizado no Parque Nacional do Caparaó, na divisa dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. É o quarto maior pico desta serra, e também a quarta maior montanha brasileira, com 2.849 metros de altitude. (extraído do site: http://360graus.terra.com.br/montanhism ... tion=geral)

Pico do Cristal:
O Pico do Cristal é a sétima maior montanha nacional, e o terceiro maior pico da Serra do Caparaó. Possui 2.769,76 metros de altitude e está localizado no Parque Nacional do Caparaó (divisa de Minas Gerais e Espírito Santo), na mesma região do Pico da Bandeira e do Pico do Calçado. (extraído do site: http://360graus.terra.com.br/montanhism ... tion=geral)

Cachoeira da Farofa:

Integrantes da trupe: Jefferson Zanandréa Filho, Rafael Cavalleri e Renan Prado.


O RELATO - A CONQUISTA DO MAR DE MINAS (PICO DA BANDEIRA).


Dia 07/09/2012.

Após uma noite de sono mal dormida, acordei por volta das 07hs, os raios solares adentravam a janela e
esquentava meu rosto, a paisagem linda me hipnotizou até as 09hs quando o ônibus finalmente
encostou-se à rodoviária de Espera Feliz – MG.

Na pacata cidade de Espera Feliz teríamos que pegar outro ônibus que nos levaria até a cidade de Dores
do Rio Preto – ES, mais precisamente no município de Pedra da Menina (divisa entre os dois estados). A
viação que faz o trajeto de aproximadamente 10 km é a viação Nossa Senhora de Fátima – Linha:
Paraíso, valor R$ 4,50. O primeiro coletivo sai as 08hs, como chegamos as 09hs tivemos que esperar o
segundo veículo que saiu às 11hs. Após paradas e mais paradas finalmente chegamos ao local que
devíamos descer (Dica: informar ao cobrador que quer descer no início da estrada que leva ao PQ.
Nacional do Caparaó).

Logo no início da estrada que sobe em direção ao parque existe uma placa informativa referente à
distância a ser percorrida até o Pico da Bandeira.

O início.
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Ajeitamos as cargueiras, olhamos o início da subida e iniciamos a caminhada de 08 km até a entrada do
parque. Subida íngreme, pesada, chata, mas com um visual lindo. Depois de uma hora subindo
escutamos um riacho e fomos conferiar a pequena queda de água, que para nós foi um prato cheio para
nos refrescarmos, o que acabou nos atrasando um pouco a subida, mas quer saber? Pouco nos
importávamos, à sensação de se aproveitar cada momento em cada lugar é única, e jamais desperdiçaríamos o
banho naquele riacho gelado e lindo!

Cachoeira gelada.
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Novamente equipados com as cargueiras, continuamos a subir, subir e subir, até encontrarmos um
senhor que ofereceu o “frete” até a entrada do parque no valor de R$ 20,00, neste momento confesso
que se não fosse pela insistência de nosso amigo Renan que falava apenas em concluir a conquista do cume a
pé, na raça, eu teria aceitado, só havíamos andado 2 km e já estávamos cansados de tão íngreme que é
subida! Eu e o Rafa enfim concordamos com o Renan, neste momento lembrei-me de uma citação do
filme Na natureza selvagem, que diz “(...) não necessariamente ser forte, mas sim sentir-se forte...”
Continuamos!

Chegamos à entrada do parque às 15hs, após 08 km de subida pesada, nos apresentamos na portaria, à
reserva para a visitação já havia sido agendada de São Paulo (importante não se esquecer de agendar
com antecedência a entrada no parque. Tel.: 32 3747-2086/2943/ E-mail.: parnacaparao@gmail.com). Por sermos os únicos a pé no local, pois, a grande maioria segue de carro até o acampamento base “Casa Queimada”, tivemos a nossa entrada liberada com facilidade, burocracia mesmo só para quem seguia de carro, ou seja, todos além de nós.

Entrada do Pq. Nacional do Caparaó.
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Após o pagamento das devidas taxas (R$ 11,00 de visitação e mais R$ 6,00 para cada pernoite),
entramos. Conseguimos alcançar a entrada do parque com cansaço, mas com certa facilidade, por assim
ser, concluímos que o trecho de 09 km até o acampamento da Casa Queimada seria superado da mesma
maneira. Engano nosso!

A subida era duas vezes mais íngreme, as cargueiras pesavam o dobro, diversos carros passavam,
buzinavam, acenavam, éramos conquistadores, vencedores, mesmo que quase mortos a cada buzinada
o ânimo voltava. Não podíamos desistir, tínhamos que encarar o monstro, o monstro neste caso era a subida
infinita que nos levaria ao céu, literalmente até o céu.

Um Gol branco parou, um rapaz capixaba e muito gente boa ofereceu uma carona para as cargueiras até
a Casa Queimada, o carro estava lotado de equipamento de camping no banco traseiro, no passageiro ia o novo colega Alessandro Chakal. Aceitamos a ajuda, e continuamos, porém, MUITO mais leves.

Nos primeiros 500 MT, sentia-me como o ''superman'', poderia voar de tão leve, porém, não sei se pelo
cansaço, pela drástica elevação na subida que ficava mais íngreme a cada metro, ou pelo fato de estar
com saudade da minha cargueira, só sei que estava exausto, corpo pesado, passos lentos, confesso que
se nosso novo colega Capixaba não tivesse nos dado a grande ajuda de levar as cargueiras até o
acampamento base, eu acamparia na subida mesmo.

A paisagem linda engava o casaço.
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Após muita superação, cansaço ao extremo, amizade e união, chegamos ao quilometro oito, o sol se
escondia por entre as colinas, o silencio pairava no ar gélido do Espírito Santo que era quebrado apenas pelo canto
de passáros que nos acompanhavam. Reta final, acampamento à vista, uma emoção misturada com
euforia, chegamos!

KM 08.
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Sol de pondo entre as colinas.
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Diversas pessoas nos cumprimentavam, senti-me orgulhos, feliz, mas não com a sensação de dever
cumprido, o objetivo agora estava diante de nossos olhos, e conquistar aquela montanha me motivava
mais ainda a continuar, mas não naquele momento.

Após a chegada no acampamento.
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Com a temperatura em 3ºC montamos acampamento, fomos informados que as placas solares que
forneciam energia ao camping estavam em manutenção, então nada de banho quente. Como em uma
sala de tortura escutávamos os gritos de quem se atrevia a entrar no chuveiro, eu fui um deles. A água
parecia uma série de agulhas que penetravam meu corpo, o banho de gato valeu a pena, relaxou o
corpo a mente e me deu condições para me preparar para a conquista final.

Preparamos o jantar, arroz a grega com frango desfiado, uma delícia!

Arroz a grega feito no acampamento.
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Finalmente fomos dormir às 20hs, pois, teríamos que acordar às 01hs para atacar o cume se quisesse
ver o espetáculo mais fantástico no Pico da Bandeira, o nascer do sol. Deitei para dormir, cochilei, apenas
cochilei.


Dia 08/09/2012.

Após o breve cochilo de três horinhas o despertador quebra o silêncio da madrugada, acordei o Renan
na barraca ao lado e segui em direção ao Rafa que não conseguiu dormir devido a gritaria que alguns
trekkers mais dispostos faziam noite adentro.

Café da manhã rápido, conversas com a galera do acampamento e pronto, nos preparamos para a
subida. Todos os grupos iam com umas dez pessoas, ou mais. O nosso ia apenas eu, Renan e Rafa.
Concluímos antes da subida que levaríamos apenas a cargueira do Renan com alguns suprimentos e
para guardar as blusas caso esquentasse, o Rafa seguiria com a dele levando seu equipamento básico.
Não estávamos com mochila de ataque então seguimos assim mesmo, eu e o Renan dividiríamos na
subida, cada um levando um pouco da mochila em cada trecho.

Iniciamos a subida por volta das 02hs, muitos grupos já haviam saído, subíamos incorporados por
grandes montanhistas, não sentíamos a subida, gradativamente grupo a grupo foi deixado para trás,
agora a nossa frente restava apenas à vegetação rasteira da região, o frio que cortava o rosto mesmo de
balaclava. A subida castigava agora, uma escalaminhada não técnica, porém pesada, seguíamos rumo ao
topo, estávamos quase chegando, mãos dadas para a conquista em conjunto, porém quando íamos
finalmente festejar a conquista, eis que em meio à névoa escura surge um vulto negro que aparecia
lentamente com a iluminação da Lua, ao mesmo tempo em que nos causou espanto, nos trouxe
admiração, estávamos no Pico do Calçado, o Bandeira zombava de nós logo à frente, imponente e
magnífico.

Faltava pouco!
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Continuamos rápidos, não parávamos mais para nada, um incentivava o outro quando notava cansaço, a
trupe estava em sintonia total, escalaminhando em direção à conquista final. Víamos dezenas de
lanternas nos seguindo, olhamos para o lado esquerdo no entroncamento das trilhas da Casa Queimada
(ES) com Terreirão (MG) vimos mais lanternas, na frente apenas eu, Renan e Rafa, o Cruzeiro já estava
visível, a adrenalina aumentará, agora é pra valer, agora é real, última subida, a cargueira desta vez
estava em minhas costas, à subida castigava, o frio castigava, a ansiedade castigava. O cruzeiro estava
próximo, metros à frente, a ordem era “vamos tocá-lo juntos, nós três”, tocamos simultaneamente a
grande cruz que está cravada no topo da terceira maior montanha de nossa terra verde e amarela,
nesse momento eu senti que todo o esforço valerá a pena, as horas sem dormir, as subidas
intermináveis, o frio, tudo! Nada mais importava, só sabia que em meio a experientes trekkers de todo
o Brasil, três jovens de São Paulo poderiam gritar, e assim o fizeram “o topo é nosso”.

O topo é nosso!

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Rapidamente após alguns cliques, começamos a preparar as coisas para o segundo café da manhã, eram
04:40hs e logo o sol nasceria, levamos massa de pastel, frango desfiado e queijo. Só acreditou quem viu,
no alto do Bandeira, muito pastel no café da manhã.

Pastel nas alturas.
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''Aos poucos o pico lotou, havia umas cem pessoas em seu cume para assistir o espetáculo natural, e o
show valeu a pena. O nascer do sol foi maravilhoso, o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de
Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista, é assim que me recordo.''


"o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista I"
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"o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista II"
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"o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista III"Imagem

Já umas 08hs éramos os últimos ainda ali no pico, resolvemos conhecer o Pico de Cristal, retornando
pelo Pico do Calçado. A trilha até o Cristal é muito fácil, após descer o Calçado, já em sua base, ao invés
de descer pela trilha que retorna a Casa Queimada, basta seguir adiante, pedras sobrepostas indicam o
caminho, basta segui-las. A escalaminhada até o cume do Cristal é fácil e rápida, e ir ao Parque do
Caparaó e perder este pico é inaceitável, pois, ao menos no meu ponto de vista o Cristal é o pico mais
imponente da região.

Pico de Cristal.
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O relógio apontava 13hs, hora de descer, o Renan seguiu na frente enquanto eu e o Rafa resolvemos
cadenciar a decida para tirar mais fotos. Chegamos à Casa Queimada, mais uma vez a tortura no banho
gelado, águas que vinham diretamente do mar de Bering congelava até a alma de quem se atrevia a entrar no banho.
Logo começamos os preparativos para o almoço, o prato do dia seria Yakissoba, e foi!

Yakissoba selvagem!
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Já de noite, bebemos capuchino e filosofamos sobre a vida, a existência e sobre muitas outras coisas, o
céu estava como nunca havia presenciado antes, estrelas cadentes passavam a todo o momento, o espaço é um lugar
incrível. Era 22:30hs o papo estava excelente, a noite linda e fria, porém, o dia foi cansativo e muito por sinal, era hora de dormir.

Noite fria.
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Dia 09/09/2012.

Após uma noite tranqüila, o relógio despertou, após um prato de sucrilhos com tapioca no café da
manhã, rapidamente desmontamos o acampamento. Mochila nas costas, a saudade já batia, nos
despedimos da Casa Queimada após um último clique.

Tapioca selvagem.
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Adeus Casa Queimada!
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O retorno foi fácil, muito fácil po sinal. Mesmo com o joelho sendo forçado com o impacto da mochila na descida.
A velocidade era mais que o dobro da subida, estávamos quase correndo, e logo chegamos a Cachoeira
da Farofa, trilha de apenas três minutos, facílimo acesso, e um local surreal. Água verde esmeralda
encantam os olhos, porém, é muito gelada, diga-se de passagem, que foi o banho mais gelado de
cachoeira que já tomei.

Cachoeira da Farofa por cima.
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Cachoeira da Farofa por baixo.
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Continuamos o retorno, rapidamente já estávamos na entrada do parque, devolvemos uma credencial
de entrada que é entregue assim que você entra no parque e descemos, e descemos e descemos.

Para o almoço, dessa vez rolou uma macarronada com molho quatro queijos e molho bolonhesa, salada
de pepino com seleta e muita batata frita.

Último almoço!
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De volta para a descida o relógio apontava 14:20hs horário que o ônibus passaria no ponto retornando a
rodoviária de Espera Feliz, apertamos o passo com medo de perdê-lo, ouço a voz do Renan que seguia
adiantado pedindo para corrermos, corremos, e corremos mesmo de cargueira. Foram cerca de 400
metros de corrida, o ônibus estava parado e o motorista pasmo vendo a situação, lembrei-me
rapidamente de São Paulo, onde ônibus não se pega, se conquista devido ao caos em nosso transporte
público.

Rodoviária de Espera Feliz - MG.
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Conquistamos, aliás, entramos no ônibus, cansados, queimados de sol e felizes, a trip estava concluída,
uma trip para ser lembrada para o resto da vida. O retorno para São Paulo foi tranqüilo, apenas um
pouco de trânsito na Dultra devido ao término do feriado, chegamos à rodoviária no Tietê as 09hs fui
para casa, tomei um banho e entrei no trampo bem atrasado, às 12hs, mas foi por uma causa nobre e
justa.

Terminei a trip com uma frase que criei e sempre a cito quando tenho oportunidade;

“Essa não foi a melhor trip, a melhor será a próxima, sempre a próxima”.

FOTOS ADICIONAIS:

Pico da Bandeira visto do Pico do Calçado.
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Rafa no cume do Pico do Cristal.
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O segredo do Cristal.
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Pico de Cristal.
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Manolaaaaaa!
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THE END!
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Editado pela última vez por Jefferson Zanandréa em 25 Dez 2012, 20:51, em um total de 2 vezes.

#780944 por Jefferson Zanandréa
23 Nov 2012, 00:12
Otávio e kdusandes, muito obrigado de verdade!

Que venham mais e mais trips como essa e melhores para todos nós!

"Essa não foi a melhor trip, a melhor será a próxima, sempre a próxima" XD

Aloha!
#781229 por FRANCISCO CARDOSO
23 Nov 2012, 20:34
Parabéns pra vcs!

Realmente o Pico da Bandeira é um lugar marcante, me emociono até hoje ao lembrar da minha chegada àquele lugar!
É daqueles lugares que nos trazem uma energia única, diferente de qualquer outro, por mais incrível que isso possa parecer!
Volto fácil!!!

Abs e parabéns mais uma vez pela trip!
#781962 por Jefferson Zanandréa
26 Nov 2012, 19:16
FRANCISCO CARDOSO escreveu:Parabéns pra vcs!

Realmente o Pico da Bandeira é um lugar marcante, me emociono até hoje ao lembrar da minha chegada àquele lugar!
É daqueles lugares que nos trazem uma energia única, diferente de qualquer outro, por mais incrível que isso possa parecer!
Volto fácil!!!

Abs e parabéns mais uma vez pela trip!


Valeu Brother! Lugar fantástico, lindo demais!
#782752 por Marcos Aventura
28 Nov 2012, 14:30
Só uma pergunta, aquela comida e panela foram vocês que levaram? imagens ótima, com seu relato me sentir inspirado em visitar o lugar, será meu próximo roteiro depois da Chapada Diamantina. Parabéns, deve é uma sensação libertadora quando estar em lugares assim.
#789651 por Kássio Massa
23 Dez 2012, 22:44
Jefferson, este é um dos poucos relatos que li sobre os cumes do Caparaó, em que pude sentir um pouco (pois nem se compara a estar no lugar, em pessoa) do clima, da atmosfera, das emoçoes, da brisa , e da emoção de se atingir um dos pontos mais altos deste país! As fotos também ficaram ótimas. Parabéns pela trip!
#789982 por Jefferson Zanandréa
25 Dez 2012, 20:09
Marcos, levamos tudo sim. Foi um peso lascado, mas no final valeu a pena =D

Massa, obrigado meu amigo. Tentei passar justamente o que aconteceu por lá, a sensação é única, a conquista de uma montanha é algo mágico.

gvogetta, obrigado! Quando houver oportunidade vá sim. O lúgar é fantástico, vale muito a pena. Sugiro a subida pelo lado capixaba.

Forte abraço a todos.
#806986 por Jefferson Zanandréa
11 Fev 2013, 12:24
Thiagoeleuterio, muito obrigado amigo! Foi uma conquista prazerosa, é isso que nos anima cada vez mais a fazer montanhas, um lugar único.

kdusandes, vá sim e qualquer dúvida, por favor entre em contato imediatamente, estamos aqui para ajudar e para somar.

Desejo a ambos, bons ventos.

Namastê.
#827438 por Betusso
10 Abr 2013, 12:32
Parabéns pela conquista!

Belo relato, despertou a vontade de conhecer o local.

Gosto muito de cozinhar, fiquei admirado com a disposição de vcs e com a variedade de comida. tudo muito bem feito...deu água na boca, parabéns mesmo!!!

Com uma turma assim dá para ir longe!
#839198 por Jefferson Zanandréa
12 Mai 2013, 10:37
Betusso escreveu:Parabéns pela conquista!

Belo relato, despertou a vontade de conhecer o local.

Gosto muito de cozinhar, fiquei admirado com a disposição de vcs e com a variedade de comida. tudo muito bem feito...deu água na boca, parabéns mesmo!!!

Com uma turma assim dá para ir longe!


Valeu Betusso. Espero q não fique apenas na vontade, conheça o Bandeira, a região é linda. Tenho certeza q não se arrependerá em nada.

Cozinhar é muito bom, tbm adoro... Mas o melhor mesmo é comer hehe...

Grande abraço e bons ventos amigo!

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