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PedrãodoBrasil

Travessia Extreme Parque Nacional do Caparaó 3 dias 26 km

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Travessia Extreme Parque Nacional do Caparaó

*ES x MG  11,3 Km

*MG x ES  11,3 Km

*VALE ENCANTADO  2 Km

Total de 26 km 

3 dias efetivos.

20 a 24 Agosto de 2018

 

 

 

1º Dia-20 Agosto

Saída de Vitória as 07:00 hs, chegando em Pedra Menina as 12:00 hs.

Existem 2 maneiras de se chegar no Parque Saindo de Vitória. Pela BR -262, Iúna, Ibitirama, Santa Martha, Patrimônio da Penha, Pedra Menina. E Por Cachoeiro do Itapemirim, Alegre, Guaçuí, Dores do Rio Preto e Pedra Menina, neste caso fui Pelo Lado do ES.

As 13:00 hs chegada ao Parque Nacional do Caparaó.

Fiz o Chek-in na portaria e logo decidi subir para Casa Queimada, Local onde ia acampar a Primeira Noite, já que no outro dia iria iniciar efetivamente a Travessia.

Da portaria até a Casa Queimada são 9,5 Km de estrada boa e íngreme.

Existem 2 Campings pelo Lado do ES,

*Macieira 4,5 km da Portaria

*Casa Queimada 9,0 km da Portaria.

Me instalei e armei barraca, pois o tempo além de estar bom, logo começa o frio da noite.

2º Dia-21 Agosto

Neste dia acordei cedo e logo me preparei para o Inicio da travessia.

Sai as 09:00 hs, passando pelas Duas Irmãs, ponto de água, Pico do calçado, avistando o Pico do Cristal e logo acima atingindo o Pico da Bandeira, são 4,5 Km até o topo pelo lado do ES. Como o tempo estava meio ruim, fechando e abrindo não subi o topo e decidi ir logo para o meu Camping, neste caso o Terreirão, que fica 3,5 km descendo pelo lado de MG. Cheguei as 16:00 hs e logo montei a Barraca, pois quando cai a noite esfria muito. Cuidado ao acampar no terreirão, pois os quatis entram nas barracas e também sobem em mesas atrás de comidas, kkkkk.

Logo caiu a noite e com ela o frio chegou.  A noite a lua Estava Linda.

3º Dia-22 Agosto

Acordei e logo tratei de tomar um bom café, pois o dia seria hard.

Iniciei a descida até a Tronqueira, loca onde se chega de carro pelo Lado de MG.

Desci até o Rancho dos Cabritos, passando pela entrada do Vale Encantado, local onde na volta iria conhecer. Logo abaixo está a Tronqueira, Local de Camping, com estrutura de banheiro, casa dos guarda parques etc.

Após um almoço iniciei a Subida, pois o tempo estava fechado.

Atingi o Vale Encantado, local de beleza ímpar, pois tem uns poços com água clara e de beleza exuberante, vale a pena conhecer.

Voltei para trila Principal e de novo Rancho dos Cabritos e Terreirão.

Jantei e dormi.

4º Dia-23 Agosto

Ao acordar tive um Surpresa, tinha geado durante a madrugada e a barraca estava com uma camada de Gelo. Impressionante.

Tomei café e iniciei a subida as 09:00 hs, atingindo o Mirante da Trilha de MG, e logo acima parei para lanchar algo.

Em seguida atingi o Topo, agora sim fui e me deslumbrei de toda a Beleza que é o Pico da bandeira na sua plenitude.

Lugar impar e está entre os 10 Picos mais altos do Brasil.

Desci e atingi a Casa Queimada as 15:30 hs.

Tomei banho e aguardei a noite chegar.

 5º Dia-24 Agosto

Acordei as 05:40 hs e logo tratei de tomar aquele café para aquecer, pois estava muito frio.

Arrumei as coisas e logo tratei de descer até a portaria, pois precisava chegar em Vitória cedo rsrsrsrsr.

Desci até a Macieira e logo até a Portaria, fiz o Chek out e parti em direção a casa.

Cheguei em Vitória as 13:00 hs, finalizando assim a travessia.

 

Pontos de Interesse:

Lado ES:

-Pera Menina

-Macieira

-Casa Queimada

-Pedra Duas Irmãs

-Pico do Calçado

-Pico do Cristal

-Pico da Bandeira

Lado MG

-Terreirão

-Vale Encantado

-Tronqueira

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    • Por Marcos A
      Fala galera, estou colocando aqui a nossa experiência fazendo o trekking pela Walker's Haute Route, na Suíça/França. Se quiser dar uma força nosso trabalho, passa lá no nosso site que tem mais posts sobre a Suíça e também se cadastrando na nossa newsletter, a gente oferece o livreto "Trekking pela Walker's Haute Route - O Guia Completo", onde a gente responde todas as perguntas, como por exemplo, custo, como chegar, o que levar, melhor época pra fazer, etc.
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      Ja pensou em fazer trekking na Suíça? Muita gente vai pra conhecer as principais cidades, consumir bons queijos e viver a cultura da Suíça. Mas poucas pessoas sabem que o país é repleto de trilhas que ligam pequenas vilas e refúgios no alto das montanhas. Foi por isso que resolvemos fazer o trekking pela Walker’s Haute Route e viver uma aventura diferente por
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      Dia 1: Zermatt – Cabana Europa Hut
      Dia 2: Cabana Europa Hut – Grächen
      Dia 3: Grächen – Gruben
      Dia 4: Gruben – Zinal
      Dia 5: Zinal – Cabane Moiry
      Dia 6: Cabane Moiry – La Gouille
      Dia 7: La Gouille – Cabane de Prafleuri
      Dia 8: Cabane de Prafleuri – Cabane du Mont Fort
      Dia 9: Cabane du Mont Fort – Martigny
      Dia 10: Martigny – Chamonix
      DIA 1 – ZERMATT ATÉ EUROPA HUT

      Último viewpoint do Matterhorn rumo à cabana Europa Hut. Tudo começou em Zermatt, no coração dos Alpes suíços, depois de uma viagem de trem bem corrida vindos de Zurique. Chegamos na madrugada do dia que iniciaríamos o trekking. Só deu tempo pra tomar banho e correr pro quarto e dormi pra descansar para o primeiro dia de trilha. Seriam os primeiros 22 quilômetros de trilha, saindo de Zermatt, subindo o vale de Mattertal e pegando a famosa trilha Europeweg com destino à Europa Hut, uma cabana/refúgio no alto das montanhas. Além de todas as vistas incríveis no meio do caminho (incluindo o famoso Matterhorn) e todos os precipícios enormes, o destaque do dia foi passar pela maior ponte suspensa por cabos de aço do mundo. Sim, eram quase 500 metros de ponte! Bom, posso adiantar que chegamos exaustos na cabana. Esse foi só o primeiro dia, imagina os demais…
      DIA 2 – EUROPA HUT ATÉ GRÄCHEN

      A trilha entre Randa e Saint-Niklaus era praticamente toda assim. Foi um descanso para as pernas e joelhos. Segundo dia na Walker’s Haute Route. A gente decidiu não continuar pela Europeweg e descemos o vale de Mattertal pra continuar a trilha por baixo. Passamos pelos vilarejos de Randa e Herbriggen, antes de chegar em Saint-Niklaus, nossa penúltima parada do dia. Nosso destino seria a cidade de Grächen. No total, foram quase 14 quilômetros de percurso desde a cabana Europa Hut até o nosso hotel em Grächen. Indo por baixo pelo vale, a gente abriu mão das paisagens das montanhas, pra ganhar uma experiência cultural incrível, vivenciando a vida das pequenas cidadezinhas da Suíça e dos seus habitantes. A propósito, os suíços sempre foram muito simpáticos com a gente.
      DIA 3 – GRÄCHEN ATÉ GRUBEN

      A borboleta e o pássaro lá no fundo fizeram questão de aparecer na foto. Depois de dormir em um hotel fantasma (conto mais se você comentar!), a gente começou a trilha de Jungen, acessível de teleférico a partir de Saint-Niklaus, e de onde a gente teve uma das mais lindas vistas de todo o trekking (foto acima). De Jungen, a gente pegaria a trilha até Gruben e passaria o nosso primeiro passe de todo o trekking, o Augstbordpass (2894 metros). A alegria foi imensa mesmo com todo o esforço e cansaço da subida. Chegando em Gruben, depois de passar por um bosque lindo, descobrimos uma vilazinha simpática e acolhedora. A gente chegou acabados, com as pernas doendo e os joelhos em estado crítico por causa do peso da mochila. A gente ficou o restante do dia se questionando se continuaria ou não…
      DIA 4 – GRUBEN ATÉ ZINAL

      Glaciar de Turtmanntal, pra mim um dos mais lindos dos Alpes. Quarto dia de trekking pela Walker’s Haute Route e sem dúvidas, o dia mais decisivo de todos. Seriam 17 quilômetros até a cidade de Zinal, localizada no vale de Zinal. A cidade foi primeira de língua francesa de todo o trekking. Ainda estávamos pensativos sobre a nossa decisão de continuar. No dia anterior, a gente juntou um monte de coisa que julgamos não necessários e deixamos lá mesmo no hotel. Partimos mais leves, mas sem saber se terminaríamos o trekking! Falando da trilha, o ponto mais alto do dia foi o passe Col de la Forcletta, à 2874 metros. Com o peso a menos, tudo parecia melhor. Estávamos mais felizes e dispostos! Em Zinal, fomos acolhidos no nosso hotel por uma senhora super simpática e fez o nosso dia terminar com chave de ouro.
      DIA 5 – ZINAL ATÉ CABANE MOIRY

      Quinto dia de trekking pela Walker’s Haute Route e incríveis 66 quilômetros percorridos. Faltavam um pouco mais do que a metade até o nosso objetivo final. Nesse dia, a gente teria que ir de Zinal até a Cabane de Moiry, o nosso primeiro refúgio da trilha, localizada pertinho da barragem e do glaciar de Moiry. Esse foi um dia muito agradável. A maior parte da trilha era contornando o Lac de Moiry, imenso, cor azul esmeralda. A parte final, entretanto, foi mais complicada. Pra chegar até o refúgio, a gente teve que subir umas centenas de metros. Mas o esforço valeu a pena. A cabana fica bem do lado das montanhas e do glaciar de Moiry. Vista que recompensou tudo, mas não tirou as dores nos joelhos que nunca estiveram maiores. Ha! E quase ia me esquecendo, a gente conheceu um casal de brasileiros super simpáticos que nos ensinou bastante sobre perseverança e determinação.
      DIA 6 – CABANE MOIRY ATÉ LA GOUILLE

      Vista que a gente tinha do Lac de Chateaupré, com o glaciar de Moiry atrás. Sexto dia de trekking pela Walker’s Haute Route e mais de 91 quilômetros de trilha percorridos. A gente tava preocupado com o estado dos nossos joelhos, mas por milagre no dia seguinte, eles já não doíam tanto como no dia anterior. Começamos a descida pela mesma trilha rumo ao destino do dia, a cidade de La Gouille. Só que esse seria um dia mais puxado. A subida até o passe Col de Tsaté não era o problema. Fizemos bem tranquilo e chegamos no passe, à 2868 metros, com muita energia. O problema foi a descida. Foram mais de 1200 metros de descida que não acabava nunca! Ainda perdemos o ônibus em La Sage e tivemos que ir andando até Les Haudères, de onde a gente pegou um ônibus para La Gouille.
      DIA 7 – LA GOUILLE ATÉ CABANE DE PRAFLEURI

      Sétimo dia de trekking pela Walker’s Haute Route. O primeiro ônibus para Arolla saindo de la Gouille sairia por volta das oito da manhã. A viagem até Arolla foi rápida, cerca de 20 minutos. Estávamos contando o tempo, pois seriam 16 quilômetros naquele dia, cinco deles praticamente em linha reta, contornando a Barrage des Dix. Além das vistas incríveis, o ponto alto do dia foi passar pelo famoso Pas des Chèvres. Nada mais do que um conjunto de escadas de metal que ajudam um pouco na descida até o Val des Dix. As escadas são super bem construídas, mas bate aquele medinho, sabe como é… Terminamos a trilha com uma subida até o Col de Roux (2804 metros), de onde a gente já podia ver a Cabane de Prafleuri, onde a gente dormiria aquela noite.
      DIA 8 – CABANE DE PRAFLEURI ATÉ CABANE DU MONT FORT

      Oitavo dia de Walker’s Haute Route e um dos mais difíceis do trekking tecnicamente falando. Seriam três passes em um só dia, algo inédito até então. No dia anterior a responsável da Cabane de Prafleuri havia dito que o dia seria de mau tempo e chuva. Ela nos aconselhou a sair bem cedo pra evitar maiores imprevistos. Foi o que a gente fez. Mesmo sendo um dia de trekking mais puxado, foi o dia com as melhores fotos. A parte mais complicada foi que tivemos que pegar a rota mais curta (pelo temido Col de la Chaux) que levava até a Cabane du Mont Fort, ao invés de pegar a rota pelo Col de Termin, com vistas melhores, mas perigosa em dias de mau tempo. Só que a gente não sabia que a rota mais curta era uma rota alpina, mais exigente! Daí você tira que passamos bons bocados nessa última parte. E foi nesse dia que a gente viu os primeiros Ibex da viagem.
      DIA 9 – CABANE DU MONT FORT ATÉ MARTIGNY

      Nono dia da Walker’s Haute Route. Depois de um dia de trekking puxado e alguns sustos, decidimos que pegaríamos mais leve. O plano inicial era fazer toda a trilha da Cabana du Mont Fort até Le Châble e de lá ir para Orsières, o que acrescentaria um dia no itinerário. Adaptamos o plano e fomos para Martigny, encurtando o trekking em um dia, mas ganhando um para descansar. De lá partiríamos para o nosso último e mais aguardado dia na Walker’s Haute Route.
      DIA 10 – MARTIGNY ATÉ CHAMONIX

      Último dia na Walker’s Haute Route. O cronograma seria ir de Martigny até Chamonix. Mas tudo tinha que sair como previsto. De Martigny, a gente pegou um ônibus até o Col-de-la-Forclaz, e de lá começou os últimos quilômetros de trilha até Chamonix. Depois de 10 dias e mais de 135 quilômetros de trilha, enfim a gente tinha chegado onde queríamos. Ao fazer a última subida até o Col de Balme (divisa entre a Suíça e França) e olhar pro horizonte, lá estava ele, o Mont Blanc, imponente! O dia não poderia estar melhor! A vista do Mont Blanc estava nítida, sem interferência alguma, nenhuma nuvem, perfeita. Não poderia pedir mais nada. Nos sentamos, tiramos as mochilas e ficamos ali por pelo menos uma hora, comendo e apreciando a vista do Mont Blanc.
      QUER SABER MAIS SOBRE A WALKER’S HAUTE ROUTE?
      Ficou com vontade de fazer um trekking na Suíça? Tem mais perguntas sobre a Walker’s Haute Route? Estamos preparando um livreto “Trekking pela Walker’s Haute Route – De Zermatt até Chamonix”, onde a gente conta com detalhes tudo que você precisa saber pra se preparar pra esse trekking e também a nossa experiência, dia à dia, durante os mais de 135 quilômetros de trilhas pelos Alpes da Suíça e França.
    • Por Davi BT Santos
      Sua participação e contribuição é muito importante! Segue o link: https://chat.whatsapp.com/Ks6BieKQLhb2hNOoMsfmLu
    • Por Davi BT Santos
      https://chat.whatsapp.com/Ks6BieKQLhb2hNOoMsfmLu Estamos com um grupo no wpp, a principio será dia 13,14 e 15 de Março!
    • Por David PE
      Bom galera esse relato é na verdade um resumo de uma experiência unica vivida por mim em julho de 2018, é um relato bem pessoal, não vou dar muitos detalhes de custo mas vou tentar ajudar com o que lembrar, então prepara ai que vem textão, e desculpem os erros de português é muita coisa pra revizar e pouco tempo pra isso, já estou adiando esse relato a 1 ano então vai assim mesmo...
      O Inicio
      A chapada sempre me encantou, lembro de assistir Globo Reporter com meus pais na sala de casa e por varias vezes dizer que um dia iria conhecer esse lugar tão lindo e exuberante, a anos vinha tentando me organizar e viajar pra Bahia mas sempre algo dava errada e acabava adiando os planos, sempre tinha um empecilho seja um amigo que adoeçeu e não pode ir ou até mesmo a grana curta, só que esse ano foi diferente, justamente esse ano cheguei aos meus 30 de idade e pra mim foi um fechamento de ciclo notavel, um ano de mudanças e por que não por em pratica planos que ja estavam guardados a algum tempo e por-los em pratica mesmo com toda e qualquer adversidade que viesse a ocorrer. E assim fiz, comecei me programando em fevereiro, consegui marcar minhas ferias do trabalho para o mes de julho assim tive 6 meses para me preparar e organizar toda a viajem, comecei a pesquisar tudo, preço de passagens, hospedagens, preço de guias, agencias de turismo, roteiros e atraçoes isoladas que gostaria de visitar, foram 6 meses assistindo e pesquisando tudo que fosse conteudo sobre a Chapada Diamantina e seus arredores, a principio e ideia era fazer sozinho o percurso sem guia mas com ajuda de amigos fiz contato com alguns profissionais de lá e decidi que pagaria um guia (Praticamente o maior gasto de toda a viajem) mesmo com a grana curta fui me acertando e começando a tornar real o que viria ser a melhor viajem da minha vida até o momento desse texto...
       
      O Roteiro
      A principio a intenção era conhecer as atrações mais turisticas e visitadas por todos, mas quando comecei a pesquisar sobre roteiros e custos fiquei meio desmotivado e preocupado com a grana que tinha disponivel , foi um dos momentos em que pensei em desistir e deixar mais uma vez de lado essa vontade irracional que me arrastava para esse lugar, foi então que em umas das pesquisas no youtube encontrei um video de um Rasta sozinho no meio da chapada, proximo a uma cachoeira linda, no video ele falava sobre O vale do Pati e Vale do Capão, foi meu primeiro contato com esses lugares, então comecei a pesquisar sobre e fiquei maravilhado com tudo que vi, paissagens exuberantes e um povo super simples e acolhedor, dai em diante meus planos mudaram, meu foco se concentrou no vale do pati com suas belas vistas em um trekking cercado de paissagens exuberantes, abri mão dos passeios mais turisticos pra viver uma experiencia mais rustica e transformadora que era o que realmente queria nessa viajem, acho que querer não é a palavra certa no meu caso e sim PRECISAR, eu estava precisando disso, desse contato mais proximo com a natureza e comigo mesmo, precisava de um tempo só pra mim longe de tudo e de todos, então estava decidido eu iria fazer o trekking vale do capão – Vale do pati, um dos trajetos mais longos até o pati, tinha outras opções mais a logistica pra chegar a esses outros pontos de entrada no vale sairiam mais caras e não se encaixavam em meu curto orçamento, mesmo decidido pra onde ir o Pati ainda sim é um lugar gigante e teria que escolher os locais que gostaria de visitar pois não tinha grana pra fazer tudo de uma só vez e com a ajuda de um brother(Guia Douglas – Conexão Chapada) tracei o melhor roteiro pra minha situação e ficou acordado que seriam 5 dias de vale, roteiro decidido o proximo passo foi começar a preparação para viajem... Então meu roteiro geral da viajem ficou assim Recife – salvador – Palmeiras – Vale do Capão – Vale do Pati tudo de onibus totalizando cerca de 22hrs de transporte até o ponto inicial da trilha, e após a chegada os dias de travessia ficaram divididos em 1º dia saida Capão – Mirante do Pati – Igrejinha, 2º dia Seria a conquista ao morro do Castelo e algumas outras cachoeiras até a cachoeira do funil pelo leito do rio Pati, 3º dia Cachoeirão por cima e Mirante do Cruzeiro, 4º Dia a Volta Pati - Capão a Principio seria esse o Roteiro inicial da viajem... voltando do pati passaria mais uns dias no capão até voltar pra salvador e enfim retornar a Recife.
       
      Preparando para viajem
      Depois de decidido sobre viajar começou o segundo ponto, a preparação, pesquisei tudo que viesse a precisar e comecei a me organizar. Aos poucos fui conseguindo tudo que viria a precisar, não foi facil, como era meu primeiro contato com o trekking (esporte pelo qual me apaixonei) não tinha nada de equipamentos ou noções de camping, o preparo fisico não me preocupei muito, não sou nenhum atleta profissional mas sempre estive envolvido com alguns esportes então o fisico não seria um grande problema. Mas equipamento e grana eram meus dois grandes problemas... então comecei a comprar algumas coisas exenciais que viria a precisar e outras coisas fui conseguindo emprestado com amigos a os quais sou bastante grato pela ajuda, mochila, bota, saco de dormir, tensores de joelhos foi tudo emprestado de amigos, a barraca eu ja tinha uma bem simples trans 3 camping que não era a prova dagua nem tinha capa de chuva (passei um perreguezinho no ultimo dia de chapada), pra piorar a situação não comprei isolante termico, comprei algumas bermudas de trilha, umas camisetas de trilha simples, camiseta UV manga longa e um cortavento pra segurar um pouco o frio, sem esquecer da toca rosa presente do meu pai antes de viajar.  O proximo ponto importante foi o contato com guias e agencias de turismo pra saber se teria condições de pagar um guia ou se tentaria a sorte e me aventuraria sozinho nessa empreitada, a verdade é que minha vontade era justamente essa, ir só sem guia, sem correria e sem pressa, curtindo ao maximo tudo que aquele lugar tivesse a me oferecer, ja tinha tentado contato com alguns guias que depois de contar minha situação e vontade de ir simplesmente esnobavam por saber que tava com pouca grana e que iria só,(quanto mais gente em um grupo menor fica o valor pago ao guia por pessoa, assim como quanto menos pessoas maior o valor) ja estava certo de que iria só mesmo de qualquer jeito mais ia, até que uma amiga que ja tinha ido a chapada me indicou um guia local de Mucugê – Douglas Fagundes(Conexão Chapada) o cara foi super atencioso tirou diversas duvidas e mesmo apos eu contar minha situação o tratamento e o interesse não mudou, pelo contrario o brother me insentivou o tempo inteiro a ir e em momento algum pôs obstaculo algum, chegamos a um valor bem abaixo do que todos os outros guias e agencias pediram, a diaria de um guia tava em torno de 300 a 250R$ com ele consegui fechar 5 dias no vale do pati a 600R$, ainda tava pesado no meu orçamento de 1,000R$ pra viajem toda, isso fora a passagem que ja tinha comprado no cartão e dividido em 10x, me sobraram 400R$ para alimentação, camping e custos de transportes adicionais que viesse a precisar e essa grana ainda ia diminuir mais na frente junto com os impevistos que surgiriam no caminho.
       
      A noite anterior a viajem...
      Mesmo com toda dificuldade e contratempos eu fui me preparando e me convencendo do que queria fazer, sim meus amigos o maior processo de preparação foi justamante condicionar minha mente a não pensar nas advercidades e não desistir, e assim foi... juntei tudo que tinha conseguido com os amigos, o que restou da grana das minhas ferias apos pagar algumas contas e me preparei pra viajem, mas confeço que não foi facil, uma noite antes da viajem estava eu sentado na cama com a passagem em mãos tentando arrumar algum motivo pra desistir de ir, pensei milhões de possibilidades de situações que poderiam acontecer, coisas que poderiam dar errado e mas uma serie de desconfortos, uma crise de anciedade gigante, mas dessa vez não! Dessa vez eu iria fazer diferente, como poucas vezes fiz na vida, calei a mente e ouvi o coração ele sim sabia o que queria e onde iriamos chegar, no meu coração não havia duvida alguma do que fazer e que decisão tomar, consegui acalmar um pouco a crise de anciedade e fui descansar já eram quase 6 da manha e iria pegar o onibus na rodoviaria de Recife as 19hrs seria uma viajem cansativa até Salvador e de lá mais um onibus até Palmeiras e em Palmeiras um outro transporte até o vale do capão(Local que escolhi pra começar minha jornada), totalizando quese 20hrs de transporte até o meu primeiro objetivo que era o camping Sempre-Viva nas proximidades do capão, esse seria meu trajeto até o inicil da aventura....
       
       
       
       
    • Por thiago.martini
      Amigos Mochileiros,
      Como o único relato que tem sobre o trekking a Ciudad Perdida é de 2010 (muito bom por sinal e me ajudou bastante) resolvi escrever sobre a experiência que eu e minha esposa tivemos em outubro deste ano neste trekking incrível.
      No meu instagram (@thiagomrp) tem uma postagem para cada dia da trilha, com várias fotos do percurso. Quem quiser, é só dar uma conferida.
       
      PREPARAÇÃO
      Foi bem difícil achar boas informações sobre o trekking em sites brasileiros. Só um relato aqui no Mochileiros.com e poucas informações recentes. Acabei assistindo alguns vídeos feitos por viajantes gringos, buscando informações em sites colombianos e conversando com o hostel que iria nos hospedar em Santa Marta.
      Pelo que tinha pesquisado, sabia que a caminhada seria um pouco difícil, então resolvemos intensificar um pouco os treinos (fazemos treino funcional pelo menos 3 vezes por semana).
      Fiquei em dúvida sobre comprar antecipadamente ou fechar na hora. Conversei com o pessoal do hostel por e-mail (Masaya Santa Marta – recomendo muito a estadia lá) e me orientaram que sempre tinham saídas e que a diferença seria o pagamento com ou sem taxas do cartão. Em resumo, pagando lá haveria uma taxa de 3% do cartão de crédito (que de fato não ocorreu, mais adiante explico).
      Então como preparação apenas reservei o hostel em Santa Marta (Masaya) para dois dias antes do trekking e um dia depois. Assim poderíamos deixar nossos mochilões lá mesmo.
       
      COMPRA DO TOUR (dia 07/10/2019)
      Compramos o tour no próprio hostel, pelo mesmo preço que costuma ser o padrão das empresas de Santa Marta, COP 1.100.000,00. Na época que estivemos lá a melhor cotação que achamos foi 1 real para 780 COP’s. Com essa cotação nosso trekking ficou por +- R$ 1.400,00 cada um. Não tivemos a tal taxa extra, porque o atendente nos enviou um link (tipo paypal) e pagamos diretamente no site.
      Aproveitamos para pegar informações com o atendente, Francisco, que tinha sido tradutor nessa trilha por diversas vezes. Segundo ele não seria TÃO difícil. Ledo engano nosso kkkkk.
       
      DIA 1 (09/10/2019)
      Entre 8h30 e 9h00 passariam nos recolher para o tour. Às 8h30 já estávamos na recepção. Vi um rapaz com roupa de agência e perguntei se estava nos esperando. Ele disse que não. Apenas outras duas pessoas. Até aí, ok então.
      Esperei mais uns 15 minutos e nada da nossa agência. Fui falar com o rapaz sentado e perguntei se o nosso tour não era com ele também. Me perguntou qual era a nossa agência. Aqui descuido meu, não tinha perguntado ao Francisco qual era a agência. Mostrei para ela o comprovante de pagamento, ele fez uma ligação e confirmou que a gente também tinha que ir com ele. Uffaaaa, que sorte que fui abordá-lo.
      Entramos num 4x4 e recolhemos algumas pessoas pelo trajeto. Fomos até a agência antes de sair. Depois de um rápido briefing pegamos a estrada.
      Nosso grupo tinha 9 pessoas (5 colombianos, 2 ingleses, 1 alemão, 1 norte-americana e nós 2 de brasileiros). 
      Foram cerca de 1h30 de estrada de asfalto, com um motorista dirigindo loucamente kkkk.
      Por volta das 11h00 estávamos na entrada do Parque Nacional de Sierra Nevada. Lá pausa rápida para banheiro, colocar nossas pulseira de autorização para entrar no parque e mais 45 minutos de estrada de chão, com várias subidas e descidas irregulares e travessias de rio. Foi bem emocionante kkkk.
      Perto das 12h00 chegamos ao restaurante onde almoçamos e depois iniciamos nossa caminhada. Prato feito com arroz, feijão, salada, coxa com sobrecoxa e, é claro, patacones (que delícia kkk). Os pratos de comida são muito grandes. Eu não consegui comer tudo.
      Por volta das 13h15 saímos para iniciar nossa caminhada.
      O primeiro dia é basicamente uma longa caminhada estrada acima, com algumas barraquinhas no meio do caminho vendendo água, refri, cerveja, cacau, suco de laranja etc.
      Esse dia totalizou 12,2 kms com solzão na cabeça.
      Chamou atenção nesse dia a quantidade de aranhas e suas teias nas árvores.
      Chegamos no acampamento por volta da 16h45. Todos os acampamentos são ao lado de rio. Nesse primeiro tinha uma piscina natural que o povo pulava do alto de uma pedra. Eu sou meio cagão para água, mas tomei coragem e pulei, minha esposa também. Foi uma baita adrenalina. Tem o vídeo no meu instagram (@thiagomrp).
      Depois de um mergulho revigorante nas águas frias do rio, fomos tomar banho para jantar e dormir.
      Dica: muita atenção nos acampamentos com aranhas, escorpiões e cobras. O nosso guia nos alertou. Nós optamos por pendurar as botas no alto (o que depois foi seguido pelos colegas) e SEMPRE deixar as mochilas fechadas, para evitar entrada de bichos. Também revisamos as camas antes de deitar.
      Jantar estava muito farto e gostoso. Depois um brefing sobre o próximo dia e conversas sobre a história da trilha, da região, do povo Tayrona etc. Tudo muito interessante.
      Às 20h00 já estamos deitados e às 21h00 apagaram as luzes.
       
      DIA 2 (10/10/2019)
      Despertadores tocaram as 5h00 para nos arrumarmos, tomarmos café e saímos às 6h00. Acontece que no grupo tinha uma criança (11 anos) que só levantou às 6h00 e daí que foi tomar café. Ficamos bem impacientes, inclusive o guia. Aqui falha dos pais que não acordaram a criança antes e apressaram ela. Acabamos saindo 6h30.
      O segundo dia já era sabido com sendo o pior, e realmente foi. Foram 21,2 kms com muitas subidas e muita lama pelo caminho. Lugares bem escorregadios para caminhar. Nos levamos nossos próprios bastões, quem não tinha estava improvisando com tronco de árvore.
      Às 9h00 chegamos no lugar onde almoçamos. Fizemos uma parada mais longa com direito a visitar uma cachoeira próxima. Valeu muito a pena.
      Às 10h30 já estávamos almoçando e 11h00 voltamos a caminhar.
      A segunda parte do dia foi beeeeemmm difícil. Muita subida e lama.
      Por volta das 14h00 começou a chover, então complicou um pouco mais. Era subida sem fim, com chuva e fome. Por sorte chegamos numa vendinha e lá tinha frutas para nós. Foi revigorante.
      Aliás, em várias vendinhas as agências providenciam frutas para o pessoal, normalmente melancia, laranja ou abacaxi (muito doce por sinal).
      Chegamos no acampamento às 16h10, bem cansados. É o último acampamento antes da Ciudad Perdida, então todas as agências ficam no mesmo lugar. É o que tem a estrutura mais precária, mas mesmo assim foi ok.
      Jantamos, conversamos e antes das 20h00 já estávamos deitados. Às 21h00 apagaram as luzes.
       
      DIA 3 (11/10/2019)
      Novamente levantamos às 5h00, café da manhã e as 6h30 saímos. Aqui o atraso foi proposital. Como 10 minutos após o acampamento tem a travessia de um rio, o guia preferiu atrasarmos um pouco para não ter que ficar esperando na margem do rio os demais grupos atravessarem.
      Que travessia hein!
      Deve ser uns 20 metros de uma margem a outra, com pedras e correnteza forte. Duas cordas ajudam, aliás, todo mundo se ajuda porque a correnteza é muito forte mesmo.
      Depois de recolocar as botas, mais uns 10 minutos caminhando e chegamos no início das escadas que levam a Ciudad Perdida. Mais de 1200 degraus pela frente. Muita atenção, pois os degraus são curtos e bem úmidos.
      Às 7h10 já estávamos na entrada da Ciudad Perdida. Passaportes (dados pelo próprio parque com a história do lugar) foram distribuídos e carimbados.
      Nos acomodamos num lugar para ouvir o guia contar sobre a história da Ciudad Perdida e seu povo. Depois de um tempo saímos para desbravar o lugar.
      Você vai encontrar vários militares do exercício pelos caminhos da Ciudad Perdida. Eles estão ali para marcar a presença do Estado e oferecer segurança. Foram todos amigáveis e até tiraram fotos com a bandeira do Brasil (eu sempre viajo com uma).
      Na saída da Ciudad Perdida nosso guia passou na oca do líder espiritual, Mamo, porém ele não estava. Apenas sua esposa que vendeu algumas pulseirinhas feitas por ela para o grupo.
      Por volta das 10h00 já estávamos descendo de volta ao acampamento em que passamos a noite. Almoçamos por lá e depois voltamos até o acampamento em que almoçamos no segundo dia.
      Nesse dia foram quase 22km caminhados. Foi puxado, mas nem tanto.
      A noite jantamos e antes de dormir tivemos a oportunidade de ouvir histórias de um índio de uma tribo descendente dos Tayronas. Ele mostrou instrumentos de trabalho, o poporo (instrumento usado apenas pelos homens para consumir a folha de coca) e outros utensílios. Foi uma conversa legal. Ele falava mais ou menos o espanhol e era auxiliado pelo nosso guia. Uma experiência bem bacana.
       
      DIA 4 (12/10/2019)
      Novamente acordamos as 5h00 e 6h30 já estávamos caminhando para terminar o nosso trekking. O objetivo era chegar para o almoço no local onde iniciamos nossa aventura. Lá onde o 4x4 nos deixou e voltaria nos pegar.
      Umas subidas bem fortes, com quase 1 hora de subida initerrupta. Foi bem puxado.
      Confesso que tenho dúvidas se foi o segundo ou último dia o mais difícil. Ambos foram muito puxados.
      Por volta das 10h00 paramos tomar um suco e comer um bolo no mesmo local do primeiro acampamento. Descansamos um pouco e logo partimos.
      Eu e minha esposa aceleramos o passo porque queríamos terminar antes do meio dia. Não porque tivéssemos pressa, mas só para ter um objetivo.
      Uma parte do grupo foi mais rápido conosco e o resto seguiu mais lento com o guia.
      Esse trecho final foi aquele na estrada com o sol na cabeça do primeiro dia. Dessa vez o sol estava até mais forte, por isso cada vez mais queríamos chegar antes.
      Exatamente 11h50 chegamos no restaurante. Fui um trecho bem cansativo, quase 22,5 km. Todos que chegavam já foram arrancado as botas e deitando pelo chão gelado, era a melhor coisa naquele calor kkkk.
      Cerca de 1 hora depois chegou o resto do grupo.
      Almoçamos e por volta da 14h00 já estávamos no 4x4 para retornarmos até Santa Marta.
       
      SALDO FINAL
      Talvez tenha sido o trekking mais difícil que já fiz na vida (já fiz Salkantay no Peru e vários outros no sul do Brasil).
      Foi puxado, subidas e sol fortes e uma umidade muito grande, suávamos muito.
      Faria tudo de volta? Sem sombra de dúvidas, SIM.
      Foi uma experiência muito legal, uma caminhada difícil e desafiadora, com um grupo nota 10, guia e tradutor muito gente boa e estrutura de acampamentos legal. Várias vezes nos pegávamos falando: “estamos no meio da selva colombiana!!!”. E realmente é isso. É uma selva bem fechada, úmida, com rios, cachoeiras, pedras e lama.
      Trekking a Ciudad Perdida marcado como FEITO e RECOMENDADO a todos mochileiros e trilheiros!
       
      Obs.: tentarei colocar algumas fotos nos próximos comentários. Quem quiser pode ver algumas no meu instagram @thiagomrp. 
       


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