para contribuir com este fórum, que tanto ajudou no planejamento de minha última viagem, posto aqui informações referentes à mesma.
Eu e minha namorada estivemos, dentre os dias 10 e 26 de janeiro de 2011, no Chile e Argentina. Foi uma viagem maravilhosa, ela é gastrônoma/enóloga e eu geógrafo/músico, portanto, podemos dizer que foi uma odisséia alimentar, musical e paisagística!
Fomos pra lá de avião (TAM) e alugamos um carro por 16 dias no aeroporto de Santiago (pela Transbetel, sugestão aqui do fórum, saiu 1150 usd, incluindo permissão para ir para Argentina, dois triângulos, seguros, IVA/TAG, etc), entregamos no mesmo local. Reservamos todos os hoteis antes de viajar. Correu tudo bem!
Nossa rota resumida: Floripa - Santiago - Chillan - Pucón - Puerto Varas/Montt - Bariloche - Mendoza - Santiago - Floripa.
*Floripa/Santiago/Chillan
Saímos de Florianópolis/SC no dia 10/1 bem cedo e embarcamos pra Santiago, com conexão em Guarulhos/SP, chegamos no Chile por volta do meio dia. Pegamos o carro na chegada e caímos na estrada - o carro era um Corsa 1.6 2009 completo e bem guerreiro, resistiu bravamente mais de 4.000 km em 16 dias! Apelidei ele de "Puche". Enfim, com ajuda do nosso GPS chegamos em Chillan ao anoitecer do dia 10/1 (400 km ao sul). Nessa viagem rolou o "batizado": um pneu furado na Ruta 5 (caiu um cabo com fivelas de um caminhão e sobrou pro pneu do nosso carro), mas nada de 15 minutos de esforço não resolvessem! Seguimos empolgados e curtindo a ótima estrada (um tapete) e a bela paisagem chilena! Chillan é muito conhecida pelas suas termas e pistas de sky. Como era verão, só serviu de cidade-dormitório pra nós, mal a conhecemos além da Feira Artesanal e Mercado Central/Público - nosso destino era Pucon! Jantamos perto do hotel (onde experimentei o bifé de chorizo e conheci a deliciosa cerveja "Kuntzmann - Torobayo", foi paixão a primeira vista e muito consumo pelo resto da viagem!) e ficamos no Hotel Libertador Bernardo O'Higgins (60 usd, casal).
*Pucon
No dia seguinte (dia 11), bem cedo, fomos para Pucon (mais uns 400 km ao sul), nesse trajeto pela Ruta 5 fomos parados pelos "Carabineros", a polícia de lá. Eu estava "empolgado" com a estrada e o guarda Belo, escondido atrás da moita, me viu e mandou eu parar (sobretudo porque a placa do carro era do próprio Chile) - uma explicação rápida e fajuta ("perdón señor, nosotros somos brasilenos y yo no sabia el limite de velocidad") e ele muito educadamente me instruiu a respeito do limite de 120/125 km/h e me deixou seguir sem multa - mas valeu o puxão de orelha, eu não precisava estar andando a 140! A Ruta 5 é uma maravilha pra dirigir, um tapete e muitas retas, difícil é segurar o velocímetro, de fato!
Pucon é linda e parecida com Bariloche, super turística, vários bares, restaurantes, paisagens, etc! Lá ficamos na Hosteria Kernayel (65 usd, casal). Aproveitamos os restaurantes, bares, um bocado de pisco sour, palta, etc. Subimos o vulcão Villarica (ainda com neve no cume), conhecemos a queda d'água "Ojos de Caburgua" e as "Termas de Los Pozones". Ficamos lá do dia 11 ao dia 14, foi suficiente pra curtir o astral da cidade! Na saída para Puerto Varas (uns 350 km ao sul), conhecemos de passagem a cidade de Villarica e sua feirinha artesanal - mas nada demais nessa cidade.
*Puerto Varas
Em Puerto Varas (dia 14) o clima já estava mais frio, estava chovendo também. Ficamos no Gran Hotel Germania (70 usd, casal). Eu esperava mais da cidade, como choveu direto não pudemos subir o vulcão Osorno - só fizemos passeios de carro! Cidade tipicamente alemã, construções mais antigas contrastando com algumas mais novas. Conhecemos um museu na beiramar e seu curador, assim como a Igrejinha tradicional, o Cerro Philippi e os Saltos de Petrohue (queda d'água) - apreciamos a gastronomia em vários restaurantes e em um Irish Pub. Em um dos dias esticamos até Puerto Montt, mas achei a cidade uma lástima! Mal ficamos lá e batemos em retirada. Também perdi uns trocados no Cassino de P. Varas! Dois dias por lá teriam sido suficientes ao invés dos 3 que planejei. Dia 17 caímos na estrada rumo à Bariloche! Subimos até Osorno e fomos pelo Paso Cardenal Antonio Samore (CH 215 para os íntimos e que vira RN 231 na Argentina). Esse caminho é lindo demais e ele cruza parte da "Ruta dos Siete Lagos", também corta o Parque Nacional Puyehue (Chile) e o Parque Nacional Nahuel Huapi (Arg).
*Bariloche
Tudo tranquilo na Alfândega e no meio da tarde do dia 17, cruzando lindíssimas paisagens, chegamos em Bariloche. Ficamos no Hotel Crans-Montana (70 usd + taxas, casal), o melhor hotel da viagem. Por lá conhecemos o centro, alguns restaurantes, muita carne, chocolates, vinhos e cervejas (torobayo)! No dia seguinte o tempo fechou, só choveu e ventou! Abortamos a idéia de subir o Cerro Campanário, Cerro Otto, etc. Fizemos o Circuito Chico de carro mesmo! Gostaríamos de ter ficado mais um dia por lá, sobretudo sem chuva, mas não rolou - dia 19 cedinho partimos para Mendoza! Seriam 1.200 km pela frente num só dia, sem parar.
*Mendoza
A viagem de Bariloche à Mendoza foi exaustiva, porém, incrível! Adorei dirigir pelos pampas argentinos e curtir a paisagem semi-árida daquela região. Fomos por Neuquen, só paramos para abastecer e almoçar. Tive muitas dúvidas em relação à este trajeto, não consegui muitas informações previamente e não soube de muita gente que o fez por aqui. A maior dificuldade foi encontrar postos de combustível entre Neuquen e Mendoza, mas deu tudo certo! Chegamos em Mendoza a noite e fomos direto pro Hotel Niventus. Ficamos por lá do dia 19 ao 22/1. Achei Mendoza super organizada, completamente arborizada e planejada (puderam fazer isso pois a cidade antiga ficou pra trás - ao sul - com toda pobreza e com outro nome). Conhecemos a Peatonal, as praças, restaurantes, os bares (na Aristides Villanueva), o museu, o Parque San Martin. Também fomos à duas vinícolas (Don Arturo, onde compramos uns vinhos de guarda e a vinícola Baudron), uma fábrica de azeite de oliva e outra de licores (e de absinto!). Dia 22, pegamos o "Puche" e partimos para cruzar a Cordilheira dos Andes. Não preciso comentar que este trajeto é absolutamente incrível (ainda mais pra um geógrafo). Tudo certo na alfândega, voltamos pro Chile e chegamos em Santiago por volta das 16hs do dia 22/1.
*Santiago
Enfim, fechamos o retângulo cartográfico que foi esta viagem! Ficamos 4 dias em Santiago no Hotel Montecarlo e demos uma esticada até Vina del Mar e Valparaiso: não esperava muita coisa e, de fato, não gostamos das duas cidades! Me lembraram a relação de Balneário Camboriú (turismo) e Itajaí (porto) em Santa Catarina, molhamos os pés no pacífico e voltamos no mesmo dia pra Santiago. Na capital conhecemos todo o centro antigo/cívico/histórico e o 'novo'. Incluem-se aí: Palacio La Moneda, Biblioteca, Catedral, Igreja de São Francisco, Prédio dos Correios, Museu de Bellas Artes, Museu de Arte Contemporânea, Museu Pré-Colombino, Cerro Santa Lucia, Cerro San Cristobal, La Chascona, Mercado Central (o nojento/incrível 'piure'), Estação Central, etc... Comemos no Giratório, no Mercado (a Centolla), conhecemos o Pátio Bella Vista e seus bares/restaurantes. Passeamos pela Providencia e o shopping Arauco, avenida Suecia, Paris/Londres, etc. Adoramos a cidade! Em quatro dias já estava dirigindo por lá como um nativo (nem tanto)! Dia 26 nos despedimos do Chile e voltamos para Floripa! Vale lembrar que a vista da Cordilheira dos Andes no sobrevoo é muito linda!
*Alguns pontos relevantes:
- Levamos um GPS aqui do Brasil, comprei os mapas do Chile e da Argentina antes. No Chile foi tudo bem, já na argentina o GPS ficou meio doido com esse mapa, tive que seguir o instinto e um guia de mão que levamos, por várias vezes.
- Em relação aos hotéis, a maioria tinha estacionamento, calefação (no sul), ar condicionado (Mendoza e Santiago), café da manhã, etc. Buscamos algum conforto. O único que não recomendo para esse tipo de viagem (casal, privacidade, conforto) é o Kernayel de Pucon (atendimento e banheiro péssimos). Os outros até passam!
- Pagamos tudo com cartão de crédito e cash (fiz saques direto da minha conta no BB/débito na RedBanc/Chile e no Banco de La Nacion/Arg).
- Para a viagem de carro, li em vários sites que na Argentina exigem aquela lenda da mortalha, dois estepes, dois triângulos, cambão rigido, etc. Não fui parado lá, mas perguntei numas oficinas e lojas de autopeças pelo cambão e ninguém tem, inclusive, dizem que não é obrigatório, nem o conheciam. Só levei o que a locadora me forneceu, dois triângulos, a permissão internacional e luzes acesas o tempo todo! O resto era padrão como aqui no Brasil (macaco, um estepe, etc). Fiz minha CNH internacional no Detran/SC por uns R$ 50,00 antes de viajar, só pra garantir, pois a nossa CNH padrão já serve acompanhada do RG ou Passaporte.
No mais, recomendamos esta viagem para todo tipo de mochileiro!
Adoramos o povo, a gastronomia, os vinhos (e a Torobayo), as paisagens e os encantos de todos os locais por onde passamos.
Olá amigos,
para contribuir com este fórum, que tanto ajudou no planejamento de minha última viagem, posto aqui informações referentes à mesma.
Eu e minha namorada estivemos, dentre os dias 10 e 26 de janeiro de 2011, no Chile e Argentina. Foi uma viagem maravilhosa, ela é gastrônoma/enóloga e eu geógrafo/músico, portanto, podemos dizer que foi uma odisséia alimentar, musical e paisagística!
Fomos pra lá de avião (TAM) e alugamos um carro por 16 dias no aeroporto de Santiago (pela Transbetel, sugestão aqui do fórum, saiu 1150 usd, incluindo permissão para ir para Argentina, dois triângulos, seguros, IVA/TAG, etc), entregamos no mesmo local. Reservamos todos os hoteis antes de viajar. Correu tudo bem!
Nossa rota resumida: Floripa - Santiago - Chillan - Pucón - Puerto Varas/Montt - Bariloche - Mendoza - Santiago - Floripa.
*Floripa/Santiago/Chillan
Saímos de Florianópolis/SC no dia 10/1 bem cedo e embarcamos pra Santiago, com conexão em Guarulhos/SP, chegamos no Chile por volta do meio dia. Pegamos o carro na chegada e caímos na estrada - o carro era um Corsa 1.6 2009 completo e bem guerreiro, resistiu bravamente mais de 4.000 km em 16 dias! Apelidei ele de "Puche". Enfim, com ajuda do nosso GPS chegamos em Chillan ao anoitecer do dia 10/1 (400 km ao sul). Nessa viagem rolou o "batizado": um pneu furado na Ruta 5 (caiu um cabo com fivelas de um caminhão e sobrou pro pneu do nosso carro), mas nada de 15 minutos de esforço não resolvessem! Seguimos empolgados e curtindo a ótima estrada (um tapete) e a bela paisagem chilena! Chillan é muito conhecida pelas suas termas e pistas de sky. Como era verão, só serviu de cidade-dormitório pra nós, mal a conhecemos além da Feira Artesanal e Mercado Central/Público - nosso destino era Pucon! Jantamos perto do hotel (onde experimentei o bifé de chorizo e conheci a deliciosa cerveja "Kuntzmann - Torobayo", foi paixão a primeira vista e muito consumo pelo resto da viagem!) e ficamos no Hotel Libertador Bernardo O'Higgins (60 usd, casal).
*Pucon
No dia seguinte (dia 11), bem cedo, fomos para Pucon (mais uns 400 km ao sul), nesse trajeto pela Ruta 5 fomos parados pelos "Carabineros", a polícia de lá. Eu estava "empolgado" com a estrada e o guarda Belo, escondido atrás da moita, me viu e mandou eu parar (sobretudo porque a placa do carro era do próprio Chile) - uma explicação rápida e fajuta ("perdón señor, nosotros somos brasilenos y yo no sabia el limite de velocidad") e ele muito educadamente me instruiu a respeito do limite de 120/125 km/h e me deixou seguir sem multa - mas valeu o puxão de orelha, eu não precisava estar andando a 140! A Ruta 5 é uma maravilha pra dirigir, um tapete e muitas retas, difícil é segurar o velocímetro, de fato!
Pucon é linda e parecida com Bariloche, super turística, vários bares, restaurantes, paisagens, etc! Lá ficamos na Hosteria Kernayel (65 usd, casal). Aproveitamos os restaurantes, bares, um bocado de pisco sour, palta, etc. Subimos o vulcão Villarica (ainda com neve no cume), conhecemos a queda d'água "Ojos de Caburgua" e as "Termas de Los Pozones". Ficamos lá do dia 11 ao dia 14, foi suficiente pra curtir o astral da cidade! Na saída para Puerto Varas (uns 350 km ao sul), conhecemos de passagem a cidade de Villarica e sua feirinha artesanal - mas nada demais nessa cidade.
*Puerto Varas
Em Puerto Varas (dia 14) o clima já estava mais frio, estava chovendo também. Ficamos no Gran Hotel Germania (70 usd, casal). Eu esperava mais da cidade, como choveu direto não pudemos subir o vulcão Osorno - só fizemos passeios de carro! Cidade tipicamente alemã, construções mais antigas contrastando com algumas mais novas. Conhecemos um museu na beiramar e seu curador, assim como a Igrejinha tradicional, o Cerro Philippi e os Saltos de Petrohue (queda d'água) - apreciamos a gastronomia em vários restaurantes e em um Irish Pub. Em um dos dias esticamos até Puerto Montt, mas achei a cidade uma lástima! Mal ficamos lá e batemos em retirada. Também perdi uns trocados no Cassino de P. Varas! Dois dias por lá teriam sido suficientes ao invés dos 3 que planejei. Dia 17 caímos na estrada rumo à Bariloche! Subimos até Osorno e fomos pelo Paso Cardenal Antonio Samore (CH 215 para os íntimos e que vira RN 231 na Argentina). Esse caminho é lindo demais e ele cruza parte da "Ruta dos Siete Lagos", também corta o Parque Nacional Puyehue (Chile) e o Parque Nacional Nahuel Huapi (Arg).
*Bariloche
Tudo tranquilo na Alfândega e no meio da tarde do dia 17, cruzando lindíssimas paisagens, chegamos em Bariloche. Ficamos no Hotel Crans-Montana (70 usd + taxas, casal), o melhor hotel da viagem. Por lá conhecemos o centro, alguns restaurantes, muita carne, chocolates, vinhos e cervejas (torobayo)! No dia seguinte o tempo fechou, só choveu e ventou! Abortamos a idéia de subir o Cerro Campanário, Cerro Otto, etc. Fizemos o Circuito Chico de carro mesmo! Gostaríamos de ter ficado mais um dia por lá, sobretudo sem chuva, mas não rolou - dia 19 cedinho partimos para Mendoza! Seriam 1.200 km pela frente num só dia, sem parar.
*Mendoza
A viagem de Bariloche à Mendoza foi exaustiva, porém, incrível! Adorei dirigir pelos pampas argentinos e curtir a paisagem semi-árida daquela região. Fomos por Neuquen, só paramos para abastecer e almoçar. Tive muitas dúvidas em relação à este trajeto, não consegui muitas informações previamente e não soube de muita gente que o fez por aqui. A maior dificuldade foi encontrar postos de combustível entre Neuquen e Mendoza, mas deu tudo certo! Chegamos em Mendoza a noite e fomos direto pro Hotel Niventus. Ficamos por lá do dia 19 ao 22/1. Achei Mendoza super organizada, completamente arborizada e planejada (puderam fazer isso pois a cidade antiga ficou pra trás - ao sul - com toda pobreza e com outro nome). Conhecemos a Peatonal, as praças, restaurantes, os bares (na Aristides Villanueva), o museu, o Parque San Martin. Também fomos à duas vinícolas (Don Arturo, onde compramos uns vinhos de guarda e a vinícola Baudron), uma fábrica de azeite de oliva e outra de licores (e de absinto!). Dia 22, pegamos o "Puche" e partimos para cruzar a Cordilheira dos Andes. Não preciso comentar que este trajeto é absolutamente incrível (ainda mais pra um geógrafo). Tudo certo na alfândega, voltamos pro Chile e chegamos em Santiago por volta das 16hs do dia 22/1.
*Santiago
Enfim, fechamos o retângulo cartográfico que foi esta viagem! Ficamos 4 dias em Santiago no Hotel Montecarlo e demos uma esticada até Vina del Mar e Valparaiso: não esperava muita coisa e, de fato, não gostamos das duas cidades! Me lembraram a relação de Balneário Camboriú (turismo) e Itajaí (porto) em Santa Catarina, molhamos os pés no pacífico e voltamos no mesmo dia pra Santiago. Na capital conhecemos todo o centro antigo/cívico/histórico e o 'novo'. Incluem-se aí: Palacio La Moneda, Biblioteca, Catedral, Igreja de São Francisco, Prédio dos Correios, Museu de Bellas Artes, Museu de Arte Contemporânea, Museu Pré-Colombino, Cerro Santa Lucia, Cerro San Cristobal, La Chascona, Mercado Central (o nojento/incrível 'piure'), Estação Central, etc... Comemos no Giratório, no Mercado (a Centolla), conhecemos o Pátio Bella Vista e seus bares/restaurantes. Passeamos pela Providencia e o shopping Arauco, avenida Suecia, Paris/Londres, etc. Adoramos a cidade! Em quatro dias já estava dirigindo por lá como um nativo (nem tanto)! Dia 26 nos despedimos do Chile e voltamos para Floripa! Vale lembrar que a vista da Cordilheira dos Andes no sobrevoo é muito linda!
*Alguns pontos relevantes:
- Levamos um GPS aqui do Brasil, comprei os mapas do Chile e da Argentina antes. No Chile foi tudo bem, já na argentina o GPS ficou meio doido com esse mapa, tive que seguir o instinto e um guia de mão que levamos, por várias vezes.
- Em relação aos hotéis, a maioria tinha estacionamento, calefação (no sul), ar condicionado (Mendoza e Santiago), café da manhã, etc. Buscamos algum conforto. O único que não recomendo para esse tipo de viagem (casal, privacidade, conforto) é o Kernayel de Pucon (atendimento e banheiro péssimos). Os outros até passam!
- Pagamos tudo com cartão de crédito e cash (fiz saques direto da minha conta no BB/débito na RedBanc/Chile e no Banco de La Nacion/Arg).
- Para a viagem de carro, li em vários sites que na Argentina exigem aquela lenda da mortalha, dois estepes, dois triângulos, cambão rigido, etc. Não fui parado lá, mas perguntei numas oficinas e lojas de autopeças pelo cambão e ninguém tem, inclusive, dizem que não é obrigatório, nem o conheciam. Só levei o que a locadora me forneceu, dois triângulos, a permissão internacional e luzes acesas o tempo todo! O resto era padrão como aqui no Brasil (macaco, um estepe, etc). Fiz minha CNH internacional no Detran/SC por uns R$ 50,00 antes de viajar, só pra garantir, pois a nossa CNH padrão já serve acompanhada do RG ou Passaporte.
No mais, recomendamos esta viagem para todo tipo de mochileiro!
Adoramos o povo, a gastronomia, os vinhos (e a Torobayo), as paisagens e os encantos de todos os locais por onde passamos.
Qualquer dúvida é só perguntar!
Abraços
Leo
Editado por Visitante