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Olá viajante!

Bora viajar?

Região dos lagos Argentina e Chile + Isla Chiloé de Duster com barraca de teto.

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Pessoal,

Inaugurando aqui o relato de minha próxima viagem que começara dia 26/12/23 e terminará dia 21/01/24 e terá por volta de 11500 km mais ou menos.

Desta vez vou sozinho de novo e vou conhecer melhor a região dos lagos da Argentina nas cidades de San Martin de los Andes, Bariloche, El Bolson e Trevelin. Na parte do Chile conhecerei a região de Pucón, descerei a Puerto Varas para em seguida ir a Isla Chiloé conhecer Ancud, Castro e Quellón.

Infelizmente o casal que ia junto comigo em meu carro desistiu por problemas familiares.

Porém vai outro carro junto com um casal de amigos de Minas Gerais, o André e sua esposa Neusa. 

O roteiro final pretendido vai abaixo.

FALTAM 6 DIAS PARA O INÍCIO!!!!!!!!

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  • Marcelo Manente
    Marcelo Manente

    Pessoal, Inaugurando aqui o relato de minha próxima viagem que começara dia 26/12/23 e terminará dia 21/01/24 e terá por volta de 11500 km mais ou menos. Desta vez vou sozinho de novo e vou

  • Marcelo Manente
    Marcelo Manente

    Caminho pretendido.

  • Marcelo Manente
    Marcelo Manente

    5° dia - 30/12/24 - Junin a Parque Lanin - 125 km. Neste dia marcamos de ir no Parque Lanin e por isso acordamos cedo, 8 h, kkkkk.  A Neusa fez o café da manhã, comemos e arrumamos as coisas

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@Marcelo Manente Esta neve que você viu deve ser eterna ou glaciar, que são muito comuns ao sul do mundo ou em toda a Cordillera.No inverno, fica tudo branco e vai derretendo aos pouaos.Sabia como se tem agua potável ai?Desse derretimento,não sei se tem essa informação. 

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Em 11/01/2024 em 12:46, geovanih disse:

Buenas Marcelo

Espero que esteja tudo bem com tua viagem.

Queria te pedir um favor, quando fores em algum supermercado poderia olhar o preço de 2 coisas para mim. É que estive na Ar até o começo de dezembro e queria dar uma comparada nos preços.

- bife ancho, eu pagava +- 6000 o kg. E o vinho D.V. catena malbec - malbec (outras uvas mudam o preço) paguei uns 12000 (obs: comprei para presente, não meu padrão de consumo)

Só me lembro o preço dessas coisas😅, as demais comprava sem muita pesquisa

Saludos

Colega, o bife ancho eu não vi, mas o DV catena Malbec Malbec eu vi a 15000 hoje. No mercadinho de bairro.

Editado por Marcelo Manente

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1 hora atrás, D FABIANO disse:

@Marcelo Manente Esta neve que você viu deve ser eterna ou glaciar, que são muito comuns ao sul do mundo ou em toda a Cordillera.No inverno, fica tudo branco e vai derretendo aos pouaos.Sabia como se tem agua potável ai?Desse derretimento,não sei se tem essa informação. 

Colega, eu acho que tinha neve porque em outubro passado teve uma grande nevasca que inclusive abriu alguns centros de esqui da região.

Mais à frente quando eu terminar o relato vou contar da minha passagem no vulcão Osorno onde eu deitei na neve.

Editado por Marcelo Manente

  • 2 semanas depois...
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5° dia - 30/12/24 - Junin a Parque Lanin - 125 km.

Neste dia marcamos de ir no Parque Lanin e por isso acordamos cedo, 8 h, kkkkk. 

A Neusa fez o café da manhã, comemos e arrumamos as coisas para irmos ao parque. Como estávamos em 3 pessoas combinamos de ir num só carro e ai fui no carro do André.

Pegamos a estrada e como não tinhamos roteado passamos a entrada, logo que vimos o erro fizemos a volta e pegamos a ruta 61 que entrava no parque.

Logo nos primeiros quilômetros já começamos a avistar o imponente vulcão Lanin. E também logo no início vimos um camping na beira de um rio e fomos dar uma olhada. O lugar era lindo, mas o comping parecia com pouca estrutura de energia e banheiros.

Seguimos em frente e logo chegamos a portaria do parque. O valor da entrada era de 6500 pesos, o que dava na cotação que conseguimos R$ 33,00 mais ou menos.

Continuamos na estrada parando em cada mirador que havia para tirarmos fotos dos lagos, do Lanin em diversos ângulos e das montanhas dos arredores. A cada tanto da estrada havia um camping sempre administrado pelos povos originários Mapuches. Cada lugar mais lindo que o outro. Um dia vou acampar lá.

Assim fomos de local a local, bem devagar e curtindo cada pedacinho da paisagem.

Até que no final da estrada tem a trilha para a Cascada El Saltillo. Uma caminhada de uns 800 m apenas que nos levou a uma cascada com um belo visual no meio da floresta de coihues, lengas e araucárias da região.

Na volta fomos parando mais uma vez e chegamos a um camping cuja placa dizia que teriam empanadas ao horno (forno) e como ainda não tinhamos comido boas empanadas, paramos no local. Havia um pequeno restaurante onde pedimos umas empanadas e eu tomei uma cerveja Patagonia numa mesa ao lado de uma janela panoramica para mais um belo visual do parque.

Quase na saída do parque avistamos uns pássaros que achamos que eram condores. Eu tentei filmar, porém apertei o botão errado e perdi a oportunidade de guardar recordações desse momento. Infelizmente os pássaros acabaram indo muito longe da estrada e os perdemos.

Chegando em Junin novamente, eu e o André fomos atrás de fazer mais câmbio pois o dinheiro na Argentina voa e a gente nem vê.

A noite aproveitamos que atrás da cabana tinha um espaço e armai minha churrasqueira portátil e fizemos uma carninha regada a cerveja da região.

Custos:

Parque: R$ 33,00

Lanches: R$ 30,00

Mercado para janta: 50,00

 

 

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3 horas atrás, Marcelo Manente disse:

5° dia - 30/12/24 - Junin a Parque Lanin - 125 km.

Neste dia marcamos de ir no Parque Lanin e por isso acordamos cedo, 8 h, kkkkk. 

A Neusa fez o café da manhã, comemos e arrumamos as coisas para irmos ao parque. Como estávamos em 3 pessoas combinamos de ir num só carro e ai fui no carro do André.

Pegamos a estrada e como não tinhamos roteado passamos a entrada, logo que vimos o erro fizemos a volta e pegamos a ruta 61 que entrava no parque.

Logo nos primeiros quilômetros já começamos a avistar o imponente vulcão Lanin. E também logo no início vimos um camping na beira de um rio e fomos dar uma olhada. O lugar era lindo, mas o comping parecia com pouca estrutura de energia e banheiros.

Seguimos em frente e logo chegamos a portaria do parque. O valor da entrada era de 6500 pesos, o que dava na cotação que conseguimos R$ 33,00 mais ou menos.

Continuamos na estrada parando em cada mirador que havia para tirarmos fotos dos lagos, do Lanin em diversos ângulos e das montanhas dos arredores. A cada tanto da estrada havia um camping sempre administrado pelos povos originários Mapuches. Cada lugar mais lindo que o outro. Um dia vou acampar lá.

Assim fomos de local a local, bem devagar e curtindo cada pedacinho da paisagem.

Até que no final da estrada tem a trilha para a Cascada El Saltillo. Uma caminhada de uns 800 m apenas que nos levou a uma cascada com um belo visual no meio da floresta de coihues, lengas e araucárias da região.

Na volta fomos parando mais uma vez e chegamos a um camping cuja placa dizia que teriam empanadas ao horno (forno) e como ainda não tinhamos comido boas empanadas, paramos no local. Havia um pequeno restaurante onde pedimos umas empanadas e eu tomei uma cerveja Patagonia numa mesa ao lado de uma janela panoramica para mais um belo visual do parque.

Quase na saída do parque avistamos uns pássaros que achamos que eram condores. Eu tentei filmar, porém apertei o botão errado e perdi a oportunidade de guardar recordações desse momento. Infelizmente os pássaros acabaram indo muito longe da estrada e os perdemos.

Chegando em Junin novamente, eu e o André fomos atrás de fazer mais câmbio pois o dinheiro na Argentina voa e a gente nem vê.

A noite aproveitamos que atrás da cabana tinha um espaço e armai minha churrasqueira portátil e fizemos uma carninha regada a cerveja da região.

Custos:

Parque: R$ 33,00

Lanches: R$ 30,00

Mercado para janta: 50,00

 

 

Preço bom hem, se comparado com a província de Santa Cruz, meudeus!!

Me faltou eu ir ver o Lanin, um dia ainda volto pra essa região!! 

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6° dia - 31/12/24 - Junin a Termas abandonadas a San Martin de los Andes. 150 km.

Neste dia resolvemos conhecer o setor Carruhue do parque Lanin pela ruta 62 até as Termas abandonadas de Lahuen-Co (águas milagrosas em língua Mapuche) ou Epulafquen .

Tomamos nosso café da manhã muito bem feito pela Neusa e pegamos a ruta 40 por mais ou menos 5 km e viramos a direita por uma estrada que nos conectaria a ruta 62 que atravessa o parque e leva a fronteira com o Chile pelo paso Carirriñe que no momento está fechado.

Já de cara vimos que seria complicado por causa da quantidade de poeira que tinha na estrada. Mas muiiiiiita poeira. Até a entrada do parque a estrada era muito boa, porém já na entrada tem uma placa dizendo que o caminho estava em más condições e assim o foi. Quase 40 km de estradas bem do jeito que nós gostamos, muito verde, lagos despontando em cada curva, arvores enormes por todo lado fechando a estrada como num túnel.

Fomos parando no caminho para tirar fotos e admirar a natureza. Paramos para tirar fotos também na playa Carruhue grande. Uma praia de areia vulcanica negra onde muitas famílias se reuniam para desfrutar o dia.

Seguindo adiante chegamos ao "escorial" que se trata de uma grande "língua" de um escorrimento de lava do vulcão ali próximo, o  Huanquihue, a milhares de anos atrás e que "escorre" até o lago Epulafquen. Fizemos o pequeno sendero (trilha) que nos levou até onde o escorial encontrou com as águas frias do lago e voltamos. Os visuais ali são bastante peculiares.

De volta a estrada seguimos mais uns quilómetros até as termas abandonadas. Infelizmente não tivemos coragem de entrar nas águas termais pois os poços estavam muito destruidos e as águas muito sujas. Apenas fizemos o sendero de quase 1 km sobre o caminho de madeira que também está se deteriorando aos poucos. Deve-se ter muito cuidado pois tem muitas madeiras soltas ou podres. Visitamos também o que um dia foi a sede das termas e vimos que o empreendimento um dia foi bem grandioso. Havia um restaurante e diversas piscinas, inclusive cobertas, com uma extrutura que dava pra ver que um dia o local foi muito bonito.

Nas termas abandonadas fizemos nosso almo-lanche e depois de contemplar mais um pouco a natureza iniciamos a volta em direção a San Martin de los Andes. E seguimos em meio a muiiiiita poeira.

Mais perto da cidade a estrada passa ao lado do lago Lolog que estava lotado de carros e de pessoas curtindo as suas águas naquele dia quente. O Argentino gosta muito de camping e natureza. A cultura campista por lá é muito maior que no Brasil, até em cidadezinhas de mil habitantes é possivel achar um camping ou locais de acampamento selvagem para você curtir a natureza.

Chegamos a San Martin quase ás 18 h. Fomos ao hotel reservado, a Hosteria Cerro Nevado. Um bom hotel e bem localizado, proximo do centro, de mercados etc. 

Nos instalamos e fomos passear a pé pela cidade para ver se achavamos um espumante para comemorar a passagem de ano. Infelizmente os comércios grandes todos estavam fechados e não achamos espumante, apenas sidra. kkkk

Perto da meia noite nos dirigimos para a beira do lago Lacar onde encontramos centenas de pessoas de todas as nacionalidades que resolveram passar a virada de ano ali.

Diferente do Brasil não se ouviu sequer 1 foguete a estourar aquela noite, foi muito estranho para nós. A meia noite nos abraçamos e abrimos a nossa sidra para comemorar. Foi um Ano Novo bem diferente.

Voltamos a seguir para o hotel pois no dia seguinte iriamos para o Chile. Só que infelizmente a nossa reserva para o ferry boat do paso Hua hun não foi aceita e só poderiamos ir no ferry das 20:30h. Então mudamos o itinerário e resolvemos entrar no chile pelo Paso Mamuil Malal na ruta 60.

A partir deste dia deixei de anotar os gastos porque vi que seria uma viagem cara pois deixei de ficar em campings para acompanhar o casal de amigos que foram junto. Gastei bastante sim por estar sozinho no meu carro, mas me diverti mais ainda. 

 

 

Editado por Marcelo Manente

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7° dia - 01/01/2024 - de San Martin de los Andes a Pucón - Chile - 185 Km.

Acordamos tarde, 9 da manhã, mas só porque o café era até as 10 h, hehehe. Tomamos nosso café com as famosas media lunas (croissant), torradas e 2 mantequilhas cada, mais dois doces.

As 10 botamos o pé na estrada. Como o paso que queriamos ir não deu certo por causa da reserva do ferry boat mudamos a rota e fomos pelo paso Mamuil Malal que é a ruta 60.

Por isso tivemos que voltar atrás até Junin de los Andes, passar a cidade e logo depois da ponte do rio Chimehuin sair da ruta 40 para a 60.

O legal dessa ruta é que ela passa pelo outro lado do vulcão Lanin, pois no dia 30/12 nós passamos pelo contrário dentro do parque Lanin. Apesar de que a ruta 60 também atravessa uma parte do parque Lanin que é gigantesco com seus 4120 km2. 

Passamos por dentro de um bosque de araucárias que são um pouco diferentes das que temos no Brasil. Elas tem galhos desde baixo na sua maioria, enquanto no BR elas geralmente só tem galhos no topo. As pinhas são bem parecidas com as do BR, mas parecem ter mais espinhos e as árvores parecem carregar mais o que aqui.

A estrada tem um trecho de uns 15 km que é de terra dentro da Argentina. Todo este trecho é muito cênico por estar "atrás" do vulcão Lanin, então a todo instante estavamos parando e tirando fotos.

Paramos num local que parecia ser a aduana para ver se era ali que fariamos a saida da Argentina. Não era ali. O local era uma espécie de central do parque Lanin e ficava na entrada do lago Tromen. Nem estávamos pretendendo ir, mas o André ficou com vontade de conhecer o lago e como estávamos com tempo, pois a quilometragem era pequena, resolvemos ir.

Na entrada do lago tem uma cancela, é só levantar ela e depois baixá-la. A estradinha é estreita e meio complicadinha, passa por um córrego. Tinha muita poeira, mas fiquei imaginando que numa eventual chuva ela ficaria bem ensaboada. Passa qualquer carro, mas é melhor um carro mais alto.

Chegando a beira do lago fomos prontamente recepcionados por montes de tábanos, as mutucas/butucas da região patagônica, que vivem nas beiras de lagos. E gente!!! Os bichos são gigantes de modo que uma picada doi pra caramba. Veja neste link informações sobre os bichinhos infernais. https://conheciecurti.com.br/tabanos-chile/#:~:text=Ele é um inseto negro,e a luz do sol.

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Ficamos um bom tempo tirando fotos e admirando a região. O local tinha mesinhas e parrillas (churrasqueiras) e os argentinos foram chegando e tomando os lugares para passarem o dia.

Num dos locais que fomos tirar fotos tinha uma árvore caida bem grossa em que um de seus galhos ficava sobre a água do lago. Resolvi subir lá e pedi para o André tirar uma foto minha com meu celular (ainda bem). Subi no galho e estava tudo bem até uma rajada de vento me desestabilizar e o galho começar a oscilar de um jeito que me desequilibrou. Ai já viu né: olhei pra baixo, vi um lugar melhor para aterrisar dentro da água e pulei... Só que ao aterrisar de pé, me desequilibrei e cai de bunda na água que, ainda bem, não era muito funda e não muito fria. Só o suficiente para molhar minhas calças e darmos muitas risadas.

Ali mesmo na beira do lago fizemos o nosso almo-lanche e a seguir voltamos a estrada. 

Poucos kms a frente já chegamos a aduana da Argentina e demos saida do carro e nossa. Foi bem tranquilo.

Seguimos para a aduana chilena e eu estava apreensivo pois estava com um galão de 20 l de gasolina cheio pois a gasolina no Chile é bem mais cara que na Argentina, eu queria economizar uns trocados. Sabia que eu podia perder uma parte pois tinha abastecido na saida em San Martin. 

Entramos na aduana, fizemos o trâmite interno e seguimos para a revista. O meu inspetor pediu para ver o porta malas, olhou um pouco dentro das malas, mas sem muita atenção e foi ver a parte da frente. Eu estava com o galão atrás do banco do passageiro. Ele perguntou o que era eu disse que era gasolina 20 l, ele olhou e deu uma risadinha e me mandou ir embora. O inspetor que viu o carro do André foi mais rigoroso e pediu que eles levassem as malas para fazer raio X.

Eu aguardei o André e a Neusa serem liberados e seguimos pela estrada. A partir da placa de bem vindos ao Chile a estrada era toda asfaltada e perfeita. Uma estrada linda, que passava entre lagos, montanhas e muito verde e que, em determinado momento começamos a avistar o vulcão Villarrica na esquerda da estrada. Muitas paradas para fotos.

Seguimos para a cidade pois precisávamos de pesos chilenos e já era quase 18 h. No aplicativo do Westernn Unionn dizia que as lojas afiliadas fechavam as 19 h. Chegamos na cidade e fomos na primeira, o endereço não batia com o app. Fomos na 2a loja no centro que era da Chileexpress, uma espécie de correio deles. A moça disso que o sistema da WU fechava as 18 h e já era 18:30 h. Fomos na 2a e a mesma resposta.

Sem pesos resolvi sacar dinheiro com o cartão num banco em frente a uma das agências. Peguei apenas 50 mil, mas tinha taxa de 25 reais e mais IOF. O total ficou 55500 pesos chilenos e + IOF. A cotação ficou em 143 pesos por real, o que é bem baixo considerando que no WU dava 160 por real. O André vendeu uns dólares.

Ainda ali mesmo vimos as fotos de umas termas chamadas de Trancura e resolvemos ir no dia seguinte. O André comprou ali mesmo a entrada e eu deixei pra pagar na entrada.

Fomos em busca do camping. Queriamos achar um que tivesse cabañas tbm para ficarmos juntos. Pesquisei pelo app Ioverlander e Maps e fomos batendo em vários. A maioria não tinha cabañas junto. Até que começamos a procurar cabañas para o casal e eu ia ficar num camping separado. Fomos em vários lugares e não achávamos nada. Até que batemos em uma casa que tinha uma placa de cabañas para alquilar (alugar). Uma moça e uma senhora de uns 80 anos nos atenderam e elas tinha uma cabaña para 2 pessoas. Olhei o quintal da frente e perguntei se poderia abrir a minha barraca ali pois tinha espaço suficiente. Elas aceitaram e cobraram o valor de um camping, 10 mil por noite.

Ali ficamos, eu usava o banheiro da cabaña do André e assim pudemos continuar juntos. Depois disso saimos comprar comida, demos uma passada na praia de areias negras do centro, fizemos a janta e fomos dormir. 

Custo do "camping": R$ 140,00 por 2 noites.

 

 

 

Editado por Marcelo Manente

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