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Olá viajante!

Bora viajar?

22 dias pela Europa - Portugal - Italia - França - Holanda

Postado
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[t1]VIAGEM A EUROPA – PORTUGAL (LISBOA-SINTRA-OBIDOS-FÁTIMA-COIMBRA-PORTO) – ITÁLIA (ROMA-FLORENÇA-VENEZA) – FRANÇA (PARIS)- HOLANDA (AMSTERDAM);[/t1]

 

Começamos a planejar esta viagem em dezembro de 2010. Queríamos fazer algo diferente nas férias. Comecei a olhar alguns intercâmbios, pacotes turísticos em agências. Depois minha esposa descobriu o site dos mochileiros. Lemos vários relatos e resolvemos que iríamos por conta própria. Aproveito para agradecer a Lilizinha, pois seu relato foi muito importante para o nosso planejamento e também decisão de viajarmos por conta própria. Pacotes turísticos são mais cômodos, porém muito cansativos e pouco nos oferecem e ainda saem bem mais caro.

 

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ORGANIZE-SE:

 

Tudo relacionado a viagem fui colocando em duas pastas. Numa reuni as passagens aéreas, bilhetes de trens, reservas dos hotéis, ingressos que compramos antecipadamente. Na outra colocamos os roteiros impressos que íamos fazer. Criei também em meu e-mail, uma pasta onde arquivava tudo aquilo que já era relacionado a viagem, mesmo que já impresso, tal como bilhetes, passagens, confirmação de reservas e bilhetes aéreos. Assim fica fácil localizar as informações, se necessário.

 

SITES:

 

http://www.urbanrail.net/index.html (linhas de metrô no mundo)

http://www.thalys.com/fr/en/?time=1304551392 (trem rápido Paris-Bruxelas-Amsterdam)

http://www.ibishotel.com/pt/home/index.shtml (Hoteis Ibis)

http://www.raileurope.com.br/spip.php?page=rubrique&id_rubrique=18 (Trens europeus);

http://www.trenitalia.com (Trens Italianos);

http://parisbytrain.com (Transporte público em Paris e arredores);

http://www.interpartner.com.br (site para obter o certificado do seguro europeu – “schengen”)

http://sna.saude.gov.br/cdam (obter certificado do Ministério da Saúde)

http://www.tripadvisor.com.br (reservas de hotéis e dicas com avaliação dos mesmos)

http://www.easyjet.com (Cia aérea Low-cost que voa na Europa)

http://www.askmelisboa.com (site sobre o LisboaCard);

http://www.visitlisboa.com (site sobre o LisboaCard);

http://www.hotelstellaroma.it (hotel em Roma)

http://www.hoteldellenazioniflorence.com (hotel em Florença)

http://www.hotelalleguglie.com/it ( hotel e Veneza)

http://www.hotel-paris-tourism.com (hotel e Paris)

http://www.seatguru.com (configuração dos aviões)

 

 

BAGAGENS:

 

Não leve mais do que 1 mala e 1 mochila por pessoa. É o suficiente. Lembre-se que você terá que arrastá-la. Se puder deixe espaço nesta mala para trazer algo, você vai querer ! Leve mala com rodinhas e de preferência boas rodinhas para que elas não se quebrem pelo caminho. A mochila é importante pois sempre que saíamos ela ia conosco. Nela levamos lanches (frutas e sanduiches), além da roupa de frio (luvas, gorros, etc) pois ao anoitecer o frio chegava. Compramos cadeados para nossas malas. Isto mesmo, cadeado. Sempre que saíamos do hotel trancávamos as malas com o cadeado. Achamos seguro pois tinha notebook dentro e também Euros.

 

SEGURO VIAGEM:

 

Compramos nossa passagem aérea com o cartão VISA, na função crédito. Alguns cartões VISA (não são todos), lhe oferecem de graça o Seguro de 30 mil Euros, desde que a compra da passagem aérea seja feita na função CRÉDITO. Depois de feita a compra você pode obter o certificado “schengen” no site já informado em “sites”. Veja com o seu Banco ou diretamente com o atendimento de seu cartão de crédito VISA, se o cartão que você possui lhe oferece este seguro. Volto a repetir, é um seguro médico de emergência, no valor de 30 mil Euros oferecido por alguns cartões VISA; Para que se entre na Europa pode ser exigido (pela imigração) o seguro no valor de 30 mil euros. Várias seguradoras fazem este tipo de seguro viagem. Nós fizemos a precificação com uma e ficava em torno de R$200,00 por pessoas. Como adquirimos a passagem com o VISA e ganhamos este seguro, economizamos nesta despesa. Apesar de termos levado o certificado do seguro não nos foi exigido a sua apresentação na hora da Imigração.

 

CDMA – Certificado de Direito a Assistência Médica

 

Documento obtido junto ao Ministério da Saúde, que lhe garante o atendimento médico nos países que firmaram acordo bilateral com o Brasil. Nós pegamos 2 certificados: um para Portugal e outro para Itália. Como estamos em MG, ligamos para BH onde obtivemos informações. Tel (31-)32482814. Os funcionários são muito prestativos e fizemos tudo por e-mail e telefone. Depois pegamos o certificado em BH (pois embarcaríamos lá). Segundo informação dos funcionários eles enviam pelo correio este certificado. Este certificado é mais uma garantia de atendimento médico, caso necessitássemos.

 

MEDICAMENTOS:

Nós levamos alguns medicamentos conosco, pois sabíamos que em alguns países não vendem sem a receita médica. Levamos Dorflex, Paracetamol, alguns para gripe ou resfriados, sal de fruta, remédio para enjoo.

 

PERMISSÃO PARA DIRIGIR:

 

Como íamos alugar carro em Portugal, tirei minha Permissão internacional para dirigir. PID. No site do detram (no meu caso foi o MG), preenchi a guia para recolhimento da taxa (aproximadamente R$106,00). Paguei a taxa e a PID chegou em menos de 1 semana. Ela funciona para quase todos os países europeus. Foi fácil e rápido.

 

DINHEIRO E GASTOS

 

Levamos Euros em espécie 2.000 Euros e também adquirimos o cartão VISA TRAVEL MONEY (VTM), coloquei 1.500 Euros. O VTM é um Cartão pré-pago que substitui o cartão de crédito. A vantagem que você não precisa ficar carregando muito dinheiro. Em quase todos os lugares aceitaram este cartão. Gastamos R$15.583,00, para nós dois, já está incluído aí todos os gastos, incluído a compra dos euros. Pasmem, ainda sobraram pouco mais de 600,00 euros, entre dinheiro em espécie e no cartão VTM.

 

SEGURANÇA

 

Para evitar transtornos com pequenos furtos, minha esposa fez para nós usarmos uma bolsinha que se coloca na barriga, dentro da calça (conhecida como doleira). Acha-se para comprar também.Nela colocava o dinheiro e nossos passaportes. Existe uma preocupação com os pick-pocket (batedor de carteira no Brasil). Nos lugares com muita gente, tais como museus, ônibus, metrôs, etc, eles costumam agir e levar seu dinheiro. Portanto não ande com bolsas e mochilas a tiracolo. Segundo nos foi informado não há registro de assaltos, onde o bandido anuncia o fato, normalmente armado com revólver, faca, canivete. Porém o tipo de crime mais comum é o de “batedor de carteira”. Fique atento !!

 

HOTÉIS

 

Pesquisamos os hotéis antes de reservar, claro. No site tripadvisor (ver em Sites) você encontra informação hotéis, como preço e avaliação por quem já se hospedou. Através deste site escolhemos 4 dos 9 hotéis que ficamos. Outros 4 foram hotéis da rede Ibis (cujo padrão é o mesmo em todos os lugares) e o último não escolhemos pois foi pago pela TAP (companhia aérea). Os hoteis IBIS em Portugal são muito baratos. Vale a pena ficar neles. Você tem a certeza do serviço prestado. Assim optamos por eles. Na Itália o Ibis Roma é muito distante, fica mais perto do aeroporto. Ficamos em um hotel perto da estação Termini. O mesmo foi em Florença. Ficamos em um hotel ao lado da estação de Santa Maria Novella (trem). Já em Veneza ficamos em um hotel a uns 10 minutos a pé da estação de trem. Em Paris, há muitos hotéis IBIS, mas com preços salgados. Ficamos em um hotel perto da Torre Eiffel (campo de Marte) e perto da estação de metrô. Só voltamos a ficar em um hotel IBIS em Amsterdam. Além de ficar ao lado da estação de trem, nem pensamos duas vezes, pois era mais fácil, apesar do preço ser muito salgado. Vale a pena ficar próximo dos centros (ou das atrações turísticas principais) e também das estações de metrô ou de trem dependendo da cidade, para que não fique carregando muita mala. Fizemos todas as reservas diretamente nos sites dos hotéis, apesar de pesquisarmos sobre os mesmos no site do tripadvisor. Os 4 hotéis Ibis pagamos já antecipadamente. Nos hotéis de Roma e Paris, foi cobrado antecipadamente apenas parte do valor. Nos hotéis em Florença e Veneza pagamos somente no check-out. Uma semana antes de viajarmos enviamos e-mails para estes hotéis e ratificamos nossas reservas, apesar de termos recebido quando fizemos a reserva a nossa confirmação. Vou fazer o relato sobre a minha impressão em relação aos hotéis:

LISBOA – Hotel IBIS Liberdade: Hotel com padrão IBIS, quartos bons, com janelas duplas. Banheiro bom. Tem serviço de internet gratuito no hall do hotel, nos quartos é paga. Café da manhã muito bom, com variedades de pães, frutas e iogurte. Preço ótimo: 67,00 euros/dia. Sua localização também é boa. Perto do centro (a pé uns 10 minutos) e perto de estações de metrô (que ficam na Av. Liberdade).

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COIMBRA – Hotel IBIS Coimbra. Da mesma forma mantém o padrão IBIS. Não tinha janelas duplas porém o barulho da avenida não atrapalhava. É perto da Universidade (10 minutos a pé), em frente ao rio. Café da manhã muito bom. Preço ótimo 47,00 euros/dia. Foi o mais barato dos hotéis que ficamos. A internet também é free na recepção (wireless).

PORTO - Hotel IBIS Porto (Rua da Alegria): Muito bom. O recepção do hotel fica no 3º andar no prédio. Da mesma forma que os demais mantém o padrão IBIS. Café da manhã muito bom, com variedades. Internet free (wireless) na recepção. Preço muito bom também: 57,00 euros/dia. É perto do centro e da estação do metrô Bolhão (5 minutos a pé).

ROMA – Hotel Stella: Perto da estação Termini (10 minutos a pé). Em Roma é dificil achar hotéis baratos com 100% de satisfação. Este hotel é bom, apesar de ser um dos mais caros que ficamos. 111,50 euros/dia Fica em um prédio de 5 andares. Nem todo o prédio é do hotel. Também funciona escritórios lá (acho que é comum isto). Tem uma vantagem em relação aos demais que olhamos, tinha elevador. Ainda bem pois ficamos no 5º andar. Os quartos são bons, com espaço, porém o box do banheiro é muito pequeno (70x70). Uma pessoa gorda não cabe. O café da manhã é simples. Não tem frutas nem iogurte. Sobre a internet, tinham apenas 1 computador na recepção (muito antigo por sinal). Difícil !! Mas mesmo assim deu pra usar uma vez. Tem uma pequena escada até a recepção.

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FLORENÇA– Hotel Della Nazzione: Ao lado da estação SMN (Santa Maria Novella). Ótima localização, 5 minutos a pé da estação. Hotel bom, com excelente café da manhã. Preço bom: 88,40 euros/dia. Quarto espaçoso, com internet wireless (free) no quarto. O box do banheiro também é pequeno (70x70). Mesmo assim valeu pela localização. Da mesma forma tem uma pequena escada na recepção.

VENEZA – Hotel Alle Guglie: Hotel bem localizado (na ilha de Veneza), perto da estação de Trem (10 minutos a pé). É em um prédio antigo (como a maioria), porém por dentro está todo reformado. O quarto não é muito espaçoso, porém aconchegante. Tinha internet wireless (free) no quarto. O banheiro é de tamanho normal, porém o box da mesma forma que os demais era pequeno (70x70). Volto a repetir que alguém gordinho passa aperto (literalmente). O café da manhã também é bom, tem variedades. Preços razoáveis: 100,00 euros/dia. Um problema: escadas para se chegar nos quartos. Como ficamos no último andar, tivemos que subir mais de 60 degraus, ainda bem que o recepcionista ajudou com malas. Em Veneza (ilha) os hotéis também são caros. Em Veneza Mestre (continente) os hotéis são mais baratos, porém você tem que fazer a travessia ilha-continente de ônibus, trem. Acho que fica cansantivo.

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PARIS – Hotel Tourisme: Hotel bem localizado, ao lada do estação La Motte Piquet-Grenelle do metrô de Paris. É perto do Campo de Marte. A pé até a torre Eiffel gasta-se uns 15 minutos. Preço bom: 113,40 euros/dia (é média pois há diferença para final de semana). O hotel está em reforma. Ficamos em um quarto já reformado. Quarto amplo, com móveis todos novos, banheiro espaçoso. O box não era apertado. Quarto com internet wireless (free). Café da manhã bom, com variedades. Achamos bom porque estava ao lado do metrô.

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AMSTERDAM – Hotel IBIS Centro: Ao lado da estação de trem de Amsterdam (5 minutos a pé). Padrão IBIS. Café da manhã muito bom, internet na recepção wireless (free). O preço foi o mais caro dos hotéis que ficamos: 135,45 euros/dia. Porém escolhemos este hotel pela sua localização. Na verdade nem olhamos outros hotéis em Amsterdam. Tivemos receio de embarcar numa roubada.

LISBOA (hotel pago pela TAP): No último dia, ficamos no hotel Roma, em Lisboa. Por conta da alteração no voo de volta para BH. Hotel muito bom. Fica na Av. de Roma. Café da manhã excelente. Mas acho que os preços deste hotel são acima dos preços do IBIS (170 euros/dia). Portanto recomendo o IBIS.

 

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ROUPAS E CALÇADOS.

 

Fomos na primavera e mesmo assim usamos roupas de frio. Durante o dia o sol estava quente, porém ao anoitecer esfriava. Mesmo de dia em determinadas cidades, à sombra ficava frio. Portanto leve roupas de frio. Levamos também capa de chuva (apesar de não utilizarmos pois só choveu mesmo no último dia em Portugal. Não se importe em repetir as roupas. É melhor repetir os casacos, calças do que carregar malas pesadas. Lembre-se disto. Quanto aos calçados, eu levei um par de tênis e fui com um sapatênis. Minha esposa levou tênis (mas não usou), uma botinha confortável e “papete” que mais usou. Ela achou mais confortável do que tênis.

 

TOMADAS ELÉTRICAS:

 

Se você tem tomadas com pino chato (comum em carregadores de máquinas e celulares), compre um adaptador. As tomas por lá são todas com pinos redondos, e apenas 2. Apenas em um hotel foi que vi tomada para pino chato. As tomas de 3 pinos (comum em computaodores) também não servem lá. Eu levei um adaptador com saída para 3 pinos, porém nem usei. Comprei um adaptador lá mesmo, nas lojas de chineses (0,99 de Euros).

 

COMUNICAÇÃO NO EXTERIOR:

 

Acho que a grande maioria tem o receio de não entender e de não se fazer entender em um país estrangeiro. Acho que saber o básico do Inglês ajuda um pouco, mas não vejo como pré-requisito. Na Itália você até encontra quem entenda o português ou até mesmo o “portunhol”. Na França é que tivemos mais dificuldades, pois nem todos querem falar em Inglês e tínhamos que ir nos entendendo com a comunicação via gestos. Mas foi legal, pois não deixamos de fazer nada por isto. Por último leve consigo sempre papel e caneta. Beinque de imagem e ação. Se puder leve um mini-dicionário de cada língua. Pode precisar para entender algo.

 

ROTEIRO DA VIAGEM:

 

Partida 30/03 – BH

31/03 - Lisboa

01/04 - Lisboa

02/04 - Sintra - Lisboa

03/04 – Lisboa – Óbidos – Coimbra

04/04 – Coimbra – Porto

05/04 - Porto

06/04 – Porto – Roma

07/04 - Roma

08/04 - Roma

09/04 - Roma

10/04 – Roma-Florença

11/04 - Florença

12/04 – Florença – Veneza

13/04 - Veneza

14/04 - Veneza – Paris

15/04 - Paris

16/04 - Paris

17/04 - Paris

18/04 – Paris – Amsterdam

19/04 - Amsterdam (Keukenrof)

20/04 – Amsterdam-Lisboa

21/04 – Lisboa-BH*

 

*Nosso roteiro original terminava dia 20/04, quando pegaríamos o voo em Amsterdam, faríamos uma escala em Lisboa (aproximadamente de 1 hora) e pegaríamos o outro voo para BH. Porém, a TAP alterou o horário do voo para BH, adiantando o mesmo. Assim nosso voo para BH foi remarcado para o dia 21/04. Ganhamos mais um dia Lisboa, e o melhor, com as despesas pagas pela TAP. Esta mudança foi feita dois dias antes de sairmos do Brasil. Recebi uma ligação da TAP, nos informando da alteração. Depois da nossa confirmação recebemos e-mails com os novos horários de volta bem como a confirmação da reserva do hotel em Lisboa, no dia 20/04. Tudo com antecedência e sem estresse. Assim já sabíamos com antecedência que ficaríamos mais um dia na Europa.

 

PROGRAMAÇÃO DA VIAGEM:

 

Nós viajamos em 4 pessoas. Foi eu, minha esposa, a irmã dela e o marido da irmã. Decidimos qual seria nosso roteiro. Portugal-Itália-França e Holanda. A partir daí decidimos a data de ida e de volta e quantos dias íamos ficar em cada lugar (cidade). Nós compramos primeiro a passagem de avião Ida e volta, R$ 4.061,98, para mim e minha esposa. Como íamos sair por BH, resolvemos que seria melhor voar pela TAP que tem voo direto entre BH-Lisboa. Até achamos voo mais barato pela IBÉRIA, mas tínhamos que fazer tantas escalas que desistimos. Achamos também melhor entrar na Europa por Portugal pois assim faríamos a Imigração em Lisboa, o que já sabíamos seria mais fácil. Outra vantagem que vimos (e esta foi só depois de estarmos já no final da viagem), os preços em Portugal são mais baratos do que no restante dos lugares que passamos. Assim a gente não se assusta tanto com as compras em Euro. Muitas companhias aéreas oferem a disponibilidade de comprar passagem com IDA e VOLTA por cidades diferentes. Foi o que fizemos. Compramos a volta de Amsterdam-BH. É claro que o voo ia passar em Lisboa, mas acreditem o preço da passagem desta forma ficou mais barato do que Lisboa-BH. Tivemos sorte também e no mesmo dia que compramos a passagem de ida e volta, já compramos a passagem de Porto-Roma (também pela TAP). Estava em promoção e saiu muito barata, 97,36 euros para o casal (a la GOL/WEBJET no Brasil). Nós compramos as passagens em 18/01, ou seja com mais do que 2 meses de antecedência. A partir daí fomos escolhendo os hotéis e também compramos as demais passagens de trem e avião. Deixamos para alugar o carro lá mesmo em Portugal. Assim podíamos ver in-loco o veículo,pois tinhamos dúvida em relação ao tamanho dos bagageiros. Depois compramos as passagens de trem. O trem Thalis, que liga Paris-Bruxelas-Amsterdam tem preços mais baratos quanto mais cedo se comprar a passagem. Compramos com mais de 2 meses, e conseguimos por 35,00 Euros (por pessoa) até Amsterdam. Já no trem da Trenitália, não percebi esta diferença, porém compramos também com antecedência. De Roma a Florença, pagamos 44,00 euros por pessoa pelapassagem de trem. De Florença a Veneza pagamos 42,00 euros pela passagem por pessoa. De Veneza a Paris existe um trem noturno italiano. Vimos muitos relatos de pessoas que preferem viajar nele, pois assim economizam uma diária de hotel. O trem sai de Veneza por volta de 19:30 h. A viagem dura em torno de 14 horas. Nós desistimos de fazer esta viagem quando vimos na internet o tamanho das camas. Achamos pequenas. Além do mais os “cholches” (quartos??) são de 4 ou 6 pessoas. Demos sorte e compramos passagem aérea pela companhia Easyjet (low-cost). Estava em promoção. Ficou em 106,48 euros para o casal. É claro que por ser uma cia low-cost tem regras a serem seguidas. A principal é que as bagagens não podem exceder a 20 quilos por pessoa. Como compramos ainda no Brasil, já fomos preparados. Acredito que saiu bem mais barato pagar o voo e a diária do hotel em Veneza do que viajar a noite neste trem. Compramos também ingresso antecipado para o Museu do Vaticano. Pela internet paga-se 4,00 euros a mais do que se comprasse na hora. Vale a pena, pois a fila que se passa a frente por se ter este ingresso é enorme. O outro ingresso que compramos foi do parque da Holanda, o Keukenhof, 21,00 euros por pessoa.

 

DIA DA VIAGEM – 30/03 – BELO HORIZONTE

 

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Fizemos o check-in pela internet, de manhã no site da TAP. Assim escolhemos os lugares juntos. Nosso voo estava marcado para as 22:45 h. Saímos cedo pois o aeroporto de Confins fica bem longe. Ao passar no raio-x lembre-se: Nada de objetos cortantes (cortadores de unhas, tesourinhas, canivetes, líquidos nas bolsas). Tudo isto fica retido. Vimos um recipiente cheio destes objetos. É incrível como ainda tem gente que carrega isto nas bolsas e bolsos e acha que passará nos detectores de metais. Passamos pelo raio-x e depois no guichê da PF. Tranquilho! Vale lembrar que é bom chegar cedo. Embarcamos.

  

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O voo foi perfeito, sem turbulências. Serviram o jantar. Normalmente se tem duas opções de pratos para o jantar. No entanto, aqueles que ficam mais ao fundo da classe econômica acabam por ter que ficar com o prato que literalmente “sobra”.  Foi o nosso caso. o avião tinha duas classes, executiva e econôminca. Veja a configuração do avião no endereço disponível em "sites". Neste voo a refeição podia ser peixe ou frango. Como estávamos bem perto do final (já na fila 32) tivemos que comer peixe, pois o frango já havia acabado. Na verdade eu queria era mesmo o peixe, mas para quem não gosta, ficaria sem. Após o sono (cochilo) amanheceu e umas 3 horas antes de chegarmos a Lisboa serviram o lanche. Muito bom também. Nosso voo chegou na hora marcada. Ao meio dia estávamos desembarcando em Lisboa. Vai uma dica. Antes de pousarmos os monitores de vídeos do avião já avisavam o número da esteira que seria entregue as bagagens. Preste atenção!

 

31/03 – LISBOA:

 

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Fomos para a fila da Imigração. Apesar de grande, andava com agilidade. Quando chegamos ao guichê apresentei nossos passaportes (meu de minha esposa). O agente perguntou quantos dias íamos ficar na Europa. Respondi e pronto, carimbou nossos passaportes. Para minha cunhada o outro agente ainda quis saber o nome do hotel que eles ficariam em Lisboa. Mais nada e já estávamos liberados. Fomos pegar nossas bagagens. Tudo certo. Saímos pela saída “nada a declarar”. Fomos direto ao balcão de informações turísticas.

 

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Compramos o Lisboa-Card para 48 horas. Pagamos 28,50 Euros por pessoa. Este cartão direito ao transporte no metrô, ônibus (autocarro), electro, elevadores da carris. Ainda permite também em linhas de trem (comboio) para Sintra, Cascais e entrada em 27 museus, monumentos e outros locais. Mais dicas sobre ele veja em “Sites”. Deixamos para ativar o cartão no dia 01/04. O cartão vem com um guia sobre lisboa, mapa da cidade com linhas de metrô. Saímos e fomos para a fila do taxi. Estava grande mas logo conseguimos o nosso. Do aeroporto ao nosso hotel (IBIS Lisboa – Liberdade) pagamos 10,00 euros (barato para o padrão europeu). Fizemos o check-in, deixamos as bagagens no quarto e fomos para a rua. Fomos almoçar. Logo perto do hotel achamos o restaurante "Bela Ipanema". Fica na av. Liberdade 169. Comemos bem e pagamos 33,50 euros para 4 pessoas. Já estava incluido os sucos, e os pães e patês que eles servem como entrada. É comum isto. Se você não quiser pode pedir para retirar (com educação claro). Demos uma volta perto de onde estávamos e voltamos para o hotel. Minha cunhada tinha um contato já em Lisboa. O rapaz ia nos apanhar no hotel para fazermos um “tour”por Lisboa. Logo após chegarmos ao hotel ele apareceu. Fomos nós 4 com ele para conhecer a cidade de carro. Fomos na Catedral da Sé. Muito bonita. Vale a pena. Já na rua em que se encontra a Catedral você se depara com bondes (eléctricos).

 

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Depois subimos e fomos ao mirante de Santa Luzia, perto da igreja com o mesmo nome. De lá se tem uma vista linda do Rio Tejo.

 

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Fomos até a porta do castelo Sào Jorge (é perto), porém não entramos, pois deixamos para visitá-lo no dia seguinte. Depois fomos ao largo da Graça de onde se vê um outro lado da cidade também. Depois de muitas fotos, descemos até o bairro de Alfama, famoso pelos bares e restaurantes que apresentam o Fado à noite. Andamos pelo bairro, conhecemos suas ruelas. Vale a pena, pois é um bairro encantador. Já estava no final de dia e fomos para o distrito de Almada, que fica do outro lado do Tejo (ao sul do Tejo). Atravessamos a bela ponte 25 de abril. Interessante nesta ponte é que a mesma tem duas pistas. Na parte inferior passam os comboios (trens). Na parte superior são os carros, em dois sentidos. Almada é um "concelho"(é assim mesmo que se escreve lá). Fomos ver o pôr do sol em uma praia do outro lado de Almada, chama-se Costa da Caparica.

 

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Porém chegamos lá o sol já tinha se posto, mas deu pra apreciar o finalzinho. Estava um vento frio na praia. Lá mesmo fomos a um restaurante “O Barbas”. Lá ainda encontramos outro amigo (de internet) da minha cunhada. Pedimos refeições para 6 pessoas. Bacalhau assado, sangria branca, um prato de bacalhau com camarão (parecido com muqueca), pães, queijos frescos. Ao todo pagamos 87,50 Euros para 6 pessoas. Saímos de lá e fomos conhecer o Miradouro e elevador panorâmico de Almada. De lá se tem uma bela vista de Lisboa. Como era noite a vista ficou mais bonita ainda, com as luzes refletindo no Tejo. Já passava das 22:00 horas e voltamos para o hotel. Agradecemos o passeio com nosso anfitrião e fomos descansar.

 

01/04 – LISBOA

Tomamos o nosso café no hotel. Saímos e fomos a pé até a praça da figueira, no centro de Lisboa (15 minutos a pé). Lá pegamos o eléctrico nº 15, para o Mosteiros do Jerônimos (patrimônio cultural da humanidade). Na verdade fomos de Tram (VLT), mas a linha 15 tem também os eléctricos (bondes). Foi o nosso primeiro contato com o transporte público. Já percebemos que não há cobradores como no Brasil. Passamos nosso cartão Lisboa-Card na máquina validadora que fica dentro do Tram. Isto deve ser feito em todo transporte, seja Tram, eléctrico, ônibus. Se você não validar e o fiscal lhe pegar, a multa é violenta. Descemos na parada do Mosteiro dos Jerônimos.

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Construção do século XVI, possui uma Igreja, museu além do mosteiro. Fomos em tudo, pois a entrada com o Lisboa-Card foi gratuita. De lá saímos e apreciamos as belas praças em frente ao mosteiro. Depois fomos a pé até o Padrão dos Descobrimentos, monumento que evoca todos os grandes navegadores e responsáveis pelos descobrimentos portugueses. De lá fomos a Torre de Belém (uns 600m a frente).

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Entrada gratuita com o Lisboa-Card. Umas belas fotos se tira deste local. Saímos de lá e achamos umas lanchonetes. Comemos os famosos “sandes” acompanhado de batatas e refrigerantes, 6,00 euros por pessoa. Passamos no famoso local onde são fabricados os autênticos pasteis de Belém. Fica bem perto do Mosteiro dos Jerônimos. Pagamos 0,80 euros por cada “pastel”. Não podíamos deixar de experimentar estes. 1 xícara de café (bica) custou 0,70 euros.

 

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O local é bastante interessante, você vai entrando e parece que o restaurante não tem fim. Quase que se perde lá dentro. Ainda bem que tem placas indicando o caminho da saída. Pegamos o eléctrico de volta, porém descemos perto da ponte 25 de abril para conhecermos o museu da Carris. Pagamos 1,75 euros por pessoas (desconto de 30% com o Lisboa-Card). Legal ! Fizemos até um passeio de eléctrico com toda decoração antiga pelo museu. De lá fomos de eléctrico até a praça da Figueira. Lá mesmo pegamos o eléctrico 12 para irmos ao Castelo de São Jorge. Este castelo está na colina mais alta de Lisboa. Tivemos desconto de 30% com o Lisboa-Card. Vale a pena ir. É uma construção antiga, mas imponente ainda. Depois da visita voltamos no mesmo eléctricos para a praça da Figueira. Já estava anoitecendo e fomos para nossa janta. Voltamos ao mesmo restaurante onde almoçamos no dia anterior, Bela Ipanema na Av. Liberdade, perto da estação do metrô Avenida. Lá comemos omelete (4,90 euros cada), bolinhos de bacalhau (1,20 euro cada) e tomamos sopa (1,30 euro cada). O vinho foi 3,10 euros. Voltamos para o hotel para descansarmos. Detalhe: nesta época estava escurecendo em Portugal por volta de 20:20 horas.

 

02/04 – SINTRA-LISBOA

 

Acordamos cedo, tomamos nosso café reforçado e saímos para estação de comboios (trens) Rossio que fica bem no centro, no final da Av. Liberdade. Lá pegamos o comboio para Sintra. Com o cartão Lisboa-Card passamos sem problemas pela catraca da estação. Eles tem quadros de horários afixados e os trens são rigorosos no cumprimento do horário. O trem saiu às 10:01 e chegamos em Sintra às 10:36.

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Nada de correria, afinal é férias.

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Descemos e fomos andando pela cidade em direção a subida para o Palácio Pena. O tempo estava fechado, diferente de Lisboa. Tiramos umas fotos na cidade. Depois tomamos o ônibus para o Palácio Pena. O bilheto custa 4,80 euros por pessoa (ida e volta). Este ônibus paga-se diretamente com o motorista. Não aceita Lisboa-Card. Descemos na portaria do Palácio. O ingresso custa 12,00 euros, porém tivemos desconto como Lisboa-Card e pagamos 9,00 euros por pessoa. Detalhe: leve consigo o guia Lisboa-Card pois eles destacam o ticket para desconto que vem junto ao guia. Dentro da propriedade ainda se paga mais 2,00 euros para ir de trenzinho até a porta do Palácio (a subida é muito ingreme). Nós pagamos, já que a volta também está incluso. Dentro do Palácio é incrível. Todo decorado com móveis da época. É um museu. Muito interessante. O tempo virou de vez, veio uma névoa que encobriu parte das torres deixando a paisagem muito bela. Porém o frio veio junto e como estávamos com poucas roupas, sentimos frio.

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Lá dentro fizemos um lanche numa lanchonete. Quando saímos já era quase 14:00 h. Descemos de trenzinho pois estava chovendo fraco. Pegamos o ônibus para a cidade e não fomos no Castelo dos Mouros. Fomos direto para a estação e lá encontramos uma loja da Pizza Hut. Comemos pizzas, 9,75 euros para o casal com o refrigerante. Pegamos o comboio para Lisboa. Diferente da estação em Lisboa, esta em Sintra não tem catracas. Porém não deixe de validar seu cartão nas máquinas que ficam na plataforma da estação. Descemos na estação Rossio em Lisboa. Ela tem acesso direto a estação do metrô Restauradores. Andamos apenas i estação de metrô, mas como estávamos cansados e não íamos pagar por isto preferimos. Voltamos para o hotel, tomamos banho e descansamos um pouco. Saímos e pegamos o metrô na estação Avenida. Fomos até a estação parque, conhecer o parque Henrique VII. Muito bonito. De lá tem-se uma belas vista da cidade.

 

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Andamos até a Av. Antônio Augusto de Aguiar, onde tomamos um café e comemos algo. Continuamos pela avenida até a estação São Sebastião (linha vermelha do metrô). Tomamos o metrô e descemos na última estação, Gare do Oriente. Estávamos no Parque das Nações. Este distrito foi todo reformado 1998. É a parte mais nova de Lisboa. Muito moderno, com Shopping, Centro de eventos. De lá se vê a ponte Vasco da Gama, uma ponte enorme, que deve ter uns 13 km. Vale a pena ir até lá. Saímos de lá já noite. Porém antes demos umas voltinhas no shopping. Pegamos o metrô, trocamos de linha da estação São Sebastião e descemos na estação Avenida. Voltamos ao restaurante Bela Ipanema para comermos. Voltamos para o hotel, já era mais de 22:00 h.

 

03/04 – ÓBIDOS – ALCOBAÇA – FÁTIMA – COIMBRA

 

Acordamos cedo, arrumamos as malas, tomamos café. Descemos com as malas fizemos nosso check-out. Deixei as malas na recepção do hotel e fomos na loja da Hertz para alugar um veículo. Alugamos um Ford Foccus SW (não tem no Brasil).

 

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Por dois dias de aluguel pagamos 270,00 euros, pois o carro era grande, e íamos devolver em outra cidade. Eu ia dirigir. Paramos no hotel, colocamos nossas malas e fomos em direção a autoestrada A8. Não foi dificil achar a saída para a autoestrada. Lisboa é bem sinalizada. Na estrada não há indicação para Óbidos. Como é uma cidade turística achamos estranho. 1º pedágio (Portagem em Portugal): nos deparamos com uma máquina que emite um bilhete.

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Você deve pegar o bilhete e guardá-lo. Você vai pagar quando sair da estrada, ou antes, se encontrar uma nova praça de pedágio. Aí passamos nosso primeiro apuro, pois retirei o bilhete e comecei a procurar onde ia pagar. Como não avistei nada, arranquei o carro e sai. Para minha surpresa começou a fazer um sinal sonoro. Foi aquela gritaria dentro do carro: corre gente deve ser a polícia. Que nada. Era o sinal do próprio carro me avisando que eu estava sem o cinto de segurança. Pode? A autoestrada é coisa de 1º mundo. Depois de muito andar passamos por uma praça de pedágio, onde tinha guichê com pessoas para receber. Você deve entregar o bilhete que tirou lá atrás. Neste pedágio pagamos 4,55 euros. Andamos mais um pouco e chegamos a Óbidos.

 

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A cidade está quase toda dentro das muralhas (enormes por sinal). Lembra Tiradentes (aqui em MG). Muito linda. Estava acontecendo um festival de chocolates na cidade (era o último dia). Coisa de doido. Estava muito cheia com gente para todos os lados. Andamos por lá tiramos muitas fotos. Ficamos lá umas 2 horas. Saímos em direção a Alcobaça. É perto de Óbidos. Para sairmos de Alcobaça pagamos mais 2,00 euros de pedágio. Em Alcobaça comemos bacalhau com natas no Esplanada do Arthur, numa praça Central da cidade.

 

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A refeição dava para duas pessoas, era o prato do dia 6,50 euros para 2 pessoas. Além desta refeição comemos de entrada bolinhos de bacalhau e bebemos refrigerantes, sucos e cerveja. O total da conta para 4 pessoas ficou em 21,85 euros. Depois do almoço saímos e fomos visitar a Abadia de Alcobaça. É a maior Igreja de Portugal.

 

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Acho que a população de alcobaça inteira não enche aquela igreja. Junto está o mosteiro. Como fomos no domingo não se paga para entrar. Mas com o Lisboa-Card era gratuito também. O local é muito frio, pois é tudo de pedra. Não sei como os abades conseguiam viver naquele lugar gelado. De lá fomos para Fátima. No caminho avistamos o Mosteiro de Batalha, bem no trevo da cidade (Batalha). Não paramos, pois ainda tínhamos muito que andar. Chegamos em Fátima e fomos direto ao santuário.

 

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A área em frente ao santuário é imensa. Chegamos lá bem as 18:00 h. Os sinos tocaram. Foi legal. Não estava tão cheio. Do lado de fora existe uma capela, no local onde houve as aparições. Mais a frente está o Santuário. Fomos lá dentro e estava começando uma missa. Andamos um pouco por lá, compramos algumas lembranças e saímos em direção a Coimbra. Já era mais de 19:00 h. Chegamos em Coimbra e fomos direto ao Hotel Ibis. Achamos meio que no rumo o hotel. Fica na avenida bem em frente ao Rio Mondego. Fizemos o check-in, Subimos, tomamos um bom banho e saímos para comer algo. Em frente ao hotel tem um parque entre a avenida eu rio (parque Dr. Manoel Braga). Logo a frente entramos em um restaurante (restaurante Itália). Comemos pizza margueritta, salmão alla griglia, tomamos sopa (creme minestrone) e para beber vinho branco Suco (sumo) e pasmem guaraná antártica . Para nós quatro ficou em 37,35 euros. Demos uma volta por lá mesmo e fomos dormir. O dia foi cansativo.

 

04/04 – COIMBRA – PORTO

 

Acordamos cedo, tomamos nosso café. Saímos e fomos conhecer a universidade de Coimbra (criada no século XI). Fomos a pé, pois bastava ir subindo a ladeira por trás do hotel. Passamos pelo comércio também.

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Conhecemos algumas faculdades e também a biblioteca. A vista do alto da cidade é muito bonita. Descemos e paramos em uma loja de chineses. Foi a festa. Produtos baratos. Minha esposa comprou uma jaqueta forrada e com capuz por 17,00 euros (aqui no Brasil sairia por no mínimo 150,00 reais. Voltamos para o hotel pois já estava quase na hora de sairmos. Pegamos as malas e fizemos o check-out e saímos com o carro em direção a cidade do Porto. Não foi difícil achar a A1. Na verdade entramos na antiga A1. Paramos para abastecer e o “frentista”muito gentil nos explicou como acessar a verdadeira A1. É uma maravilha esta autoestrada! Passamos pelo pedágio (Paragem) e pegamos nosso bilhete. Já chegando em Porto avistamos a praça de pedágio onde deveríamos pagar pelo tanto que andamos. Aí veio mais uma. Havia muitas cabines para acessar. Escolhi uma e fui. Para minha surpresa não tinha atendente para receber o dinheiro e sim uma máquina. Imediatamente, para não encarar a máquina, tentei dar ré e ir para a cabine ao lado onde tinha um atendente. Infelizmente um carro parou logo atrás de mim. Devia ser outro turista tentando seguir alguém pois havia muitas cabines vazias. Conclusão: tive que enfrentar a máquina para pagar.

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Mas até que não foi difícil. Você insere o bilhete (de forma correta – eu coloquei 2 vezes errado), ela faz a leitura e logo diz em português quanto euros vocês deve pagar. Coloca a nota no local indicado e logo em seguida sai seu recibo e caem as moedas de troco. Logicamente a cancela se abre e você está livre. Em porto você chega por uma via que circula a cidade. Sendo assim tem muitos carros. A via é bem sinalizada, porém ficamos perdidos. Quando paramos para obter informação já estávamos saindo da cidade (do outro lado). Retornamos andamos mais por esta via e depois paramos novamente em um posto de gasolina onde um sr. muito gentil me explicou umas 4 vezes como achar a rua da alegria. Já estávamos perto e não foi difícil achar. Parei o carro no estacionamento ao lado do Ibis e subimos. Fizemos o check-in e logo saímos para almoçar. Bem em frente ao Ibis encontramos o restaurante Murça no Porto.

 

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Pagamos 5,00 euros por pessoa pela sopa com pão de entrada, prato principal (bacalhau, sardinha) acompanhado com arroz, fritas e salada, uma jarra de vinho tinto e o café. Uma pechincha !! Saímos e voltamos ao hotel (em frente) e compramos o cartão para andarmos no ônibus de turismo da cidade (cartão CitySigntseeing). Custou 19,00 euros e funciona no sistema hop on hop off (você pode descer e subir em qualquer das paradas do ônibus), válido por 48 horas. O intervalo entre um ônibus e outro é de 30 minutos. Também com este cartão teríamos direito ao passeio de barco pelo Rio D'ouro. Saímos do hotel e fomos em direção a praça D. João I, onde pegamos este ônibus. Ao embarcar você recebe um fone de ouvido que pode ser conectado para se ouvir a explicação dos pontos turísticos (áudio guide). O passeio dura em média 1 h e 30 min. O ônibus é de dois andares e vale a pena ir no segundo.

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Tivemos uma bela visão da cidade do Porto, da praia e do Rio d'Ouro. Descemos no antigo cais (perto da ponte D. Luis I, de onde ficamos observando o pôr do sol.

 

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Andamos pela região, conhecendo a cidade. Lanchamos em uma lanchonete onde por coincidência um das atendentes era brasileira, e de Minas Gerais. Imagina só o auê que foi. Em frente a esta ponte tem um “funiculare”, espécie de bondinho que faz a conexão da cidade baixa com a cidade alta. Paga-se 1,50 euros para subir. Não pensamos duas vezes. Lá em cima resolvemos voltar para o hotel. Já estava anoitecendo e estávamos cansados.

 

05/04 – PORTO

Acordamos não tão cedo. Tomamos o café e fomos entregar o carro na locadora de veículos. Para nossa sorte tinha uma loja pertinho do hotel. Depois fomos conhecer o mercado do Bolhão.Interessante este lugar para aeum gosta de mercados de frutas e verduras. Depois passamos no café Majestic para conhecer o famoso local.

 

 

Saimos de lá e fomos pegar o ônibus turístico novamente. Desta fez descemos na praia da cidade. Tiramos belas fotos. Depois pegamos o ônibus novamente e descemos na parada onde se faz o passeio de barco. O preço do passeio já estava incluído no cartão. Avulso custa 10,00 euros. O passeio pelo Rio d'Ouro é lido.

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O barco é grande e vai uma pessoas falando sobre as pontes que cortam o rio. Algumas construções também são citadas. Dura aproximadamente 1 hora.

 

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Saímos e fomos procurar algo para comer, já passava da 1 hora. Entramos em um restaurante pequeno, porém muito aconchegante. Subimos ao segundo piso, e comemos a refeição. Para cada um saía a 6,00 euros. Boa comida e barata. Neste restaurante tinha também um grupo de 6 francesas. Estavam num auê só. Saímos e fomos visitar o prédio do palácio da Bolsa. Funciona hoje um Museu. Interessante. Eu e minha esposa resolvemos voltar para o hotel, pois ela não se sentia bem. Minha cunhada foi passear no ônibus turístico, só que no outro trajeto. Também estava incluído. Mais tarde saímos do hotel e fomos a estação do metrô ver como funcionava o sistema, já que no outro dia íamos pegá-lo para irmos para o aeroporto. Um funcionário do metrô nos explicou simulando na máquina como se comprava o cartão “andante”., já que só tinha máquina para vender, nada de guichê como se vê por aqui. Outro detalhe interessante: não existe catracas/roletas neste metrô. Há apenas as máquinas validadoras do passe e a passagem é livre. Observei que as pessoas validavam o cartão. É claro que se o fiscal pegar alguém sem validar é multa na certa, e alta. Aqui no Brasil este sistema ia a falência!!! De lá passamos em um supermercado que fica atrás do hotel e compramos algo para comer e beber. Ficou em 4,77 euros. Barato !! voltamos para o hotel pois já era noite. Antes de dormir.

 

DEPOIS CONTINUO O RELATO

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Oi, Fernando. Passarei também por Roma. Gostaria de saber se foi tranquilo andar com a mochila nas costas, ou se você tomou alguns cuidados com a segurança. Tenho lido tanta coisa que isso tem me preocupado. Você colocou cadeado ? Ou não tinha nada de valor nelas ?

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Oi Marcos, Não tive nenhum problema com a mochila nas costas. É claro que quando entrava nos ônibus, metrôs e mesmo nos museus que estavam cheios, tomava o cuidado de colocá-lo na frente. Não coloquei cadeado não. O cadeado eu coloquei nas malas que deixava no hotel. Na mochila levava sempre agasalho, luvas, algo para ir comendo. O dinheiro (parte do que levei) (notas e moedas) e os cartões colocava na "doleira" junto com os passaportes que iam sempre comigo, dentro da calça. Minha esposa também tinha uma "doleira", porém somente utilizava ela nos dias de viajarmos. Ai ela levava o dinheiro da reserva junto com ela, para não ir na mala e nem tudo comigo. O problema que tem lá são os batedores de carteira, como já relatei, principalmente em lugares cheios. Nem retirei minha carteira da mala, pode crer!!

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Continuando.......

08/04 – ROMA

 

Acordamos cedo. Tomamos o café da manhã e saímos. Fomos para o Vaticano. Andamos até a estação Termini, pegamos o metrô sentido Batistini e descemos na estação Octaviano. O trem estava bem cheio. Chegamos em frente a entrada do museu do Vaticano e a fila estava enorme. Como compramos o ingresso antecipado pela internet, passamos direto por esta fila. Eles colocam umas grades para conduzir e disciplinar as pessoas. Se você tem ingresso já comprado passe direto. Logo chegamos ao raio “x”. Ai que descobrimos que esta fila enorme era por conta da vistoria para entrar. Passamos e fomos para a bilheteria para trocar o ingresso da internet pelo ingresso definitivo. Tem um guichê próprio para isto e estava vazio também. O museu é uma beleza.

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Você não sabe se olha para o chão, paredes, tetos ou para as obras de arte. Tudo é bonito e muito bem organizado.

 

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São diversas coleções de arte e antiguidades colecionadas ao longo dos séculos pelos Papas. É muita arte concentrada em um só lugar.

 

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Andamos bastante lá dentro. Depois de muito andar chegamos a Capela Sistina. Não se pode tirar fotos nem filmar dentro dela. É claro que fizemos uma filmagem clandestina. O teto é magnífico. A pintura da “Criação de Adão” de Michelangelo é a parte mais famosa.

 

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Mas tudo nela é bonito. Mesmo assim foi muito legal estar lá. Saímos de lá e fomos a caminho do restaurante. Já estávamos com uma fome e comemos pizzas e tomamos refrigerante (9,60 euros). Bom terminamos nossa visita e saímos do museu. Fomos a Piazza di San Pietro.

 

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Tinha uma fila enorme para se passar nos detectores de metal e assim acessar a Basílica de São Pedro. O sol estava quente e tivemos que encarar (melhor do que chuva !!).

 

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Entramos na Basílica. É enorme. Creio ser a maior igreja que já entrei. Sua cúpula pode ser vista de longe em Roma.

 

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Dentro tem obras de artes de Michelangelo, Raphael e outros artisitas. É muito bela. Vimos a famosa “Pietá”de Michelangelo,

 

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logo a direita de quem entra, protegida por um vidro. Bom, pelo menos ai dentro se pode tirar fotos. Saímos e fomos a lateral da basílica, queríamos subir na cúpula. Pagamos 7,00 euros por pessoa para subirmos de elevador até o teto da Basílica e aproximadamente 320 degraus até alcançar o topo da cúpula. Pode-se fazer tudo a pé, aí paga-se 5,00 euros por pessoa. Pagamos os 7,00 euros. Quando se chega na parte interna da cúpula, você não acredita. Lá de baixo a gente vê as imagens adornando a cúpula e pensa-se que é pintura. Ledo engano. São mosaicos, pequenos, muito pequeno mesmo, que montados vão formando a arte interna da cúpula.

 

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É impressionante !! Após a maratona da subida chegamos a parte de fora e ao topo da cúpula. Dica: de você não gosta de lugares apertados não vá. As escadas no interior da cúpula são apertadas e dão uma sensação ruim, apesar de terem umas janelinhas no caminho.

 

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Lá de cima a vista de Roma é magnífica.

 

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Se vê tudo. É maravilhoso!

 

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Depois descemos novamente até o teto e de elevador até o solo. Saímos da Basílica sentamos um pouco na Piazza di San Pietro e fomos admirar a beleza de tudo ali.

 

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Havia um ônibus adaptado para o correio local. Fui até lá e enviei uns postais para o Brasil. Detalhe: Chegaram aqui bem depois de mim, e olha que só cheguei aqui dia 21/04. Saímos e fomos em direção a estação Octaviano. Paramos na Piazza Resorgimento e tomamos um lanche. 1 croissant e 1 capuccino (2,40 euros). Detalhe: se você sentar nas mesas para pedir e comer, paga-se quase o dobro ( ou até mesmo o dobro). Nós já havíamos descoberto isto, portanto tomamos em pé e no balcão mesmo e sem cerimônias. Não tenha vergonha de perguntar os preços pois faz a diferença. Pegamos o metrô, descemos na estação Termini para trocar de linha pois resolvemos ir ver o Coliseu a noite. Descemos na estação Colosseo, o dia já estava terminando e os raios do sol deixaram-no (o Coliseu) mais bonito ainda.

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Ficamos lá até às 20:30h. Comemos por lá mesmo. Pegamos o metrô de volta. Descemos na estação Castro Pretório e fomos para nosso hotel.

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Oi Fernando

 

Valeu pela dica e eu vou fazer un mapa ou pegar algum da internet ::otemo:: .

Quanto ao carro eu vou usar o de um amigo, pelo menos eu não vou ter gastos com o aluguel , só com a gasolina.

 

Essa parte da Italia me faz lembrar quando estive lá .

Vou ficar esperando o relato da Holanda, pois eu não conheço.

A quanto ao postal tb aconteceu algo parecido comigo e ainda foi pior...eu enviei um postal de Ushuai para o Brasil ele foi passear no Mexico e depois chegou no destino após 54 dias ::lol4::

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oi Fernando!

Estou acompanhando e adorando seu relato e fotos!!!

Legal vc colocar os gastos com alimentação e entradas e outros.

Isso é muito importante para quem pretende viajar para esses lugares.

Depois coloca o custo total de sua viagem ok?!

abraços.

Karla.

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Oi Karla,

Legal você está gostando dos relatos. Aos poucos irei postando. Eu gastei antes de viajar R$15.583,00. Digo antes, porque já estava tudo certo e neste valor já estava contabilizado os 2 mil euros que levei em dinheiro e os 1.500 euros que levei no VTM (cartão). Ok? Porém sobraram pouco mais de 600 euros(algo em tonro deR$ 1.300,00 reais). Com certeza já entraram no meu caixa para a próxima aventura, no ano que vem, se Deus quiser ::otemo::

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Oi Marcos,

Estou relatando mais uma parte da viagem no editor de textos. De vez em quando venho aqui. Este valor que gastei foi para o casal. Graças a Deus minha esposa é muito econômica ::kiss:: . brincadeira !!! mas é isto aí mesmo, o valor foi para nós dois.

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09/04 – ROMA

 

Acordamos cedo. Tomamos nosso tradicional café da manhã. Descemos e tomamos caminho para a estação Termini. O dia estava belo como os demais. Por sinal nós tivemos sorte em toda nossa viagem. Dias com sol. Em roma em especial fez muito calor nos dias que fizemos as visitas. Ainda bem!! Chegamos a Termini. Antes de continuar farei um pequeno relato sobre a estação Termini.

 

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É a principal estação de Roma. Nela chegam e partem os trens para o interior do país. Na parte de cima estão os binários (as plataformas) que se não me engano chegam a 16. é tudo bem indicado. Tem também muitas lojas e restaurantes. Eu esqueci de relatar, mas no dia 07/04 fizemos um lanche a noite lá, antes de voltarmos para o hotel. Na parte inferior tem também lojas. Aí também você tem acesso ao metrô de Roma. As duas linhas (A e B) se cruzam nesta estação. Na parte de fora da Termini existe o terminal de ônibus. Lá param várias linhas e ainda ao lado e parada do Tram (ou VLT). Na parte de fora da estação, principalmente perto dos ônibus não é muito bem iluminado a noite, portanto fique esperto se passar lá. Não vi nada acontecer, mas não podemos dar bobeira. Bom pegamos o ônibus 64. Aí vai outra dica, que serve para todos os lugares que fomos. Não existem cobradores nos ônibus e não é possível pagar a passagem com o motorista. Portanto se você não tem o RomaPass, veja antes onde comprar os passes de viagem avulsos. Com relação ao RomaPass volto a repetir, não deixe de validar seu cartão nas máquinas dentro do ônibus. Estávamos indo para a Piazza Campo di Fiori. Lá tem uma feira de comidas e flores. No caminho aconteceu algo inusitado. Uma autêntica briga de italianos dentro do ônibus. Foi lá na frente e pelo que deu para entender era tudo por causa da ocupação dos lugares para idosos. O ônibus andava e a briga seguia lá na frente. Meio que de supetão a motorista (era mulher mesmo) parou o ônibus e entrou na briga. Saiu de seu lugar e como uma autoridade colocou para fora um dos senhores que protagonizava o bate-boca. Seguimos e descemos na via Corso Vittorio Emanuele. Logo chegamos ao Campo di Fiori.

 

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Tinha uma autêntica feira de rua. Barracas de comidas e também de flores e algumas roupas. Lá encontramos alguns brasileiros que trabalhavam nas barracas. Gostei mesmo da barraca de tomates secos ou pomodori secchi.

 

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Se pudesse trazia muitos para cá. Adoro tomates secos e os preços estavam ótimos. Compramos algumas coisas para trazer e comer (frutas).

 

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De lá fomos a via dei Pelegrino. Tínhamos lido um relato a respeito de um “arco”que dava a um charmoso quintal coletivo. Confesso que não achamos. Atravessamos para o outro lado e fomos a Piazza Navona.

 

Nesta praça tem um obelisco com uma fontana, a Fontana dei 4 fiumi (Fonte dos 4 rios): ela representa os 4 principais continentes do mundo cortados pelos seus principais rios.

 

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A figura que representa o Nilo está com a cabeça encoberta, pois ainda nào se conhecia a sua nascente. A praça ainda tem duas outras fontes, a Fontana di Nettuno e Fontana del Moro.

 

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Lá também tem várias exposições de artistas populares (ao ar livre) e músicos tocando seus instrumentos. Entramos na Chiesa de Sant'Agnese in Agore. Porém estava acontecendo uma missa e não ficamos muito tempo. Mas como as demais igrejas é muito bonita. Nesta praça tem umas gellaterias (onde vende-se os Gellatos ou sorvetes). Experimentamos na “Ai Tre Tartufi” (3,10 euros por 4 bolas) ao lado da Igreja.

 

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Sentamos na praça para descansar e saborear o Gellato. Lá encontramos a Embaixada Brasileira em Roma.

 

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Como era sábado o prédio estava fechado. Mas a nossa bandeira estava lá, bela como sempre ! Depois seguimos nosso caminho. Fomos em direção ao Pantheon (Panteão) de Roma.

 

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A praça do Pantheon estava como as demais: repleta de gente (além dos indianos vendedores ambulantes). Tem um obelisco com fonte. Aproveito aqui e faço um outro parêntese: em Roma há muitas fontes (fontanas) e também “bicas d'água” (não sei se seria este o nome correto) esparramadas pela cidade. Nos disseram que as águas destas “bicas” são potáveis. Nós bebemos!!! Por fora o prédio já é deslumbrante. Para que gosta de arquitetura então deve ser o máximo. O prédio tem 8 colunas na frente e mais 16 colunas antes de sua entrada. Lá dentro então é algo incrível. Consta que o Pantheon é o único edifício da época Pagã (Império Greo-Romano) que está inteiro. Era dedicado aos deuses do Panteão e depois passou a ser templo Cristão e virou igreja: Santa Maria de todos-os-Santos. A cúpula é enorme e segundo o relato a medida do diâmetro do círculo é a mesma da altura do chão até o óculo.(do óculo entra-se a luz do sol).

 

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É perfeito, forma uma esfera. Ainda bem que esta maravilha da arquitetura foi preservada. Depois de muitas fotos, saímos à praça novamente. Havia uns tocadores de acordeom e para nossa satisfação começou a tocar “Garota de Ipanema”. Fomos procurar algo para comer e achamos pizza ao quilo novamente. Nem pensamos duas vezes. Comemos Pizza sentados quietinhos no nosso cantinho mesmo, pois o local já estava cheio. Fomos em direção as ruínas do Templo de Adriano na Piazza di Pietra. Na verdade sobraram algumas colunas do foi o templo de Adriano.

 

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Foi construído um edifício junto a esta colunas e hoje funciona a Bolsa de valores. De lá fomos a Piazza Colonna, onde tem um enorme obelisco. Em seguida fomos a Piazza Montecitorio, para vermos o Palazzo Chigi. Lá funciona o conselho de ministro. Havia uma movimentação de policiais no local. O primeiro ministro Berlusconi estava lá, com certeza. Como estávamos perto, resolvemos ir a Fontana di trevi novamente, para descansarmos. Lá tomamos outro Gellato. O lugar realmente não esfazia. Estava cheio de gente !!! Ficamos lá um pouco. Voltamos para a via C.Battisti. Lá vimos um museu de cera.

 

 

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Não entramos, mas tiramos fotos de algumas personalidades que estavam nas vitrines. Pegamos o ônibus 40, sentido praça de San Pietro. Descemos logo após o Rio Tibre. Estávamos indo ao Castel Sant'Angelo (Castelo de Santo Ângelo). Logo que descemos do ônibus assistimos a um fato inédito para nós: estávamos para atravessar a avenida. Era um cruzamento e havia um policial controlando os carros, porém os semáforos estavam funcionando (tanto o de carros quanto o indicativo para pedestres). Sem esperar um pedestre atravessou com o sinal de pedestres no vermelho, em meio aos carros. Imediatamente o policial começou a apitar até que o pedestre que já estava do outro lado da via olhasse. Assim que ele olhou o policial foi até ele gesticulando e falando alto, provavelmente chamando sua atenção. Não ficou só nisto. O policial fez com que o pedestre retornasse para o outro lado da calçada permanecendo ao seu lado até que o sinal para pedestre ficasse verde. Aí ele (o policial) fez sinal para que o pedestre atravessasse. Incrível, como ele fez valer sua autoridade naquele momento. A partir daí, começamos a atravessar somente nas faixas e a respeitar os sinais, para não passarmos por este mico. Chegamos ao Castelo. Como estávamos na semana de arte na Itália, a entrada para o Castelo foi gratuita.

 

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O preço normal é 8,00 euros por pessoa. A visita é interessante. A esculturas e pinturas por todos os lados. Chegamos a seu terraço. De lá tem-se uma magnífica vista do rio Tibre, dos prédios da cidade e até mesmo do domo superior da Basílica de São Pedro.

 

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O sol estava começando a se pôr. Saímos do Castelo e logo estávamos na ponte Sant'Angelo. Tiramos fotos.

 

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Fomos em direção a via corso Vittorio Emanuelle. Lá pegamos o ônibus 64 em direção a Termini. Não consegui validar nossos cartões em nenhuma das 2 màquinas dentro do ônibus, só aparecia a luz vermelha. Uma pessoa, passageiro como nós que parecia ser um Rabino pelas suas vestimentas, perguntou-me em inglês se o cartão estava válido, quanto tempo ele valia e até testou o cartão na máquina também. Depois disse: “Don't Worry !!”. Bom fomos sem validar então. Qualquer coisa ele era testemunha que tentei validar. Mas observei que outras pessoas também tentaram validar, mas sem sucesso. Acho que ninguém “pagou”nesta viagem. O trânsito em Roma é realmente muito parecido com o nosso. Me senti aqui. Apesar disto, não demorou muito e chegamos a Termini. Já era noite e fomos comer algo. Comemos lá mesmo. Croissants(1,00 euro/cada), capuccino (1,60 euro/xícara). Depois voltamos para entender sobre o nosso bilhete. Ainda estávamos em dúvida sobre a necessidade de se imprimir outra via. Conversando devagar com o atendente do balcão de informação da Trenitália (ele só falava em italiano, não sabia Inglês), conseguimos entender. O bilhete que você imprime depois de fazer a compra pela internet já é o bilhete válido para o trem. Não é necessário substituí-lo. Porém conserve-o com você durante a viagem. Saímos de lá e fomos para o hotel. Era nossa última noite em Roma e pra varia estávamos cansados de andar.

 

10/04 – ROMA-FLORENÇA

 

Não acordamos muito cedo. Tomamos nosso café. Depois de arrumarmos as malas saímos para um último passeio. O tempo ficou nublado esfriou bem. Fomos a pé até a Basílica di Santa Maria Maggiore. Ela fica depois da estação Termini. A parte central da Igreja (a nave) tem o teto todo decorado em ouro. Ela é muito bonita. Estava acontecendo uma missa na capela lateral. Ficamos lá um pouco, mas logo voltamos para o hotel para fazermos o check-out. Pagamos a diferença (pois na reserva demos uma entrada). A taxa de 2,00 euros/dia por pessoa tem que ser paga em dinheiro. Fomos para a estação Termini. Bom, nosso trem partia às 11:15h. Íamos viajar no frecciarossa (flecha Rosa).

 

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Um detalhe: quando você vai comprar o bilhete no site da Trenitália, aparece outros trens. São trens comuns e não trens-rápidos. Os preços são mais baratos, porém demoram mais.

 

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Compramos uns sanduiches para comermos no trem. Os trens são pontuais. No painel na estação você descobre em qual plataforma (binário) sairá o trem. A melhor forma de conferir seu trem é pelo número da viagem, que vem impresso no bilhete.

 

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No nosso caso o trem ia para Milão porém passaria em Florença. Normalmente 30 minutos antes o trem para na plataforma. No bilhete vem escrito o número do vagão (carriage) e os assentos. Achamos o nosso vagão e embarcamos. Colocamos nossas malas maiores no pequeno espaço na parte final do trem. Não cabem muitas malas. Como as nossas estavam trancadas com cadeado, deixamos elas lá. As mochilas colocamos no compartimento em cima dos bancos. O trem é confortável. Os bancos que viajamos tinham cadeiras duplas de frente (invertidas) umas das outras e uma mesa no meio, (como uma mesa com 4 lugares). Para uma segunda classe até que estava bom. Pontualmente o trem sai da estação. Os avisos são dados em Italiano. Neste avisos são falado as cidades (e estações) de parada do trem. Passado uns 15 minutos ou mais de viagem passou o fiscal. Pediu nossos bilhetes. Conferiu com o palm-top. Tudo certo. A viagem é muito boa. Quando o trem desenvolve uma velocidade alta, você nem percebe. Em um determinado trecho ele fica paralelo a uma autoestrada, aí você pode perceber comparando com os veículos que estão indo no mesmo sentido como você está andando rápido. Os carros vão ficando para trás. O melhor de tudo é a segurança da viagem. Tomara que realmente tenhamos este tipo de transporte aqui no Brasil. Chegamos em Florença por volta de 13:00h. Pegamos nossas malas e descemos. Nosso hotel era ao lado da estação. Andamos uns 5 minutos e já chegamos. Fizemos nosso check-in, subimos para deixarmos nossas malas. Logo descemos pegamos um mapa da cidade na recepção do hotel e saímos para nossas visitas. Como era domingo, tínhamos que ver os museus hoje, pois na segunda a maioria dos museus fecham e na terça já iríamos embora. Fomos primeiro almoçar. Como já tínhamos anotado um local que pegamos em dicas no site dos Mochileiros fomos para lá. O restaurante chama-se Pirata II que fica na via Ginori quase na esquina com a via Degli Alfani. Restaurante modesto porém a comida é muito boa.

 

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Você escolhe a massa, a carne e os vegetais e o atendente vai fazendo seu prato. Eles capricham no prato. Por pessoa pagamos 7,50 euros. Preço justo pois o prato dá para alimentar um boi. Saímos em direção a Galleria dell'Accademia (que é pertinho do restaurante). Dica importante. Esta galeria vende o ingresso antecipado pela internet, porém não estava disponível por ser a semana de cultura na Itália e a entrada seria franca. Conclusão: enfrentamos uma fila gigante, no sol que não estava para brincadeira. Mas sabíamos que valeria a pena. A fila andava um pouco devagar. Acho que ficamos uns 50 minutos na fila. Lá dentro não se pode tirar fotos. Entramos e fomos apreciando as obras arte. Logo na entrada nos deparamos com a escultura o “Rapto da Sabina”, uma escultura de uns 4 metros de altura. Consta que foi esculpida em um único bloco de mármore. É de arrepiar!! A Galleria é um importante museu de Florença dedicado a preservação do rico conjunto de obras de artes. Cada uma mais bonita que a outra. Porém a atração principal da galeria é mesmo a escultura do Davi, de Michelangelo. “Davi” está estrategicamente colocado no final de um corredor, sob um domo com uma iluminação natural. É chocante.

 

 

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Deve ter uns 4 metros de altura, que realçam mais ainda pois está sob uma base. Não podia tirar fotos, mas é claro que a gente tira. É uma obra prima. Você percebe os detalhes, veias, músculos. É perfeito !!! Havia várias pessoas desenhando. Com certeza fazem belas artes. Continuamos a apreciar as demais coleções que são distribuídas em espaços. Saímos e fomos em direção a Catredrale de Santa Maria del Fiori. A Catedral é imensa e tem no duomo sua maior atração pois o mesmo pode ser visto de longe pela altura do mesmo. É muito bonita por dentro, com belas colunas e vitrais. Tem uma torre que pode ser subida. Nós não subimos pois havia uma fila grande e ficamos com medo de nào conseguirmos chegar a tempo na Galeria Uffizi. Saímos dali e fomos em direção a Piazza della Signoria, onde está localizado o Palazzo Vecchio.

 

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Hoje funciona lá a sede do município (como nossa prefeitura) e também um museu. Na sua entrada tem uma escultura de Hércules e Caco e ao lado esquerdo uma réplica do Davi, de Michelangelo. O original do Davi ficava ali, porém foi transferido a mais de um século para a Galleria dell'Academia. Entramos apenas no primeiro piso e logo saímos. Fomos para a Galleria degli Uffizi, que fica ao lado. Lá está um dos mais famosos museus do mundo. Chegamos e já nos deparamos com a fila, pois também a entrada era franca. Pelo menos a fila era na sombra. Desta vez a fila andou rápido. Ficamos menos de 30 minutos esperando. A galeria degli Ufizzi é dividida em salas (ambientes). O nome destas salas reporta ao artista mais importante exposto na referida sala. Chegamos na sala onde consta o quadro “Nascimento da Vênus” de Botticelli. É muito bonito. Acho que uma pessoas que entende de arte deve “surtar” neste local. É muita beleza!!! Ficamos encantados com tudo que vemos, entre pinturas e esculturas. Ao final do corredor tem-se um vista do Rio Arno e da ponte Vecchio.

 

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De lá já avistávamos o sol quase se pondo. Saímos da Galleria por volta das 19:00h. Fomos em direção ao rio e a ponte Vecchio. Bom aí começamos a observar que nas grades das margens do rio e nas grades da ponte existem milhares de cadeados presos, trancados.

 

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Todos estão gravados com nomes. Dizem que os casais gravam os nomes nos cadeados e os prendem nas pontes e depois atiram as chaves no Rio Arno como forma de perpetuarem seu amor. Isto observamos não só em Florença, mas em todos os outros lugares. Bom, eu não conhecia a ponte Vecchio. Ela tem lojas, na verdade joalherias ( e caras!!!). No vão central não há. Neste local estava acontecendo uma apresentação de um artista (deste de rua mesmo). Ficamos lá, até para vermos o pôr do sol.

 

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Lá ainda encontramos um casal de brasileiros (de Porto Alegre). Quando anoiteceu fomos em direção ao nosso hotel. Antes porém paramos em um restaurante próximo ao hotel para comermos. Este vou ter que relatar com detalhes pois foi muito engraçado: o cardápio estava em Italiano. O garçom não sabia inglês. Depois de muito olharmos o cardápio, minha esposa pediu uma sopa de legumes (6,00 euros) (queria algo leve mesmo). Eu não me aventurei, pedi uma pizza (6,00 euros). Pedi também uma coca-cola (4,00 euros). Minha cunhada pediu um sopa chamada de Ribolita e o marido dela um prato chamado de Calamari. Após olhar o nosso dicionário-tradutor minha cunhada descobriu que o tal de calamari era lula. Sem pensar gritou “é lula” você pediu lula... Bom esperamos os pratos. A minha pizza era enorme. A sopa da minha esposa estava até boa. Da minha cunhada, coitada, a tal de Ribolita era uma sopa que tinha até feijão branco, mas sem nenhum caldo, parecia uma pasta. E o marido dela teve que encarar a 'lula'. De longe eu não aguentava o cheiro da lula frita. Isto tudo nos fez rir muito e os garçons olhavam para nós sem entenderem o que acontecia. Foi muito divertido. Saímos dali, compramos água e voltamos para o nosso hotel. Já era quase 22:00h. O dia foi cansativo, porém ótimo, como os outros anteriores.

Editado por Visitante

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Nossa, Fernando, você é o cara pra dar as dicas de economia ::cool:::'> . Depois, quando tiver um tempo, poderia fazer um resumo dos gastos ? Das dicas de como economizar, locais pra comer barato, essas coisas.

 

No mais, continua excelente seu relato.

 

Abraços.

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