Use o menu Tags para buscar informações sobre destinos! - Clique aqui e confira outras mudanças!

Ir para conteúdo

Posts Recomendados

Ola pessoal.

 

Este aqui é um relato da volta completa de Ilha Grande que eu e a Márcia fizemos na segunda semana de Janeiro/2008.

Caminhamos durante 11 dias, mas ficamos 2 dias na Praia de Parnaioca e mais 2 dias na Praia de Palmas.

O relato é muito longo e detalhado.

Coloquei também inúmeras dicas e informações úteis para quem pretende repetir essa caminhada.

Pegamos dias de muito Sol, mas quando estávamos saindo da Praia de Parnaioca choveu muito.

 

 

As fotos são mais de 500 e as dividi por dias.

De cada dia eu criei um álbum e acrescentei imagens do google earth com a trilha plotada, apesar de que a trilha é muito tranquila, sem problemas de navegação.

 

Eu e minha esposa Márcia coincidimos de em 2008 tirarmos férias juntos e para aproveitar melhor, resolvemos ir para Ilha Grande. Nossa intenção era conhecer todas as praias e como tínhamos mais de 2 semanas de férias, resolvemos dar a volta completa a pé por toda a ilha.

 

Saímos de São Paulo no Domingo (13/01/08) no ônibus das 21:00 hrs (ônibus extra, pois os outros horários estavam todos lotados), chegando em Angra ainda de madrugada e lá esperamos amanhecer para só então procurar uma padaria para tomar o café da manhã, pois nossa intenção era tomar a barca para Ilha só as 15h30min (único horário saindo de Angra dos Reis).

Existe a opção de pegar algum barco ou escuna no cais de Santa Luzia, mas tínhamos que pegar a Autorização na TURISANGRA para acampar na Praia do Aventureiro (exigem essa autorização na alta temporada).

Uma boa opção era pegar a Barca em Mangaratiba com saída para as 08:00 hrs, mas de novo o problema da Autorização.

 

 

# 1º dia (14/01) – Algumas praias de Angra dos Reis e chegada na Vila de Abraão

Fotos desse dia:

598dd36f27e22_06-PraiadoResort.JPG.636ff00d76fa20b89ef125fc121f0a96.JPG

598dd375c3198_03-Condominionabeiradapraia.JPG.e13d78a9f3715be5f6bfbdaa6fa3743f.JPG

 

 

elsalvador01.jpg.14c772f23111b28e35d1ab0ac64e7bc3.jpg

Ainda na parte da manhã em Angra dos Reis, resolvemos conhecer algumas praias próximas ao Colégio Naval e lá fomos para o centro da cidade para pegar o circular Vila Velha que nos deixou pouco depois do Vila Galé Eco Resort (antigo Blue Tree Park).

Próximo ao Resort chegamos às praias do Tanguá, Tanguazinho e Praia da Gruta, sendo essas 2 últimas, desertas.

Como tínhamos muito tempo até as 15h30min, ficamos nessas praias cochilando, já que não dormimos quase nada no ônibus e pouco depois das 10:00 hrs voltamos para a estrada e fomos para o centro da cidade pegar a Autorização para acampar na Praia do Aventureiro.

Essa autorização se consegue na TurisAngra e lá fizemos o cadastro e tivemos que dizer em qual camping iríamos ficar e por quantos dias, pois existe um limite de campistas na praia.

 

598dd36f35719_34-BarcaparaIlhaGrande.JPG.c4167be263899aae81f12956826f18b5.JPG

De posse da Autorização e depois de almoçado, seguimos para o cais onde a barca estava.

Saiu lotada e isso em plena Segunda-feira, levando cerca de 1h30min para chegar na Praia de Abraão.

 

598dd36f43b6e_45-IgrejadaVila.JPG.ebfd0409f3b85fc95a62f015a46509a6.JPG

O que achamos engraçado foi que ao chegarmos em Abraão havia uma multidão que tomava conta de todo o cais.

Lembrava a Rua 25 de Março de São Paulo, em época de fim de ano.

 

598dd36f51e84_47-Galeraquerendoembarcar.JPG.28cba6533d250a49b93e8967c53854ec.JPG

598dd375de047_50-Bagunageral.JPG.b1605f5e52a513b4e194cbd1826b2553.JPG

Tivemos até certa dificuldade para sair dali.

Depois disso fomos logo procurar o Camping do Bicão - já tínhamos lido ótimas recomendações do lugar e lá quem nos recebeu foi a Claudia - responsável pelo local.

 

598dd36f61338_53-EntradadoCampingdoBico.JPG.5a7f74db9cfd0b0e4db7cc163f3293c4.JPG

Não tínhamos feito reservas, mas encontramos o camping com algumas vagas.

 

598dd36f8940c_55-Barracastodascobertas.JPG.4cfaf27dc32053c994d668bd1ca09cee.JPG

O lugar é bem tranquilo e sossegado com lonas azuis cobrindo todas as barracas, uma cozinha coletiva com fogão e geladeira e um banheiro de dar inveja.

A energia da Ilha é trazida por cabos submarinos vindo de Angra dos Reis que chegam até a distante Vila de Provetá (Praias do Aventureiro, Parnaioca e Palmas não possuem e nesses lugares só com geradores).

Naquela noite fomos conhecer a Vila de Abraão e surpreendemos com a quantidade de turistas estrangeiros, em sua maioria argentinos, chilenos e europeus em geral. Brasileiro mesmo estava em menor número.

A Vila de Abraão é bem urbanizada com inúmeros restaurantes, algumas padarias, mercearias, algumas lojas de roupas, campings e muitas pousadas.

Na Vila tem até uma antena da Vivo Celular.

Voltamos para o camping e após analisar as subidas e descidas que iríamos encarar no dia seguinte, resolvemos seguir no sentido anti-horário, o que no final se mostrou a melhor opção.

 

 

# 2º dia (15/01) – Saída da Vila de Abraão até o Saco do Céu, passando pela Cachoeira da Feiticeira

Fotos desse dia:

 

598dd36f8f30a_02d-MapapraiasdeIlhaGrandew.angra-dos-reis.jpg.6146b29b4b54971534f49042a7b94dec.jpg

598dd370b4c54_02v-Ruaprincipal.JPG.2a551c3483fd97825626058ddb7078b6.JPG

Na manhã seguinte (Terça-feira) saímos do camping por volta das 10:00 hrs em direção ao Saco do Céu, pois já tínhamos a informação que no local se permite acampar em quintais de alguns moradores.

 

598dd370d499a_15-Algunstomandobanho.JPG.6ef02a42d2eda7257c2cc751863ba48c.JPG

598dd370c5c0b_07-PegamosabifurcaoparaAquedutoePoo.JPG.34edfdb56f1d48e531786b21862e618e.JPG

Logo que saímos de Abraão já chegamos na primeira bifurcação (seguindo em frente chega-se na Praia Preta e Ruínas do Lazareto) e aqui pegamos a bifurcação da esquerda que passa pelo Poção e pelo Aqueduto (incrível ver como ele está intacto mesmo depois de uns 200 anos), aonde chegamos as 10h30min.

 

598dd370d499a_15-Algunstomandobanho.JPG.6ef02a42d2eda7257c2cc751863ba48c.JPG

598dd370e4010_17-UsadoparalevaraguaparaLazaretto.JPG.51b49a24bfdbc2e1a30ff974aeb64a1b.JPG

Continuamos subindo e subindo, parando várias vezes para retomar o fôlego, pois estávamos com mochilas cargueiras cheias e assim que chegamos na altitude de pouco mais de 200 metros, a trilha começou a descer até chegar na bifurcação, à esquerda para a Cachoeira da Feiticeira - aqui encontramos uma pequena placa indicando.

598dd370f2e46_24-Bemtranquilaefacil.JPG.33983879b33d87d2b1735064dca02d17.JPG

 

598dd3710ecfb_28-Trilhaparaacachoeira.JPG.61800134ea2ae808a2a726db49a68c95.JPG

O início dessa trilha é bem íngreme e depois de uns 10 minutos de subida se chega em um local plano que tem uma descida à direita que leva até o rio dessa cachoeira.

Mais alguns minutos margeando o rio até chegar na cachoeira, juntamente com um grupo de umas 30 pessoas que tinham ido com um guia.

 

598dd3711ef71_34-Filaparabanho.JPG.e0aafd0cb34df8c4e516a3245aa29fd6.JPG

Depois de aguardar algum tempo "na fila" conseguimos chegar perto da queda da água de uns 15 metros de altura e entrar embaixo para relaxar.

Tiramos algumas fotos e depois subimos por uma trilha à direita que leva ao topo da cachoeira e a um tobogã bem legal, que termina em um pequeno poço. Ficamos aqui por um bom tempo se divertindo escorregando pela pedra.

598dd37130a10_39-Ecaindonopoo.JPG.2f3f972bab7474ca948dd87eb5cbd2f0.JPG

 

Depois resolvemos que já era hora de irmos embora, pois tínhamos uma longa caminhada pela frente. Saímos de lá por volta das 13h20min e voltamos até a bifurcação na trilha principal e de lá seguimos em frente.

 

598dd37142db7_40a-PanoramicadaentradadoSacodoCu.jpg.ffc8f34a9a1eec1b24f66b14c7a69e68.jpg

Uns 10 minutos depois a trilha bifurca novamente e a da esquerda segue para o Saco do Céu e a da direita leva até a Praia da Feiticeira.

Queríamos conhecer a praia, por isso seguimos para a direita.

A trilha é bem demarcada e segue quase sempre no plano com algumas descidas leves e as 13:40min chegamos na praia.

598dd37154edc_44-PanoramicadaPraiadaFeiticeira1.jpg.24738e23cc1574f64e11fdbadbafc198.jpg

598dd37169e37_45-PanoramicadaPraiadaFeiticeira2.jpg.ccead08d2009bca8ec2fbd43cea1dfaa.jpg

 

Logo que pisamos na areia um barqueiro já veio nos abordar para saber se queríamos retornar para Abraão de barco, pois em caso positivo seriam $10,00/pessoa.

Junto com a gente chegou também uma família com umas 8 pessoas e a cara do pai demonstrava que ele estava bem cansado - acho que o barqueiro conseguiu encher o barco.

A praia é deserta, com uns 50 metros de extensão, mas estava cheia de turistas.

Além de barqueiros que ficam no canto da praia aguardando quem queria voltar para Abraão, encontramos também uma vendedora de refri/cerveja e mais umas 15 pessoas que tinham desembarcado de uma escuna que estava na praia (com certeza essa é uma praia bastante visitada, para quem quer ir além da Praia Preta, que fica a poucos minutos de Abraão).

Saímos da Praia da Feiticeira pouco antes das 14:00 hrs e voltamos até o ponto onde a trilha se bifurca e ali continuamos na trilha principal.

 

598dd37178e2c_49-Trilhacruzandoalgumrio.JPG.658e01ea8deffbd6519416876f692e89.JPG

No caminho ainda encontramos um casal que voltava do Saco do Céu e perguntando para eles, vimos que não faltava muito, então resolvemos voltar alguns minutos até a bifurcação para a Praia do Iguaçú que tínhamos passado direto.

598dd371874c5_51-BifurcaonatrilhaparaaPraiadoIgua.JPG.11e0a263ac5ecde935bc3f6c94f28b20.JPG

 

Deixamos as mochilas escondidas na mata e pegamos uma trilha que começa a descer com trechos planos e outros com descida íngreme.

Uns 10 minutos depois, já perto da praia, chegamos em uma cerca e a trilha segue ao lado dela até a areia.

 

598dd37197cac_54-PatospasseandonaPraiadoIgua.JPG.b576f60d427ace56a77d7a930c7e696d.JPG

O que encontramos é quase que uma praia particular. Aqui existe uma casa com um enorme quintal e apenas 4 pessoas na areia da praia. Tinha também uma familia de patos passeando na areia.

Mais fotos e voltamos para a trilha principal e continuamos seguindo passando agora pela Praia da Camiranga as 14h40min.

598dd371a6993_59-ChegandonaPraiadeCamiranga.JPG.33c2c8c20854aeabc2d438a48083e38b.JPG

598dd371b55d4_60-2trapichesparaembarcaes.JPG.66f09548465daf562931f0e715868a41.JPG

 

Aqui já é considerado a Enseada das Estrelas, com as Praias da Camiranga, de Fora e Perequê.

 

598dd371c386f_64-ChegandonaPraiadeFora.JPG.52cef01b7690649468f7ce7a76fd4781.JPG

Seguindo pela areia da praia chegamos na Praia de Fora, onde a trilha agora sai da areia e segue pela mata - é bem fácil visualizar a entrada da trilha.

A partir daqui ela vai seguindo próxima aos quintais das casas e logo chegamos na Ponte sobre o Rio Perequê.

598dd371d6e12_66-CruzandooRioPereque.JPG.617aac29d8dd4bb6f4643a01914789bd.JPG

 

Esse rio tem + - 15 metros de extensão, bem rasinho, mas cheio de pedras (aqui paramos por uns 30 minutos para comermos alguma coisa).

Seguindo a trilha ainda passamos ao lado de um pequeno bar e chegamos a uma região de mangue do lado direito.

 

598dd371e8bef_70-Chegandonomanguezal.JPG.eeb1f6a878c6242d5fa3cb71591f1f1e.JPG

598dd3720704a_74-Cruzandocommaisumriacho.JPG.ab0677985730c0a9810fa5591e07cef5.JPG

Aqui existem algumas pontes de madeira que cruzamos e uns 20 minutos desde o Rio Perequê chegamos em uma bifurcação com um extensa ponte de madeira do lado direito e uma trilha em frente.

 

Como não sabíamos qual era a trilha certa, seguimos em frente subindo, mas logo tivemos que voltar, pois ela terminava em algumas casas.

Voltando até a extensa ponte de madeira e seguimos para a direita, chegando no Saco do Céu com a trilha sempre se distanciando da praia e passando ao lado de alguns restaurantes com saída para o mar.

Aqui novamente a trilha segue próximo aos quintais e sem bifurcações.

Quando perguntamos da casa da Dona Nereide e Sr. Nanandez (tínhamos a informação que o casal permitia acampar no quintal da casa) disseram que ficava no final da praia, próxima a uma Igreja Católica.

 

598dd37218a84_76a-AquiterminaatrilhaatoSacodoCu.JPG.617a551a6f09f7a0f286b1f47f9439ab.JPG

598dd372284cc_79-SacodoCu.JPG.13e350566c1f87605d0c289b078289d0.JPG

Chegamos na casa do casal por volta das 16:00 hrs e quem nos recebeu foi a D. Nereide (senhora muito simpática e atenciosa) que nos deixou acampar em um área de gramado bem ao lado da casa.

598dd37238224_83-Impropriaparabanho.JPG.c1616e2dfe0741cf8522dafe2e0707a0.JPG

 

Ela nos disse que até tentou colocar um camping no local, mas devido ao manguezal próximo, o Instituto Florestal proibiu.

Ela disse que só aceitava que montássemos a barraca para dormir, já que era proibido o camping e já que iríamos ficar só aquela noite, ela resolveu não cobrar nada.

Do lado de fora da casa existem 2 banheiros que provavelmente seriam do futuro camping e nos fundos da casa, o irmão de D. Nereide mantém uma criação de gansos e algumas galinhas. Montamos nossa barraca próxima a placa da Trilha T3 (do Saco do Céu até Freguesia de Santana).

O que atrapalhou um pouco foi o barulho dos gansos e galinhas, mas no geral, tivemos uma noite tranquila.

 

 

# 3º dia (16/01) – Saco do Céu até a Praia Grande de Araçatiba

Fotos desse dia:

 

598dd37247c18_003-Pequenopontedeconcreto.JPG.fad409807427718823ead9b1c7260014.JPG

No dia seguinte (Quarta-feira) por volta das 07h50min nos despedimos da D. Nereide, agradecendo-a e seguimos em frente com a firme intenção de chegar na Praia Grande de Araçatiba.

 

598dd37254cc2_004-Marciasubindopelatrilha.JPG.90322ff9b7eabae4729ff875c47ee881.JPG

Aqui tínhamos 2 opções: a primeira delas seria pegar um atalho direto para a Praia do Bananal, subindo um morro de uns 250 metros de altitude, levando em média umas 2 horas até Bananal.

A outra opção seria seguir pela trilha principal até Freguesia de Santana e de lá chegar até Bananal.

Como tínhamos tempo de sobra para conhecer várias praias, resolvemos pela segunda opção (quem quiser seguir direto pelo atalho até Bananal é só perguntar para os moradores - todos sabem informar).

 

A trilha principal vai seguindo morro acima por uns 15 minutos e depois quando se inicia a descida, passamos ao lado de uma bifurcação do lado direito que leva até a Praia da Guaxuma.

Deixamos novamente as mochilas escondidas e fomos conhecer a praia que estava deserta (só encontramos alguns gansos passeando na areia).

 

598dd37262d77_005-PraiadaGuaxuma.JPG.126d15e00dc5da9e8970275d4a1b6cdc.JPG

598dd3726f91d_008-Gansospasseandopelapraia.JPG.e0f3e5b3f9ffd034b8a1698366a7dff0.JPG

Ela está localizada em uma pequena enseada e ficamos só alguns minutos; logo voltamos para a trilha principal.

 

598dd3727dcd8_009-Voltandoparaatrilha.JPG.52016a6e794927db01bb657dea4d0925.JPG

598dd3728ab73_015-PequenaPraiadoFunil.JPG.af9cc5f381d967ff8acaa8c7efffbf2a.JPG

Mais uns 10 minutos descendo pela trilha principal, chegamos na Praia do Funil (muito pequena), marcada por um campo de futebol do lado esquerdo.

Nesse local pudemos observar alguns fios de energia que vêm do continente e que chegam a Ilha próxima a essa praia (aqui existe uma divisão - uma parte dos fios segue para Vila de Abraão e a outra para a Vila de Provetá).

598dd37298f1f_010-Cabosdeenergiaeletrica.JPG.f8e144e1231a391f614243b62cf3ad87.JPG

 

Mais fotos e seguimos em frente e uns 10 minutos depois, por volta das 09h30min estávamos chegando na Praia do Japariz, muito usada por escunas que levam turistas para a Lagoa Azul (não muito longe daqui).

598dd372ac092_075-PanoramicadaPraiadoJapariz.jpg.97c1fbe67a5fb2b53cda19e1e1961061.jpg

 

No local existe um restaurante e em frente, um pequeno cais (trapiche) para atracar as escunas.

 

598dd372c7039_079-TrilhaparaFreguesiadeSantana.JPG.d2c24df7f7640a9e83396e3d69467040.JPG

Passamos direto pela praia e a trilha daqui para frente vai seguindo próxima do costão até Freguesia de Santana, aonde chegamos as 10h30min.

Aqui é um sucessão de 2 praias (Freguesia e Baleia).

598dd372d3edf_081-Outrapraiadeserta.JPG.b158fc82b470126012e506d015612e0c.JPG

 

O que nos chamou bastante a atenção foram 2 teiús (espécie de lagarto) que estavam comendo 1 jaca no meio da trilha (engraçado foi ver os dois saírem correndo todo desengonçados pela trilha no sentido contrário).

 

Se distanciando da praia, a trilha segue por entre uma área de bambuzal, como se fosse uma espécie de túnel (muito legal) e as 10h40min chegamos na bifurcação para a Praia de Baixo e Praia da Grumixama.

598dd372e1308_085-Comosefosseumtunel.JPG.fa08989d7afbdace4fe39177790ac5b8.JPG

 

598dd372ef0f0_089-PraiadaGrumixamaaofundo.JPG.eead47036c67839be294b9bc22b7e665.JPG

Desse ponto pudemos visualizar uma pequena parte da Lagoa Azul com suas inúmeras escunas (aqui ficamos um certo tempo admirando a paisagem, pois o local tem um visual muito bonito).

Pouco depois das 11:00 hrs voltamos para a trilha e iniciamos outra subida e descida de morro até chegarmos na Praia do Bananal Pequeno.

598dd37306a73_092-ChegadanaPraiadoBananalPequeno.JPG.ae804a8d8f0eb00cc49979e41384e93f.JPG

 

Essa praia tem uma pequena faixa de areia monazítica e um único morador (Seu Zeca) e daqui já dá para ver quase todas as outras praias por onde iríamos passar. Seguindo por uns 10 minutos chegamos na Praia do Bananal, onde paramos embaixo de uma árvore para descansar e comer alguma coisa.

 

598dd37312a56_098-ChegadanaPraiadeBananal.JPG.b439a8ecc971477c70d8feb51651a89e.JPG

598dd3731d7b5_103-Descansonapraia.JPG.57796f06ebf623647b696d7566f7f887.JPG

Na praia existem algumas pousadas; quase todas pertencentes a japoneses e a trilha passa por detrás de quase todas elas.

Seguindo por outro morro acima, a trilha chega a + - 100 metros de altitude e depois disso descemos em direção a Praia da Matariz, aonde chegamos as 13h40min.

598dd37331f45_106-ChegandonaPraiadeMatariz.JPG.05597ba0707bf705f7b3e3796589ccb4.JPG

 

598dd3733fc45_110-Murodeumaantigaindustriadepescado.JPG.f62bd0ce599d33334b3532efc8c11180.JPG

A praia possui alguns bares e no final existe uma antiga indústria de pescado que funcionou a muitos anos atrás e logo que termina o muro da antiga fábrica, a trilha segue para a esquerda, atravessando mais um pequeno trecho de mangue.

Depois de atravessarmos uma pequena ponte de concreto, algumas casas aparecem à esquerda e à direita da trilha e quando íamos iniciar mais uma subida de morro, paramos para pegar água em uma bifurcação que sai à esquerda da trilha principal, já que nossos cantis estavam quase vazios.

 

598dd3734d1e9_118-FigueiraBranca.JPG.34f871773dd0124d514b46f1a43cb09e.JPG

Com cantis cheios, iniciamos mais outra subida de morro, chegando a pouco mais de 100 metros de altitude e o que nos chamou a atenção foi uma enorme figueira que fixou suas raízes em cima de uma rocha (no local até existe uma placa indicando a figueira branca).

 

598dd3735c199_124-Panoramicadolitoral.jpg.4e3837fac5829021ea8455607e480b19.jpg

Seguindo em frente, alguns trechos da trilha se abrem e é possível visualizar todo o mar ao redor e o continente.

 

598dd3736b5b1_126-ChegandonaPraiadePassaterra.JPG.41c134a370b890082ea08577e5af7671.JPG

598dd3737d3a6_129-SaindodaPraiadePassaterra.JPG.f19c475269cb2708830275960366a441.JPG

Às 15h15min chegamos em mais uma praia tranquila (Praia de Passaterra) e em mais uns 5 minutos chega-se na Praia de Maguariquessaba (aqui existem alguns bares e restaurantes e encontramos escunas atracadas na praia com vários turistas).

 

598dd37389bfd_131-ChegandonaPraiadeMaguariquessaba.JPG.46c1937b7fcdc0edb9f850ee9a550428.JPG

Essas praias são muito bonitas, mas o problema delas é que a areia é muito fofa, o que dificulta muito a caminhada.

 

Mais uns 30 minutos de subida morro acima (seguindo os cabos de energia), passamos ao lado de um cafezal, onde alguns cachorros não nos deixaram em paz e queriam porque queriam que a gente brincasse com eles.

Nesse trecho existe uma bifurcação próxima a um bambuzal que leva até a pequenina Praia do Marinheiro, que é deserta e uma boa opção para acampar em selvagem só durante a noite (nem chegamos a ir até a praia).

 

598dd373a564c_138-Praiacommangue.JPG.0ff02a939e55b0b18cd2f5e6e98214a0.JPG

598dd37398478_136-PraiadeSitioForte.JPG.98eedc376e6b6c504841f39ddfd75698.JPG

Às 16h20min chegamos em Sítio Forte, onde marca o fim da Trilha T5.

Essa praia possui imensos coqueirais, mas a região é de mangue, o que torna difícil aproveitar a praia (a areia é monazítica - um pouco escura).

Atravessando a praia e mais uns 15 minutos chegamos na Praia da Tapera, onde encontramos algumas lanchas e barcos atracados em frente.

598dd373b2cf0_143-PraiadaTapera.JPG.ca8ece81f5309561e72c7c4fa082ba08.JPG

 

O início da trilha para a próxima praia (Ubatubinha) é um pouco mais confusa e para não tomar a trilha errada procure os cabos de energia elétrica que é por ali que a trilha segue. Nesse trecho de Tapera a Ubatubinha o visual que se tem é muito bonito (aproveitamos nas fotos).

 

598dd373c2208_150-PraiadaTaperavistadatrilha.JPG.18659cfe480787d784be7c0001e00c2c.JPG

598dd373d21c2_154-PraiadeUbatubinhachegando.JPG.efc221c20982d0c6fafbd18e7a7008fb.JPG

A praia de Ubatubinha tem uma imensa casa em frente da areia que possui até um pequeno trator (não deve ter sido fácil trazê-lo de barco até aqui).

Chegamos nessa praia pouco depois das 17:00 hrs e ainda tínhamos uma longa subida de mais outro morro pela frente e depois de atravessarmos toda a praia, caminhamos por mais uns 3 minutos e chegamos a um bambuzal, onde bem ao lado existe uma placa apontando Praia Grande de Araçatiba morro acima e foi uma longa e extenuante subida por mais de 200 mts de altitude.

 

Quando chegamos no topo, paramos para descansar e retomar o fôlego próximo de um pequeno riacho onde é possível se reabastecer de água (perdi meus óculos aqui e levou algum tempo até encontrá-lo) e daqui para frente a trilha seguia descendo até a Praia da Longa, onde chegamos às 18h45min.

Aqui também é um pouco difícil para encontrar a continuação da trilha para Araçatiba, mas é só perguntar para os moradores que eles indicam (novamente é só seguir os cabos de energia).

 

598dd374b6322_160-Antigaestrada.JPG.19611f63e5ae6f7c87d9aa9facd76997.JPG

A trilha, na verdade é um antiga estrada de pedras com uns 5 metros de largura e que segue morro acima (o último do dia, graças a Deus).

Assim que a estrada termina, a trilha continua subindo, mas pelo menos não foi tão extensa e por volta das 19:30 hrs chegamos nas areias da Praia Grande de Araçatiba.

598dd374c5699_163-ChegandonaPraiaGrandedeAraatiba.JPG.e9d733e527bfaa23aeaa982f2cb7c85d.JPG

 

Ainda com Sol, seguimos pela areia da praia até o final dela, já que o camping onde iríamos ficar está localizado no outro extremo.

A praia é de areia muito fofa e muito extensa e só chegamos no camping as 20h20min, exaustos, mas satisfeitos pela longa caminhada de mais de 12 horas.

Uma coisa que nos chamou a atenção quando estávamos passando pela Praia Grande de Araçatiba foi termos encontrado algumas barracas no quintal de uma casa (pode ser que seja permitido acampar em alguns quintais e com a vantagem de ficar de frente para a areia da praia).

Já o camping onde ficaríamos (Camping Bem Natural) está localizado junto da trilha que segue para a pequena Praia de Araçatiba e com isso tivemos que atravessar toda a praia (não foi fácil).

 

Para se chegar no camping é só seguir a trilha no final da Praia Grande de Araçatiba e em + - 10 minutos haverá uma placa de identificação do camping à esquerda (aqui é só subir as escadas morro acima).

Aqui tivemos algumas decepções: ao chegarmos, uma mulher estava falando no telefone e pediu para a gente aguardar ela terminar a conversa e logo nos atenderia (p. sacanagem).

A outra foi quando perguntamos o valor do camping: ela nos disse primeiramente que era $45,00/pessoa e na mesma hora falamos que iríamos embora, mas aí a mulher (que não me lembro do nome) nos disse que esse valor incluía o café da manhã ($20,00) e o camping em lugar coberto ($5,00).

Dissemos que não queríamos nada disso e o valor ficou em $20,00/pessoa (só ficamos pensando que café da manhã é esse de $20,00 – deve ser só com produtos importados).

Perguntamos também sobre o valor do PF e nos disse que era $12,00, mas que faria por $10,00, o que aceitamos e combinamos que montaríamos a barraca primeiro e depois iríamos tomar banho e ela nos disse para fazermos isso em até 30 minutos, porque sua cozinheira estava indo embora.

Quando nós dois já estávamos tomando banho não é que a mulher veio bater na janela dos banheiros para a gente tomar banho mais rápido porque a comida já estava na mesa (e olhe que ainda não havia completado os 30 minutos).

É....decepção atrás de decepção, mas como já estávamos ali, deixamos para lá.

 

Naquela noite nem fomos conhecer a praia, pois estávamos bem cansados. Tínhamos a pretensão de ficarmos 2 dias no camping, para que pudéssemos visitar a Gruta do Acaiá, mas depois do que aconteceu, resolvemos ficar só aquela noite e seguirmos para a Praia Vermelha, logo na manhã seguinte. Outra coisa que nos chamou a atenção foi o tamanho da cozinha disponibilizada para os campistas (mini-cozinha), enquanto que o tamanho da cozinha para quem paga pelo café da manhã é enorme.

Uma sugestão que eu deixo aqui é tentar arrumar uma opção de hospedagem melhor (quintais de algumas casas ou pousadas mesmo, pois dependendo da época os valores de algumas são bem baixos).

 

 

# 4º dia (17/01) – Praia Grande de Araçatiba até a Praia de Itaguaçú, com Gruta do Acaiá

Fotos desse dia:

598dd374d5dec_04-Praiacommuitascasas.JPG.7a6e12ebfad855452d0f157b07bf0106.JPG

 

No dia seguinte, quando já estávamos fazendo o café da manhã na mini-cozinha, um grupo de escoteiros estava por lá e comentaram que estavam indo visitar a Gruta do Acaiá também, mas saíram bem antes da gente (só os encontraríamos próximo da Gruta).

 

598dd374e56ce_09-TrilhaparaaGrutadoAcaia.JPG.de87c20c54459e8f2bc5b0c579164645.JPG

Desmontada a barraca e mochilas nas costas saímos do camping às 09h40min em direção à Praia Vermelha, mas ao chegarmos na próxima praia (a de Araçatiba - conhecida também como Pequena Araçatiba ou Araçatibinha) vimos que o costão era muito propício para mergulho com mascara e snorkel (tínhamos trazido) e foi o que fizemos.

 

598dd374f3d66_12-Boaparamergulho.JPG.727ee0d70ed00e531d1f3e8827ddff7a.JPG

Deixamos nossas mochilas em cima de algumas pedras e ficamos ali por quase 1 hora mergulhando (encontramos muito peixe palhaço).

 

Às 10h40min seguimos para a próxima praia e uns 15 minutos de caminhada já encontramos a bifurcação para a Gruta do Acaiá (à direita) e Praia de Provetá (à esquerda) onde planejamos chegar só no dia seguinte, pois nossa intenção agora era acampar na Praia Vermelha, devido a desistência da Praia Grande de Araçatiba.

A trilha para a Praia Vermelha segue próxima ao costão e com algumas subidas e descidas leves (me chamou a atenção 2 ou 3 casa semi-demolidas, próximas da trilha, à esquerda).

Às 11h10min chegamos na bifurcação para a Praia do Itaguaçú e uns 10 minutos depois na Praia Vermelha.

 

598dd3750d1d5_18-PraiaVermelha.JPG.9bb06db09d4a319feba364bda16179a0.JPG

Aqui é uma praia pequena com alguns restaurantes e bares junto da areia e perguntando onde existia um camping nos indicaram o de uma mulher que era a dona do restaurante, mas havia um problema: o banheiro do camping estava em reforma e o camping era uma casa onde as pessoas acampavam no quintal.

 

Resolvemos não ficar aqui e agora nossa alternativa era visitar a Gruta e seguir para a Praia de Provetá, praia esta onde havia um camping estruturado de frente para a praia (Camping da D. Cleuza).

Depois da desistência, deixamos nossas mochilas em um dos restaurantes e seguimos para a Gruta só com um pequeno cantil.

Saindo da Praia Vermelha o início da trilha para a Gruta é um pouco confuso (existem bifurcações que levam a algumas casas).

Tem uma pequena placa indicando a trilha, mas ela está um pouco escondida e a vantagem é que essas bifurcações estão ao lado de inúmeras casas, então é só sair perguntando se não encontrar a trilha certa.

 

598dd3751b7e7_22-Visualdatrilha.JPG.b16ce3b528002d17b38bd1343788eb5e.JPG

Da Praia Vermelha até a Gruta do Acaiá foram + - 1 hora de caminhada e o início da trilha é uma longa subida íngreme com a paisagem se abrindo conforme você vai subindo, mostrando todo o visual ao redor.

A trilha vai subindo até chegar + - 150 metros de altitude e sempre passando por áreas descampadas (aqui o Sol castigou muito nós dois).

Quando a trilha começou a se estabilizar já começamos a passar por áreas com mata fechada e desse ponto em diante cruzamos com os escoteiros que estavam no mesmo camping que a gente.

Diziam que estavam retornando da Gruta, mas não tinham entrado porque estavam cobrando $10,00/pessoa.

Tinham tentando até reduzir o valor, mas não conseguiram. O grupo era formado por umas 10 pessoas e com isso eu e a Márcia já pensávamos em gastar uns $20,00 reais.

 

598dd3752c93f_24a-EntradanapropriedadedaGruta.JPG.99ca645bcb111363c07cfce79a15a40a.JPG

A trilha seguia com leve inclinação, passando por uma nascente do lado esquerdo e às 14:00 hrs chegamos ao portão de acesso da propriedade da Gruta.

Nessa entrada o portão estava fechado com cadeado e bem ao lado uma placa bem grande de “Propriedade Particular”.

Nesse momento 3 pessoas estavam saindo e com isso a senhora que cuida de propriedade pediu que fechássemos o portão com o cadeado.

Ainda caminhamos uns 50 metros até chegar a casa onde é feita a cobrança.

Lá a senhora queria cobrar $10,00/pessoa se quiséssemos visitar a gruta e conversa daqui e dali reduzimos o valor pela metade.

Bom para ambas as partes, ainda tínhamos que caminhar um pequeno trecho até a entrada da Gruta, passando antes por algumas casas e ficamos surpresos por ver como a entrada da gruta era bem diferente de todas as que conhecíamos.

É como se estivesse entrando num buraco no chão com algumas pedras em volta.

598dd3753af72_25-EntradadaGrutadoAcaia.JPG.b58b5ce75429dedd22e44e36403b7417.JPG

598dd375498da_28-Nosdegraus.JPG.470cc4e863b081e0de087393639f9679.JPG

 

Depois de conversar com senhor responsável por guardar a entrada, que não deixou de se certificar se tínhamos mesmo pago antes a senhora.

Iniciamos a descida por uma escada de madeira de + - 5 metros de profundidade e aqui uma lanterna é essencial, mas como não tínhamos, usamos a lanterna do celular.

 

598dd3755799e_35-Aguadomardenovo.JPG.5cb581748dd51ce059624001035780af.JPG

Conforme íamos descendo o buraco ia ficando mais estreito e apertado e só chegamos ao salão interno depois de passar arrastados por entre as pedras.

O salão é uma coisa magnífica e olhando para o fundo da gruta se vê uma luz azul ou verde fluorescente (depende da intensidade da luz solar), que na verdade é o sol que reflete no fundo do mar e aparece no fundo da Gruta.

O salão tem uma altura de pouco mais de meio metro e mais ou menos 20 metros de largura (isso foi até onde podíamos enxergar; talvez seja até maior que isso).

 

598dd375668c0_34-Daquiatomarso21mts.JPG.ad630f8e02260a1f1827cddd126841c0.JPG

Depois de se arrastar até próximo ao fundo da gruta chegamos a uma local até onde a água do mar chega e aqui ficamos por um bom tempo admirando o fundo da gruta com aquela luz fluorescente.

Desse ponto até a superfície do mar existe uma fenda submarina e somente com cilindro de oxigênio para atravessá-la.

Depois de sairmos da gruta ainda fomos conhecer o costão por onde começa a fenda submarina e por onde passa a água para o interior da gruta.

Aqui também é o local onde os barcos e escunas ficam ancorados.

 

598dd37574d92_36-AquiaentradadaGrutapelomar.JPG.468792dabae7377c2cf3b4ce1049b7a8.JPG

598dd3759e0a1_40-Essejotriplomortal.JPG.e18f1cc38b114d945896a36790c9db4a.JPG

Pouco depois das 15:00 hrs iniciamos o retorno para a Praia Vermelha e depois de pegarmos nossas mochilas no restaurante seguimos para o camping da Praia de Provetá.

 

598dd375b2fa6_44-EntreaPraiadeItaguaeAraatiba.JPG.a78df6ce5eae9fdbf05630584b361ecf.JPG

No caminho ficamos pensando em outra alternativa: ficar em uma das casas semi-demolidas que encontramos pela trilha, próximo da Praia do Itaguaçú e nessa praia paramos um pouco para mergulhar nos costões, mas não ficamos muito tempo porque encontramos algumas águas-vivas na praia e logo seguimos pela trilha.

Cerca de 20 minutos depois já estávamos nessas casas semi-demolidas e chegamos a conclusão que ali era uma boa opção, pois água potável nós tínhamos encontrado alguns metros antes.

As casas haviam sido abandonadas há muitos anos, pois o mato tinha crescido em volta e tinha muito entulho ao lado.

Montamos nossa barraca na sala da antiga casa e bem ao lado de um dormitório onde tinham 2 morcegos.

Demos uma p. sorte, pois logo que montamos nossa barraca, começou a chover forte e foi assim o resto da noite.

 

 

# 5º dia (18/01) – Praia de Itaguaçú até a Praia do Aventureiro

Fotos desse dia:

 

598dd394259c8_01-Trilhadoladodireito.JPG.1648f90aaeb669b9a9f71cc18cb05741.JPG

Logo pela manhã (Sexta-feira) acordamos com o dia nublado e as 08h20min seguimos pela trilha para a Praia de Provetá, mas como tinha chovido bastante a noite, ela estava um pouco escorregadia.

Ao passar pela bifurcação, a trilha vai seguindo por mais uma subida de morro até chegar a pouco menos de 200 metros de altitude e quando começamos a descida cruzamos com um rio onde paramos para tomar o café da manhã.

598dd394365f1_03-Paradaparacafdamanh.JPG.85c882461d63950af7478610d84a5f94.JPG

 

598dd39445fe0_08-TrilhaparaaPraia.JPG.47d5cbb61309e5f524d3bd643283e2c5.JPG

Seguindo pela trilha o que não nos agradou foi que ao chegarmos próximo da Vila encontramos toda a mata ao redor desmatada.

É uma coisa que choca para quem só estava vendo mata fechada próximo das praias e antes de chegar lá, por pouco a Márcia não pisa em uma cobra que estava atravessando a trilha e pela cor e desenhos, parecia ser um filhote de jararaca (peçonhenta).

 

 

Fomos chegar na Praia de Provetá as 11:00 hrs e lá paramos para descansar ao lado da Igreja Assembléia de Deus (bem imponente e que se destacava), pois a Vila em sua maioria é formada por evangélicos.

 

598dd39454e53_11-ChegadanaViladeProvet.JPG.93a4c1be0bc3890c7102345f5cfbc345.JPG

Encontramos bem ao lado um orelhão e uma pequena mercearia onde compramos algumas coisas.

A trilha para Aventureiro se inicia bem no canto esquerdo da praia e lá fomos nós caminhando pela areia, passando ao lado do Camping da D. Cleuza que está em frente da praia.

 

598dd39464581_12-PraiadeProvet.JPG.72fcf83526a66d77241a9576efee06d3.JPG

Ao chegarmos ao lado de uma enorme bica de água (conhecida como Bicão), a trilha segue novamente morro acima em mais uma subida bastante íngreme.

598dd39471c92_14-Praiabemextensa.JPG.a6c28659e6ddbca267801521fbed7aff.JPG

 

Logo que se inicia a subida tomamos uma bifurcação da esquerda (na dúvida e só perguntar aos moradores, pois existem várias casas ao lado).

Depois de + - 10 minutos a trilha se bifurca novamente e seguindo em frente provavelmente vai chegar em algumas casas, mas a trilha correta é pegando a bifurcação da esquerda (nesse local até existe uma placa apontando Aventureiro para a esquerda).

Aqui chegamos em um mirante que permite ótimas fotos da praia e de toda a Vila.

598dd39482ae3_20-PanoramicadaPraiadeProvet.jpg.d606ecaee538522940cdd271cd0ef7aa.jpg

 

Nesse momento chegaram 2 homens (pai e filho) que passaram pela gente seguindo pela trilha e disseram que tinham vindo de Araçatiba e pretendiam retornar no mesmo dia, mas pelo horário avançado (12:00 hrs) iriam aproveitar pouco a Praia do Aventureiro.

 

598dd394902b4_30-Visualdatrilha.JPG.7c8e48784c244bec5b6f2924dec0a267.JPG

Daqui pra frente a trilha segue em aclive suave sempre em linha reta passando por várias nascentes, porém o trecho final é bem íngreme o que nos fez parar em vários momentos para descansar, até chegarmos a altitude de + - 350 metros (o ponto mais alto de todos que tínhamos subido).

598dd3949ee0f_32-Tomandoagua.JPG.257fb230d3f04da0ae8b821654ea38b4.JPG

 

598dd394ac51e_35-Aquiotopodatrilha.JPG.c9f753c4a3019d1c29c353e8bc82b5f5.JPG

Daqui já conseguíamos ver a Praia do Sul bem à esquerda, mas Aventureiro estava escondida pela mata.

A descida até a praia é uma pirambeira daquelas (muito íngreme) e tivemos que tomar muito cuidado para não escorregar, pois tinha chovido muito a noite passada (aqui tivemos a certeza que tínhamos acertado em fazer a volta no sentido anti-horário, pois para quem sai de Aventureiro e segue para Provetá com uma mochila cargueira vai sofrer muito na subida desse trecho).

 

598dd394b8ad1_37-NasareiasdaPraiadoAventureiro.JPG.cb3273fa13894590d7be30e9d1c9b38a.JPG

A descida foi rápida e as 14:00 hrs chegamos na Praia do Aventureiro.

Aqui existem inúmeros campings (mais de 15), próximos da areia da praia, mas primeiramente tínhamos que deixar nossa autorização no quiosque da Associação de Moradores que fica do lado direito da praia junto ao coqueiro caído que é o cartão postal de Aventureiro.

598dd394c79a5_39-Coqueiro-cartopostaldaPraia.JPG.3560e1488eb71b203d035f24541818e3.JPG

 

No cadastro em Angra tínhamos escolhido um camping próximo da areia sendo que o valor ficaria em $20,00/pessoa sendo que $5,00 seriam para a taxa de permanência na praia.

No quiosque ficamos sabendo que existia um camping no morro bem ao lado e que era um lugar bem mais sossegado e tranquilo.

Não pensamos 2x e escolhemos esse (ele é o Camping de número 1 e o valor era de $17,00/pessoa).

 

598dd394d650b_42-Semchancesdeentrarnaagua.JPG.77c603a65276589d8d88526ae82ef821.JPG

Depois de montada a barraca, fomos conhecer a Praia do Aventureiro e a do Demo que fica ao lado, mas antes fomos comer um arroz com mexilhão (foi nosso almoço e jantar).

Entrar na água no canto direito estava fora de questão, pois uma quantidade muito grande de algas estava sendo trazida pelas ondas, mas a praia é um paraíso com areia branquíssima e várias áreas de sombra.

A Praia do Demo que é separada do Aventureiro por algumas pedras é também uma dádiva (algumas árvores que formam sombra na areia e também um pequeno riacho junto ao costão).

Aqui vimos uma quantidade muito grande de coqueiros na mata e até conseguimos pegar alguns cocos.

 

598dd394e2f9f_50-Apreciandoovisual.JPG.bdbe28f63a01dc33a41a86b9dcaab22e.JPG

Seguimos para o Costão do Demo, que separa a Praia do Sul da Praia do Demo e aqui ficamos até o anoitecer vendo o pôr do Sol e as ondas quebrarem no costão. Observamos também que várias pessoas vinham da Praia do Sul e do Leste e ficamos sabendo que os fiscais do Instituto Florestal só ficam ali para proibir o acesso em feriados prolongados ou alguns fins de semana, pois a região é uma Reserva Biológica.

 

598dd394ef9b3_55-Luajaparecendo.JPG.e25dbe371ee561820f70db9eeaf09cf7.JPG

Por volta das 20:00 hrs voltamos para o camping e nesse momento começou a chover, mas o local onde estávamos era embaixo de uma árvore. Tínhamos colocado também uma lona em cima da nossa barraca e a chuva até ajudou a dormirmos melhor.

 

 

# 6º dia (19/01) – Praia do Aventureiro até a Praia de Parnaioca

Fotos desse dia:

 

598dd3950c4b9_01-DenovooCoqueiro.JPG.04f14449681a963769d3e8104705f566.JPG

Às 08h30min do dia seguinte (Sábado) acordamos. Naquele dia ainda não tínhamos decidido se iríamos ficar mais um dia ou seguiríamos para Parnaioca.

Ficamos a manhã toda na Praia do Demo e lá decidimos seguir para Parnaioca naquele dia mesmo.

 

598dd39533833_04-SeguindoparaParnaioca.JPG.4d0f78eeb0d40e06e0f930c6f523d98d.JPG

Depois de desmontada a barraca, deixamos o camping por volta das 13:00 hrs e seguimos para a Praia do Leste (ainda cruzamos com 2 garotos com cargueira que provavelmente estavam fazendo a volta da Ilha, no sentido contrário ao nosso).

 

598dd39540250_10-CaminahndopeloCosto.JPG.74da6fddd4d5b171394cc4d53c5bf236.JPG

598dd3954d1aa_15-ChegandonaPraiadoSul.JPG.3c56e34a2286f7006516fa6e03c8298d.JPG

A travessia do Costão do Demo exige certo cuidado, pois a pedra é um pouco inclinada e em dias de chuva é arriscado passar por aqui.

Chegamos na Praia do Sul às 14:00 hrs e encontramos algumas pessoas na areia da praia e aqui tivemos que ficar descalços, pois a areia é muito fofa e a praia muito extensa.

 

598dd3955835b_17-ExtensaPraiadoSul.JPG.acbb69d06338d8a36990eece49a87091.JPG

Chegando ao final dela, existe uma trilha que sai para a esquerda em direção ao manguezal e nesse local a água chega a bater um pouco acima dos joelhos.

 

598dd3956485e_22-Saidadomangue.JPG.454451c58f00877319f7e7c177ab140b.JPG

598dd39573aaa_23-SaindonaPraiadoLeste.JPG.1fbdfdc106f774f7a43e46fafffae54f.JPG

Depois de atravessado a região do manguezal, chegamos na Praia do Leste que é um pouco menor, mas no final da praia tivemos uma noticia desagradável: um grupo de 3 garotos estava voltando de Parnaioca e dizia que tinham sido barrados por um fiscal do IF que estava no começo da Praia de Parnaioca e com isso ficamos decidindo o que fazer.

Já que estávamos ali, nem valeria a pena voltar para Aventureiro para pegar um barco em direção a Parnaioca.

Se continuássemos pela trilha e ao chegar na Praia, o que o fiscal poderia fazer com a gente? Fazer a gente voltar? Talvez sim ou talvez não.

 

Paramos para pensar e então decidimos esperar um pouco mais e chegar no final da tarde na praia.

De repente chegam 2 garotos de mochilas cargueiras que tinham vindo de Parnaioca e estavam fazendo a volta da ilha também, mas no sentido inverso ao nosso.

Perguntamos a eles sobre o fiscal e disseram que não tinham encontrado ninguém e pensamos se o fiscal não tinha ido tomar um café, ao banheiro ou tinha ido embora mesmo.

Com essa dúvida saímos da Praia do Leste as 17:00 hrs em direção a Parnaioca; estávamos inseguros, mas não tínhamos opção. Por volta das 18:00 hrs, quando chegamos na praia, não encontramos nenhum fiscal.

598dd3957f75b_29-ChegandonaPraiadeParnaioca.JPG.2d1209ef0484768d9066699c6c618f8a.JPG

 

Ao cruzarmos o rio, encontramos 4 rapazes acampados na mata, ao lado do rio em camping selvagem e conversando com eles decidimos ficar por ali também.

Eles disseram que o fiscal do IF tinha ficado na praia até as 15h30min e pediu a eles que não ficassem acampados na areia e que desmontassem as barracas durante o dia. Atualmente nessa praia existem 3 campings estruturados, que são boas opções para quem quiser ficar por alguns dias nessa praia.

 

598dd3958adb8_30-PraiadeParnaioca.JPG.cc1374e332a0ff3dc5ce3dc008262065.JPG

Com a barraca montada, ainda fomos dar uma volta pela praia e depois fomos fazer nosso jantar e dormir.

A chuva que chegava sempre no início da noite, nesse dia não veio.

 

 

# 7º dia (20/01) – Praia de Parnaioca

Fotos dessa praia:

 

No dia seguinte (Domingo) acordamos com um Sol muito forte e decidimos lavar algumas roupas e colocá-las para secar.

Depois de desmontar a barraca, colocar na mochila e escondê-la na mata fomos caminhar pela praia, que era muito extensa e só achamos 4 casas próximas da areia e mais 2 um pouco longe da praia.

Na praia sempre estavam chegando alguma escuna com turistas que ficavam por um certo tempo lá.

 

598dd39689033_03-PequenaIgrejaecemitrio.JPG.5f8db4e14ce5cbd4e06bcfeef33d636c.JPG

598dd396b109a_05-Cemitriodemoradoresdapraia.JPG.636d343004284c7d7c3efff23c7bfd57.JPG

Encontramos também uma pequena Capela e um Cemitério bem ao lado.

Logo depois seguimos rio acima para conhecer as cachoeiras, mas antes fomos na casa da Marta (ao lado do Camping do Silvio) encomendar 2 pfs para o final da tarde.

 

O rio é cheio de pedras com inúmeros poços para tomar banho, mas as cachoeiras não passam de 1 metro.

Voltamos para montar a barraca e nessa hora começou a chover muito forte e para irmos à casa da Marta precisamos colocar nossas capas de chuva.

Quando estávamos comendo e conversando com a Marta e o seu marido sobre como é a vida naquele lugar chegou o Silvio (o do Camping).

Ele mora ao lado e nos disseram que teve épocas piores do que as de hoje, pois quando existia o Presídio em Dois Rios e ocorriam fugas, os presos se dirigiam para essa praia.

As famílias da época eram muito humildes e só viviam da pesca e hoje com o fechamento do presídio, o turismo trouxe mais visitantes para a praia e os moradores vivem da rendo do turismo.

 

O Silvio (um dos moradores mais antigos da praia) nos deu uma verdadeira aula de história sobre o lugar.

Ficamos conversando sobre os primeiros moradores da ilha e a época dos escravos, quando existiam imensas plantações de café na região.

Saciados da fome voltamos para a barraca e decididos que no dia seguinte seguiríamos em direção à Praia do Caxadaço.

Durante a noite choveu muito e o rio ao lado, onde estávamos, ficou muito cheio.

598dd396c2503_08-Emaischuva.JPG.fee4a539dafe9d60294669ac18f4ff6b.JPG

 

Conversando com os outros 4 garotos, eles decidiram voltar para Abraão com a gente e um deles decidiu ficar para tentar uma carona de barco.

 

 

# 8º dia (21/01) – Praia de Parnaioca até a Praia do Caxadaço

Fotos desse dia:

 

598dd396d2b79_12-PlacadaTrilha.JPG.f04a8585c157f0b362308039a1c4f213.JPG

Na manhã do dia seguinte (Segunda-feira) saímos de Parnaioca as 09:00 hrs pensando que a continuação da trilha fosse no final da praia, mas o Silvio nos encontrou e disse que a trilha para Dois Rios saía atrás da casa da Janete.

Refeitos do erro, seguimos pela trilha correta, começando com uma subida de morro até chegar a uma altitude de + - 150 metros e na subida os 3 garotos passaram por nós e seguiram na frente.

598dd396e3ac0_04-GaleradoRJqueestavacomagenteemParnaioca.JPG.aab8c68307ac7373a6bb3ddf22e03a27.JPG

 

A trilha não tem como errar, pois está bem demarcada e sem bifurcações. Só a vegetação que estava molhada e um pouco de lama na trilha.

Às 11:00 hrs passamos ao lado de uma imensa figueira e um pouco mais a frente ao lado da Toca das Cinzas, que segundo a lenda, era usada como prisão para escravos ladrões que eram deixados para morrer aos poucos (que coisa mais sinistra!).

A trilha de Parnaioca para Dois Rios é a mais longa de toda a ilha e depois de 2h30min de caminhada chegamos na praia as 11h30min.

 

598dd396f0bea_07-EntradadoPresidio.JPG.ca72783947cb92f06b498be53e30fba3.JPG

Nesse lugar existia o Presídio que foi demolido em 1994, mas que ainda restaram os muros e as casas dos funcionários. Entramos na parte interna do presídio, mas saímos de lá cheios de pulgas nas pernas.

 

598dd3970bd8a_11-Ruasdapraia.JPG.8eaac830820908f12f619a7a34646afa.JPG

Depois disso fomos em um barzinho da Vila (Bar da Tereza) onde almoçamos um PF e um lanche.

No lugar encontramos um grupo com umas 8 pessoas que tinha acampado na Praia do Caxadaço na noite anterior e disseram que passaram por dificuldade, pois tinha chovido muito e com isso o saco de dormir de alguns deles tinham molhado.

A intenção deles era fazer a volta da ilha no sentido contrário ao nosso, mas depois desse problema e sem perspectiva do tempo melhor, desistiram da ideia.

Foi uma pena vê-los com mochilas cargueiras e desistindo da volta por causa desses pequenos problemas - felizmente para a gente tinha dado tudo certo até agora.

 

598dd3971b88d_14-ChegadanaPraiadoCaxadao.JPG.255fd8b922ea6ed791e84f42eac4ebf4.JPG

As 15:00 hrs resolvemos seguir para a Praia do Caxadaço e quando já estávamos saindo da vila um PM nos abordou querendo saber de onde tínhamos vindo e para onde íamos e se conhecíamos a trilha para o Caxadaço (provavelmente a função dele é anotar o destino de todos que passam por ali.

Por que? eu não sei).

Seguimos pela estrada de terra em direção a Abraão por cerca de 10 minutos e logo encontramos a bifurcação para a Praia do Caxadaço à direita.

A trilha entra na mata fechada e segue na direção leste passando por alguns vestígios de construções e pelo Caminho das Pedras que tinha sido construído pelos escravos na época em que chegavam por essa praia.

 

O final da trilha, próximo da praia, é bastante íngreme e um lugar bom para acampar na trilha é próxima a um bambuzal, cerca de 10 minutos antes de chegar na praia, aonde chegamos as 16:00 hrs.

 

598dd3972fdfb_22a-Panoramicadaentradadaenseada.jpg.dcebd02c8a9512b63c71cc5b1ca800d0.jpg

Próximo a um riacho existe também um descampado onde cabem algumas barracas, mas seguimos em frente.

Já na praia existem poucos lugares para montar barracas e encontramos ela totalmente deserta, possuindo uma faixa de areia de uns 15 metros de largura.

Uma peculiaridade da praia é que ela se localiza em uma enseada que fica escondida de quem passa em alto mar, por isso foi usada para desembarque de escravos na época do tráfico negreiro.

Montamos nossa barraca no descampado de frente para a praia, mas com a desvantagem do local ser um pouco inclinado.

598dd3973eda3_28-Vistadapraia.JPG.b0b1401f4e70c2fac39cdf9f6262da0a.JPG

 

Até pensamos em ficar no local mais plano, próximo ao rio, mas queríamos acampar ali mesmo, de frente para a praia.

Imaginávamos que iria chover a noite, por isso cavamos em volta da barraca para que a água da chuva escorresse, mas de nada serviu, porque a chuva não veio.

 

598dd39754792_39a-Panoramicadocostoesquerdo.jpg.ff1a244c98a2028e27b5a74247619fcd.jpg

A praia eu achei a melhor de todas (a Márcia preferiu Aventureiro) e do costão se consegue ver as Praias de Santo Antônio e Lopes Mendes.

Depois de banho tomado no rio fomos fazer o jantar e dormir ouvindo as ondas chegarem na praia.

Aqui o camping é proibido, mas naquela noite não tínhamos opção, porque em Dois Rios não existe camping e caminhar para Abraão estava fora dos planos, porque ainda tínhamos outras praias para conhecer.

 

 

# 9º dia (22/01) – Praia do Caxadaço até a Praia de Palmas

Fotos desse dia:

 

598dd39764466_02-SeguindoparaPraiadeStoAntonio.JPG.ea16ba0c0b695cfc772c1c0e5947f54e.JPG

No dia seguinte (Terça-feira) iríamos seguir pela trilha mais difícil de toda a volta da Ilha (em direção à Praia de Santo Antônio).

Levamos algumas anotações do livro do José Bernardo (Caminhos e Trilhas de Ilha Grande) e elas foram a nossa referência, pois a trilha possui várias bifurcações que chegam a confundir e quem não tem experiência em trilha na mata fechada não recomendo fazê-la de maneira nenhuma.

As bifurcações são semelhantes a da trilha principal e por isso usamos as anotações.

Saímos da Praia do Caxadaço as 09:00 hrs e pegamos uma trilha que sai atrás da placa indicativa da Trilha T15 - Caxadaço-Dois Rios (sentido nordeste).

Mais alguns metros e a trilha chega em uma vala a esquerda e daqui para frente segue rente a ela, morro acima.

 

598dd397730f0_02b-TrilhaparaPraiadeStoAntonio.JPG.c415eed12ef4da772d0e7e09357313ba.JPG

Uns 10 minutos depois chegamos a uma área de samambaias onde a descida é bastante íngreme e já no final dela começam a aparecer as bifurcações para a direita; a trilha principal segue para a esquerda subindo para mais outro morro e depois segue no plano por um bom tempo passando por outras bifurcações.

Depois de um bom tempo passamos ao lado de uma imensa rocha do lado esquerdo onde escorre um riacho e aqui foi colocada uma pequena corda para ajudar na travessia dessa pedra.

Depois de passar ao lado de um imenso bambuzal e cerca de 1hr30min de caminhada, terminamos a trilha em uma outra bem mais demarcada que leva até a Praia de Santo Antônio e aqui viramos para direita chegando na praia pouco antes das 11:00 hrs.

O lugar possui um rio que deságua no canto da praia, mas a água não é confiável e se quiser água de qualidade e só seguir no costão à direita por uns 5 minutos.

 

598dd3977eaac_06-Chegadanapraia.JPG.276a196709751a817e1335568d13261c.JPG

A areia da praia não é fofa e acampar aqui também é proibido.

 

598dd3978ae0e_08-Comumpequenorio.JPG.0315a93e2150eb7c2a3c17a56fc41b5b.JPG

A praia tem + - 100 metros de largura e do lado esquerdo se consegue visualizar a Praia de Lopes Mendes que está bem próxima.

 

De vez em quando ameaçava cair uma garoa, mas a chuva não veio, então ficamos aqui por cerca de 1 hora.

Em seguida voltamos para a trilha e seguimos para Lopes Mendes onde chegamos + - 30 minutos depois e aqui alguns consideram uma das 10 melhores praias do país, mas não achamos tudo isso.

598dd39830b29_14-PraiaPreta.JPG.ba923fca086466078732cb116d0d0b6e.JPG

 

598dd39798783_19-Cantoesquerdoaofundo.JPG.33fddea696887f1dbcb140bf9bc4e9b5.JPG

598dd397a752e_20-Apreciandoapraia.JPG.a91d8a113de202373204fc343a57709e.JPG

Sua extensão é de quase 3 kms de areia fofa e inúmeras amendoeiras que fornecem sombra por toda a praia.

Existe também uma mata com alguns descampados antes de chegar na areia e várias trilhas que conduzem até a praia.

Nem entramos na água porque o tempo não estava ajudando e as 14h15min saímos em direção à Praia de Palmas onde acamparíamos naquele dia.

 

598dd397b6a66_24-ChegandonaPraiadoPouso.JPG.32f458b1f5e4f9a4184d3779c2680dd9.JPG

598dd397c6a8f_26-ChegadanaPraiadosMangues.JPG.825ef916e780fee9e70f3a21e157c3e9.JPG

A trilha é bem nítida, quase uma estrada e ainda passamos pela praia do Pouso (onde os barcos de Abraão para Lopes Mendes atracam) e a Praia de Mangues.

Caminhando mais uns 10 minutos chegamos em Palmas, onde existem uns 3 campings e como já tínhamos lido algumas recomendações ficamos no Camping dos Coqueiros (cujos proprietários Tunico e Carla são pessoas excelentes).

598dd397d565d_31-ChegandonaPraiadePalmas.JPG.33b37b45531dd56d05220775bba9f7e4.JPG

 

Ele está + - no meio da praia e não nos arrependemos, pois o lugar é muito bom.

 

598dd397e50d3_02c-CasadetaipanaPraiadePalmas.JPG.9bb60c1001652e24e6874f0a7eca989c.JPG

A praia não tem energia elétrica, mas os chuveiros quentes são aquecidos a gás (o gerador para a energia elétrica fica ligado das 18:00 às 00:00 hrs).

O camping estava relativamente vazio e resolvemos comer um PF no bar ao lado, com preço de $9,00.

A chuva no fim da tarde ia a voltava e ficamos planejando o que faríamos no dia seguinte.

O que faltava para a gente era subir o Pico do Papagaio e conhecer as praias próximas de Abraão (Júlia, Crena e Abraãozinho) e na volta para a barraca decidimos fazer as duas coisas. Só torcíamos para que o tempo ajudasse e amanhecesse um dia de muito Sol.

 

 

# 10º dia (23/01) – Praia de Palmas até a Praia de Abraão

Fotos desse dia:

 

598dd397f38fe_05-Notopodatrilha.JPG.010c314cceb8cd406c03904506393eef.JPG

No dia seguinte (Quarta-feira) acordamos com o tempo nublado e com poucas esperanças dele melhorar, mas ainda assim saímos do camping em direção à Abraão para tentar chegar no topo do Pico do Papagaio.

Saindo da praia, iniciamos mais uma subida de morro até chegar a + - 200 metros de altitude e lá no topo já vimos que o tempo não tinha melhorado mesmo, pois estava tudo encoberto.

Iniciamos a descida e chegamos na Vila de Abraão cerca de 1 hora depois e dali seguimos pela estrada de terra em direção à Praia de Dois Rios e não demorou muito começou a chover forte, mas seguimos em frente.

598dd39823a0b_08-SeguindoparaoPicodoPapagaio.JPG.aa6661684b48b95e18533a03adbff330.JPG

 

Chegando na bifurcação do Pico, começamos outra subida forte pela trilha em direção ao topo (como a chuva não parava de cair decidimos voltar depois de uns 20 minutos de trilha).

 

Pensamos que não adiantaria nada chegar no topo se não conseguiríamos ver nada ao redor.

Voltamos para a Vila onde chegamos por volta do 12:00 hrs e de lá seguimos para as Ruínas do Lazareto e para a Praia Preta (praia de areia monazítica que possui propriedades medicinais).

598dd39830b29_14-PraiaPreta.JPG.ba923fca086466078732cb116d0d0b6e.JPG

 

598dd3983ea2c_17-Pequenapraianotrecho.JPG.62f47a5bbdb0d4e39629e1c6b935b0a8.JPG

Depois voltamos para a Vila e fomos conhecer as prainhas do lado direito de Abraão (em Abraãozinho existe um pequeno bar de frente para a areia da praia).

598dd3984d7ff_21-PraiadeAbraazinho.JPG.6e920e1812b9251109d70cd315826e5f.JPG

 

598dd3985b50e_24-VoltandoparaPalmas.JPG.5a32d673294012d630c74d27885dbefa.JPG

Às 15:00 hrs voltamos para Abraão para comer e as 17:00 hrs seguimos para Palmas.

Estávamos um pouco tristes, pois esse era nosso último dia em Ilha Grande, mas como o tempo não colaborava e ficar na Ilha com chuva não valia a pena, resolvemos ir embora.

Já no Camping em Palmas arrumamos as mochilas e deixamos tudo pronto para sair cedo no dia seguinte, pois a Barca para Angra dos Reis saía as 10:00 hrs.

 

 

# 11º dia (24/01) – Praia de Palmas e retorno para São Paulo

Fotos desse dia:

 

598dd3986ae48_29-ChegandonaVila.JPG.3189b3358007139314508b9971dfa953.JPG

598dd3987aa21_31-UltimosmomentosnaIlha.JPG.647cfe7eb16921e24ea96e3f405f1c5e.JPG

Na manhã seguinte, o camping ficou em $10,00/pessoa e depois de pagar para a Carla seguimos para Abraão onde chegamos as 09:00 hrs e as 10:00 hrs em ponto a Barca saiu de Abraão em direção à Angra dos Reis e com ela estávamos levando ótimas recordações.

Pouco antes das 12:00 hrs chegávamos em Angra dos Reis e as 15:00 hrs embarcamos em direção a São Paulo um pouco tristes.

Era hora de voltar para o batente e a correria de Sampa, mas contentes porque em nossas lembranças iriam ficar lindas imagens de lugares como Gruta do Acaiá, Praia do Aventureiro, do Leste, do Caxadaço, Santo Antônio e muitas outras. Muitas ficarão nas nossas lembranças por muito tempo.

 

 

 

 

Ufa.............finalmente. Terminei...............

Depois eu coloco algumas dicas.

 

 

Abcs

  • Curti 2

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

augusto, esse relato tá do kct!

 

assim que é bom, cheio de detalhes, pois serve, além de relato, de guia pra quem quer fazer o mesmo! legal mesmo!!!!!! bem que vc podia escrever par aa finada "aventura já", do sérgio beck!

 

vou mandar pra minha namorada dar uma lida. e já antecipando um monte de perguntas que ela vai fazer (afinal, é namorada de editor de equipo...), faço-as eu (embora eu já sabia a resposta de algumas) que podem ser muito esclarecedoras pra quem ainda não fez uma aventura como essa, até pra poder planejar algo parecido, pra terem uma idéia do planejamento logístico que é necessário fazer...

 

1. equipamentos. eu vi que vcs usaram umas mchilas da T&R. dá pra comentar o desempenho? tanto seu quanto da sua esposa, afinal, mulheres têm necessidades anatômicas muito diferentes das nossas... e que barraca levaram? levaram fogareiro? levaram saco de dormir? levaram isolante? se arrependeram de levar alguma coisa?

 

2. alimentação e água. vi que em alguns locais puderam comprar comida pronta. mas cozinharam muitas vezes? se sim, havia bons locais de reabastecimento na ilha ou levaram tudo de casa? sentiram falta de algo lá, que não imaginaram que tinham que levar?

 

3. roupas. levaram muito, lavaram no meio do caminho, ou simplesmente passaram onze dias com a mesma muda de roupa? heheh

 

4. pelas fotos vi muitos dias nublados, e até capas de chuva nas mochilas. pegaram muita chuva? que equipo de chuva usaram?

 

5. calçado utilizado pra caminhar? o que usaram, e recomendam que os outros façam o mesmo? ou que levem um belo kit anti-bolhas?

 

6. insetos. havia? muitos, poucos, resolveram com repelentes, ou ou deram um jeito de envenenar o sangue pra ver se eles morriam intoxicados? recomendações pra quem vai?

 

7. gastos? quanto saiu essa aventura?

 

acho que essas infos ajudarão muita gente!

 

inté!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala Ogum.

Eu também sou orfão dessa Revista do Beck (Aventura Já). Tenho todos os numeros. Pena que ele parou de editar.

O livro Caminhos da Aventura e a Revista sempre dou uma consultada quando quero viajar.

 

Mas vamos a suas duvidas.

 

1) equipamentos: Eu e minha esposa temos a Crampon 68 da T&R

http://www.trilhaserumos.com.br/produtos/produtos_descricao.asp?codigo_produto=195

A vantagem dela é que a mochila vem com uma pequena mochila de ataque e por dentro existe uma camada de nylon (muito util p/ não molhar), além de outros itens que não existem em outros modelos semelhantes.

Minha mulher adorou esse mochilinha de ataque, já que ela usa como necessaire. Ela não teve problemas qto a anatomia não. A mochila eu recomendo.

Qto ao fogareiro, levamos aquele que cartucho com gas butano 190. Tenho ele a uns 8 anos e nunca deu problema. Só precisei trocar a borrachinha de vedação que ressecou.

Qto ao saco de dormir, levamos aquele micro da Nautika e o outro um pouco maior.

Isolante é obrigatório.

Já a barraca levamos uma de 3 lugares semelhante ao modelo Ilha Bela, mas não é Nautika.

O que levamos demais foi calças compridas. Quase não usamos. Bermuda é bem melhor, porque faz muito calor. E blusa também quase não usamos.

 

2) Alimentação: levamos só sopas, miojos, salame, sardinhas (unico enlatado) e muito suco em pó, além de açucar, claro.

P/ o café da manhã, chocolate, biscoitos, algum tipo de doce. Essas coisas. E alguns salgadinhos.

Só comemos PFs mesmo qdo já estavamos cheio da nossa comida.

Compramos algumas coisas em Angra. Em Abraão é o unico lugar onde vende, mas é muito caro.

Agua nem precisamos levar. Pela trilha sempre tem alguma nascente ou riacho e agua de boa qualidade.

 

3) Roupas: Levamos muita camiseta e algumas bermudas, mas percebemos que dava p/ levar menos roupa ainda. Sempre dava p/ lavar roupas no final do dia.

 

4) Verão é epoca de chuvas e levamos capas (mochila já vem com uma), mas a chuva chegava sempre no final do dia e a noite. Só pegamos chuvas durante o dia no ultimo dia. A capa de chuva é essencial.

 

5) Calçados: A maior parte do tempo usamos botas (já bem usadas p/ não criarem bolhas) e papetes em certos trechos de trilha bem aberta.

E bota sempre de cano alto, pois nunca se sabe se vai encontrar alguma cobra pelo caminho.

 

6) Repelentes: nem precisamos, pois não encontramos tanto pernilongo e borrachudo.

Protetor Solar é OBRIGATÓRIO. Não deixe de passar.

 

7) Gastos: Isso é muito relativo (só gastamos com camping em Abraão, Araçatiba, Aventureiro e Palmas). Compramos boa parte da comida em Angra (gastamos também muita coisa em Abraão - nas outras praias, quase nada), mas muito cuidado, em Ilha Grande NÃO EXISTE Bancos ou Caixas Eletronicos. Acho que uns $200,00/pessoa dá p/ fazer a volta tranquilamente.

 

Bom............acho que é isso.

Qqer coisa......

 

Augusto

 

 

 

augusto, esse relato tá do kct!

 

assim que é bom, cheio de detalhes, pois serve, além de relato, de guia pra quem quer fazer o mesmo! legal mesmo!!!!!! bem que vc podia escrever par aa finada "aventura já", do sérgio beck!

 

vou mandar pra minha namorada dar uma lida. e já antecipando um monte de perguntas que ela vai fazer (afinal, é namorada de editor de equipo...), faço-as eu (embora eu já sabia a resposta de algumas) que podem ser muito esclarecedoras pra quem ainda não fez uma aventura como essa, até pra poder planejar algo parecido, pra terem uma idéia do planejamento logístico que é necessário fazer...

 

1. equipamentos. eu vi que vcs usaram umas mchilas da T&R. dá pra comentar o desempenho? tanto seu quanto da sua esposa, afinal, mulheres têm necessidades anatômicas muito diferentes das nossas... e que barraca levaram? levaram fogareiro? levaram saco de dormir? levaram isolante? se arrependeram de levar alguma coisa?

 

2. alimentação e água. vi que em alguns locais puderam comprar comida pronta. mas cozinharam muitas vezes? se sim, havia bons locais de reabastecimento na ilha ou levaram tudo de casa? sentiram falta de algo lá, que não imaginaram que tinham que levar?

 

3. roupas. levaram muito, lavaram no meio do caminho, ou simplesmente passaram onze dias com a mesma muda de roupa? heheh

 

4. pelas fotos vi muitos dias nublados, e até capas de chuva nas mochilas. pegaram muita chuva? que equipo de chuva usaram?

 

5. calçado utilizado pra caminhar? o que usaram, e recomendam que os outros façam o mesmo? ou que levem um belo kit anti-bolhas?

 

6. insetos. havia? muitos, poucos, resolveram com repelentes, ou ou deram um jeito de envenenar o sangue pra ver se eles morriam intoxicados? recomendações pra quem vai?

 

7. gastos? quanto saiu essa aventura?

 

acho que essas infos ajudarão muita gente!

 

inté!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

perfeito! acho que com esse relato, agora, ninguém sentirá falta de uma reportagem do beck sobre esse passeio! tem tudo! até mapa! hehehehehe! quando crescer quero ser geógrafo tb!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala Ogum, blz?

 

P/ essa caminhada eu tinha levado também uma reportagem do Beck que ele fez p/ aquela antiga Revista Familia e Aventura.

Lá tinha umas dicas bem legais e um planilha com a altimetria da trilha.

 

Não quero fazer propaganda, mas os mapas que eu peguei no site

www.ilhagrande.org

me ajudaram muito, viu.

 

Se alguém for fazer a volta da Ilha só com os mapas que estão no site, não vai ter problema nenhum.

 

 

E alerta Ogum.

Não pense em ficar rico sendo um geografo não, viu. :D:D:D:D:D

 

 

Valeu.

 

 

Augusto

 

 

perfeito! acho que com esse relato, agora, ninguém sentirá falta de uma reportagem do beck sobre esse passeio! tem tudo! até mapa! hehehehehe! quando crescer quero ser geógrafo tb!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Primeiramente eu gostaria de dizer que eu sou um grande apreciador dos seus relatos e dos relatos do Jorge Soto.

Eu também tive a oportunidade de contornar a ilha, porém o fiz no sentido contrário, eu cheguei na ilha comprei um mapa temático e resolvi ir para palmas. completei a volta em quatro dias (dia1:Abraão-caxadaço; dia2:caxadaço-aventureiro; dia3: aventureiro-sítio forte; dia4: sítio forte- praia das palmas, passando por abraão).

Diferente de você, dei a volta sozinho, quase sem informação e não curti quase nada, não sabia o que me esperava pela frente então racionei muita comida e corri contra o tempo.

Quando eu fui chuveu demais, pancadas pesadíssimas, tinham muitas arvores caídas sobre os fios e sobre a trilha a ilha estava quase toda sem luz e as trilhas em péssimas condições, fiz a trilha uma semana após a polícia ter mandado todos os que estavam acampados em aventureiro de volta para casa e não tinha quase ninguém na ilha, só tive companhia na trilha até caxadaço, que fiz com uma inglesa, gastamos umas quatro horas mesmo com o gps dela, tivemos que que abrir a trilha que estava praticamente fechada.

Eu só tive problema na trilha para caxadaço, no atalho de bananal para o saco do céu que estava abandonado, faltando 1/4 da trilha encontrei os funcionarios roçando a trilha, eles se assustaram ao me ver sair da mata, dali para baixo estava toda cuidada e na travessia do rio que divide a praia sul da praia leste, quando eu cheguei ali, não sabia onde ir e acabei entrando no rio mais fundo onde o chão cheio de bolhas de ar causadas pela decomposição de matéria orgânica cedia a cada pisada e eu afundava, fiquei um pouco desesperado, foi quando eu parei, relaxei e comecei a pensar na posição da próxima praia e no provável caminho que eu deveria tomar, abandonei a mochila e comecei a buscar o caminho quando eu atravessei o rio e pude ver dentro do mangue, notei que as arvores estavam todas cortadas em forma de túnel e pude perceber que era uma passagem, daí foi só voltar, pegar minha mochila e seguir debaixo de muita chuva em direção a pedra do demo.

Eu vi muitos animais como pacas, cotias, jacus, alguma coisa que parecia um cachorro do mato, macaco-prego, bugio, o já citado teiú, os abundantes esquilos, as abundantes cobras, além de muitos passáros, creio que o fato de eu estar sozinho e a chuva que encobre os ruídos causados tenham favorecido a minha aproximação.

Você esqueceu de ir na maior cachoeira da ilha que fica na parnaioca, eu também não fui, o pessoal da parnaioca é muito gente boa, no meio da chuva eu escuto alguém me chamar era um sujeito com meia duzia de bananas para me presentear, mais a frente perto do rio sou novamente chamado, dessa vez para maçãs e para algumas palavras de incentivo.

Caso você precise de companhia em alguma aventura aqui para as bandas do Rio de Janeiro, pode contar comigo.

Algumas fotos de lopes mendes(canto esquerdo)

ATgAAABSSBcg4uD-FWvmw7cjcpkftFoccVmGuxkK4PNewg80C4aXerOcgk5P34a0ODhPsouoG9ik4qx4Lq-jylToJKTnAJtU9VAGTjOhs455x-QbE2ru3KePzPJMoQ.jpg

ATgAAADRfImHpUkNj62-rMBOrLLFfbWMA4QoaC8jW4pSK3a4_YkAyoao0lH6DMzptX2khW0O_bkEcnv9YFDuOOd9Wz9LAJtU9VBw84uFXpb3ZN6_gF5ZBQ_iWSGdLA.jpg

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Augusto... parabens por mais um belo relato.... e quando eu casar quero arrumar uma esposa igual a sua.. que tope fazer viagens ao estilo mochileiro rs... tenho até pena da minha namorada rs... arrasto ela para uma renca de lugar rs... faz bico... mas no final adora rs.....

 

abração acra.... e vlw por este relato

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala Beto.

 

Legal vc conseguir ler todos os relatos do Jorge e os meus. Nossos relatos são bem longos, né? Eu tenho alguns outros que ainda pretendo postar aqui, mas como esse de Ilha Grande tá bem fresquinho fiz algumas alterações p/ colocar aqui.

 

Eu até queria ter ficado mais alguns dias nas praias, principalmente no Caxadaço e em Palmas, mas o tempo nublado e a chuva sempre no final de tarde, fez a gente desisitir da idéia.

Naquele trecho entre Saco do Céu e Araçatiba queriamos ter parado mais tempo em alguma praia também, mas como nunca tinhamos feito a volta da ilha, sabiamos que camping só em Araçatiba, mas pelo que vimos, até dá p/ acampar em locais perto da trilha. Acho que só p/ 1 noite não haveria problemas.

 

O pessoal lá de Aventureiro nos contou sobre esse episodio da expulsão da praia. Pelo que eles disseram parecia coisa de cinema: alguns helicopteros, varias lanchas e "otoridade" de tudo qto é tipo.

Atualmente diminuiu em muito o numero de campistas na praia, mas pelo menos ficou mais seletivo (os donos de campings até acharam bom).

 

O unico problema que tivemos em achar a trilha foi no trecho Caxadaço- Santo Antônio (sem as anotações do livro do José Bernardo, demorariamos muito mais tempo p/ completar). Os outros trechos foram muito faceis (as trilhas estão bem demarcadas). É só encontrar o inicio da trilha e seguir por ela.

Praia do Sul e do Leste encontramos muita gente na areia e a trilha também foi tranquila.

 

Qto aos animais, encontramos muito esquilo, mico leão, teiús, 2 cobras e todo tipo de ave. Eu tinha lido que no trecho Parnaioca-Dois Rios existe uma quantidade muito grande de macaco bugio, mas não ouvimos nenhum (deve ser por causa da chuvas).

 

Em Parnaioca até tentamos subir o rio pela margem p/ ver se encontrariamos algum poçao ou uma cachoeira maior, mas só chegamos no local onde os dois rios se encontram (em outra oportunidade a gente tenta achar essa cachoeira).

 

Já em relaçao as frutas, encontramos muita banana em certos trechos da trilha, no meio do mato mesmo, mas todas verdes. Nossas mochilas já estavam cheias e carregar mais peso não dava.

 

Também já fiz o contorno de Ilhabela e nem tem comparação.

Ilha Grande é muito melhor. É uma praia mais bonita que a outra.

Vcs cariocas são privilegiados.

 

Qqer outra que eu venha fazer aí no RJ, te dou um toque.

Valeu.

 

 

Augusto

 

 

Primeiramente eu gostaria de dizer que eu sou um grande apreciador dos seus relatos e dos relatos do Jorge Soto.

Eu também tive a oportunidade de contornar a ilha, porém o fiz no sentido contrário, eu cheguei na ilha comprei um mapa temático e resolvi ir para palmas. completei a volta em quatro dias (dia1:Abraão-caxadaço; dia2:caxadaço-aventureiro; dia3: aventureiro-sítio forte; dia4: sítio forte- praia das palmas, passando por abraão).

Diferente de você, dei a volta sozinho, quase sem informação e não curti quase nada, não sabia o que me esperava pela frente então racionei muita comida e corri contra o tempo.

Quando eu fui chuveu demais, pancadas pesadíssimas, tinham muitas arvores caídas sobre os fios e sobre a trilha a ilha estava quase toda sem luz e as trilhas em péssimas condições, fiz a trilha uma semana após a polícia ter mandado todos os que estavam acampados em aventureiro de volta para casa e não tinha quase ninguém na ilha, só tive companhia na trilha até caxadaço, que fiz com uma inglesa, gastamos umas quatro horas mesmo com o gps dela, tivemos que que abrir a trilha que estava praticamente fechada.

Eu só tive problema na trilha para caxadaço, no atalho de bananal para o saco do céu que estava abandonado, faltando 1/4 da trilha encontrei os funcionarios roçando a trilha, eles se assustaram ao me ver sair da mata, dali para baixo estava toda cuidada e na travessia do rio que divide a praia sul da praia leste, quando eu cheguei ali, não sabia onde ir e acabei entrando no rio mais fundo onde o chão cheio de bolhas de ar causadas pela decomposição de matéria orgânica cedia a cada pisada e eu afundava, fiquei um pouco desesperado, foi quando eu parei, relaxei e comecei a pensar na posição da próxima praia e no provável caminho que eu deveria tomar, abandonei a mochila e comecei a buscar o caminho quando eu atravessei o rio e pude ver dentro do mangue, notei que as arvores estavam todas cortadas em forma de túnel e pude perceber que era uma passagem, daí foi só voltar, pegar minha mochila e seguir debaixo de muita chuva em direção a pedra do demo.

Eu vi muitos animais como pacas, cotias, jacus, alguma coisa que parecia um cachorro do mato, macaco-prego, bugio, o já citado teiú, os abundantes esquilos, as abundantes cobras, além de muitos passáros, creio que o fato de eu estar sozinho e a chuva que encobre os ruídos causados tenham favorecido a minha aproximação.

Você esqueceu de ir na maior cachoeira da ilha que fica na parnaioca, eu também não fui, o pessoal da parnaioca é muito gente boa, no meio da chuva eu escuto alguém me chamar era um sujeito com meia duzia de bananas para me presentear, mais a frente perto do rio sou novamente chamado, dessa vez para maçãs e para algumas palavras de incentivo.

Caso você precise de companhia em alguma aventura aqui para as bandas do Rio de Janeiro, pode contar comigo.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Fala Adam, blz?

 

Eu tive o privilégio de encontrar a minha esposa pela primeira vez em um encontro de trekking.

E desde lá, sempre marcavamos trilhas juntos e conforme o andar da carruagem acabamos casando. Foi uma coisa natural.

 

Vc vai ver com o tempo que sua namorada nem vai mais fazer bico (aha...aha...aha...aha....), mas leve ela p/ fazer trilhas relativamente faceis né.

 

Abcs.

 

 

Augusto

 

 

 

Augusto... parabens por mais um belo relato.... e quando eu casar quero arrumar uma esposa igual a sua.. que tope fazer viagens ao estilo mochileiro rs... tenho até pena da minha namorada rs... arrasto ela para uma renca de lugar rs... faz bico... mas no final adora rs.....

 

abração acra.... e vlw por este relato

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

hola, necesito ayuda,

soy apasionada por la isla y ya he caminado muchas de las trilhas. Hasta ahora no he encontrado en el mundo ningùn lugar tan màgico como el bosque pròximo a Parnaioca, son 2 horas de silencio. El manglar tambièn es un silencio de otro mundo

En Febrero vuelvo a la isla, esta vez quisiera hacer la trilha a Santo Antonio, pero como vivo en uruguay no puedo conseguir el libro de Bernardo, sèrà que alguien me pueda ayudar con datos de esta trilha?.

La trillha de Caxadaco la hice 2 veces, y la primera vez estaba bastante confusa, la segunda vez fue màs fàcil.

Por lo que veo desde Parnaioca no hay lugar para acampar hasta Palmas? ¿es una caminata larga, no hay posibilidades de algùn alojamiento en dos rìos, para pegar la trilha màs descansada?=

yo vì que desde dos rìos hay barcos a caxadaco,

tienen idea si se puede llegar de barco desde dos rìos hasta santo antonio?

 

Perla

 

PD: la ilha es un lugar màgico, y su gente es una maravilla, Jeanette de Parnaioca es un ser especial y doña Zuleica es caicara de corazòn. En Matariz doña Marìa nos alojò y nos contò las historias del lugar!!!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

P/ adquirir o livro do Bernardo, porque vc não tenta entrar em contato com ele.

O livro é um pouco dificil de encontrar na rede, mas quem sabe o proprio autor pode te enviar um:

http://www.ilhagrande.org/Caminhos-e-Trilhas

 

Essa trilha de Caxadaço a Sto Antonio é confusa mesmo. Varias bifurcações.

E algumas situações de perigo, pois existe um trecho onde a trilha passa por cima de 1 rampa de pedra inclinada.

 

Qto a alugar barco em Dois Rios p/ Sto Antonio, eu já não sei.

Quem talvez pode te responder a sua pergunta é o pessoal do parque:

IEF: Telefone: (24) 3361-5916/5572

 

De Parnaioca até Palmas o unico local que a galera acampa é no Caxadaço.

Existe ua toca no trecho Parnaioca-Dois Rios. Pode ser uma opção.

E já li relatos de pessoas que acamparam no presidio em Dois Rios, às escondidas é claro.

 

 

 

Boa sorte.

 

 

 

 

 

hola, necesito ayuda,

soy apasionada por la isla y ya he caminado muchas de las trilhas. Hasta ahora no he encontrado en el mundo ningùn lugar tan màgico como el bosque pròximo a Parnaioca, son 2 horas de silencio. El manglar tambièn es un silencio de otro mundo

En Febrero vuelvo a la isla, esta vez quisiera hacer la trilha a Santo Antonio, pero como vivo en uruguay no puedo conseguir el libro de Bernardo, sèrà que alguien me pueda ayudar con datos de esta trilha?.

La trillha de Caxadaco la hice 2 veces, y la primera vez estaba bastante confusa, la segunda vez fue màs fàcil.

Por lo que veo desde Parnaioca no hay lugar para acampar hasta Palmas? ¿es una caminata larga, no hay posibilidades de algùn alojamiento en dos rìos, para pegar la trilha màs descansada?=

yo vì que desde dos rìos hay barcos a caxadaco,

tienen idea si se puede llegar de barco desde dos rìos hasta santo antonio?

 

Perla

 

PD: la ilha es un lugar màgico, y su gente es una maravilla, Jeanette de Parnaioca es un ser especial y doña Zuleica es caicara de corazòn. En Matariz doña Marìa nos alojò y nos contò las historias del lugar!!!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Gracias Augusto,

 

Es que fuera de Abrao la isla es maravillosa, yo ya he estado varias veces en Aventureiro y Parnaioca . Ahora sòlo nos falta de Abrao a Sitio do Forte y de Caxadaco a Santo Antonio.

Tratarè de entrar en contacto con Bernardo, espero que alguien nos ayude, porque no existen detalles de la trilha en la web.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Augusto

 

Eu fiz essa travessia com meu pai quando eu tinha 7 anos. Meu pai morou na ilha e meu avô trabalhou no presídio. Família Macedo, o pessoal lá conhece.

 

Depois que vi seu relato, muito bom por sinal, vou programar outra volta agora em 2009.

 

Valeu Mesmo. Inspirador !!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Perla.

Concordo que Ilha Grande é maravilhosa.

É uma praia mais linda que a outra.

10 dias lá foram poucos. Queriamos ter ficado bem mais.

Ficaram muitas outras praias p/ serem conhecidas.

 

Qto a esse trecho do Caxadaço até Santo Antônio, são muitos detalhes na trilha e que chegam a confundir.

Vc até encontra em outros fóruns e blogs (dê uma procurada no google) algumas dicas sobre o trecho, mas que mesmo assim pouca gente prefere se arriscar.

Já li relatos de pessoas que fizeram em mais de 3 horas (nós fizemos em 2 horas) esse trecho.

O tempo todo vc estará caminhando em mata fechada.

Vc não tem referencia nenhuma, a não ser a bussola que é essencial.

Até dá p/ arriscar, mas só p/ quem tem experiencia em trilhas.

 

Boa sorte.

 

 

Abcs

 

 

Gracias Augusto,

 

Es que fuera de Abrao la isla es maravillosa, yo ya he estado varias veces en Aventureiro y Parnaioca . Ahora sòlo nos falta de Abrao a Sitio do Forte y de Caxadaco a Santo Antonio.

Tratarè de entrar en contacto con Bernardo, espero que alguien nos ayude, porque no existen detalles de la trilha en la web.

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Que privilégio hein Léo.

Se eu fosse vc , qqer feriado dando sopa me mandava p/ lá.

 

Ilhabela e Ilha Grande são muito parecidas e já fiz o contorno das duas na caminhada e de longe Ilha Grande é a melhor.

Tanto pela quantidade de praias, qto pela beleza.

 

Em algumas praias de Ilhabela vc nem pode pisar na areia da praia. Virou praia particular.

Fora que os borrachudos tomaram conta da ilha.

Em Ilha Grande não vi nada disso

 

Pena que é longe p/ c. de Sampa. :cry::cry::cry::cry::cry:

Ainda volto lá outras vezes p/ conhecer melhor outras praias.

 

 

Abcs

 

 

 

Augusto

 

Eu fiz essa travessia com meu pai quando eu tinha 7 anos. Meu pai morou na ilha e meu avô trabalhou no presídio. Família Macedo, o pessoal lá conhece.

 

Depois que vi seu relato, muito bom por sinal, vou programar outra volta agora em 2009.

 

Valeu Mesmo. Inspirador !!

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

LeoRJ ...

 

Pela terceira vez deverei voltar a Ilha Grande. Dessa vez para fazer a volta completa. Meu plano é para maio iniciando a trilha dia 8 até 22 para aproveitar a lua cheia.

Moro em Natal/RN. Até agora daqui temos eu e Isis, uma amiga aventureira q esteve comigo na Chapada. Deverei ter a companhia de alguns amigos aí do Rio que fazem parte dos Camelos de Mochila.

Enfim, se tiver a fim de se juntar a nós ...

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi Clebson.

 

Cartuchos de gás não levamos muito não. 1 só foi o necessario.

Se vc acampar em praias, onde existe camping estruturado vc sempre encontra PFs, por até $10,00.

 

Nós só fizemos uso do fogareiro 4x (até dava p/ usar menos, mas como não queriamos trazer comida de volta).

As outras sempre foram comendo PFs.

 

Um cartucho dá tranquilamente.

 

No final até sobrou um pouco de comida.

 

P/ vc que irá fazer em + de 10 dias a caminhada, vale a pena comer PFs. Procure não levar muita comida p/ não pesar muito na mochila.

 

É a minha sugestão.

 

 

Abcs

 

 

 

Augusto ...

quantos cartuchos de gás vcs utilizaram? O que vcs levaram foi suficiente ou sobrou / faltou?

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Oi pessoal.

 

Só ficou faltando colocar algumas dicas e informações interessantes.

 

 

# Só existe um horário de Barca tanto de Angra como de Abraão.

Angra-Abraão – dias de semana: 15:30 hrs ($6,00), fins de semana: 13:30 hrs ($12,00).

Abraão-Angra – qualquer dia: 10:00 hrs. Existe a opção de pegar a Barca em Mangaratiba saindo as 08:00 hrs em direção a Abraão.

 

# Ilha Grande possui 16 trilhas sinalizadas – T1 a T16 que muitas vezes liga uma praia a outra.

 

# Camping na Vila de Abraão tem em grande quantidade (se não for em reveillon e carnaval se encontra vagas facilmente).

 

# Para acampar na Praia do Aventureiro pegue autorização na TurisAngra em Angra dos Reis, pois existe um limite de pessoas/dia.

 

# Saco do Céu não existe camping, o que permitem é acampar nos quintais de alguns moradores.

 

# Praia Grande de Araçatiba só encontramos um camping (Bem Natural); pelo que vimos existe opção de acampar em quintais de alguns moradores que moram em frente da praia (é caso para se informar).

 

# Praia Vermelha possui um camping ainda sem muita estrutura.

 

# Praia de Provetá possui um camping (D. Cleuza) estruturado localizado próximo a bica de água e de frente para a praia.

 

# Praia de Parnaioca existem 2 moradores que permitem acampar no quintal da casa (Silvio e Janeth).

 

# Uma outra praia, além de Abraão com inúmeras pousadas é Bananal e Grande de Araçatiba.

 

# Os PFs em Palmas e Abraão estavam com preços semelhantes (+ - $10,00). Já o camping em Abraão está $15,00 e Palmas $10,00.

 

# Praias do Sul e do Leste não é permitida a passagem e em feriados prolongados e alguns finais de semana, os fiscais do IF ficam por lá não permitindo que se passe. A opção é contratar algum barco.

 

# Um dos melhores sites onde pegamos os mapas e algumas informações sobre as trilhas:

http://www.ilhagrande.org

 

# De Caxadaço até Santo Antônio a trilha não está tão demarcada e existem bifurcações que levam para o costão, o que torna a trilha difícil (só faça esse trecho se vc tiver experiência de trilha).

 

# Da Vila da Abraão até Provetá existem postes com cabos de energia que seguem pela trilha e se tiver alguma dúvida nas bifurcações é só seguir os cabos, eles são a referência até Provetá.

 

# Água não é problema para quem estiver fazendo a volta da ilha; o ideal é sempre levar um cantil.

 

# Somando o percurso das trilhas por onde passamos, chegamos a um total de +- 70 kms.

 

 

Acho que é isso.

 

 

Abcs

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Mais uma vez obrigado pelas dicas Augusto.

Já estive na Ilha duas vezes. Da primeira fiz somente Abraão - Dois Rios. Da segunda já de posse do livro do Bernardo, um verdadeiro mapa de palavras, fiz Abraão - Parnaioca - Praia do Leste - Caxadaço e Pico do Papagaio. Exceto o Pico todo o resto fiz sozinho seguindo as trilhas e as orientações do livro do Bernardo.

Estou relendo para fazer a travessia completa em maio. Provavelmente irei com amigos mas me sinto muito a vontade para fazer sozinho novamente.

Ler os relatos (esse seu então) nos dão uma visão global da ilha e o que esperar.

Espero poder complementar suas informações na volta para auxiliar os futuros desbravadores.

Grande abraço

Compartilhar este post


Link para o post
Compartilhar em outros sites

Crie uma conta ou entre para comentar

Você precisar ser um membro para fazer um comentário

Criar uma conta

Crie uma nova conta em nossa comunidade. É fácil!

Crie uma nova conta

Entrar

Já tem uma conta? Faça o login.

Entrar Agora


  • Conteúdo Similar

    • Por Lielto
      Sebuí é o nome dado a uma Reserva Ecológica que fica proximo a Guaraqueçaba-PR. Sendo exato fica ha 50 minutos de barco.
      http://rppnsebui.blogspot.com.br/
       
      Trata-se de uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural) com 400 hect. de Mata Atlântica e ecossistemas asociados, litoral norte do Paraná.
      Ha cerca de 6 cachoeiras dentro dessa pequena ilha, ha algumas cavernas também e o que mais impressiona é a fauna, as belas aves e animais que voce -com sorte e atenção- vera pelo caminho.
       
      São mais de 91 espécies de aves, cerca de 20 de anfíbios, além de peixes, répteis e várias de mamíferos convivem na reserva.
       
      A visita começa por Guaraqueçaba (em tupi: Pousada do Pássaro Guará).
       

       
      Ou melhor voce pode colocar Paranaguá no roteiro se tiver um tempinho a mais, pois é um bom lugar pra se tirar fotos e ver o sol nascer na baía, dar uma volta no centro histórico de Paranaguá, almoçar.



       
      Tambem em Paranaguá (cidade tombada pelo patrimônio histórico) sera inaugurado (em fev/ 14 ?) o Aquário Marinho.

       
      Além de ser a melhor opção para ir até Guaraqueçaba, são 2:30 de barco (40 reais ida e volta)
      Mas se atente aos horários de barco.

       
      Pois de carro se percorre um longo caminho de estrada de chão, 76km. Quase 3 horas de percurso.
      A empresa Viação Graciosa http://www.viacaograciosa.com.br/ faz esse percurso, mas de ônibus demora-se quase o dobro de tempo. (42,77 ida 39,77 volta)

       
      (com essa estrada de chão, somente o eco-turista que realmente preserva o meio ambiente vai para lá, se fizerem o asfalto... Os comerciantes lucrarão mas a cidade perdera o encanto em si pois pessoas imundas irão para lá com suas caixas de cerveja e som alto)

       
      Se for passar a noite em Paranaguá tem um hostel http://www.hostelcontinente.com.br/ que ta sempre tocando um bom e velho rock n roll.
      obs. talvez voce considere passar a noite lá por causa do horario do barco para Guaraqueçaba.
      http://www.paranagua.pr.gov.br/conteudo/guia-turistico/horarios-de-barcos
      Saída as 09:00 e 14:00 horas.
       
      Guaraqueçaba é encantadora, tem seus artesanatos, suas lojinhas, sua igrejinha, seus barcos coloridos, suas histórias... No ultimo dia por exemplo, ficamos sabendo da história do Copo Sujo.
      Chico Mula era um índio/ poeta dono de um bar, morador querido e conhecido por todos, ícone da cidade, casado com uma das mais belas mulheres da Baía de Guaraqueçaba
      Em seu bar havia um copo do qual ele sempre servia uma dose de graça pra quem quisesse beber algo, porem o copo 'como tradição' nunca era lavado, logo ficou conhecido e desejado (?) pelos viajantes, como Copo Sujo.




       
      Voltando a falar de Sebuí. Ha duas opções de se conhecer o lugar. Uma sai meio caro... Mas as chances de ver animais, pássaros exóticos é maior! Uma vez que você pousaria dentro de uma cabana na ilha. (lembrando que não se pode acampar lá e nem tem como).
      Entre em contato com eles e conheça o pacote e suas tarifas http://www.cormorano.com.br/ (média de 500 reais/ pessoa por um pacote com tudo incluso, hospedagem 2 noites e 3 dias, 4 refeições, passeios e uma serie de atividades)
      Outra foi como fizemos, entrar em contato direto com um dos barqueiro de Guaraqueçaba solicitando o passeio até a Reserva de Sebuí.
      Por sorte, conhecemos um dos melhores e mais simpático barqueiro da região, Senhor Valdir. Que nos cobrou 60 reais por pessoa.

       
      Claro que foi um passeio mais simples mas pudemos conhecer uma parte de Sebuí, 3 cachoeiras, o mangue, os pássaros guaras, infelizmente devido a maré no vimos os papagaios de cara roxa.






       
      Senhor Valdir também nos fez companhia no barzinho a noite contanto suas histórias e curiosidades do município. Uma figura ele!
      Tambem nos fizeram cia um casal muito gente boa, foi uma noite bem bacana de muita história, pois estávamos todos nos conhecendo naquele dia/ viagem.


       
       
      ha... ao contrario do que eu pensava, a melhor lua é a minguante, pensei que fosse a cheia, mas na minguante o mar fica mais velejável.
      Pois na cheia, ha duas mares: uma muito rasa (por isso demoramos pra sair de barco) e outra muito cheia. Por essa demora não pudemos conhecer outras cachoeiras que existem na ilha.

       

       
      Na minguante ha 4 tipos de marés, todas quase no mesmo nível, o que facilita a navegação nesse caso.
      Se puder escolher... Pois isso facilitará, mas se ficar em Sebuí, a Lua Cheia e sua luminosidade sera melhor para observação das espécies.
       
      Em Paranaguá deixamos o carro no Estacionamento Bom Abrigo; Rua Correa de Freitas, nº89. Centro.
      Pagamos 20 reais por dia. Estacionamento coberto.
      Fone: 41-3422-6789
      Lembrando que também tem ônibus Ctba-Paranaguá. Mas o horário não bate com o de saída do barco!
       
      Em Guaraqueçaba nos ficamos na Pousada Chauá: http://pousadachaua.blogspot.com.br/
      35 reais com café da manha incluso.

       
      Então, por mais que como mochileiro, eu fuja dessas agencias de turismo, nesse caso, ha de se considerar um pouco a idéia. Pra ser exato não é uma agencia e sim o próprio dono de Sebuí que planeja esses pacotes contanto com uma equipe de guias de apoio. E é o único tambem.
      Todavia, dependendo dos dias que voce tenha, da pra explorar bem nos bate-volta até Sebuí.
       
      Bom, como faz tempinho que fomos (feriado de novembro/13) as coisas já não estão tao frescas na memória mas qualquer dúvida só perguntarem que tentamos ajudar!
       
      Dedico esse relato a nova mochileira Andressa, que deu a idéia de irmos para lá abrindo o tópico: reserva-ecologica-do-sebui-pr-setembro-t84825.html
      Agradeço as queridas meninas Carina e Daila, que me deram o prazer da companhia sendo eu o bendito fruto entre as mulheres.


       
      Bom e também a todos que aqui prestam seus relatos de viagem os quais tanto nos ajuda e inspira a por o pé na estrada.
    • Por Vanilsa Potira
      Olá,  galera da mochila!!!
      Estou de volta ao Mochileiros para descrever em um breve relato a viagem que fiz com amigos ao Chile entre os dias 05 a 19 de janeiro passado. O Chile é bastante visitado e os lugares que conhecemos dispensam relatos com muitos detalhes. Por isso me atentarei nos valores que pagamos nos passeios, nos hostels e nos registros fotográficos dessa aventura linda que fizemos da Rota do Deserto à Rota do Fim do Mundo.
      Primeiramente, como sempre, a viagem de avião começou em Manaus porque passagens com saída de Boa Vista custam simplesmente “os olhos da cara”! Conseguimos passagens com um preço bom de 1700,00 reais ida e volta, mas, já vi passagens com tarifas bem mais baixas, mas para outro período, fora da alta estação.
      Ao chegarmos em Santiago, seguimos direto para o Atacama, onde ficamos cinco dias por lá e aproveitamos bem os passeios naquele incrível deserto. Mas, antes, conferimos a cotação do dólar que estava 1 dólar para 600,00 pesos e 1 real corresponde a 165 pesos, mais ou menos.
      Pegamos o voo da Sky, cuja tarifa foi de 50,00 dólares. Já tínhamos reservado antes pela internet. Voo tranquilo com duração de 1h40min mais ou menos. Do aeroporto seguimos de van da empresa Lincancabur, que também tínhamos reservado antecipadamente pela net. O translado custou 12 mil pesos. A van nos deixou no Hostel Ayny com a primeira diária já reservada pelo Booking. Esse hostel oferece quarto compartilhado com banheiro e cozinha também compartilhados. Também tem opção para casais e quarto com banheiro e cozinha privativo. Ou seja, tem para todas as preferências e bolsos.
      No dia seguinte, depois de pesquisarmos os preços em várias agências, decidimos pela Lithium Adventures. Dos dez passeios que a agência oferece fechamos um pacote com sete tours, por 172 mil pesos ou 287 dólares por pessoa, que foi mais ou menos uns mil reais sem as tarifas de entradas. Abaixo, um resumo do roteiro que realizamos:
      1º dia:  Laguna Cejar (entrada: 17 mil pesos);
      2º dia: Piedras Rojas e lagunas altiplanicas - Full Day (Entrada: 5500,00 pesos);
      3º dia: Valle del Arcoiris e Petrogrifos (entrada no Petrogrifos: 3000 pesos e no Valle de la Luna:  3000 pesos).
      4º dia: Gêiser del Tatio, Termas del Puritama e Tour Astronômico (entrada nos gêiseres: 10 mil pesos para estrangeiros e nas Termas del Puritama foram 9 mil pesos)
      5º dia: Salar de Tara e Monges de la Pakana - Full Day.
      Todos os passeios são feitos de vans e guias bilíngues. No dia do passeio a Piedras Rojas, houve um protesto dos indígenas contra o impacto ecológico e ambiental causado pelo turismo e, portanto, não pudemos visitar a região.
      Assim, foram nossos dias no Atacama, um lugar belíssimo, maravilhoso, que é quente durante o dia e muito frio a noite. San Pedro do Atacama é uma cidade pequena com cerca de 10 mil habitantes e uns 200 turistas para cada um! Rss. Muito legal encontrar gente de várias partes do mundo e sempre com alguém se inicia uma grande amizade.
      Quero destacar a atenção dos guias. Todos maravilhosos. Mas o Nicolás Yaru foi o mais incrível de todos. Detentor de um vasto conhecimento da área, explicou com segurança como é a vida das pessoas que vivem no Atacama, seus costumes e suas necessidades básicas de sobrevivência no deserto. É bastante comunicativo e interativo com as pessoas e além do mais não se importa em tirar fotos para os turistas, pois sabe o melhor ângulo para uma excelente fotografia!! É o melhor guia do Atacama!!
      Depois desses cinco dias intensivos no Atacama, segui de ônibus para Santiago, pela Rota do Deserto.  Foi uma opção minha para conhecer a realidade daquela região. O deserto chega a ser hostil em certos trechos e ao mesmo tempo imponente e lindo. A passagem do ônibus pela TurBus custou 49 mil pesos
      Depois de um dia e uma noite viajando, cheguei em Santiago e segui direto ao aeroporto, onde encontrei minha amiga para irmos a Punta Arenas, o outro extremo do Chile. De Punta Arenas seguimos para Puerto Natales, com transfer em ônibus da empresa Busur. Que também foi agendado e pago pela internet por 30 dólares ida e volta.
      Depois de mais ou menos três horas de viagem, pela chamada Rota do Fim do Mundo, chegamos na rodoviária da gelada Puerto Natales. Tomamos um táxi até o Hostel Chamango, onde ficamos hospedadas em um quarto com banheiro privativo, por 24 mil pesos a diária.
      No dia seguinte, fechamos com a agência o único passeio que fizemos no lugar: Parque Nacional Torres Del Paine que custou 35 mil pesos por pessoa, sem almoço e a entrada no parque que custa 21 mil pesos. Uma dica que dou é de as pessoas levarem seu próprio almoço ou almoçar nos caríssimos restaurantes localizados dentro do parque.
      O passeio no Parque Nacional Torres Del Paine é lindo, com muitas paisagens belíssimas, é um local ideal para trekking, de fato. Nesse passeio, avistamos as Torres Del Paine por diversos miradores espetaculares, conhecemos o Lago Grey e visitamos a Cueva do MIlodón.
      Agendamos um passeio de barco pelo Glaciar Balmaceda y Serrano, mas, chuva e vento nos impediram de sair do hostel. Foi uma pena, pois ficamos na pequena cidade de Puerto Natales praticamente sem fazer muita coisa alternativa nesse dia chuvoso.
      E, após três dias curtindo o frio e o vento da patagônia chilena, retornamos a Santiago para encontrar um casal de amigos que fizeram passeios alternativos pelas vinícolas chilenas, pois estavam com uma bebê de colo e depois visitamos uma amiga chilena que morou em Roraima um tempo.
      Assim passamos as férias no Chile. Presenciamos tantas belezas que foram uma recompensa à distância que percorremos, ao calor e frio que sentimos, e claro, ao investimento $$$$$$$$$$$$ necessário. Afinal de contas a Patagônia, principalmente, não é um dos destinos mais baratos para viajar na América Latina. A média de preços de hospedagem e alimentação pode assustar os viajantes mais econômicos. Um simples café com leite e pão com manteiga podem custar uns 36,00 reais! um almoço simples, uns 42 reais... Já no Atacama, como já citei, tem para todos os gostos e bolsos. 
      Mas, valeu a pena. Elegi o Atacama como meus destinos preferidos. Mas, também fiquei muito encantada com a beleza da Patagônia. Valeu tanto a pena que eu vou voltar para conhecer outros destinos do fim do mundo. Já pensando na Argentina... rss
      Abaixo segue algumas fotos do maravilhoso passeio ao Chile.
       





































    • Por crysthyna
      Oiee genteee!
      Olha eu aqui de novo! Então... tô aqui pra fazer mais um relato, dessa vez sobre a Colômbia, mais especificamente, San Andrés!!! Um lugar incrível que eu sempre tive muita vontade de conhecer e quando vi uma oportunidade no valor de passagens super em conta e que batia com meu período de férias, não pensei duas vezes!!! Masssss, eu já havia comprado passagens para ir novamente a Fernando de Noronha e achei que ficaria super caro ir para esses dois lugares em uma única férias, mas pesquisei bastante, fiz meus cálculos e quem já acompanhou algum relato meu aqui sabe como sou de economizar muitooooo...rsrs! Enfim, comprei logos as passagens e depois ia me virar e foi o que fiz! Vi que San Andrés não era um lugar muito caro q comecei a investigar tudo sobre o lugar...hehehe! Já fechei a minha meta de gastos e o passeios que desejaria fazer, infelizmente as vezes é preciso abrir de algumas coisas para realizar uma viagem assim, mas eu nunca me arrependo, pois quero mais é curtir o local e pensar em coisas supérfluas depois... Bom, as passagens custaram pela Copa Airlines a bagatela de R$1.083,00 (incluindo as taxas) saindo do Rio de Janeiro, e já que o preço real foi de R$689,00 e o restante foram taxas, então vc vê que foi super em conta! Mas só depois que comprei é que vi as pessoas comentando que setembro é um mês mega chuvoso em San Andrés e já me desanimei bastante, poxa vida... será que eu ia me dar mal? Mas já estava feito e agora era rezar pro tempo ajudar....rsrs... fui na fé mesmo, minha gente!
       
      Não sou muito exigente com hospedagem, mas para mim uma boa localização é o ideal e como vi também que a ilha era muito quente, eu optei para ao menos o lugar ter ar condicionado e não precisava ser de frente para o mar ou um super hotel nem nada, eu fui pra curtir as praias e não os quartos e a estrutura do hotel, mas como eu sempre disse, existem vários perfis de viajantes, o meu é esse! Eu ficaria no El Viajero, o hostel mais famoso e procurado de lá, cheguei a fazer a reserva pelo booking e tudo, mas uns 10 dias antes eu estava olhando novamente e encontrei uma pousada por uma diferença pouca em quarto privativo com banheiro compartilhado que ficava na rua ao lado do El Viajero, uma localização boa e não pensei 2x!!! Cancelei a reserva anterior e fechei com essa pousada e não me arrependi, pelo contrário, gostei muito! Na verdade, não era uma pousada e sim uma casa de morador que alugava alguns quartos, assim como acontece em Noronha e como já tinha passado por essa experiência não achei problema algum.
       
      O lugar se chama Jackson House Inn e tem até página no face, paguei em 5 diárias a bagatela total de Cop 292.500!!! Muitoooo baratooo! Até fiquei meio receosa...rsrs... mas olha o quarto é arrumadinho, possui ar condicionado, frigobar, tv a cabo, cama de casal e a limpeza é feita todos os dias... Eles deixam vc usar a cozinha da casa que possui todos os utensílios necessários e era lá que eu fazia meu jantar de cada dia....rsrs... o banheiro, apesar de ser compartilhado não vi ninguém usando, parecia até que só eu usava, estava sempre muito limpo! Eu pagaria no El Viajero o valor de Cop 270.000 então vc vê como a diferença é pouca, apesar que no hostel eu teria café da manhã e lá não possui, mas isso não é problema pra mim! Fica perto do comércio e possui mercados próximos e foi lá que fiz uma comprinhas para passar os dias... Ah, não precisei comprar água pois o pessoal de lá também deixa vc utilizar a água potável para beber, eu enchia minhas garrafinhas todos os dias e deixava no frigobar e também levava para as praias, que beleza né?! Hehehe.... Eles lhe dão as chaves, uma do quarto e a outra da porta da casa e assim vc fica a vontade para entrar e sair a hora que quiser e a casa estava sempre vazia, foi bem tranquilo. De onde eu estava para a praia principal eram uns 5min caminhando, bem pertinho! Então, dá pra ver que bela economia eu tive com a hospedagem né?!
       
      Eu sempre coloco uma meta de gastos e dessa vez não foi diferente, acreditem se quiser, eu gastei U$200,00 com tudo, quando digo tudooo, eu digo tudo mesmo! Passeios, hospedagem, alimentação e taxa de entrada na Ilha! Mas ainda voltei com U$10 então na verdade gastei U$190!!! Hahahaha!
      Mas Cris, como vc consegue? Gente, mantenha o foco e controle seus gastos, ainda mais eu que tinha acabado de voltar de Fernando de Noronha e juntei uma viagem na outra, ou era assim ou não ia....rsrs! Bom, como economizar? Em tudo que vc vê que dá pra fazer sem gastar seu dinheirinho suado, eu por exemplo não gastei com táxi do aeroporto para a pousada e vice-versa, pois vi pelo google maps que dava pra ir andando e deu mesmo, eram 10 min apenas do aeroporto e foi super simples, eu gastaria no táxi Cop 15.000 ida e Cop 15.000 volta! Ah, mas isso é bobagem, pra mim não é não... pois de bobagem em bobagem vc nem vê seu dinheiro indo embora! Eu levei dólares para trocar na ilha e o cambio estava péssimo nas casas, fiquei xoxa mas lembrei q tinha o contato de um rapaz que consegui nas minhas pesquisas e procurei por ele... na mesma hora ele levou o dinheiro na pousada e fez a troca pra mim, estava bem melhor do que nas casas de cambio neste dia e ele é super de confiança, todos o conhecem e foi tudo certinho. Eu tive que pagar a taxa de entrada na ilha em Bogotá, onde foi minha escala e lá já troquei U$35,00 para pagar a taxa que era de Cop 99.000 e só aceitava em pesos, então tive que trocar no aeroporto mesmo, mas a taxa não estava tão ruim. Sendo assim cheguei em San Andrés apenas com U$165,00 e consegui me virar com isso.... hauahauhah!!!!
       
      A fila é imensa para fazer a imigração, mas anda bem rápido e olhaaaa, a ilha é bem quente mesmo, parece até o Rio no verão...rsrs! O aeroporto é muito pequeno, mas dá pra atender a todos e já achei o pessoal bem simpático! Eles pedem o comprovante de pagamento da taxa e vc guarda o outro com vc, pois vai precisar mostrar para sair da ilha, ou pagará novamente, então guarde-o muito bem!!!
       
      1º Dia: Fui andando para a pousada, arranhei um portunhol e consegui encontrar a dita cuja, foi fácil até! Olha gente, eu em momento algum tive receio de andar na ilha, nem mesmo a noite, achei tudo super tranquilo, é bem policiado e por isso tive total segurança em andar sozinha, mesmo com uma mochila gigante nas costas...hahahaha! Guardei as coisas, e fui conhecer a praia principal, chama Peatanol e já fiquei bestaaaaa!!! Que coisa lindaaaaaa! Vê se não tenho razão?
       

       
      Estava sol, a praia não estava muito cheia, era baixa temporada e um dia de semana né, então já viu...rsrs
       
      Pesquisei os valores dos passeios e vi que é tudo a mesma coisa, nem adianta pechincar, é tudo tabelado! Passei no mercadinho, abasteci o frigobar, comprei pães, biscoitos, presunto, ovos, sorvete (amooooo) e etc... e fui dormir cedo, pois estava cansada!
       
       
      2º Dia: Acordei cedo e já fui direto para o cais comprar algum passeio, compre direto lá no cais mesmo, pois é mais fácil e vc já saí logo no primeiro barco! Não precisa reservar, comprei o meu na hora e foi ok! Escolhi fazer o Aquário e Johnny Cay que custa Cop 15.000 + 5.000 de taxa em Johnny Cay e foi só pra ter uma idéia de como era, gostei muito dos dois, mas achei pouco tempo no Aquário e já resolvi fazer novamente em outro dia, porém Johnny eu achei suficiente e não gostei muito da muvuca na hora de ir embora e por isso não fiz de novo. O lugar é realmente muito lindo!
       

       

       

       

       

       

       

       

       

       
      3º Dia: Neste dia resolvi Ir para West View, peguei o ônibus no centro que deixa bem em frente e na volta vc pega no mesmo lugar para voltar ao centro. A entrada custa Cop 4.000 e vc ganha um pedaço de pão para os peixes, eles possuem estrutura como restaurante e um trampolim onde o pessoal fica o tempo todo saltando...rsrs! Neste dia desabou uma chuva daquelas e me desanimou totalmente, tinha muita gente chegando na hora que fui embora, não sei se foi por causa da chuva, mas não curti muito o lugar, achei as praias bem melhores! Mas vale a pena conhecer!
       

       
      4º Dia: Acordei cedo, mais uma vez peguei o ônibus e segui para a Playa de San Luis, fica próximo e é muito bonita, o tempo não estava muito legal, sol com muitas nuvens e achei que ia chover novamente, mas depois abriu maior solzão e o dia ficou perfeito! Fiquei alí curtindo aquela praia que estava praticamente deserta ainda e era praticamente toda minha.
       

       

       
      Depois fui esperar o ônibus, pois queria seguir para Rocky Cay, mas ele estava demorando tanto que resolvi ir andando mesmo e foi uma caminhada boa, já que estava muito quente, mas quando cheguei no lugar valeu a pena!!!! Adorei simplesmente maravilhosa! Vc pode usar a estrutura ou só ficar na praia mesmo e eu apenas aluguei um locker na praia para guardar as coisas, eles cobram Cop 5.000 e vc pode utilizar o dia todo. Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí!
       

       

       
      Atravessei a praia até a ilhota que fica um pouco longe, mas vale a pena, é bem legal... Depois fiquei curtindo a praia na sombra, fiz meu lanchinho e aproveitei o resto do dia por alí!
       

       
      5º Dia: Mais uma vez acordei cedo e neste dia resolvi ir novamente ao Aquário, custou Cop 10.000 e cheguei lá por volta das 08:30 e só saí as 13:00h, foi muito bom!! Estava bem cheio, mas deu pra encontrar alguns lugares mais desertos e aproveitar bastante!
       

       

       
      Algumas pessoas não queriam atravessar para o outro lado, na ilha de Haynes Cay, que é maior e mais bonita (na minha opinião), passei a maior parte do tempo lá e estava muito melhor, no Aquário é muita muvuca!! Dá pra atravessar de boa, pois a água chega somente até a cintura!
       

       
      Não guardei as coisas nos armarios, mas eles tem pra alugar e custa Cop 5.000, também tem mascaras e sapatilhas, mas eu já tinha tudo isso e não comprei na Ilha, levei as minhas mesmo, aqui do Brasil!
       

       

       

       

       
      Na volta fiquei pela praia do Peatanol, ela é uma delícia e eu adorei, super tranquila! Eu deixava minhas coisas na areia e ficava de boa na água... Passei o resto do dia nessa praia e depois curti o pôr do sol, foi ótimo!
       

       

       
      6º Dia: Era meu último dia e meu voo era a tarde, então fui comprar uma lembrancinhas pelo centro e depois arrumei minhas coisas pra ir embora.
       
      Deu pra aproveitar tudo muito bem e com calma, economizei, pois não comi em restaurantes (não faço questão) e sempre procurando priorizar o que estava dentro do meu orçamento. Andei de ônibus, não aluguei mula, pois estava sozinha e sairia bem caro pra mim, mas indico, pois vc deve ver mais coisas e pode dar a volta na ilha. O ônibus custa Cop 2.000 e apesar de serem bem velhos e alguns até quebrados, te leva onde vc quiser...rsrs!
       
      Amei a ilha e a energia que vc sente é incrível! As pessoas são maravilhosas e muito gentis, apesar de não falar espanhol, vc conseguirá se virar muito bem! Voltaria de olhos fechados pra lá e aconselho a quem deseja conhecer o mar do caribe, vistá-la, pois é barata e muito mais acessível! espero que meu relato tenha ajudado vcs! Até a próxima, pessoal!
    • Por brayan.linhares
      Olá Mochileiros e Mochileiras,
       
      Recentemente voltei de uma viagem de 10 dias com minha noiva para Cidade do México, uma viagem sem igual.
      Acompanho o mochileiros.com a alguns anos, sempre lendo os mais variados roteiros de viagem, já montei alguns roteiros através do site que ainda não realizei, e nesta vigem par o México não poderia ser diferente, pesquisei algumas coisas aqui que me ajudaram muito. Através deste relato pretendo ajudar com o máximo de informações quem pretende ir futuramente para este país incrível.
      Vou começar fazendo algumas considerações gerais da viagem, e logo depois um relato dia a dia de tudo que aconteceu.
       
      Por que o México? Na verdade tanto eu como minha noiva pouco conhecíamos sobre o país, a vontade veio depois de ver uma promoção de passagem e surgir a oportunidade de realizar um trabalho fotográfico lá, juntamos isso com uma pesquisa mais a fundo do país e decidimos ir para ver e viver tudo que havíamos pesquisado, alem disso tem o fato da Sara ser estudante de moda e nós dois termos uma marca de roupas, e o México se mostrou um ótimo campo de pesquisa.
       
      Passagens Aéreas: A decisão de viajar já vinha a tempos, mas quando vimos as passagens para o México acabamos definindo nossos destino. A muito tempo que acompanho o http://www.passagensimperdiveis.com.br e um belo dia eles postaram a promoção de passagens para CDMX (Cidade do México), promoções não são novidades mas geralmente os melhores preços são saindo das grandes cidades, e nesta pesquisa encontrei as passagens por R$ 1.070,00 (cada) com todas as taxas incluídas, saindo de Navegantes-SC (NVT), cidade vizinha a minha, o valor normal desse voo NVT-MEX é entre R$ 2.500 e R$ 3.100. Comprei uma passagem pela Decolar.com e outra pela Submarino Viagens, preferi o serviço da decolar.com. Resumindo as duas passagens custaram R$ 2,140,00.
       
      Vôo: No Final meu vôo ficou assim NVT(Navegantes)> GRU(Guarulhos)> BOG(Bogota) > MEX (Cidade do México), Foram 24h de ida e 21h de volta, o vôo de ida de NVT a GRU foi operado pela Gol em parceria com a Avianca, e o de volta CGH a NVT novamente operado pela Gol, na volta tive mudança de aeroporto, pousamos em GRU e sairíamos para o ultimo vôo de CGH, o translado foi feito gratuitamente com ônibus da Gol apresentando o ticket de embarque, se não me engano o ônibus sai de hora em hora, é bom chegar cedo no local de embarque pois os lugares são contados, fomos os últimos a conseguir embarcar no ônibus. Voltando a ordem dos fatos, a partir de GRU os vôos passaram a ser operados pela Avianca, já tinha voado antes de Avianca e recomendo sem duvidas!! Neste caso o vôo era operado pela Avianca Colombiana, ótimo serviço de bordo. entretenimento, atendimento da equipe de bordo e aviões em ótimo estado!
       
      Hospedagem: Na hora de montar o roteiro acabamos decidindo ficar os 10 dias de viagem na Cidade do México para explorar de ponta a ponta a cidade, alem do que perderíamos 1 dia em função do trabalho fotográfico. Então optamos pelo Airbnb, o que se mostrou uma ótima escolha, nós hospedamos no centro histórico, em um apartamento muito bom, perto de restaurantes, farmácias, a 50 Metros do Metro, loja de conveniências e afins. Além de tudo o apartamento era super seguro, estávamos com todo dinheiro em especie e os equipamentos fotográficos, ficaria meio preocupado de deixar tudo isso em um quarto de hostel! Alem de todas as vantagens do apartamento tem a comodidade de pagar tudo pelo cartão ainda no Brasil e parcelar em até 3X, nos hospedamos neste apartamento: https://www.airbnb.com.br/rooms/7651362 Ana nossa anfitriã sempre muito prestativa e atenciosa, dando dica de lugares, restaurantes, lojas e sempre tirava um tempo para conversar com nós sobre os mais variados assuntos, recomendo! Para quem não é cadastrado ainda pode se cadastrar por este link: http://www.airbnb.com.br/c/brayanl3?s=8 assim você ganha um bônus para a próxima viagem e eu também!
       
      Moeda: A moeda corrente no México é o peso mexicano $MXN, preferi levar todo o valor em moeda local, separei cerca de $1.000MXN para gastar por dia, logo level $10.500MXN em especie, não levei travel money e levei apenas um cartão de credito internacional para emergencias, já que o limite do mesmo era baixo, no final acabei usando só para uber (através do app, não necessita ter o cartão em mãos), e também para comprar uma lembrancinha no aeroporto. O câmbio eu fiz ainda no Brasil através da Confidence Câmbio, casa de câmbio presente em todo país, apenas necessário reservar com uns 4 dias de antecedencia. Quando fiz a troca na segunda semana de fevereiro consegui quase o valor de R$1,00 X $4,00MXN, se não me engano R$1,00 comprou $3,87MXN. Uma dica é que pagando mais R$19,90 na hora do câmbio com a confidence você garante que eles comprem a moeda de volta pelo mesmo valor que você pagou, acabei não pagando e gastei até o ultimo peso no México
      Outra coisa que vi é que muita gente leva em dólares e no destino final faz a troca para a moeda local, fiz essa simulação e no meu caso não foi vantagem iria perder cerca de R$200,00. Caso você opte por fazer assim, na cidade do México o melhor lugar para fazer a troca dos dólares é na bolsa de valores (https://goo.gl/IQgW5E) fica na Avenida Paseo de la Reforma, uma das mais importantes da cidade, no link tem a localização certinho, é na salinha com a placa CI Banco.
      Para a configuração de viagem que fizemos, $1.000MXN por dia é suficiente é possível fazer até com menos. Todos as atrações que fomos fizemos por conta propria, em agencia sairia pelo menos 5X mais, ao longo dos relatos vou colocando a questão de valores e como chegar em determinados lugares. Na questão de transporte sempre utilizamos transporte público, e nos alimentamos bem, hora na rua, hora em restaurantes típicos, e poucas vezes em 'bons' restaurantes.
       
      Transporte: Durante os 10 dias tudo que fizemos na Cidade do México foi 95% através do transporte público e caminhando. Nosso meio de transporte mais utilizado foi sem duvida o metro, chegamos a utilizar mais de 6 vezes por dia, em termos de cobertura o sistema é ótima, são mais de 200KM distribuidos em 12 linhas e 195 estações, você consegue ir para quase todos os cantos da cidade de metro é ótimo, aqui tem algumas informações interessantes (http://goo.gl/mWd1t6), mas num geral o sistema é muito bom, tem uma ampla cobertura é barato $5MXN o bilhete, e é seguro em cada estação ha vários policiais. Todo sistema é muito antigo, foi inaugurado em 1969 e desde então não passou por grandes melhorias, os trens são antigos e tudo mais, porem tudo funciona muito bem. Mais de 5 milhões de pessoas utilizam por dia o sistema, de todas as vezes que utilizamos apenas uma ou duas vezes conseguimos pegar o trem vazio a ponto de conseguir sentar, 80% das vezes estava cheio, você conseguia entrar numa boa e ficava em pé apertadinho, e duas vezes foi um parto para conseguir entrar, depois de deixar passar mais de 3 trens e muito empurra empurra conseguimos entrar, depois é só risadas, essas duas situações ocorreram entre 17:30 e 20h fora esses horarios é tranquilo. Quanto a segurança mochila sempre na frente com pertences pessoais, passaporte e dinheiro na doleira por baixo da roupa, tudo tranquilo sempre esperto sem dar bobeira. Nos horários de pico o primeiro vagão da composição é exclusivo para mulheres, apenas uma vez eu e minha noiva nos separamos pois era mais seguro para ela por conta do empurra empurra dos homens, todas as outras vezes fomos juntos no vagão geral e nunca tivemos problemas por conta de outros homens, com vagões cheios se via muitas mulheres em meio aos homens, mas nessas situações de empurra empurra não vi nenhuma, e o vagão de mulheres ia igualmente cheio. Minha opinião geral sobre o sistema, é que é super tranquilo de usar, muitos brasileiros evitam porem achei super tranquilo, é seguro, limpo e barato, fomos em todos lugares que queríamos apenas com o metro, recomendo.
      Alem do metro por 3 vezes utilizamos os famosos e temidos táxis de ruas, utilizamos em trajetos de no máximo 2km por pura preguiça de caminhar. O fato é que existe uma lenda urbana (verídica) que principalmente a noite taxistas sequestram e extorquem turistas, conversando com um amigo mexicano ele me confirmou essas historias e contou que inclusive um hospede seu de nacionalidade suíça sofreu um sequestro que durou 2 dias, os sequestradores o doparam dentro do táxi então faziam saques do seu cartão de credito, depois de 2 dias ele foi liberado. Mas conversando com os mexicanos a orientação para fugir desse tipo de risco é: Se sair a noite para um restaurante ou balada, ao voltar para o hotel peça que alguém do local que você está chame um táxi de confiança, evite pegar táxi nas ruas. Se possível utilize o UBER ou aplicativos como Easy Taxi. Se for pegar táxi na rua durante o dia, tente pegar nos pontos, que são os TAXIS de Sitio, se não encontrar nenhum escolhas os táxis branco e rosa e de preferencia para carros mais novos, segundo um taxistas executiva que fez nosso transfer do aeroporto os táxis branco e rosa seguem a ultima regulamentação. No nosso caso pegamos 3 táxis na rua durante o dia, desses 2 eram carros muito velhos, o que era melhor também era registrado no Easy Taxi, motorista muito simpático e atencioso.
      Utilizamos o Uber por 2 vezes, serviço muito bom. Para o transfer do ultimo dia para o aeroporto foi a melhor opção, muito mais barato que um táxi velho de rua.
      Se você ainda não se cadastrou no Uber, use esse link aqui e tenha desconto na primeira viagem: https://www.uber.com/invite/9sdkheezue
      Ônibus coletivos não utilizamos nenhum, tem também os peseros que são micro-ônibus e não é muito aconselhável por ser um sistema confuso e sem linhas fixas.
      Outra boa opção é o Metrobus, semelhante ao sistema de Curitiba, com linhas fixas estações fechadas e bons ônibus, o valor é o mesmo do metro, nas estações de metrobus você só entra através de cartão, na entrada da estação é possível comprar um cartão recarregável por $10MXN esse mesmo cartão pode ser utilizado no metro.
       
      Alimentação: Uma coisa você pode ter certeza, a comida mexicana que comemos nos restaurantes do Brasil nada tem haver com a verdadeira comida mexicana, tanto pelo sabor quanto pelo preço. Comer no México, mais precisamente na região central é barato comparado ao Brasil. Sabe aquela dica que todo mundo dá, não coma comida de rua? Esqueça, como na rua, nas barraquinhas, nos mercadões, no metro, é muito tranquilo pelo menos uma vez por dia comíamos em barraquinhas na rua, assim como no Brasil é claro que você deve prezar pela higiene do local, e quanto a isso todos os locais que comemos eram muito limpo e organizados, então COMA COMIDA DE RUA! Só assim da pra aproveitar bem a tipica comida mexicana na sua essência.
      Para quem sem preocupa com a comida apimentada relaxa, nem tudo é pimenta no México, a maioria dos pratos vem sem pimenta, a pimenta vem em um recipiente separado e você coloca ao seu gosto, mas para prevenir peça sempre: Sin Chile, por favor. Assim os atendentes sempre te indicam um prato menos apimentado, e no final você acaba se acostumando e sentindo falta da pimenta.
      Quanto ao valor por exemplo um bom café da manhã (Desayuno Completo) Custa cerca de $36MXN por pessoa, vem com Café ou Chá + Suco de Laranja + Cesta de Pães + prato escolhido ou seja muito barato. Na rua se compra 5 Tacos por $30MXN e por ai vai, nossa refeição mais cara foi $320,00MXN o casal, mas foi um verdadeiro banquete em um bom restaurante. Nos bairros como Condesa e Polanco existem restaurantes bem chiques ali a conta pode passar dos $1.000MXN Facilmente. No mais outra boa maneira de economizar são as conveniências, são duas grandes redes e tem em todo lugar OXXO e 7eleven, praticamente uma em cada esquina.
       
      Segurança: Bom a CDMX se mostrou muito mais seguro do que esperávamos, quando se pesquisa sobre se acha muitas comparações entre CDMX e SP. Gosto muito de SP e até moraria lá sem problemas nenhum, mas CDMX se mostrou uma cidade muito mais limpa e seguro para mim, andamos os 4 cantos da cidade desde bairros ricos a periferia e tudo de transporte publico e a pé, o que vimos foi uma cidade limpa, sem moradores de rua, sem ocupações, sem pontos de droga a céu aberto, enfim se existe nós não vimos.
      Os cuidados para andar na rua são os mesmos que tomo em minha cidade, sem ostentar objetos de valor, sempre de olho quando se esta no meio de muita gente, no metro objetos de valor sempre na mochila e a mochila na frente do corpo, ou em bolsos com ziper. Em nenhum momento nos sentimos ameaçados na rua e tal, li recentemente uma matéria que falava que o índice de furtos no metro da CDMX era inferior ao do metro de Londres .
      Também há muito policiamento nas ruas, muito mesmo principalmente na região central, é so andar com o mesmo cuidado que você anda aqui que não há problema algum.
      Bom essas são minhas primeiras dicas e impressões gerais, em seguida vou relatando dia a dia a viagem, com dicas especificas de lugares e tudo mais.
      Deixo aqui um vídeo com um resumo de tudo que vimos e vivemos, em breve continuo as postagens.

      Antes de ver nosso vídeo da uma passadinha e nos segue lá no Instagram: https://www.instagram.com/mundodequintal/
      Se você gostou do nosso vídeo, entra lá no canal e se inscreve, sempre tem coisa legal saindo
      Segue Planilha com os custos, lembrando que da para ser BEM mais econômico que isto, por exemplo só de presentes e coisas pessoais foram 20% do orçamento total.
      Todos os valores são para duas pessoas:
      Custos Cidade Do México.pdf
    • Por Amilton & Poly
      Aqui estão reunidas nossas experiências cometíveis por terras Lusas .
      Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa.
       
      Come-se mto bem e com preços mto bons em Portugal. A comida é deliciosa e barata em relação a SP. Por ex: sopa + prato de bacalhau sai em torno de 15 reais por pessoa.
      DICA 1: peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk.
      DICA 2: geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile.
      DICA 3:  Vc encontra os cardápios com valores de todos os restaurantes no site Zomato.
      DICA 4: se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado.
       
      Vamos lá:
       
      LISBOA
      -Restaurante Costa Vicentina: ambiente aconchegante, atendimento excelente feito por brasileiros rsrs. Nos receberam com um vinho do Porto! Eles são especializados em comida portuguesa então pedimos pratos com frutos do mar: Gamba Aguille (camarão alho e óleo) + Cataplana de Mariscos + sobremesa Sericaia (lembra um curau) + taça de vinho verde. Tudo delicioso e muito delicado.

       
      -Landeau: onde tem o famoso bolo de chocolate. Tipo um bolo-mousse realmente delicioso. Fomos na unidade da LX Factory mas tem tbm no Baixa-Chiado.

       
      -Restaurante Frade dos Mares: Um ritual gastronômico! Pedimos a sugestão do chef e fomos muito felizes kkkkk: folhado de leite de cabra com doce de frutas vermelhas (couvert) + mexilhões com manteiga de ervas (entrada) + Camarão alho e óleo (entrada) + Polvo a Lagareiro (principal) + Entrecôte maturado (principal) + Leite-creme folhado com abacaxi ao vinho do Porto e sorvete (sobremesa) e ainda um vinho branco delicioso. Meuuu Deus, pensa numa riqueza! Maravilhoso! Se não bastasse, o atendimento é primoroso e rápido e a música ambiente dá um clima. Super romântico. Recomendo muito! Áh lá precisa reservar pq são poucas mesas. Vá, sério.
       

      -Fábrica da Nata (no bairro Restauradores). Lindo ambiente com azulejos portugueses, preparação dos pastéis visível (o que é mto legal, pois se torna uma experiência), ótimo atendimento. No teto estão em movimento forma de pasteis de nata que parecem ter saído do forno, mas é só decorativo kkk. Comemos pão com queijo da serra da estrela e presunto Parma + bolinho de bacalhau + croquete de vitela + pastel de nata com vinho do Porto. Não sabia que faziam essa combinação de pastel e vinho, amamos!!!! Td delicioso mas o pastel de nata quentinho e cremoso foi demais!

       
      -Restaurante Nepalês Himchuli: nunca tínhamos visto comida do Nepal. Pedimos indicação de pratos típicos e veio de entrada ‘papada’ tipo uma torrada com 3 molhinhos. De prato principal um cozido de frango com especiarias e guioza. Tava muito gostoso, o ambiente é todo decorado, tem vela na mesa. O garçom não conseguia entender português e tivemos que fazer o pedido em inglês (hummmm phyna kkkk) e deu td certo kkkkk.

       
      -Alcoa (doces conventuais): São doces típicos portugueses em q a base é gema e açúcar. A história desses doces é interessante e data do séc. XV: as freiras usavam as claras para engomar roupas e como as gemas sobravam começaram a produzir doces com eles (por isso conventual).  O Alcoa é especializado nesses doces desde 1957 e seguindo a tradição ainda o fazem em tachos de cobre. Vários doces deles são premiados. Pega essa: o Coroa de Baronesa feito por eles foi a sobremesa do Papa quando visitou Portugal, pira? Provamos 6 doces premiados, incluindo o do papa kkkk. São deliciosos e uma obra de arte. Se quer algo menos doce aposte no Ovos do Paraíso. Áhh sabe quem tbm estava lá? Willian Bonner e família! Chupa essa manga kkkkk

       
      -Restaurante Cantinho do Avillez: faz parte do grupo de restaurantes do chef José Avillez e este é de comida portuguesa com influência de viagens, achamos mto interessante o conceito. Pedimos Tartar de atum e Ovos à Professor do séc XXI,  kkkk deliciosos. Depois Vieiras e Tagine de Cordeiro. Por fim, sobremesa de Avelã e Cheesecake de framboesa. Tudo é muito delicado e delicioso. O vinho é escolhido com um tablet que contém as informações do vinho e com que comida do restaurante combina, mto legal! Pedimos vinho verde e um vinho tinto q eles estão desenvolvendo. Jantar demais!!!!
       
       
      -Pastéis de Belém (o de Belém de fato rsrs): Esse é o clássico e original desde 1837. Sabia que só eles podem usar o termo “pastel de belém”? É marca registrada. Como a receita é secreta é um pouco diferente dos pastéis de nata dos outros lugares. São deliciosos tbm e não pode sair de Portugal sem provar! Tomamos tbm um galão (café com leite) e um chocolate quente que dá vontade de comer de colher!

       
      -Pop Cereal Café: estávamos mto curiosos pra experimentar por ser super novidade pra gente. O ambiente é td decorado com histórias em quadrinhos, colorido e mtas caixas de cereais. Tem mais de 100 tipos de cereais entre nacionais e importados. A graça é combinar os cereais, adicionar os toppings, escolher o leite e desfrutar.  Como são mtas opções resolvemos pedir as preparações indicadas no cardápio. Pedimos o King Coco e o Heaven is made of chocolate e acrescentamos sorvete de nata kkkk. Cara, q massa!!! Uma delícia, super anos 90, nostalgia total mto legal. Atendimento primoroso! Tem que ir.
       
       
      SINTRA
      -Byron Bar: a entrada do bar fica embaixo e não é mto óbvia mas tenha fé que vai dar certo kkk, tem uma seta apontando para a entrada. O nome é em homenagem a um poeta que visitou a cidade no séc XIX e por ter gostado mto escreveu sobre Sintra. Começamos com um chocolate quente pra tirar a friagem kkk delícia. Experimentamos bolinho de bacalhau e as especialidades da casa: os travesseiros de Sintra e as queijadas. Tudo feito por eles, uma delícia e ainda olhando para a praça onde fica o Palácio Nacional. Finalizamos com o doce Dona Amélia que só tem na região dos Açores e tbm mto bom e experimentamos a Ginginha de Óbidos (bebida bem docinha feita com uma espécie de cereja). Dica: lá o valor das coisas são bem melhores que nos outros restaurantes.
       
       
      -Casa Piriquita: A casa existe desde 1862 e produz desde então os tradicionais Travesseiros de Sintra. Tem que provar! Experimentamos tbm outros doces especialidades deles como Cruz Alta, Joaninha, Queijada, Pastel de Sintra. Deliciosos. Separe um momento para essa experiência gastronômica em Sintra. Áhhh como a casa estava tranqüila pedimos para entrar na cozinha! Vimos a arte acontecendo e ainda conhecemos a família dos "Piriquitos", a Casa foi passando de geração em geração, mto legal!

       
      PORTO
      -Leitaria Quinta do Paço: famosa pelos seus Eclaires. O que que é isso Brasil? São mto delicados, equilibrados no doce e deliciosos! Pra conseguir provar vários sabores pedimos os miniaturas para compartilhar e depois os normais msm kkkk. Meu preferido foi o crocante!!! O chantily são eles que fazem tbm. Os cafés são de marca própria, tem um até com maçã! Experimente!

       
      -Amarelo Torradas: e suas maravilhosas torradas kkkkk. O local é mto charmoso e delicado. As torradas deram a fama ao lugar e não é pra menos: pedimos torrada com avelã e outra com cereais, vem quentinha, com manteiguinha derretida, crocante por fora, macia por dentro, ahhhhh tem que provar. Ainda acompanha geléia e nutella. Mas não se engane, não são só as torradas q são demais, o bolo-mousse de chocolate tbm é incrível.

       
      -Hungry Biker: Um restaurante com conceito mto jovem e decoração em torno das bikes. Fomos atendidos pela Maria que é russa e está aprendendo português. Mto simpática e divertida. Pedimos um brunch e um almoço. O brunch vem com ovos mexidos, presunto parma, pão, feijão (diferente né? Mas delicioso). O almoço vem mexilhões, salada, pão , sopa e acompanha vinho.  Estava uma delícia e os ingredientes de qualidade. Amamos, vale mto  a pena e ainda aproveite para uma troca cultural com a Maria.

       
      -Confeitaria Petúlia: Vimos vídeos sobre eles e a fama do bolo-rei (no fim do ano formam-se filas para comprar o famoso bolo). É uma confeitaria de 1972 com atendimento mto bom. Como ainda não tínhamos experimentado pedimos a Francesinha, prato típico do Porto. Existem várias formas de fazer francesinha, essa leva pão, queijo, embutidos, carne (de porco ou boi), queijo por cima derretendo e molho levemente picante. Ainda acompanha batata frita (passa a batata frita no molhinho pra vc ver). Tomamos uma  cerveja Super Bock (eles disseram que era a combinação ideal kkk). O prato é bem servido viu!!! Pra finalizar pedimos o Bolo-Rei. É como se fosse um panetone mas com mais frutas cristalizadas (como laranja, cereja) e castanhas. Sensacional. Adoramos!
       

       
      -Padaria Ribeiro: existente desde 1878. Atendimento mto simpático. Como é uma padaria tradicional pedimos uma degustação das especialidades da casa. Começamos pelos salgados: bolinho de bacalhau, croquete, empada, pastel de chaves.  Gente, os salgados de vitela e o bolinho de bacalhau são fabulosos. Depois pedimos a degustação dos doces kkkkk e vieram em miniatura (Thanks God, assim podemos comer mais opções kkkk). Mto bons, deliciosos, equilibrados no açúcar e com um cafezinho fecha com chave de ouro.

       
      -Café Piolho:  Restaurante tradicional e popular entre os universitários da época da ditadura. Tds se conheciam e falavam de política, porém qdo alguém diferente entrava eles faziam sinal coçando a cabeça pra indicar q podia ser alguém da ditadura. E assim ficou conhecido como café Piolho kkkk. E lá comemos um Bacalhau com natas maravilhoso e uma sopa de legumes.

       
      -Petisqueira Voltaria: O local é bem pequeno, tem entre 4 e 5 mesas, mas o atendimento é tão caloroso e a comida é tão saborosa que te aconselho a ir sim!! Começamos com uma sangria... azul! Feita com espumante português azul e frutas vermelhas..uauu delícia. De entrada pedimos bolinho de alheira (alheira é um embutido português) super bem temperado, delicioso. De prato um bacalhau a Braz mto gostoso. Áh observe que lá por ser um local pequeno não fazem fritura, usam o forno nas preparações (e ainda fica saudável, olha só kkk). Pra fechar pedimos um Natas do Céu, creme com bolacha que vc vai pegando as camadas de colher...aprovadíssimo! E além de td tem a simpatia do Hugo e da Fátima... dê umas risadas com ele!

       
      -Restaurante Raiz: o restaurante é lindo e conta com 4 andares. Mto aconchegante e romântico à luz de velas. O atendimento é excelente e o Miguel, que nos atendeu, ao explicar os pratos correlacionava com a história de Porto e Portugal. Aliás, eles valorizam suas tradições e recriaram pratos utilizando ingredientes da culinária portuguesa, além de trazerem de volta pratos que haviam sido esquecidos. Pedimos alheiras (vem com ovo de codorna em cima que é a coisa mais linda), é uma explosão de sabores. Depois, Tiborna de Salmão com temperos intensos mas mais suaves que a alheira...pelo amor de Deus, é divino. O tiborna de salmão é um prato que era tradicional no sul do país e eles resgataram.  E como principal Bacalhau com crosta de broa e mel...ahhh gente, é pra fechar com chave de ouro nossa experiência em Porto. De sobremesa um pudim de batata-doce com laranja em calda. Uau que combinação o cítrico da laranja com o doce da batata, bom demais!

       
      BRAGA
      -Nata Lisboa (em Braga kkk):  local mto aconchegante e atendimento mto atencioso msm estando super cheio na hora que fomos. Pedimos uma Tábua Ibérica (uiiii rsrs) com frios e pães deliciosos. Não tem ainda no cardápio pois é novo e foi sugestão deles. Aprovado! Acompanhado de sangria com vinho do Porto rosê (pensa num povo que quer experimentar td nessa vida kkkkk).  E pra adoçar nada de inovar: vamos no famoso pastel de nata kkkk... quentinho com café...áhhhh não tem coisa melhor.

       
      COIMBRA
      -Zé  Manel dos Ossos: Local bem pequeno, com 5 mesas q forma fila na porta (dizem q a espera geralmente é de mais de 1h).A comida lá é fresca e caseira e o prato mais famoso é o tal dos ossos. Pois então vamos prová-lo. Pedimos os ossos com arroz e feijão pra acompanhar. Mas não subestime o arroz e feijão do Manel, é delicioso demaissssss e os ossos tbm... pedimos meia porção dos ossos e 1 de arroz e feijão e foi suficiente. O ambiente é cheio de guardanapos de clientes q deixaram recadinhos. Tem tbm varias decorações inusitadas. Tem que ir!



×