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  1. Estive semana passada no Parna Caparaó. Após subir o Bandeira e o Cristal no ano passado, o objetivo era subir os picos adicionais entre os maiores do Brasil (Cruz do Negro, Pedra Roxa, Tesouro e Tesourinho). Dia 1: Tronqueira -> Terreirão Cheguei em Alto Caparaó na 3ª-feira, por volta de 13:00, almocei e parti direto para o parque. Na entrada, os funcionários só perguntaram se eu já conhecia o parque (não perguntaram o destino, então não precisei omitir nada). Paguei a entrada e escrevi meus dados em uma folhinha. Fui de carro até o acampamento Tronqueira, a estrada pode ser percorrida por carros de passeio sem dificuldade. O caminho entre os acampamentos de Tronqueira e Terreirão é percorrido à pé. A trilha é bem marcada e simples (H: 3710 m, A: 458 m, D: 27 m ) ao lado de um riacho. Uma Araucária marca a metade do caminho. Cheguei no Terreirão (vazio!) um pouco antes das 16:00. Montei a barraca e fiquei tirando fotos por lá. A área é muito grande, deve ser engraçado nos finais de semana em que o lugar fica com mais de 50 barracas. A estrutura é boa: terra fofa e plana, banheiro e água. Fiquei passeando por perto até o por-do-sol, tentando me aproximar de um casal de aves e tirando fotos da região. Após comer alguma coisa, fiquei lendo na barraca e peguei rapidamente no sono. Era bom descansar o máximo, pois o dia seguinte seria o grande desafio... Dia 2: Terreirão -> Tesouro -> Terreirão Acordei cedo (5:30), com a barraca congelada pelo lado de fora . Com o frio, demorei pra tomar café, preparar a mochila de ataque, arrumar e trancar os equipamentos. Saí do Terreirão por volta de 6:30. Percebi depois que deveria ter saído mais cedo – a caminhada (ida e volta do Tesouro) é longa e exige todo o tempo disponível com luz do dia. Primeiro destino: Morro da Cruz do Negro (12º do Brasil, 2658m). A trilha começa pela trilha comum de acesso ao Pico de Bandeira. Após caminhar 20 min, a trilha chega em uma laje, onde se deve desviar para o norte, seguindo uma crista que começa na direção noroeste, depois norte. Em mais 35 minutos eu estava no cume da Cruz do Negro. O cume oferece uma vista muito legal, dos arredores, das montanhas ao sul (Bandeira, Pedra Roxa e Cristal) e do resto do caminho rumo ao Tesouro. Apesar do nome, o cume não tem uma cruz. A navegação até aqui foi tranquila. Mesmo sem trilha definida, há alguns totens, a trilha ocorre pela crista e o terreno não oferece obstáculos. Nenhum ponto de escalaminhada. Segundo destino: Pico do Tesourinho (21º do Brasil, 2584m). A trilha prossegue no sentido nor-noroeste. Após descer 90 m, sobe-se um pouco em um ombro da Cruz do Negro, onde finalmente se encontra uma cruz. A descida continua e a vegetação fica mais densa. Quando estava por volta de 2380 m, estava sem trilha definida, sem visão (nuvens atrapalhando a visão) e a vegetação densa prejudicava a evolução. Acabei me atrapalhando na hora de passar por uma cerca. O saldo foi um baita rasgo na calça e os dois pés dentro de uma poça . Pelo que percebi na volta, havia totens 40 metros à oeste de onde eu passei, em um caminho mais limpo. A partir da parte mais baixa, a trilha continua pro norte, subindo primeiro um ombro do tesourinho, depois o próprio pico. Cheguei no cume aproximadamente 2h depois do cume do morro da Cruz do Negro. A navegação entre a Cruz do Negro e o Tesourinho é mais complicada, principalmente no vão entre os dois picos. A falta de trilha bem definida fez com que eu errasse o caminho tanto na ida quanto na volta. Na ida, cruzei a cerca à leste do que deveria. Na volta, comecei a subir a Cruz do Negro à oeste do melhor caminho. Terceiro destino: Pico do Tesouro (14º do Brasil, 2620m). Desci o Tesourinho em direção a uma pequena elevação, sentido Nordeste. A partir dali, a trilha segue na direção Noroeste, contornando a parte íngreme de rocha pela esquerda. Apesar de não haver uma trilha bem demarcada, há totens no caminho (marquei 26 totens no GPS). De qualque modo, nem sempre há um totem visível a partir do próximo. Com isso, a navegação apresenta alguns problemas, principalmente na hora de subir o pico principal e na presença de nuvens (abundantes no dia). Acabei tentando subir por um caminho muito íngreme e tive que voltar no meio, passando um baita aperto (nessa hora bateu um medo por estar sozinho em uma trilha raramente usada). Um ponto importante é que não há qualquer trecho de escalaminhada pesada em todo o percurso, se você estiver subindo/descendo algo muito íngreme, não está indo pelo caminho correto. Após uma longa subida, chega-se ao primeiro cume. A caminhada termina em direção ao Norte, onde chega-se ao ponto mais alto (e existe uma placa de metal desgastada jogada num canto). A caminhada durou 2:30 a partir do Tesourinho, sendo que 20 minutos foram desperdiçados tentando subir no ponto errado e consertando a rota... O almoço no cume do Tesouro foi um típico momento de “mixed feelings”. Por um lado, eu estava feliz em ter chegado até o pico de mais difícil acesso do parque, aproveitando o visual entre as nuvens. Por outro lado, estava preocupado com o desgaste causado pela bota molhada, pelo tempo que seria necessário p/ voltar antes do sol se por e com eventuais novas dificuldades de navegação. Pensei tb nos 30 minutos de luz do sol que perdi ao sair “tarde” do acampamento. A volta começou por volta de 12:40. No geral, tive menos dificuldade para achar o melhor caminho, apesar de estar bem cansado e de pior visibilidade. Acabei errando o caminho entre o Tesourinho e a Cruz do Negro. Achei alguns totens que havia deixado de ver na ida (bem na parte baixa, onde errei o caminho e molhei as botas). Os totens acabaram me levando a começar a subida (do ombro que precede o Morro da Cruz do Negro, não o principal) em um ponto ruim. Acabei tendo que corrigir indo para Leste. Cheguei no cume do Morro da Cruz do Negro às 17:30, com o sol prestes a se por. O visual foi fantástico: o vento parou e a combinação de nuvens com as luzes criadas pelo por do sol foi mágica. Mesmo cansado, e preocupado pela navegação durante a noite, parei p/ apreciar a vista e tirar algumas fotos, que nem de perto retratam a beleza do momento. O resto da caminhada foi sem maiores problemas, mesmo no escuro. Fiz o mesmo caminho até o Terreirão (acho que dá pra ir por outra crista, sem passar pela trilha ao Bandeira). Cheguei no acampamento as 18:20, quase 12 horas depois de ter partido, completamente exausto. Ir e voltar do Tesouro envolve um esforço grande para um dia (H: 14140m, A 1241m, D: 1241m). Uma boa comparação é com subir e descer o Pico Paraná em um dia. Mesmo com menos trechos de escalaminhada e distancias menores, a ida e volta ao Tesouro é mais desgastante. Em primeiro lugar, a trilha do Pico Paraná tem um começo fácil, com trilha bem marcada e pouca inclinação, o que não ocorre na ida ao Tesouro. Além disso, eventuais caminhadas por trechos sem trilha desgastam mais do que as partes “corrida de obstáculos” na trilha do PP. Havia outros dois caras acampando solo no Terreirão e deu pra bater um papo, enquanto me preparava p/ dormir. Estava muito cansado e foi a melhor noite de sono que já tive em uma barraca. Dia 3 – Terreirão -> Bandeira -> Terreirão -> Tronqueira No dia seguinte, acordei com muitas dores nos pés (bolhas) e nos músculos. Pra piorar, o tempo estava completamente fechado. Apesar disso, fui em direção ao Pico da Bandeira, visando chegar até a Pedra Roxa. Não estava decidido entre tentar contornar o Bandeira por baixo ou avançar a partir da crista em seu cume. Ao longo da trilha, tentei achar algum caminho lateral que fosse adequado, mas a falta de visibilidade prejudicou qualquer avaliação. Acabei subindo até o cume do Bandeira, que estava em condições hostis - sem visibilidade alguma e fortes ventos. Como não conseguia ver a Pedra Roxa, fiquei na dúvida se a crista disponível ao lado do “Cristo” era a que levava à sela entre as montanhas. Esperei uns 30 minutos abrigado do vento para que as condições melhorassem, mas o tempo continuava muito ruim. Com as rochas molhadas, desgastado e sem visibilidade acabei desistindo de ir até a Pedra Roxa. Ia ter que voltar ao Caparaó uma 3ª vez para completar os 6 picos (o Calçado não conta...). Aceitando o clima desfavorável, me arrastei até o Terreirão, e dali até o acampamento Tronqueira. O curioso é que o clima estava ótimo abaixo de 2400 m de altitude... quente, seco e sem vento. O problema só aparecia acima de 2600 m. O saldo de subir/descer o Bandeira, incluindo algumas tentativas de achar uma trilha lateral, mais a volta ao Terreirão e a descida ao Tronqueira foi H: 11210m, A: 719m, D: 1151m. Teria sido um dia fácil não fosse o desgaste do dia anterior.
  2. Pessoal, gostaria de compartilhar minhas viagens, pois vocês sempre me ajudam quando compartilham suas experiências. Em 2013 fiz minha primeira viagem (organizada por mim mesma), não foi tão boa quanto poderia ter sido, aprendi muuuuito com isso. Bom, em Janeiro de 2013, resolvi do nada ir viajar para o ES. Meu marido e eu compramos a passagem de avião de ultima hora, apesar de tudo não saiu tão caro. Chegamos em Vitória-ES e pegamos um ônibus para Vila Velha (na época não haviam UBER) não foi uma experiência muito boa, pois percebemos que os ônibus enchem muito e com nossa mala gigante não foi tão legal. Escolhi um hotel de péssima qualidade, nunca mais faço isso, hoje em dia olho todos os detalhes possíveis para não cair na furada. CANCELAMOS a estada no hotel e seguimos a pé para a orla da Praia de Vila Velha e nos hospedamos no ITAPARICA PRAIA HOTEL, fechamos tudo na hora e o preço ficou excelente. Esse hotel eu super recomendo. Na região de Orla de Vila Velha (em 2013) não tinha muita coisa para fazer, é basicamente peixinho com batata frita na orla e caminhada no calçadão no fim do dia. A praia de VV é bonita, mas não tão surpreendente. Para quem mora em região praiana, não vai ter tanto impacto. A noite em VV é shopping, um ou dois bares e fim!!! Nada comparado a agitação do Rio. O melhor de VV foi a muqueca!!! Depois pegamos um ônibus e fomos para Guarapari. O ônibus horrível, mas blz. Ficamos Hospedados no Hotel Fragata, no final da orla da praia do Morro. A estada foi excelente (em 2013). Como fomos em janeiro, período de férias, tivemos que enfrentar a super lotação, muitos turistas sujando a praia. A noite quando andávamos pela orla (diga-se de passagem uma delícia para caminhadas e prática de esportes) nós viamos que a prefeitura limpava toda a praia, retirava o lixo. Pela manhã eu dava uma corrida (7h) e a praia super limpa. Quando os turistas chegavam... Nossa que tragédia, muuuita sujeira. No final da praia do Morro, próximo ao hotel Fragata, tem um caminho chamado Morro do Pescador, que você paga uma pequena taxa para entrar, tem uma trilha de fácil caminhada bem gostosa e boa para fotos e no fim tem uma prainha bem miudinha, mas um espetáculo a parte. Vale a pena ir conhecer. Fomos a Praia das Castanheiras e Areia Preta, normal, nada de espetacular para quem mora em região praiana. A noite na Praia do Morro é muito bom para tomar um sorvete, fazer um lanche, andar de bike. Um clima muito agradável. O QUE FIZEMOS DE ERRADO? SOMOS DO RJ, DEVERÍAMOS TER IDO DE CARRO DO RJ PARA ES, POIS PERCEBEMOS QUE AS MELHORES PRAIAS, AQUELA TIPO CARIBE, SÃO MAIS FÁCEIS DE ACESSAR SE ESTIVER DE CARRO, DESSA FORMA VOCÊ PODE IR BEIRANDO A ORLA E DESCOBRINDO TUDO QUE HÁ DE MELHOR. DE CARRO VOCÊ TAMBÉM PODE TRAZER AS FAMOSAS PANELAS DE BARRO E PEDRA, PODE CONHECER OS PARQUES NATURAIS ETC... ENTÃO A GRANDE DICA É: VÁ DE CARRO, SE VOCÊ MORA EM UM ESTADO QUE FAÇA DIVISA.
  3. Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil (de carro, talvez 4x4), por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb) Roteiro que pensei 21 dias 1º Dia 7h00 São Paulo(SP) -> Búzios(RJ) (já conheço o RJ de cabo frio para baixo) 11h de viagem - 700km 2º Dia Passeio por Búzios 3º Dia (compensa ficar 2 dias por la ou um so e suficiente para conhecer o que dizer ser um dos lugares mais lindos do brasil?) Passeio por Búzios 4º Dia 6h00 Búzios(RJ) -> Vitória(ES) 8h de viagem - 500km Passeio a tarde/noite por Vitoria 5º Dia (um dia para conhecer o principal da cidade e suficiente?) Passeio por Vitória 6º Dia 7h00 Vitória(ES) -> Porto Seguro(BA) 10h de viagem - 650km Passeio a noite por Porto Seguro/Trancoso(BA) 7º Dia Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA) 8º Dia Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA) 9º Dia 7:00 Porto Seguro(BA) -> Salvador(BA) 10h de viagem - 600km 10º Dia Passeio por Salvador e arredores 11º Dia Passeio por Salvador e arredores 12º Dia (compensa ficar 3 dias por la ?) Passeio por Salvador e arredores 13º Dia 7:00 Salvador(BA) -> Chapada Diamantina(BA) 6h de viagem - 450km Passeio durante a tarde Chapada Diamantina 14º Dia Passeio Chapada Diamantina 15º Dia (sei q a chapada e gigante e 10 dias nao sao suficientes para conhecer tudo, mas sera q em 2 dias dou conta de laguns lugares principais ou seria melhor pensar em mais dias ?) Passeio Chapada Diamantina 16º Dia 6:00 Chapada Diamantina(BA) -> Montes Claros(MG) 13h de viagem -> 900km 17º Dia Passeio Montes Claros 18º Dia 7:00 Montes Claros(MG) -> Ouro Preto(MG) 7h de viagem - 550km 19º Dia Passeio por Ouro Preto 20º Dia 7:00 Ouro Preto(MG) -> Belo Horizonte(MG) 2h de viagem - 100km Passeio por Belo Horizonte 21º Dia 7:00 Belo Horizonte(MG) -> São Paulo (SP) 8h de viagem - 600km Qualquer ajuda e bem vinda galera, vou dar uma procurada pelos tópicos aqui também, se soubrem de algum me mandem o link pf
  4. Hospedagem no Quality Suites Vila Velha - R$237,30 (desconto); Aluguel de carro Movida R$333,00; Mercado R$38,00; Combustível R$50,00 + R$104,39 Feirinha R$23,00 + R$10,00 Tem pedágio para ir até Vila Velha R$2,00 para carros. 1 Dia Acordamos as 08 e tomamos café no hotel, saímos em direção a Coqueiral de Aracruz. Voltamos na direção do aeroporto, passamos pedágio de R$2,00 só de ida, na volta para vila Velha ñ tinha. Chegamos em coqueiral, bem gostoso, água sem ondas na parte que ficamos, fizemos um lanche e fomos até a praia grande, essa bem movimentada, bastante mesas e cadeiras passamos o restante da tarde ali, depois disso voltamos para Vila Velha e tentamos encontrar a praia secreta, fica no sentido do Farol de Santa Luzia (não paga entrada), a entrada da praia secreta é um buraco na parede que leva ao farol, passamos de carro e ñ vimos, o GPS mandava em outra parte, rsrs A praia secreta é bem bonita também, tava meio lotada pelo tamanho e para finalizar fomos a praia onde tem o letreiro #amor💜es. No segundo dia, Saímos em direção a Matilde, passamos por um pedágio R$9,00, um pouco longo o caminho, mas muito bem identificado, não paga nada pra entrar, só difícil vaga, era feriado e tinha bastante movimento. Tem a parte do mirante da cachoeira e o mirante mais famoso circular (concorrido, rsrs), após o mirante fomos até a ferrovia, onde seguimos o caminho até o túnel dos escravos, caminhada bem tranquila e com sombras. Guarapari foi nossa segunda parada, tem feirinha de artesanato, praia para todos os gostos, ficamos no mar, orla gostosa, gostei de tudo, final do dia retornamos ao hotel novamente, fica bem localizado na praia da costa, caminhamos a noite para comer, várias opções e bem movimentada a orla, me senti super segura (o que é raro!). Terceiro e último dia. Pesquisamos e descobrimos que teria música no morro do moreno, onde já tínhamos intenção de conhecer. Massss, acordamos tarde, hahahahaha Começamos o dia no convento da Penha, muito lindo lá, queria assistir a missa, mas ñ tínhamos tempo, é realmente muito alto e com uma visão muito maravilhosa da cidade!!! Tem a opção se você quiser subir e descer de van R$5,00 os dois trajetos. Depois fomos ao morro do moreno, falaram q o melhor é subir antes das 14, devido a ter polícia, outros horários falaram que é arriscado, quase ñ quis subir, pois faço trilhas de morros em Curitiba e eu não estava de bota, apenas de chinelo, mas criei coragem e fui, qualquer coisa ficaria descalço, mas nossa é uma estrada, ñ é trilha (dizem que tem o outro lado que tem a escalada mesmo), mas BEM TRANQUILO subir e a vista é MARAVILHOSA!!!! PS. na volta o Bruno arrebentou o chinelo, rsrs o meu estava intacto. Depois disso ficamos na praia da Costa na frente do nosso hotel, tomamos banho e partimos para Vitória. Fomos ao monumento 360*, super bonito, amei!!! Enfim Vitória é uma cidade linda, cheia de natureza, morros, pedras, praia. Adorei e voltaria, sem contar que fizemos tudo e de maneira hiper barateza.
  5. Em minha terceira visita à Serra do Caparaó, queria chegar ao cume da Pedra Roxa (13º ponto culminante do Brasil com 2.649 mt segundo o IBGE) e conhecer a trilha ao Pico da Bandeira pelo lado Capixaba. Nas visitas anteriores, entrei pelo lado mineiro e conheci os demais cumes oficiais do parque (Bandeira, Cristal, Morro de Cruz do Negro, Tesouro e Tesourinho). Os locais se referem a um ombro do Bandeira como “pico do calçado”, mas acho que não faz sentido contabilizá-lo como um cume separado. Apesar de ser muito longe de SP, o Caparaó fornece visuais fantásticos e experiências diferentes das serras mais próximas, de modo que vale uma ou mais visitas. Por experiências diferentes me refiro ao tipo de terreno/montanha quanto o tipo de trilha. No terreno, há longos trechos de terrenos rochosos que podem ser percorridos sem trilha específica (e praticamente sem necessidade de escalaminhada) e o formato atípico do Pico do Cristal. Há trilhas muito demarcadas e utilizadas (todos os acessos ao pico da Bandeira), trilhas antigas e pouco usadas (o acesso ao Tesouro) e cumes sem trilha específica (caso da Pedra Roxa). Ida Saí de carro de Sampa na 4ª-feira à noite (24/jun), pernoitei em Volta Redonda e cheguei na entrada capixaba do parque, portaria de Pedra Menina, por volta das 14:00 do dia seguinte. Havia reservado uma vaga no acampamento Casa Queimada, mas fora dos finais de semana e feriados não é necessário. Em todas as vezes que visitei o parque em jun/jul fora do fds, havia no máximo 30 pessoas e dessa vez eu era o único visitante do lado capixaba. Os funcionários do parque passam algumas recomendações e entregam uma folha com regras/dicas. Parece menos restritivo do que o controle do Itatiaia: você assina o registro de entrada e segue em frente, sem ter que declarar explicitamente o destino (embora fique implícito que vc vai visitar apenas as atrações “normais” do parque, sem acessar os picos “esquecidos”). O lado capixaba Uma coisa interessante do lado capixaba é que os dois acampamentos podem ser acessados com carro de passeio. O primeiro acampamento é o Macieira, de onde saem trilhas curtas para duas cachoeiras (Sete Pilões – 200 m e Aurélio – 1km). Cuidado ao estacionar para não quebrar as tocas dos tatus que ficam na entrada do acampamento. Seguindo a estrada, há mais uma cachoeira (200 mt de trilha) um pouco à frente. Avançando, há um mirante um pouco antes do acampamento Casa Queimada. A estrada termina no acampamento Casa Queimada, que dispõe de bom espaço para barracas, banheiros completos e mesas. Há uma casa, mas não sei quais as regras para utilização. Passado o por do sol, li um pouco, jantei e fui dormir, sem mais ninguém no acampamento e MUITO frio . A subida ao Pico da Bandeira Acordei as 3:30 da manhã, disposto a pegar o nascer do sol no Pico do Calçado (já havia visto do Bandeira e queria um ângulo diferente). Com o frio, demorei mais do que o normal para tomar o desjejum e guardar o equipamento. Desta vez, optei por organizar tudo (exceto a barraca) e guardar no carro, o que me tomou tempo. Nas últimas visitas ao parque, deixei a mochila dentro da barraca, mas preferi não arriscar. Deixando a barraca, queria poupar tempo e deixa-la secando com o sol da manhã (ledo engano, como descrito mais pra frente...). Com a mochila de ataque e bem agasalhado, iniciei a subida as 4:25. O caminho pelo lado capixaba é maior do que o pelo Bandeira a partir do Terreirão, O ganho de altitude é 707 m vs 490 m do lado mineiro. Contudo, o visual é melhor. A caminhada é mais aberta, permitindo a observação das cidades na parte baixa e do Pico do Cristal. Um pouco antes do Pico do Calçado, é possível ver o Bandeira de um dos melhores ângulos e o Cristal. Do lado mineiro, vc sobe sem uma visualização clara do Bandeira e com pouca vista de fora da Serra. O tempo aberto deixou o visual fantástico. O céu começou a clarear um pouco antes de eu atingir o ponto em que podia visualizar o Bandeira (+ seus 4 ombros) e o Cristal. O sol nasceu as 6:21, quando eu estava no Calçado (quem quiser chegar ao Bandeira precisa andar rápido ou sair mais cedo do acampamento). A partir dali, a caminha ao cume do Bandeira é tranquila (+ uns 15/20 minutos). Cheguei as 6:47, o céu estava aberto e conheci um pessoal que havia subido durante a noite pelo lado mineiro. Distancia Casa Queimada - Bandeira – (um sentido): h: 4.39 km, a/p: 707m -142m Subindo a Pedra Roxa A Pedra Roxa é um pico que fica “escondido” pelo Bandeira ao longo das trilhas de acesso... podendo ser observado em alguns pontos da trilha pelo lado mineiro. Está a pouco mais de 1 km à Leste do cume, sendo o pico reconhecido pelo IBGE mais próximo do Bandeira. Pelo que entendo, há dois acessos. O mais fácil (acesso principal) é a partir do cume do Bandeira, descendo a crista à leste da Cruz. Outro caminho (alternativo) é circulando o Bandeira pelo norte no acesso mineiro. Dado o grau de declividade que existe entre a trilha capixaba e a Pedra Roxa, não acho que exista uma rota viável pelo outro lado... No ano passado, eu procurei o tal acesso alternativo circulando o Bandeira por cima, saindo do acesso mineiro, e só vi vara-mato... dessa vez queria garantia de sucesso e fui pelo acesso mais simples. Achei várias descrições dessa rota na internet, mas nenhum tracklog. Apesar de não ter trilha demarcada, o acesso principal é simples, sem escalaminhada ou vara-mato pesado. Isto gera uma boa dica de orientação, se a escalaminhada/desescalaminhada está íngreme ou se o vara mato está muito pesado, é hora de reavaliar a rota... Partindo do cume, a descida pela crista leva ao colo entre as montanhas (altitude 2530 mt). A partir dali, basta subir até o cume, preferencialmente circulando no sentido horário. Se subir em linha reta (a partir de um eixo imaginário entre os dois cumes) a subida fica muito inclinada. Saí do cume do Bandeira as 7:05, chegando no colo as 8:30 e no cume as 8:55. Enfim, eu havia conquistado a última das seis montanhas “oficiais” do Caparaó O cume é marcado por um conjunto de pedras e não possui livro de registros (algo comum a todas as montanhas do Caparaó). Eu estava ansioso para visualizar e fotografar o resto da serra a partir da Pedra Roxa, que é “deslocada” à leste de um eixo Norte – Sul que liga as demais montanhas (de cima pra Baixo: Tesouro, Tesourinho, Cruz do Negro, Bandeira e Cristal). Mas a natureza foi caprichosa e trouxe nuvens bem no momento em que eu atingi o cume. Após 30 minutos percebi que o período de céu aberto havia acabado e havia chegado de começar a caminhada de volta pro acampamento... Distancia Bandeira – Pedra Roxa (ida): h: 1.56 km, a/p: +130 -306m A volta Como normalmente ocorre nos trechos sem trilhas, a rota da volta entre a Pedra Roxa e o Bandeira foi bem melhor do que a da ida. Quem quiser o tracklog, pode entrar em contato. Uma coisa legal do colo entre as montanhas é o visual do Bandeira. Acho que é o melhor ângulo para observar a magnitude da 3ª maior montanha do Brasil (a maior 100% em território brasileiro). De resto, voltei pelo mesmo caminho, chegando no acampamento as 13:35. Fui surpreendido por uma forte chuva nos últimos 4 km. A trilha é tranquila e a chuva exige apenas um cuidado extra, sem oferecer dificuldades sérias. Distância percorrida (bate e volta completo): h: 12.24 km a/p: +1339 m -1339 m Em suma, a Serra do Caparaó oferece diversas oportunidades de hiking e trekking para diferentes tipos de preparo físico e experiência. Certamente vale a(s) visita(s).
  6. O Monte Mochuara é um maciço de pedra com 718 m de altura e pode ser visto de vários pontos da Região Metropolitana. Habitat natural de diversas espécies ameaçadas de extinção, é considerado o principal ponto turístico natural de Cariacica. De origem indígena e com influências das culturas negras e europeias, Cariacica é a imagem da miscigenação brasileira. Segundo os antigos habitantes, o nome surgiu da expressão “Cari-jaci-caá”, utilizada pelos índios para identificar o porto onde desembarcavam os imigrantes. Sua tradução é “chegada do homem branco”. A cidade reúne o urbano e o rural em plena harmonia e, de forma sustentável. O centro urbano abriga grande área comercial e cerca de 90 % da população, mas a região rural se estende por uma ampla área do território e, é marcada pela diversidade natural principalmente aos pés do Monte Mochuara. Monte Mochuara possui 728 metros de altitude. Esta montanha (a segunda mais alta da Grande Vitória) possui um paredão de cor esbranquiçada com cerca de 300 metros de altura que no momento está recebendo sua primeira via. Na base da montanha encontra-se um grande bloco negativo que possui boas vias esportivas. Outro local para se conhecer é a Estação Ferroviária de Cariacica, juntamente com a Estrada de Ferro Vitória-Minas. Um dos principais programas dos antigos moradores era ver o trem passar pela manhã em direção a Minas e à tarde em direção a Vitória. Segua abaixo algumas fotos
  7. Pitanga x Furnas 27 km O Mestre Álvaro é considerado uma das maiores elevações litorâneas (planalto) da costa brasileira e abriga uma das últimas áreas de Mata Atlântica de altitude do Espírito Santo. É um maciço costeiro que possui formato semicircular em planta, estruturado em um corpo de rocha intrusiva[1] (plutônica) granítica com cerca de 833 metros de altitude no Estado do Espírito Santo. Tem-se uma vista panorâmica de toda a Região Metropolitana de Vitória e região de montanhas, e de lá avista-se os municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica, Santa Leopoldina, Fundão, Viana, e parte de Domingos Martins, além de uma bela vista do oceano Atlântico. O Mestre Álvaro é um maciço granítico que, devido à sua altura e posição, tem servido à navegação marítima há séculos. Ele é citado em documentos cartográficos do século XVI. Possui um bosque rico em fauna e flora nativas e algumas cavernas. Está localizado no município da Serra, que faz parte da região metropolitana da Grande Vitória. Possui 3.470ha e uma variação altimétrica de 100 a 850 m. Situa-se entre as coordenadas de 20º 08´ 32 “e 20º 11´ 28” S e 40º 07´ 42 “e 40º 19´ 44” W. De acordo com a classificação fitogeográfica do IBGE (1987), a vegetação predominante é a floresta ombrófila densa submontana. No entanto, a maior parte da área está, atualmente, coberta por pastagens, e a vegetação nativa, ainda que alterada, está restrita às áreas de difícil acesso. Descrição -1°Dia: Pitanga x Gruta dos Paneleiros camping . Saída 16 hs chegada 18 hs 5 km -2°Dia: Gruta dos Paneleiros x Trilha Norte x Pique da Globo x Pedra do Apartamento x Gruta do Jardineiro x Gruta dos Maconheiros x Topo x Gruta do Jardineiro.Saida 10 hs chegada 18 hs 14 km -3°Dia: Gruta do Jardineiro x Pirâmide (Trilha nova) x Risoleta x Gruta Alexandria x Lajinha x Trilha Seca x Furnas. 8 km.
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