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divanei

A Clássica e Arrebatadora Travessia Rui Braga x Rebouças - Mauá, Itatiaia

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Blz Divanei.

 

Eu só lamento que belas trilhas que existiram na Mantiqueira, hoje em dia estão fechadas.

A Reconter (no interior do PNI) e a trilha do Caçador (entre SF Xavier e M.Verde) são alguns bons exemplos.

Uma outra que eu fiz em 2006 que é a trilha do Pico do Carrasco, que segue pela crista da Mantiqueira entre Piquete e Campos do Jordão também se fechou em alguns pontos.

Recebi um e-mail alguns meses atrás de que só no vara mato p/ seguir por trechos dessa travessia e com isso é até perigoso caminhar por lá.

Uma pena, porque o lugar é muito lindo com belos visuais.

Outra trilha é do Pico São Sebastião (em Ilhabela) e o Pico do Frade (próximo de Angra dos Reis). Nesses dois, recebi um retorno de pessoas que tentaram fazer, mas só encontraram mato muito alto e não completaram.

No S. Sebastião uma das pessoas passou muito mal pela falta de água na trilha e teve ajuda de um caçador ou um palmiteiro que estava pela área.

 

Nossos relatos têm mesmo que servirem como guias, porque senão daqui a pouco o que relatei acima vai acontecer em outras trilhas.

 

 

 

Fala Francisco.

Depois de muitos anos montando aquele blog lá no Multiply p/ deixar do jeito que ele tá, vou ter de recomeçar do zero em outro site.

Agora que o multiply vai fechar, vou perder muita coisa de lá. Pelo menos tenho backup de tudo.

Os relatos vou postar no blogspot da minha assinatura.

E as fotos já tô transferindo p/ o Flickr, aos poucos.

 

 

 

Abcs

 

 

 

 

 

Olá Augusto,

 

Que isso, eu o tenho como referência. Ponto!

E comungo do seu pensamento: Uma informação só faz sentido se compartilhada e não se levada conosco pro cemitério!

Penso que só isto já seria mais que suficiente para sufocar o ego de meio mundo por aí rsrs

 

Grande abraço, saiba que acompanho o seu blog ok? Grande abraço

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Que relato bacana!!!

Que fotos bacanas!!!

Show o relato.

Já fiz a Travessia Rui Braga duas vezes, no sentido Parte Alta para a Parte Baixa e o declive é muito grande. Show pela força!!

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    • Por carlosfilho
      Resumidamente, estou procurando um companheiro ponta firme e casca grossa afim de uma travessia hardcore com nível de dificuldade maior do que a Famosa Serra Fina!!
       
      QUEM ESTIVER AFIM LEIA O RELATO INTEIRO PARA VER SE ENCARA
       
      clássica Travessia Rebouças Mauá está interditada faz muito tempo. O Acesso por meios legais, ou seja, pela portaria do parque é de fato impossível, porém existe meios para acessar esta trilha a partir de um acesso em engenheiro passos que na verdade é um desafio muito maior do que a própria rebouças máua.
       
      Este acesso na verdade é uma trilha de caçadores e catadores de pinhão que não pode ser classificada exatamente como uma trilha, e sim como um complexo mosaico de trilhas, uma vez que existem várias bifurcações oriundas da exploração da mata. Em 2007 consegui atingir a crista de itatiaia após 12 horas de caminhada nesta mata infernal, ocasião aonde havia algumas fitas, colocadas pelo Sérgio Beck (conhecem?) que me ajudaram muito. Porém nesta mata perdi 2 dos 3 litros d'água que carregava e para piorar perdi a carta topográfica do local, uma vez na crista não há trilhas e a navegação por mapa era fundamental. Neste dia andei por 16 horas!!! 6 horas em completa escuridão até achar um local para acampar, sem uma gota de água. No dia seguinte só fui achar água as 12:00 mais ou menos, não preciso nem dizer o estado que eu estava. Pois bem, neste dia ainda tive problemas de navegação e acabei me perdendo em altas tocheiras de capim navalha perto do abrigo massena, fiquei um caco!! Acampei e resolvi abortar a viagem no dia seguinte e sai correndo feito louco para conseguir driblar a fiscalização do parque e sair pela portaria.... UFA!!
       
      Bom, em 2008 voltei, a trilha no meio da mata estava horrivelmente fechada, sem sinal das fitas , após umas 7 horas de caminhada fui surpreendido por caçadores apontando armas para mim, e para piorar a situação tinha um porco do mato morto pendurado de cabeça para baixo, eles acharam que eu era do IBAMA, troquei um papo com o pessoal e resolvi continuar a trilha, mas como não achava o caminho certo tive que fuçar perto do acampamento dos caras e percebi que um deles me seguia, resolvi abortar novamente e voltei no mesmo dia tudo aquilo que andei, por sorte na ida havia marcado a trilha com fitas, e ganhei muito tempo.
       
      Bom este ano vou voltar, planejo fazer toda a viagem em 3-4 dias porém não será em qualquer feriado (estarei em férias) estou procurando um parceiro de trip pois estou cansado de fazer travessias sozinho. Na verdade procuro parceria para projetos mais ambiciosos inclusive (alta montanha), é melhor que se tenha alguma ou muita experiência em travessias, pois não adianta apenas ter bom preparo físico, em algumas ocasiões o preparo psicológico é o que mais conta.
       
      se você curtiu o relato e estiver afim de ir nesta viagem entre em contato para conversarmos melhor.
       
       
      Abraços
    • Por Demetriusrj
      Fala galera, o negócio é o seguinte. Dia 23 de junho (domingo) foi o dia da SUPER LUA e na noite do dia 22 (sábado) para o dia 23 (domingo) tínhamos a certeza de que a lua estaria maravilhosa, então decidimos fazer uma mega Travessia sob a luz do luar. Os aventureiros eram, eu (Demetrius), o Chico bala e o Airton. Decidimos fazer as duas Travessias do Parque de uma só vez. A Ruy Braga, no sentido Sede – Rebouças (subindo) conexão com a Travessia Rebouças – Mauá, Via Rancho Caído. Decidimos parar a Travessia em Maromba, na Cachoeira do Escorrega e não em Visconde de Mauá.
       
      Começamos a Travessia Ruy Braga (Perto da Cachoeira Véu da Noiva), às 08:30 hs da manhã do dia 22 de junho (sábado) e começamos a subir. O tempo estava fechado e com muitas nuves.
       
      Levei os dois amigos para conhecer o antigo Abrigo Lamedo, mas por pouco não sofremos uma tragédia, pois fomos atacados por abelhas e o meu amigo Airton levou aproximadamente umas 20 (vinte) picadas de abelhas. É isso mesmo, umas 20 picadas. Eu tomei uma, pois fui o primeiro a descer, o Chico tomou umas 4 e o nosso amigo acabou tomando a pior. Que bom que ele não é alérgico, pois se fosse, estaríamos com sérios problemas. Então fica a dica. Não entrem no Abrigo Lamedo.
       
      Chegamos na região do Abrigo Rebouças por volta dàs 15:30 hs. Foram 7 horas de subida. Durante a semana a AMAN (academia militar) estava fazendo exercícios por lá e as barracas ainda estavam montadas, só com uma pessoa tomando conta e essa pessoa era amigo nosso, então decidimos sair da ventania e entrar na barraca para fazer nosso rango, tomar um café e partir para a segunda Travessia.
       
      Saímos do Abrigo Rebouças às 17:00 hs. Muita névoa e tempo fechado. Estávamos tendo a certeza de que não iríamos ver a SUPER LUA, mas continuamos.
      E por volta das 21:00 horas e depois de muita ventania que levaram as nuvens para longe, a grande lua cheia, a SUPER LUA, apareceu e nos acompanhou até o final.
      Por volta das 22:00 hs paramos para tomar uma sopa quente. Como tínhamos apenas um fogareiro era uma sopa de cada vez e quando um estava fazendo a sopa, os outros estavam descansando.
       
      Passamos pelo Rancho Caído por volta das 23:20 hs e chegamos ao final da Travessia na Cachoeira do Escorrega na Vila de Maromba as 03:10 hs da manhã do dia 23 de junho (domingo). Foram quase 19 horas caminhando. Muito cansado, mas muito feliz.
       
      Travessia linda e maravilhosa, mais ainda ter realizada sob a luz do Lua da MEGA SUPER LUA.
       
      Segue as fotos.
       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

       

    • Por Samuel Oscar
      Fala, GALERA!
       
      Depois de muito tempo utilizando e usufruindo deste site que sempre me auxilia nas TRIPS, segue meu primeiro relato e meu vídeo de uma travessia incrível, mas que não saiu como o planejado.
      Primeiramente, quero agradecer as belas informações que obtive nos relatos do Rafael Santiago e do Augusto e a outros colaboradores que descrevem como poucos uma aventura. Obrigado! :'> :'>
       
      Vou separar o relato em três etapas, sendo a primeira com informações de minha aventura em um dia, a segunda com o video desta TRIP e a ultima com informações e dicas do trajeto tradicional em dois dias.
       
      ETAPA 01
       
      A travessia se iniciou no dia 04/05/2013 no abrigo Rebouças. A trilha passa pela base do Pico da Pedra do Altar (sendo possível acessar o cume), desce ao Vale Aiuruoca (Cachoeira Aiuruoca) e contorna os Ovos da Galinha, adentra o Vale dos Dinossauros (nascentes do Rio Preto) e desce por dois percursos: o oficial, pelo Mata-Cavalo até o Vale das Cruzes, entre Mauá e Maringá e o segundo a Maromba (Cachoeira do Escorrega), sendo este ultimo o escolhido pelo grupo.
       
      O grupo foi formado por 19 pessoas e os atletas eram: Meu amore Pâmela, Rafael, Jeff, Felipe, Leandro Roots, Jaque, Edu e Daiane, todos de São Paulo-SP, Lielto, de Curitiba-PR, minha cunhada Patricia e meu irmão Isaque, de Caraguatatuba-SP, o casal Jú e Gui, de São José dos Campos-SP, Klemilson e Adriano Kako, de Guarulhos-SP, Nelson, de Tietê-SP, João e Lívia, de Volta Redonda-RJ e eu, Samuel, de Pindamonhangaba-SP.
       
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      935181_524694217576542_2133916132_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      Depois de muitas sugestões, informações e acertos no evento criado no facebook, seguimos ao encontro de todos no posto do Marcão (Portaria da parte Alta do Parque). Por volta das 09:30hrs, depois de todos assinarem a entrada e organizarem as mochilas, partimos para o Abrigo Rebouças.
       
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      941381_642049809143188_1232874135_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      Seguimos pelo mesmo caminho que leva ao Agulhas Negras até a bifurcação depois da Ponte Pênsil.
       
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      320888_10200456893958071_1720296346_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      Pouco mais de 100m depois da ponte, tomamos à esquerda na primeira bifurcação (com placa Pedra do Altar) e à esquerda, novamente, na segunda bifurcação, 30m depois da primeira, esssa mais sútil e com placa (à direita se vai à Asa de Hermes, curiosa formação que tem o nome devido a uma pedra inclinada em seu topo, que lembra a asa do capacete de Hermes, mensageiro dos Deuses no Olímpio). Nesta altura o Belo Pico Agulhas Negras ja se torna bem oponente na travessia.
       
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      197635_492786580787496_892157847_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      Na subida acentuada paramos para um lanche com muitas risadas.
      (Adriano Kako, Presidente Gui e Leandro Roots: pessoas que não podem faltar numa TRIP).
       
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      601941_10200456901598262_865611453_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      Energias renovadas, seguimos subindo até uma clara bifurcação: a direita leva à Pedra do Altar, ponto mais alto de toda travessia, a 2.575m. Neste ponto, o grupo se separou. Meu amore Pamela, o Rafa, o Gui, o Lielto e o Jeff seguiram comigo para desbravar o Pico (VISUAL MASSA).
       
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      GOPR5419 por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      Após alguns minutos no cume, retornamos a trilha, rumo ao encontro do restante do grupo. No decorrer do trajeto muitas atraçõe sensacionais como por exemplo Ovos da Galinha .
       
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      O reencontro foi em um local suspeito a ser o Rancho Caído (piso plano e protegido). Mas, o mesmo, de acordo com relatos, não demonstrava ser o local de acampamento. Pelas minhas pesquisas, o local deveria abrigar, mais ou menos,15 barracas.
      Surgiram algumas dúvidas e, conseqüentemente, os perrengues começaram, pois o grupo desejou seguir a trilha para tentar achar o local que poderia abrigar as 15 barracas. Porém, não o encontramos antes do anoitecer. Por via, o psicológico do grupo começou a ficar abalado. Não apenas pelo cansaço, mas, também pelo piso e a descida com muitas pedras.
       
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      320842_10200456912678539_1126603778_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      Após muitas horas procurando pelo local, tudo indicava que iríamos direto ao final da travessia: "Maromba". Depois que pasamos pela última bifurcação (seguimos pela esquerda), o grupo se separou pois, todos estavam muito cansados. Uma parte do grupo (Gui, Jú, Edu, Daiane, Leandro Roots, Jeff, klemilson e Adriano) optou por montar as barracas perto da trilha e, Jaque e Nelson também optaram pelo camping selvagem, no final da trilha.
       
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      O restante do grupo seguiu em direção a Maromba, rumo a um camping na cidade.Por volta das 23:00hrs, chegamos a Cachoeira do Escorrega. De acordo com algumas informações que conseguimos pela redondeza, o camping ficava a 3 km. Como estavámos muito cansados, tanto física como psicologicamente , decidimos ir em busca de alguma pousada.
       
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      A salvação foram 3 chalés, sendo dois para os casais (João e Livia, Isaque e Patricia) e o outro para o Rafael, o Felipe, o Lielto -que se acomodaram pelos comodos- e uma cama de casal para eu e a Pâmela. O resgate estava programado para as 12:00hrs na Cacho do Escorrega e o mesmo, com alguns minutos de atraso, chegou no local acordado. Ufaaaaaaa! Estava preocupado, com muito receio do resgate nos deixar na mão, mas o motorista AMARILDO pessoa muito honesta cumpriu com o combinado. Por fim, depois de muitos perrengues, tudo acabou bem. Com certeza, teremos boas lembranças e histórias para toda a vida. Como Guilherme Cavalari diz:
       
      "Cada um tem que encontrar a tua estrada o teu veiculo a tua trilha.
      Não existe padrão ou certo e errado, o importante é as pessoas arriscarem estar disponível para coisas diferentes para as novidades e concerteza "arriscar" pois, esta cada vez mais claro que a vida ta no movimento, onde não tem o movimento não tem vida... "
       
      Viajar e desbravar a natureza faz com que agente se sinta-se muito vivo, porque os movimento que decorrem uma travessia como esta , da o grande sentido da vida em um grupo como este que, tive o privilegio e o prazer de participar.
       
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      225640_642070322474470_1845985230_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]
       
      ETAPA 02
       

      VISITE MEU CANAL... INCREVA-SE
       
       
      ETAPA 03
       
      Segue abaixo o DOC que levei com as informações que obtive pela net e pelo site:
       
      1º DIA: DO ABRIGO REBOUÇAS AO RANCHO CAÍDO (14,7Km) duração 07hrs.
      2º DIA: DO RANCHO CAÍDO A MAROMBA (8,5km) duração 04hrs.
       
      PERCURSO: Sem grandes aclives. Algum degrau ou outro para percorrer nos trechos mais planos. Porém em dias claros e devido aos Campos de Altitudes é recomendado protetor solar e chapéu. Há bastantes pontos de água, somente no segundo dia que se leva cerca de 2 horas para o primeiro ponto de água.TOTALIZANDO - 23,2km de travessia.
       
      LOGISTICA:
       
      Deixamos os carros no Posto do Marcão (entrada do parque).
      Resgate em Maromba (R$35,00 por pessoa). Contato Amarildo (03591297522) trabalha com kombi e tem muitos amigos que tambem trabalham, com transporte.
       
      1º DIA:
       
      Portaria do parque (Posto Marcão) ao Abrigo Rebouças (30min)
      Direção ao mesmo caminho que leva aos Agulhas Negras até a bifurcação depois da ponte pênsil. Pouco mais de 100m depois da ponte toma-se a esquerda na primeira bifurcação (com placa Pedra do Altar) e à esquerda novamente na segunda bifurcação CUIDADO, 30m depois da primeira, essa mais sutil e sem placa (à direita se vai à Asa de Hermes, curiosa formação que tem o nome devido a uma pedra inclinada em seu topo, que lembra a asa do capacete de Hermes, mensageiro dos Deuses no Olímpio).
      Na subida acentuada uma clara bifurcação leva à direita à Pedra do Altar ponto mais alto da travessia toda, a 2.575m, na direção do Altar e ao chegar a um pequeno descampado deixar a mochila para subir suave, não leva mais que 10 minutos. Junto do topo encontra-se uma trilha à direita que segue na direção da Pedra do Sino.
      A trilha passa aos pés do grande rochoso que é a Pedra do Altar e logo inicia a descida ao Vale do Rio Aiuruoca. Uma curiosidade: nesse momento estamos saindo do estado do Rio e passando para terras mineiras.
      Em direção à Cachoeira do Aiuruoca e já no vale das nascentes do rio, passa-se por vários pequenos riachos que se convergem e seguem na direção norte e pouco antes de chegar na cachoeira, encontra-se uma bifurcação à direita que serve de atalho e nesse ponto encontra-se uma vareta com a ponta pintada de vermelho, que se encontra em vários outros pontos dessa travessia.
      Nesse ponto diverge a 2 travessias do PNI. Para o norte (esquerda) segue a Travessia da Serra Negra e cruzando o rio e seguindo para sudeste (mais pela direita) é a Rebouças-Mauá , seguindo a intrigante formação de pedras arredondadas sobrepostas a uma base conhecida como Ovos da Galinha o topo da mesma permite uma bela visão do vale das nascentes do Aiuruoca e a lateral da Pedra do Sino, que parece estar bem próximo.
      A caminhada pela trilha continua em direção ao topo da crista e outras varetas vão aparecendo pela subida ao chegar no topo do selado (Visual maravilhoso) que dá acesso ao Vale dos Dinossauros a um mirante aos 2507m que deixa boquiaberta com tamanha beleza.
      À direita, a quase onipresente Pedra do Sino. À esquerda, mais distante, a Pedra Selada de Mauá. E mais à esquerda, ainda bem mais distante, o Pico do Papagaio. Bem a frente, gigantes e magníficos, o Vale dos Dinossauros e uma longa crista culminando no imponente Pico da Maromba e um pouco mais abaixo o Marombinha se destacam na última crista que separa o vale de Visconde de Mauá das partes altas do PNI e na base desses dois picos é possível visualizar um pequeno trecho de mata atlântica com vários matacões no topo, que é o local onde o Rancho Caído está localizado e é lá que finaliza a caminhada do dia.
      A descida, a trilha dá uma grande volta em forma de ferradura (neste momento que se entendi o sentido da travessia. Se a trilha da travessia fosse objetiva ela passaria pelas laterais das Agulhas e não faria todo este enorme “s” que faz em seu percurso. Porém teria-se a vista de outras belezas como a Pedra do Altar, a Cachoeira Aiuruoca, a Pedra do sino, os Ovos da Galinha entre outros), inicialmente pela borda do imenso Vale dos Dinossauros, numa bifurcação onde um rabicho de trilha avança por entre o bambuzal, a trilha principal segue para a direita, contornando os bambus e nesse ponto existe uma vareta para sinalizar o caminho correto e ali ela é bem útil. Dalí o Rancho Caído já aparece do outro lado do vale ao lado de um trecho de mata atlântica, mas até chegar lá ainda tem de seguir descendo por entre a vegetação alta com bambuzinhos pelo caminho. Descendo por voçorocas, a trilha não demora mais que uns 15 minutos para chegar em 2 riachos e pouco mts antes de cruzá-los encontra-se uma bifurcação que sai à direita e segue margeando um dos riachos.
      ate chegar ao Rancho Caído que fecha no vale, O lugar é um grande descampado que fica no interior da mata, protegido e suficiente para umas 15 barracas.
       
       
       
      2º DIA:
       
      A trilha desce até um riacho e sobe até um ótimo mirante que proporcionou visão das Agulhas e Pedra do Sino para trás (sudoeste) e Visconde de Mauá e Pedra Selada para a frente (nordeste). Desse mirante passamos para a outra vertente dessa serra e começamos aos 2310m de altitude a longa porém suave descida chamada de Mata-Cavalo, na qual avistamos também o Vale do Paraíba ainda coberto por um tapete de nuvens. Na descida e topa-se com uma bifurcação que à esquerda morria numa clareira de acampamento que devia comportar bem umas três barracas apenas. .
       
      Voltando à trilha principal e mais uns 50 mts chega-se ao 1º riacho (2hrs meia). Seguindo a trilha, de vez em quando aparecem algumas aberturas mostrando todo o trajetoo a descer e cerca de 5 minutos depois do riacho encontro a 1ª bifurcação importante (1952m) na trilha, marcado por uma enorme bromélia junto da árvore. A trilha em frente vai sair no Vale das Cruzes, entre Maringá e Visconde de Mauá sendo a saída oficial e para esquerda terminar na Cachoeira do Escorrega (4,7km cerca de 30 minutos antes da Vila da Maromba).
      Dicas:
       
      # Se não conseguir deixar o comprovante em Visconde de Mauá ao término da travessia, é possível avisá-los pelo e-mail do Abrigo Rebouças.
      # Sinal de celular da VIVO só consegui na crista onde estão os Picos da Maromba e Marombinha.
      # Distâncias
      Posto Marcão até Abrigo Rebouças: + - 3 km
      Abrigo Rebouças até Rancho Caído: + - 12 km
      Rancho Caído até Cachoeira do Escorrega: + - 8,5 km.
      # Água não é problema nessa travessia, já que a trilha cruza com inúmeros riachos. O problema é o Sol, já que não existem áreas de sombra.
      Protetor solar e chapéu são itens obrigatórios.
       
      # Algumas altitudes dos lugares que passaremos:
      Posto Marcão: 2450 mts
      Morro do Couto: 2680 mts
      Abrigo Rebouças: 2350 mts.
      Pedra do Altar: 2530 mts
      Cachoeira do Aiuruoca: 2360 mts
      Ovos de Galinha: 2400 mts
      Rancho Caído: 2300 mts
      Cachoeira do Escorrega: 1400 mts
       
      Creditos as fotos:
      Jeff Walker, Felipe Santos e Jaqueline Barbosa
       
      Qualquer duvida é soh GRITAR
      Desculpe os erros de um primeiro RELATO
    • Por rafael_santiago
      Cachoeira do Aiuruoca
       
      As fotos estão em http://lrafael.multiply.com/photos/album/135/135" onclick="window.open(this.href);return false;.
       
      A travessia Rebouças-Mauá é uma caminhada clássica do Parque Nacional do Itatiaia que permaneceu proibida durante cerca de duas décadas, até ser oficialmente reaberta em junho de 2011. Ela tem início no abrigo Rebouças, passa pela base da Pedra do Altar, desce ao vale do Aiuruoca, contorna os Ovos da Galinha, adentra o Vale dos Dinossauros (nascentes do Rio Preto) e desce pelo Mata-Cavalo até o Vale das Cruzes, entre Mauá e Maringá.
       
      Para mim essa caminhada tem um significado especial pois deveria ter sido a minha primeira travessia se o tempo tivesse permitido. Na ocasião, decidimos abortar no abrigo Rebouças devido à chuva, frio intenso e neblina depois de ter caminhado desde a sede do parque, na parte baixa. Isso foi em 1991. Logo depois as travessias no Itatiaia foram todas fechadas.
       
      No ano passado eu e alguns amigos quase fizemos essa travessia, mas novamente o tempo não ajudou e cancelamos a viagem. No final de semana passado essa pendência finalmente foi acertada, e em grande estilo. O Rodrigo ficou responsável pela autorização para a travessia (solicitada pelo e-mail [email protected]) e eu me incumbi de fechar um transporte para nos levar de Itanhandu à portaria do parque.
       
      1º DIA: DO ABRIGO REBOUÇAS AO RANCHO CAÍDO
       
      Na sexta-feira partimos de São Paulo eu, Rodrigo, Gibson, Ronald e Amarildo no ônibus da Cometa das 23h30 em direção a Itanhandu, onde desembarcamos às 4h07. Às 4h45 chegou o nosso transporte, a kombi do Amarildo de Itamonte, que nos levou até a portaria da parte alta do parque, mas não sem antes termos uma parada numa padaria de Itamonte para um rápido dejejum.
       
      Chegamos à portaria do parque (Posto Marcão) às 7h15, preenchemos e assinamos a papelada e demos início à caminhada às 7h45 com muito frio pois o sol ainda não havia alcançado o começo da estrada que leva ao Rebouças. Na portaria o termômetro acusava 5ºC. A altitude é de 2444m. Uma pausa próximo ao abrigo, 3km depois, para pegar água e terminar de ajeitar as mochilas e partimos às 8h45 com sol mais forte, logo começando a dispensar as blusas grossas.
       
      O caminho é o mesmo que leva às Agulhas Negras até a bifurcação depois da ponte pênsil. Pouco mais de 100m depois da ponte toma-se a esquerda na primeira bifurcação (com placa) e à esquerda novamente na segunda bifurcação, 30m depois da primeira, essa mais sutil e sem placa (à direita se vai à Asa de Hermes). Na subida acentuada que se segue paramos para descansar e ver os vários grupos que se aventuravam na subida das Agulhas. Às 10h20, no final da subida, uma clara bifurcação leva à direita à Pedra do Altar. Mas nosso caminho era à esquerda, descendo. Observação: esse é o ponto mais alto de toda a travessia, 2575m.
       
      A trilha passa aos pés do grande rochoso que é a Pedra do Altar e logo inicia a descida ao Vale do Rio Aiuruoca. Uma curiosidade: nesse momento estamos saindo do estado do Rio e passando para terras mineiras. Logo se avista no fundo do vale, mais para a direita, a intrigante formação de pedras arredondadas sobrepostas a uma base conhecida como Ovos da Galinha. E à direita vai surgindo a bela Pedra do Sino (9ª montanha mais alta do Brasil segundo o Anuário Estatístico do IBGE), com sua encosta esquerda bem alongada, por onde se tem acesso fácil ao cume. Alcançamos o Rio Aiuruoca e o atravessamos sem dificuldade para chegar às 11h45 a sua bela cachoeira, caminhando pela margem direita.
       
      O dia de sol estava perfeito para fotos do verde e transparente poço, assim como para uma pausa para lanche e até um cochilo ao som relaxante da queda-d'água. Ali um grupo de oito pessoas que também estava fazendo a travessia nos alcançou e seguiu na nossa frente.
       
      Explorei por ali a trilha que vai para as Cabanas do Aiuruoca pois é na cachoeira que as travessias da Serra Negra e Rancho Caído se separam. A travessia da Serra Negra desce até as cabanas, passa pelo bairro da Serra Negra e termina na vila da Maromba.
       
      Partimos às 13h10 subindo de volta alguns metros a margem do rio e quebramos para a esquerda sem atravessá-lo, iniciando a aproximação e o contorno dos Ovos da Galinha pela esquerda. Paralelas à trilha atual, valas profundas registram o local exato do caminho original, carcomido pela erosão e pelo trânsito durante décadas. Estacas de madeira finas e altas pintadas de vermelho confirmam o caminho certo durante boa parte da caminhada a partir daqui.
       
      Terminada a subida que deixava o vale do Aiuruoca para trás, alcançamos às 13h57 um mirante aos 2507m que nos deixou boquiabertos com tamanha beleza. Bem à nossa frente, gigantes e magníficos, o Vale dos Dinossauros e uma longa crista culminando no imponente Pico da Maromba. À direita, a quase onipresente Pedra do Sino. À esquerda, mais distante, a Pedra Selada de Mauá. E mais à esquerda, ainda bem mais distante, o Pico do Papagaio. Uma visão realmente estonteante.
       
      A descida que se seguiu deu a impressão de que tomaríamos a direção direta para Mauá (nordeste), porém a trilha dá uma grande volta em forma de ferradura inicialmente pela borda do imenso Vale dos Dinossauros, passa pelo Rancho Caído e fecha no vale que corre paralelo à crista do Pico da Maromba. Só então alcança a longa ladeira conhecida como Mata-Cavalo e embica de vez para nordeste.
       
      Pois bem, descemos do mirante ao Vale dos Dinossauros às 14h15 e paramos para pegar água nas nascentes do Rio Preto às 14h43, num córrego que corria para nordeste e que lá embaixo forma o largo rio que atravessa as vilas de Maromba, Maringá e Mauá. Tanto aqui como lá ele marca a divisa entre Minas e Rio, ou seja, estávamos voltando ao território fluminense. Poucos metros depois uma grande rocha clara do lado direito da trilha chama a atenção pelo topo com quatro pontas, lembrando os quatro cumes do maciço das Agulhas Negras, que aliás está exatamente atrás dela.
       
      Passamos por um bom local de acampamento mas preferimos ir até o Rancho Caído para tentar pernoitar lá. Continuando, saltamos mais dois riachos e às 16h chegamos ao Rancho, porém o outro grupo já havia tomado conta dos melhores lugares e preferimos seguir até o próximo ponto de acampamento marcado no gps. Vale dizer que nada mais resta do rancho que dá nome ao lugar, dizem que ele existia ali há muito tempo, várias décadas atrás. Algumas araucárias fora de contexto, em pleno campo de altitude, são a marca registrada do local, a 2296m de altitude. Há bastante água por perto.
       
      Continuamos pela trilha menos de 500m e tivemos que nos acomodar de alguma maneira no capim mais baixo que encontramos à direita da trilha antes de uma descida. Montadas as barracas, procuramos um ponto um pouco mais acima para assistir ao por-do-sol, porém um morro alto bem na direção do sol nos impediu de vê-lo pousar avermelhado sobre o horizonte. Dali foi voltar ao acampamento e botar os fogareiros para trabalhar em meio a mais conversas e muitas risadas. Depois cada um para seus aposentos para dar início à sinfonia de roncos que se estendeu madrugada adentro.
       
      Nesse dia caminhamos 14,7km.
       
      2º DIA: DO RANCHO CAÍDO AO VALE DAS CRUZES
       

      Pedra Selada de Mauá vista da descida do Mata-Cavalo
       
      O horário combinado de sair das tocas foi 7h. Desmontado o acampamento sem pressa, começamos a caminhar às 8h45. A trilha desceu até um riacho e subiu até um ótimo mirante que proporcionou visão das Agulhas e Pedra do Sino para trás (sudoeste) e Visconde de Mauá e Pedra Selada para a frente (nordeste). Desse mirante passamos para a outra vertente dessa serra e começamos aos 2310m de altitude a longa porém suave descida chamada de Mata-Cavalo, na qual avistamos também o Vale do Paraíba ainda coberto por um tapete de nuvens. Às 10h09 deixamos o campo de altitude e o sol forte para começar a caminhar na mata alta e fresca, na altitude de 1995m. Mais 5 minutos de descida e topamos com uma bifurcação que à esquerda morria numa clareira de acampamento que devia comportar bem umas três barracas apenas. Andamos alguns passos para a direita e paramos no riacho para um breve descanso e apanhar água.
       
      Às 10h30 uma bifurcação importante (1952m): para a esquerda a saída pela Cachoeira do Escorrega da Maromba, distante cerca de 4,7km; para a direita o caminho para o Vale das Cruzes, considerado a saída oficial, por onde continuamos. Seguiu-se um longo trecho de bambus sem nenhuma dificuldade, uma bifurcação em T onde fomos para a esquerda, um riacho que atravessamos pulando as pedras. Às 12h33 uma cachoeirinha e as primeiras casas marcam o fim da trilha, aos 1316m de altitude, desnível de 994m desde o início do Mata-Cavalo. Depois de uma porteira aberta caímos no final da estrada de terra do bairro Vale das Cruzes. Por ela bastou tocar mais 3,6km até a estrada que liga as vilas de Mauá, Maringá e Maromba. Ali às 13h30 me separei do pessoal pois tinha horário para chegar em São Paulo. Eles foram almoçar em Maringá, a 2km dali para a esquerda, para depois pegar o ônibus da Resendense que sai da Maromba às 16h45. Eu fui direto para Mauá (direita) comendo muita poeira por mais 3,5km na intenção de pegar o ônibus da viação São Miguel que saía de Mauá às 15h. Saía... faz meses que esse horário mudou para 17h. Como eu queria chegar logo em Resende, o jeito foi ficar plantado no ponto de ônibus pedindo carona. Quase 1h30 depois, já sem esperança, consegui uma carona... para São Paulo!!! Foi a sorte grande. Saímos de Mauá às 15h45 e com os congestionamentos de final de férias cheguei em casa às 21h40.
       
      Nesse dia caminhei 14,8km até Visconde de Mauá (o pessoal caminhou um pouquinho menos até Maringá).
      Total da travessia (desde o Posto Marcão até a praça central de Mauá): 29,5km.
       
      Dicas:
       
      . Assim que cheguei a Mauá fui à casa branca que fica do lado esquerdo da igreja (na entrada da vila, em frente ao campo de futebol) e depositei na caixa de metal da porta o canhoto da autorização da travessia, conforme orientação dada na entrada do parque.
       
      . O pedido de autorização para as travessias deve ser enviado no prazo mínimo de 10 dias úteis e máximo de 30 dias. Mais informações no site http://www.icmbio.gov.br/parna_itatiaia" onclick="window.open(this.href);return false;. Os e-mails são [email protected] e [email protected] (é melhor tentar nos dois e ainda ligar se eles não responderem).
       
      . No parque pagamos R$11 pelo primeiro dia e R$5,50 pelo segundo dia. Não é cobrado pernoite fora do abrigo/camping Rebouças.
       
      . O transporte de Itanhandu ao parque foi feito pelo Amarildo de Itamonte (celular Tim 35-9129-7522). Ele cobrou R$200 pelo frete em sua kombi. Para um grupo menor, pode-se contatar o sr Mauro no celular Tim 35-9176-3152. Ele tem um Fiat Uno.
       
      . A empresa que faz as linhas São Paulo-Itanhandu e Resende-São Paulo é a Cometa (http://www.viacaocometa.com.br" onclick="window.open(this.href);return false;).
       
      . Os horários do ônibus da viação Resendense (24-3354-1878) são:
      de Resende para Maromba:
      segunda a sexta: 5h30, 10h30, 15h, 15h30, 17h30
      sábado: 5h30, 14h, 15h
      domingo: 8h, 14h, 16h
      de Maromba para Resende:
      segunda a sexta: 6h, 7h40, 11h, 13h, 17h45, 19h45
      sábado: 7h40, 11h, 17h15
      domingo: 9h, 10h15, 16h45
       
      . Os horários do ônibus da viação São Miguel (24-3360-9351) são:
      de Resende para Mauá:
      segunda a sábado: 8h30, 13h40, 19h
      domingo e feriado: 8h, 19h
      de Mauá para Resende:
      segunda a sábado: 6h30, 10h15, 17h15
      domingo e feriado: 6h, 17h
       
      . As informações de linhas e horários de ônibus acima foram obtidas no posto de apoio ao turista de Visconde de Mauá em 29/07/2012. Não estou reproduzindo informações desatualizadas da internet.
       
      . Algumas altitudes da travessia:
      Posto Marcão - 2444m
      Abrigo Rebouças - 2382m
      Cachoeira do Aiuruoca - 2363m
      Rancho Caído - 2296m
      início do Mata-Cavalo - 2310m
      fim da trilha e início da estrada no Vale das Cruzes - 1316m
      Visconde de Mauá - 1042m
       
      Rafael Santiago
      julho/2012


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