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Samuel Oscar

TRAVESSIA - Rebouças X Mauá (perrengues)

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Fala, GALERA!

 

Depois de muito tempo utilizando e usufruindo deste site que sempre me auxilia nas TRIPS, segue meu primeiro relato e meu vídeo de uma travessia incrível, mas que não saiu como o planejado.

Primeiramente, quero agradecer as belas informações que obtive nos relatos do Rafael Santiago e do Augusto e a outros colaboradores que descrevem como poucos uma aventura. Obrigado! ::cool:::'> ::cool:::'>

 

Vou separar o relato em três etapas, sendo a primeira com informações de minha aventura em um dia, a segunda com o video desta TRIP e a ultima com informações e dicas do trajeto tradicional em dois dias.

 

ETAPA 01

 

A travessia se iniciou no dia 04/05/2013 no abrigo Rebouças. A trilha passa pela base do Pico da Pedra do Altar (sendo possível acessar o cume), desce ao Vale Aiuruoca (Cachoeira Aiuruoca) e contorna os Ovos da Galinha, adentra o Vale dos Dinossauros (nascentes do Rio Preto) e desce por dois percursos: o oficial, pelo Mata-Cavalo até o Vale das Cruzes, entre Mauá e Maringá e o segundo a Maromba (Cachoeira do Escorrega), sendo este ultimo o escolhido pelo grupo.

 

O grupo foi formado por 19 pessoas e os atletas eram: Meu amore Pâmela, Rafael, Jeff, Felipe, Leandro Roots, Jaque, Edu e Daiane, todos de São Paulo-SP, Lielto, de Curitiba-PR, minha cunhada Patricia e meu irmão Isaque, de Caraguatatuba-SP, o casal e Gui, de São José dos Campos-SP, Klemilson e Adriano Kako, de Guarulhos-SP, Nelson, de Tietê-SP, João e Lívia, de Volta Redonda-RJ e eu, Samuel, de Pindamonhangaba-SP.

 

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935181_524694217576542_2133916132_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

Depois de muitas sugestões, informações e acertos no evento criado no facebook, seguimos ao encontro de todos no posto do Marcão (Portaria da parte Alta do Parque). Por volta das 09:30hrs, depois de todos assinarem a entrada e organizarem as mochilas, partimos para o Abrigo Rebouças.

 

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941381_642049809143188_1232874135_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

Seguimos pelo mesmo caminho que leva ao Agulhas Negras até a bifurcação depois da Ponte Pênsil.

 

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320888_10200456893958071_1720296346_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

Pouco mais de 100m depois da ponte, tomamos à esquerda na primeira bifurcação (com placa Pedra do Altar) e à esquerda, novamente, na segunda bifurcação, 30m depois da primeira, esssa mais sútil e com placa (à direita se vai à Asa de Hermes, curiosa formação que tem o nome devido a uma pedra inclinada em seu topo, que lembra a asa do capacete de Hermes, mensageiro dos Deuses no Olímpio). Nesta altura o Belo Pico Agulhas Negras ja se torna bem oponente na travessia.

 

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197635_492786580787496_892157847_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

Na subida acentuada paramos para um lanche com muitas risadas. ::lol4::::lol4::

(Adriano Kako, Presidente Gui e Leandro Roots: pessoas que não podem faltar numa TRIP).

 

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601941_10200456901598262_865611453_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

Energias renovadas, seguimos subindo até uma clara bifurcação: a direita leva à Pedra do Altar, ponto mais alto de toda travessia, a 2.575m. Neste ponto, o grupo se separou. Meu amore Pamela, o Rafa, o Gui, o Lielto e o Jeff seguiram comigo para desbravar o Pico (VISUAL MASSA).

 

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GOPR5419 por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

Após alguns minutos no cume, retornamos a trilha, rumo ao encontro do restante do grupo. No decorrer do trajeto muitas atraçõe sensacionais como por exemplo Ovos da Galinha .

 

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941970_492787844120703_1394321537_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

O reencontro foi em um local suspeito a ser o Rancho Caído (piso plano e protegido). Mas, o mesmo, de acordo com relatos, não demonstrava ser o local de acampamento. Pelas minhas pesquisas, o local deveria abrigar, mais ou menos,15 barracas.

Surgiram algumas dúvidas e, conseqüentemente, os perrengues começaram, pois o grupo desejou seguir a trilha para tentar achar o local que poderia abrigar as 15 barracas. Porém, não o encontramos antes do anoitecer. Por via, o psicológico do grupo começou a ficar abalado. Não apenas pelo cansaço, mas, também pelo piso e a descida com muitas pedras.

 

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320842_10200456912678539_1126603778_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

Após muitas horas procurando pelo local, ::putz::::putz:: tudo indicava que iríamos direto ao final da travessia: "Maromba". Depois que pasamos pela última bifurcação (seguimos pela esquerda), o grupo se separou pois, todos estavam muito cansados. Uma parte do grupo (Gui, Jú, Edu, Daiane, Leandro Roots, Jeff, klemilson e Adriano) optou por montar as barracas perto da trilha e, Jaque e Nelson também optaram pelo camping selvagem, no final da trilha.

 

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603414_642069855807850_151186889_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

O restante do grupo seguiu em direção a Maromba, rumo a um camping na cidade.Por volta das 23:00hrs, chegamos a Cachoeira do Escorrega. De acordo com algumas informações que conseguimos pela redondeza, o camping ficava a 3 km. Como estavámos muito cansados, tanto física como psicologicamente ::grr:: , decidimos ir em busca de alguma pousada.

 

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11963_10200456914798592_2109380779_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

A salvação foram 3 chalés, sendo dois para os casais (João e Livia, Isaque e Patricia) e o outro para o Rafael, o Felipe, o Lielto -que se acomodaram pelos comodos- e uma cama de casal para eu e a Pâmela. O resgate estava programado para as 12:00hrs na Cacho do Escorrega e o mesmo, com alguns minutos de atraso, chegou no local acordado. Ufaaaaaaa! ::mmm: Estava preocupado, com muito receio do resgate nos deixar na mão, mas o motorista AMARILDO pessoa muito honesta cumpriu com o combinado. Por fim, depois de muitos perrengues, tudo acabou bem. Com certeza, teremos boas lembranças e histórias para toda a vida. Como Guilherme Cavalari diz:

 

"Cada um tem que encontrar a tua estrada o teu veiculo a tua trilha.

Não existe padrão ou certo e errado, o importante é as pessoas arriscarem estar disponível para coisas diferentes para as novidades e concerteza "arriscar" pois, esta cada vez mais claro que a vida ta no movimento, onde não tem o movimento não tem vida... "

 

Viajar e desbravar a natureza faz com que agente se sinta-se muito vivo, porque os movimento que decorrem uma travessia como esta , da o grande sentido da vida em um grupo como este que, tive o privilegio e o prazer de participar. ::otemo::::otemo::::otemo::

 

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225640_642070322474470_1845985230_n por SAMUPBA, no Flickr[/flickr]

 

ETAPA 02

 

VISITE MEU CANAL... INCREVA-SE ::hahaha::::hahaha::

 

 

ETAPA 03

 

Segue abaixo o DOC que levei com as informações que obtive pela net e pelo site:

 

1º DIA: DO ABRIGO REBOUÇAS AO RANCHO CAÍDO (14,7Km) duração 07hrs.

2º DIA: DO RANCHO CAÍDO A MAROMBA (8,5km) duração 04hrs.

 

PERCURSO: Sem grandes aclives. Algum degrau ou outro para percorrer nos trechos mais planos. Porém em dias claros e devido aos Campos de Altitudes é recomendado protetor solar e chapéu. Há bastantes pontos de água, somente no segundo dia que se leva cerca de 2 horas para o primeiro ponto de água.TOTALIZANDO - 23,2km de travessia.

 

LOGISTICA:

 

Deixamos os carros no Posto do Marcão (entrada do parque).

Resgate em Maromba (R$35,00 por pessoa). Contato Amarildo (03591297522) trabalha com kombi e tem muitos amigos que tambem trabalham, com transporte.

 

1º DIA:

 

Portaria do parque (Posto Marcão) ao Abrigo Rebouças (30min)

Direção ao mesmo caminho que leva aos Agulhas Negras até a bifurcação depois da ponte pênsil. Pouco mais de 100m depois da ponte toma-se a esquerda na primeira bifurcação (com placa Pedra do Altar) e à esquerda novamente na segunda bifurcação CUIDADO, 30m depois da primeira, essa mais sutil e sem placa (à direita se vai à Asa de Hermes, curiosa formação que tem o nome devido a uma pedra inclinada em seu topo, que lembra a asa do capacete de Hermes, mensageiro dos Deuses no Olímpio).

Na subida acentuada uma clara bifurcação leva à direita à Pedra do Altar ponto mais alto da travessia toda, a 2.575m, na direção do Altar e ao chegar a um pequeno descampado deixar a mochila para subir suave, não leva mais que 10 minutos. Junto do topo encontra-se uma trilha à direita que segue na direção da Pedra do Sino.

A trilha passa aos pés do grande rochoso que é a Pedra do Altar e logo inicia a descida ao Vale do Rio Aiuruoca. Uma curiosidade: nesse momento estamos saindo do estado do Rio e passando para terras mineiras.

Em direção à Cachoeira do Aiuruoca e já no vale das nascentes do rio, passa-se por vários pequenos riachos que se convergem e seguem na direção norte e pouco antes de chegar na cachoeira, encontra-se uma bifurcação à direita que serve de atalho e nesse ponto encontra-se uma vareta com a ponta pintada de vermelho, que se encontra em vários outros pontos dessa travessia.

Nesse ponto diverge a 2 travessias do PNI. Para o norte (esquerda) segue a Travessia da Serra Negra e cruzando o rio e seguindo para sudeste (mais pela direita) é a Rebouças-Mauá , seguindo a intrigante formação de pedras arredondadas sobrepostas a uma base conhecida como Ovos da Galinha o topo da mesma permite uma bela visão do vale das nascentes do Aiuruoca e a lateral da Pedra do Sino, que parece estar bem próximo.

A caminhada pela trilha continua em direção ao topo da crista e outras varetas vão aparecendo pela subida ao chegar no topo do selado (Visual maravilhoso) que dá acesso ao Vale dos Dinossauros a um mirante aos 2507m que deixa boquiaberta com tamanha beleza.

À direita, a quase onipresente Pedra do Sino. À esquerda, mais distante, a Pedra Selada de Mauá. E mais à esquerda, ainda bem mais distante, o Pico do Papagaio. Bem a frente, gigantes e magníficos, o Vale dos Dinossauros e uma longa crista culminando no imponente Pico da Maromba e um pouco mais abaixo o Marombinha se destacam na última crista que separa o vale de Visconde de Mauá das partes altas do PNI e na base desses dois picos é possível visualizar um pequeno trecho de mata atlântica com vários matacões no topo, que é o local onde o Rancho Caído está localizado e é lá que finaliza a caminhada do dia.

A descida, a trilha dá uma grande volta em forma de ferradura (neste momento que se entendi o sentido da travessia. Se a trilha da travessia fosse objetiva ela passaria pelas laterais das Agulhas e não faria todo este enorme “s” que faz em seu percurso. Porém teria-se a vista de outras belezas como a Pedra do Altar, a Cachoeira Aiuruoca, a Pedra do sino, os Ovos da Galinha entre outros), inicialmente pela borda do imenso Vale dos Dinossauros, numa bifurcação onde um rabicho de trilha avança por entre o bambuzal, a trilha principal segue para a direita, contornando os bambus e nesse ponto existe uma vareta para sinalizar o caminho correto e ali ela é bem útil. Dalí o Rancho Caído já aparece do outro lado do vale ao lado de um trecho de mata atlântica, mas até chegar lá ainda tem de seguir descendo por entre a vegetação alta com bambuzinhos pelo caminho. Descendo por voçorocas, a trilha não demora mais que uns 15 minutos para chegar em 2 riachos e pouco mts antes de cruzá-los encontra-se uma bifurcação que sai à direita e segue margeando um dos riachos.

ate chegar ao Rancho Caído que fecha no vale, O lugar é um grande descampado que fica no interior da mata, protegido e suficiente para umas 15 barracas.

 

 

 

2º DIA:

 

A trilha desce até um riacho e sobe até um ótimo mirante que proporcionou visão das Agulhas e Pedra do Sino para trás (sudoeste) e Visconde de Mauá e Pedra Selada para a frente (nordeste). Desse mirante passamos para a outra vertente dessa serra e começamos aos 2310m de altitude a longa porém suave descida chamada de Mata-Cavalo, na qual avistamos também o Vale do Paraíba ainda coberto por um tapete de nuvens. Na descida e topa-se com uma bifurcação que à esquerda morria numa clareira de acampamento que devia comportar bem umas três barracas apenas. .

 

Voltando à trilha principal e mais uns 50 mts chega-se ao 1º riacho (2hrs meia). Seguindo a trilha, de vez em quando aparecem algumas aberturas mostrando todo o trajetoo a descer e cerca de 5 minutos depois do riacho encontro a 1ª bifurcação importante (1952m) na trilha, marcado por uma enorme bromélia junto da árvore. A trilha em frente vai sair no Vale das Cruzes, entre Maringá e Visconde de Mauá sendo a saída oficial e para esquerda terminar na Cachoeira do Escorrega (4,7km cerca de 30 minutos antes da Vila da Maromba).

Dicas:

 

# Se não conseguir deixar o comprovante em Visconde de Mauá ao término da travessia, é possível avisá-los pelo e-mail do Abrigo Rebouças.

# Sinal de celular da VIVO só consegui na crista onde estão os Picos da Maromba e Marombinha.

# Distâncias

Posto Marcão até Abrigo Rebouças: + - 3 km

Abrigo Rebouças até Rancho Caído: + - 12 km

Rancho Caído até Cachoeira do Escorrega: + - 8,5 km.

# Água não é problema nessa travessia, já que a trilha cruza com inúmeros riachos. O problema é o Sol, já que não existem áreas de sombra.

Protetor solar e chapéu são itens obrigatórios.

 

# Algumas altitudes dos lugares que passaremos:

Posto Marcão: 2450 mts

Morro do Couto: 2680 mts

Abrigo Rebouças: 2350 mts.

Pedra do Altar: 2530 mts

Cachoeira do Aiuruoca: 2360 mts

Ovos de Galinha: 2400 mts

Rancho Caído: 2300 mts

Cachoeira do Escorrega: 1400 mts

 

Creditos as fotos:

Jeff Walker, Felipe Santos e Jaqueline Barbosa

 

Qualquer duvida é soh GRITAR ::otemo::::otemo::

Desculpe os erros de um primeiro RELATO

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BOm Dia brOther ...

 

Parabens pelo relato ... e parabens também pelos videos ...

Estão muito bons, eu vi q vc leva um bastão para a trilha para filmar ...

uma fica é comprar um suporte da gopro para por no bastão de trekking, e usar o proprio bastão como de filmagem ...

 

=]

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De novo? ::lol4:: Fala a verdade Samuca, você gosta de se perder pra dar mais emoção na aventura! ::lol3::

Eu fui certinho nos passos do Rafael e do Augusto e foi tudo tranquilo.

Muitos erros de orientação em trilhas são cometidos quando percorridas em grupos muito grandes, principalmente se ninguém conhece o trajeto, se separarem também pode ter contribuído muito.

De qualquer forma parabéns pela travessia e que todos terminaram bem. ::otemo::

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hehe

fico massa o relato!

Valeu muito a pena ter ido!

A cia e o lugar foram demais!

::otemo::

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De novo? ::lol4:: Fala a verdade Samuca, você gosta de se perder pra dar mais emoção na aventura! ::lol3::

Eu fui certinho nos passos do Rafael e do Augusto e foi tudo tranquilo.

Muitos erros de orientação em trilhas são cometidos quando percorridas em grupos muito grandes, principalmente se ninguém conhece o trajeto, se separarem também pode ter contribuído muito.

De qualquer forma parabéns pela travessia e que todos terminaram bem. ::otemo::

 

Então Sandro primeiramente quero te pedir desculpa :wink: por não citar teu nome no relato pois, vc me "ajudou" e muito com as dicas que me passou... e não é que fez um relato como vc me questionou em Tabuleiro rsssss... vc tem toda a razão com relação a quantidade de pessoas X orientação em erros cometidos pois, ninguem conhecia o trajeto ::putz:: ... to estudando aqueles links (como utilizar uma bulsola e se orientar na mata) que você indicou no evento do face ::cool:::'>

 

BOm Dia brOther ...

 

Parabens pelo relato ... e parabens também pelos videos ...

Estão muito bons, eu vi q vc leva um bastão para a trilha para filmar ...

uma fica é comprar um suporte da gopro para por no bastão de trekking, e usar o proprio bastão como de filmagem ...

 

=]

 

Charles que sacada magnifica esta de utilizar o propio bastão de caminhada como extensor para GOPRO ::otemo::::otemo::

 

Fala Samuel, belo relato...

Show de bola..

Agora em Julho vou querer ir, ainda não conheço.

 

Demetrius se joga mesmo nesta vibe pois, achei muito interessante fazer uma travessia como esta, que corta bem ao meio do Parque... se prepara para o frio em julho pois, ja cheguei a ir no parque nesta epoca e fez muito frio ::Cold::

 

hehe

fico massa o relato!

Valeu muito a pena ter ido!

A cia e o lugar foram demais!

::otemo::

 

Lielto a tua presença foi fundamental para que a trip se tornasse ainda mais inesquecivel... sair de Curitiba de ultima hr e c jogar com a Trupe demonstra como vc curte esta VIBe ::otemo::

Eita, que zica hein Samuca?!

 

O Relato ficou massa demais!

 

Abraço!

 

Ju se não tem perrengue não tem graça ::lol4::::lol4::

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Que perrengue hein Samuel.

 

Vcs devem ter passado pelo Rancho Caído já no meio da noite nao foi?

Se foi isso mesmo, acho que vcs não iam conseguir encontrá-lo.

Ele fica meio que escondido da trilha.

Até durante o dia quem passa por ali pode nem perceber.

A referencia é uma enorme rocha e uma araucária ao lado.

Não tem erro.

 

Depois do Vale dos Dinossauros existe um trecho de descida passando ao lado de uma bambuzal e logo em seguida se cruza dois riachos.

Que horas vcs passaram ali?

 

O problema é que depois do Rancho Caído vc não encontra outro lugar melhor para acampar. Até existe um na descida da crista do Pico do Maromba, poucos mts antes de cruzar com um pequeno riacho. Mas nem se compara ao Rancho Caído.

Uma pena vcs terem passado por esse trecho final de noite. O visual dali é lindo.

 

Mas que bom que o relato ajudou um pouco. Se precisar de ajuda novamente é só gritar.

Se espero que vcs voltem lá algum dia e quem sabe até cheguem ao topo da Pedra do Sino, saindo por trilha ao lado dos Ovos de Galinha.

 

Abaixo segue uma foto do Rancho Caído

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Abcs

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Que perrengue hein Samuel.

 

Vcs devem ter passado pelo Rancho Caído já no meio da noite nao foi?

Se foi isso mesmo, acho que vcs não iam conseguir encontrá-lo.

Ele fica meio que escondido da trilha.

Até durante o dia quem passa por ali pode nem perceber.

A referencia é uma enorme rocha e uma araucária ao lado.

Não tem erro.

 

Depois do Vale dos Dinossauros existe um trecho de descida passando ao lado de uma bambuzal e logo em seguida se cruza dois riachos.

Que horas vcs passaram ali?

 

O problema é que depois do Rancho Caído vc não encontra outro lugar melhor para acampar. Até existe um na descida da crista do Pico do Maromba, poucos mts antes de cruzar com um pequeno riacho. Mas nem se compara ao Rancho Caído.

Uma pena vcs terem passado por esse trecho final de noite. O visual dali é lindo.

 

Mas que bom que o relato ajudou um pouco. Se precisar de ajuda novamente é só gritar.

Se espero que vcs voltem lá algum dia e quem sabe até cheguem ao topo da Pedra do Sino, saindo por trilha ao lado dos Ovos de Galinha.

 

Abaixo segue uma foto do Rancho Caído

195-%2520Grupo%2520que%2520chegou%2520a%2520noite%2520no%2520Rancho%2520Ca%25C3%25ADdo.JPG

 

 

Abcs

 

Boa tarde Augusto, você tem alguma foto para materializar a referência que você mencionou, sobre o local de acampamento, no rancho caído?

 

Valeu.

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Ola Demetrius, blz?

 

Esse ponto do Rancho Caído pode passar despercebido mesmo para o mais desatento.

 

Tô anexando uma foto que mostra toda a panorâmica da crista do Pico do Maromba. Ela foi tirada assim que eu estava saindo do Vale dos Dinossauros.

Dá p/ ver exatamente o local onde tá o Rancho Caído, junto à entrada da mata. A trilha passa ao lado do Rancho e segue contornando a mata pela direita até chegar no lado esquerdo do Marombinha, já na crista.

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Tem também o relato que pode ajudar: clique aqui.

 

E se vc vier a fazer essa travessia, não termine ela no Vale das Cruzes.

Pegue a bifurcação que leva até a Cachoeira do Escorrega.

 

 

Qqer dúvida estamos aí.

 

 

 

Abcs

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Ola Demetrius, blz?

 

Esse ponto do Rancho Caído pode passar despercebido mesmo para o mais desatento.

 

Tô anexando uma foto que mostra toda a panorâmica da crista do Pico do Maromba. Ela foi tirada assim que eu estava saindo do Vale dos Dinossauros.

Dá p/ ver exatamente o local onde tá o Rancho Caído, junto à entrada da mata. A trilha passa ao lado do Rancho e segue contornando a mata pela direita até chegar no lado esquerdo do Marombinha, já na crista.

Beleza Augusto, vou ficar ligado no visual para não perder o local.[/b]

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Boa aventura, Samuel

Fico satisfeito que o meu relato tenha sido útil, apesar dos contratempos que aconteceram.

 

Só um detalhe: como você reproduziu o meu texto aqui e escreveu uma parte do seu relato baseado no meu, permita que eu deixe aqui o link para o meu relato, ok? Eu também sempre cito as fontes e links dos textos e imagens que uso nos meus relatos, é uma prática sempre recomendável.

 

Endereço do meu relato: travessia-reboucas-maua-via-rancho-caido-itatiaia-jul-12-t72335.html.

 

Quando precisar de dicas e infos, disponha!

Abraço.

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Falaê Samuca, blz!

 

Show de relato meu camarada.

 

Parabéns à ilustre galera de aventureiros(as) dessa trip. ::otemo::

 

Forte abraço.

 

Zeca

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Boa aventura, Samuel

Fico satisfeito que o meu relato tenha sido útil, apesar dos contratempos que aconteceram.

 

Só um detalhe: como você reproduziu o meu texto aqui e escreveu uma parte do seu relato baseado no meu, permita que eu deixe aqui o link para o meu relato, ok? Eu também sempre cito as fontes e links dos textos e imagens que uso nos meus relatos, é uma prática sempre recomendável.

 

Endereço do meu relato: travessia-reboucas-maua-via-rancho-caido-itatiaia-jul-12-t72335.html.

 

Quando precisar de dicas e infos, disponha!

Abraço.

 

Rafael mais uma vez obg... muito bem citado a questão dos creditos a fonte... vivendo e aprendendo ::otemo::::otemo::

 

Falaê Samuca, blz!

 

Show de relato meu camarada.

 

Parabéns à ilustre galera de aventureiros(as) dessa trip. ::otemo::

 

Forte abraço.

 

Zeca

 

Zeca, para um primeiro relato fiko agradeçido pelo elogio... to criando gosto de disponibilizar minhas aventuras a outros aventureiro ::cool:::'>

 

Um abs,

SAmuel Oscar

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