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TAILÂNDIA CAMBOJA E VIETNÃ - 18 DIAS - NOV/12 - 2 FELIPES (28a/27a) E TUDO QUE VOCÊ PRECISARÁ SABER

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Carlosgonca

é com um imenso prazer que vejo seu comentário e afirmo que se você ou qualquer outro precisar de qualquer coisa relacionada a essa viagem, só deixar aqui uma mensagem que vou te responder o mais breve possível....

 

Ir sozinho NÃO é problema... talvez saia um pouco mais caro mas provavelmente você irá conhecer mais pessoas.

A minha próxima viagem, agora no final de maio, devo fazer sozinho (e então não terei tanta foto minha ou terei que ser o mala que fica pedindo - e ensinando - o povo a tirar foto ahahhaha) !!!

 

no mais é isso,.. continua acompanhando que ainda tem coisa pela frente

 

grande abraço ::otemo::

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Dia 11 – Phuket, Thailand (segunda)

 

O tempo já estava levemente melhor quando acordamos e seguimos rumo à barca com destino a Phuket. Claro, não sem antes repetir aquele café da manhã lindo. A viagem começou as 09 e demorou 1 hr e meia. (THB 300)

Chegando a Phuket, tínhamos que atravessar a cidade, porque iríamos passar o dia na Praia de Patong, onde também era o nosso hotel. Phuket nada mais era que uma ponte para o aeroporto que ficava por aqui.

 

Vou logo desabafar que fiquei puto !!!!!!!!! AS FOTOS dessa parte da viagem sumiram, ou seja, um dia inteiro sem fotos. Felipe já disse que não apagou, mas como ele mexia na máquina e passava as fotos, deve ter deletado sem querer..... !!!!!!!!!! ::grr::::putz::::grr::::putz::::grr::::putz:: Sobraram apenas umas do celular. A sorte é que foi o dia na viagem que tiramos menos fotos.

 

Muita gente comprou na própria barca o passe, mas nós ficamos meio desconfiados e esperamos chegar para decidir como fazer. Acabamos fechando com uma van que levou a gente e outra galera (THB 150 por pessoa). Acho que ter comprado dentro do barco teria custado a mesma coisa e demoraria menos na hora do desembarque até entrar na van. É gente demais e muita desorganização.

 

1 hr depois chegamos enfim a Patong e fizemos o check in no nosso hotel. Achei bem legal, apesar do vidro meio fumê transparente que separava o banheiro do quarto. Ou seja, se você tiver sentado na privada, quem ta fora consegue ter uma leve noção disso !

 

20121220212546.jpg Dragon Fuit,.. sinto sua falta sua bandida !

 

O que mais queríamos era visitar a James Bond Island !!! Mas tava complicado. O lugar era longe pra caraio e a opção mais em conta já tinha saído há horas. A outra opção era pegar um taxi e ficar mais de 1 hr de viagem para depois pegar uma barca e ficar não sei mais quantas horas. O preço era exorbitante, algo em torno de THB 2 a 3 mil. Altíssimo para os padrões locais. Você, saindo cedo, faria um passeio já saindo de barco por um quarto desse valor. Que pena, tinha sido um passeio tão recomendado. Fica pra próxima. Se tiver a oportunidade não deixe de ir.

 

Patong foi o lugar que mais me lembrou qualquer praia brasileira. Uma praia com cadeiras e guarda sois (ambos por THB 100), ondas (mesmo que pequenas), água mais escura, alguns prédios a beira mar e muitos ambulantes na areia (isso porque era uma segunda, imagina final de semana). Ficamos estirados lá pegando sol e curtindo o mar. Vendo o pessoal subir e descer de parapente. Ok, não era bem um parapente porque é puxado com uma lancha. Não sei o nome disso.

 

Água mineral, THB 20. E a gasolina ??? hahaahahha !!!

 

20121220212608.jpg Sim, não é mentira ! VIMOS ISSO AQUI. ALGUÉM topa uma GASOSA AI ???

 

Felipe dormiu e eu peguei o meu ipod e fui me exercitar correndo alguns km a beira mar para compensar toda aquela comida.

 

Falando em comida, já era quase de noite e ainda não tínhamos almoçado. Fomos então comer num restaurante bem normal (THB 700/2), ali perto, e seguimos para o hotel para descansar um pouco.

 

20121220212526.jpg zadikááááaááááááááááááp

 

A noite fui dar uma volta na orla e ocorreu o famoso, “o que acontece em Patong, fica em Patong” !!! Todo mundo pode (e deve ter) uma experiência não revelável na Tailândia, to certo ???

 

20121220212557.jpg Patong @night

 

Dia 12 – Phuket, Thailand e ida para Siem Reap, Cambodia (terça)

 

Acordamos sem muita pressa e fomos tomar o café da manha. Nosso voo para o Cambodia (com escala em Bangkok, tédio) sairia logo depois do almoço. Felipe optou por ficar no hotel e eu optei por rodar a orla e pegar um sol vendo umas lojinhas e comprando mais lembrançinhas. Achei uns elefantinhos bem legais e umas blusas. Torrei THB 2350 (me superei, mas desses, THB 675 eu gastei pro Felipe). Achei o povo daqui muito muito mala !!! Eles te puxam e perguntam quanto você quer pagar. Eu digo um valor bem baixo e, em uns 3 lugares diferentes, causei revolta. Uma mulher perguntou se eu tava maluco !!! A outra me levou pros fundos da loja, entrou numa sala com ar cheia de bermudas e trancou a porta. Eu meio que escolhi uma bem rápido e falei que ia levar, para ela guardar que eu ia sacar dinheiro. Fiquei foi com medo !!!

 

De volta ao hotel, checkout feito, fui dar uma de esperto e começar a barganhar taxi para nos levar ao aeroporto de Phuket. Longe pra caraio, mais de 1 hora de viagem !!! Foi difícil achar alguém, mas consegui. THB 600/2 na viagem num carro bem maneiro e espaçoso, com uma flores dançantes que iam pra lá e pra cá cada vez que o carro fazia uma curva. Cismei com essas flores.

 

20121220212506.jpg hauuahhuahau alguem sabe onde vende isso aqui no Brasil ? é muito legal !!!

 

Chegando no aeroporto, fizemos o check in e fomos forrar a barriga no Burguer King (THB 289) com direito a Dunkin’ Donuts (THB 100). Que delícia.

 

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Essa cia aérea (Bangkok Airways) que pegamos não era uma Air Asia, mas deu pro gasto. O avião era bem velho, tanto no trecho para BKK quando de lá para Siem Reap. No entanto, o voo foi bem tranquilo, com exceção da música clássica irritante que eles colocam na decolagem e na aterrissagem !!!

 

Sei que chegamos em Siem Reap de noite. Era muito estranho chegar no Cambodia, naquele avião bem mais ou menos, com zilhões de relâmpagos, raios e muita água caindo do lado de fora.

 

No mais, o voo foi bem tranquilo. Quando chegamos em solo, já tinha parado de chover e dava para ver os milhões de mosquitos perambulando nas luzes. É claro que o aeroporto de lá não tem minhocão e é mínimo. Então você sai e vai andando para dentro. Mas é rápido porque é muito pequeno. Parece mais uma estação de ônibus.

 

Dentro do aeroporto temos que fazer o visto. Para isso é só providenciar a foto, pagar US$ 20 e ir pro lado esperar a liberação. Depois, a imigração e pegar a mala. Foi tudo bem rápido. Senti que o povo de lá tem a cara mais fechada e fala bem mais devagar que os Tailandeses. Cara de povo sofredor. Demoram mais a se entrosar.

 

Saímos e fui logo procurar o carinha do nosso hotel que tinha nos prometido estar lá com uma placa nos esperando. Que nada !!! Lorota ! Fiquei puto. O jeito foi pagar US$ 7/2 e pegar um taxi. Em dólar, como tudo que a gente pagou aqui no Cambodia.

 

Comecei a sentir que teria problemas desde a hora que entrei no taxi. O motorista, além de muito muito lerdo e de ter a fala muito mansa, começou a falar que também trabalhava de guia, ficou perguntando o que a gente ia fazer. Eu disse que tinha reservado guia e um passeio. Ele quis saber quanto a gente pagou e se tínhamos efetivamente pago. Eu não tinha pago e não sei porque fui dizer a verdade já que ele ficou o tempo todo me fazendo mudar de idéia e contratar ele. Além disso, ficou tentando dizer que nosso hotel estava mal situado (o que por si só não era mentira, contudo não existe boa localização em Siem Reap). O que ele queria mesmo era tirar um por fora. Não conseguiu !

 

No hotel, literalmente um pequeno OASIS no meio de muita pobreza, já cheguei deixando bem claro que não gostei de ter ficado esperando.

Antecipando a história, mandei um email pro gerente. Dois dias depois, além de terem reembolsado nosso taxi, ainda deram pra cada um uma hora de massagem !!! Usamos o dinheiro reembolsado para dar de gorjeta. Mas isso é assunto de outro dia. Nesse dia fizemos o check in e depois fomos pro restaurante do hotel comer e só tinha a gente. O cardápio contava com algumas opções, as mais caras beiravam os US$ 4 (O jantar desse dia somado ao jantar do terceiro dia deu US$ 25 para duas pessoas no total, ou seja, uns US$ 6 por dia por pessoa, com bebida). Comemos e fomos tratar logo de ir pro quarto e nos preparar pro dia seguinte. Estava combinado do guia nos pegar as 04:45 para ver o nascer do sol em Angkor Wat.

 

Galera, sério. Eu nunca vi tanta lagartixa na minha vida. Eu olhava pela janela (que tinham dois vidros por sinal) e onde tinha casa, tinha muro com muitas lagartixas e muitas crianças. Pra onde eu olhava tinha umas 20 !!! Inclusive quando fomos jantar apareceram algumas em volta do restaurante (nos vidros). Alguns sapos também na porta do hotel. E moto, moto, moto, moto, tuk tuk e mais motos ! ::carai::::tchann::

 

DESÇA A PÁGINA PARA VER SIEM REAP - HANOI - HALONG BAY ::tchann::

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Que trip maneira, ótimo relato, ótima fotos. Viajei junto com você. Creio que eu sofreria com comidas.

Na Tailândia você viajou de ônibus rodoviário?

 

Valeu por compartilhar.

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Valeu willybuss

Legal seu comentário...

Relaxa que dá pra escapar da parte das comidas heheehehheeh

 

Olha, não viajei de onibus rodoviário não. Alias, não tenho nada contra, sempre opto por onibus por sinal, mas nessa viagem preferimos fazer quase tudo de avião.

 

Grande abraço ::hãã::

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Caramba Felipe, um dos meus maiores sonhos é conhecer a Tailândia e esse seu relato ta mto bom, parabéns vc escreve mto bem e as fotos ficaram mto legais !!

 

Espero poder visitar em breve o sudeste asiático e com cteza o seu relato vai ser de grande valia!!!

 

Parabéns!!

 

Abraços

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Paulo... Se eh um dos seus maiores sonhos eu garanto que vc nao ira se arrepender mesmo....

Sinta-se a vontade para tirar a duvida q quiser e obrigado por suas palavras

Aquilo eh o paraiso na Terra. Simplesmente isso .... SE CONSEGUI TRANSMITIR ISSO ja estou realizdo ...

 

Ainda hoje tentarei postar sobre o Cambodia ::hãã2::

 

Grande abraco

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Dia 13 – Siem Reap, Cambodia (quarta)

 

Nem preciso dizer que acordar de madrugada, por volta de 04:15, foi uma tarefa bem sacrificante. Mas, como todo sacrifício tem seu grau retorno, posso dizer com todas as palavras que valeu muito a pena. Não vi muitos nascer do sol na minha vida, mas, sem dúvidas, esse será um dos mais inesquecíveis.

 

Ainda no Brasil, tentamos reservar o guia mais recomendado da região, o Mony. Mas ele não tinha mais horários disponíveis e ofereceu seu “aluno”. Nosso guia, Keng, nos pegou bem cedo junto com seu motorista.

 

Detalhamento do preço de dois dias passado pelo nosso guia:

 

“My price of guide will come along with transportation A/C car:

-Tour guide fee: 25USD a day, if sunrise please add 5USD more due to tour start before sunrise.

-A/C car fee: 30USD a day, if sunrise please add 7USD more, go to Banteay Srei add 15USD more due to the long distant go to all these places are too far.

 

Type of car: Toyota Camry Model 2001 or up to 2003.”

 

O Keng era meio sério, mas às vezes fazia umas piadas que só ele achava graça. Eram tão bobas que a gente acabava rindo da situação. Sem contar que ele puxava o “X” mais que carioca falando. Tudo era Yexxx ou Thankxxxxx !!! Eu e o Felipe nos entreolhávamos e ríamos muito. Mas ele foi um bom guia, não tenho do que reclamar. Ele nos contou que aprendeu primeiro tudo sobre os templos, na língua deles, e depois teve que se virar para traduzir e assimilar as informações no inglês.

 

Enfim, chegando perto de Angkor Wat, fomos primeiro comprar nossa entrada com direito a passe com foto. Smile !!! Como seriam dois dias de templo, compramos o passe de 3 dias por US$ 30. (o de um dia é US$ 20) e fomos procurar o melhor lugar para ficar, com auxílio de lanterna e luz do celular. Os barulhos de bichos que lembravam uma floresta, somados a zilhões de insetos me faziam ter vontade de estar no filme a Bruxa de Blair. E ainda o calor que já reinava antes mesmo do sol aparecer.

Guarde bem sua entrada, pois ela será necessária em vários momentos.

 

Fomos então arrumar um lugar a beira de um lago meio sujo com centenas de outros turistas que tiravam fotos a cada segundo. Foi praticamente uma hora esperando o sol sair completamente. As fotos ficaram lindas, sem contar que o reflexo tanto do sol como do próprio templo no lago, formavam um lindo espelho. Imagem memorável !!! Lembrando que esse templo é patrimônio da UNESCO.

 

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Logo depois, o Keng nos levou de volta ao hotel para o café da manhã !!!

 

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Foi nesse momento que me dei conta da cidade que estava. Literalmente uma rua bem pavimentada (afinal são zilhões de motos) e muita pobreza, crianças indo pro colégio (às vezes 3 ou 4 numa mesma moto). Muitas bicicletas. Usar capacete é algo para 10% da população, no máximo.

 

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A gente não parada de rir do transito porque as pessoas dirigiam e viravam onde bem quisessem. Não me lembro de ter visto um único sinal de transito e nem calçada. Só terra batida. A cidade praticamente vive do turismo dos templos Angkor e coisas que derivem disso.

O ar aqui era bem mais sério que na Tailândia bem como a expressão que o povo tinha na cara. Mas, depois de um bom papo, tudo muda e eles ficam só rindo. Eu diria que é como se fossem sofridos mesmo e desconfiados. Até porque, antigamente, o povo só ia lá para roubar ou fazer maldades, né ???!!!

 

Voltamos então ao complexo de Angkor (tudo naquela cidade é Angkor, da cerveja, as comidas aos hotéis e a todo o resto.)

“Angkor é uma região do Camboja que serviu como sede do Império Khmer, que floresceu aproximadamente entre o século IX e o século XIII. A palavra "Angkor" é derivado do Sânscrito nagara, que significa "cidade".

 

Importante: Se prepare para subir muito e tomar sol nas costas !!! Não se esqueça de proteger os ombros e joelhos porque dois desses templos exigem a pratica. Nada melhor que uma bermuda mais longa e uma camisa normal (sem ser regata). Não esquecer também o repelente.

 

São muitas as pessoas (muitas crianças) na saída e entrada de cada templo vendendo mil coisinhas. Não as trate mal. Ora dá muita pena, ora dá certa vontade de ajudar. Mas tem vezes que você fica de saco cheio porque parece praga, ta em todo canto!!!

 

Enfim, em nenhum momento, apesar da insistência absurda, elas pediram esmola. Elas simplesmente queriam vender seus livros com informações sobre o local, ou então (as menores), vender seus 10 postais por US$ 1. Fora as pulseiras, frutas e etc. Eu não resisti e acabei ajudando umas duas vezes. Pena que foi com pouco.

 

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Visitamos:

 

Angkor Thom (Bayon, Baphoun, Elephants terrace, Dead gate), Ta Prohm (o famoso templo que foi filmado Tomb Raider e finalizamos voltando ao majestoso Angkor Wat para explorá-lo melhor depois do lindo nascer do sol que vimos de manha.

 

Os primeiros são muito do mesmo. São lindos. A quantidade de imagens que aparecem em cada torre bem como a quantidade total de imagens que somadas dão sempre números exatos e fieis é de impressionar.

Eles amavam o número 9 ! eram 54 torres com 4 faces que dao 216

2+1+6=9

Tudo era número para esse povo.

 

Opinião: não acredite mais nos números. Foi isso que eu aprendi depois de visitar essas ruínas !!! E fuja do 9 ! ahahahahahah

 

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20121222105044.JPG Terraço dos Elefantes. Onde o Rei se divertia assistindo o que acontecia por ali. Duelos, jogos... Os hóspedes ficavam nas casinhas ali atrás.

 

O mais interessante é que a maior parte dos templos é inacabada porque entrava rei e mandava cancelar o projeto anterior e começar outro, sem contar que ora eram budistas ora hinduístas.

 

Keng também nos contou que as pessoas não moravam nos templos em si e sim ao redor deles (aos montes, milhares e milhares de pessoas). Eles apenas simbolizavam e expressavam poder e eram tidos como, por exemplo, as igrejas hoje em dia, para fins religiosos. YEXXX !!!! ::xiu::::xiu::::xiu::::xiu::

 

Sei que, no final das contas, a “festa” acabou e foi todo mundo pra capital do Cambodia, Phnom Penh (cidade essa que não visitamos) e os templos ficaram abandonados por séculos, sendo descobertos bem depois. Atualmente, grande parte deles está em processo de restauração (acredito que deveria ser bem maior do que é) por outros países, que ajudaram, séculos atrás, no processo de depredação e invasão.

 

Por sinal perguntei o Keng como ele se portava quando tinha turista francês, por exemplo (tendo em vista que a França fez algumas besteiras por lá). Ele conta que diz na lata porque sabe que não é culpa das pessoas que estão ali, mas sim que a reação delas é algo do tipo “ow, is it true?”. Pelo menos foi isso que consegui captar da mensagem.

 

Essa era a hora de comer. Por sorte, porque caiu um pé d’agua que durou justamente o tempo que ficamos no restaurante. US$ 15 para duas pessoas (e com gorjeta)

 

Ta Phrom:

“Diferentemente da maioria dos templos de Angkor, Ta Prohm foi deixado em grande parte na mesma condição em que foi encontrado: a combinação fotogênica e atmosférica de árvores que crescem a partir das ruínas e da selva envolvente, que fizeram dele um dos templos de Angkor mais populares entre os visitantes.

As árvores que crescem fora das ruínas são, talvez, a característica mais distintiva de Ta Prohm”.

 

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Opinião: O Ta Prohm é realmente incrível e ver as fotos não é o suficiente para que você consiga sentir a emoção de estar no meio daquelas ruínas que foram devoradas por aquelas árvores gigantes.

Simplesmente fueda !!! Apenas aviso que os melhores clicks serão disputados pela infinidade de turistas e, achar o melhor ângulo, pode se tornar uma tarefa difícil.

 

Angkor Wat:

“É um templo situado 5,5 km a norte da atual Siem Reap, na província homônima do Camboja. É o maior e mais bem preservado templo dos que integram o assentamento de Angkor. É também o único que restou com importante significado religioso - inicialmente hindu, e depois Budista - desde a sua fundação. O templo é o ponto máximo do estilo clássico da arquitetura Khmer. É considerado como a maior estrutura religiosa alguma vez construída, e um dos tesouros arqueológicos mais importantes do mundo.

 

Angkor Wat faz parte do complexo de templos construídos na zona de Angkor, a antiga capital do Império khmer durante a sua época de esplendor, entre os séculos IX e XV. Angkor abrange uma extensão em torno dos 200 km², embora recentes pesquisas estimem uma extensão de 3 000 km² e uma população de até meio milhão de habitantes, o que o tornaria no maior assentamento pré-industrial da humanidade.”

 

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Opinião: Nosso guia, Keng, nos disse que esse templo demorou 37 anos para ser construído !!! Literalmente é UM MUNDO ele !!! Esse parece ter sido um dos poucos templos que chegaram perto de serem finalizados. Uma obra de arte.

 

Pena que eu já não tinha mais forças para nada. E o Keng todo empolgado querendo tirar fotos da gente no caminho da volta. Yexxxxxxxx Yexxxxxxxxxxxxxxx !!!!!!

 

Fomos para o hotel descansar um pouco. A noite chegou e eu fui pra janela olhar pro muro da casa ao lado e contei umas 15 lagartixas por lá. Não me conformo !!! Resolvemos pegar o free tuk tuk do nosso hotel com destino ao Night Market e a Pub Street (parecia que enfim estávamos saindo da roça), achei uma calçada !!!! :PPPPPP

Recomendaria se hospedar por aqui.

 

Fico puto também porque nesse meio tempo, o Felipe resolvia baixar as fotos para o computador dele... Só que a noite saiamos e no dia seguinte faziamos um programa. Resultado. As fotos do dia seguinte ele baixava, as da noite anterior, provavelmente iam pro limbo !!!! As fotos do Night Market não estão aqui então provavelmente ele deve ter deletado. Estou deixando essa reclamação formal AQUI porque não falo mais com ele sobre isso !!!!! ::toma::::prestessao::::prestessao::::prestessao::::prestessao::

 

Dei umas voltas no Night Market e comprei umas coisas, dentre elas umas pashminas (uns lenços) para dar de presente (que tem a rodo lá e no mundo inteiro custa caro). Paguei US$ 22 em 6, lindas, barganha !!! É incrível como todo o povo parece estar lá trabalhando, vendendo do mesmo (e tudo é barganhável como na Tailândia). Melhor que ficar em casa vendo novela, não é mesmo Brasil? Não se esqueça dos dólares porque aqui é tudo em dólar !

 

Achei as camisas eram mais vantajosas na Tailândia, no mais, é tudo muito em conta. Meu amigo comprou um chapéu vietnamita aqui porque o Keng nos disse mais cedo que era mais barato que no próprio Vietnã !!! Ela pagou US$ 2. Detalhe: ele comprou o feminino, não tinha como saber né ??? Só descobriu no Vietnã quando algumas pessoas olhavam para ele meio estranho e alguma boa alma resolveu falar

PS: o chapéu feminino é mil vezes mais bonito !!!

5 budinhas - US$ 5 / Pratinho - US$ 4 / 2 Regatas - US$ 4

 

Depois das comprinhas fomos à Pub Street, que fica literamente lá ao lado do Night Market. É bem animado o lugar, mas é aquilo, uma única rua (curta) cheia de bares, restaurantes e pubs. Um com a música mais alta que o outro. Optamos por comer em um restaurante (US$ 15 para duas pessoas) colado com um bar e curtir uma guerra de músicas do nosso lado e do outro lado da rua, vendo os gringos se soltando e caindo dos bancos/subindo nas mesas. (Mais ou menos como as lagartixas perto do hotel).

 

Voltando para o hotel, depois de pagar uns US$ 2/1 por um tuk tuk, mortos LITERALMENTE, era hora de contar um pouco de lagartixas e dormir !!! ::lol4::::lol4::::lol4::

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Dia 14 – Siem Reap, Cambodia (quinta)

 

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Vou logo começando com um belo elogio ao dia de hoje. Disputado como um dos melhores passeios ever. Marcamos com o nosso guia, Keng, só a partir das 11 porque antes iríamos andar de quadriciclo.

 

Quad Adventure Cambodia – esse é o nome da empresa ! Foram nos pegar no hotel no horário combinado e nos levaram para sua sede. Enquanto isso fomos curtindo mais umas bizarrices no trânsito louco do Cambodia. Fotooooooo !!!!

 

Ao chegar, tomamos logo umas explicações, colocamos óculos, capacete, pagamos e era a hora.

 

DICA: Calça jeans e tênis, de preferência um que você não vai mais usar durante a viagem. Leve uma proteção para sua máquina se você tiver um pouco de amor próprio a ela.

 

Depois de um pequeno treino e explicações, fomos à rua para que eles testassem nossas habilidades. Não é necessário ser nenhum super herói para dirigir um “quad”. Achei muito fácil por sinal, apesar de chegar a uma velocidade bem alta.

 

Optamos por fazer o passeio chamado “Discovery” que rodava, se não me engano, 43km num total de quase 2 hrs e meia.

E fomos, eu, Felipe e um guia (na moto).

 

O passeio é simplesmente indescritível e nada que eu escrever chegará perto da emoção que foi aquele momento. O trajeto é 95% feito em estradas de terra, ou seja, a poeira que levanta é absurda. A gente ia cortando mil estradas, se enfurnando em cada buraco e cortando milhares de arrozais que beiravam essas estradas improvisadas. Às vezes cruzando com bichos, rios, outras com muita lama e bosta que espiravam pro alto. TUDO que você pode imaginar.

 

Fazíamos algumas paradas e pro nosso guia tirar foto nossas. É altamente NÃO recomendável tirar fotos enquanto dirigia. Mesmo com minha máquina parcialmente protegida, eu consegui sujá-la bastante !

 

Mas, o mais legal mesmo, foi ver que, em todos esses lugares, tinham casas que margeavam essas estradinhas de lama e esgoto. Sorrisos que brotavam e crianças peladas que vinham correndo dentro de suas casas para dar um tchauzinho, distribuir felicidade ou então bater em nossas mãos (para isso diminuíamos a velocidade). Fico arrepiado só de escrever isso. Esse momento me marcou muito, até porque eram casas muito muito humildes, com crianças sem roupa ou então outras indo para o colégio no meio do nada, com o mesmo sorriso e o mesmo tchauzinho na mão.

 

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Os adultos também às vezes apareciam, ou então, no meio da colheita/caminho pro trabalho, distribuíam sorrisos e tchauzinhos. Acho que nunca dei tanto tchau na minha vida. A vontade era de continuar aquilo dali e não parar nunca. Ver que toda aquela gente vive ali, e que o máximo que eles poderiam conhecer era Siem Reap, me deixou muito contente. Contente em ver que elas eram realizadas com tudo que tinham e que aquele sorriso, apesar de mostrar tanta pobreza e sofrimento, era um sorriso feliz, sereno e realizado. ::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

 

As casas são construídas bem mais acima do nível do chão. Na época das chuvas, eles pulam pra cima. Essas áreas não estavam alagadas e deu para a gente ver que tinha muita coisa das casas na parte de baixo também.

 

Em determinado ponto, pedi pro guia motoqueiro parar (ele demorou a me ouvir) e fui visitar uma daquelas famílias enormes que estavam reunidas nos dando tchauzinho. Segurei o bebê que chorava bastante e todo mundo ficou me olhando e sorrindo. Não resisti, queria ter passado o dia inteiro com aquela família. Dei uns trocados para ajudar (sendo retribuído com um grande agradecimento), tirei umas fotos e voltamos ao passeio. A vontade que eu tinha de perder a carteira aqui era grande... Tava me sentindo o papai Noel !!! hohohohoho !!! ::Ksimno::::Ksimno::::Ksimno::::Ksimno::

 

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O passeio também nos dava direito a parar um dos templos Angkor (lembrando que tínhamos comprado o ingresso para 3 dias), mas optamos por fazer uma pequena parada pra beber alguma coisa e continuar aquele passeio perfeito com o sol da manha já a pino.

 

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Na volta, pegamos também uma reta absurda numa estrada asfaltada, e demos a máxima no brinquedinho. Eu tenho certeza que nesse momento passamos fácil dos 100 km/h. Uma delícia aquele vento na cara.

 

Hora de voltar e conferir mais bizarrices ....

 

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Voltando ao hotel, super super feliz, tínhamos 20 minutos para tomar um banho. E que banho !!! Sério, acho que nunca fiquei tão sujo em toda minha vida ! E, mesmo depois do banho, onde eu passasse a toalha, ainda iria sair amarelo. Na orelha principalmente.

 

11 horas e o Keng estava lá ! Era o momento de dizer YEXXXXXX !!!!!!!

 

O resumo do dia era esse:

“-On 15 Oct: Floating village on Tonle Sap lake at Kampong Pluk village with flooded Mangrove forest then we extend the long way to visit Banteay Srei, Pre Rup, Phnom Bakheng with sunset view.”

 

Hoje era o dia dos templos mais distantes e de visitar uma vila flutuante e uma floresta inundada. Eu confesso que já não estava mais com tanto saco de ouvir yexxx yexxx e yexxxx, mas lá vamos nós !!! Apesar de não ser tão distante, demora bastante pra chegar e choveu forte em diversos momentos. Aliado ao transito de pessoas no meio da rua, indo pro colégio de bike ou indo trabalhar de moto, atrasou um pouco nossa vida. Ainda tivemos que pagar US$ 20 por pessoa para passear no barco (me admirou porque essa parte não estava inclusa) !!!

 

Pegamos então um barco e fomos relaxar, meus olhos piscavam. Tava morrendo de sono. Mas foi super maneiro. Como a época das chuvas, em todo sudeste asiático em si, vai até outubro, já era possível sentir os reflexos da baixa das águas. Passamos por umas palafitas (inclusive algumas pousadas e escolas) no lago Tonle Sap e vimos marcas deixadas pelas inundações. Eu achei bem legal o visual. Ver todas aquelas pessoas morando nesses locais é bom para que você agradeça cada vez mais o teto que você tem. As casas são construídas bem bem mais acima. Depois cruzamos uma floresta inundada.

 

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Banteay Srei – “Sediado há pouco mais de 20 km ao norte de Angkor, aos pés da Montanha Kulen, é um dos mais antigos templos da cidade e sua construção data do século X, especificamente do ano de 967. Banteay Srei significa "Cidade da Mulher e da Beleza", o que fez jus às suas formas delicadas e bem decoradas, chamada por muitos historiadores de "jóia da arte Khmer". A principal característica deste templo hindu, é a riqueza dos detalhes talhados na sandstone rosada, pedra esta relativamente difícil de ser trabalhada. Seja nas paredes, portas, janelas, balaustres, imagens, margens e bordas, tudo está talhado diretamente na pedra. Certamente um trabalho árduo, mas dono de um resultado belíssimo!” (http://www.viaggio-mondo.com/2009/07/banteay-srei.html)

 

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Opinião: esse templo também era longe, mas optamos por ir logo para ele sem almoço. Não dizer que é chato porque não é. Mas ele é beeeem pequeno quando se comparado com os outros. O Keng disse que esse templo foi construído por mulheres e era hindu. Contou também umas histórias de terror que justificavam os milhares de desenhos esculpidos nas rochas, inclusive de uma tal de Shiva.

 

Na volta pro outro templo no qual iríamos ver o por do sol, começou a cair uma chuva absurdamente forte e, diferente das outras, essa não queria passar. Acabou que, por azar, ou sorte mesmo, pedimos para encerrar por ali e voltar pro hotel. Já estávamos azuis de fome.

 

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Resumo da Opera: o guia é bom, mas dispensava o segundo dia de passeio. Com um dia BEM guiado (porque sozinho você vai levar um mês), você consegue fazer tudo no mesmo dia, mas não deixe de fazer o Quad no dia seguinte hein !!! O passeio na vila inundada também foi bem diferente. Enfim,... Faça então ! hahahaha !!!

 

Voltando ao hotel, pagamos ao Keng e demos uma pequena gorjeta de uns US$ 20. Foi o suficiente para ele cair nos agradecimentos. Em seguida, fomos almoçar no restaurante de lá. E de novo só tinha a gente.

Aproveitei pra puxar papo com a garçonete e perguntar mais sobre eles. Adoro conversar com o povo local.

 

A garçonete, que me viu mexendo no facebook e pediu para eu adiciona-la, também trabalhava como a recepcionista do hotel (e também provavelmente como outras coisas). Me disse que seu salário era de US$ 60 por mês + gorjetas. Na verdade eu senti que ela disse isso porque optamos por deixar a conta do restaurante para fechar no check out (e obviamente ela ficaria sem gorjeta, mas resolvemos colaborar). Ela também disse que dava aulas de inglês em colégios para crianças.

 

Nesse momento, o gerente/dono do hotel chegou. Com a finalizade de desfazer o não comparecimento para nos buscar no aeroporto, nos pagou o dinheiro do taxi e nos presenteou cada com uma hora de massagem grátis. E ainda disse que não recusaria uma desfeita !!! Então ta né !!!

 

Fui a cobaia na minha segunda massagem no sudeste asiático e o Felipe foi pro quarto. Era um por vez. A massagista era um amor de pessoa, apesar de não ter o inglês mais perfeito do mundo. Resolvi cair no papo com ela e me surpreendi muito. Falei e perguntei o quanto podia, e quando não falava eu ria pra caraio porque massagem é muito engraçado !!!! Tinha uma música budista relaxante de fundo e eu perguntei se ela gostava de músicas e de quais ela gostava. Pedi para ela cantar e depois ela pediu para eu cantar, ninguém queria cantar. Mas o que descobri é que ela nunca ouviu falar na Madonna ou na Kate Perry, por exemplo. O salário dela ? US$ 60 por mês. Sendo que US$ 35 eram pra pagar a casa (ou quarto) que ela morava. Trabalhava 12 horas por dia e folgava 4 dias por mês. Pelo menos o hotel dava comida.

Ela ia pro trabalho com a moto dela (assim como qualquer outro) e eu perguntei quanto custava uma moto e ela disse que o pai dela deu e que custou US$ 200. Perguntei se não usava capacete e a resposta foi obviamente não, ninguém usa. Eu perguntei: Mas por quê? Ela retrucou (sempre rindo muito) dizendo que era caro (US$ 10) !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Colaborei dando US$ 5 de gojeta, por mim e pelo Felipe, e botando os outros US$ 2 na caixinha do hotel, devolvendo os US$ 7 que o gerente do hotel tinha nos dado. ::Ksimno::::Ksimno::::Ksimno::

 

Depois da massagem, já quebrados, fomos arrumar as coisas. Nem rolaria voltar a Pub Street. Iríamos madrugar para ir ao aeroporto rumo ao Vietnã.

 

PS: O DEPOIMENTO AINDA NÃO ACABOU

 

::tchann::::tchann::::tchann::::tchann::::tchann::

para HANOI E HALONG BAY, no VIETNAM, pule para a página seguinte

::tchann::

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Que relato incrivel....Parece que vc é uma amigo contando as experiencias.Tow com passagem pra Bangkok dia 26 de março e depois de ler seu relato a ansiedade ta batendo mais ainda...Me diz uma coisa, vale a pena ficar em Ao Nang ou seria melhor ficar em Railay? Parabens cara

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Alexrafael !!!

Essa foi mesmo a intenção. Missão cumprida pelo jeito hein :)))) ::cool:::'>

 

Olha só. Definitivamente NÃO recomendaria se hospedar em Railey pq lá não tem NADA para fazer. Além de ser uma ilha muito pequena. A não ser que você queira se isolar do mundo. Acho mais válido ficar em AO NANG e pegar um longtail que em menos de 15 min você tá lá ...

 

Poste todas as dúvidas que tiver que vou tentar te ajudar,...

 

Grande abraço e vlw ::hãã2::

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    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 


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