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zervelis

TAILÂNDIA CAMBOJA E VIETNÃ - 18 DIAS - NOV/12 - 2 FELIPES (28a/27a) E TUDO QUE VOCÊ PRECISARÁ SABER

Posts Recomendados

::tchann::

 

Passando por: Bangkok; Ayutthaya; Chiang Mai; Krabi (Ao Nang); Koh Phi Phi; Phuket (Patong) - TAILÂNDIA

Siem Reap - CAMBOJA

Hanoi e Halong Bay - VIETNÃ

 

ATENÇÃO: ::hahaha::::hahaha:: em comemoração aos 2 anos do relato (dez.14) E também a grande bagagem de informações que recebi de pessoas que fizeram essa viagem, postei um roteiro alternativo ajudando a maximizar o tempo e a incluir novos lugares... esses dados vocês encontram na página 21

 

e agora comemoração 3 anos de relato (dez.15) planilhas SUPER ATUALIZADAS na página 25 com detalhes e dicas do que fazer dia a dia.

dicas de guias que falam português em Bangkok e também no Cambodia ::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

muitas novidades

 

Rumo a Ásia

 

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A primeira coisa que precisará saber-> ::otemo::

Deixa eu me apresentar, me chamo Felipe Zervelis (28) e fui com meu amigo, Felipe Watson (27), fazer essa viagem. Eu sou chato pra caramba pra comer, mas ele é bom de boca. Eu sou uma pessoa que gosta de aproveitar o dia, e a noite fazer algo leve. Ele, o contrário. Quer dizer, ele consegue energia para fazer tudo, mas ama a noite. Nosso foco nessa viagem foi definitivamente aproveitar mais os dias e as belas paisagens, e relaxando mais as noites para aguentar o ritmo acelerado. Cada um levou uma mochila e uma mala grande e tentamos manter cada uma com no max 20kilos (limite muitas vezes exigido entre os voos internos. Na verdade comprávamos esse limite).

 

Atualizado em 2017 - Agora tenho 32 anos !!! saco kkkkkk ::tchann::

 

Ah, se gostar do depoimento NÃO se esqueça de comentar ! Isso é o que dá o gás para a gente continuar se esforçando !

 

O trajeto entre países foi feito de avião então escapamos de todas as dificuldades e burocracia chata de quem faz isso na cara e na coragem.

 

Gasto aproximado total por pessoa incluindo absolutamente tudo: entre R$ 11 e R$ 12 mil. Saimos do Rio dia 01 de novembro de 2012 a noite e voltamos dia 20 de novembro de 2012, a noite também.

Atualizado em 2017 - Atualmente um preço de uma viagem como a nossa diminuiria pelo menos 20% apesar da alta do dólar ! Na época fui praticamente as cegas, hoje dia sou quase um especialista em sudeste asiático. A viagem da minha mãe, por exemplo, de 15 dias, não custou nem 7 mil reais (incluindo as passagens).

 

Na ida (o que vou considerar de dia 01), fizemos um pit stop em Londres. Ele já conhecia e me levou para dar uma volta durante a escala do voo. Umas 8 horas lá muito bem aproveitadas com direito a um passeio no Big Ben e Parlamento, área do London Eye, Buckingam Palace, Hyde Park e um jantar na Piccaddily Circus atendido por um brasileiro. Great !

 

Cotação aproximada durante nossa viagem. (Não se esqueça que se pagar no cartão, terá 6,38% de IOF)

THB (moeda da Tailândia)

US$ 1 = THB 30 em 2017 - aproximadamente US$ 1 = THB 35 (melhor ainda)

R$ 1 = THB 15

 

Resumo (não veja esse Resumo sem deixar de conferir informações atualizadas em dez de 2015 na página 25 e mais dicas na página 21)

 

ROTEIRO UTILIZADO NA ÉPOCA

BANGKOK - TAILANDIA chegando a tarde do dia 03 e saindo a noite do dia 05 as 20:40

CHIANG MAI - TAILANDIA chegando a noite do dia 05 as 21:50 e saindo a noite do dia 7 as 20:15 fazendo a pernoite em Bangok para pegar voo cedo para Krabi as 06:35 do dia seguinte

KRABI (AO NANG) - TAILANDIA chegando cedo do dia 08 em Krabi (08:00) e sair dia 10 cedo para Phi Phi

KOH PHI PHI - TAILANDIA chegando dia 10 em Phi Phi e saindo dia 12 cedo para Phuket

PHUKET (PATONG) - TAILANDIA saindo dia 13 de Phuket a tarde (14:50) e chegando em Siem Reap as 18:55

SIEM REAP - CAMBODIA chegando numa noite(18:55), teremos dois dias completos e sairemos no outro dia (16) bem cedo (07:10) para Hanoi

HANOI - VIETNAM chegando dia 16 cedo (08:50) e ficando em Hanoi durante o dia

TOUR DE BARCO 2 DIAS - DE HANOI A HALONG BAY Depois do tour em Halong Bay e volta para Hanoi, Passagem de Hanoi a Bangkok dia 19 as 17:10 chegando as 19 hrs. Voo para Brasil as 00:20 com escala longa em Londres. Chegada Rio 21:50 do dia 20

 

(atualizado em 2017 - apaguei os nomes dos hoteis de proposito, hoje em dia mudaria a maior parte deles.. dicas no decorrer do relato)

 

Passeios Reservados ou Parcialmente Pagos antes da Viagem (consulte sempre o Trip Advisor) - Alguns passeios são apenas reservados pela internet, sem precisar pagar agora.

 

::hãã::TOUR EM BANGKOK COM GUIA PARTICULAR (GIFT)/Thailand [email protected] - THB 6800,00 (US$ 227,00 para duas pessoas) - http://www.privatetourthailand.com/ - esse foi o que eu fiz na época. Esse preço acima é referente ao tour da Gift, em inglês !

Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo o tour em português da querida DARA ! o email dela é o [email protected] - não esqueça de mencionar que foi indicação do Felipe Zervelis

 

::hãã::TOUR-AYUTTHAYA BOAT AND TRAVEL (PASSEIO DE BIKE)/Thailand - THB 6373,00 (US$ 207,18 para duas pessoas) - preço mais caro por na volta deixaram a gente no aeroporto DMK.

 

::hãã::TOUR-PATARA ELEPHANT FARM EM CHIANG MAI/Thailand - THB 5800,00 (US$ 180,00 por pessoa)

insista no contato por email porque eles são chatos para responder. até 2017 o preço continua o mesmo - [email protected]

 

::hãã::TOUR-ANGKOR GUIDE SERVICES EM SIEM REAP/Cambodia -US$ 137 por dois dias e por duas pessoas. Primeiro dia com por do sol e segundo dia após Quad Adventure. Esse acima foi o que eu fiz em 2012... Em inglês.... e o preço se refere a ele na época que eu fui. MAS agora eu recomendo o Alex....

Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo o tour em português do querido ALEX ! o email dele é o [email protected] - não esqueça de mencionar que foi indicação do Felipe Zervelis. Ele fez o tour dos meus tios, mãe, irmão, cunhada e zilhões de amigos. Uma simpatia !!!! ::love::

Aqui vai o site dele - EXPERIÊNCIA CAMBOJA - GUIA ALEX

 

::hãã::TOUR-QUAD ADVENTURE CAMBODIA-US$ 58,00 por pessoa - Passeio Discovery 43km saindo as 7:30am. http://www.quad-adventure-cambodia.com/tours.aspx (esse passeio recomendo até hoje) !!!!

 

::hãã::ASIA TOUR ADVISOR - VIETNAM (INDOCHINA JUNK - navio DRAGON PEARL) -US$ 517,00 pra duas pessoas - Cruzeiro de 2 dias em Halong Bay + Carta convite para Visto do Vietna de US$ 10 cada. Não esquecer fotos para o visto - 2 fotos 5CM X 5CM (a gente só deu uma). A cia é a Indochina Junk mas fechamos através da Asia Tour Advisor.

Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo fechar os tours do "halongbaytours.com" através do site deles que sai infinitamente mais barato.

 

::hãã::::hãã::::hãã::ATUALIZADO EM 2017 - RECOMENDO PASSEIO EM KOH PHI PHI CHAMADO SLEEP ABOARD MAYA BAY

 

::tchann::

 

O material é extenso e o que não está na página 1, segue na página 2... ROLE A PÁGINA PARA COMEÇAR A LER O DEPOIMENTO. NÃO PARE DE LER ATÉ EU DIZER THE END PORQUE OS MEUS POSTS SE MISTURAM COM COMENTÁRIOS DAS PESSOAS. PARA FACILITAR -> KOH PHI PHI, PHUKET E CAMBODIA (SIEM REAP) ESTÃO NA PÁGINA 2; HANOI E HALONG BAY (VIETNAM) ESTÃO NA PÁGINA 3.

 

DICAS ESTÃO POR TODOS OS COMENTÁRIOS.... INCLUSIVE ATUALIZAÇÕES IMPORTANTES.

HOJE É DIA 27.01.2017 E SE EU FOSSE FAZER ESSA VIAGEM HOJE MUDARIA MUITA COISA. MAS MUITA MESMO. AS DICAS MAIS IMPORTANTES ESTÃO NOS COMENTÁRIOS E NAS PLANILHAS EM ANEXO PELAS PÁGINAS DESSE EXTENSO MATERIAL.

 

Enjoy ;)

 

::tchann::

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No horário de verão brasileiro, o fuso para os países foi de 9 horas. Não tivemos problemas com Jet lag. Só aconselho mudar, ainda no avião, o relógio para o horário dos países de escala e depois pro destino final.

 

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Sinceramente, esse foi um dos melhores lugares que fui na minha vida.... Toda Tailândia, foda !!! O lugar é um paraíso por si só, lindo de morrer, tirando Bangkok que é coberto por um “fog”, mas tem sua beleza mesclada a templos x cidade grande, tudo junto !!!

De repente você tá andando e dá de cara com um templo (Wat=templo em Tailandês) !!!

O lugar é infinitamente mais preparado para o turismo que o Brasil. Você respira e já vê muitos turistas, em grupos ou sozinhos. APRENDE BRASIL !

Resolvemos fazer uma viagem com mais “conhecimento”, digamos assim, para tal, reservamos guias recomendados no Trip Advisor. O preço é salgado, mas não me arrependo de nenhuma escolha e recomendo todos que conhecemos. Eu odeio fazer turismo em grupos grandes ou com alguém me mandando fazer tal coisa. Então, os guias eram particulares e faziam o “must see” de cada lugar, deixando sempre claro que podíamos mudar o que quiséssemos. Os contatos de todos os guias utilizados estão disponíveis acima. Não ficávamos com o guia toda a viagem, na verdade era por dia de passeio. Geralmente começando cedo e acabando um pouco depois do almoço. Tínhamos pouquíssimos dias a passar no sudeste asiático, aqui até o tempo é sagrado !

Coisas que você tem que saber (esse início se aplica para TODA Tailândia).

 

Lições aprendidas:

 

Sorrisos:

Mostre a eles que são brasileiros. Eles adoram, porque a gente ri e gesticula que nem eles. O entrosamento é fantástico e você se sente em casa.

 

Saudação e Agradecimento:

A saudação vária entre homens (SAWASDEE KRAB) e mulheres (SAWASDEE KA), que significa: Olá, bom dia, boa tarde, boa noite, ou seja, é uma forma respeitosa de cumprimentar seus colegas e demais pessoas, um simples OI !!!

A pronuncia é algo do tipo: Sahadêêê Kraaaaaaaaaaaaaa !!!!! (homens falando para homens e mulheres)

Sahadêêêêê Kaaaaaaa !!!! (mulheres falando para homens e mulheres)

Só que o “ha” é pronunciado bem rapidamente,... Eu simplesmente falava Saaaaaaaadêêêêêkraaaaaaaaaa ou Sadêêêêêkaaaaaaaaaa porque até então eu não fazia a menor idéia que tinha alguma diferença no cumprimento em você ser homem ou mulher !!! haahah era uma festa só. Chegava em todos os lugares falando isso, meu amigo já tava bolado ahahahahah !!!! Bem mais legal que falar “Hi” !!! Apenas não se esqueça de fazer a flor de lótus com a mão enquanto vocês falam e depois quando agradecerem. É algo que começará a sair no automático durante todos os momentos. Não esqueça a empolgação, a sintonia e o sorriso !!!

 

O bom humor quando se agradece está presente na cara e nas mãos de todos. Eles agradecem sempre como se estivessem orando, juntando as duas mãos e fazendo o símbolo da flor de lótus (que eles amam, inclusive de adorno) e dizendo Kop Kum Krap (obrigado). A pronúncia é algo do tipo Kopkumkraaaaaaaaaaaaaaa (as vezes, muito rápido, sai simplesmente Kooooopkuuuuuuuuumkaaaaaaaaaaaaa !!!! Sempre bem prolongado !

Lá, até o Ronald Mc Donalds está com as mãos juntas, no formato da flor de lótus (vou parar de repetir isso heehhe), agradecendo a visita. Incensos e flor de lótus (pareiii) estão espalhados por todos os lugares e templos.

 

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Temperatura

Calor dos infernos. Não se esqueça do protetor e da água ! E olha que fomos na época com as temperaturas mais amenas do ano, novembro. O Verão do RJ perde feio.

 

Segurança e Social

Não me senti ameaçado em momento algum. As vezes até tinha medo de uns motoristas malucos de tuk tuk, mas do nada eles começavam a rir que nem loucos que o medo passava. Eu andava com minha câmera no braço em absolutamente TODOS os lugares que passei, inclusive em alguns muito humildes (coisa que não faço no Rio nem com o meu relógio de 10 dólares).

O melhor de tudo? Não vi mendigos, gente pedindo dinheiro (a não ser que tivesse algum problema físico visível). As pessoas lá trabalham e se contentam com o que tem. Não importa se você vai vender mais do mesmo, um artigo falsificado igual ao da barraca ao lado, uma iguaria local, as pessoas sempre sempre estão tentando ganhar o seu dinheirinho sem ficar pedindo esmola e isso foi o que mais me chocou. Aqui, no Brasil, o pessoal põe uma criança no colo e vai pedir dinheiro. Lá eu vi as crianças vendendo de tudo, as mais miseráveis inclusive.

 

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Hospedagem

Geralmente eu fazia reservas na internet pelo booking.com (com raras exceções que eu pagava a noite antecipadamente).

A grande parte não solicitava cartão de crédito então você ia apenas com a reserva. Não tive problema algum. Chegando lá era só pagar.

Muita gente prefere viajar mais largado, chegando lá e vendo onde ficar. Eu sou mais certinho e chato com essas coisas. Procuro sempre um lugar elogiado, perto das coisas e que eu não vá ter problemas. Todos os hotéis davam duas garrafinhas de água grátis por dia. Tinham banheiro e ar.

Transportes: é tuk tuk na cabeça (é como se fosse uma moto só que um pouco maior, com uma carruagem atrás hahahah !!!!) eles te levam para qualquer lugar e estão presentes (em bandos) em todas as esquinas. Junto com zilhões de motos (umas com até 4 pessoas e bebês em cada) e sem capacete ! Porque não acontecem acidentes? O asfalto lá é ótimo, pelo menos isso, sem contar que o povo anda BEM mais devagar que no Rio (tirando o tuk tuk que é emoção pura, não existe calçada que ele não atravesse hehehehe). No tuk tuk você tem a opção de negociar o preço, é bem barato, mas como aquele lugar CHOVE turista, eles podem simplesmente se recusar a te pegar. Isso aconteceu com a gente quando tentávamos pegar um taxi no centro. Todos diziam um preço e não queriam ligar o taxímetro. Nos taxis, dica que dou, não feche o preço antes. Peça o taxi meter (taxímetro), sempre !!! Vale muito a pena !!! A tarifa parte de THB 35 (um dólar e pouquinho), mais ou menos, e daí vai subindo bem vagarosamente,... Qualquer coisa, peça outro !!! Eles também possuem um trem suspenso chamado Skytrain. Um banho de tecnologia. Achei fantástico como eles implementaram aquilo passando no alto da cidade. O projeto é novo, então ainda não cobre muita coisa, nós, por exemplo, só o utilizamos para ir e voltar do Chatuchak (Weekend Market) e passar num shopping para comer algo.

 

Alimentação:

Pad Thai. É o prato típico local (e um dos poucos que me atrevi a comer, porque sou chato pra caramba com comida). Simplesmente adorei. Comi o meu primeiro na Khao San Road e foi feito ali, na mão, no meio da rua. Um pouco de macarrão, um pouco de frango, cenoura e outras coisas que eu preferi não saber. Deu menos de 2 dólares (THB 50 por pessoa) e enche a barriga. O Felipe (meu amigo que foi comigo) que fazia a festa lá. Ele adorava tudo, comia o meu e o dele. Tirando o Pad Thai, é bom saber que comida típica tailandesa é geralmente bem condimentada.

Eu sempre que via um restaurante italiano me sentia em casa e pedia um belo prato de Spaghetti a Carbonara. Ou o jeito mesmo era partir pro famoso Mc Donald’s (ou o Burguer King), presentes em TODAS as esquinas, junto a outras franquias como Starbucks, por exemplo.

Bichos exóticos: meu amigo comeu um escorpião assim que a gente chegou. Mas foi só para provar mesmo. Aliás, não vi mais nada relacionado. Eram só umas duas ou três barracas de bichos estranhos fritos e só turista comendo (com um pouco de molho), mas não é do jeito que se pensa, que tem em todos os lugares e que é modinha. E ele não gostou, antes que me perguntem. Também tinham umas baratas, lesmas e outras guloseimas irresistíveis....

Pra onde eu virava tinha uma barraca de frutas. Não deixem de experimentar a Dragon Fruit. Bem típica. Um espetáculo (fruta é comigo mesmo). Pras pessoas que preferem shake (fruta+gelo), também tem em qualquer esquina. O preço é THB 50.

 

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O que o povo de lá come o tempo todo é arroz,... E eu odiei aquele arroz, mas comia né,. Não tinha jeito. Ele tinha um cheirinho esquisito (mas meu amigo adorou, eu que sou chato mesmo). Agora comer arroz, sopa no café da manhã? não rola ! Para minha sorte, vários hóteis tinham o famoso café da manhã americano (ou então nos restaurantes mesmo). Pena que não era Buffet, e sim duas torradas, uma geleinha e manteiga daquelas de avião (que você fica horas para abrir e desiste), um omelete, um baconzinho ou duas salsichinhas e um suco (idem no Cambodia e no Vietnã) !!! E olha que a parte que eu sempre mais gostei do meu dia foi o café da manhã !!!!! Sempre ficava com um gosto de quero mais.

Ah, muita gente também cozinha e depois vai lavar as coisas na calçada.

 

Dinheiro

Não é lenda. Todo mundo aceita dólar. Mas achamos melhor trocar dinheiro porque saia mais vantajoso. Só dê uma pesquisada antes para ter noção e não seja burro de trocar no aeroporto onde existe uma cotação surreal !!! Na dúvida, quando chegar, negocie pagar em dólar e deixe para trocar na cidade.

 

Compras e Negociação

Não existe comprar nada nem utilizar nenhum serviço sem barganhar bastante. Mas não baixe só um pouco o preço não. Ria bastante (eles adoram pessoas felizes porque eles também são) e jogue o preço lá embaixo, porque eles sempre vão fazer uma contra proposta. Então se cobrarem tipo THB 200 você diz NO, THANKS (ou manda um “Just looking”) e finge que vai embora! Ai eles te perguntam: how much how much (sempre com uma calculadora na mão, inclusive em lojas, bizarro como todo mundo tem calculadora lá hahahaah) e você diz algo bem barato, tipo THB 50, ai eles pedem que você dê uma proposta maior, NÃO DÊ porque eles sempre vão pedir para você subir sua proposta. Então peça para eles darem a deles e que seja uma bem baixa e você baixa a proposta deles, fácil fácil. Tiro certeiro !!! O que custava THB 200 vai sair fácil por THB 100 ou no máximo 130 !!! um pelo desconto de até 50%! Melhor que Black Friday !!!

 

Religião e Política

 

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Está presente em todos os lugares, nas casas, nos táxis, no meio da rua, em outdoors, no aeroporto !!! BUDA é o que há !!! No avião, no buteco, no tuk tuk, no raio que o parta. Todo mundo é igual e o budismo está presente em mais de 90% das pessoas que habitam a Tailândia. Eles acreditam em reencarnação e em algo do tipo que você tem o que merece ter e o que faz nessa vida é o que trará para a outra. Se tiver feito coisas boas, seguirá sempre reencarnando e evoluindo. Ao regredir, eles acreditam que você pode chegar a renascer como um animal. Ao morrer, são cremados (o que eu acho bem mais lógico, tirando a parte de voltar como animal). Assim como na religião, também está presente o amor pelo seu imperador e sua esposa, presentes em fotos e altares a cada esquina. Sim, você leu certo. Você está andando e de repente vê a foto do Rei ou de uma Sra, estampada numa casa (na porta mesmo), ou numa escola, dentro do taxi, no tuk tuk, nas barraquinhas ou num outdoor gigante. Eles estão sempre sempre em destaque, que nem as réplicas dos altares que estão espalhadas também por todos os cantos em escala reduzida, obvio. É o tipo de coisa, todo mundo tem que ter em casa a foto do rei ou da rainha e um mini Wat (templinho heehhe), o Buda então nem se fala. Detalhe: eles já estão no poder tem mais de 35 anos e o povo os ama com fé e devoção. No momento estavam internados em um hospital (com seus mais de 80 anos), o mesmo hospital que o povo fica, e a guia me disse que todos os amam tanto, que querem que parem de trabalhar para cuidar da saúde. É tipo amor materno mesmo. E o povo aqui achando que o Lula era grandes coisas ....

ATUALIZADO EM 2017 - o rei morreu no final de 2016 !!!!!!!!!

PS: prefiro nem comentar sobre o Lula ! kkkkk ::tchann::

 

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Vacina contra Febre Amarela

Chegando a Bangkok vá direto para o HEALTH CONTROL. O aviso foi dado. Se for pra fila de imigração (que não é nada pequena) você depois terá que ir pra outro lugar pra enfim voltar pro início da fila !!!! É só mostrar o certificado internacional de vacinação contra febre amarela que eles vão carimbar seu papel de imigração. Aqui no RJ se tira de graça no centro da cidade, Rua Evaristo da Veiga, pertíssimo do Teatro Municipal. Não é necessário visto para entrar na Tailândia se você for brasileiro, mas esse comprovante é indispensável.

 

Observação: O turismo sexual é fortíssimo na Tailândia. Pra onde você olha, tem uma puta te chamando,... Cuidado que ela pode ser puto!

 

Enfim, você vai andando e se depara com muitas opções, sendo elas (ambas servem para a Tailândia toda): [/size][/b]

 

1- A top top: Thai Massaaaaaaaaaaage (a entonação é exatamente como sai da boca de cada massagista) !!!! tem 50 por esquina. Tanto no meio da rua como em locais fechados. E não é algo que você vê só por ali. É assim mesmo no país inteiro !!! É baratissimo. Algo do tipo 3 dólares a hora ! Fiz apenas duas vezes. Sinto muitas cócegas, principalmente no pé. E as duas eu ganhei, uma num passeio e a outra de cortesia (a segunda delas no Cambodia).

 

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2: Tuk Tuk !!!! É tuk tuk pra TUDO que é canto que você olhar !!!

Tem hora que você até se aborrece. Eu vi até uma camiseta a venda lá: NO MASSAGE, NO TUK TUK !!!

 

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3: O Assédio das mulheres (e as quase mulheres) de programa é fortíssimo por lá.

 

4: Agências de viagem e que fazem tour para todos os cantos. Classificaria isso como uma verdadeira PRAGA porque são insistentes pra caramba. Vendem tanto em lojas como em barraquinhas, inclusive o pessoal de seu próprio hotel atua nisso, porque em tudo que vendem, ganham comissão.

 

5: 7 Eleven !!! Tem 10 a cada esquina ! Se você um dia resolver contar, vai a loucura. Em boa parte da Europa também tem a rodo essa franquia de lanchonetes, a diferença é que aqui elas não são bem lanchonetes e sim mini mercados e também vendem itens de farmácia (bem mais barato que no Brasil). Apenas esqueçam aqueles paninis deliciosos a la Europe.

 

6: Chineses, Japoneses e Coreanos: estão em todos os lugares e entraram no meio das coisas quando você quiser tirar foto.

 

Enfim, Tailândia ...

(:

 

BANGKOK

 

Saindo do aeroporto BKK foi aquela emoção e aquele susto. Taxis rosa e um calor de outro mundo. Negociamos logo um valor de US$ 16/2 para a corrida rumo ao hotel, que ficava perto da Khao San Road, a rua mais turística de Bangkok. Pelas minhas contas, teríamos gasto no máximo US$ 12. Isso porque era longe pra caramba. Não se esqueça de pedir para ligar o taxímetro que vale mais a pena !!!

 

Nosso hotel era uma graça. Funcionários muito amistosos. Tinha um wifi que não funcionava no quarto, só nos corredores. Mas ficávamos lá. Perto das escadas (todas vazadas) que davam vista para a recepção. (PS: se prepare para subir muitas escadas, tanto nos locais como nos templos). Todos os nomes e preços de acomodações estão no início do depoimento. A grande parte se reserva apenas (sem cartão) e lá você paga em dinheiro ou cartão (sempre acrescentam mais uns 3% se você pagar no cartão, em TODOS os lugares) No Brasil, acho que é 5%, a diferença é que você é trouxa e paga sem saber. Mesmo se não usar cartão.

 

A cidade me lembrou e muito São Paulo, muitos carros, pistas largas,... O Rio Chao Phraya que corta a cidade (e muitas outras), pelo menos, não tem cheiro ruim. Super recomendo o hotel que ficamos, não fica exatamente na Khao San Road, mas é uns 6 a 8 minutinhos andando e num caminho que lembra a própria Khao San. Muitos ambulantes distribuindo “descontos”, peças falsificadas, sorrisos, comidas (de fast foods americanos que bombam a cada esquina ao famoso Pad Thai). A felicidade é contagiante. Se procura roupas falsificadas, em qualquer lugar tem, mas as mais perfeitas estão na Khao San Road.

 

Os guias nos ajudaram muito a não cair nos conhecidos golpes. Quem for sem guia, aconselho sempre você não entrar no papo do motorista “o templo está fechado hoje” porque é mentira. Li muito sobre isso. Eles tentam de qualquer forma te convencer a fazer outra coisa (algo que provavelmente dará uma comissão a eles)! E, na hora que for sair do templo, ande um pouco e procure um transporte que não esteja parado lá na frente.

O que fazer em Bangkok?

Dessa vez eu vou fazer completamente diferente. Antes (depoimentos passados) eu falava muito de cada lugar. Agora simplesmente vou citar o lugar que vocês devem ir e citar opiniões a respeito, afinal, o significado de cada coisa vocês encontram fácil no google. Todos são “must see highlights” !!! Nós chegamos numa noite e fomos diretos para a Khao San Road (onde eu comi aquele Pad Thai e o Felipe comeu um escorpião, como disse mais atrás).

 

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Cada vez que eu escrever, por exemplo THB 120/2 = THB 60 por pessoa (éramos 2). Para saber o preço em dólar é só dividir por 30, no caso US$ 2 !

 

Dia 02 – Bangkok, Thailand (sábado)

 

- Khao San Road a noite + Ping Pong Show - A Khao San Road é um "must see" e já falei bastante sobre ela acima. Vale a pena conferir...

 

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-Ping Pong Show (merece comentários a parte) – Na própria Khao San Road, os ambulantes mais discretos, te oferecem uma ida (falando baixinho mesmo) ao Ping Pong Show. É algo que você provavelmente só vai ver uma vez na vida, de tão deprimente que é, mas é extremamente necessário que você vá ver ! Negocie ! Foi a única vez que fomos enrolados lá, porque o maldito cara do tuk tuk que nos levou (e a gente morrendo de medo porque era longe e ele só ria), ficou de nos esperar e deu no pé !

 

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Não esqueça de barganhar (não apenas com o cara do tuk tuk, ele apenas vai te levar lá),... o cara da “casa de shows” não quis nem saber se o outro lá disse para a gente um preço mais em conta. Ou Paga ou tchau. E você que já ficou 20 minutos pra chegar lá, não vai desistir de ver o mais espetáculo da suas vidas !!! O esquema na porta é sinistro, parece que você vai entrar numa cena de crime, mas, do nada, o ambiente se transforma. Preço: THB 400 por pessoa (o tuk tuk da ida provavelmente ganhou uma comissão ai porque pagamos direto ao agente e não o vimos mais) + THB 80/2 (taxi da volta)

 

Em resumo, o que seria o tal Ping Pong Show?

Peguei um relato desse site e acrescentei algumas palavras, mudei algumas palavras. Afinal, o lugar e o show parece que foram o mesmo.

http://www.relicario.etc.br/content/view/840296/Tail-ndia-Experi-ncia-VIII-Ping-Pong-Show.html" onclick="window.open(this.href);return false;

 

A ida à Bangkok não podia passar sem a experiência de ir a um show de Pompoarismo. Fora da lei, proibido, disfarçado. Um lugar escuro, do lado esquerdo um bar, no centro um palco com quatro barras que iam até o teto. Uma mulher se movimentava ao som de uma música pop rock bem atual. Em toda a volta do palco cadeiras e pequenas, lotado. Placas de proibido fotografar, filmar e usar celular. Disfarçadamente e estrategicamente colocados algumas mulheres e o povo (jovens, senhoras, idosas, meninas, casais, tinha de tudo) ficavam de olho na platéia.

 

O show acontecia de uma maneira não muito profissional ou milimetricamente programada, digamos assim. O tema exige concentração e leva tempo. Uma mulher por vez subia e apresentava seu número.

 

A penumbra deu o clima do local, os números e o fato de não poder registrar faz com que o mistério aumente. Qual será o próximo número ?

Minha opinião? A Must See in Bangkok !!! Sugiro que vá conferir, vale a pena. Você vai sentir nojo, pena até. As mulheres, em sua grande parte, são bem normais e não conseguem sensualizar. Mas o que elas conseguem fazer com as partes íntimas é coisa de outro mundo. Abrir garrafas, acertar bolinhas em alvos, tirar METROS de coisas ali escondidas, fumar, pintar, escrever e, é claro, ping pong heheehhe !!!! E por ai vai. Até um show de sexo bem inusitado teve. Trash TOTAL !!! As pessoas ficam por lá bebendo, uns insistem em fumar e levam esporro. No mais é muita gargalhada.

 

Dia 03 – Bangkok, Thailand (domingo)

 

Começamos o dia tomando um café da manha em frente ao hotel e logo depois encontrando a nossa guia chamada Gift. Um Amor de pessoa. Nos mostrou tudo, providenciava sempre alguma água e tem em seu preço a entrada dos locais. Ela fala fala fala e tirou zilhões de fotos para gente. Sempre muito solicita e com uma bagagem de conhecimento incrível. O preço e o contato estão no início do depoimento. Barato não é mas inclui tudo, até o almoço.

 

Wat Po (Templo do Buda Reclinado)

 

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Para ver o maior Buda reclinado do país. Fomos os primeiros a entrar, sinal de sorte ! Não se esqueça de ir de calça comprida e com os ombros cobertos. Aconselho fazer isso logo cedo, junto com o próximo templo, porque depois vocês podem tirar a calça e colocar uma bermudinha, extremamente necessária. A imagem é realmente assustadoramente grande. O Buda agonizante (prestes a entrar no nirvana) é desse tamanho (46m) e está nessa posição mostrando aos maus elementos que é grande o suficiente para convencê-los !!! Algo do tipo: “Ei você, será que você não ta vendo o meu tamanho não? Não é o suficiente para você?” Isso foi algo que a guia de Ayutthaya me disse com uma outra imagem (feita em pedra) grande e parecida com essa que vimos lá. Não só esse Buda como todo esse Templo (e todos os outros) são folheados a outro (gold leafs). Nem adianta levar uma navalha pra raspar hein !!!

 

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Se prepare para ver estupas para tudo que é lado. Estupas são, na verdade, túmulos dos reis e pessoas de grande poder. O que ficam nas estupas são as cinzas. Um por estupa. Você fica besta de ver na quantidade delas que rodeiam todos os templos. Centenas. E cada uma maior e mais exuberante que a outra. É o mesmo que você ter as cinzas de uma grande pessoa abaixo do Cristo Redentor (que serviria como lápide). Mas o fato é que é realmente muito bonito.

 

-Grand Palace (hora de passar o protetor solar) !!!

 

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-Wat Phra Kaeo (Temple of Emerald Buddha) neste ultimo, não precisa de calça comprida. Pelo que li, o Buda Esmeralda não é mesmo de esmeralda, e sim de Jade (nossa guia negou essa informação). Ele é muito pequenininho, com apenas 60cm de altura. Não me convenceu, mas valeu a visita, tendo em vista que é o local budista mais sagrado da Tailândia.

 

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-Wat Arun (Temple of Dawn) vimos apenas, mas não fomos nos aventurar em subir. Acho que é uma coisa que eu gostaria de ter feito, dizem que possui uma das melhores vistas da cidade.

 

-Almoço - Depois disso fomos almoçar num restaurante local, as margens do Rio Chao Phraya. Os pratos lá são bem bonitos e tava cheio de estudantes e pessoas locais conversando. Bem típico.

 

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-Rio Chao Phraya - De barriga cheia, com direito a dragon fruit (definitivamente amei essa frutinha) partimos por um passeio de longtail (tipo uma canoa mais comprida) no rio Chao Phraya (Rio dos Reis) que corta grande parte do País. Em Bangkok, associando à grande quantidade de canais que serpenteiam a cidade, foi considerada a “Veneza do Oriente”. Não conheço Veneza, mas Bangkok, como já disse, me lembrou bastante São Paulo. O rio passa por todos os pontos principais da cidade, cruza o Wat Arun e os outros templos, e passa por uns hotéis monstruosos (pra quem já viu o filme Se Beber não Case 2 vai se sentir em casa). O contraste é absurdo. Hotéis e edifícios enormes e palafitas ou casas bem mais simples, dividem o espaço. É possível inclusive ver algumas que foram tomadas pelas fortes chuvas que aconteceram em novembro de 2011 e acabaram com muitas delas.

O passeio foi agradável.

 

-Pak Khlong e Flower Market – Fiquei com a pulga atrás da orelha quando a guia sugeriu que a gente fosse lá, mas eu simplesmente adorei. Afinal 2 homens andando para ver vegetais e flores ??? Partimos do rio direto pro mercado local, beirando as margens, onde eles vendem de tudo (que se coma). Zilhões de frutas, legumes, quinquilharias que chegam por ali mesmo através de barcos. Foi ótimo ver tudo aquilo já que não fomos ao mercado flutuante. Ver o dia a dia das pessoas, como elas vendem, trabalham, o que fazem. A quantidade de barraquinhas vendendo vegetais deve dar uma área correspondente a todas as feiras brasileiras juntas. Ele é praticamente colado ao famoso Flower Market, onde é possível comprar flores e vegetais frescos 24 hrs por dia. Acho foda ver o dia a dia das pessoas. Vê-las conversando, montando aqueles arranjos lindos (24 horas por dia). Vale uma visita.

 

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-Skytrain – De lá nós despedimos da Gift, que nos deixou praticamente dentro do Skytrain (trem suspenso que percorre parte da cidade, realmente muito bonito e moderno), isso depois de pegar um barco (que se pega lá do mesmo jeito que se pega ônibus aqui).

Foi válido comprar um ingresso para o dia todo, pois nós queríamos ainda ir ao Chatuchak Market (que ficava na outra linha) e na volta passar num shopping. THB 130 por pessoa

 

-Chatuchak Market (Weekend Market)

 

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Estávamos, se não me engano, na estação Saphan Taksin e tínhamos que seguir até a Siam, fazendo uma baldeação para a outra linha, sentido Mo Chit, justamente onde começava o Chatuchak Market. Enfim, chegamos ! Muita gente junta, muito turista e muita gente local. No nosso guia de bolso, estava escrito que ele ia até as 15 horas. A gente chegou lá depois disso e ele estava a todo vapor. Só que o lugar é gigante. Deve dar o equivalente a umas 10 Uruguaianas aqui do RJ (ou mais). Tem zona de roupas, zona de lembranças, de comida. Aquilo é muito grande. Mas consegui só olhar mesmo e não comprar absolutamente nada ! Valeu para conhecer e para dar de cara com esse cachorro aqui ! ahuahuahuiahiahia

 

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-MBK Center – Só voltar na linha no sentido On Nut e fazer uma baldeação na Siam pegando o trem (da outra linha) que vai para a National Stadium, a próxima estação é a do próprio MBK Center. Você já sai praticamente dentro do shopping. Peraí, mas ir pra Bangkok pra ir a um shopping.

Sério. O que mais teria pra fazer depois de andar um dia TODO num calor escaldante ? Tudo que você mais vai precisar nesse momento é de um ar condicionado. O shopping é fantástico. Aliás, que coisa diferente. Primeiro que a entrada que a gente pegou era por uma loja que se divide em vários departamento, bem estilo europeu mesmo. Ai anda pra cá, anda pra lá, dá de cara com uma feirinha, cheio de barracas vendendo quase as mesmas coisas que você via nas lojas de lembrancinhas. (oi???!!!) E do nada o shopping enfim vira shopping com lojas, muitos cinemas e praça de alimentação ! São os 8 andares mais estranhos que já vi em toda minha vida, mas acho que aqui você vai encontrar bastante coisa. Mas fique atento. Para usar o banheiro você tem que dar uma moedinha, é um valor bem irrisório (diferente do assalto que é a Europa). Eu não tinha moeda. Um cara, sensibilizado com minha situação, tirou na hora uma moeda do bolso e me deu. Bendito seja :)

 

Saindo do shopping, a tarefa difícil. Pegar um táxi ou um tuk tuk dispostos a nos levar para o hotel. Todos se recusavam porque era hora do rush pra nossas bandas e eles queriam cobrar mais caro. Recusei o quanto pude e fechei um preço com um tuk tuk na décima tentativa. Sou brasileiro e não desisto nunca !!! THB 100/2

 

A noite, umas comprinhas muito, mas muito barganhadas e mais um restaurante muito amigável para passar o tempo e ver o movimento, dessa vez numa rua paralela a Khao San. ::lol4::

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Muito bom relato Felipe. Pena que vc seja mais arredio com comidas diferente, mas a tailandesa foi uma das que mais gostei. Acho que vale a pena vc começar a trabalhar este seu lado e ficar mais aberto a novas experiencias gastronomicas :)

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Heka. tudo que eu nao comi o Felipao comeu. to fazendo ele tomar vergonha e escrever essa parte do relato.

tem tanta coisa ainda p por que voce nao tem ideia. ja tem bastante coisa pronta mas tenho que corrigir e tal. Muito obrigado pelo sua mensagem. eu ainda tomo vergonha na cara e aprendo a me alimentar(contudo, ainda nessa viagem eu surpreenderei ahhahaha)

 

Abracos

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Ótimo relato, Felipe! Também estive na Tailândia em novembro, e como vc, também sou bem enjoado em relação a comida; mas, ao menos em Bangkok e em Krabi (onde fiquei) não há problemas para nós, os mais chatos, rs, pois tem todos os tipos de comida. De resto, estou acompanhando com interesse.

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Este é meu filho virtual! Valeram as vassouradas. ::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

Vc está quase me animando a ir para a Tailandia. O único problema é que lá tem sueco demais da conta, no periodo que eu posso viajar. ::lol4::::lol4::

 

Quero ver como vai fazer pra comer quando for à China. ::lol4::::lol4::

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Marcos muito obrigado.... Fica esperto e veja o que está por vir.... quando chegar na parte das praias,... aiiiiiiiiiiiiiii !!!! ::dãã2::ãã2::'>

 

Joyyyyyyyyyycita, vc é realmente uma grande professora. ::otemo:: Me ajudou muito esse ano e tenho certeza que ajuda também a muitas pessoas por aqui, merecia um prêmio !!!! Fica atenta ao que eu ainda vou postar que você não pensará duas vezes. Suas vassouradas foram sempre bem vindas ::toma:: ... HUAUAHAUHUA

Não vou pensar na China por enquanto tá ???? E não precisa ter medo dos suecos !!! eles não mordem ahahahahahah !!!! ::tchann::::Ksimno::

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Dia 04 – Ayutthaya, Thailand (segunda)

 

Acordamos logo cedo fazendo o check out e tomar o café da manhã. THB 320/2

A guia Mumu da empresa Ayutthaya Boat & Travel já estava lá nos esperando com o seu motorista e pegamos um carro rumo à cidade de Ayutthaya. Já estava combinado de na volta do passeio, nos deixarem no aeroporto DMK, em Bangkok, e isso encareceu bastante o passeio.

 

Segundo o Wikipédia, “em 1767 a cidade foi destruída pelo exército birmanês e as ruínas da antiga cidade hoje fazem parte da Cidade Histórica de Ayutthaya, que é reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. A nova cidade foi fundada poucos quilômetros a leste da cidade histórica, e a 80 quilômetros ao norte de Bangkok.”

 

É isso gente. O lugar é lindo, mas todo destruído. A capital mudou de Ayutthaya para Bangkok e hoje lá são apenas ruínas, escupas e mais escupas e restos de budas. Com a bike a gente ia cruzando a cidade, pulando de templo em templo.

 

Acreditem ou não, essa já foi a maior cidade da Ásia, e foi a capital da Tailândia por mais de 400 anos, com uma civilização extremamente poderosa e avançada. No século XVI, tinha 1 milhão de habitantes, o dobro da população de Londres na mesma época.

 

Olha, o transito pra sair de Bangkok não foi dos melhores e o motorista era lerdo que doía !!! Demorou mais de duas horas para andar os 80km. Lá fomos prontamente atendidos com toalhas umedecidas porque o sol estava a pino (não se esqueça do protetor). Deixamos nossas malas aqui, é tranquilo.

 

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Passeio assim não tem preço, de bicicleta !!! é uma delícia !!! Completamente diferente do que os turistas geralmente fazem. E o melhor, foi particular. Era segunda feira e não tinha mais ninguém ! O passeio começou com uma pedalada até um museu, onde a Mumu explicou rapidamente sobre a cidade.

 

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-Wat Phra Mahthat - Em um dos templos da para ver a cabeça de um Buda emaranhada entre as raízes de uma figueira. Praticamente já se tornou uma parte da árvore.

 

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Além disso, vimos um Buda Reclinado enorme. Mas não foi nesse templo, foi em outro. O Buda agonizante (prestes a entrar no nirvana) é grande e está nessa posição mostrando aos maus elementos que é grande o suficiente para convencê-los !!! Algo do tipo: “Ei você, será que você não ta vendo o meu tamanho não? Não é o suficiente para você?” Isso foi algo que a guia disse.

 

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Sinceramente, não me lembro do nome dos templos porque todos se pareciam muito. Tudo que você verá serão templos depredados com praticamente mais nada de folheados a ouro,… É bonito e tal, mas se não tivesse sido de bike e sem a máquina na mão tirando zilhões de fotos, poderia ter facilmente ficado entediado. Mumu, nossa guia, também foi espetacular e nos ajudava a pedalar com segurança, passando inclusive por cima de uma pontezinha muito estreita e no meio do transito, me senti um local !

 

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Depois do passeio de bike, fomos continuar o tour pelo Rio Chao Phraya que nos seguiu até aqui.

 

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Serviço de primeiríssima qualidade. Uma mesa linda num barco maravilhoso percorrendo o rio e passando por mais locais. Eu sinceramente odiei a comida. Não faz parte do meu menu. Inclusive quando fui arriscar a comer uma sopa de coco, comecei a mastigar um pedaço de um negócio branco que descobri se tratar de gengibre. Descobri assim que odeio gengibre.

 

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O Felipe que é zero fresco, comeu o meu e o dele, deixando o piloto e a Mumu muito assustados porque era muita comida. Eu enrolei com o arroz e umas frutas. Haahahah !!! Ela ainda comprou uma massinha na rua, verde, (tipo de panqueca) e enrolou com algumas coisas dentro. Típico de lá. Eu comi e era bem gostoso.

 

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A vista era bem sofrida, humilde e exuberante. Mais casinhas pobres margeando o canal, indo de encontro a mais templos.

 

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Na volta, ainda ganhamos duas horas de massagem tailandesa. A famosa thai massaaaaaaaaaaaaaaaaaaaage !!!!!! Gostei bastante, mas tive um acesso de risos absurdo. Tenho uma sensibilidade absurdamente alta e sofri muito no início. Eu ria sem parar e não conseguia me comunicar com a massagista. Passei horrores até me acostumar. Então elas ficavam conversando entre si em tailandês e massageando eu e o Felipe. O corpo todo. Depois começou a ficar legal e relaxante.

 

20121216145438.JPG::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

 

Era enfim hora de partir pra Ayutthaya onde partiríamos para Bangkok, mais exatamente ao aeroporto DMK, onde pegamos um vôo para Chiang Mai pela Air Ásia (excelente Cia Área de lá). Uma rápida entrada no Burguer King do aeroporto para matar a fome THB 265 (no aeroporto é inflacionado).

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CHIANG MAI

 

Chiang Mai fica no norte da Tailândia, quase divisa com Myanmar. É considerada a capital do norte e a segunda cidade da Tailândia. Possui mais de 100 templos e um clima mais ameno que o de Bangkok.

 

O forte do local é o passeio com elefantes. Chegamos à noite e fomos pro hotel de taxi, largamos as coisas lá e fomos rodar. Mas rodar onde? A cidade não tem nada. Pelo menos tinha um Mc Donalds (que demoramos bastante pra achar) para salvar a noite (THB 153). É puta pra um lado, tuk tuk pro outro e de quebra thai massage. Você não consegue andar em paz !!!! Eles tentam de todas as formas chamar sua atenção.

 

Dia 05 – Chiang Mai, Thailand (terça)

 

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Logo cedo, o dia já estava bem bonito e o sol a pino. A expectativa era grande e, logo após nosso café da manha bem simples no hotel (onde o presunto é frito, como em todos os lugares que fui), chegava nossa Van para nos levar para um incrível dia com os Elefantes. O lugar não é pertinho, demorou uns 50 minutos para chegar.

 

-Patara Elephant Farm – Um dos melhores passeios que já fiz na minha vida. É isso que eu tenho pra falar. Não caia no papo das pessoas que vendem tour que falam que tem um programa melhor e mais barato e que eu deveria desistir desse, tendo em vista que só tinha reservado e ainda não pago. Fiz muito bem em pagar uma fortuna para fazer este que, sem dúvida alguma, é uma obra prima. Isso incluiu fotos profissionais tiradas por eles e muitos vídeos. Inclusive eles usavam a nossa câmera também o tempo todo para tirar fotos nossas.

 

Chegando à fazenda, já damos de cara com os elefantes e vemos como eles vivem soltos e são bem tratados. Primeiro eles dão tempo para gente passar protetor solar, beber água, lavar as mãos e depois a gente acaba colocando uma roupinha muito engraçada pra que a pele do elefante não nos machuque.

 

As explicações são de outro mundo, tudo muito bem embasado.

 

A gente viu que uns foram resgatados de outros lugares e que sofreram muito, apresentando nítidos sinais de stress e, apesar de agora livres, fazem movimentos como se estivessem tentando se soltar.

 

Na verdade éramos divididos em grupos, o grupo da minha van iria ficar com esse pessoal. As outras pessoas chegam em horários um pouco mais cedo ou um pouco mais tarde e sairiam com outros guias. Enfim, o espaço era tão grande que nem nos vimos, só no final.

 

EU, no seu lugar, pararia de ler aqui pra não estragar todo o ensinamento que você aprende por lá ! Mas caso ainda não tenha se convencido a fazer esse programa, irá se convencer agora.

 

Elefantes “crianças” correndo pra lá e pra cá, tentando roubar sua garrafinha de água. Depois de um bom papo com moradores da fazenda (quase nenhum fala inglês, com exceção de um principal que é quem falava tudo), fomos enfim apresentados aos elefantes.

 

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Enfim, cada um teria um, daqueles bem grandes. A finalidade era que a gente se apresentasse aos elefantes, conversasse para que ele começasse aceitar a sua voz, se acostumar com você. Então você dava comida (vegetais compridos tipo cana) e batia no rosto deles dizendo “muito bem” na língua deles (D’D). (Eu não vou conseguir me lembrar dos nomes que tive que aprender, dos comandos e etc.

 

Sei que a minha elefante foi a primeira a chegar lá, 20 e tantos anos. Se chama Mêmáy !!!!!!!!!! uma graça ! Então foi aquilo. Eu alimentando a Mêmáy, conversando com ela (mesmo que em português) pra ela começar a prestar atenção na minha voz, foi definitivamente uma cena bem incomum. Sabe o que é ficar esperando uma resposta que nunca chega? Ela só queria comer. Eu só falava DD (algo do tipo, “isso mesmo garota!!!”)

 

Passada essa etapa íamos aprender agora as lições para ver se nossos elefantes estavam saudáveis e contentes naquele dia, para isso tínhamos que:

1- ver se eles estavam balançando as orelhas e o rabo (sinal de felicidade)

2- ver se as unhas dos pés estavam úmidas (isso tem a ver com a posição que eles dormem, os mais estressados ou doentes não deitam e o certo é eles deitarem e não dormirem de pé,... Não leve ao pé da letra dormir de pé e deitar (se abaixar), porque todo mundo sabe que isso não é possível, usem a imaginação, hahahaahah) !!!

3- analisar a quantidade de fezes. Uns 5 porrolhões indicam que ele comeu bem !!! Bom sinal !

4- Espremer as fezes e ver se elas estão bem úmidas. A água tem que escorrer. Sinal de que beberam bastante líquido. Os próprios fizeram esse experimento.

 

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Enfim, depois disso, com todo mundo já bem íntimo (a galera é só sorrisos, amor e carinho), tirando fotos e mais fotos, fomos passar para a mão-de-obra. Limpar e lavar aqueles bichinhos, dar mais comida e mais água !!!

 

A gente pede pro elefante se agachar e começa a limpar com algo que parece ser umas folhas bem grandes. E depois um belo banho e aquela festa. Os filhos se metem no banho, uns vão amamentar. É água pra tudo que é lado e muita felicidade. Sério, eu tentava dar água na tromba da mãe e vinha o filho e queria e ficava aquela briga só. Ambos tentando roubar a mangueira (e nisso cada um com o seu elefante fazendo o mesmo). Eu nunca pensei que um elefante pudesse beber tanto líquido. Acho que toda a água que eu tomo em um ano (ou seja, uns 800 litros) não bateria o que aquele elefante bebeu em 10 minutos SEGUIDOS !!!

 

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Nessa hora até aproveitei pra tirarmos uma foto da foto. Tenho uma amiga, Dayana, que ama os elefantes. Então ela imprimiu uma foto grande e pediu para a gente tirar foto com a foto dela e com os elefantes. Ela queria estar lá mesmo que não presente fisicamente. E foi aquela comédiaaa !!! Não vou postar isso aqui, haahah !!!

 

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Todo mundo limpinho? Menos a gente !!! Vamos agora aprender os comandos e a subir nos elefantes.

 

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Como já disse, eu fiquei com a Mêmáy e o Felipe com o Merquat !!! Felipe foi o primeiro e subiu pela tromba apenas dizendo o comando. Depois foi a minha vez, subi de ladinho ahahahah !!! Mas era assim mesmo, cada elefante tinha sua maneira de “jogar” a pessoa pra cima. E o melhor, sem nada que o machuque como a gente viu acontecer por toda a Tailândia, como quando colocavam uns estrados de madeira (banquinho mesmo) e 3 ou 4 pessoas ficavam lá em cima com cara de turista.

 

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Pra Mêmáy andar eu tinha que ficar o tempo todo gritando PÁÁEEEE MÊMÁY, MÊMÁY PÁÁÁE (em tom cantante) !!!! Todo mundo tinha que chamar o seu pelo nome e falar PÁÁÁE e DD (isso garota, congrats) !!!! Mas eu era tão empolgado que bastava mesmo eu gritar PÁÁE e todos ouviam. Praticamente não ouvi a voz dos outros, e olha que no nosso grupo eram 6, cada um com um “fazendeiro” que ficava embaixo segurando nosso chinelo e etc e levando as coisas. Jaaaanaaa !!!! (não faça isso) !!!

 

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Ao chegar no alto da montanha, uma surpresa. Uma mesa bem rústica com o nosso almoço. A mesa era coberta por folhas de bananeiras e as comidas e doces ficavam embrulhados nas mesmas folhas. Tudo muito bonito e colorido. E adivinha quem comeu o que sobrou ??? Os elefantes ! Que festa !!!

 

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Depois, já no final do programa, atravessamos a estrada com os elefantes para chegar a um lago onde todo mundo toma banho com eles e com os bebês. Todo o pessoal pega uns baldinhos, uma tigela e é água pra tudo que é lado. O pessoal todo brincando de jogar água um no outro e ao mesmo tempo de mergulhar e tentar subir nos elefantes que estão se refrescando. Eles se divertem muito. E você ainda fica com uma escova para subir nele, na água mesmo e limpá-lo. Claro que a água não é transparente e sim meio barrenta, mas que dia viu !!!

 

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O pessoal todo é muito legal, todo mundo amou. No final recebemos 2 dvds (foto e vídeo), agradecemos a todos (cada um deu uma gorjetinha pra pessoa que ficou sendo o seu “suporte”) e fizemos o pagamento in cash. É isso e muito mais, acho que falei demais. Hora de ir que o dia seguinte é outro dia ! Olha como eles andam na estrada tranquilamente nos arredores da fazenda.

 

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A noite foi meio falida, tentamos ir ao restaurante mais bem recomendado da cidade segundo o Trip Advisor, o Dash! , em vão !!! Isso tudo porque o Felipe resolvia dormir, e eu tirar um cochilo. Mas eu acordava fácil, já acordar ele era uma tarefa muito, mas muito difícil mesmo. Quando ele acordava e a gente saia, tudo já estava fechando !!! Comemos num pé de meia lá que também já ia fechar. THB 550 ::bruuu::

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    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 


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