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TAILÂNDIA CAMBOJA E VIETNÃ - 18 DIAS - NOV/12 - 2 FELIPES (28a/27a) E TUDO QUE VOCÊ PRECISARÁ SABER

Posts Recomendados

::tchann::

 

Passando por: Bangkok; Ayutthaya; Chiang Mai; Krabi (Ao Nang); Koh Phi Phi; Phuket (Patong) - TAILÂNDIA

Siem Reap - CAMBOJA

Hanoi e Halong Bay - VIETNÃ

 

ATENÇÃO: ::hahaha::::hahaha:: em comemoração aos 2 anos do relato (dez.14) E também a grande bagagem de informações que recebi de pessoas que fizeram essa viagem, postei um roteiro alternativo ajudando a maximizar o tempo e a incluir novos lugares... esses dados vocês encontram na página 21

 

e agora comemoração 3 anos de relato (dez.15) planilhas SUPER ATUALIZADAS na página 25 com detalhes e dicas do que fazer dia a dia.

dicas de guias que falam português em Bangkok e também no Cambodia ::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::::otemo::

muitas novidades

 

Rumo a Ásia

 

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A primeira coisa que precisará saber-> ::otemo::

Deixa eu me apresentar, me chamo Felipe Zervelis (28) e fui com meu amigo, Felipe Watson (27), fazer essa viagem. Eu sou chato pra caramba pra comer, mas ele é bom de boca. Eu sou uma pessoa que gosta de aproveitar o dia, e a noite fazer algo leve. Ele, o contrário. Quer dizer, ele consegue energia para fazer tudo, mas ama a noite. Nosso foco nessa viagem foi definitivamente aproveitar mais os dias e as belas paisagens, e relaxando mais as noites para aguentar o ritmo acelerado. Cada um levou uma mochila e uma mala grande e tentamos manter cada uma com no max 20kilos (limite muitas vezes exigido entre os voos internos. Na verdade comprávamos esse limite).

 

Atualizado em 2017 - Agora tenho 32 anos !!! saco kkkkkk ::tchann::

 

Ah, se gostar do depoimento NÃO se esqueça de comentar ! Isso é o que dá o gás para a gente continuar se esforçando !

 

O trajeto entre países foi feito de avião então escapamos de todas as dificuldades e burocracia chata de quem faz isso na cara e na coragem.

 

Gasto aproximado total por pessoa incluindo absolutamente tudo: entre R$ 11 e R$ 12 mil. Saimos do Rio dia 01 de novembro de 2012 a noite e voltamos dia 20 de novembro de 2012, a noite também.

Atualizado em 2017 - Atualmente um preço de uma viagem como a nossa diminuiria pelo menos 20% apesar da alta do dólar ! Na época fui praticamente as cegas, hoje dia sou quase um especialista em sudeste asiático. A viagem da minha mãe, por exemplo, de 15 dias, não custou nem 7 mil reais (incluindo as passagens).

 

Na ida (o que vou considerar de dia 01), fizemos um pit stop em Londres. Ele já conhecia e me levou para dar uma volta durante a escala do voo. Umas 8 horas lá muito bem aproveitadas com direito a um passeio no Big Ben e Parlamento, área do London Eye, Buckingam Palace, Hyde Park e um jantar na Piccaddily Circus atendido por um brasileiro. Great !

 

Cotação aproximada durante nossa viagem. (Não se esqueça que se pagar no cartão, terá 6,38% de IOF)

THB (moeda da Tailândia)

US$ 1 = THB 30 em 2017 - aproximadamente US$ 1 = THB 35 (melhor ainda)

R$ 1 = THB 15

 

Resumo (não veja esse Resumo sem deixar de conferir informações atualizadas em dez de 2015 na página 25 e mais dicas na página 21)

 

ROTEIRO UTILIZADO NA ÉPOCA

BANGKOK - TAILANDIA chegando a tarde do dia 03 e saindo a noite do dia 05 as 20:40

CHIANG MAI - TAILANDIA chegando a noite do dia 05 as 21:50 e saindo a noite do dia 7 as 20:15 fazendo a pernoite em Bangok para pegar voo cedo para Krabi as 06:35 do dia seguinte

KRABI (AO NANG) - TAILANDIA chegando cedo do dia 08 em Krabi (08:00) e sair dia 10 cedo para Phi Phi

KOH PHI PHI - TAILANDIA chegando dia 10 em Phi Phi e saindo dia 12 cedo para Phuket

PHUKET (PATONG) - TAILANDIA saindo dia 13 de Phuket a tarde (14:50) e chegando em Siem Reap as 18:55

SIEM REAP - CAMBODIA chegando numa noite(18:55), teremos dois dias completos e sairemos no outro dia (16) bem cedo (07:10) para Hanoi

HANOI - VIETNAM chegando dia 16 cedo (08:50) e ficando em Hanoi durante o dia

TOUR DE BARCO 2 DIAS - DE HANOI A HALONG BAY Depois do tour em Halong Bay e volta para Hanoi, Passagem de Hanoi a Bangkok dia 19 as 17:10 chegando as 19 hrs. Voo para Brasil as 00:20 com escala longa em Londres. Chegada Rio 21:50 do dia 20

 

(atualizado em 2017 - apaguei os nomes dos hoteis de proposito, hoje em dia mudaria a maior parte deles.. dicas no decorrer do relato)

 

Passeios Reservados ou Parcialmente Pagos antes da Viagem (consulte sempre o Trip Advisor) - Alguns passeios são apenas reservados pela internet, sem precisar pagar agora.

 

::hãã::TOUR EM BANGKOK COM GUIA PARTICULAR (GIFT)/Thailand [email protected] - THB 6800,00 (US$ 227,00 para duas pessoas) - http://www.privatetourthailand.com/ - esse foi o que eu fiz na época. Esse preço acima é referente ao tour da Gift, em inglês !

Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo o tour em português da querida DARA ! o email dela é o [email protected] - não esqueça de mencionar que foi indicação do Felipe Zervelis

 

::hãã::TOUR-AYUTTHAYA BOAT AND TRAVEL (PASSEIO DE BIKE)/Thailand - THB 6373,00 (US$ 207,18 para duas pessoas) - preço mais caro por na volta deixaram a gente no aeroporto DMK.

 

::hãã::TOUR-PATARA ELEPHANT FARM EM CHIANG MAI/Thailand - THB 5800,00 (US$ 180,00 por pessoa)

insista no contato por email porque eles são chatos para responder. até 2017 o preço continua o mesmo - [email protected]

 

::hãã::TOUR-ANGKOR GUIDE SERVICES EM SIEM REAP/Cambodia -US$ 137 por dois dias e por duas pessoas. Primeiro dia com por do sol e segundo dia após Quad Adventure. Esse acima foi o que eu fiz em 2012... Em inglês.... e o preço se refere a ele na época que eu fui. MAS agora eu recomendo o Alex....

Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo o tour em português do querido ALEX ! o email dele é o [email protected] - não esqueça de mencionar que foi indicação do Felipe Zervelis. Ele fez o tour dos meus tios, mãe, irmão, cunhada e zilhões de amigos. Uma simpatia !!!! ::love::

Aqui vai o site dele - EXPERIÊNCIA CAMBOJA - GUIA ALEX

 

::hãã::TOUR-QUAD ADVENTURE CAMBODIA-US$ 58,00 por pessoa - Passeio Discovery 43km saindo as 7:30am. http://www.quad-adventure-cambodia.com/tours.aspx (esse passeio recomendo até hoje) !!!!

 

::hãã::ASIA TOUR ADVISOR - VIETNAM (INDOCHINA JUNK - navio DRAGON PEARL) -US$ 517,00 pra duas pessoas - Cruzeiro de 2 dias em Halong Bay + Carta convite para Visto do Vietna de US$ 10 cada. Não esquecer fotos para o visto - 2 fotos 5CM X 5CM (a gente só deu uma). A cia é a Indochina Junk mas fechamos através da Asia Tour Advisor.

Atualizado em 2017 - Atualmente recomendo fechar os tours do "halongbaytours.com" através do site deles que sai infinitamente mais barato.

 

::hãã::::hãã::::hãã::ATUALIZADO EM 2017 - RECOMENDO PASSEIO EM KOH PHI PHI CHAMADO SLEEP ABOARD MAYA BAY

 

::tchann::

 

O material é extenso e o que não está na página 1, segue na página 2... ROLE A PÁGINA PARA COMEÇAR A LER O DEPOIMENTO. NÃO PARE DE LER ATÉ EU DIZER THE END PORQUE OS MEUS POSTS SE MISTURAM COM COMENTÁRIOS DAS PESSOAS. PARA FACILITAR -> KOH PHI PHI, PHUKET E CAMBODIA (SIEM REAP) ESTÃO NA PÁGINA 2; HANOI E HALONG BAY (VIETNAM) ESTÃO NA PÁGINA 3.

 

DICAS ESTÃO POR TODOS OS COMENTÁRIOS.... INCLUSIVE ATUALIZAÇÕES IMPORTANTES.

HOJE É DIA 27.01.2017 E SE EU FOSSE FAZER ESSA VIAGEM HOJE MUDARIA MUITA COISA. MAS MUITA MESMO. AS DICAS MAIS IMPORTANTES ESTÃO NOS COMENTÁRIOS E NAS PLANILHAS EM ANEXO PELAS PÁGINAS DESSE EXTENSO MATERIAL.

 

Enjoy ;)

 

::tchann::

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No horário de verão brasileiro, o fuso para os países foi de 9 horas. Não tivemos problemas com Jet lag. Só aconselho mudar, ainda no avião, o relógio para o horário dos países de escala e depois pro destino final.

 

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Sinceramente, esse foi um dos melhores lugares que fui na minha vida.... Toda Tailândia, foda !!! O lugar é um paraíso por si só, lindo de morrer, tirando Bangkok que é coberto por um “fog”, mas tem sua beleza mesclada a templos x cidade grande, tudo junto !!!

De repente você tá andando e dá de cara com um templo (Wat=templo em Tailandês) !!!

O lugar é infinitamente mais preparado para o turismo que o Brasil. Você respira e já vê muitos turistas, em grupos ou sozinhos. APRENDE BRASIL !

Resolvemos fazer uma viagem com mais “conhecimento”, digamos assim, para tal, reservamos guias recomendados no Trip Advisor. O preço é salgado, mas não me arrependo de nenhuma escolha e recomendo todos que conhecemos. Eu odeio fazer turismo em grupos grandes ou com alguém me mandando fazer tal coisa. Então, os guias eram particulares e faziam o “must see” de cada lugar, deixando sempre claro que podíamos mudar o que quiséssemos. Os contatos de todos os guias utilizados estão disponíveis acima. Não ficávamos com o guia toda a viagem, na verdade era por dia de passeio. Geralmente começando cedo e acabando um pouco depois do almoço. Tínhamos pouquíssimos dias a passar no sudeste asiático, aqui até o tempo é sagrado !

Coisas que você tem que saber (esse início se aplica para TODA Tailândia).

 

Lições aprendidas:

 

Sorrisos:

Mostre a eles que são brasileiros. Eles adoram, porque a gente ri e gesticula que nem eles. O entrosamento é fantástico e você se sente em casa.

 

Saudação e Agradecimento:

A saudação vária entre homens (SAWASDEE KRAB) e mulheres (SAWASDEE KA), que significa: Olá, bom dia, boa tarde, boa noite, ou seja, é uma forma respeitosa de cumprimentar seus colegas e demais pessoas, um simples OI !!!

A pronuncia é algo do tipo: Sahadêêê Kraaaaaaaaaaaaaa !!!!! (homens falando para homens e mulheres)

Sahadêêêêê Kaaaaaaa !!!! (mulheres falando para homens e mulheres)

Só que o “ha” é pronunciado bem rapidamente,... Eu simplesmente falava Saaaaaaaadêêêêêkraaaaaaaaaa ou Sadêêêêêkaaaaaaaaaa porque até então eu não fazia a menor idéia que tinha alguma diferença no cumprimento em você ser homem ou mulher !!! haahah era uma festa só. Chegava em todos os lugares falando isso, meu amigo já tava bolado ahahahahah !!!! Bem mais legal que falar “Hi” !!! Apenas não se esqueça de fazer a flor de lótus com a mão enquanto vocês falam e depois quando agradecerem. É algo que começará a sair no automático durante todos os momentos. Não esqueça a empolgação, a sintonia e o sorriso !!!

 

O bom humor quando se agradece está presente na cara e nas mãos de todos. Eles agradecem sempre como se estivessem orando, juntando as duas mãos e fazendo o símbolo da flor de lótus (que eles amam, inclusive de adorno) e dizendo Kop Kum Krap (obrigado). A pronúncia é algo do tipo Kopkumkraaaaaaaaaaaaaaa (as vezes, muito rápido, sai simplesmente Kooooopkuuuuuuuuumkaaaaaaaaaaaaa !!!! Sempre bem prolongado !

Lá, até o Ronald Mc Donalds está com as mãos juntas, no formato da flor de lótus (vou parar de repetir isso heehhe), agradecendo a visita. Incensos e flor de lótus (pareiii) estão espalhados por todos os lugares e templos.

 

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Temperatura

Calor dos infernos. Não se esqueça do protetor e da água ! E olha que fomos na época com as temperaturas mais amenas do ano, novembro. O Verão do RJ perde feio.

 

Segurança e Social

Não me senti ameaçado em momento algum. As vezes até tinha medo de uns motoristas malucos de tuk tuk, mas do nada eles começavam a rir que nem loucos que o medo passava. Eu andava com minha câmera no braço em absolutamente TODOS os lugares que passei, inclusive em alguns muito humildes (coisa que não faço no Rio nem com o meu relógio de 10 dólares).

O melhor de tudo? Não vi mendigos, gente pedindo dinheiro (a não ser que tivesse algum problema físico visível). As pessoas lá trabalham e se contentam com o que tem. Não importa se você vai vender mais do mesmo, um artigo falsificado igual ao da barraca ao lado, uma iguaria local, as pessoas sempre sempre estão tentando ganhar o seu dinheirinho sem ficar pedindo esmola e isso foi o que mais me chocou. Aqui, no Brasil, o pessoal põe uma criança no colo e vai pedir dinheiro. Lá eu vi as crianças vendendo de tudo, as mais miseráveis inclusive.

 

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Hospedagem

Geralmente eu fazia reservas na internet pelo booking.com (com raras exceções que eu pagava a noite antecipadamente).

A grande parte não solicitava cartão de crédito então você ia apenas com a reserva. Não tive problema algum. Chegando lá era só pagar.

Muita gente prefere viajar mais largado, chegando lá e vendo onde ficar. Eu sou mais certinho e chato com essas coisas. Procuro sempre um lugar elogiado, perto das coisas e que eu não vá ter problemas. Todos os hotéis davam duas garrafinhas de água grátis por dia. Tinham banheiro e ar.

Transportes: é tuk tuk na cabeça (é como se fosse uma moto só que um pouco maior, com uma carruagem atrás hahahah !!!!) eles te levam para qualquer lugar e estão presentes (em bandos) em todas as esquinas. Junto com zilhões de motos (umas com até 4 pessoas e bebês em cada) e sem capacete ! Porque não acontecem acidentes? O asfalto lá é ótimo, pelo menos isso, sem contar que o povo anda BEM mais devagar que no Rio (tirando o tuk tuk que é emoção pura, não existe calçada que ele não atravesse hehehehe). No tuk tuk você tem a opção de negociar o preço, é bem barato, mas como aquele lugar CHOVE turista, eles podem simplesmente se recusar a te pegar. Isso aconteceu com a gente quando tentávamos pegar um taxi no centro. Todos diziam um preço e não queriam ligar o taxímetro. Nos taxis, dica que dou, não feche o preço antes. Peça o taxi meter (taxímetro), sempre !!! Vale muito a pena !!! A tarifa parte de THB 35 (um dólar e pouquinho), mais ou menos, e daí vai subindo bem vagarosamente,... Qualquer coisa, peça outro !!! Eles também possuem um trem suspenso chamado Skytrain. Um banho de tecnologia. Achei fantástico como eles implementaram aquilo passando no alto da cidade. O projeto é novo, então ainda não cobre muita coisa, nós, por exemplo, só o utilizamos para ir e voltar do Chatuchak (Weekend Market) e passar num shopping para comer algo.

 

Alimentação:

Pad Thai. É o prato típico local (e um dos poucos que me atrevi a comer, porque sou chato pra caramba com comida). Simplesmente adorei. Comi o meu primeiro na Khao San Road e foi feito ali, na mão, no meio da rua. Um pouco de macarrão, um pouco de frango, cenoura e outras coisas que eu preferi não saber. Deu menos de 2 dólares (THB 50 por pessoa) e enche a barriga. O Felipe (meu amigo que foi comigo) que fazia a festa lá. Ele adorava tudo, comia o meu e o dele. Tirando o Pad Thai, é bom saber que comida típica tailandesa é geralmente bem condimentada.

Eu sempre que via um restaurante italiano me sentia em casa e pedia um belo prato de Spaghetti a Carbonara. Ou o jeito mesmo era partir pro famoso Mc Donald’s (ou o Burguer King), presentes em TODAS as esquinas, junto a outras franquias como Starbucks, por exemplo.

Bichos exóticos: meu amigo comeu um escorpião assim que a gente chegou. Mas foi só para provar mesmo. Aliás, não vi mais nada relacionado. Eram só umas duas ou três barracas de bichos estranhos fritos e só turista comendo (com um pouco de molho), mas não é do jeito que se pensa, que tem em todos os lugares e que é modinha. E ele não gostou, antes que me perguntem. Também tinham umas baratas, lesmas e outras guloseimas irresistíveis....

Pra onde eu virava tinha uma barraca de frutas. Não deixem de experimentar a Dragon Fruit. Bem típica. Um espetáculo (fruta é comigo mesmo). Pras pessoas que preferem shake (fruta+gelo), também tem em qualquer esquina. O preço é THB 50.

 

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O que o povo de lá come o tempo todo é arroz,... E eu odiei aquele arroz, mas comia né,. Não tinha jeito. Ele tinha um cheirinho esquisito (mas meu amigo adorou, eu que sou chato mesmo). Agora comer arroz, sopa no café da manhã? não rola ! Para minha sorte, vários hóteis tinham o famoso café da manhã americano (ou então nos restaurantes mesmo). Pena que não era Buffet, e sim duas torradas, uma geleinha e manteiga daquelas de avião (que você fica horas para abrir e desiste), um omelete, um baconzinho ou duas salsichinhas e um suco (idem no Cambodia e no Vietnã) !!! E olha que a parte que eu sempre mais gostei do meu dia foi o café da manhã !!!!! Sempre ficava com um gosto de quero mais.

Ah, muita gente também cozinha e depois vai lavar as coisas na calçada.

 

Dinheiro

Não é lenda. Todo mundo aceita dólar. Mas achamos melhor trocar dinheiro porque saia mais vantajoso. Só dê uma pesquisada antes para ter noção e não seja burro de trocar no aeroporto onde existe uma cotação surreal !!! Na dúvida, quando chegar, negocie pagar em dólar e deixe para trocar na cidade.

 

Compras e Negociação

Não existe comprar nada nem utilizar nenhum serviço sem barganhar bastante. Mas não baixe só um pouco o preço não. Ria bastante (eles adoram pessoas felizes porque eles também são) e jogue o preço lá embaixo, porque eles sempre vão fazer uma contra proposta. Então se cobrarem tipo THB 200 você diz NO, THANKS (ou manda um “Just looking”) e finge que vai embora! Ai eles te perguntam: how much how much (sempre com uma calculadora na mão, inclusive em lojas, bizarro como todo mundo tem calculadora lá hahahaah) e você diz algo bem barato, tipo THB 50, ai eles pedem que você dê uma proposta maior, NÃO DÊ porque eles sempre vão pedir para você subir sua proposta. Então peça para eles darem a deles e que seja uma bem baixa e você baixa a proposta deles, fácil fácil. Tiro certeiro !!! O que custava THB 200 vai sair fácil por THB 100 ou no máximo 130 !!! um pelo desconto de até 50%! Melhor que Black Friday !!!

 

Religião e Política

 

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Está presente em todos os lugares, nas casas, nos táxis, no meio da rua, em outdoors, no aeroporto !!! BUDA é o que há !!! No avião, no buteco, no tuk tuk, no raio que o parta. Todo mundo é igual e o budismo está presente em mais de 90% das pessoas que habitam a Tailândia. Eles acreditam em reencarnação e em algo do tipo que você tem o que merece ter e o que faz nessa vida é o que trará para a outra. Se tiver feito coisas boas, seguirá sempre reencarnando e evoluindo. Ao regredir, eles acreditam que você pode chegar a renascer como um animal. Ao morrer, são cremados (o que eu acho bem mais lógico, tirando a parte de voltar como animal). Assim como na religião, também está presente o amor pelo seu imperador e sua esposa, presentes em fotos e altares a cada esquina. Sim, você leu certo. Você está andando e de repente vê a foto do Rei ou de uma Sra, estampada numa casa (na porta mesmo), ou numa escola, dentro do taxi, no tuk tuk, nas barraquinhas ou num outdoor gigante. Eles estão sempre sempre em destaque, que nem as réplicas dos altares que estão espalhadas também por todos os cantos em escala reduzida, obvio. É o tipo de coisa, todo mundo tem que ter em casa a foto do rei ou da rainha e um mini Wat (templinho heehhe), o Buda então nem se fala. Detalhe: eles já estão no poder tem mais de 35 anos e o povo os ama com fé e devoção. No momento estavam internados em um hospital (com seus mais de 80 anos), o mesmo hospital que o povo fica, e a guia me disse que todos os amam tanto, que querem que parem de trabalhar para cuidar da saúde. É tipo amor materno mesmo. E o povo aqui achando que o Lula era grandes coisas ....

ATUALIZADO EM 2017 - o rei morreu no final de 2016 !!!!!!!!!

PS: prefiro nem comentar sobre o Lula ! kkkkk ::tchann::

 

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Vacina contra Febre Amarela

Chegando a Bangkok vá direto para o HEALTH CONTROL. O aviso foi dado. Se for pra fila de imigração (que não é nada pequena) você depois terá que ir pra outro lugar pra enfim voltar pro início da fila !!!! É só mostrar o certificado internacional de vacinação contra febre amarela que eles vão carimbar seu papel de imigração. Aqui no RJ se tira de graça no centro da cidade, Rua Evaristo da Veiga, pertíssimo do Teatro Municipal. Não é necessário visto para entrar na Tailândia se você for brasileiro, mas esse comprovante é indispensável.

 

Observação: O turismo sexual é fortíssimo na Tailândia. Pra onde você olha, tem uma puta te chamando,... Cuidado que ela pode ser puto!

 

Enfim, você vai andando e se depara com muitas opções, sendo elas (ambas servem para a Tailândia toda): [/size][/b]

 

1- A top top: Thai Massaaaaaaaaaaage (a entonação é exatamente como sai da boca de cada massagista) !!!! tem 50 por esquina. Tanto no meio da rua como em locais fechados. E não é algo que você vê só por ali. É assim mesmo no país inteiro !!! É baratissimo. Algo do tipo 3 dólares a hora ! Fiz apenas duas vezes. Sinto muitas cócegas, principalmente no pé. E as duas eu ganhei, uma num passeio e a outra de cortesia (a segunda delas no Cambodia).

 

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2: Tuk Tuk !!!! É tuk tuk pra TUDO que é canto que você olhar !!!

Tem hora que você até se aborrece. Eu vi até uma camiseta a venda lá: NO MASSAGE, NO TUK TUK !!!

 

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3: O Assédio das mulheres (e as quase mulheres) de programa é fortíssimo por lá.

 

4: Agências de viagem e que fazem tour para todos os cantos. Classificaria isso como uma verdadeira PRAGA porque são insistentes pra caramba. Vendem tanto em lojas como em barraquinhas, inclusive o pessoal de seu próprio hotel atua nisso, porque em tudo que vendem, ganham comissão.

 

5: 7 Eleven !!! Tem 10 a cada esquina ! Se você um dia resolver contar, vai a loucura. Em boa parte da Europa também tem a rodo essa franquia de lanchonetes, a diferença é que aqui elas não são bem lanchonetes e sim mini mercados e também vendem itens de farmácia (bem mais barato que no Brasil). Apenas esqueçam aqueles paninis deliciosos a la Europe.

 

6: Chineses, Japoneses e Coreanos: estão em todos os lugares e entraram no meio das coisas quando você quiser tirar foto.

 

Enfim, Tailândia ...

(:

 

BANGKOK

 

Saindo do aeroporto BKK foi aquela emoção e aquele susto. Taxis rosa e um calor de outro mundo. Negociamos logo um valor de US$ 16/2 para a corrida rumo ao hotel, que ficava perto da Khao San Road, a rua mais turística de Bangkok. Pelas minhas contas, teríamos gasto no máximo US$ 12. Isso porque era longe pra caramba. Não se esqueça de pedir para ligar o taxímetro que vale mais a pena !!!

 

Nosso hotel era uma graça. Funcionários muito amistosos. Tinha um wifi que não funcionava no quarto, só nos corredores. Mas ficávamos lá. Perto das escadas (todas vazadas) que davam vista para a recepção. (PS: se prepare para subir muitas escadas, tanto nos locais como nos templos). Todos os nomes e preços de acomodações estão no início do depoimento. A grande parte se reserva apenas (sem cartão) e lá você paga em dinheiro ou cartão (sempre acrescentam mais uns 3% se você pagar no cartão, em TODOS os lugares) No Brasil, acho que é 5%, a diferença é que você é trouxa e paga sem saber. Mesmo se não usar cartão.

 

A cidade me lembrou e muito São Paulo, muitos carros, pistas largas,... O Rio Chao Phraya que corta a cidade (e muitas outras), pelo menos, não tem cheiro ruim. Super recomendo o hotel que ficamos, não fica exatamente na Khao San Road, mas é uns 6 a 8 minutinhos andando e num caminho que lembra a própria Khao San. Muitos ambulantes distribuindo “descontos”, peças falsificadas, sorrisos, comidas (de fast foods americanos que bombam a cada esquina ao famoso Pad Thai). A felicidade é contagiante. Se procura roupas falsificadas, em qualquer lugar tem, mas as mais perfeitas estão na Khao San Road.

 

Os guias nos ajudaram muito a não cair nos conhecidos golpes. Quem for sem guia, aconselho sempre você não entrar no papo do motorista “o templo está fechado hoje” porque é mentira. Li muito sobre isso. Eles tentam de qualquer forma te convencer a fazer outra coisa (algo que provavelmente dará uma comissão a eles)! E, na hora que for sair do templo, ande um pouco e procure um transporte que não esteja parado lá na frente.

O que fazer em Bangkok?

Dessa vez eu vou fazer completamente diferente. Antes (depoimentos passados) eu falava muito de cada lugar. Agora simplesmente vou citar o lugar que vocês devem ir e citar opiniões a respeito, afinal, o significado de cada coisa vocês encontram fácil no google. Todos são “must see highlights” !!! Nós chegamos numa noite e fomos diretos para a Khao San Road (onde eu comi aquele Pad Thai e o Felipe comeu um escorpião, como disse mais atrás).

 

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Cada vez que eu escrever, por exemplo THB 120/2 = THB 60 por pessoa (éramos 2). Para saber o preço em dólar é só dividir por 30, no caso US$ 2 !

 

Dia 02 – Bangkok, Thailand (sábado)

 

- Khao San Road a noite + Ping Pong Show - A Khao San Road é um "must see" e já falei bastante sobre ela acima. Vale a pena conferir...

 

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-Ping Pong Show (merece comentários a parte) – Na própria Khao San Road, os ambulantes mais discretos, te oferecem uma ida (falando baixinho mesmo) ao Ping Pong Show. É algo que você provavelmente só vai ver uma vez na vida, de tão deprimente que é, mas é extremamente necessário que você vá ver ! Negocie ! Foi a única vez que fomos enrolados lá, porque o maldito cara do tuk tuk que nos levou (e a gente morrendo de medo porque era longe e ele só ria), ficou de nos esperar e deu no pé !

 

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Não esqueça de barganhar (não apenas com o cara do tuk tuk, ele apenas vai te levar lá),... o cara da “casa de shows” não quis nem saber se o outro lá disse para a gente um preço mais em conta. Ou Paga ou tchau. E você que já ficou 20 minutos pra chegar lá, não vai desistir de ver o mais espetáculo da suas vidas !!! O esquema na porta é sinistro, parece que você vai entrar numa cena de crime, mas, do nada, o ambiente se transforma. Preço: THB 400 por pessoa (o tuk tuk da ida provavelmente ganhou uma comissão ai porque pagamos direto ao agente e não o vimos mais) + THB 80/2 (taxi da volta)

 

Em resumo, o que seria o tal Ping Pong Show?

Peguei um relato desse site e acrescentei algumas palavras, mudei algumas palavras. Afinal, o lugar e o show parece que foram o mesmo.

http://www.relicario.etc.br/content/view/840296/Tail-ndia-Experi-ncia-VIII-Ping-Pong-Show.html" onclick="window.open(this.href);return false;

 

A ida à Bangkok não podia passar sem a experiência de ir a um show de Pompoarismo. Fora da lei, proibido, disfarçado. Um lugar escuro, do lado esquerdo um bar, no centro um palco com quatro barras que iam até o teto. Uma mulher se movimentava ao som de uma música pop rock bem atual. Em toda a volta do palco cadeiras e pequenas, lotado. Placas de proibido fotografar, filmar e usar celular. Disfarçadamente e estrategicamente colocados algumas mulheres e o povo (jovens, senhoras, idosas, meninas, casais, tinha de tudo) ficavam de olho na platéia.

 

O show acontecia de uma maneira não muito profissional ou milimetricamente programada, digamos assim. O tema exige concentração e leva tempo. Uma mulher por vez subia e apresentava seu número.

 

A penumbra deu o clima do local, os números e o fato de não poder registrar faz com que o mistério aumente. Qual será o próximo número ?

Minha opinião? A Must See in Bangkok !!! Sugiro que vá conferir, vale a pena. Você vai sentir nojo, pena até. As mulheres, em sua grande parte, são bem normais e não conseguem sensualizar. Mas o que elas conseguem fazer com as partes íntimas é coisa de outro mundo. Abrir garrafas, acertar bolinhas em alvos, tirar METROS de coisas ali escondidas, fumar, pintar, escrever e, é claro, ping pong heheehhe !!!! E por ai vai. Até um show de sexo bem inusitado teve. Trash TOTAL !!! As pessoas ficam por lá bebendo, uns insistem em fumar e levam esporro. No mais é muita gargalhada.

 

Dia 03 – Bangkok, Thailand (domingo)

 

Começamos o dia tomando um café da manha em frente ao hotel e logo depois encontrando a nossa guia chamada Gift. Um Amor de pessoa. Nos mostrou tudo, providenciava sempre alguma água e tem em seu preço a entrada dos locais. Ela fala fala fala e tirou zilhões de fotos para gente. Sempre muito solicita e com uma bagagem de conhecimento incrível. O preço e o contato estão no início do depoimento. Barato não é mas inclui tudo, até o almoço.

 

Wat Po (Templo do Buda Reclinado)

 

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Para ver o maior Buda reclinado do país. Fomos os primeiros a entrar, sinal de sorte ! Não se esqueça de ir de calça comprida e com os ombros cobertos. Aconselho fazer isso logo cedo, junto com o próximo templo, porque depois vocês podem tirar a calça e colocar uma bermudinha, extremamente necessária. A imagem é realmente assustadoramente grande. O Buda agonizante (prestes a entrar no nirvana) é desse tamanho (46m) e está nessa posição mostrando aos maus elementos que é grande o suficiente para convencê-los !!! Algo do tipo: “Ei você, será que você não ta vendo o meu tamanho não? Não é o suficiente para você?” Isso foi algo que a guia de Ayutthaya me disse com uma outra imagem (feita em pedra) grande e parecida com essa que vimos lá. Não só esse Buda como todo esse Templo (e todos os outros) são folheados a outro (gold leafs). Nem adianta levar uma navalha pra raspar hein !!!

 

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Se prepare para ver estupas para tudo que é lado. Estupas são, na verdade, túmulos dos reis e pessoas de grande poder. O que ficam nas estupas são as cinzas. Um por estupa. Você fica besta de ver na quantidade delas que rodeiam todos os templos. Centenas. E cada uma maior e mais exuberante que a outra. É o mesmo que você ter as cinzas de uma grande pessoa abaixo do Cristo Redentor (que serviria como lápide). Mas o fato é que é realmente muito bonito.

 

-Grand Palace (hora de passar o protetor solar) !!!

 

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-Wat Phra Kaeo (Temple of Emerald Buddha) neste ultimo, não precisa de calça comprida. Pelo que li, o Buda Esmeralda não é mesmo de esmeralda, e sim de Jade (nossa guia negou essa informação). Ele é muito pequenininho, com apenas 60cm de altura. Não me convenceu, mas valeu a visita, tendo em vista que é o local budista mais sagrado da Tailândia.

 

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-Wat Arun (Temple of Dawn) vimos apenas, mas não fomos nos aventurar em subir. Acho que é uma coisa que eu gostaria de ter feito, dizem que possui uma das melhores vistas da cidade.

 

-Almoço - Depois disso fomos almoçar num restaurante local, as margens do Rio Chao Phraya. Os pratos lá são bem bonitos e tava cheio de estudantes e pessoas locais conversando. Bem típico.

 

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-Rio Chao Phraya - De barriga cheia, com direito a dragon fruit (definitivamente amei essa frutinha) partimos por um passeio de longtail (tipo uma canoa mais comprida) no rio Chao Phraya (Rio dos Reis) que corta grande parte do País. Em Bangkok, associando à grande quantidade de canais que serpenteiam a cidade, foi considerada a “Veneza do Oriente”. Não conheço Veneza, mas Bangkok, como já disse, me lembrou bastante São Paulo. O rio passa por todos os pontos principais da cidade, cruza o Wat Arun e os outros templos, e passa por uns hotéis monstruosos (pra quem já viu o filme Se Beber não Case 2 vai se sentir em casa). O contraste é absurdo. Hotéis e edifícios enormes e palafitas ou casas bem mais simples, dividem o espaço. É possível inclusive ver algumas que foram tomadas pelas fortes chuvas que aconteceram em novembro de 2011 e acabaram com muitas delas.

O passeio foi agradável.

 

-Pak Khlong e Flower Market – Fiquei com a pulga atrás da orelha quando a guia sugeriu que a gente fosse lá, mas eu simplesmente adorei. Afinal 2 homens andando para ver vegetais e flores ??? Partimos do rio direto pro mercado local, beirando as margens, onde eles vendem de tudo (que se coma). Zilhões de frutas, legumes, quinquilharias que chegam por ali mesmo através de barcos. Foi ótimo ver tudo aquilo já que não fomos ao mercado flutuante. Ver o dia a dia das pessoas, como elas vendem, trabalham, o que fazem. A quantidade de barraquinhas vendendo vegetais deve dar uma área correspondente a todas as feiras brasileiras juntas. Ele é praticamente colado ao famoso Flower Market, onde é possível comprar flores e vegetais frescos 24 hrs por dia. Acho foda ver o dia a dia das pessoas. Vê-las conversando, montando aqueles arranjos lindos (24 horas por dia). Vale uma visita.

 

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-Skytrain – De lá nós despedimos da Gift, que nos deixou praticamente dentro do Skytrain (trem suspenso que percorre parte da cidade, realmente muito bonito e moderno), isso depois de pegar um barco (que se pega lá do mesmo jeito que se pega ônibus aqui).

Foi válido comprar um ingresso para o dia todo, pois nós queríamos ainda ir ao Chatuchak Market (que ficava na outra linha) e na volta passar num shopping. THB 130 por pessoa

 

-Chatuchak Market (Weekend Market)

 

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Estávamos, se não me engano, na estação Saphan Taksin e tínhamos que seguir até a Siam, fazendo uma baldeação para a outra linha, sentido Mo Chit, justamente onde começava o Chatuchak Market. Enfim, chegamos ! Muita gente junta, muito turista e muita gente local. No nosso guia de bolso, estava escrito que ele ia até as 15 horas. A gente chegou lá depois disso e ele estava a todo vapor. Só que o lugar é gigante. Deve dar o equivalente a umas 10 Uruguaianas aqui do RJ (ou mais). Tem zona de roupas, zona de lembranças, de comida. Aquilo é muito grande. Mas consegui só olhar mesmo e não comprar absolutamente nada ! Valeu para conhecer e para dar de cara com esse cachorro aqui ! ahuahuahuiahiahia

 

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-MBK Center – Só voltar na linha no sentido On Nut e fazer uma baldeação na Siam pegando o trem (da outra linha) que vai para a National Stadium, a próxima estação é a do próprio MBK Center. Você já sai praticamente dentro do shopping. Peraí, mas ir pra Bangkok pra ir a um shopping.

Sério. O que mais teria pra fazer depois de andar um dia TODO num calor escaldante ? Tudo que você mais vai precisar nesse momento é de um ar condicionado. O shopping é fantástico. Aliás, que coisa diferente. Primeiro que a entrada que a gente pegou era por uma loja que se divide em vários departamento, bem estilo europeu mesmo. Ai anda pra cá, anda pra lá, dá de cara com uma feirinha, cheio de barracas vendendo quase as mesmas coisas que você via nas lojas de lembrancinhas. (oi???!!!) E do nada o shopping enfim vira shopping com lojas, muitos cinemas e praça de alimentação ! São os 8 andares mais estranhos que já vi em toda minha vida, mas acho que aqui você vai encontrar bastante coisa. Mas fique atento. Para usar o banheiro você tem que dar uma moedinha, é um valor bem irrisório (diferente do assalto que é a Europa). Eu não tinha moeda. Um cara, sensibilizado com minha situação, tirou na hora uma moeda do bolso e me deu. Bendito seja :)

 

Saindo do shopping, a tarefa difícil. Pegar um táxi ou um tuk tuk dispostos a nos levar para o hotel. Todos se recusavam porque era hora do rush pra nossas bandas e eles queriam cobrar mais caro. Recusei o quanto pude e fechei um preço com um tuk tuk na décima tentativa. Sou brasileiro e não desisto nunca !!! THB 100/2

 

A noite, umas comprinhas muito, mas muito barganhadas e mais um restaurante muito amigável para passar o tempo e ver o movimento, dessa vez numa rua paralela a Khao San. ::lol4::

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Muito bom relato Felipe. Pena que vc seja mais arredio com comidas diferente, mas a tailandesa foi uma das que mais gostei. Acho que vale a pena vc começar a trabalhar este seu lado e ficar mais aberto a novas experiencias gastronomicas :)

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Heka. tudo que eu nao comi o Felipao comeu. to fazendo ele tomar vergonha e escrever essa parte do relato.

tem tanta coisa ainda p por que voce nao tem ideia. ja tem bastante coisa pronta mas tenho que corrigir e tal. Muito obrigado pelo sua mensagem. eu ainda tomo vergonha na cara e aprendo a me alimentar(contudo, ainda nessa viagem eu surpreenderei ahhahaha)

 

Abracos

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Ótimo relato, Felipe! Também estive na Tailândia em novembro, e como vc, também sou bem enjoado em relação a comida; mas, ao menos em Bangkok e em Krabi (onde fiquei) não há problemas para nós, os mais chatos, rs, pois tem todos os tipos de comida. De resto, estou acompanhando com interesse.

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Este é meu filho virtual! Valeram as vassouradas. ::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

Vc está quase me animando a ir para a Tailandia. O único problema é que lá tem sueco demais da conta, no periodo que eu posso viajar. ::lol4::::lol4::

 

Quero ver como vai fazer pra comer quando for à China. ::lol4::::lol4::

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Marcos muito obrigado.... Fica esperto e veja o que está por vir.... quando chegar na parte das praias,... aiiiiiiiiiiiiiii !!!! ::dãã2::ãã2::'>

 

Joyyyyyyyyyycita, vc é realmente uma grande professora. ::otemo:: Me ajudou muito esse ano e tenho certeza que ajuda também a muitas pessoas por aqui, merecia um prêmio !!!! Fica atenta ao que eu ainda vou postar que você não pensará duas vezes. Suas vassouradas foram sempre bem vindas ::toma:: ... HUAUAHAUHUA

Não vou pensar na China por enquanto tá ???? E não precisa ter medo dos suecos !!! eles não mordem ahahahahahah !!!! ::tchann::::Ksimno::

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Dia 04 – Ayutthaya, Thailand (segunda)

 

Acordamos logo cedo fazendo o check out e tomar o café da manhã. THB 320/2

A guia Mumu da empresa Ayutthaya Boat & Travel já estava lá nos esperando com o seu motorista e pegamos um carro rumo à cidade de Ayutthaya. Já estava combinado de na volta do passeio, nos deixarem no aeroporto DMK, em Bangkok, e isso encareceu bastante o passeio.

 

Segundo o Wikipédia, “em 1767 a cidade foi destruída pelo exército birmanês e as ruínas da antiga cidade hoje fazem parte da Cidade Histórica de Ayutthaya, que é reconhecida pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. A nova cidade foi fundada poucos quilômetros a leste da cidade histórica, e a 80 quilômetros ao norte de Bangkok.”

 

É isso gente. O lugar é lindo, mas todo destruído. A capital mudou de Ayutthaya para Bangkok e hoje lá são apenas ruínas, escupas e mais escupas e restos de budas. Com a bike a gente ia cruzando a cidade, pulando de templo em templo.

 

Acreditem ou não, essa já foi a maior cidade da Ásia, e foi a capital da Tailândia por mais de 400 anos, com uma civilização extremamente poderosa e avançada. No século XVI, tinha 1 milhão de habitantes, o dobro da população de Londres na mesma época.

 

Olha, o transito pra sair de Bangkok não foi dos melhores e o motorista era lerdo que doía !!! Demorou mais de duas horas para andar os 80km. Lá fomos prontamente atendidos com toalhas umedecidas porque o sol estava a pino (não se esqueça do protetor). Deixamos nossas malas aqui, é tranquilo.

 

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Passeio assim não tem preço, de bicicleta !!! é uma delícia !!! Completamente diferente do que os turistas geralmente fazem. E o melhor, foi particular. Era segunda feira e não tinha mais ninguém ! O passeio começou com uma pedalada até um museu, onde a Mumu explicou rapidamente sobre a cidade.

 

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-Wat Phra Mahthat - Em um dos templos da para ver a cabeça de um Buda emaranhada entre as raízes de uma figueira. Praticamente já se tornou uma parte da árvore.

 

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Além disso, vimos um Buda Reclinado enorme. Mas não foi nesse templo, foi em outro. O Buda agonizante (prestes a entrar no nirvana) é grande e está nessa posição mostrando aos maus elementos que é grande o suficiente para convencê-los !!! Algo do tipo: “Ei você, será que você não ta vendo o meu tamanho não? Não é o suficiente para você?” Isso foi algo que a guia disse.

 

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Sinceramente, não me lembro do nome dos templos porque todos se pareciam muito. Tudo que você verá serão templos depredados com praticamente mais nada de folheados a ouro,… É bonito e tal, mas se não tivesse sido de bike e sem a máquina na mão tirando zilhões de fotos, poderia ter facilmente ficado entediado. Mumu, nossa guia, também foi espetacular e nos ajudava a pedalar com segurança, passando inclusive por cima de uma pontezinha muito estreita e no meio do transito, me senti um local !

 

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Depois do passeio de bike, fomos continuar o tour pelo Rio Chao Phraya que nos seguiu até aqui.

 

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Serviço de primeiríssima qualidade. Uma mesa linda num barco maravilhoso percorrendo o rio e passando por mais locais. Eu sinceramente odiei a comida. Não faz parte do meu menu. Inclusive quando fui arriscar a comer uma sopa de coco, comecei a mastigar um pedaço de um negócio branco que descobri se tratar de gengibre. Descobri assim que odeio gengibre.

 

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O Felipe que é zero fresco, comeu o meu e o dele, deixando o piloto e a Mumu muito assustados porque era muita comida. Eu enrolei com o arroz e umas frutas. Haahahah !!! Ela ainda comprou uma massinha na rua, verde, (tipo de panqueca) e enrolou com algumas coisas dentro. Típico de lá. Eu comi e era bem gostoso.

 

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A vista era bem sofrida, humilde e exuberante. Mais casinhas pobres margeando o canal, indo de encontro a mais templos.

 

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Na volta, ainda ganhamos duas horas de massagem tailandesa. A famosa thai massaaaaaaaaaaaaaaaaaaaage !!!!!! Gostei bastante, mas tive um acesso de risos absurdo. Tenho uma sensibilidade absurdamente alta e sofri muito no início. Eu ria sem parar e não conseguia me comunicar com a massagista. Passei horrores até me acostumar. Então elas ficavam conversando entre si em tailandês e massageando eu e o Felipe. O corpo todo. Depois começou a ficar legal e relaxante.

 

20121216145438.JPG::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::::lol4::

 

Era enfim hora de partir pra Ayutthaya onde partiríamos para Bangkok, mais exatamente ao aeroporto DMK, onde pegamos um vôo para Chiang Mai pela Air Ásia (excelente Cia Área de lá). Uma rápida entrada no Burguer King do aeroporto para matar a fome THB 265 (no aeroporto é inflacionado).

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CHIANG MAI

 

Chiang Mai fica no norte da Tailândia, quase divisa com Myanmar. É considerada a capital do norte e a segunda cidade da Tailândia. Possui mais de 100 templos e um clima mais ameno que o de Bangkok.

 

O forte do local é o passeio com elefantes. Chegamos à noite e fomos pro hotel de taxi, largamos as coisas lá e fomos rodar. Mas rodar onde? A cidade não tem nada. Pelo menos tinha um Mc Donalds (que demoramos bastante pra achar) para salvar a noite (THB 153). É puta pra um lado, tuk tuk pro outro e de quebra thai massage. Você não consegue andar em paz !!!! Eles tentam de todas as formas chamar sua atenção.

 

Dia 05 – Chiang Mai, Thailand (terça)

 

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Logo cedo, o dia já estava bem bonito e o sol a pino. A expectativa era grande e, logo após nosso café da manha bem simples no hotel (onde o presunto é frito, como em todos os lugares que fui), chegava nossa Van para nos levar para um incrível dia com os Elefantes. O lugar não é pertinho, demorou uns 50 minutos para chegar.

 

-Patara Elephant Farm – Um dos melhores passeios que já fiz na minha vida. É isso que eu tenho pra falar. Não caia no papo das pessoas que vendem tour que falam que tem um programa melhor e mais barato e que eu deveria desistir desse, tendo em vista que só tinha reservado e ainda não pago. Fiz muito bem em pagar uma fortuna para fazer este que, sem dúvida alguma, é uma obra prima. Isso incluiu fotos profissionais tiradas por eles e muitos vídeos. Inclusive eles usavam a nossa câmera também o tempo todo para tirar fotos nossas.

 

Chegando à fazenda, já damos de cara com os elefantes e vemos como eles vivem soltos e são bem tratados. Primeiro eles dão tempo para gente passar protetor solar, beber água, lavar as mãos e depois a gente acaba colocando uma roupinha muito engraçada pra que a pele do elefante não nos machuque.

 

As explicações são de outro mundo, tudo muito bem embasado.

 

A gente viu que uns foram resgatados de outros lugares e que sofreram muito, apresentando nítidos sinais de stress e, apesar de agora livres, fazem movimentos como se estivessem tentando se soltar.

 

Na verdade éramos divididos em grupos, o grupo da minha van iria ficar com esse pessoal. As outras pessoas chegam em horários um pouco mais cedo ou um pouco mais tarde e sairiam com outros guias. Enfim, o espaço era tão grande que nem nos vimos, só no final.

 

EU, no seu lugar, pararia de ler aqui pra não estragar todo o ensinamento que você aprende por lá ! Mas caso ainda não tenha se convencido a fazer esse programa, irá se convencer agora.

 

Elefantes “crianças” correndo pra lá e pra cá, tentando roubar sua garrafinha de água. Depois de um bom papo com moradores da fazenda (quase nenhum fala inglês, com exceção de um principal que é quem falava tudo), fomos enfim apresentados aos elefantes.

 

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Enfim, cada um teria um, daqueles bem grandes. A finalidade era que a gente se apresentasse aos elefantes, conversasse para que ele começasse aceitar a sua voz, se acostumar com você. Então você dava comida (vegetais compridos tipo cana) e batia no rosto deles dizendo “muito bem” na língua deles (D’D). (Eu não vou conseguir me lembrar dos nomes que tive que aprender, dos comandos e etc.

 

Sei que a minha elefante foi a primeira a chegar lá, 20 e tantos anos. Se chama Mêmáy !!!!!!!!!! uma graça ! Então foi aquilo. Eu alimentando a Mêmáy, conversando com ela (mesmo que em português) pra ela começar a prestar atenção na minha voz, foi definitivamente uma cena bem incomum. Sabe o que é ficar esperando uma resposta que nunca chega? Ela só queria comer. Eu só falava DD (algo do tipo, “isso mesmo garota!!!”)

 

Passada essa etapa íamos aprender agora as lições para ver se nossos elefantes estavam saudáveis e contentes naquele dia, para isso tínhamos que:

1- ver se eles estavam balançando as orelhas e o rabo (sinal de felicidade)

2- ver se as unhas dos pés estavam úmidas (isso tem a ver com a posição que eles dormem, os mais estressados ou doentes não deitam e o certo é eles deitarem e não dormirem de pé,... Não leve ao pé da letra dormir de pé e deitar (se abaixar), porque todo mundo sabe que isso não é possível, usem a imaginação, hahahaahah) !!!

3- analisar a quantidade de fezes. Uns 5 porrolhões indicam que ele comeu bem !!! Bom sinal !

4- Espremer as fezes e ver se elas estão bem úmidas. A água tem que escorrer. Sinal de que beberam bastante líquido. Os próprios fizeram esse experimento.

 

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Enfim, depois disso, com todo mundo já bem íntimo (a galera é só sorrisos, amor e carinho), tirando fotos e mais fotos, fomos passar para a mão-de-obra. Limpar e lavar aqueles bichinhos, dar mais comida e mais água !!!

 

A gente pede pro elefante se agachar e começa a limpar com algo que parece ser umas folhas bem grandes. E depois um belo banho e aquela festa. Os filhos se metem no banho, uns vão amamentar. É água pra tudo que é lado e muita felicidade. Sério, eu tentava dar água na tromba da mãe e vinha o filho e queria e ficava aquela briga só. Ambos tentando roubar a mangueira (e nisso cada um com o seu elefante fazendo o mesmo). Eu nunca pensei que um elefante pudesse beber tanto líquido. Acho que toda a água que eu tomo em um ano (ou seja, uns 800 litros) não bateria o que aquele elefante bebeu em 10 minutos SEGUIDOS !!!

 

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Nessa hora até aproveitei pra tirarmos uma foto da foto. Tenho uma amiga, Dayana, que ama os elefantes. Então ela imprimiu uma foto grande e pediu para a gente tirar foto com a foto dela e com os elefantes. Ela queria estar lá mesmo que não presente fisicamente. E foi aquela comédiaaa !!! Não vou postar isso aqui, haahah !!!

 

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Todo mundo limpinho? Menos a gente !!! Vamos agora aprender os comandos e a subir nos elefantes.

 

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Como já disse, eu fiquei com a Mêmáy e o Felipe com o Merquat !!! Felipe foi o primeiro e subiu pela tromba apenas dizendo o comando. Depois foi a minha vez, subi de ladinho ahahahah !!! Mas era assim mesmo, cada elefante tinha sua maneira de “jogar” a pessoa pra cima. E o melhor, sem nada que o machuque como a gente viu acontecer por toda a Tailândia, como quando colocavam uns estrados de madeira (banquinho mesmo) e 3 ou 4 pessoas ficavam lá em cima com cara de turista.

 

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Pra Mêmáy andar eu tinha que ficar o tempo todo gritando PÁÁEEEE MÊMÁY, MÊMÁY PÁÁÁE (em tom cantante) !!!! Todo mundo tinha que chamar o seu pelo nome e falar PÁÁÁE e DD (isso garota, congrats) !!!! Mas eu era tão empolgado que bastava mesmo eu gritar PÁÁE e todos ouviam. Praticamente não ouvi a voz dos outros, e olha que no nosso grupo eram 6, cada um com um “fazendeiro” que ficava embaixo segurando nosso chinelo e etc e levando as coisas. Jaaaanaaa !!!! (não faça isso) !!!

 

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Ao chegar no alto da montanha, uma surpresa. Uma mesa bem rústica com o nosso almoço. A mesa era coberta por folhas de bananeiras e as comidas e doces ficavam embrulhados nas mesmas folhas. Tudo muito bonito e colorido. E adivinha quem comeu o que sobrou ??? Os elefantes ! Que festa !!!

 

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Depois, já no final do programa, atravessamos a estrada com os elefantes para chegar a um lago onde todo mundo toma banho com eles e com os bebês. Todo o pessoal pega uns baldinhos, uma tigela e é água pra tudo que é lado. O pessoal todo brincando de jogar água um no outro e ao mesmo tempo de mergulhar e tentar subir nos elefantes que estão se refrescando. Eles se divertem muito. E você ainda fica com uma escova para subir nele, na água mesmo e limpá-lo. Claro que a água não é transparente e sim meio barrenta, mas que dia viu !!!

 

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O pessoal todo é muito legal, todo mundo amou. No final recebemos 2 dvds (foto e vídeo), agradecemos a todos (cada um deu uma gorjetinha pra pessoa que ficou sendo o seu “suporte”) e fizemos o pagamento in cash. É isso e muito mais, acho que falei demais. Hora de ir que o dia seguinte é outro dia ! Olha como eles andam na estrada tranquilamente nos arredores da fazenda.

 

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A noite foi meio falida, tentamos ir ao restaurante mais bem recomendado da cidade segundo o Trip Advisor, o Dash! , em vão !!! Isso tudo porque o Felipe resolvia dormir, e eu tirar um cochilo. Mas eu acordava fácil, já acordar ele era uma tarefa muito, mas muito difícil mesmo. Quando ele acordava e a gente saia, tudo já estava fechando !!! Comemos num pé de meia lá que também já ia fechar. THB 550 ::bruuu::

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Dia 06 – Chiang Mai, Thailand (quarta)

 

Acordamos e fizemos o check out do hotel, deixando as malas lá. A idéia era ver a Longneck Women (Aquelas mulheres que usam argolas pesadíssimas no pescoço) e ir ao Tiger Kingdom.

A gente saiu na rua para pedir informações de como fazer para chegar lá, mas rapidamente chegou um tuk tuk com um motorista muito sorridente e eu comecei uma barganha enorme para ele nos levar.

 

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Ele além de levar, ficou esperando e disse que nos levaria depois para as outras atrações. Claro, além do dinheiro do transporte (THB 300/2), ele também ganha uma comissão para cada um dos lugares que ele fosse nos levar.

 

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-Tiger Kingdom – caro (THB 1480 por pessoa para o 4 tipos de tigre) e bobo (minha opinião). Mas valeu pelas fotos. Esses tigres dormem muito e vivem em jaulas. OK, até ai nada de anormal, mas depois de um dia em natureza, em contato com os elefantes, meio que perdeu a graça fazer isso. Acho sim que é algo que vale a pena fazer. Existe vários tipos de ingresso. Para ver os babys, os não tão babies, os médios e os big cats !!! Fechamos um pacote para todos. E é aquilo. Um excesso de fofura. Você tem 5 minutos para ficar em cada jaula e em cada uma delas tem vários tigres do mesmo tamanho e várias pessoas tomando conta. Você não pode fazer isso, não pode fazer aquilo e 80% deles dormem! É bobo, mas eu gostei. Deu pra deitar em um deles, fingir que estava mordendo o rabo hehehehe !!!

 

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Desisti de ver as Mulheres de Argolas (LongNeck Women) . A nossa guia Mumu, em Ayutthaya, já tinha nos dito que isso era um passeio turístico total. Que as verdadeiras estão em Myanmar e que lá é tudo meio que “fake”. Então, apesar de estar do lado, mudamos o trajeto e fomos atirar !!!

 

-Tiro ao Alvo (Maerrim Shooting Rang) – THB 850 por pessoa. Muito rápido mas muito maneiro. Conseguimos fechar um pacote legal e optamos por escolher 3 armas que nos renderam 15 tiros, 5 com cada arma diferente (9mm, 38mm e 45mm). THB 1700 tudo. A de 38mm é a do seriado The Walking Dead. MTO MANEIRA !!!

 

No final ainda deixaram a gente tirar foto com as armas, as quais ficaram ótimas. Mas fui duramente criticado em meu facebook por postar essas fotos (as quais deletei depois). Então não cogito colocá-las aqui. Não faço apologia a nada, apenas achei o momento divertido. E gosto de deixar claro que sou contra o porte de arma ! Mas como infelizmente o teor é facilmente confundido, optei (na marra) por ocultá-las !

 

Eu foquei em atirar no rosto do alvo então não acertei muitos, mas os que eu acertei, foram lá. O Felipe mandou muito melhor, mas não acertou nenhum no rosto. Ainda podíamos ficar com o papel que atiramos de recordação. A sensação de atirar é fantástica, ensurdecedora (mesmo com tampão) e ainda voou pólvora em mim em diversos momentos. Ver na televisão é bem mais fácil.

 

Pedimos ao motorista para voltar com a gente pro centro que iríamos almoçar. Tentamos de novo naquele restaurante no qual demos de cara na noite anterior, o Dash!, mas estava fechado. Ah.... =(

 

Fomos então a um italiano, um caaaaaaalorrrrrr dos infernos, e eu matei a minha fome para aguentar a peregrinação da tarde. THB 650/2

 

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Na saída do restaurante, fomos tentar achar um taxi para levar a gente para um templo muito conhecido que tem por lá. Tava caro. Um cara de lá, ouvindo nossa conversa, fez um preço mais barato e nos levou (THB 400/2). Tagarelando do início ao fim, rindo, fazendo mil perguntas.... Não sei de onde vinha tanta felicidade e entusiasmo. Ai ele do nada solta: É a terceira vez hoje que estou fazendo esse caminho (subindo a montanha cheia de curvas). E eu me perguntando? “Ha ha ha e eu com isso ? !!!”

 

-Wat Doi Suthep (THB 30 por pessoa) – Diz-se que o local foi escolhido por um elefante branco sagrado, que indicou o ponto e depois se deitou para morrer. É o mais importante templo da região norte da Tailândia. Além dele ser no alto da montanha e a 16km do centro de Chiang Mai, a gente leva bem 40 minutos para chegar. E lá ainda tem que subir uma escadaria “infinita” que margeia um mar de ambulantes que vendem comida e muitas coisinhas locais. Até comprei umas telas pintadas simplesmente porque achei bonitas e estavam 3 dólares cada. Voltando ao templo: o local é bem bonito, vale a visita, sem contar na vista que se tem da cidade toda. E, para completar a felicidade, ainda tinha um outdoor gigante da mulher do Rei,... E salve a rainha !!!

 

20121217212320.JPG sim, é dinheiro. tem em diversos lugares da Tailandia,.. NINGUEM ROUBA ! ::otemo::

 

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20121217212514.JPGolha elaaaaaaa ;)

 

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20121217212634.JPGcoisinha mais lindaaaaaaaaaaaaaa ::love::

 

Hora de voltar com o tagarela do motorista e ver mais cenas bizarras no caminho de volta pro Hotel, onde ficamos na recepção vendo uns raios sinistros cruzarem o céu enquanto dava a hora de ir ao aeroporto.

 

Partiu aeroporto, escala em Bangkok, aeroporto DMK. Iríamos pernoitar num hotel que ficava praticamente dentro do aeroporto. Hotel super luxuoso mesmo (Dados do hotel, você já sabe !!! Tá lá em cimaaaaaaaa criatura !!! ::toma:: - preço aceitável), mas é que não tinha outra opção perto e nosso voo para Krabi iria ser logo cedo, as 6 da manha. Não dava para bobear. ::hahaha:: As praias estavam around the corner ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

VOCÊS DEVEM ESTAR SE PERGUNTANDO ... ME PERDOEM pela MARATONA de fotos minhas !!! Mas eu não tenho como ficar catando foto do Felipe em 7 mil fotos. To pegando algumas que selecionei para por no meu facebook !!!! Ele não tem a menor paciência para me ajudar nas fotos, ::prestessao:: então .... use sua imaginação !

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Marciog

muito obrigado ::otemo::

continue acompanhando que você vai adorar....

o melhor ainda está por vir

 

grande abraço

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Dia 07 – Krabi, Thailand (quinta)

 

Acordamos cedo e pegamos um avião da Air Ásia com destino a Krabi. Que cia fantástica. Mais uma vez gostaria de deixar claro isso. Os aviões são bem novos. Koppp Kummm Kraaaaaaaaaaaaaaaaa !!!!!!! Com uma paradinha no Subway para forrar o estomago, ainda no aeroporto DMK (THB 150).

 

Chegando a Krabi tínhamos duas opções. Ou pegar um táxi para a praia de Ao Nang (que é onde iríamos ficar), ou pegar um ônibus coletivo que vai parando. Optamos pela segunda opção que, além de ser a metade do preço, acabou sendo surpreendentemente tranquila, mas já adianto que é beeem longinho. A parte boa é que a paisagem vai ficando cada vez melhor. THB 150 por pessoa.

 

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Em toda cidade, brotam placas de Tsunami Hazard Zone indicando a rota de fuga. À noite também notei alguns objetos lá no meio do oceano que brilham intensamente. Provavelmente para se ver qualquer elevação do mar (big wave) que esteja se formando. Acho inclusive que poderiam ser luzes refletidas em rochas, mas eram muito uniformes.

 

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Próxima parada. Harvest House. Lembrando mais uma vez que o preço dos hotéis e principais atrações reservadas anteriormente, se encontram no início do depoimento. Obviamente nosso quarto não estava pronto, mas se apressaram e nos entregaram em uma hora. Enquanto isso ficamos pesquisando o que fazer. Vendo tantos os meus papéis que tinha imprimido de depoimentos do site mochileiros, como perguntando a mulher, muito simpática, do hotel. Por sinal o hotel é bem bom. A parte chata é que tem que caminhar uns 15 minutos até chegar à beira mar e ao “agito”.

 

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-Railay Beach: Decidimos então passar o dia na Railay Beach, que fica em uma ilha próxima. Para isso a gente foi até a orla e viu o visual fantáaaastico. Paramos numa postinho logo no início e compramos nosso passe (THB 200) para pegar um “longtail boat” até a praia (15 minutinhos, bem rápido). A paisagem É FODA !

 

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Não existem palavras para descrever. Enfim estávamos na praia !!!! Chega de tanto andar e ver templos, agora é hora de relaxar e aproveitar aquelas água bem quentinhas e limpas. O mar é extremamente calmo, como todos os lugares que fui na Tailândia.

 

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A Railay Beach não é apenas uma praia, ela tem uma “Walking Street” com algumas opções de comércio e coisas para comer, além de contar também com uma ampla gama de hotéis.

 

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Ficamos lá fritando um pouco naquele mar de calmaria, numa parte sem muitas pedras. Fomos inclusive a uma caverna, mas foi difícil devido à quantidade de pedras que tinha para aqueles lados.

 

A quantidade de buraquinhos na areia, escavadas por sirizinhos, é algo inimaginável. São milhões. Quando você se aproxima, eles se escondem. Uma verdadeira pintura !

 

 

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A paisagem é de deixar qualquer um besta. Você fica pensando,... que que eu fiz para merecer isso? Buda é muito bom !!!!!!! Kop Kum Kraaaaa !

 

Mas já deu, tava muito quente, resolvemos então voltar para Ao Nang ao som de Tuk Tuk, Thai Massage e Tour to the Islands. O ritmo que não para ! Sadikrrrááááááaáá...

 

Odiava quando era abordado “Hey sir, what’s your name”, já dando a mão para apertar a minha !!! Geralmente esses caras queriam empurrar a gente para lojas de ternos, bem comuns na Tailândia.

 

Fomos andando a procura de um lugar para comer e acabamos entrando num que tinham várias opções e fomos atendidos por uma “mulher” com uma voz bem “grossa” !!!! THB 800/2.

 

Depois fomos dar uma relaxada no hotel e já combinar o que fazer no dia seguinte. A noite, depois de horas tentando acordar o Felipe, fomos rodar lá na orla de Ao Nang, muito bonitinha, e com várias opções de lugar para comer. Contudo, a maior parte não tinha músicas. Rodamos mais um pouco até achar um lugar mais animadinho. Enquanto isso mais sons de Thai Massaaaaaaaaaaage, Tuk Tuk, “Hey Sir What’s your name” e muitas muitas coisas falsificadas e ainda bem mais malfeitas que na Khao San Road de Bangkok.

 

Enfim, encontramos um lugarzinho mais animado (num buraco ao lado das lojas da praia de Ao Nang) com música ao vivo e lá ficamos, deu pra passar o tempo e ver o assédio nada discreto dos gringos mais velhos e das putas já se preparando para a noite. Aproveitei para encher a barriga com um pratinho bem caro (THB 400), mas bem gostoso enquanto o Felipe se enchia de cerveja !!! Façam um apelo para que o Sr Felipe Watson venha dar seu depoimento quanto as bebidas da viagem porque só ele que bebe. Eu posso dizer que os sucos e os shakes são fantásticos (e baratos) !!!

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Dia 08 – Krabi, Thailand (sexta)

 

20121218205020.jpg HONG ISLANDS !!! ::dãã2::ãã2::'>

 

Acordamos bem cedo e fomos tomar o café da manha (que para mim não foi o suficiente e fui obrigado a ir no 7 eleven e gastar THB 85) e pagar pelo tour de hoje. Tínhamos decidido ir para Hong Islands. Só de pensar que enquanto eu escrevo isso deve ter alguém lá mergulhando já me parte o coração. Não é egoísmo não, mas eu também queeeero !!!!

 

-Hong Islands: Fechamos um pacote (não era o pacote que queríamos, mas era o que tinha sobrado). THB 1100 por pessoa. Passou lá um “camburão” e foi pegando o povo de hotel em hotel. Chegamos todos numa praia que beira Ao Nang em que foram fazer uma divisão de quem ia para Hong Islands, quem ia para Koh Phi Phi e quem iria para outras opções. Bla bla bla, vamos ao que interessa né ?

 

Depois de algum tempo de alguma enrolação, fomos em direção ao nosso barco e já aparece um maluco tirando uma foto de cada pessoa. No final do programa, aparece sua foto num porta retrato de Krabi. Não tem como não levar. Eles são muito espertos !!!

 

Nossa guia era porra loucaaaaaaaassa !!!! E assim foi o nosso dia, passeando pelas Hong Islands e fazendo muito snorkel ! Eu diria que aquilo tudo era definitivamente o paraíso. Não é coisa desse mundo !!! Sem contar que, apesar de zilhões de turistas (da de 50 a zero no Brasil), tudo é muito bem conservado. E eles deixam bem claro, o banheiro aqui é grátis e é no mar ! Quem quiser fazer o número 2 vai ter que pagar por um banheiro !

 

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40 minutos aqui, uma hora e meia ali, e muito muito snorkel num passeio que levou o dia todo. Sabe, nessas horas que você abstrai completamente que você tem uma vida de trabalho no Brasil e já começa a pensar em nunca mais deixar de viajar. Mas mesmo assim, o melhor ainda está por vir.

 

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De volta a Ao Nang, descansamos de novo, e, à noite, fui sozinho rodar na cidade e comprar besteiras. (Cordões e pulseiras locais e umas camisas). Felipe era bem prático. Não tinha paciência para compras e muito menos para barganhas. Então eu ficava encarregado disso e ela ficava no hotel vendo filmes (to fooora !!!!) Na volta eu vim carregado de sacolas e um belo lanche do Mc Donalds (THB 408/2). Não queria, mas não teve muito jeito.

 

Comprei também nosso translado para Koh Phi Phi (THB 300 por pessoa). Tava chegando a hora... ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

::tchann::

 

PARA VER O RESTANTE DO MATERIAL,INCLUINDO KOH PHI PHI, SIGA PARA A PÁGINA 2. :arrow:

 

::tchann::

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Definitivamente foi A VIAGEM. Entro no tópico todos os dias, para ver se vocês atualizaram alguma coisa.

Impressionado com a viagem e doido para ir. Pena que é tão caro a passagem, vamos ver se aparece alguma promoção na Emirates.

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Perio, obrigado. Realmente foi A VIAGEM !!!!

 

Ainda hoje posto uma parte de Koh Phi Phi,.. grande abraço e continue acompanhando. Vou estar na torcida para você conseguir uma bela promoção e pra porcaria do dólar cair hehehehe

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Dia 09 – Koh Phi Phi, Thailand (sábado)

 

Acordar, fazer check up e tomar o café da manhã e ir ao 7eleven (algo me dizia que ia passar fome nesse passeio,THB 145). Chegou outro daqueles “camburões” e entramos, com mala e tudo, com destino a Krabi Town, onde fomos pegar nossa barca com destino a Phi Phi Islands, uhuuuu !!!!!

 

Aproximadamente duas horas depois chegamos a Phi Phi (de cara pagamos THB 20 de conservação ambiental e já fomos logo procurar alguém do nosso hotel, já que eles falaram que iam nos pegar no porto).

 

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Não demorou muito e achamos. O carinha pegou nossas malas, botou numa bicicleta e saiu pedalando por um chão de areia rumo ao Mama Beach, our hotel. Aqui não medimos esforços e quisemos um lugar bem legal e confortável, de frente pra praia ! O apartamento era fantástico e a vista era linda até do banheiro. Por sinal, que banheiro diferente, adorei.

 

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O check-in foi um pouco demorado e o tempo não estava dos melhores. Já era praticamente meio dia, mas almoçar pra que ? Estávamos no paraíso. Fomos correndo pra rua barganhar um “Longtail boat” para nos levar ao paraíso.

 

Lembrando que Koh Phi Phi é dividida em duas ilhas principais, a Phi Phi Don é a ilha principal e a habitada, onde ficamos. A outra é a Phi Phi Le.

 

Acho que no terceiro carinha consegui negociar um preço bom. Eles aqui são chatos para barganha, mas, como acho que já estava tarde, um deles acabou cedendo e fez um preço legal (THB 1100/2) para um passeio de 4 horas. Na verdade esse preço era por barco, se tivessem mais pessoas iria ficar ainda mais em conta (o preço de tabela era THB 1500).

 

Não tinha estudado muito sobre Phi Phi. Então pedimos um Longtail para Maya Bay, até porque todo mundo que fala de Tailândia fala de Maya Bay, certo ? Então foi isso. Fechei um passeio de 4 horas com o carinha sorridente e pedi pra ele nos levar a Maya Bay. Primeiro perguntei se a maré estava alta, quando ela está baixa, o paraíso, segundo depoimentos não pode ser visto.

 

O trajeto demora mais ou menos uns 20 minutos para chegar até Maya Bay. O percurso é simplesmente espetacular. QUE PUTA VISTA DO CARAIO ! Não acredito. Definitivamente tudo que já tinha visto até então tinha se resumido a nada,... Isso sim é o paraíso !!!

 

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Estávamos entrando em Maya Bay e, como estavamos indo de Longtail, ainda tivemos que pagar uma taxa ao chegar na praia (de conservação, de novo !!! THB 200 por pessoa). A famosa praia do filme “A Praia”, com Leonardo de Caprio.

 

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Como já disse antes, o tempo não estava dos melhores, mas também não estava dos piores, deu para aproveitar e relaxar. O lugar realmente é um recanto dos Deuses, mas eu não estava ainda 100% confortável,... Minhas expectativas estavam acima disso. Ficamos um pouco mais de uma hora lá e tiramos muitas fotos. Eu não cansava de olhar a minha volta e agradecer por estar ali. Mas ó,... Não se anime. Além de ser raso, é cheio de pedras e os barcos não param de chegar e ir. Isso porque a gente seguiu o conselho das pessoas, chegando lá por volta de 13 hrs e pouca. Mais cedo, você nem respira de tanta gente.

 

Depois disso, nosso “chefe” nos chamou de volta ao barco e eu reclamando que não tinham passado 4 horas ainda. Ai ele disse que ia nos levar para outros lugares muito melhores que aquele. Perfect !!!

 

Agora sim,... Ele começou a rodear a Phi Phi Le e parar em lugares simplesmente fantásticos. DEFINITIVAMENTE um banho na praia Maya Bay. Que mar era esse? Pena que eu não sei nadar e tive que ficar de colete.

 

Aqui, o snorkel e pão na mão, a câmera do meu amigo no braço dele (a prova d’água) e minha câmera nas mãos do “chefe” que ficou no barco, bombaram lindamente. Eu não quero que isso acabe nunca !!!!!

 

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Depois de muita muita diversão, fomos de volta ao hotel. Eu ficava bem enjoado com a marolinha das ondas do barco e fui tentar me reerguer. Na verdade eu acho que a falta de almoço não ajudou muito. Já era quase de noite quando saímos do hotel para almoçar/jantar !!!

 

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Sei que a gente começou a andar e por fim me dei conta do que era Koh Phi Phi. Nosso hotel era mais afastado, numa área bem mais tranquila.

 

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Aquilo definitivamente não era uma cidade pequena, um baita de um vilarejo grande !!! Tem zilhões de hotéis, restaurantes, lojinhas. Uma infinidade de opções. Almoçamos (jantamos) num lugar bem mais ou menos (THB 400/2), onde dei de cara com um gatinho bem pidão. Esse fdp não saia do meu pé, parecia até saber que eu tinha pedido comida. Pois bem, pedi comida e ele meio que desdenhou quando eu ofereci e foi pro colo do meu amigo que tinha uma comida bem mais interessante que a minha. Bicho traira !!! Com o passar do tempo descobri que tinham muitos como esse. Não se deixe enganar com o miado faminto do sudeste asiático!

 

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Acabamos de comer já era de noite e eu quis rodar a cidade (ou melhor, as lojinhas) e o Felipe foi pro hotel dormir com a promessa de acordar mais tarde e ir para uma night. Pura lorota. ::toma::::toma::::toma:: Antecipando logo o que aconteceu, ele não acordou com o despertador e nem com os meus chamados. Eu não queria ir pra night mesmo, além de não ter visto nada relacionado à night na cidade (com exceção dos bares) então deixa pra lá. Voltando a parte pós comida, fui fazer comprinhas.

 

Todos falam que Koh Phi Phi é bem mais cara que o resto da Tailândia. Bem, eu discordo disso em absoluto. Foi aqui que eu comprei a maior parte das minhas “tralhas” e lembrancinhas. Achei o preço bem razoável e literalmente fiz a festa em algumas lojas comprando umas camisas locais (sem ter aquele I LOVE THAILAND que ninguém merece) !!! Gastei THB 950 (+- 65 reais) feliz. Barganhei até não mais poder na loja que comprei as camisas. Conversei bastante com o vendedor que me disse ter fugido daquele Tsunami e corrido bastante. Observei aquela turistada toda fazendo a festa e se divertindo muito naquelas ruelas lindas que foram devastadas pelas ondas em 2004. Belo fim de dia. Felicidade estava a todo vapor. ::mmm:::mmm:::mmm:::mmm:::mmm:

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Dia 10 – Koh Phi Phi, Thailand (domingo)

 

Acordamos cedo, mas sem muita pressa e fomos tomar o café da manha maravilhoso daquele hotel. Simplesmente muito bom. Coma o quanto quiser e eu literalmente fiz umas 4 refeições em uma, praticamente de cara pro mar ! A parte chata é que o tempo não estava bom e já começava a garoar !!! ::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::

 

Ah, ah quem se interessar, esse era o nosso hotel ! Pelo menos a vista da varanda e o banheiro !!!

 

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Essa aqui embaixo é bem perto dele... Já dá pra notar que to usando as camisas divertidas a la Thai !!!

 

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Saimos e fomos barganhar um passeio, (pelo hotel parecia ser mais caro), e eu tomei a frente. Pegamos um passeio de um dia inteiro numa lancha com muitas pessoas. THB 1000 por pessoa. Farofada só !!! Lancha lotaaaada !!! Até porque só uma parte era coberta e toda hora chovia um pouquinho. Aliado ao vento do movimento do barco, dava aquela sensação bem gelada. ::Cold::::Cold::

 

Na verdade esse passeio que fizemos rodava os lugares que a gente tinha ido no dia anterior (Phi Phi Le com sua praia mais famosa, Maya Bay) e a própria Phi Phi Don (a ilha que estávamos), além de passar pelas ilhas ao lado. Não tem muito o que dizer, apenas que mesmo com o tempo não muito legal, foi uma experiência fantástica.

 

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20121219203718.JPG Correndo da Onda ...

 

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O almoço foi servido em Maya Bay. Uma quentinha com arroz e algumas coisas estranhas. Não cheguei nem perto e o Felipe comeu tanto o meu como o dele despertando mais olhares curiosos. Enquanto isso fiquei dando uma de pedófilo (brincadeirinha gente) e fotografando as crianças lindas que lá estavam !!!

 

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A única coisa que falaram que ia passar e não passaram foi no Shark Point. Uma parte que dizem (e prometem) que você verá algum tubarão ! Lorota !!! Eu não vi nada e nem sequer comentaram nada a respeito. ::grr::::grr::

 

Passamos pela Monkey Island que nada mais é que uma ilha com alguns macacos. O barco se aproxima e os macacos ficam eufóricos porque sabem que os donos dos barcos trazem comida. A gente não sai do barco, fica apenas observando. Isso, na minha opinião, foi uma semente plantada pelo homem. Tacaram uns macacos num pedaço de terra e vão lá todo dia com os turistas para alimentá-los. Assim, cria-se um novo ponto de “enrolação” para fazer o passeio durar mais. Ainda com esses pequenos “poréns”, o dia foi muito bom. Repetir os mergulhos do dia anterior foi mais uma vez pura emoção.

 

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Bem, o passeio não durou exatamente o dia inteiro porque no final, pararam em outro lugar para mergulho. Sei que eu já tava tão enjoado (pensei que fosse só eu), que quando o cara falou que ia parar por 40 minutos, ninguém se manifestou a pular na água. E então ele foi embora. Que bom, porque era hora de tomar um banhinho no hotel e andar a cidade rumo ao Point View e ver o Tsunami Village.

 

Antes de ir ao Point View, resolvemos forrar o estomago e comi uma pizza inteirinha sozinho,... Felipe comeu uns rolinhos a primavera um Pad Thai. Divino restaurante aquele, logo no início da rua principal e praticamente em frente a um lugar com temática de pirata. Muito bom. Até música brasileira tava tocando. Ficamos sempre de olho no relógio para não perder a hora do por do sol (sem sol) !!! THB 270 por pessoa.

 

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Enfim, começamos a peregrinação rumo ao Point View, seguindo as plaquinhas (que algumas vezes não são tão óbvias e farão você dar umas voltinhas). Entra aqui, entra ali, vai volta, chuva aqui, chuva ali e depois de muito andar, subir e dizer “Eu pensei que fosse mais fácil” chegamos enfim a trilha. Não reclame porque quando você achar que não dá para ficar pior, fica pior ! E não esqueça o repelente, a trilha final te levará pro meio do mato (optamos pela trilha mais a esquerda, segundo uma placa de recomendação) e eu já começo a me coçar quando me lembro da quantidade de bichos que me morderam e de como eu suei horrores.

 

Tipo, não é longe, mas o caminho todo cansou. Se você tiver hospedado na parte central da ilha é mais tranquilo, mas a gente tava bem afastado, praticamente deu a volta e subiu a montanha. Difícil não é, mas cansa bastante. A vista por si só já é capaz de dizer que valeu a pena !!! Aquela cidade linda ali embaixo, com aquele mar maravilhoso e a vista de Phi Phi Le ao fundo. Que beleza. Depois de alguns clicks e muita coceira, começamos a descer correndo dando de cara com uns turistas meio perdidos perguntando se faltava muito.

 

Vimos umas casinhas e lugares meio inusitados, inclusive um abrigo de Tsunami (será que era isso que era o Tsunami Village?) e umas sirenes enormes (menores que as presentes em todas as praias). Isso tudo ainda na metade do caminho pra baixo.

 

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Assim que chegamos embaixo, passamos num lugar e vimos uma casa completamente destruída. Parecia que tinha acontecido ontem, coisa de outro mundo. Deixaram intacto o que sobrou.

 

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Já na parte central, caiu aquela chuva. Chuva muito forte e ficamos ilhados na beira de uma casa de massagem. Não tinha o que fazer, só olhar mesmo. Não iria arriscar minha câmera. E a chuva durou bastante o suficiente para alagar diversas ruas.

 

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Eu ainda queria voltar na loja do dia anterior para comprar umas blusas e mostrar ao Felipe (que tinha gostado das minhas) onde comprar as dele. Custei a achar a loja porque aquilo dali é um labirinto de tão grande. Parece que é tudo igual. Mas achei !!! E compramos tanto lá que no final o vendedor começou a pular de felicidade, me abraçou e quis me dar um beijo, saiiii pra láaaa jacaréeeee !!!!! Gastei mais THB 600, mas o Felipe gastou RIOS !!! ::tchann::::tchann::::tchann::

 

Chega por hoje, night é o cacete, estamos mortos !!! Era hora de arrumar as coisas porque no dia seguinte era dia de pegar outra barca rumo a Phuket. ::otemo:::mrgreen:

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Viagem dos meus sonhos. Estava cheio de dúvidas, mas com um post como esse, agora fica impossível!!!! Valeu mesmo.... Acho que vou seguir o seu roteiro cegamente, terei no máximo uns 20 dias, assim como você e deu pra conhecer muita coisa. A única desvantagem é que vou sozinho. Não terá muitas fotos minhas...rs

 

Abs e obrigado!

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    • Por rtsrodolfo
      Saudações mochileiros!!
      Este é o meu primeiro relato do site, e acho que de qualquer outro lugar também. Nuca fui muito de escrever, então já peço sugestões e dicas para melhorar e poder ajudar cada vez mais. Antes de qualquer coisa, muito obrigado aos que ajudam postando informações aqui no site. Visitei a Tailândia no início de 2015 e não sei o que seria de mim sem os relatos que estudei aqui. Meu nome é Rodolfo Tallarida, tenho 29 anos e meus destinos favoritos são ilhas e praias. Tentei resgatar o máximo de informações possíveis e juntar nesse relato. A viagem foi feita em dezembro de 2015, com 2 amigos (Daniel e Patrícia). Acho que a parte mais difícil do relato foi separar as fotos. Minhas viagens são sempre com uma Gopro na mão em modo time-lapse. Ou seja, no final desta viagem foram cerca de 8 mil fotos só minhas, hahaha . Vou aos poucos postando mais fotos no instagram para quem gosta do app também.
       
      Instagram.:
      Rodolfo Tallarida - @rtsrodolfo
      Patrícia - @patymoreno8
      Daniel - @danielrjrj
       
      Email.: [email protected]
      Facebook.: Rodolfo Tallarida
       
      Algumas informações sobre as Filipinas.:
       
      Moeda
      A moeda local é o peso filipino(PHP). Hoje, 1 dólar americano, corresponde a cerca de 47 pesos filipinos. Para trocar a moeda não vi muita dificuldade. Em todas as cidades existem pequenas casas de câmbio ou você pode trocar em diversos restaurantes ou lojas de conveniência mesmo, porém com uma cotação não tão boa.
       
      Compras
      Esqueça a ideia de compras nas Filipinas, pois além de não encontrar quase nada, os preços são mais caros. Souvenirs(adoro lembraças ) também são bem escassos. Aproveite para comprar um chaveiro ou artesanato no DMall em Boracay que tem maior variedade.
       
      Para entrar nas Filipinas
      Brasileiros não precisam de visto para entrar nas Filipinas. Apenas carteira de vacinação de febre amarela. Tranquilão, menos um custo na sua viagem
       
      Religião
      A maioria esmagadora é cristâ, portanto respeite a cultura local.
       
      Idioma
      Vai encarar tentar aprender filipino para viajar? hahahaha...esqueça pq não dá pra entender naaaaada. Se esforce apenas em aprender a falar obrigado em filipino, que é Salamat. Se estiver bem feliz, diga Salamaaaaaaaat. Relax pq todo mundo por lá fala inglês. Placas, cardápios, guias...tudo é em inglês mesmo.
       
      Hospedagem
      Não faço questão de hotéis de luxo, até pq costumo ficar fora o dia inteiro. Pesquiso bastante nos sites booking.com, hoteis.com, trivago, e no caso da Ásia, o Agoda também é muito bom. Sempre vejo também os custos de hostels, que as vezes são ótimas saídas. Já me hospedei algumas vezes em hostel e todas as minhas experiências foram muito boas. Um bom lugar para se pesquisar hostels é o site hostelworld.com. Nesta minha viagem o custo estava saindo quase o mesmo entre hostel e hotel. Para mim, um quarto com ar condicionado e um banheiro já está ótimo. Qualquer outra coisa, como piscina, academia e demais são dispensáveis já que costumo passar o dia inteiro aproveitando o lugar. Uso o hotel apenas para passar a noite. Como fechamos os hotéis 2 semanas antes de nossa viagem, eu sabia que as opções seriam bem restritas, mas acabou que conseguimos uma boa relação custoxbenefício. Acredito que se reservar com mais antecedência, é possível reservar excelentes hospedagens por excelentes preços. Sempre compare os preços entre os sites e preste muita atenção nos detalhes do quarto como disposição de camas, café da manhã, chuveiro com água quente e outros. Claro, também verificar a localização do hotel. Ah, procure também por cupons de desconto. É relativamente fácil achar desconto de 5 a 10% no google para o site hoteis.com. Hotéis mais distantes do centro nervoso costumam ser mais baratos, mas o trabalho de translado é maior também, fora o tempo que se perde. Wifi é MUITO importante. Wifi nas Filipinas é item de luxo, portanto leve muito em conta se o hotel tem wifi no quarto ou nas áreas comuns apenas. Vejam as avaliações dos hóspedes nos sites e no tripadvisor, se tiver. Como falei, costumo viajar e aproveitara bastante o dia, então não gosto de gastar fortunas em hotéis. Meu primeiro filtro nos sites de busca é o valor(de menor para maior). Reservei tudo aqui do Brasil e pelo site Hoteis.com. Com 2 semanas de antecedência, minhas seleções foram as seguintes.:
      Boracay
      Seabird International Resort and Country Club - 2 noites por R$282,20, quarto de casal com café da manhã incluído
      Cebu (Oslob)
      Sebastian - 4 noites por R$829,76, quarto para 3 pessoas com café da manhã incluído
      El nido
      Bik Creek Mansion - 4 noites por R$910,73, quarto para 3 pessoas com café da manhã incluído
      Coron
      Coron Village Lodge - 5 noites por R$758,22, quarto para 3 pessoas apenas hospedagem
       
      Rápida avaliação sobre cada hotel.:
      Seabird em Boracay.:
      apesar de ter ficado menos de 24 horas, gostei do lugar. Atendentes muito atenciosos e prestativos. Fui recepcionado com suco e muita atenção. Quarto limpo, boxe com cortina, banheiro muito bom, toalhas e itens de banho disponíveis for free. O melhor é a localização. Fica a menos de 1 minuto da praia principal e a 2 minutos do D Mall. Com certeza me hospedaria novamente. O único problema foi que no último banho, a água não esquentava de jeito de nenhum. Eu sou muuuuuito friorento, então isso me incomodou um pouco. Café da manhã padrão de todos os hotéis que fiquei. A lá carte com escolha entre café da manhã estilo Americano ou Filipino.
       
      Sebastian em Cebu.:
      Superou expectativas. Esse hotel definitivamente não sabe fazer marketing do seu negócio. O hotel tem uma vista espetacular e um nascer do sol incrível. Fica de frente pra praia que tem uma água sinistra de bonita. Você toma café da manhã no deck de frente pro mar vendo o nascer do sol. Piscina estilo infinita de frente pra praia. Eles tem caiaque e standup for free!!! hahaha..
      Único problema encontrado foi que o wifi não pegava no quarto, apenas no corredor. Café da manhã a lá carte. Me hospedaria facilmente again Ah, o chuveiro é junto com a privada, então tem q tomar um pouco de cuidado para não molhar tuuudo.
       
      Big Creek em El nido
      muito peculiar esse hotel. Tem um estilo muito estranho lembrando um pouco estilo de época antiga com decorações de madeira em todos os lugares. A entrada foi motivo de zoeira a viagem toda porque era um canteiro de obra. Não acreditamos até hoje que a entrada é realmente ali. Cada quarto tem sua mesa de café da manhã em frente a porta do quarto. Banheiro com boxe com cortina. O hotel fecha vários pacotes com os mesmos preços praticados na rua e te buscam na porta do hotel. Problemas encontrados.: uma mega barata no banheiro(a Patrícia só soube disso no terceiro dia e quase nos matou por causa disso) e vários picos de luz. O ar condicionado tinha vida própria e ligava e desligava sozinho várias vezes. Queimei meu carregador do celular e da gopro no quarto do hotel(levem filtro de tomada). Consideraria escolher outra opção de hotel para ficar, mas na falta de opção até aceitaria me hospedar de novo por lá. Outra coisa mega importante é que o hotel menciona ter wifi. Eles tem aquele token antigão que não serve pra nada! Não carregava nem mensagem no whatsapp.
       
      Village Lodge em Coron.:
      a pior hospedagem da viagem com certeza. Tivemos vários problemas e com certeza não me hospedaria de novo lá. Quartos muito sujos, com traças, fezes de cupim por tudo que é canto, chuveiro que não funcionava e faltava água, descarga quebrada, sem wifi nos quartos e um atendimento muito precário. Não posso citar nenhum ponto positivo do hotel. Tivemos que trocar de quarto 3 vezes e os problemas continuaram mesmo assim. Vale pagar um pouco mais caro e escolher outro lugar.
       
      Voos
      Eu sou fã da Air Asia pelo fato de suas passagens serem extremamente baratas, o serviço ser muito bom e nunca ter tido nenhum tipo de problema ou atraso. Infelizmente a Air Asia opera apenas em determinados aeroportos das Filipinas e com poucos voos, mas são os mais baratos com certeza. A que tem o melhor preço e melhor disponibilidade de voos nas Filipinas é a Cebu Pacific. A Philippines Airline também é uma opção para viagens internas. Sempre compre diretamente no site da cia, pois o preço é sempre mais baixo. Atenção aos limites de bagagem que são bem diferentes entre cada uma delas. As vezes a seleção default é sem nenhuma bagagem, então atenção na compra. Normalmente o custo mais alto das viagens acaba sendo as passagens aéreas, então pesquise alternativas no seu roteiro. Perco MUITO tempo montando e remontando alternativas de roteiro, alterando a ordem dos destinos para deixar a viagem mais barata possível. A diferença de um dia para outro ou alterar a ordem dos destinos altera bastante no valor final da viagem. Vc vai gastar alguns dias fazendo inúmeras planilhas, mas planejar viagem é assim mesmo. Eu até gosto Considere um dia inteiro para translado de uma ilha a outra. Por mais que os voos sejam rápidos, normalmente não mais que 1 hora e meia, a logística de transporte hotelxaeroportoxhotel é bem complicada, fora os atrasos que, pelo menos na época que fui, aconteceram em 95% dos voos.
       
      Voos internos.:
      Manila - Kalibo(Boracay) : Air Asia, R$156,00 - esse foi o voo que perdi por causa do atraso da Emirates
      Manila - Kalibo(Boracay) : Cebu Pacific, cerca de R$250,00
      Caticlan(Boracay) - Cebu : Cebu Pacific, R$172,00
      Cebu - Puerto Princesa - Cebu Pacific, R$392,00
      Puerto Princesa - Coron : Cebu Pacific, R$392,00
      Coron - Manila : Philippines Airline, R$608,00
       
      Voo internacional:
      Rio de Janeiro - Manila - Rio de Janeiro : Emirates, R$500,00
      O preço foi essa miséria aí pq início do ano em minha ida a Tailândia, voando pela Emirates,tive uma situação de overbooking e acabei ganhando uma passagem ide e volta da Emirates para Dubai. Como eu já conhecia Dubai, optei pagar 100 doletas + taxa de embarque e trocar o destino para Manila
       
      Translados nas ilhas Filipinas
      Be ready para altas aventuras se você for um viajante on a buget. Separe um short ou bermuda bem confortável, uma camiseta bem light e um chinelão, pois as jornadas são longas. Claro que existem as opções mais práticas, mas mais caras. Vamos aos translados que escolhi e os que acabei cogitando como segunda opção.
       
      Como chegar em Boracay
      Para chegar em Boracay, existem 2 aeroportos. O Kalibo e o Caticlan. O maior e que tem mais voos, horários e cias aéreas operando é o de Kalibo. As passagens aéreas costumam ser mais baratas para lá. A partir dele você deve pegar uma van para o porto de Caticlan(cerca de 2 horas), depois uma "banka"(estilo de balsa, que leva cerca de 10 minutos), para então pegar sua van/moto até o hotel(não mais que 15 minutos). Se optar pelo aeroporto de Caticlan, você economiza a viagem de van de Kalibo até o porto de Caticlan, já que o aeroporto fica a cerca de 5 minutos do porto. A melhor empresa para fechar todo o translado aeroportoxhotel é a southwest. Sugiro agendar e comprar o translado ainda aqui no Brasil. Sai pouca coisa mais cara, mas vc garante seu lugar no ônibus que é mais confortável e tem horários frequentes.
      O site da empresa é http://www.southwesttoursboracay.com/
      O valor hoje é de 650php para o serviço door to door.
       
      Como chegar em Cebu
      Cuidado, existe a província de Cebu, a ilha de Cebu e a cidade de Cebu. O aeroporto de Cebu fica na província de Cebu, mas na cidade Lapu-Lapu, na ilha Mactan. Os hotéis e o centro nervoso ficam na Cebu City(a pronúncia foi motivo de risos a viagem toda(cebucite )). É na cidade de Cebu que a maioria dos turistas ficam por ser um centro com comércio mais ativo e desta forma ter mais acesso aos mercados, mercearias e empresas de turismo. As principais atrações turísticas ficam no sul da Ilha de Cebu. Atrações como Tumalog, Kawasan, Whaleshark ficam todas mais pro sul da ilha. Vc escolhe ficar no centro com facilidades de comércio e uma região mais movimentada, mas longe das principais atrações, ou fica mais pro sul perto das atrações, porém sem comércio quase que nenhum. Para chegar a Cebu City, vc deve pegar um taxi no aeroporto. Não esqueça de perguntar se o taxímetro vai ligado ou combine um valor antes de entrar no taxi. Para chegar nas áreas mais ao sul da ilha vc pode negociar o taxi no aeroporto(valores no relato da viagem) ou pegar um taxi até o terminal sul rodoviário de Cebu e então pegar um ônibus para o seu destino. Cuidado pois os horários dos ônibus encerram cedo, por volta de 9 da noite se não me engano. Se for fazer esse translado durante o dia, se prepare, pois o transito de Cebu é caótico demaaaaaais. Taxi do aeroporto até o terminal rodoviário são 20 minutos sem trânsito e do terminal rodoviário até Oslob, por exemplo, são cerca de 5 horas.
       
      Como chegar em El Nido
      O meio mais praticado para chegar em El Nido é pegando um voo para Puerto Princesa e depois uma van/ônibus para El Nido. De Puerto Princesa para El Nido são cerca de 6 horas numa estrada beeem sinuosa e chatinha demais. Fazer com as vans que são negociadas na porta do aeroporto é bem desconfortável, fora que sempre tem alguma pegadinha. Sugiro fechar um translado de ônibus ainda aqui no Brasil para fazer a viagem mais tranquilo. Outra opção para chegar em El Nido é de banka via Coron. Essa opção você fica a mercê das condições do mar. São cerca de 7 horas de banka que podem ser tranquilas, turbulentas ou podem até mesmo não acontecer por condições climáticas. A melhor opção, porém beeem mais cara é comprar uma passagem de avião para o aeroporto de El Nido. As passagens devem ser cotadas via e-mail e tem horários bem reduzidos. O aeroporto é particular de um resort. O site com mais informações é o http://www.elnidoboutiqueandartcafe.com/TravelCenter.html
       
      Como chegar em Coron
      Coron acho que de todos os destinos que fui é o mais tranquilo de se chegar. O aeroporto fica na região de Busuanga e tem esse nome também. Do aeroporto até o centro onde ficam todos os hotéis só existem vans e com preço fixo em 150php. Ao sair do aeroporto, você será abordado pelos motoristas das vans. Diga que já tem reserva no hotel porque muitos hotéis já tem vans específicas para o translado. A viagem dura cerca de 30 minutos e é bem tranquila. Outra opção para se chegar a Coron é via banka vindo de El nido, mas com os mesmos problemas citados no caminho contrário.
       
      Roteiro Planejado
      13/12/2015 - Saída do RJ
      14/12/2015 - Chegada em Manila. Manila->Kalibo->Boracay
      15/12/2015 - Boracay
      16/12/2015 - Boracay-> Cebu
      17/12/2015 - Cebu
      18/12/2015 - Cebu
      19/12/2015 - Cebu
      20/12/2015 - Cebu -> Puerto Princesa -> El Nido
      21/12/2015 - El Nido
      22/12/2015 - El Nido
      23/12/2015 - El nido
      24/12/2015 - El Nido -> Puerto Princesa -> Coron
      25/12/2015 (NATAL) - Coron
      26/12/2015 - Coron
      27/12/2015 - Coron
      28/12/2015 - Coron
      29/12/2015 - Coron -> Manila
      30/12/2015 - Manila -> RJ
       
      Pontos de interesse planejados
       
      Em Boracay
      White Sand Beach
      Willy's Rock
      Ariels Point
      Diniwid Beach
      Dmall
       
      Festa, bebida, comida, ilha foda, snorkel, cliff jumping..gosta disso tudo? Então “perca” um dia conhecendo o Ariels Point.
      Aproveite o Dmall para comer em restaurantes bons com comida de tudo quanto é canto do mundo e comprar as lembranças da viagem.
      Se fosse de novo, faria certamente o passeio de parasail e iria no G-Max, um tipo de slingshot humano.
       
      Em Cebu
      Oslob Whaleshark Watching
      Tumalog Falls
      Kawasan Fall
      Canyoneering Kanloab River
       
      Para o Whaleshark, a dica é chegar cedo! Se não tiver roupa de mergulho ou uma lycra, a água-viva pode incomodar um pouco, mas nada óóóóó. Eu fui de sunga
      Não deixe de fazer o Canyoneering de jeito nenhum..leve sua sapatilha de mergulho ou tênis que possa molhar. Bolsa a prova d’água também é item indispensável.
       
      Em El Nido
      Tour A: recomendo
      Small Lagoon, Big Lagoon, Secret Lagoon, Simizu Island and Entulala Island
       
      Tour B: não recomendo
      Snake Islands, Cudugnun Cave, Catherdral Cave and Lagen and Pinabuyutan Island
       
      Tour C: o melhor de todos
      Matinloc and Tapuitan Islands. Secret Beach, Matinloc Shrine, Hidden Beach and Helicopter Island.
       
      Tour D: não recomendo
      Cadlao Island, Pasandigan Beach, Nat Nat Beach, Bucal Beach and Paradise Beach
       
      Não deixe de fazer o tour A e o C. O tour normalmente leva um dia inteiro, portanto não planeje mais nada no dia que for fazer o tour. Não esqueça de levar sua sapatilha de mergulho. Se tiver tempo, tente fazer o zipline em Las Cabanas e subir o Taraw Cliff também. Acho que vale muito a pena a vista. Restaurantes que recomendo: Altrove e Lucky Alofa
       
      Em Coron
      Ultimate Tour:
      Kayangan Lake, Twin Peaks Reef, Hidden Lagoon, Bulungan Beach, Calachuchi Coral Eden, CYC Is
       
      Tour privado: Você monta o reoteiro. Roteiro que fizemos:
      Kayangam lake, Barracuda lake, Twin Lagoon, Siete Pecados e Skeleton Wreck
       
      Mergulho com cilindro em navios naufragados também é uma ótima pedida! Não esqueça que mergulhos com cilindro precisam de certificação. Não tem curso? Faça lá e tenha sua carteira pra mergulhar em qualquer lugar do mundo. Escolas de mergulho é o que não falta por lá. Da para tirar um OW(open water) em cerca de 3 dias.
       
      Relato
      Dias 13 e 14/12/2015
      O voo diário da Emirates para sua matriz em Dubai, sai diariamente do Rio de Janeiro as 03:10 e lá estava eu pontualmente no aeroporto para embarcar. Logo nos dois primeiros dias de viagem, já tinha história para contar. História que sinceramente podia ter ficado para uma outra vez, e não naquela ocasião. Embarquei no aeroporto do RJ pela Emirates com passagem para Manila fazendo escala em Dubai. Em Manila faria uma pequena escala de cerca de 4 horas e pegaria um voo pela AirAsia com destino a Kalibo, de onde pegaria um ônibus, uma balsa e um taxi para então chegar ao meu hotel em Boracay. Já na primeira perna do voo (RJ-Dubai) tive uma surpresa. O meu voo vinha da Argentina e acho que muita gente conhece a fama do time River Plate de lá. Vocês devem estar pensando: nossa, ele pegou o mesmo voo que o time do River! Não. Eu peguei o mesmo voo que a torcida do River. Acho que 70% do voo era de torcedores uniformizados, com suas bandeiras, fantasias e tudo mais. Acho que só faltaram os fogos. Os primeiros e os últimos 50 minutos do voo foram como se o time estivesse ali na frente deles. Gritavam, cantavam e as vezes até pulavam para o desespero da tripulação. Sou flamenguista, mas vi uma torcida saudável festejando a classificação do time para o mundial. Não me senti incomodado, uma vez que o resto do voo não se ouvia nem um ronco sequer das centenas ali dormindo. Tudo certo até então. Voo pontual e escala de 4 horas em Dubai também. A Emirates sempre foi um exemplo de cia para mim. Sempre elogiei e tive a certeza de que era a melhor do mundo. Infelizmente, meu pensamento mudou naquelas primeiras 24horas. A Emirates me levou do céu ao inferno em 1 voo. Após ter feito o lanche em Dubai utilizando o voucher que a Emirates havia me dado, já que minha escala era de 4 horas, fui para a fila e embarquei no meu voo em direção a Manila. Deveria chegar em Manila as 16:00hrs do horário local, mas não foi o que aconteceu. As 16:30 o piloto começou a realizar os procedimentos de descida e informou que o atraso era por conta do tráfego intenso em Manila. Até aí OK, sem problemas. Quando o avião embicou para pousar na pista, através da câmera do avião pude perceber que o aeroporto não tinha um porte tão grande como eu esperava. Olhei pela janela e puder ver que mais parecia uma base das forças aéreas do que um aeroporto internacional. Ao pousar, pude ler em um dos hangares (air force airport). Logo depois alguns caças e helicópteros camuflados. A esta altura, os passageiros, 99% filipinos, já estavam num alvoroço total tentando entender o que havia acontecido. Ao estacionar o avião praticamente no meio do pátio do aeroporto, o piloto informou que estávamos no aeroporto de Clark, situado a cerca de 160km de Manila, conforme demonstrava o painel na televisão individual do sistema de entretenimento àquela altura. O piloto informou que havia uma questão meteorológica e uma falha mecânica, mas que o time em solo já estava trabalhando para resolver e que não era para ninguém se levantar. Olhando pelas janelas e pelas câmeras não se via uma alma sequer no pátio do aeroporto. Parecia estarmos num campo abandonado. Só havia o nosso avião parado no meio do pátio e mais nada. Nenhum carro de apoio, nenhum carro de polícia, de carga, de nada. Éramos nós e somente nós ali no pátio naquele momento. Ficamos ali presos dentro do avião parado por mais de 3 horas sem receber mais informações. Aeromoças informavam que iriamos decolar novamente em direção a Manila, mas novamente não foi o que aconteceu. O piloto utilizando o sistema de som da aeronave informou que por legalidade, não poderia mais seguir voo e que deveríamos desembarcar e aguardar novas instruções no terminal do aeroporto. Passados mais 30 minutos, chegaram os ônibus que nos levariam para o terminal. Ao chegar no terminal, mais confusão. Os dois únicos funcionários da Emirates não sabiam o que era para ser feito e ficamos ali por mais cerca de 2 horas. Neste ponto, eu e mais centenas de pessoas já havíamos perdido nossos voos para os outros destinos. Enfim, depois de muita confusão e quase pancadaria entre passageiro e funcionário, fomos orientados a realizar o processo de imigração e pegar nossas bagagens, que em seguida seriamos acomodados em ônibus que nos levariam pra Manila. Fiz o processo de imigração e peguei minha bagagem como tinha que ser feito e entrei no ônibus. O ônibus era estranho, velho e com cortinas esquisitas, mas não houve problemas, tirando o velho que resolveu fumar dentro do ônibus com ar condicionado. Detalhe que ele havia tentado fumar no banheiro do avião também. Neste ônibus foram mais cerca de 2 horas e meia passando por lugares tão horrorosos e pobres, que dava mais medo do que passar na Av. Brasil ou linha vermelha durante a madrugada. Enfim chegamos no aeroporto de Manila. Era para chegarmos as 4 da tarde e chegamos meia noite em ponto depois desta aventura. Ao procurar e falar com duas atendentes da Emirates, expliquei toda a situação. Expliquei que devido ao atraso da Emirates, eu havia perdido um voo, uma reserva no hotel que havia feito, passeios que havia reservado, e dia inteiro das minhas contadas férias. A resposta foi a mesma das duas atendentes chamadas Jenny e Sherlin: não podemos ajudar em nada! Foi essa a resposta que tive da Emirates. Não havia argumento que tirasse outra frase das atendentes. Tirei fotos e resolvi sentar para pensar no que fazer.
       

       
      Dia 15/12/2015
      Naquele momento precisava agilizar minha ida para Boracay onde ficava o hotel e de onde eu deveria pegar meu outro voo já reservado. Ao questionar onde podia comprar uma passagem, fui orientado a ir para o terminal 4 onde ficavam os escritórios (estava no terminal 3). Ok, até eu descobrir que o shuttle entre os terminais não funcionava de madrugada e que eu deveria pegar um taxi. Pegar e pagar um taxi para trocar de terminal gente! Inacreditável! Não tinha outra saída, troquei os dólares por pesos filipinos e saí do aeroporto. Existe uma máfia de taxistas por lá. Fui cobrado em 200 pesos (cerca de 18 reais) para ir de um terminal para outro. Após chorar muito, consegui pela metade do preço. Chegando ao terminal 4, descobri que os escritórios das cias, nada mais eram que casinhas, tipo cabanas que funcionavam apenas durante o dia. E agora? Não podia esperar até as 7 da manhã na rua com risco de não conseguir voo para o mesmo dia. Perguntei ao segurança o que podia fazer e ele gentilmente me acompanhou durante uma caminhada de 5min até uma agência de turismo 24hrs. Chegando lá, por volta de 2 da manhã, questionei por uma passagem e fui informado que a primeira seria as 11 da manhã. Eu não tinha outra saída, e aceitei mesmo sabendo que o preço era muito superior ao que eu tinha pago na passagem original que havia perdido. Tive que trocar mais dólares e fui praticamente roubado com a cotação que eles fizeram. Mais uma vez não tinha o que fazer. Comprei a passagem e fui para a guerra com os taxistas para retornar ao terminal de embarque. Quando cheguei, já cerca de 2 e meia da manhã, já estava destruído de cansado . O último lanche oferecido pela Emirates havia sido as 3 da tarde. Fiz um lanche no McDonalds, uma das lanchonetes abertas, e deitei no chão para descansar, assim como muita gente ali também. Acho que desmaiei por umas duas horas ali no chão frio do aeroporto. Ao acordar, parecendo ter saído de um liquidificador, fui fazer outro lanche e despachar a mala. Esperei até as 6 da manhã para fazer o checkin. Despachei a mala e fui dar uma volta pelo aeroporto quando me deparei com o "hotel" dentro do aeroporto. Dizia disponibilizar camas no estilo cápsula por 1000 pesos. No estado que me encontrava, não pensei duas vezes. Acabei surpreendido. Uma excelente cama, com café da manhã simples, mas muito gostoso e chuveiro com shampoo, sabão, pasta e escova de dente de graça. Foi o que me salvou ali naquela hora. Descansei por 2 horas e tomei um banho para tirar a cara de quem não dormia a mais de 40 horas. 10hrs da manhã! Hora de pegar meu próximo voo para Kalibo estimado para embarcar as 10:25. Quem dera! Chegando ao gate designado descubro que o voo está atrasado e não tem previsão para decolar. Essa hora o tumulto era louco, mas fazer o quê? Resta esperar. Embarquei depois de cerca de 20min de atraso e o tempo estava péssimo. Muita chuva e nuvens pretas. O voo durou cerca de 1 hora de muita turbulência por causa do tempo e mesmo bastante acabado, consegui dormir só metade do voo. O aeroporto de Kalibo é um ovo. Me lembrou muito o de Koh Samui na Tailândia. Tinha apenas uma esteira de bagagem e não possui pista para taxi do avião. Como o destino era Boracay, a missão era pegar um ônibus para o porto de Caticlan e depois a balsa para Boracay. A empresa mais conhecida e que oferece o melhor serviço é a Southwest. O melhor é optar pelo serviço door to door, que inclui ônibus até o porto, balsa com as taxas e um taxi até o seu hotel se for entre as estacoes 1 e 3 da ilha. A Southwest tem parceria com a Airasia e a Cebu Pacific, portanto veja com a cia o pacote ou faça a reserva diretamente no site da Southwest. Se não me engano custa por volta de 600php. Como havia perdido meu voo graças ao atraso da Emirates, não fiz reserva e acabei tendo outra surpresa. Saindo do desembarque não tem como errar. Se você não vir as empresas que fazem o translado, elas vão te ver. Ficam bem em frente. Fui até a southwest e não haviam mais tickets por "problemas administrativos na barca". Tive que optar pela empresa vizinha. Acabei pagando 250 php por uma van com um motorista muito doido que dirigia a mil na estrada molhada. Esse preço incluía a barca também. Foram exatas 1 hora e 40min de van até o porto de Caticlan onde embarquei no que os filipinos chamam de banka. Um céu preto dominava a tarde e uns pingos de chuva caíam de vez em quando. Não mais que 10minutos são suficientes para você atravessar de Caticlan para Boracay. Se você reservou o serviço door to door, você já deve ter seu taxi/van pronto para te deixar na porta do hotel. No meu caso, tive que ir caçar um meio barato de chegar ao hotel. Sabia que o meio mais econômico seria de triciclo, que ficam a 1 minuto do porto. Basta seguir a única rua que tem em frente ao porto. Para o meu hotel que ficava na estação 2 da ilha, me cobraram 150php para uma ida particular. Claro que achei caro e questionei se havia um jeito mais barato. Me indicaram um triciclo um pouco maior, e que você devia esperar ele encher para então partir. Outro ponto é que ele vai deixando as pessoas nos seus hotéis e pegando outras pelo caminho. Como me custou 20php, achei um bom negócio. Fiquei hospedado no Seabird hotel, cujo qual já havia perdido uma diária por conta do atraso da Emirates. Torci para não ter perdido a reserva e ter sofrido no show. Por sorte, ou falta de hóspedes mesmo, minha reserva estava de pé e fui recebido com um suco bem gelado e um quarto com ar condicionado a 1 minuto andando da praia. Considerei um excelente negócio. Quarto com cama de casal, banheiro privativo com shampoo e sabonete, ar condicionado e até um frigobar. Cheguei no hotel as 16hrs e não havia ido para a famosa White Sand Beach ainda. Minha primeira impressão foi péssima sobre o lugar. A ilha como um todo é imunda, com triciclos demais, obras e muita confusão. Não era essa impressão que tinha de Boracay e das Filipinas, podia dizer naquela altura. O que eu precisava naquela hora era de um banho e de descanso, afinal já faziam 50 horas viajando. Tomei um banho e pensei em fazer um lanche, dormir umas 3 horas e depois sair para jantar e conhecer a vida noturna de Boracay. Meu hotel ficava a cerca de 2 minutos do Dmall, um conjunto de lojas e restaurantes muito conhecido por onde pode se encontrar comida de vários tipos e lojas de souvenir. Queria comer rápido e voltar para descansar, então optei por um sanduiche no estilo subway. 6 inches do pão que você quiser com os ingredientes q você quiser. Paguei 165php e a atendente me perguntou qual ingredientes eu queria. A resposta foi curta: all of them. Minha intenção era comer ali mesmo para aproveitar e ver o movimento do lugar, mas como o sanduba veio todo embalado, fui direto para o hotel e resolvi comer no quarto. Pronto, alimentado eu estava, de banho tomado, no ar condicionado pronto para dormir. Botei o despertador para tocar as 22:30 e apaguei na cama. O que aconteceu? Acordei as 5:30 da manhã! Não acordei para jantar e nem ouvi o despertador. Fiquei puto! Queria mesmo sair para ver a noite na ilha, mas enfim.
       







       
      Dia16/12/2015
      O café da manhã é servido a partir das 6:15, então fui andando para a White Sand Beach. Como eram 6 da manhã, ainda tinham resquícios de bêbados perambulando e alguns travecos tentando faturar seus últimos clientes. O sol nasce do lado oposto da ilha, então não estava totalmente claro ainda e a areia não aparentava ser tão branca quanto sugere o nome. Voltei para o hotel e fui direto ao salão de comida. Quando cheguei ao salão de refeição, não havia nada de comida. Nada para servir. Quando perguntei sobre o café, o atendente me passou o cardápio com os preços. Fiquei pensativo durante um tempo achando que o café que dizia estar incluído no site que usei para reservar tinha que ser pago. Perguntei e me explicaram que como eu era hóspede, eu poderia escolher um "combo" que seria for free. Ok, fui logo no mais caro e completo American breakfast. 2 fatias de pão consideráveis, manteiga, geleia, omelete pequeno, salsicha super apimentada e um tea(chá) quente. Algumas coisas podem ser substituídas, como pão por sucrilhos e o chá por café ou chocolate. Eu era o único ali tomando café. Fiz minha refeição com calma dando notícia aos familiares usando o wifi que era disponível ali também. Voltei para o quarto, e rapidamente peguei minha câmera e sai para fazer um tour pela praia. Meu roteiro era de 2, 5 dias em Boracay, mas por conta do problema com a Emirates acabei tendo só aquela manhã para aproveitar Boracay. Havia reservado o day trip para o Ariels point que acho que seria o melhor a fazer na ilha, mas tive que cancelar por não ter tempo suficiente. Meu voo para Cebu partia as 16:20 de Caticlan. Eram 8 da manhã e o checkout era 12:00 e tinha que seguir para o aeroporto no máximo as 13:00. Resolvi andar pela praia toda e ver o que havia de interessante e aproveitar. Estava meio nublado, mas não chovia ainda. Fui até o extremo da praia, passando pela passarela e cheguei a praia de Diniwid. Nada demais. Pequena e sem sal, não vale a visita na minha visão. Resolvi voltar e vi ao longe a chuva chegar. Não era uma chuva! Era praticamente um tufão! Protegido em um dos hotéis de beira de praia, esperei cerca de 1 hora para a chuva passar e poder sair. Realmente era um tufão pelas notícias que vi nos dias seguintes. Passei pela famosa Willy’s Rock localizada no centro da praia e segui em frente. Depois de algum tempo o sol até que resolveu dar o ar da graça, mas foi bem rápido, coisa de 5 minutos. Tinha vontade de fazer o parasail, ou windsurf, ou sup, mas as condições impediam de qualquer coisa do tipo. Ventava demais e o mar estava super agitado. Haviam pequenas marolas na praia, que costuma parecer uma lagoa pelas fotos que havia visto. Depois de caminhar bastante e ver aquelas figuras asiáticas pela praia, voltei e fui em direção ao Dmall novamente. Queria fazer um lanche e comprar algumas lembranças. Fui direto na lanchonete Monkey para tomar uma vitamina de mamão com banana. Faço vitamina de mamão com banana praticamente todo dia para mim, mas essa tinha um gosto diferente. Muito boa! Valeu a pena pagar 90php. Procurei algumas coisas, mas as lojas vendiam as mesmas coisas. Não sei por que isso!! Era tudo igual. Ímãs de geladeira, chaveiro, camisas e alguns quadrinhos bem feios. Comprei o ímã com abridor de latas para um amigo o trabalho (100php), meu copo de shot (100php) e 7 garrafinhas com a areia de lá escrito o nome da ilha (100php). Reparou que tudo lá custa 100php? Toda vez que perguntava o preço, a resposta era a mesma: an hundred (one hundred). Depois de rodar as ruas todas, tomei um thai iced cofee que é mega gostoso por 90Php e voltei para o hotel. Tomei um banho (gelaaaaaaaado..o chuveiro tinha dado problema e não esquentava de jeito nenhum), arrumei a mala e fui para o checkout. Na recepção, informei que queria comprar o transfer para o aeroporto que incluía um taxi para o porto, a balsa para a outra ilha e mais um taxi para ao aeroporto. A recepcionista fez uma ligação e após uns instantes disse que não poderia vender porque o horário de pickup estava muito próximo. Eram 12:20 e o horário de pickup era 13:00! Não entendi e também não quis questionar nada, até porque, como sempre, achei caro o preço que o hotel cobrava (370php). Acabei fazendo tudo por conta própria. Fui para a rua principal, peguei o triciclo elétrico parador por 20php, paguei o barco até a outra ilha que me custou 55php (barca mais fee) e outros 50php para o triciclo até o aeroporto de Caticlan. Até hoje não sei como paguei só 55php, se só a taxa da ilha custa 100php. Do porto até o aeroporto de Caticlan são cerca de 5min de triciclo. Cheguei no aeroporto as 14:00 em ponto. Fiz o percurso por conta própria e com certeza foi mais rápido e mais barato. O aeroporto de Caticlan é menor que o de Kalibo. Acho que um cinema é maior que ele. Ele só tem voos de duas cia locais e operam normalmente com aviões de hélice. Eu estava morrendo de fome e como só haviam 3 lojas que vendiam comida, a coisa mais saudável e que poderia me encher mais, era uma imitação não sei de onde do conhecido cup noodles. Meu Deus! Pra q? Era pimenta pura! Sei que sou muito fraco para pimenta, mas aquele noodle tava foda. Em 5min comi tudo. A boca ardia tanto que tinha que pegar algo pra beber. Pedi um shake chamado oreo smoothie. Pqp, q coisa gostosa! 175php. Carinho né? Tudo pra mim é caro. Como havia um tufão rodando pelas ilhas das Filipinas, óbvio que meu voo atrasou. Queria muito viajar num avião de hélices, mas não precisava ser com esse tempo né? Um tufão rodando por ali não era a melhor notícia para saber naquele dia. Com 1 hora de atraso, embarquei e dormi os 55min inteiros de voo. Cheguei em Cebu as 18:00 e havia marcado com 2 amigos para continuar a viagem. Eles chegariam as 22:00, e no salão de desembarque não havia restaurante. Sai do salão e achei do outro lado do aeroporto um café que serviu um arroz, frango, alface e um tea por 150php. Na volta para o salão de desembarque óbvio que tinha q ter algum problema. Como eu havia saído, não podia mais entrar. Enfim, fiquei puto e não achei um lugar dentro do aeroporto onde podia ver o status dos voos que estavam chegando. Até ali, tudo tinha sido confuso e ajuda nunca vem de graça por lá. Acabei indo para o setor de embarque e ali deitei num dos bancos para esperar o Daniel e a Patrícia. Eram cerca de 6 e pouca da noite e o voo deles chegaria as 22:00. Claro que o voo deles atrasou também, e bastante. Chegou depois de meia noite. Depois de recepciona-los, recebi o mesmo feedback deles sobre os translados e o lugar até então: sujo, feio e muito confuso. Nosso hotel ficava em Oslob, e não no centro de Cebu como a grande maioria dos turistas acaba escolhendo. Achei que não fazia sentido ficar em Cebu City, quando todas atrações ficavam no sul da ilha. O jeito mais econômico de se chegar em Oslob é pegando um taxi até o terminal de ônibus sul, e depois pegar um ônibus para Oslob. O taxi não deve custar mais de 450php e o ônibus 200php. Como era de madrugada e éramos três, acabamos optando por pegar um taxi direto para Oslob e pagando 3000php tudo. Deu 1000php para cada numa viagem de cerca de 2 horas e meia passando por um Mcdonalds no caminho pra matar a fome. Bigmac, com tea e batata, 162php. Chegamos no hotel as 3:30 da manhã e vimos que realmente era muito longe do centro. Não havia nada por lá. Era o hotel e uns casebres com algumas lojinhas de interior do interior de interior. Bom, fomos dormir pois nosso primeiro desafio seria acordar menos de 2hrs depois para seguir o roteiro e ir ao mergulho com o tubarão baleia.
       











       
      Dia 17/12/2015
      Acordamos as 5:30 e fomos tomar café. Nosso hotel era um destaque por lá. Único prédio da região e de frente para a praia. Estava super feliz com a escolha. O café foi de frente para a praia e no estilo americano. Pão, manteiga, geleia, presunto ou bacon, omelete e bebida a escolha. Saímos rápido para trocar dólares por php e rapidamente procuramos um transporte para as baleias que ficava a cerca de 10km dali. Perguntamos sobre uma van (ou jeepenee) e a resposta foi inesperada. Custava 10php para nos levar lá. Menos de 1 real! Isso foi surpresa, já que achei barato. Como as baleias costumam ir embora cedo optamos por ir de triciclo que era mais rápido e pagamos 30php cada. Chegando no local onde as baleias são alimentadas, pagamos 1100php (1000 mais 100 de taxa) e mais 50php para alugar os fins. Você tem um breve briefing e pega um barco que te leva a cerca de 200 metros da praia, onde ficam as baleias. Show! Muito legal, mas é meio complicado pois tem muito barco e muita gente. Vc vai bater com a cabeça no barco alguma vez, é quase inevitável. Hahaha. Cuidado com as águas vivas, tem bastante. O passeio dura apenas 30min, e voa. Não esqueça do chinelo, pois a praia é cheia de pedras. Existe o pacote para mergulhar com cilindro mas acho que não seja vantagem, já que as baleias ficam na superfície para comer os plânctons dados pelos barcos. O passeio é muito show mesmo, vale a pena cada centavo. Como eram 9 da manhã ainda, resolvemos ir direto conhecer a Tumalog Falls. Na saída das baleias haviam os triciclos parados (tem em todos os lugares) e fechamos a ida para a Tumalog e volta pro hotel por 170php cada um. Para nossa surpresa, não era triciclo e sim moto! Os triciclos não fazem o caminho para Tumalog pois é muito íngreme. Pegamos a moto, eu como carona em uma e o Daniel e a Paty na carona da outra (sim, 3 em uma moto só) e fomos pra lá. Foram menos de 10min quando chegamos na entrada da cachoeira. Mais 20php de fee para entrar e outra surpresa. Da entrada até a cacheira em si são cerca de 500m de pura ladeira! Tem outras motos oferecendo o translado, mas nem perguntei o preço pq achei ridículo isso. Já paguei a moto até lá e não iria pagar mais nada para andar 500m, sendo que eram as mesmas motos. Fomos andando e chegamos em menos de 10min. Muito tranquilo mesmo ir andando. Eh ladeira, mas qualquer um sobe aquilo, ainda mais por ser asfaltado. A cachoeira é bonita, e olha que não gosto de cachoeiras. Tiramos algumas fotos e ficamos por ali durante uns 40min. Havia um grupo de cerca de 4 pessoas falando português, únicos até então que havia visto, e um dos raros turistas não asiáticos de olho pequeno. Nem entrei na água porque detesto água gelada. Detesto mesmo! Subimos a ladeira de volta e pegamos a moto de volta pro hotel. Eram 11 da manhã! Não acreditávamos que era tão cedo ainda. Como nos relatos que havia lido, todos ficavam no centro de Cebu, que fica a 2 horas dali, os passeios se tornavam longos pelo translado. Mas no nosso caso foi rápido até demais. Chegando no hotel, reparamos que havia um caiaque e um sup de graça para usar. Não pensei duas vezes e lá fomos nos pra água de novo. Simplesmente foda a água na frente do hotel. NINGUÉM mergulhando por lá. Acho q as fotos dizem por si só como foi bom ficar ali naquele hotel. Ficamos 1 hora remando e voltamos para almoçar. Fome era o q a gente sentia naquela hora. Pedimos arroz com frango, batatas, coca e água e a conta deu 900php no final para todos. Não tinha quase nada de frango no prato mas era o que tinha ali na hora. Voltamos pro quarto pra descansar um pouco e vendo as fotos que tiramos na água, resolvemos voltar pra água novamente e aproveitar mais. Ficamos lá até o pôr do sol e saímos da área da piscina já era quase noite. Subimos e fomos tomar banho. Todo hotel tem algum problema né? O da vez foi a água que acabou. Falamos com a atendente na recepção e foi resolvido até que bem rápido. Tomamos banho e apagamos. Sim, dormimos as 7 da noite e nossa última refeição havia sido o almoço. Péssimo, mas o sono foi mais forte. Não façam isso. Bebam muita água (de garrafa) e comam sempre q der.
       
















       
      Dia 18/12/2015
      Acordamos as 6 da manhã e o tempo parecia estar meio nublado. Detalhe para os galos. Pelamor! Tem muito galo nessa região e eles gritam o dia todo. Acordei várias vezes na madruga com eles gritando. Tem galos espalhados por tudo quanto é quanto. Galos, galos e mais galos. Talvez pra briga de galo. Será? Esqueci de perguntar isso lá. Descemos para tomar café da manhã, e escolhi de novo o tradicional american breakfast. Resolvemos aproveitar que não estava chovendo ainda e ir fazer o canyoneering. Saímos do hotel, e na avenida principal encontramos com o mesmo motorista que nos atendeu no dia anterior. Novamente muito prestativo, disse que aquele dia já ia atender outro turista mas nos mostrou um amigo que nos atenderia. Fechamos o pacote ali mesmo. Transporte+guia+equipamentos por 1300php cada pessoa. Foi 1 hora e meia de triciclo sofrida. Chegamos a uma casinha onde nos encontramos com o nosso guia. Dessa vez não houve surpresas. Realmente tudo estava incluído. Não pagamos nenhuma taxa nem adicional por nada. Subimos em motos q nos levaram até o ponto de partida que demorou mais cerca de 5minutos. Canyoneering se trata descer a pé o rio, dentro do rio, nadando, pulando, deslizando e tudo mais q quiser. Logo de cara, você já começa saltando de uma pequena altura. Isso se repete por algumas vezes. Recomendo muito este passeio. O lugar é impressionante. Pura natureza perfeita. O passeio todo é feito em águas cristalinas azuladas. Saltos pequenos e mais altos podem ser feitos durante todo o percurso. Os maiores saltos, e pra mim os melhores, são opcionais. Fiz todos os que pude. Foram 3 pulos de cerca de 15pés e o ultimo de cerca de 17pés. É MUITO alto, mas é demais. Pula sem medo que vale a emoção. São cerca de 8km que fizemos em cerca de quase 3 horas. O melhor do passeio? Ele termina na Kawasan Falls! Achei o passeio muito mais bonito que a cachoeira q tem mais fama. Façam com certeza esse passeio. Fiquei extasiado com o passeio. Chegando na Kawasan Falls, aproveite e vá nadando até a queda de água pra ver a força que ela tem. Se preferir, os locais podem te levar sobre jangadas de bamboo até a queda por 200php por pessoa. Se vc sair de Cebu, será um passeio de um dia inteiro. Voltamos ao hotel por volta de 5 da tarde e tomamos banho correndo para comer alguma coisa já q nossa única refeição havia sido o café da manhã. Lembrem de levar comida nos passeios por Cebu. Saímos já no dinal da tarde e achamos uma placa que dizia hambúrguer e cheeseburguer por 33pesos e ainda em promoção pague 1 leve 2. Estava muito estranho esse preço, mas resolvemos arriscar. A fome era tanta e o nome cheeseburguer encheu nosso olhos q fomos lá. Pra quê? Um pão pequeno e uma carne micro com gosto esquisito, q ficamos achando q era de cachorro. Ble...muito ruim mesmo. Acompanhando, tbm muuuito ruim um lipton de limão. Cara, eu adoro iced tea, mas esse era uma coisa terrível. Como já era noite e não havia nada pra fazer por lá, voltamos pro hotel e ficamos baixando as fotos da câmera. Não deu outra e acabamos dormindo as 8 da noite. Acho q o principal motivo da maioria em massa dos turistas não se hospedar em Oslob é que realmente não tem nada. Imagina uma rua com cerca de 2 padarias q só vendem pão, um mercadinho q vende uns biscoitos estranhos e um frango de padaria. Ah, tem uma casa de câmbio que para surpresa tinha um ótimo cambio. Era isso. Nada de bar, nada de restaurante, pub, shopping. Era só isso.
       













       
      Dia 19/12/2015
      Acordamos as 5 da manhã e nos deparamos com um tempo péssimo. Chuva, vento e trovões eram o cenário daquela manhã. Esperamos até as 7 horas e descemos para o café. Pedi um filipino breakfast. Arroz, tocino, ovo e suco de laranja que parecia manga. Acho q não tem nenhuma opção de café sem gordura. Ou é um apresuntado pingando gordura, ou bacon, ou tocino ou alguma outra coisa gordurosa. Ficamos um bom tempo no hall de café, que ficava de frente pra praia, conversando e vendo a tempestade cair. Não estou falando de chuvisco não, era chuuuuva mesmo. Não tinha o q fazer. Seria o tufão dando as caras de novo? Aproveitei para atualizar o relato também
      Ficamos no quarto o resto da manhã e saímos para comer as 3 da tarde. Parecia q o tempo começava a melhorar. Perguntamos ao nosso motorista oficial, que por mais engraçado q seja ele estava sempre ali nos esperando, onde que ficava o restaurante Chez Tonton, cuja avaliação estava boa no tripadvisor. Ele nos disse q ficava um pouco distante dali e que podíamos ir num restaurante parecido a poucos metros dali. Que show foi isso! Ele podia ter nos levado e ganhado uma grana, mas não. Indicou outro restaurante ali perto. E ainda bem q ele deu a dica. O "restaurante" servia pizza e crepe. DK ou VK acho que era o nome do lugar. Cerca de 6m2 com 3 mesas quase uma encostando na outra. A atendente prontamente nos atendeu perfeitamente. Pedimos 2 pizzas, peperoni e margarita e estava excelente. Cada uma por 280php e um tea pra acompanhar. No final é claro, a Patrícia sempre fechando comigo em pedir uma banana split. Com uma bola de sorvete roxo no meio estava muito boa também. De q era o sorvete roxo? Inhame! Hahahahah..sorvete de inhame roxo! E um milkshake de chocolate pra acompanhar. Almoço super saudável. Pizza, sorvete e milkshake. A Patrícia ainda pediu outra banana split e comeu tudo sozinha!! Hahaha..e ainda tinha wifi no restaurante. Detalhe q acho q não tinha ketchup lá. Quando pedimos, a atendente/dona do lugar saiu correndo e foi no mercado rapidinho comprar pra gente..hahaha.. Bom, depois de matar a fome, sabendo q o resto do dia ia ser longo dentro do hotel sem poder fazer muita coisa, passei na vendinha que tinha do lado e comprei um saquinho de amendoim, um biscoito oreo(tinha oreo pra minha surpresa), uma barrinha de caramelo e uma garrafinha de água por 88php tudo. O resto do dia foi dentro do quarto. Ahhh, chegou um grupo de asiáticos que nos perturbou demaaaais. Gritavam, cantavam, corriam, batiam a porta milhaaaaares de vezes...ahhh, q raiva q deu . Era nossa última noite ali, e precisávamos arrumar a mala e providenciar nosso transporte de volta para o aeroporto. Nosso voo partia as 13:00. A preguiça bateu forte e acabamos que dormimos sem arrumar mala nenhuma. Nossa ideia era acordar beeem cedo e ainda tentar fazer uma sessão de whale shark antes de ir embora. Nosso dia foi morto por causa do temporal. Nenhum passeio estava aberto. Quando planejo viagem, quando possível, boto um dia extra pra casos como esse. Nunca se sabe se vai pegar um tornado, ou se o seu voo vai atrasar.
       

       
      Dia 20/12/2015
      Acordamos bem cedo, mesmo sem despertador, já q havíamos dormido o dia anterior todo. Fomos para a varanda checar as condições e lá estava um brasileiro que havia chegado na noite anterior e que iria fazer o passeio do whale shark também. Ele nos avisou que no dia anterior havia demorado 5hrs do aeroporto até o hotel. Como nosso voo era as 13:30, na mesma hora abortamos a ideia do whale shark, até porque o mar estava bem agitado e não parecia ter uma visibilidade muito boa. Descemos para tomar café as 6 da manhã e tiramos mais algumas fotos enquanto o brasileiro e mais 2 amigos saíam para fazer o passeio deles. Após terminar nosso café, subimos e arrumamos as malas rápido e descemos para fazer o checkout. Nesse momento encontramos com os brasileiros voltando e disseram que não estava rolando o whale shark por causa do mar agitado. Ainda bem q abortamos! Fizemos o checkout e fomos pra mais uma jornada de translado. O hotel ofereceu uma van por 5000php até o aeroporto. Caro! Obvio q achei caro! Fomos para a avenida principal pois sabíamos q ali passava um ônibus até o terminal rodoviário de Cebu City, e de lá deveríamos pegar um taxi até o aeroporto. Infelizmente não demos sorte e acabamos pegando um busão sem ar condicionado. 140php por pessoa e parecia cena de filme. Aquele ônibus velho, com várias pessoas estranhas dentro. Até galinha tinha! Tinha um galo q de vez em quando soltava um grito. Foram 3:40 horas de viagem insuportáveis. Queimei meu braço com o sol que fazia aquele dia. Um trânsito infernal, muita pobreza e sujeira. Minha distração, enquanto secava o suor e me ajeitava no banco, era contar os galos q via pelo caminho. Parei no centésimo com menos de 20min. Não aguentava mais aquele ônibus. Parecia cena de filme mesmo. Para evitar isso, basta pegar o busão com ar condicionado. O intervalo entre os ônibus durante o dia é bem rápido. Acredito que seja cerca de 20 minutos. Chegamos no terminal e imediatamente achamos um taxi com taxímetro. Achamos estranho pois o taxista aceitou muito fácil. Enfim, esse trecho foi tranquilo. Mais 20min de taxi, 230php e chegamos no aeroporto de Cebu, na ilha Mactan, cidade de Lapu Lapu. Checkin feito, comemos um hot dog e é claro, um dunkin donuts também. Fechei logo meia dúzia de donuts por 170php e guardei pra viagem. Após ter visto que o portão de embarque havia sido alterado, embarcamos sem maiores problemas e decolamos num voo tradicional low cost, sem nem uma gota de água servida. Foram cerca de 60min até o pouso no aeroporto de PP. Como tinha q ter algum problema, parece q houve alguma falha elétrica no avião e ficamos no pátio por cerca de 15 ou 20min dentro do avião. Td bem, depois daquele ônibus infernal, o avião era uma cama praticamente. O aeroporto de PP é do jeito q eu gosto, bem pequeno e bem simples. Pegamos a mala e seguimos pra nossa jornada até El Nido. Na saída existem algumas empresas que oferecem o serviço de translado pra El Nido de van, mas vale a pena ver o ônibus que é bem mais confortável. O preço seria o mesmo, mas chegamos na loja ao lado do aeroporto pra fechar a van para El Nido com a empresa Ayen transport. O custo seria muito igual ao do ônibus, porém não precisaríamos pegar um taxi até a rodoviária. O agente informou que o preço seria de 500php por pessoa, o serviço seria door to door, inclusive perguntou qual era o nosso hotel e que a van estava saindo naquela hora. Porra nenhuma! TUDO mentira. Fechamos acreditando naquelas informações e entramos na van. Ela parou em um restaurante a 2 minutos dali e o motorista pediu para que saíssemos da van para pagar o translado. Enquanto pagávamos ele tirou todas as malas da van, o que foi muito estranho. Depois de pagarmos ele disse q poderíamos comer alguma coisa no restaurante e q iriamos sair em 15 ou 20min. Ok, essa passou, mas o problema foi q esperamos 1:30 hora ali. Primeiro ele disse q outros clientes que já tinham reservado estavam presos no aeroporto por causa de voo atrasado, depois ele não conseguiu colocar a prancha de um dos clientes na van. Ou seja, a van que estava saindo na hora, saiu quase 2 horas depois. Depois de já perder a paciência, o motorista saiu e pegamos um transito de louco. Acho que ficamos 30min para andar menos 1km. A cidade estava uma loucura. Era domingo e parecia q todo mundo estava na rua. Impossível aquilo ser rotineiro. Bom, por incrível que pareça o motorista parou a van no borracheiro e fez alguma coisa no pneu que não deu pra ver direito. Ficamos ali parados uns 10min. Saímos e logo em seguida paramos no posto de gasolina para ele abastecer e o povo tirar dinheiro, já que disseram que em El Nido não tem atm (não confirmei isso). Mais cerca de 15min parados e pegamos a estrada. Que coisa horrível! Muito sinuosa, cheia de relevos e armadilhas. Muito ruim pegar aquela estrada. A van foi sacudindo durante todo o translado. Ninguém dormiu nada e o motorista ainda dirigiu igual um louco. Foram 5:30 horas de viagem com uma parada no meio do caminho para banheiro e alguns snacks se quiser comprar. A estrada tem trechos de terra batida e cheia de buracos sem sinalização alguma. Esse é o caminho pra cidade mais procurada da região de Palawan? A maior surpresa ainda estava por vir. Chegando em El Nido, o motorista parou a van no centro da cidade e disse q ali era o ponto final. Na mesma hora indagamos sobre o fato de termos fechado o door to door. Pronto! Começou a confusão. O motorista queria, em conjunto com os "amigos" dele motoristas de tuktuk da cidade, que pagássemos mais 100php para nos levar para o hotel. Ficamos discutindo cerca de 20min até eu pedir para ele ligar pro chefe dele e resolver a situação. No final ele nos deixou no hotel. Nãooo fechem nada com a Ayen Transport. Acho q por isso vale a pena pegar o busão. Tem horário fixo e não tem surpresas. Chegamos no hotel big Creek Mansion e rimos na hora em que saímos da van. A entrada é péssima. Parece um prédio em ruinas. Na verdade estava em obra, mas por dentro ele é arrumadinho. Como todo hotel seu problema, logo no primeiro minuto entrei no banheiro para tomar banho e dei de cara com uma barata que parecia um alien. Serio! Aquilo era um monstro..hahaha..o café da manhã vc escolhe na noite anterior e a hora que quer q ele seja servido.
       


       
      Dia 21/12/2015
      Acordamos as 7 sem despertador nem nada, já q estávamos com o horário meio maluco. O café da manhã foi o tradicional american breakfast. Satisfatório, mas gordurosoooooo. Todas as atrações da ilha são distribuídas em tours. Existe o tour A, B, C, D e E. As atrações do tour E podem ser feitas separadamente, mas se tiver tempo, acho q vale muito. O tour C é o melhor, depois vem o A. NÃO façam o tour D e o B. Its a crap. Cavernas e praias normais só para enganar turista. O tour E, na verdade acho q vale pelo cliff e pelo zipline, que podem ser feitos individualmente contratando guia. O tour A eh FODA e o tour C é FODÁSTICO. Pqp, que praias e que lugares de mergulho. Eu adoro mergulhar, e em algumas praias a água estava cristalina com visibilidade excelente. Naquele dia, começamos pelo tour A. Fechamos o tour pelo próprio hotel mesmo. NÃO fechem nenhum tour pela internet. Eh engana turista pq o preço é sempre menor se reservar lá no local. Fechamos todos os tours por 200php a menos cada. Logo após o café, a recepcionista veio nos avisar que nosso guia estava nos esperando já na porta do hotel. Excelente. Bom já deixar tudo pronto pra esses casos. O q levar num passeio? Primeiramente, uma mochila a prova de agua. Vc vai molhar mt provavelmente. Sugiro comprar snorkel e máscara. O preço q vai pagar pra alugar em todos os passeios é quase o de comprar um no BR. Melhor pq vc tem o seu equipamento. Mais higiênico e vc pode comprar um equipamento de melhor qualidade. Sugestão de marca, Seasub. Outra coisa, COMPREM sapatilha de mergulho. Vcs vão saber pq mais pra frente. Toalha eu comprei uma na Decathlon que quando dobrada é mínima. Vale a pena e custa menos de 30 reais. Protetor solar a prova de agua, e óculos escuros. Bom, encontramos com o nosso guia e ele nos colocou num triciclo q nos levaria até a empresa de turismo. Depois de andar cerca de 10min até a empresa(El Nido é um ovo, dá pra fazer tudo andando), tinha q ter uma tentativa de rolo. O motorista nos cobrou essa viagem. Claro q não pagamos! O preço do passeio já inclui tudo. No primeiro passeio vc paga 200php de fee e não precisa pagar nos demais dias. Esperamos alguns poucos minutos e fomos guiados andando até o barco. Logo de cara vc já se molha, pq o barco não fica num píer ou na beira da praia. Vc tem q andar um bocado na água até chegar ao barco e a água chega na cintura ou até mais. A praia de onde saem os barcos é imuuuunda de manhã. A maré baixa mostra todo o lixo que está ali. Subimos no barco e tradicionalmente, já posso falar isso, tivemos que esperar. Eles estavam buscando mais clientes e foram buscar a comida também. A empresa era a Alexzus. Foi tudo tranquilo, então recomendo. O tour A tem as seguintes paradas.
       
      Small Lagoon
      Big Lagoon
      Secret Lagoon
      Simizu Island
      Entulala Island
       
      Almoço espetacular no barco na Simizu Island. Demais! As vezes vc não acredita que está num lugar daqueles. Como era o primeiro dia em tour e não achava que ia pegar muitos corais, acabei que não levei a sapatilha. Olha o que aconteceu! Na última parada, que foi a big lagoon, precisamos nadar até chegar a lagoa em si e logo quando saltei do barco, acabei chutando sem querer um coral no fundo do mar. Acreditem, perto dos machucados que vi do pessoal que fazia os passeios, o meu foi muito tranquilo. Por isso que insisto nesse ponto da sapatilha. Com certeza ela me salvou diversas vezes nos outros dias. Voltamos para o hotel, lavei o machucado q parecia ser feio e jantamos no Atmosphere. Uma boooosta. Atendente não sabe falar quase nada, a pizza é de outro lugar e o ambiente estava horrível. Uma música aos berros tocando bells de natal nos atormentou o jantar todo também. A essa altura o machucado já incomodava um pouco e assim ficou durante o resto da viagem, mas nada que me impediu de fazer qualquer coisa. Voltamos, agendamos o Tour C para o dia seguinte e dormimos de imediato, depois é claro de escolher nosso café da manhã do dia seguinte.
       











       
      Dia 22/12/2015
      Acordamos de madrugada com o ar condicionado desligado. Sim, ele desligou sozinho na madruga. Vai entender. Ainda bem que não fazia tanto calor e o ventilador deu conta do recado sem problema. Levantamos e tomamos nosso tradicional café da manhã, só que pedimos também um hot dog que tinha uma linguiça esquisita demais. Tinha uma gosma no meio da salsicha muito sinistra. Mal tínhamos tomado o café e a recepcionista nos avisou q nosso guia já estava esperando. Pegamos as coisas rapidamente e fomos pra entrada do hotel. Pegamos o triciclo e depois fomos andando até o barco junto com o nosso guia. Naquele dia fizemos o tour C, the best one. Sensacional Mother fucker!!!!
       
      Star Beach
      Secret Beach
      Matinloc Shrine
      Hidden Beach
      Helicopter Island
       
      Fiz o tempo todo de sapatilha. Muuuuita gente machucada por causa dos corais. Voltamos um pouco mais cedo esse dia. Cerca de 5 da tarde estávamos chegando em El Nido novamente completamente felizes com o passeio mais que perfeito. Quando chegamos no hotel e abrimos a porta, o ar condicionado estava ligado e o quarto congelado. Ele ligou sozinho durante o dia. Ngm arrumou o quarto nenhum dia em nenhum hotel nessa viagem. Mas o pior foi saber que deixei o carregador do celular e o carregador de baterias da minha gopro na tomada e nenhum deles funcionava mais. Provavelmente algum pico de luz queimou meus carregadores...Fuckkk! Ficar sem gopro não dá!! É como ficar sem carteira e dinheiro. Vc não faz nada..rsrsrs. Ainda bem q a Patrícia e o Daniel tinham cabos que funcionavam pra minha câmera ser carregada também. Tomamos banho e fomos no restaurante Lucky Alofa. Recomeeeeeendo demais. Pedi o maior sanduba q eles tinham. 400g de hambúrguer com queijo, bacon e a coisa toda, acompanhado de potatos fries. Q demais! Experimentei a cerveja red horse também. O wifi eh fraquíssimo, mas a comida é sensacional. O sanduba é meio caro, 500 php mas é gigante. Voltamos pro hotel e apagamos de novo. Esse dia foi épico.
       












       
      Dia 23/12/2015
      Em nosso último dia em El Nido, fechamos o tour B. Que lixo. Éramos só 9 num barco pequeno.
       
      Cathedral Cave
      Snake Island
      Cadugnon Point and Cave
       
      O melhor foi o almoço na praia.. Voltamos bem cedo, cerca de 4 da tarde. Ainda bem q voltamos pq já estava dando raiva o passeio e precisávamos fechar a van de volta pra Puerto Princesa. Voltamos pro hotel, tomamos banho e saímos fechar a van e jantar. Fechamos a van de volta pra PP por 500php q iria nos buscar no hotel as 10 da noite. Ok, translado agendado e eram 6 da tarde ainda. Passei numa loja de souvenir e não aguentei. Comprei uns "quadros" por 295 e 195php na loja na rua principal. Rolou um repeteco na Lucky Alofa. Pedi um sanduba diferente desta vez e não deu outra. Fuckin perfect again. Mesma avaliação da Patrícia e Daniel. Pedi desta vez um iced tea q pelamor. PERFEITO! Estava tão bom q perguntei como eles faziam o iced tea. O cara q parecia ser o dono me mostrou. Era um saquinho de pó de Nestea já pronto! Hahahaha..o detalhe é q tinha maça também...ele me disse q comprara no mercadinho da frente. Óbvioooo q fui no mercado e comprei todos os saquinhos q tinham lá. Cada saquinho faz 1l de iced tea e custa 12 php. Deixei 100 php só em iced tea. Voltamos pro hotel pra fazermos a mala. Havíamos fechado a última van para não esperar tanto no aeroporto já q nosso voo era 10 da manhã só. Em todas as empresas, a primeira van era 5 da manhã e a última as 9 da noite, algumas fazendo a última viagem as 10 da noite. Agendamos para a de 10 da noite. Pura enganação! 9 em ponto a van passou no nosso hotel. A mulher da empresa disse q tinha van de 10 da noite mas foi só pra vender mesmo. Entramos na van e a princípio estava bem tranquilo. Havíamos pegado a última fileira só pra gente. Rummmmm, sabe de nada inocente. 5mim depois ele parou no termimal de van de el nido e apareceram uns minhocos da terra e não acreditei q aquilo tudo ia caber na van. Tinha muita gente e muuuita mala(caixa de papelão). A galera começou a entrar na van e logo o q estava tranquilo, ficou mega apertado. Não dava nem pra mexer o pernas. As malas já transbordavam no porta mala e chegavam na altura de nossas cabeças. Vcs não tem ideia! Tinha tanta gente dentro da van que o motorista veio no colo de um maluco! Eu nunca tinha visto isso. O motorista dirigiu 5 horas no colo de outro cara. Pra piorar, adivinha o que veio na minha cabeça. Uma galinha! Sim, uma galinha! Em cima de toda a mala, os caras estavam com uma caixa com galinha dentro. Pqp, logo na minha cabeça. Cheiro de chiqueiro insuportável, um calor infernal na van por causa da quantidade de pessoas. Foi um inferno aquela viagem. Acho q vale a tentativa de pegar o ônibus. Acho q a empresa de busão se chama Roro.
       








       
      Dia 24/12/2015
      Chegando no aeroporto as 2 da manhã, demos graças a deus pq poderíamos pelo menos deitar no chão do aeroporto. Rummmmm, sabe de nada inocente! O aeroporto estava fechado. Hahahaha..só merda! Claro q ficam uns motoristas na porta do aeroporto já esperando os turistas desprevenidos. Eles ofereceram um hotel, mas a essa altura não confiava em mais ninguém por lá. Resolvemos esperar na entrada de um restaurante ali na frente do aeroporto até as 6. O restaurante era aberto com um jardim grande na lateral, o q nos trouxe muuuuuuuuuuuitos mosquitos. Era o q faltava. Nos aconchegamos ali no chão mesmo e esperamos por 3 ou 4 horas. Por volta das 5 da manhã, bateu um frio brabo e o jeito foi usar a toalha como cobertor mesmo. Muito mendigo mesmo..hahaha..o cansaço era brabo e acabamos pegando no sono alguns minutos. As 6 da manhã o q mais queríamos era o conforto do chão do aeroporto. A q ponto chegamos!!! Levantamos e partimos pro aeroporto q ficava a 2 minutos andando dali. O aero é bem pequeno, tem a Airasia, Phillipine, e Cebu Pacific operando lá. Acho que vi uma tal de Juan também. Nosso voo era 10 da manhã e não havia ninguém no balcão da Cebu. Esperamos no banco até umas 8:30, quando começaram a fazer o checkin. Como tinha de ser, o voo atrasou 1 hora. Comemos um cupnoodles e um Gatorade para esperar. O voo era pra Coron com escala em Manila. Voo tranquilo e rápido até Manila. Dormi praticamente ele todo. Chegamos em Manila e a fome era sinistra. Almoçamos fortemente no Burguer King. A Patrícia adora junk food, e nem pensamos muito antes de entrar no restaurante. Rolou um hamburgao tradicional com iced tea( adoro iced tea e testei em todos os restaurantes q fui). Ninguém repara, mas as notas fiscais de diversos restaurantes tem algum bônus se vc responder um survey na internet. Foi a deixa pra conectar na internet, e atualizar a família sobre a jornada também. Comemos com bastante calma e quando vimos, já era hora do nosso voo para Coron. Depois de passar por uns 49 mil detectores de metal, chegamos ao setor de embarque. Quando chamaram nosso voo, acho q apareceram umas 20 cabeças só. Entramos no busão que nos levou até o avião de hélice da Cebu. Showw! Voo com um visual foda, já mostrando o q nos esperava em Coron. Esse voo foi pontual. Desde a partida até a chegada. O aero de Coron é no meio do nada. Sério mesmo. É no meio do mato! Quando chegamos, vimos q é um aero bem pequeno também. Nem esteira de bagagem tem(isso é inédito pra mim). É só um balcãozinho de madeira onde colocam as suas malas e vc procura a sua. A primeira porta depois do salão de desembarque é a porta de saída. Logo na saída, tem váááááias vans oferecendo serviço pra Coron town. Não vi triciclos nem taxi. Somente vans e todas com o preço fixo em 150php. A primeira pergunta que fizeram foi se tínhamos reserva em algum hotel. Logo respondemos que sim e por incrível q pareça nosso nome estava num quadrinho em frente a uma das vans. Esperamos por mais uns 15minutos e partimos para a cidade. São cerca de 40min de van passando por fazendas e nada mais. Chegamos em Coron town!! É uma grande favela! Nunca pensei q fosse tão seria a coisa. O RJ é Beverly Hills perto de Coron. São casebres e lojinhas com seus puxadinhos e motocicletas rodando pra lá e pra cá. Bem caído mesmo. Me sentia no complexo do alemão piorado. A van nos deixou em frente ao nosso hotel. Reservamos o Coron village Lodge por 5 noites num quarto pra 3. Fizemos check in e saímos imediatamente pra jantar. Não achamos nenhum restaurante legal a vista. Era tudo com uma aparência bem caída. Achamos a tratoria Altrove q era bem legal e q acabamos indo na maioria dos dias. Pedi um Carbonara com iced tea(deu pra ver quanto eu gosto de iced tea né?). Ambos exceleeeeentes. Paguei 200php no carbonara e 2 iced tea. Isso da menos de 18 reais! 18 reais hoje são cerca de 4 dólares..rsrsrsrs..O lugar era muito bom pro padrão de Coron e cabe a visita. Pagamos ao que pareceu ser o dono do lugar e fomos de volta ao hotel. No caminho fechamos o Ultimate Tour na Zurik Pension. O passeio nos custou 1500php, o q vimos depois q é um preço fixo para esse tour. Fomos pro hotel. Pronto, nos primeiros 5 minutos vc já capta os problemas da hospedagem. O chão tinha aquelas fezes de cupim espalhadas por vários cantos, o quarto fedia e estava beeem sujo além de não ter wifi. Uma vassoura resolveria o problema, mas acho q fazia tempo q o quarto não recebia uma faxina. O Daniel tomou o primeiro banho e já reclamou da quantidade de água que saía do chuveiro. Logo em seguida eu entrei e a merda aconteceu. A Água acabou no meio do meu banho. Po, ninguém merece isso. Fui na recepção acho que cheio de sabão ainda no corpo e reclamei. O recepcionista me pediu 5 minutos pra resolver. Ok! Quando voltei pro quarto esperei os 5 minutos e realmente a água voltou, mas voltou parecendo uma goteira. Pra piorar a água não esquentava. Tudo de ruim no hotel até então. Quando terminei meu banho, a Patrícia tentou, mas realmente naquele ritmo era impossível tomar banho. Reclamamos de novo e fomos transferidos para outro quarto. Nesse a água estava quase nada melhor, mas não adiantava mais reclamar. Estávamos mortos e era melhor dormirmos porque o dia seguinte ia ser de passeios.
       



       
      Dia 25/12/2015 NATAL Uhullll
      Acordamos as 06:40 e fomos para o restaurante do hotel para pedirmos o café da manhã. Passaram uns 15min e NINGUÉM apareceu. Ninguém a vista trabalhando no restaurante. Haviam 2 outras mesas q também não foram atendidas. O passeio requisitava chegar na lojinha as 8 da manhã, e naquele ritmo do restaurante não ia rolar. Levantamos da mesa e fomos tomar café na rua mesmo já que não estava incluído o café na hospedagem. Acabou que saiu mais barato e acredito q foi melhor mesmo. Pedi um pão torrado com ovo e bacon mais um shake de banana por 200php. Logo em frente ficava a empresa que fechamos o passeio. Fomos pontuais e chegamos as 8 da manhã. Claaaaaro que o passeio atrasou. Saímos para o barco somente as 9 da manhã. O tour contemplava os spots abaixo.
       
      Kayangan Lake
      Twin Peaks Reef
      Hidden Lagoon
      Bulungan Beach
      Calachuchi Coral Eden e CYC Is
       
      A volta do tour foi com esse pôr do sol sobre a agua cristalina. Tudo ok no dia de natal. Voltamos pro hotel, tomamos um banho na goteira e já saímos pra jantar. Passamos em uma empresa de mergulho e fechamos o pacote de mergulho para o dia seguinte. Como valia o repeteco, fomos comer de novo no Altrove e pedimos 2 pizzas e iced tea. De novo, muuuito bom! Ficamos umas boas 2 horas ali conversando e lendo o "relato" de nossa viagem a Tailândia que a Patrícia havia escrito( será q ela publica algum dia esse relato?).. Hahahaha
      Voltamos para o hotel, mas antes de dormir, teve q rolar a parada na recepção pra dar notícias pra família, já q não tinha wifi no quarto.
       









       
      Dia 26/12/2015
      Acordamos e já fomos direto pro café da manhã já manjado no lugar chamado Centro. 2 homemade pancakes com instant coffee por 65php cada. Lot off moscas!! Grrr..elas não saem de você. O mergulho havíamos fechado com a Vivian na loja Coron Divers. Foram 3 mergulhos de cilindro em navios naufragados. Lembrando que para mergulhar com cilindro vc precisa de certificado se não quiser ficar preso a um guia te segurando o tempo todo. Havíamos marcado para 8 da manhã e fomos pontuais. Separamos a roupa e experimentamos todos os equipamentos. Fomos pro barco e é claaaaaaro q esperamos muito tempo. Foram quase 2 horas de atraso esse dia. Saímos e fomos para o primeiro naufrágio. East tangat. Um navio da segunda guerra mundial de artilharia. A visibilidade estava em cerca de 2 a 3 metros. Pra quem mergulha sabe o quão ruim é isso. Não dava pra ver absolutamente nada. Profundidade de cerca de 22 metros. Fizemos a penetração no barco, mas foi bem rápido, até pq o barco é pequeno. Tudo ok, mas não muito feliz por não ter sorte quanto a visibilidade. Dias de lua cheia não são os melhore para mergulho. Voltamos pro barco e fomos pro segundo destino. Esperamos o tempo adequado pro segundo mergulho e caímos na água James Bond style. O segundo navio foi o Olympia Maru. Esse sim era grande. Profundidade de 26 metros na parte mais funda. A visibilidade continuava muito ruim, mas seguimos do mesmo jeito. Penetramos novamente no barco, que desta vez era beeem grande. Os compartimentos eram enormes, com muitos peixes no interior que brilhavam quando jogávamos a luz da lanterna sobre eles. No meio do navio existe um boiler. Uma caldeira mega grande que assusta. Fiquei uns segundos ali na frente dela só admirando. Continuamos pelas entranhas do barco nas escuras passando pelos compartimentos e depois rodeamos o barco mais um tempo. Voltamos pra superfície e mesmo com a visibilidade ruim estávamos felizes. Mergulhar é sempre bom. Vou ficar feliz mesmo se mergulhar numa piscina..rsrsr..nosso terceiro destino seria o Lusong Boat, mas o capitão disse q estava crowdeado e aceitamos mergulhar num recife de coral. Esperamos novamente o intervalo de superfície ali deitados na proa do barco vendo os peixes e corais na parte mais rasa. Entramos novamente na água, mas esse último foi bem fraco. Profundidade de 13 metros, com visibilidade muito ruim. Não vimos nada de diferente do q vimos fazendo snorkel em todas as praias por lá. Clow fish, sargentinhos, peixes coloridos, bicudos, estrelas do mar e corais infinitos. Ok, acho q vale a tentativa de mergulho em outra época. Pagamos 2800php para os 3 mergulhos com almoço incluído. Voltamos pro hotel, tomamos banho e fomos jantar no Nonamebar para variar um pouco. Esse lugar é mais estilo bar do q restaurante.
      Haviam cerca de 10 pessoas no lugar. Pegamos uma mesa e pedimos hambúrguer e petiscos, já q não haviam pratos de comida mesmo. Eu pedi hambúrguer, bem gostoso por sinal. A Patrícia pediu nacho com beef q veio sem beef e q ninguém conseguiu comer direito pq veio pimenta pura. Falando em pimenta pura, esse foi o prato que o Daniel pediu. Hahahaha..pimenta recheada com queijo. Óbvio que ficou do jeito q veio. Demos uma mordida e apesar de não ser tão apimentado era muiiito ruim..blee ..voltamos pro hotel e apagamos.
       

       
      Dia 27/12/2015
      7 da manhã e todos de pé cantando "os novinhos tão de parabéns"(McDonalds version) q foi a música da viagem..hahahaha O café da manhã obviamente foi no Centro com cia das moscas obcecadas por pele ocidental. Esse dia fechamos um tour privado. Sério, não me perguntem pq, mas vale muito mais a pena o privado. O Ultimate tour nos custou 1500php e esse privado foi 1300. O tour privado vc escolhe os destinos e vc dita o ritmo. Foi excelente esse dia. Um barco inteiro só nosso, podendo ficar qnt tempo quiser nos destinos sem preocupação. Escolhemos as seguintes praias e lagoas:
       
      Kayangam lake
      Barracuda lake
      Twin lagoon
      Siete pecados
      Skeleton wreck
       
      O único ponto negativo é q o privado não serve almoço. Ok, compramos uns snacks e água e tudo ok. Estávamos tão felizes com os passeios q a fome nem atrapalhou. Voltamos pro hotel e fomos jantar. Resolvemos não arriscar e voltamos no Altrove. Pedi um penne com camarão e veio um macarrão com camarão mesmo, mas cheio de cabeça gigante de camarão. Me perguntei o q era p fazer com a cabeça do camarão. Isso me incomodou muito e resolvi perguntar pro dono ou sócio q sempre ia na mesa perguntar se a comida estava boa. Ele disse q na Ásia e em alguns países da Europa, é comum chupar o "juice" que fica na cabeça do camarão. Acho q a explicação dele piorou ainda mais. Pra mim, o q fica na cabeça do camarão é o coco! Bleee..enfim, ficou no cantinho do prato aquele monte de cabeça. Fora isso estava muito bom. Claro q o iced tea estava sempre acompanhando os pratos e lanches. Voltamos pro hotel com um o pitstop na recepção e apagamos. Me incomodou muito não ter encontrado nenhuma nightlife mais agitada durante a viagem. Não vi nenhum bar, nenhuma praça ou nada parecido com uma movimentação maior.
       












       
      Dia 28/12/2015
      Acordamos para o nosso último dia em Coron. Já havíamos feito tudo q programamos então acordamos com mais calma e saímos pra tomar café no lugar de sempre, mas já preparados com roupa de praia e tudo mais pra fazer algum passeio. Logo na frente do café, ficava a Zurich Pension, onde já havíamos fechado o primeiro tour. Entramos e fechamos o tour A. De cara já gostamos muito pq custava 650php e tinha almoço incluído. Como pode isso, pensamos! Fomos levados pro barco e ali obviamente esperamos por cerca de 1 hora. Qnd o capitão chegou, deu um breve briefing sobre como seria o dia e partimos.
       
      cyc beach e coral garden
      sunset beach
      green lagoon
      kayangan
       
      No final deu tudo certo. Almoço muito bom com peixes, arroz, porco, frango, salada, molho shoyu exceleeente. Voltamos cerca de 5 da tarde e passamos andando pelo "big nothing". Chamamos de big nothing pq parecia um deserto mesmo. Uma área gigantesca sem nada. Apenas terra no chão. Fomos ao hotel e já fechamos o transfer pro aeroporto para as 7 da manhã do dia seguinte. Praticamente todos as lojas em Coron fecham transfer pro aeroporto. Eh bem tranquilo e o preço é fixo em 150php. As vans são bem apertadas, mas o percurso dura cerca de 35min, então é mais relax. Acho que as cadeiras da primeira fileira da van são as melhores. As de trás são péssimas! Fomos pro quarto, tomamos banho e depois fomos na lojinha de mergulho carimbar meu logbook e registrar os mergulhos q havíamos feito de cilindro no dia anterior. Depois fomos jantar e acabamos indo no Sydneys, que fica bem perto do big nothing e do "píer". Nós éramos os únicos no restaurante. Ligaram o ar condicionado só pra gente. Pedi lasanha e iced tea. A lasanha foi 150 php e estava bem gostosa!! Dividi também um cheeseburguer com batata com o Daniel. A Paty muito saudável como sempre pediu só batata frita.hahahaha..voltamos pro hotel e arrumamos as malas..
       






       
      Dia 29/12/2015
      Despertador para as 6, 6:10, 6:15, 6:20 e levantamos 6:30..a van foi pontual e as 7 em ponto estava na porta do nosso hotel. Fizemos o caminho de ida pro aeroporto nos 30min bem tranquilos passando pelos pastos com vacas, bois e outros animais. Depois de parecer estar no meio do mato, e de fato, estarmos, entramos no aeroporto e fomos fazer o checkin. Depois do checkin ficamos esperando na sala de embarque com wifi!! Wifi é coisa de luxo nas Filipinas! Impressionante a dificuldade em conseguir um lugar com wifi por lá. De novo pegamos um voo com avião de hélice. Meu primeiro voo com a PAL e parecia estar numa cadeira de praia num domingo de janeiro de sol em Ipanema. Estava insuportavelmente quente. Todos se abanando e outros suando. Eca, q voo péssimo. 50min e no final o q mais queria era ar puro. Fora do avião em Manila estava mais fresco do q dentro do avião pra ter uma ideia. Pegamos nossa mala as 11 da manhã e nosso voo de volta para o BR pela Emirates era só meia noite. Mais de 12 horas ali. Fomos para o BK lanchar e usar o wifi de lá. O lanche foi 220php com sanduba, batata e iced tea. Ficamos ali por umas 2 horas, depois fomos para o segundo andar escolher um canto para descansar. Aconchegamos nossas malas no chão e foi ali que passamos as outras 10 horas esperando nosso próximo voo para o RJ com conexão em Dubai. Lanchamos, jantamos e enfim chegou a hora de embarcar. Embarcamos no charmoso e impecável 777 da Emirates e seguimos viagem para Dubai. Foram 8 horas que passamos praticamente dormindo. Acordávamos só para comer e trocar as músicas em nosso sistema de entretenimento individual. Queríamos chegar em Dubai e fazer algumas compras encomendadas e lembranças no freeshop. Foi tão tão tão corrido que quase não dá tempo nem de pegar o voo. A conexão era de pouco mais de uma hora, mas demoramos muito para sair do avião, pegar o shuttle até o terminal, passar pela segurança novamente e então sair no freeshop. Deu tempo apenas de ver um preço de um perfume, que aliás estava mais caro no freeshop de Dubai do q no freeshop do RJ. Ah, comprei um chocolate e fomos pro embarque. Fomos os últimos a embarcar! O voo veio bem vazio, o q nos deixou escolher qualquer poltrona praticamente no voo. Haviam fileiras de 4 poltronas vazias. Claro q todo mundo fez a festa. Levantavam os "braços" das cadeiras e deitavam literalmente nas poltronas virando camas praticamente. Patrícia fez o mesmo e eu e Daniel pegamos poltronas na saída de emergência perto da cozinha central do avião. Tem MUITO espaço nessas poltronas, o q fez do voo um passeio mais tranquilo q os demais. Foram 16 horas de muita música, filmes, seriados, comida, sonecas até q chegamos ao nosso local de origem. Na verdade isso aconteceu com 1 hora de atraso, depois do piloto ter arremetido devido a um forte ventania que atingia o RJ naquele dia. Até a ponte havia sido fechada por causa do vento. Enfim, mais uma viagem completa. Muitos contratempos, mas concluímos todo o planejado.
       


       
      Mais uma vez agradeço aos que contribuem com suas dicas e relatos aqui no site. São muito valiosas e ajudam de forma imensurável no planejamento de qualquer um. Se você chegou até aqui, obrigado também por ter me suportado e espero ter ajudado. Deixem seus comentários e dúvidas que responderei assim que possível. Obrigado e boa viagem!!!!!

    • Por Sandman
      Como não foram feitos muitos relatos da Índia, estou escrevendo um relato da viagem que eu fiz ano passado, entre os dias 14 de maio e 24 de junho. Essa época é a de pré-monção (muito quente na maior parte da Índia).
       
      Qualquer foto postada aqui foi tirada por mim. Todas as fotos de terceiros eu colocarei o link. Os nomes das atrações que eu colocar em negrito foram as atrações que eu mais achei interessante no local.
       
      É capaz de eu editar esse relato no futuro ainda, pois estou escrevendo o que eu lembro. Minhas anotações estão todas no meu guia que estão em Vitória.
       
      Antes de viajar:
       
      - Vacinas
      Antes de viajar é recomendável tomar algumas vacinas. No lonely planet tem uma lista de vacinas recomendadas (devem ser mais de 10, são tantas que até assusta). Eu fui na Anvisa e pedi uma lista de recomendações para a Índia e fui para um posto de saúde. Tomei as que o posto fornecia(se não me engano duas ou três). Parece que dependendo da época do ano e do local, algumas são importantíssimas.
       
      - Trem
      O sistema de trem indiano é, em minha opinião, excelente. Apesar de ser meio lento, é o melhor jeito de se viajar pela Índia pois é barato, relativamente confortável (recomendo viajar de pelo menos AC3 ou, no mínimo, sleeper) e te permite conhecer muitos indianos. Por isso, antes de viajar é importante conhecer o sistema de trens indianos, pois ele é meio confuso. Eu demorei a aprender a fazer a reserva pela internet e para entender o esquema de fila de espera. Acho importante aprender o básico antes de viajar e já fazer a reserva dos primeiros trens que você for utilizar, pois os trens sempre estão lotados (mesmo em off-season, já que os turistas não são os principais usuários).
       
      - Quando/Onde ir/Por quanto tempo
      Eu acho mais fácil pensar na Índia não como um país, mas sim como um continente que pode ser dividido em 5 regiões (extremo norte, noroeste, nordeste, sudoeste e sudeste). Assim como você não tenta conhecer um continente em 1 mês, não se deve ter a pretensão de conhecer a Índia em apenas um mês. Acredito que o recomendado é pelo menos 1 mês por região e não ficar dividindo seu tempo entre vários regiões, pois se perde muito tempo na Índia com o transporte, e porque tem tanta coisa em cada região que não faz muito sentido ficar indo de uma região para outra (você vai deixar de ver muita coisa para ver outra).
       
      A região que atrai mais turista inicialmente é o noroeste (já que tem Delhi, Agra, Varanasi, Rajasthan...), mas te garanto que todas as regiões tem muitos atrativos e que é bom pesquisar pq, dependendo do seu interesse, você pode se inclinar a ir para alguma região. Minha preferência foi pelo extremo norte.
       

       
      Outra coisa importante a ser comentado é que cada região possui um clima diferente (as vezes BEM diferente), e que, enquanto em alguns meses do ano é horrível viajar pro noroeste, pode ser a melhor época para ir para o extremo norte por exemplo. Por isso, você tem duas opções:
      * Se você tem liberdade da época do ano em que pode viajar, escolha sua região de destino e viaje na época do ano recomendada pra essa região.
      * Se você não tem liberdade quanto a época, viaje para a região em que for recomendado na época que você for.
       
      O mais importante é, não viaje para regiões na época que não for recomendado, isso pode desgraçar sua viagem , pois o clima da Índia tem muitos extremos.
       
      Um bom site para consultar quando é a melhor época para cada cidade e quais atrativos de cada cidade é: http://www.mustseeindia.com
       
      - Visto
      Antes de viajar é imprescindível que você tenha o visto antes de viajar. No meu avião tinha um gringo sem o visto que estava crente que conseguiria o visto na hora e que foi mandando de volta. O visto é bem tranquilo de ser feito, apesar de um pouco caro.
       
      Houve uma mudança nas regras do visto ano passado. Devido a gringos que praticamente viviam na Índia com visto de turismo (sempre indo para o Nepal renová-lo assim que o visto estava expirando), agora toda vez que você sair da Índia você deve permanecer pelo menos 2 meses fora antes de retornar. Eu consultei a embaixada na época (pois eu estava pensando em dar um pulo no Nepal e voltar para a Índia) e eles me informaram que essa regra só existia para impedir a renovação dos vistos e não para atrapalhar o turismo "honesto".
      No entanto, já ouvi muitos relatos negativos no sentido (nem todo mundo da fronteira está preparado e eles acabam levando a regra ao pé da letra). Por isso, tome cuidado e evite sair da Índia para depois retornar rápido.
       
      - Seguro saúde
      A questão de fazer ou não o seguro saúde na Índia é um tema polêmico. Se você vai se manter sempre em grandes centros urbanos ou próximo deles talvez valha a pena fazer, fora isso acredito que não. Na maioria das cidades o atendimento vai ser muito muito barato de qualquer forma, e se for um caso de um acidente grave o problema maior não vai ser pagar, vai ser encontrar alguém preparado para te atender. A situação da saúde nas vilas é muito precária, chega a dar pena. O mais importante é se prevenir antes de viajar (fazer check up, se vacinar etc).
       
      - Remédios
      Não espere muito das farmácias indianas (a maioria são comércios informais de rua, assim como 99% de todas as lojas da Índia), leve tudo que você for precisar de casa. É recomendável levar medicamentos para intoxicação alimentar (eu chutaria que 90% dos viajantes tem problemas com comida nas primeiras semanas).
       
      - Papel Higienico/Higiene/Outros
      Sempre leve na sua mochila um rolo de papel higiênico, itens básicos de higiene (álcool gel, pasta de dente,toalha, as meninas levar absorvente etc). É possível encontrar esses itens nas cidades para comprar, mas não espere encontrar nada dos hotéis, restaurantes e banheiros da Índia. Tenha sempre o seu contigo. Toda vez que for viajar para vilas, abasteça com tudo na cidade antes de ir, porque você não vai encontrar nada disso nas vilas. É hilário (e trágico) ver mochileiros desesperados atrás de preservativos, rolos de papel higiênicos etc...
       
      -Prepara-te para a comida
      Eu adorei a comida indiana, mas na Índia tudo que você for comer provavelmente vai vir apimentada. Muitas vezes vão te perguntar se você quer ou não apimentada e , mesmo que você peça sem pimenta, a comida vai vir apimentada do mesmo jeito (inclusive café da manhã indiano pode ser apimentado também). Além disso, muitos restaurantes não tem opção de carne alguma. Dependendo da cidade, é inteligente só comer comida vegetariana (já que algumas cidades tem cortes frequentes e diários de energia e a maioria dos restaurantes não possui gerador... então me pergunto como eles fazem para conservar a carne...). Por isso, se você tem o estômago sensível, é bom já ir apimentando aos poucos sua comida antes de ir e já vai se preparando para perder alguns kilos na Índia (eu perdi uns 5).
       
      - Experiência prévia
      Acho inocência daqueles que citam a Índia no mesmo patamar do Brasil. Perto da gente eles parecem estar ainda na idade das cavernas... por isso eu recomendo que todos que queiram viajar indepedente lá tenham alguma experiência em um país mais pobre (se for fazer um mochilão maior pela Ásia, deixe a Índia mais pro final por ex). Acredito eu que minha viagem na Índia teria sido muito pior se eu não tivesse viajado pela Bolívia antes.
       
      Além disso, o choque cultural na Índia é inevitável. Quase todo mundo com quem conversei odiou a Índia nos primeiros dias. Sempre acham muito loucura, muito suja, precária e irritante. Por isso, é importante ter calma e paciência, e planejar uma viagem longa. Depois de uns dias você já vai estar adorando toda a loucura que antes achava insuportável.
       
      - Passagem
      Por motivos que não sei explicar, eu comprando minha passagem separadamente (SP - Londres e Londres - Delhi) a passagem me custou 1700 dólares. Se eu procurasse direto SP - Delhi através de sites como decolar ou travelocity, saia pelo menos 2200 dólares. De quebra ainda fiz um stop de alguns dias em Londres na volta. Fica a dica para checarem isso quando forem comprar a passagem.
       
      Meu roteiro:
       
      Meu planejamento inicial deve estar por algum canto aqui do fórum. Eu estava planejando 20 dias pelo noroeste e 20 dias pelo extremo norte. Durante a viagem, devido ao calor absurdo que fazia no noroeste (que eu já esperava mas, em minha inocência, imaginava que por ser brasileiro não iria ser problema), eu acabei mudando totalmente minha viagem ficando 8 dias no noroeste e 32 no extremo norte. Olhando para trás, tenho a certeza absoluta que a alteração foi a escolha certa, já que o clima no extremo norte estava muito agradável e eu adorei a região. Segue abaixo um pequeno relato de cada lugar.
       
      Delhi
       
      Delhi é uma das maiores cidades da Índia e ela tem bastante atrativos. No entanto, é uma cidade difícil... MUITO difícil. Em minutos na cidade você vai se deparar com tudo o que há de pior na Índia, toda a loucura, pobreza, poluição, sujeira... todas as injustiças sociais e esquisitices e você vai ser muito asseiado por indianos querendo te vender algo ou te passar a perna com alguma coisa.
       
      Dica: Olhando para trás, se eu fosse refazer meu roteiro eu iria deixar para rodar por Delhi no final da viagem em vez de no começo, iria direto para Agra ou outra cidade menor. Fazendo dessa forma, você irá reduzir consideravelmente seu choque com a Índia. Além disso, é muito difícil aprender como funciona a Índia por aqui (você não vai ter noção de preços, de como se locomover nem nada... vai ser fácil de te enganarem aqui).
       
      Logo que cheguei no aeroporto de Delhi, eu peguei um táxi pré-pago para o Paharganj (main bazaar) onde eu iria procurar um hotel. O táxi foi meio caro (se não me engano entre 200 e 250 rúpias). A vantagem de usar o pré-pago e a certeza de que vão te deixar onde você pediu e que você irá pagar um preço tabelado. Só mais tarde que eu percebi que é tabelado, mas é caro.
       
      Dica:Novamente faria diferente aqui. Na segunda vez que cheguei em Delhi (já no fim da viagem), eu saí andando do aeroporto até a rua e peguei um tuc-tuc. Eles são proibidos de entrarem no aeroporto mas você encontra alguns fora e saem menos de 1/3 do preço do táxi. Não vai ser tão confortável quanto ao táxi, mas você vai ter que abandonar qualquer ilusão de conforto cedo ou tarde (na verdade cedo mesmo) enquanto mochilar por aqui. Mas antes de qualquer coisa, confira se existe ou não metrô no aeroporto, em Delhi o metrô é sempre a melhor opção.
       
      O táxi me deixou na entrada de Paharganj. Nessa hora eu já estava suando e passando mal de tanto calor (uns 45ºC), uma das desvantagens de viajar pelo noroeste nessa época do ano (em todos guias falavam para ir pro extremo norte nessa época). Nada que eu vi antes me preparou para o que estava por vir. O Paharganj é muito pior do que qualquer coisa que ja tinha visto, parece mais uma favela. Ainda por cima pareciam que tinham jogado uma bomba, pois estavam destruindo tudo devido aos jogos em Delhi (estavam reformando toda a Delhi devido ao XIX Commonwealth Games).

      Fiquei perambulando procurando hotel e toda hora era abordado por indianos querendo vender de tudo (vai ser assim enquanto você ficar com cara de perdido carregando sua mochila rs...). A maioria não me informava de nada ou davam informação errada querendo me levar para outro local. Perguntei para um gringo onde era o hotel que eu procurava (recomendação do Lonely Planet), e ele me apontou. Aquelas ruas são um labirinto e, como não existe endereço na Índia, eu perdi um tempinho para achar o hotel Namaskar. No hotel, não havia mais o quarto single (mais barato, 150 rúpias) e só havia o quarto de casal com Ar Condicionado. Naquela altura do campeonato eu já não queria saber mais de economizar e dava graças a deus por ter um quarto com AC. O problema é que o quarto era relativamente caro e não tinha banheiro dentro, o banheiro coletivo era uma coisa muito suja dividida com os funcionários (que por sinal não eram nem um pouco limpos nem higiênicos). Eu só fiquei por lá porque eu n tava com saco para continuar andando com minha mochila naquele calor.
       
      Fiquei meia hora deitado com o AC ligado e me xingando pela situação de merda em que eu havia me colocado. Confesso que mais tarde naquela noite eu gastei um tempo na Lan House procurando viagens para a Tailândia ou outro destino próximo e só desisti por que estava caro e também porque não era uma boa estação para esses países. Hoje eu rio de tudo isso... se tivesse desistido tão cedo não iria ter curtido a melhor viagem que já tive até hoje.
       
      Dica: Paharganj tem uma localização excelente e é onde se encontra as acomodações mais baratas, mas eu não recomendo a ninguém ficar por lá. Vale a pena dar um pulo lá mais tarde e conhecer, mas ficar por lá logo de cara foi "meio" desagradável. O problema do transporte já está resolvido com as novas linhas de metrô (vou comentar abaixo). Logo atualmente não se justifica ficar mais por lá, a não ser que você queira viajar de forma MUITO econômica.
       
      Depois de descansar, eu fui almoçar em um restaurante próximo, gostei de cara da comida indiana, e em seguida fui procurar um tuc-tuc para ir para uns lugares que tinha escolhido no guia. Eu negociei um pouco, mas acabei pagando um pouco caro pela corrida (comparado com o que eu paguei mais pra frente), mas no dia eu achei tão barato que tava achando que tinha barganhado bem. Fica o aviso, as coisas aqui são muito mais baratas do que a gente pensa inicialmente, mais barato que na Bolívia por exemplo. Só para efeito de comparação, em Delhi você consegue uma corrida de 15 km por 50 rúpias sem pechinchar muito. Se for pelo taxímetro sai mais barato ainda, só que é difícil achar um tuc-tuc que liga o taxímetro e você também corre o risco dele ficar dando volta para encarecer a viagem. Melhor ainda, você pode utilizar o metrô.
       
      Dica: Utilize sempre que possível o metrô de Delhi. Eles são muito mais rápidos, pois de tuc tuc você sempre vai devagar devido ao trânsito (e porque o bixo é lento mesmo). Além disso, os metrôs são baratos, limpos e tem AC (melhor que muito metrô de 1º mundo). Acredito que hoje em dia já tem metrô para as principais atrações, até as que eram mais distantes (como o lotus temple), pois eles estavam abrindo muitas linhas novas devido aos jogos. Eu só fui descobrir que o metrô prestava no 3º dia em Delhi, um achado tardio infelizmente. Falaram-me inclusive que iria ter metrô até o aeroporto, mas isso eu já não sei confirmar.
       
      Aviso: Por favor gente, em alguns lugares da Índia você encontra pessoas ganhando dinheiro com maus tratos com animais, não deem grana a eles. Alguns os maus tratos são evidentes, como os que que fazem ursos dançarem, mas outros nem tanto. Eu cometi esse erro pois paguei 20 rúpias para um encantador de cobras. Foi uma experiência muito legal (muita adrenalina), mas mais tarde eu descobri que eles arrancam a glândula de veneno da cobra e por isso as cobras têm uma morte lenta. Repito o pedido, não sustentem esse povinho.
       

       
      Locais que eu visitei em Delhi:
       
      -Humayun’s Tomb
      É uma construção bem linda, feita pelos Mughal que depois inspirou o design do Taj Mahal. Apesar de não ter muita coisa para ver aqui, vale muito a pena a visita.
       
      Aqui também aconteceu uma coisa engraçada. Uma menina indiana veio até mim e pediu para o pai tirar uma foto de nós dois. Depois tirou outra. Depois chamou a mãe e tirou uma foto nós três, depois com o irmão. Fui perguntar para o pai o que tava havendo (pois já achava que eu era parecido com alguém que eles conheciam). O pai veio me explicar que é porque a filha me achava bonito ! Pois é, já deu para perceber que o diferente ali era eu e que, por mais turistas que tenha na Índia, muito dificilmente você vai encontrar outro andando pelas ruas (a não ser em locais mais turísticos). De qualquer forma, a maioria das atrações turísticas está cheias de indianos, pois eles pagam MUITO menos que nós para entrar lá (coisa de 5 a 10 rúpias sempre).
       

       
       
      -Jama Masjid
       
      Uma das maiores mesquitas da Índia. É bem bonita e grande, se você nunca viu uma mesquita vai achar essa visita bem legal. De quebra fica em Old Delhi, uma região que você vai querer dar uma volta de qualquer forma.
       

       
      -Red Fort
      Esse na verdade eu nem entrei. Eu conversei com uns gringos e eles falaram que era menos interessante dos que eu veria em Agra e em Rajhastan (que eu acabei não indo rs). Eu fui na frente e estava uma fila absurda, acabei não indo. Fica para a próxima.

       
      -Birla Mandir
      Esse é um templo hindu. Ele não é muito grande, mas é bonitinho e... bem diferente dos templos ocidentais. A visita valeu a pena. Se for passear aqui, não perca o jardim nos fundos onde famílias indianas acampam. Infelizmente não pude tirar fotos dentro (era proibido), por isso só tenho fotos do lado de fora.
       

       
      -Gandhi Museum e Gandhi Memorial
      Fui visitar o museu dedicado a Gandhi e também o jardim onde está o memorial de Gandhi (onde ele foi cremado). O memorial fica num jardim simples, sem muitas coisas para se ver. A visita ali foi de caráter apenas sentimental.
      O museu vale a pena se você tiver algum interesse em Gandhi.
       
      -Orfanato
      Em Paharganj, tem um orfanato. Uma das formas deles arrecadarem dinheiro foi um tour diário conduzidos por algum menino do orfanato. Ele te conduz pelo slum (favelas indianas) e conta um pouco de como era a vida. Infelizmente não pude fazer o tour pois só acontecia de manhã e eu visitei o orfanato a tarde no último dia em Delhi. A situação lá no orfanato também não era muito boa, mas só posso imaginar quão ruim era a vida das crianças. Acho interessante o tour para conhecer um pouco a realidade indiana e para contribuir um pouco para a causa.
       
      Acabei não indo em várias atrações famosas de Delhi (como o Lotus Temple, Red Fort e Qutub Minar). Mas meu único arrependimento foi não ter ido ao templo Akshardham. Pelas fotos e comentários, deve ser o templo hindu mais interessante de Delhi. O dia em que descobri ele, o mesmo estava fechado. Uma pena.
       
      Agra
       
      Peguei um trem de Delhi - Agra. O trem era classe AC3 (3 camas de cada lado). Só viajei em trens nessa classe e gostei bastante. Os trens são relativamente confortáveis e a maioria dos indianos que conheci nos trens dessa classe falam inglês e são pessoas interessantes. Nesse trem passou um funcionário perguntando o que eu queria jantar. Perguntei o que tinha e ele falou uns 20 nomes (em indiano, desnecessário dizer que não entendi nada). Preferi não comer, mas a cara da comida estava boa (chegou depois pros que pediram). Fiz amizade com um indiano que era do exército, depois fui com ele jantar na estação (20 rúpias numa veg thali, muito barato; para quem não sabe o que é thali: http://2.bp.blogspot.com/-PWdpGxD6n7o/TZYKpsq-LLI/AAAAAAAABDY/rfNbIQC1r7E/s1600/thali.jpg ; é composto de vários pratos típicos vegetarianos, geralmente é a opção mais barata do cardápio). Em seguida peguei um tuc-tuc para o hotel que eu fiquei.
       
      Golpe: Aqui tentaram me dar um golpe, quando saí tinha uma cabine la fora escrito "pre-paid rickshaw". A cabine era muito tosca (totalmente diferente da cabine do aeroporto de Delhi) feita de madeira e escrito em tinta do lado os preços. Os preços estavam absurdos (até o meu hotel era coisa de 200 rúpias). Ficaram tentando me convencer a pagar essa valor mas eu ignorei até que um tuc-tuc aceitou me levar por um preço justo.
       
      Eu fiquei no hotel Shanti Lodge, também recomendado pelo Lonely Planet. Não tinha quartos com AC , só com ventilador e Air Cooler, que não servia para muita coisa. Já estava extremamente desconfortável, e para piorar a luz acabou no meio da noite. Desnecessário dizer que eu acordei segundos depois que o ventilador parou. Olhei pela janela e vi luz fora, então pensei que o corte foi problemas no hotel. Fui descer as escadas para avisar o funcionário. Na descida um rato passou do meu lado ! Encontrei todos funcionários deitados no chão, cena que se repetiu em vários locais da Índia. Eu sinceramente não entendo porque eles dormem no chão quando tem sofás próximo. Acordei um deles que resolveu a situação. A única vantagem desse hotel é o restaurante. A comida é OK e tem uma visão magnífica para o Taj Mahal. Não recomendo o hotel mas o restaurante do hotel recomendo de olhos fechados.
       
      Passei apenas um dia inteiro em Agra. Foi uma pena pois Agra merece muito mais. Infelizmente só tinha trem para Khajuraho 2 x pro semana , e se eu n pegasse naquela noite iria ter que esperar bastante para ir para lá (ou pular Khajuraho).
       
      O que eu vi em Agra:
       
      -Taj Mahal
       
      Eu fui visitar o Taj Mahal logo em que abriu. O hotel era bem pertinho do Taj, deu para ir andando tranquilamente. O ingresso é absurdamente caro para os padrões indianos (850 rúpias). O Taj realmente é absurdamente bonito. Acho que em termos arquitetônicos foi o mais belo monumento que eu vi. Mas não é necessário muitas horas para vê-lo pois o Taj é praticamente só o que vemos na foto, dentro dele só há o túmulo. Um problema também é que as vezes você precisa esperar horas para tirar uma foto boa, pois Agra as vezes fica coberto em névoa (pelo que eu vi no dia e em foto de outras pessoas outros dias).
       

      Dica:Quem ta sem dinheiro ou só quer ver o Taj de um ângulo diferente, pode pegar um tuc-tuc e ir para o rio que fica atrás do Taj. Acho que é uma volta grande, mas de lá você consegue ter uma vista quase tão boa (aliás, alguns consideram até melhor) do que a vista de quem paga. Eu tava sem tempo então nem fui lá, mas fica a dica.
       
      -Agra Fort
      Depois do Taj eu fui caminhando até o Agra Fort. Eu recomendo ir caminhando mesmo (só não recomendo caminhar no calor de 45ºC como eu fiz). O forte é legal mas nesse caso eu recomendaria pagar um guia (tem vários guias na frente), acho que ficou faltando um pouco disso na minha visita ao forte. Lembrar que quem entrou no Taj Mahal tem um desconto bem grande no Agra Fort e no Fatephur, então guarde o ingresso que eles te dão no Taj.
       
      Voltei de Cycle-Rickshaw pro hotel (foi minha 1ª vez no cycle). Apesar de ser muito barato, eu fiquei com pena do cara pedalando e acabou que eu paguei mais a ele (contando a gorjeta que eu acabei dando) do que eu pagaria num tuctuc. Além disso é muito mais devagar. Então não usei muito cycle-rickshaw depois desse (a não ser em casos em que era necessário, já que o cycle passa por lugares que o tuc tuc não passa).
       
      -Fatehpur Sikri
      Depois do almoço eu fui para a estação de ônibus local e peguei um bus para o Fatephur Sikri. De estrangeiro só tinha eu e mais uma mulher no ônibus todo (que por sinal foi baratíssimo). Fui conversar com ela e para minha surpresa era brasileira (só conheci 2 brasileiros na viagem toda).
      Passamos andando pela feira em Fatehpur e depois visitamos a parte de graça do local. É bem bonito mesmo, mas dizem que a parte paga é bem melhor. A gente só descobriu a entrada para a parte paga mais tarde (estava muito mal sinalizada e tinham poucos estrangeiros no local). Recomendo muito a visita ao local com mais tempo, é bem bonito.
       

       

       
      Bem mais a noite eu fui pegar o trem para Khajuraho. Fiquei um tempão na estação de trem e quando o trem chegou, não encontrei o número do meu vagão na área de AC3. Fui perguntando para todo mundo e depois me informaram que os vagões ficavam lá atrás pois o trem iria se separar no percurso. Quando descobri onde era o trem já tava andando. Tive que correr atrás do trem com minhas mochilas e pular no vagão. Minha sorte é que tinham indianos na porta que me agarraram e puxaram para dentro.
       
      Khajuraho
      No trem eu conheci um guia indiano que acabou me contando toda a história dos templos. Cheguei em Khajuraho e queriam me cobrar uma fortuna para chegar na região próxima aos templos. Fui olhando como os indianos faziam e descobri que eles dividem o tuc tuc (na verdade em algumas regiões existem tuc-tuc maiores que levam uma porrada de gente). Peguei um desses e paguei 20 rúpias.
       
      Dica: Em alguns lugares existem tuc-tuc compartilhados que passam sempre pelas rotas mais populares. É algo parecido com os ônibus locais da gente (apesar de ser extremamente apertado e lerdo). Eu vi mais em Varanasi e posteriormente em Rishkesh (onde eu usava direto). Os preços variam de 5 a 10 rúpias, ou seja... quase de graça. Como meu hotel ficava distante do centro turístico em Rishkesh, esse "serviço" foi uma economia boa.
       
      Em Khajuraho eu iria passar um dia inteiro e iria pegar o trem no mesmo dia para Varanasi (na verdade iria ter que fazer baldeação para chegar lá). Novamente, tive que fazer isso pois se não fizesse desse jeito iria ter que passar muitos dias na cidade. Fui num hotel e paguei 50 rúpias para deixar minhas coisas num quarto e depois usar o chuveiro. Em Khajuraho eu visitei apenas os templos. Nesse dia deu pico de 47ºC, tava um inferno. Nesse momento eu já estava cogitando mudar o roteiro depois de Varanasi rs.
       
      -Templos de Khajuraho
      Eu visitei primeiramente os templos do conjunto de templos (é cercado e precisa pagar). Os templos, que tem mais de 1000 anos, são lindíssimos e escondido pelas paredes dele estão as famosas esculturas inspiradas no Kama Sutra. Eu fiz Day trip em Khajuraho só para ver esses templos e digo que sem dúvidas valeu a pena.
       



       
      Após ver os templos do complexo, eu almocei num restaurante bem a frente do complexo, foi muito bom (tinha AC!!! Para vocês verem como tava triste a situação, eu lembro de cabeça todos os pontos que tinham AC daquela semana haha). Em seguida fui caminhando até os outros templos (tem um bem do lado do complexo e outros mais pra dentro da cidade. É uma caminhadinha boa e os templos de lá são bem mais fraquinhos que o do complexo. Se tiver tempo é uma boa, mas não precisa ficar triste se não vê-los.
       
      Mais a noite eu fui pegar o trem para Varanasi. Conheci uma família koreana que tinham fechado a passagem com uma agência e estavam indo com um guia. Um deles me disse que, além dos hotéis terem sido horríveis, eles viajaram todas as vezes na classe sleeper (tem camas mas n tem AC). Deviam estar muito putos pois pagaram caro numa agência e estavam viajando com menos conforto do que eu (viajar de sleeper não deve ser tão ruim em outra situação, mas naquele calor devia estar o inferno).
       
      Varanasi
       
      Novamente cheguei na cidade e fui em busca de um hotel recomendado pelo LP. Chegando lá, o cidadão me fala que eu deveria esperar 8 horas para ver se ele arrumava um local para mim. Já tava puto com os hotéis recomendados pelo LP e resolvi perambular atrás de um hotel melhor. Encontrei um bem perto do Burning Ghat por 400 rúpias com AC. Não lembro o nome, mas é na ladeira subindo o Manikarnika Ghat, o maior Ghat onde eles queimam os corpos. O lugar não é dos mais glamorosos rs, mas fica bem localizado em relação aos outros ghats. E se vc n for muito a fundo no ghat não é obrigado a ver os corpos queimando.
       
      Aviso: Em Varanasi há quedas de energia programadas durante o dia. Elas existem para que a cidade possa transmitir energia para outras cidades vizinhas. Por isso, recomendo não comerem nada que possa estragar com facilidade na região e também ficarem
       
      Das atrações de Varanasi as mais memoráveis são os Ghats. Assim que eu cheguei, fiquei andando ao lado do Ganghes. Ao entardecer, notei um barco cheio de indianos saindo do Main Ghat e fui ver o que era. Iam dar uma volta no Ganghes e me cobraram apenas 10 rúpias (depois perguntei e os indianos só pagaram 5 rs)! Foi bem legal porque no momento que estávamos saindo tinham barcos com tambores e outros instrumentos tocando e no momento que voltamos estava bem no começo do ritual diário que acontece no main ghat.
       

       

       
      No outro dia cedo novamente fiz um passeio pelo Ganghes (dessa vez antes do nascer do sol e sozinho). Custou-me um pouco mais que 100 rúpias. Esse passeio vale muito a pena, recomendo ficar sempre o mais perto do Ganghes possível durante sua estadia em Varanasi, lá sempre tem algo acontecendo.
       

       

       

       
       
      Fui visitar uns templos hindus mas eram bem medíocres. Dizem que o golden temple de Varanasi é bem bonito, mas me impediram de entrar (não sei porque motivo). Tem um castelo mais pro fundo que eu acabei não indo também.
       
      No segundo dia a tarde eu fui num shopping indiano em Varanasi. Os shoppings lá não são muito diferentes dos daqui, é realmente uma coisa bizarra a desigualdade (um shopping lindo no meio daquela pobreza toda). Dentro do shopping tinha AC e tudo mais, lojas de grife famosas internacionalmente e lojas locais. Fui procurar uma saia indiana para comprar para minha mãe mas para minha surpresa, a maioria das roupas de lá eram ocidentais com estampas indianas. As classes ricas indianas estão se ocidentalizando pelo visto.
       
      Fui a um cinema nesse shopping (fui outra vez no fim da viagem em Delhi). Vale muito à pena ir! Esse primeiro filme era bem medíocre, um filme cópia de Hollywood que metade dos diálogos eram em inglês. Mas mesmo assim da para ver como são as produções atuais indianas. Por incrível que pareça, em termos de fotografia, os filmes indianos estão melhores que os Hollywoodianos!!! Os filmes estão muito lindos... mas o roteiro continuam uma porcaria (a maioria parece uma coletânea de videoclipes). Os filmes também são bem longos, a maioria em torno de 3 horas com um intervalo no meio. E é bem legal também para ver a reação do público. É bom lembrar que em cinemas indianos não se pode entrar com mochila, bolsa nem máquina fotográfica. Se forem no cinema, não levem nada disso pois vão ser barrados.
       
      Por fim fui no Mc Donalds indiano comer um Big Maharaja (o big Mac indiano que tem 2 hamburgues de frango e molho de pimenta em vez do molho do Big Mac). Mc Donalds na Índia é uma grande porcaria para falar verdade e são muito caros (se não me engano 150 rúpias um combo, bem mais barato que no Brasil, mas ainda muito caro em relação a comer em restaurante). Não me deixaram tirar foto do aviso de que não vendem comida com porco ou boi .
       
      Uma outra dica em Varanasi é jantar no Ganga Fuji. É um restaurante perto dos Ghats que a noite tem musica instrumental indiana ao vivo. Vale muito a pena, e a comida também é boa.
       
      Eu sinceramente já tava cansado de viajar com tanto calor e eu resolvi viajar para o norte a partir daqui. Fui procurar todos os trens e não haviam vagas para nenhum lugar do norte. Já estava cogitando fazer tudo de ônibus (ia demorar uns 2~3 dias). Decidi ir para a estação de trem, pois tinha ouvido falar que em alguns lugares tinham cotas. E foi exatamente o que aconteceu, tinha cotas para turista no trem Varanasi-Haridwar e eu consegui comprar com tranqüilidade.
       
      Dica:Se você quer viajar entre duas cidades turísticas e todos os trens estão lotados, confira no centro turístico da estação de trem se não há cotas.
       
      Essa viagem saiu cedo e durou 18 horas! Foi uma eternidade. A única coisa legal é que eu conheci bastante gente no trem e pude conhecer um pouco da cultura local.
       
      O mais memorável foi uma conversa com uma jovem indiana recém-casada. Ela me contou que já havia concluído o mestrado e que tinha casado recentemente. Disse-me que o casamento foi arranjando pelos pais dela e do esposo, e que somente conheceu o esposo no dia do casamento (e disse nunca ter namorado nenhum homem antes!). Disse que conheceu e já viajou com ele na Lua de Mel. Depois também me disse que ela não sabia dirigir porque a família era classe média e, portanto não possuía carro, e que quando voltasse do doutorado que irá fazer em Madrid provavelmente iria ter um salário bom, em torno de 20 mil rúpias (coisa de 1000 reais por mês)... é gente, infelizmente a situação lá não é das melhores para a maioria das pessoas.
       
      Golpe: Aqui tentaram me dar outro golpe, e dessa vez conseguiram. Como o trem não tinha restaurante, eu tive que pular em uma parada para comprar alguma coisa para comer. Comprei um salgado e dei uma nota de 100 rúpias. O cara todo enrolado atendia os outros e não me dava o troco, quando pedi o troco ele olhou e apontou para trás e me disse que meu trem estava indo... desnecessário dizer que corri igual um louco para pegar o trem e deixei o troco com ele. Não foi muito dinheiro, mas fica o aviso rs.
       
      Assim que possível eu continuo com os outros 33 dias da viagem no extremo norte da Índia.
    • Por andersonjardim
      Eu e minha namorada etivemos na Grécia, agora, final de junho. Ficamos apenas 1 dia em Atenas, 2 dias em Zakyntos e 4 na Kefalonia. O plano inicial era passar 1 dia em Lefkada e voltar para Kefalonia, mas infelizmente, por questões de logística (horário do ferry e voo pra Paris), não deu pra esticar a viagem até lá.
      A viagem foi pautada por Navagio, ou seja, não poderia ir a Grécia e não ir a Navagio e por isso abrimos mão de Creta e do que apelidamos de “Grécia das fotos”, que são Mikonos e Santorini. E NÃO NOS ARREPENDEMOS!
       
      Dia1:
      Começando por Atenas, chegamos por em uma sexta por volta de 23:30. Por conta dos horários dos voos (a saída de Atenas para Zakynthos foi as 05:30) optamos por ficar no hotel do aeroporto, o Sofitel, que é um pouco caro mas compensou pela praticidade e por não ter necessitado de um táxi (o centro de Atenas fica bem longe do aeroporto, mais de 40 minutos de metrô). No dia seguinte acordamos não muito cedo e fomos direto pra Acropolis. Pegamos o metrô no próprio aeroporto, descemos na estação Syntagma e fomos a pé. A passagem , salvo engano, custou 7 euros, e por lá ficamos o dia inteiro. Mas apenas 1 dia em Atenas foi pouco. Não tivemos tempo de jantar nos tradicionais restaurantes gregos de Plaka, onde se quebram os pratos após a refeição (aparentemente uma tradição bem divertida!), e a visita às diversas atrações da Acrópolis foi bem puxada. Ficamos realmente cansados de tanto andar.
       
      Dia 2:
      No domingo de manhã fomos pra Zakyntos, de avião pela Aegean, e a passagem custou 84 euros por pessoa, já com taxas. Era um avião daqueles pequenos, mas confortável e o voo tranquilo.
      Chegamos em Zakyntos por volta de 06:30, e não sei porque deixamos pra alugar o carro na hora, o que obviamente foi uma tremenda de uma burrada. É impossível se deslocar na ilha sem um veículo e sem GPS! Somente duas lojas estavam abertas: Avis e Hertz, ou seja, a facada foi beeeeem grande. Sem opções, locamos um Golf (o único que tinha no momento) e pagamos a “bagatela” de 222 euros por duas diárias.
      Bom, deixando a raiva de lado seguimos para o nosso hotel, Vigla, que fica em Volimai, o que de carro levou uns 40 minutos. Na verdade são pequenas casas chamadas vilas, umas 4 ou 5, simples mas bem amplas e equipadas, e com uma vista incrível de Agios Nikolaos. O ponto negativo do hotel é que fica totalmente isolado, no alto de um morro, e como não tínhamos coragem de dirigir a noite (as ruas não tem iluminação), acabou que ficávamos “presos” durante a noite, depois das 21h.
      Enfim, devidamente acomodados não demoramos muito e fomos logo para o que interessava: Navagio! Pra chegar lá foi super tranquilo, bastou jogar no google maps ‘Porto Vromi’ e o GPS nos guiou até o destino, sem sustos. Lá compramos o passeio que custou 15 euros, em um barco médio pra grande (mais um erro de quem é afobado demais). De Vromi até Navagio são uns 15 a 20 minutos, e ficamos na praia cerca de uma hora, que já estava bem cheia, mas nada que atrapalhasse. Na volta o barco passa, literalmente apenas passa, pelas Blue Caves, e por ser um barco grande, não deu pra curtir dentro das cavernas e tampouco houve paradas pra nadar, o que foi broxante. Por isso, ao chegar ao porto procure barcos menores, barcos pequenos mesmo, assim, você terá um passeio exclusivo e ainda poderá entrar nas caves e parar pra nadar.
      Do Porto Vromi seguimos para o mirante, o que também foi bem tranquilo, o google maps nesses dois trajetos foi certeiro. Pra conseguir a melhor vista, siga andando à direita do mirante, uns 5 minutos e você terá uma vista perfeita de Navagio. E que vista, o visual é indescritível!
      E pra finalizar o dia fomos pra Agios Nikolaos, a 5 minutos do nosso hotel, onde há um pequeno porto (para onde parte o ferry para Kefalonia) e uma belíssima praia, excelente pra ali terminar o dia. Na verdade, não há um agito noturno nessa região. Existem alguns restaurantes espalhados, alguns mercadinhos, mas o movimento não nos pareceu muito empolgante.
       
      Dia 3:
      Neste dia saímos contornando a costa leste, sem rumo, parando de praia em praia, tais como: Makris Gialos, Xigia, Alikanas e Tsilivi.
      Tanto Alikanas e Tsilivi possuem uma boa estrutura de praia, restaurantes, hotéis, bares, mercados, locadoras de carro e etc. Portanto são uma ótima opção para se passar o dia.
      Pra quem prefere andar a noite a pé, ver gente, ficar em restaurantes até mais tarde ou coisa do tipo, deve se hospedar em Tsilivi ou Alikanas. Essas regiões são bem cara de cidade praiana. E as praias tem estrutura com barracas que oferecem duas cadeiras e guarda sol por cerca de 6 euros.
      As outras praias que visitamos em Zakynthos não são tão especiais como Navagio, e valem apenas uma parada para fotos.
       
      Dia 4:
      Cedo, fomos para o porto de Agios Nikolaos, para pegar o ferry pra Kefalonia, que parte às 09:30. Havíamos combinado com a locadora de devolver o carro no próprio porto, mesmo eles não tendo loja lá. Ponto pra AVIS! O ticket custou 8 euros e compramos na hora, super tranquilo, aliás o ferry era bem grande e estava vazio.
      Desembarcamos por volta de 11:30 no porto de Lourdata, e como não aprendemos a lição, chegamos sem já ter alugado o carro. Para nossa surpresa o lugar não tem estrutura alguma e pra melhorar só tinha um taxi que quando vimos, já estava ocupado. Conversamos com esse taxista, que ficou de mandar algum colega nos buscar. Subimos um morrinho até uma lanchonete que havia no local, que não pode nos ajudar pois não tinha nem telefone. Sugeriu que aguardássemos o ônibus local, sem nenhuma noção de quando passava...Felizmente, 10 minutos depois apareceu um taxi chamado pelo outro taxista, e que inclusive dividimos com um casal de poloneses. Eles ficaram numa região super afastada do centro (Argostoli) e apesar de alguma estrutura de restaurantes e hotéis, fica longe da praia. Sem carro, como planejavam os poloneses, não rola...
      Na Kefalonia ficamos hospedados em Argostoli, principal cidade da ilha, no hotel blue Paradise. Hotel simples, pequeno, mas bem localizado, com ótimos restaurantes ao redor e com um excelente custo beneficio (4 diárias por 114 euros ).
      Check-in feito fomos alugar um carro. Na rua do hotel tem uma locadora e lá alugamos um Smart por 200 euros (pegamos na terça a noite com opção de entregar no sábado de manhã no aeroporto). Como o carro só estaria disponível à noite, fomos de taxi (15 euros ida e volta) pra Platis Gialos. Essa região possui boa estrutura de hotéis e restaurantes e fica a 5 minutos do centro de Argostoli. Lá ficamos na mega barraca Costa Costa, que tem uma excelente infraestrutura, boa praia e bem animada . Voltamos pro hotel por volta das 19h, praia já vazia apesar de ainda claro. Saímos pra jantar rapidinho na pracinha ao lado do hotel e fomos dormir.
       
      Dia 5:
      Neste dia acordamos cedo e fomos pra praia mais famosa da Kefalonia, Myrtos.. Mais uma vez o GPS foi confiável. Passamos a manhã nessa praia maravilhosa, de um azul estonteante. Há apenas uma barraca de praia que serve bebidas e alguns snacks, nada elaborado. Há uma gruta ao lado da praia, onde dá pra mergulhar tranquilamente.
      À tarde, seguimos para outra praia, Petani. Bem distante de onde estávamos, mas que por fim, valeu a visita. Linda praia! Basicamente 2 restaurantes e alguns poucos hotéis. Vale a visita, mas não a hospedagem.
       
      Dia 6:
      No sexto dia fomos a Melissani Cave. Achamos o passeio bem sem graça, é bem bonito e tal mas na minha opinião não vale a pena o tempo e o dinheiro gasto. De melisani seguimos para Antisamos beach, uma bela praia que possui uma boa infraestrutura, que inclusive conta com dois restaurantes que não cobram pela cadeira e guarda sol.
       
      Dia 7:
      Para o último ficamos em dúvida entre ir para Fiskardo e Assos ou para Skala beach com paradas nas praias de Lourdas e Mounda. Optamos pela segunda opção. E bateu um arrependimento quando vimos que as praias não eram tão charmosas quanto as outras que havíamos visto nos dias anteriores. Pena não termos ido à Fiskardo e Assos, vilas que pareciam bem legais.
    • Por afonsosolak
      Rica em cultura, rainha da história e de vida vida vibrante, a cidade de deusa Atenas e capital Grega é a fundadora da civilização ocidental. Atenas é uma cidade orgulhosa, quem sabe com razão, por ter sido o berço da filosofia e da democracia, por ter promovido a ciência e voltado os olhos da humanidade para as estrelas.
       
      Os antigos deuses e dividades da clássica Atenas ainda estão presentes visualmente na cidade. Aparecem em adornos e detalhes que vão da arte à arquitetura, isso quando ambos os conceitos não se misturam se entrelaçam, confundindo até mesmo os mais críticos. Mascotes e lugares recebem seus nomes divinos. Livros, filmes e outras mídias cansam de citar o tema. Eu, humildemente, não poderia deixar de dar meu pitaco também!
       
       
      Um dia que passes em Atenas será o suficiente para descobrir uma cidade que mistura o antigo e o novo. Não estranhe os monumentos Greco-Romanos compartilhando o mesmo quarteirão com edifícios modernos, é algo típico por lá! Outros nos confundem: A Acadêmia de Atenas, o Parlamento Grego e o Zappeion são contruções do século XIX que foram projetadas para que parecessem edifícios antigos e refletir o patrimônio arquitetônico de Atenas.
       
      Se você não é do tipo que fica plantado em museus, um dia será suficiente para conhecer Atenas. Comece visitando a Acrópole e seus templos antigos: Parhenon, Erectheion e Athena Nike. Em seguida desça pela colina e passe pelo Areópago, esta imensa rocha entre a Acrópole e a Ágora Antiga. Suba até a colina da Pnyx, a área utilizada na Clássica Atenas para os encontros das assembleias democráticas. Retorne passando pela Ágora Antiga até chegar novamente na zona urbana de Plaka (TEXTO COM FOTOS EM http://www.theworldbyfon.com/2015/04/um-dia-em-atenas_19.html#more ).
       
      O almoço típico será aqui, no bairro de Plaka! Peça algo com iogurte ou queijo branco! Mas atenção, o tempero grego costuma ser mais forte que o normal! Se você é do tipo que gosta de fazer umas comprinhas, aqui é também é o lugar!
       
       
      Ao leste da Acrópole está o o Templo de Zeus, que assim como a maioria das outras atrações é grátis para estudantes. Se você não for estudante, visite a Acrópole antes e com o mesmo bilhete poderá entrar no Templo de Zeus. O inverso não vale! Este foi o maior tempo grego, com 105 colunas, das quais apenas 16 continuam em pé, mas que já te dão uma boa idéia do tamanho que era esta belezinha! No cantinho da quadra está o "Arco de Adriano e não de Teseu", o Imperador responsável pelo fim dos trabalhos do Templo de Zeus.
       
      Do Templo de Zeus passe pelo estádio Olímpico de Atenas, construído para as primeiras Olimpíadas Modernas! Dali você pode aproveitar e caminhar pelas sombras das árvores do Jardins Nacionais até chegar em frente ao Parlamento. De hora em hora os soldados fazem a troca da guarda.
       
       
      Atravessando a rua e descendo as escadas você estará na Praça Sintagma, que se você provavelmente
      conheceu quando veio do aeroporto pelo metrô. Este é o coração de Atenas! Vale à pena passar um tempo em algum bar ou cafeteria observando o movimento da praça e a grande quantidade de cães de rua (até o Lonely Planet fala disso).
       
      Depois, quase no fim do dia, uma rápida subida até o Monte de Philopappus, seja caminhando (40 min) ou pelo funicular, te trará outras vistas panorâmicas de Atenas e Piraeus, a região portuária. Quando você chegar lá igrejinha no topo, e tiver 360 graus de Atenas abaixo de você, pensará "Cara, era maior do que eu pensei!".
       
       
      Se você prestou atenção, em nenhum momento citei o trasporte público, pois realmente não é necessário! A partir daqui você já está pronto para voltar para o seu cruzeiro ou para aeroporto e continuar sua viagem ou preparar-se pra a festa da noite! Se você é daqueles que gosta de ver "tim-tim por tim-tim" dos museus, reserve um dia mais e durma na capital grega e não deixe de confirir o Museu Arqueológico Nacional, o Museu Benaki e o Museu Nunismático.
       
      Aproveito o post para comentar sobre o Quick Facts, a nova coluna do The World by Fon. São parágrafos breves com uma explicação sobre algum tema interessante no contexto das viagens do Fon! O primeiro foi postado ontem! Confere lá!
       
      E como sempre, se você gostou, peço que gentilmente curta ou compartilhe através das redes sociais ou dos botões aqui embaixo. Isso me ajuda muuuito!
       
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      Um abraço maior que o Atlântico!
       
      Fon
    • Por raphaela.gonçalves
      Fiz duas viagens incríveis nessa ilha paradisíaca e não poderia deixar de dar dicas pra quem deseja fazer o mesmo! Só pude viajar durante os finais de semana pois durante a semana fiz um estágio. No primeiro final de semana fomos para o leste da ilha, alugamos carro na Avis (não é o local mais barato mas o seguro de lá era o único que cobria qualquer dano sem taxa adicional e achamos que valia a pena) por aproximadamente 150 euros e gastamos mais uns 50 euros de gasolina na volta. Nossa primeira parada foi Kritsa, um dos vilarejos mais antigos da Grécia, uma cidadezinha charmosa, perto do sítio arqueológico de Lató, onde pudemos ver muitas ruínas interessantes, e depois voltamos pra comer em Kritsa. Seguimos para uma praia surreal de linda, a Golden beach, o mar é um dos mais violentos mas é também um dos mais lindos. De lá seguimos para Sitia, onde nos hospedados no Minos apartments, de frente pro mar, com cozinha e tudo, por 60 euros para até 5 pessoas (pagamos 12 cada). À noite, jantamos em um dos vários restaurantes à beira do mar. No outro dia partimos para a trilha "Dead Gorge", a qual pode ser iniciada no começo ou pelo meio, durando de 1 a 2h, em meio a uma paisagem estonteante de formações rochosas gigantescas, e depois de um jardim onde pudemos colher uvas e comer ali mesmo gratuitamente, termina na praia de zacros. Mergulhamos e almoçamos por ali pagando muito muito pouco pra comer de frente pro mar (paguei 2,50 no meu almoço, fora que os gregos têm a mania maravilhosa de trazer frutas e outras sobremesas como cortesia), realmente inacreditável. Na volta páramos em Vai e em Ithanos, sendo essa última a praia que mais gostei, cristalina e em meio a uma paisagem maravilhosa, e menos turística que Vai.
      No segundo final de semana, alugamos novamente o carro pelo mesmo preço mas com um dia a mais (também não entendemos pq haha) e a gasolina deu cerca de 80 euros no total. Seguimos primeiramente pra Chania, uma cidade muito muito charmosa, onde caminhamos pela linda região do porto, pelas ruelas cheias de lojinhas, pelo mercado central, e curtimos bares bem legais à noite numa rua cheia de bares. Ficamos hospedados perto de kissamos, no Tripodis apartments, o qual recomendo fortemente - staff super gentil, nos deixaram uma garrafa de vinho de cortesia no dia da chegada e um prato de melancia no segundo, e pagamos 83 euros por duas noites num quarto apartamento com um quarto duplo e um single de frente pro mar (27,75 por pessoa para os dois dias). Mergulhamos nessa praia no pôr do sol inclusive, somente a água e as montanhas, incrível. Foi tranquilo ir e voltar de Chania para curtir a noite, cerca de 30km. No segundo dia pegamos um barco em kissamos para gramvousa e balos, pegamos o primeiro (10:40) e pagamos 22 euros com desconto estudantil/grupos (25 sem), e valeu muitooo a pena! Ambas são maravilhosas, em gramvousa não deixe de subir até o castelo, a vista é incrível e o mergulho depois é revigorante. No domingo, seguimos para Elafonisi, a estrada não é tão boa então certifique-se de pegar a melhorzinha, é sem dúvidas o lugar mais lindo que já vi na vida! Vale a pena chegar cedo pois as cadeiras lotam (7 euros por duas cadeiras e um guarda-sol, os quiosques são relativamente baratos (pagamos 2,50 na cerveja, 0,50 na água, e vi lanches por cerca de 3 euros). Na volta paramos em Rethymno, onde vimos um pôr do sol maravilhoso e comemos num dos restaurantes à beira do mar, próximo ao castelo, não me lembro o nome mas comi uma pizza incrível, eles têm uma herança da colonização veneziana e por isso também os gelatos deliciosos.
      Tem muita coisa linda pra se ver por essa região, vale muito a pena alugar o carro, especialmente em um grupo de pelo menos 5 pessoas, daí sai bem barato. A estrada em si já é maravilhosa, principalmente a do leste na minha opinião, com as montanhas cobertas por campos de oliveiras, embora tenha gostado mais das praias do oeste.
      Enfim, espero ajudar com meu breve relato!
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