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TAILÂNDIA CAMBOJA E VIETNÃ - 18 DIAS - NOV/12 - 2 FELIPES (28a/27a) E TUDO QUE VOCÊ PRECISARÁ SABER

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Dia 06 – Chiang Mai, Thailand (quarta)

 

Acordamos e fizemos o check out do hotel, deixando as malas lá. A idéia era ver a Longneck Women (Aquelas mulheres que usam argolas pesadíssimas no pescoço) e ir ao Tiger Kingdom.

A gente saiu na rua para pedir informações de como fazer para chegar lá, mas rapidamente chegou um tuk tuk com um motorista muito sorridente e eu comecei uma barganha enorme para ele nos levar.

 

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Ele além de levar, ficou esperando e disse que nos levaria depois para as outras atrações. Claro, além do dinheiro do transporte (THB 300/2), ele também ganha uma comissão para cada um dos lugares que ele fosse nos levar.

 

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-Tiger Kingdom – caro (THB 1480 por pessoa para o 4 tipos de tigre) e bobo (minha opinião). Mas valeu pelas fotos. Esses tigres dormem muito e vivem em jaulas. OK, até ai nada de anormal, mas depois de um dia em natureza, em contato com os elefantes, meio que perdeu a graça fazer isso. Acho sim que é algo que vale a pena fazer. Existe vários tipos de ingresso. Para ver os babys, os não tão babies, os médios e os big cats !!! Fechamos um pacote para todos. E é aquilo. Um excesso de fofura. Você tem 5 minutos para ficar em cada jaula e em cada uma delas tem vários tigres do mesmo tamanho e várias pessoas tomando conta. Você não pode fazer isso, não pode fazer aquilo e 80% deles dormem! É bobo, mas eu gostei. Deu pra deitar em um deles, fingir que estava mordendo o rabo hehehehe !!!

 

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Desisti de ver as Mulheres de Argolas (LongNeck Women) . A nossa guia Mumu, em Ayutthaya, já tinha nos dito que isso era um passeio turístico total. Que as verdadeiras estão em Myanmar e que lá é tudo meio que “fake”. Então, apesar de estar do lado, mudamos o trajeto e fomos atirar !!!

 

-Tiro ao Alvo (Maerrim Shooting Rang) – THB 850 por pessoa. Muito rápido mas muito maneiro. Conseguimos fechar um pacote legal e optamos por escolher 3 armas que nos renderam 15 tiros, 5 com cada arma diferente (9mm, 38mm e 45mm). THB 1700 tudo. A de 38mm é a do seriado The Walking Dead. MTO MANEIRA !!!

 

No final ainda deixaram a gente tirar foto com as armas, as quais ficaram ótimas. Mas fui duramente criticado em meu facebook por postar essas fotos (as quais deletei depois). Então não cogito colocá-las aqui. Não faço apologia a nada, apenas achei o momento divertido. E gosto de deixar claro que sou contra o porte de arma ! Mas como infelizmente o teor é facilmente confundido, optei (na marra) por ocultá-las !

 

Eu foquei em atirar no rosto do alvo então não acertei muitos, mas os que eu acertei, foram lá. O Felipe mandou muito melhor, mas não acertou nenhum no rosto. Ainda podíamos ficar com o papel que atiramos de recordação. A sensação de atirar é fantástica, ensurdecedora (mesmo com tampão) e ainda voou pólvora em mim em diversos momentos. Ver na televisão é bem mais fácil.

 

Pedimos ao motorista para voltar com a gente pro centro que iríamos almoçar. Tentamos de novo naquele restaurante no qual demos de cara na noite anterior, o Dash!, mas estava fechado. Ah.... =(

 

Fomos então a um italiano, um caaaaaaalorrrrrr dos infernos, e eu matei a minha fome para aguentar a peregrinação da tarde. THB 650/2

 

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Na saída do restaurante, fomos tentar achar um taxi para levar a gente para um templo muito conhecido que tem por lá. Tava caro. Um cara de lá, ouvindo nossa conversa, fez um preço mais barato e nos levou (THB 400/2). Tagarelando do início ao fim, rindo, fazendo mil perguntas.... Não sei de onde vinha tanta felicidade e entusiasmo. Ai ele do nada solta: É a terceira vez hoje que estou fazendo esse caminho (subindo a montanha cheia de curvas). E eu me perguntando? “Ha ha ha e eu com isso ? !!!”

 

-Wat Doi Suthep (THB 30 por pessoa) – Diz-se que o local foi escolhido por um elefante branco sagrado, que indicou o ponto e depois se deitou para morrer. É o mais importante templo da região norte da Tailândia. Além dele ser no alto da montanha e a 16km do centro de Chiang Mai, a gente leva bem 40 minutos para chegar. E lá ainda tem que subir uma escadaria “infinita” que margeia um mar de ambulantes que vendem comida e muitas coisinhas locais. Até comprei umas telas pintadas simplesmente porque achei bonitas e estavam 3 dólares cada. Voltando ao templo: o local é bem bonito, vale a visita, sem contar na vista que se tem da cidade toda. E, para completar a felicidade, ainda tinha um outdoor gigante da mulher do Rei,... E salve a rainha !!!

 

20121217212320.JPG sim, é dinheiro. tem em diversos lugares da Tailandia,.. NINGUEM ROUBA ! ::otemo::

 

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20121217212514.JPGolha elaaaaaaa ;)

 

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20121217212634.JPGcoisinha mais lindaaaaaaaaaaaaaa ::love::

 

Hora de voltar com o tagarela do motorista e ver mais cenas bizarras no caminho de volta pro Hotel, onde ficamos na recepção vendo uns raios sinistros cruzarem o céu enquanto dava a hora de ir ao aeroporto.

 

Partiu aeroporto, escala em Bangkok, aeroporto DMK. Iríamos pernoitar num hotel que ficava praticamente dentro do aeroporto. Hotel super luxuoso mesmo (Dados do hotel, você já sabe !!! Tá lá em cimaaaaaaaa criatura !!! ::toma:: - preço aceitável), mas é que não tinha outra opção perto e nosso voo para Krabi iria ser logo cedo, as 6 da manha. Não dava para bobear. ::hahaha:: As praias estavam around the corner ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

VOCÊS DEVEM ESTAR SE PERGUNTANDO ... ME PERDOEM pela MARATONA de fotos minhas !!! Mas eu não tenho como ficar catando foto do Felipe em 7 mil fotos. To pegando algumas que selecionei para por no meu facebook !!!! Ele não tem a menor paciência para me ajudar nas fotos, ::prestessao:: então .... use sua imaginação !

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Marciog

muito obrigado ::otemo::

continue acompanhando que você vai adorar....

o melhor ainda está por vir

 

grande abraço

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Dia 07 – Krabi, Thailand (quinta)

 

Acordamos cedo e pegamos um avião da Air Ásia com destino a Krabi. Que cia fantástica. Mais uma vez gostaria de deixar claro isso. Os aviões são bem novos. Koppp Kummm Kraaaaaaaaaaaaaaaaa !!!!!!! Com uma paradinha no Subway para forrar o estomago, ainda no aeroporto DMK (THB 150).

 

Chegando a Krabi tínhamos duas opções. Ou pegar um táxi para a praia de Ao Nang (que é onde iríamos ficar), ou pegar um ônibus coletivo que vai parando. Optamos pela segunda opção que, além de ser a metade do preço, acabou sendo surpreendentemente tranquila, mas já adianto que é beeem longinho. A parte boa é que a paisagem vai ficando cada vez melhor. THB 150 por pessoa.

 

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Em toda cidade, brotam placas de Tsunami Hazard Zone indicando a rota de fuga. À noite também notei alguns objetos lá no meio do oceano que brilham intensamente. Provavelmente para se ver qualquer elevação do mar (big wave) que esteja se formando. Acho inclusive que poderiam ser luzes refletidas em rochas, mas eram muito uniformes.

 

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Próxima parada. Harvest House. Lembrando mais uma vez que o preço dos hotéis e principais atrações reservadas anteriormente, se encontram no início do depoimento. Obviamente nosso quarto não estava pronto, mas se apressaram e nos entregaram em uma hora. Enquanto isso ficamos pesquisando o que fazer. Vendo tantos os meus papéis que tinha imprimido de depoimentos do site mochileiros, como perguntando a mulher, muito simpática, do hotel. Por sinal o hotel é bem bom. A parte chata é que tem que caminhar uns 15 minutos até chegar à beira mar e ao “agito”.

 

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-Railay Beach: Decidimos então passar o dia na Railay Beach, que fica em uma ilha próxima. Para isso a gente foi até a orla e viu o visual fantáaaastico. Paramos numa postinho logo no início e compramos nosso passe (THB 200) para pegar um “longtail boat” até a praia (15 minutinhos, bem rápido). A paisagem É FODA !

 

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Não existem palavras para descrever. Enfim estávamos na praia !!!! Chega de tanto andar e ver templos, agora é hora de relaxar e aproveitar aquelas água bem quentinhas e limpas. O mar é extremamente calmo, como todos os lugares que fui na Tailândia.

 

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A Railay Beach não é apenas uma praia, ela tem uma “Walking Street” com algumas opções de comércio e coisas para comer, além de contar também com uma ampla gama de hotéis.

 

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Ficamos lá fritando um pouco naquele mar de calmaria, numa parte sem muitas pedras. Fomos inclusive a uma caverna, mas foi difícil devido à quantidade de pedras que tinha para aqueles lados.

 

A quantidade de buraquinhos na areia, escavadas por sirizinhos, é algo inimaginável. São milhões. Quando você se aproxima, eles se escondem. Uma verdadeira pintura !

 

 

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A paisagem é de deixar qualquer um besta. Você fica pensando,... que que eu fiz para merecer isso? Buda é muito bom !!!!!!! Kop Kum Kraaaaa !

 

Mas já deu, tava muito quente, resolvemos então voltar para Ao Nang ao som de Tuk Tuk, Thai Massage e Tour to the Islands. O ritmo que não para ! Sadikrrrááááááaáá...

 

Odiava quando era abordado “Hey sir, what’s your name”, já dando a mão para apertar a minha !!! Geralmente esses caras queriam empurrar a gente para lojas de ternos, bem comuns na Tailândia.

 

Fomos andando a procura de um lugar para comer e acabamos entrando num que tinham várias opções e fomos atendidos por uma “mulher” com uma voz bem “grossa” !!!! THB 800/2.

 

Depois fomos dar uma relaxada no hotel e já combinar o que fazer no dia seguinte. A noite, depois de horas tentando acordar o Felipe, fomos rodar lá na orla de Ao Nang, muito bonitinha, e com várias opções de lugar para comer. Contudo, a maior parte não tinha músicas. Rodamos mais um pouco até achar um lugar mais animadinho. Enquanto isso mais sons de Thai Massaaaaaaaaaaage, Tuk Tuk, “Hey Sir What’s your name” e muitas muitas coisas falsificadas e ainda bem mais malfeitas que na Khao San Road de Bangkok.

 

Enfim, encontramos um lugarzinho mais animado (num buraco ao lado das lojas da praia de Ao Nang) com música ao vivo e lá ficamos, deu pra passar o tempo e ver o assédio nada discreto dos gringos mais velhos e das putas já se preparando para a noite. Aproveitei para encher a barriga com um pratinho bem caro (THB 400), mas bem gostoso enquanto o Felipe se enchia de cerveja !!! Façam um apelo para que o Sr Felipe Watson venha dar seu depoimento quanto as bebidas da viagem porque só ele que bebe. Eu posso dizer que os sucos e os shakes são fantásticos (e baratos) !!!

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Dia 08 – Krabi, Thailand (sexta)

 

20121218205020.jpg HONG ISLANDS !!! ::dãã2::ãã2::'>

 

Acordamos bem cedo e fomos tomar o café da manha (que para mim não foi o suficiente e fui obrigado a ir no 7 eleven e gastar THB 85) e pagar pelo tour de hoje. Tínhamos decidido ir para Hong Islands. Só de pensar que enquanto eu escrevo isso deve ter alguém lá mergulhando já me parte o coração. Não é egoísmo não, mas eu também queeeero !!!!

 

-Hong Islands: Fechamos um pacote (não era o pacote que queríamos, mas era o que tinha sobrado). THB 1100 por pessoa. Passou lá um “camburão” e foi pegando o povo de hotel em hotel. Chegamos todos numa praia que beira Ao Nang em que foram fazer uma divisão de quem ia para Hong Islands, quem ia para Koh Phi Phi e quem iria para outras opções. Bla bla bla, vamos ao que interessa né ?

 

Depois de algum tempo de alguma enrolação, fomos em direção ao nosso barco e já aparece um maluco tirando uma foto de cada pessoa. No final do programa, aparece sua foto num porta retrato de Krabi. Não tem como não levar. Eles são muito espertos !!!

 

Nossa guia era porra loucaaaaaaaassa !!!! E assim foi o nosso dia, passeando pelas Hong Islands e fazendo muito snorkel ! Eu diria que aquilo tudo era definitivamente o paraíso. Não é coisa desse mundo !!! Sem contar que, apesar de zilhões de turistas (da de 50 a zero no Brasil), tudo é muito bem conservado. E eles deixam bem claro, o banheiro aqui é grátis e é no mar ! Quem quiser fazer o número 2 vai ter que pagar por um banheiro !

 

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40 minutos aqui, uma hora e meia ali, e muito muito snorkel num passeio que levou o dia todo. Sabe, nessas horas que você abstrai completamente que você tem uma vida de trabalho no Brasil e já começa a pensar em nunca mais deixar de viajar. Mas mesmo assim, o melhor ainda está por vir.

 

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De volta a Ao Nang, descansamos de novo, e, à noite, fui sozinho rodar na cidade e comprar besteiras. (Cordões e pulseiras locais e umas camisas). Felipe era bem prático. Não tinha paciência para compras e muito menos para barganhas. Então eu ficava encarregado disso e ela ficava no hotel vendo filmes (to fooora !!!!) Na volta eu vim carregado de sacolas e um belo lanche do Mc Donalds (THB 408/2). Não queria, mas não teve muito jeito.

 

Comprei também nosso translado para Koh Phi Phi (THB 300 por pessoa). Tava chegando a hora... ::hahaha::::hahaha::::hahaha::::hahaha::

 

::tchann::

 

PARA VER O RESTANTE DO MATERIAL,INCLUINDO KOH PHI PHI, SIGA PARA A PÁGINA 2. :arrow:

 

::tchann::

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Definitivamente foi A VIAGEM. Entro no tópico todos os dias, para ver se vocês atualizaram alguma coisa.

Impressionado com a viagem e doido para ir. Pena que é tão caro a passagem, vamos ver se aparece alguma promoção na Emirates.

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Perio, obrigado. Realmente foi A VIAGEM !!!!

 

Ainda hoje posto uma parte de Koh Phi Phi,.. grande abraço e continue acompanhando. Vou estar na torcida para você conseguir uma bela promoção e pra porcaria do dólar cair hehehehe

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Dia 09 – Koh Phi Phi, Thailand (sábado)

 

Acordar, fazer check up e tomar o café da manhã e ir ao 7eleven (algo me dizia que ia passar fome nesse passeio,THB 145). Chegou outro daqueles “camburões” e entramos, com mala e tudo, com destino a Krabi Town, onde fomos pegar nossa barca com destino a Phi Phi Islands, uhuuuu !!!!!

 

Aproximadamente duas horas depois chegamos a Phi Phi (de cara pagamos THB 20 de conservação ambiental e já fomos logo procurar alguém do nosso hotel, já que eles falaram que iam nos pegar no porto).

 

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Não demorou muito e achamos. O carinha pegou nossas malas, botou numa bicicleta e saiu pedalando por um chão de areia rumo ao Mama Beach, our hotel. Aqui não medimos esforços e quisemos um lugar bem legal e confortável, de frente pra praia ! O apartamento era fantástico e a vista era linda até do banheiro. Por sinal, que banheiro diferente, adorei.

 

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O check-in foi um pouco demorado e o tempo não estava dos melhores. Já era praticamente meio dia, mas almoçar pra que ? Estávamos no paraíso. Fomos correndo pra rua barganhar um “Longtail boat” para nos levar ao paraíso.

 

Lembrando que Koh Phi Phi é dividida em duas ilhas principais, a Phi Phi Don é a ilha principal e a habitada, onde ficamos. A outra é a Phi Phi Le.

 

Acho que no terceiro carinha consegui negociar um preço bom. Eles aqui são chatos para barganha, mas, como acho que já estava tarde, um deles acabou cedendo e fez um preço legal (THB 1100/2) para um passeio de 4 horas. Na verdade esse preço era por barco, se tivessem mais pessoas iria ficar ainda mais em conta (o preço de tabela era THB 1500).

 

Não tinha estudado muito sobre Phi Phi. Então pedimos um Longtail para Maya Bay, até porque todo mundo que fala de Tailândia fala de Maya Bay, certo ? Então foi isso. Fechei um passeio de 4 horas com o carinha sorridente e pedi pra ele nos levar a Maya Bay. Primeiro perguntei se a maré estava alta, quando ela está baixa, o paraíso, segundo depoimentos não pode ser visto.

 

O trajeto demora mais ou menos uns 20 minutos para chegar até Maya Bay. O percurso é simplesmente espetacular. QUE PUTA VISTA DO CARAIO ! Não acredito. Definitivamente tudo que já tinha visto até então tinha se resumido a nada,... Isso sim é o paraíso !!!

 

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Estávamos entrando em Maya Bay e, como estavamos indo de Longtail, ainda tivemos que pagar uma taxa ao chegar na praia (de conservação, de novo !!! THB 200 por pessoa). A famosa praia do filme “A Praia”, com Leonardo de Caprio.

 

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Como já disse antes, o tempo não estava dos melhores, mas também não estava dos piores, deu para aproveitar e relaxar. O lugar realmente é um recanto dos Deuses, mas eu não estava ainda 100% confortável,... Minhas expectativas estavam acima disso. Ficamos um pouco mais de uma hora lá e tiramos muitas fotos. Eu não cansava de olhar a minha volta e agradecer por estar ali. Mas ó,... Não se anime. Além de ser raso, é cheio de pedras e os barcos não param de chegar e ir. Isso porque a gente seguiu o conselho das pessoas, chegando lá por volta de 13 hrs e pouca. Mais cedo, você nem respira de tanta gente.

 

Depois disso, nosso “chefe” nos chamou de volta ao barco e eu reclamando que não tinham passado 4 horas ainda. Ai ele disse que ia nos levar para outros lugares muito melhores que aquele. Perfect !!!

 

Agora sim,... Ele começou a rodear a Phi Phi Le e parar em lugares simplesmente fantásticos. DEFINITIVAMENTE um banho na praia Maya Bay. Que mar era esse? Pena que eu não sei nadar e tive que ficar de colete.

 

Aqui, o snorkel e pão na mão, a câmera do meu amigo no braço dele (a prova d’água) e minha câmera nas mãos do “chefe” que ficou no barco, bombaram lindamente. Eu não quero que isso acabe nunca !!!!!

 

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Depois de muita muita diversão, fomos de volta ao hotel. Eu ficava bem enjoado com a marolinha das ondas do barco e fui tentar me reerguer. Na verdade eu acho que a falta de almoço não ajudou muito. Já era quase de noite quando saímos do hotel para almoçar/jantar !!!

 

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Sei que a gente começou a andar e por fim me dei conta do que era Koh Phi Phi. Nosso hotel era mais afastado, numa área bem mais tranquila.

 

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Aquilo definitivamente não era uma cidade pequena, um baita de um vilarejo grande !!! Tem zilhões de hotéis, restaurantes, lojinhas. Uma infinidade de opções. Almoçamos (jantamos) num lugar bem mais ou menos (THB 400/2), onde dei de cara com um gatinho bem pidão. Esse fdp não saia do meu pé, parecia até saber que eu tinha pedido comida. Pois bem, pedi comida e ele meio que desdenhou quando eu ofereci e foi pro colo do meu amigo que tinha uma comida bem mais interessante que a minha. Bicho traira !!! Com o passar do tempo descobri que tinham muitos como esse. Não se deixe enganar com o miado faminto do sudeste asiático!

 

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Acabamos de comer já era de noite e eu quis rodar a cidade (ou melhor, as lojinhas) e o Felipe foi pro hotel dormir com a promessa de acordar mais tarde e ir para uma night. Pura lorota. ::toma::::toma::::toma:: Antecipando logo o que aconteceu, ele não acordou com o despertador e nem com os meus chamados. Eu não queria ir pra night mesmo, além de não ter visto nada relacionado à night na cidade (com exceção dos bares) então deixa pra lá. Voltando a parte pós comida, fui fazer comprinhas.

 

Todos falam que Koh Phi Phi é bem mais cara que o resto da Tailândia. Bem, eu discordo disso em absoluto. Foi aqui que eu comprei a maior parte das minhas “tralhas” e lembrancinhas. Achei o preço bem razoável e literalmente fiz a festa em algumas lojas comprando umas camisas locais (sem ter aquele I LOVE THAILAND que ninguém merece) !!! Gastei THB 950 (+- 65 reais) feliz. Barganhei até não mais poder na loja que comprei as camisas. Conversei bastante com o vendedor que me disse ter fugido daquele Tsunami e corrido bastante. Observei aquela turistada toda fazendo a festa e se divertindo muito naquelas ruelas lindas que foram devastadas pelas ondas em 2004. Belo fim de dia. Felicidade estava a todo vapor. ::mmm:::mmm:::mmm:::mmm:::mmm:

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Dia 10 – Koh Phi Phi, Thailand (domingo)

 

Acordamos cedo, mas sem muita pressa e fomos tomar o café da manha maravilhoso daquele hotel. Simplesmente muito bom. Coma o quanto quiser e eu literalmente fiz umas 4 refeições em uma, praticamente de cara pro mar ! A parte chata é que o tempo não estava bom e já começava a garoar !!! ::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::::ahhhh::

 

Ah, ah quem se interessar, esse era o nosso hotel ! Pelo menos a vista da varanda e o banheiro !!!

 

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Essa aqui embaixo é bem perto dele... Já dá pra notar que to usando as camisas divertidas a la Thai !!!

 

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Saimos e fomos barganhar um passeio, (pelo hotel parecia ser mais caro), e eu tomei a frente. Pegamos um passeio de um dia inteiro numa lancha com muitas pessoas. THB 1000 por pessoa. Farofada só !!! Lancha lotaaaada !!! Até porque só uma parte era coberta e toda hora chovia um pouquinho. Aliado ao vento do movimento do barco, dava aquela sensação bem gelada. ::Cold::::Cold::

 

Na verdade esse passeio que fizemos rodava os lugares que a gente tinha ido no dia anterior (Phi Phi Le com sua praia mais famosa, Maya Bay) e a própria Phi Phi Don (a ilha que estávamos), além de passar pelas ilhas ao lado. Não tem muito o que dizer, apenas que mesmo com o tempo não muito legal, foi uma experiência fantástica.

 

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20121219203718.JPG Correndo da Onda ...

 

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O almoço foi servido em Maya Bay. Uma quentinha com arroz e algumas coisas estranhas. Não cheguei nem perto e o Felipe comeu tanto o meu como o dele despertando mais olhares curiosos. Enquanto isso fiquei dando uma de pedófilo (brincadeirinha gente) e fotografando as crianças lindas que lá estavam !!!

 

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A única coisa que falaram que ia passar e não passaram foi no Shark Point. Uma parte que dizem (e prometem) que você verá algum tubarão ! Lorota !!! Eu não vi nada e nem sequer comentaram nada a respeito. ::grr::::grr::

 

Passamos pela Monkey Island que nada mais é que uma ilha com alguns macacos. O barco se aproxima e os macacos ficam eufóricos porque sabem que os donos dos barcos trazem comida. A gente não sai do barco, fica apenas observando. Isso, na minha opinião, foi uma semente plantada pelo homem. Tacaram uns macacos num pedaço de terra e vão lá todo dia com os turistas para alimentá-los. Assim, cria-se um novo ponto de “enrolação” para fazer o passeio durar mais. Ainda com esses pequenos “poréns”, o dia foi muito bom. Repetir os mergulhos do dia anterior foi mais uma vez pura emoção.

 

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Bem, o passeio não durou exatamente o dia inteiro porque no final, pararam em outro lugar para mergulho. Sei que eu já tava tão enjoado (pensei que fosse só eu), que quando o cara falou que ia parar por 40 minutos, ninguém se manifestou a pular na água. E então ele foi embora. Que bom, porque era hora de tomar um banhinho no hotel e andar a cidade rumo ao Point View e ver o Tsunami Village.

 

Antes de ir ao Point View, resolvemos forrar o estomago e comi uma pizza inteirinha sozinho,... Felipe comeu uns rolinhos a primavera um Pad Thai. Divino restaurante aquele, logo no início da rua principal e praticamente em frente a um lugar com temática de pirata. Muito bom. Até música brasileira tava tocando. Ficamos sempre de olho no relógio para não perder a hora do por do sol (sem sol) !!! THB 270 por pessoa.

 

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Enfim, começamos a peregrinação rumo ao Point View, seguindo as plaquinhas (que algumas vezes não são tão óbvias e farão você dar umas voltinhas). Entra aqui, entra ali, vai volta, chuva aqui, chuva ali e depois de muito andar, subir e dizer “Eu pensei que fosse mais fácil” chegamos enfim a trilha. Não reclame porque quando você achar que não dá para ficar pior, fica pior ! E não esqueça o repelente, a trilha final te levará pro meio do mato (optamos pela trilha mais a esquerda, segundo uma placa de recomendação) e eu já começo a me coçar quando me lembro da quantidade de bichos que me morderam e de como eu suei horrores.

 

Tipo, não é longe, mas o caminho todo cansou. Se você tiver hospedado na parte central da ilha é mais tranquilo, mas a gente tava bem afastado, praticamente deu a volta e subiu a montanha. Difícil não é, mas cansa bastante. A vista por si só já é capaz de dizer que valeu a pena !!! Aquela cidade linda ali embaixo, com aquele mar maravilhoso e a vista de Phi Phi Le ao fundo. Que beleza. Depois de alguns clicks e muita coceira, começamos a descer correndo dando de cara com uns turistas meio perdidos perguntando se faltava muito.

 

Vimos umas casinhas e lugares meio inusitados, inclusive um abrigo de Tsunami (será que era isso que era o Tsunami Village?) e umas sirenes enormes (menores que as presentes em todas as praias). Isso tudo ainda na metade do caminho pra baixo.

 

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Assim que chegamos embaixo, passamos num lugar e vimos uma casa completamente destruída. Parecia que tinha acontecido ontem, coisa de outro mundo. Deixaram intacto o que sobrou.

 

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Já na parte central, caiu aquela chuva. Chuva muito forte e ficamos ilhados na beira de uma casa de massagem. Não tinha o que fazer, só olhar mesmo. Não iria arriscar minha câmera. E a chuva durou bastante o suficiente para alagar diversas ruas.

 

20121219204120.JPG

 

Eu ainda queria voltar na loja do dia anterior para comprar umas blusas e mostrar ao Felipe (que tinha gostado das minhas) onde comprar as dele. Custei a achar a loja porque aquilo dali é um labirinto de tão grande. Parece que é tudo igual. Mas achei !!! E compramos tanto lá que no final o vendedor começou a pular de felicidade, me abraçou e quis me dar um beijo, saiiii pra láaaa jacaréeeee !!!!! Gastei mais THB 600, mas o Felipe gastou RIOS !!! ::tchann::::tchann::::tchann::

 

Chega por hoje, night é o cacete, estamos mortos !!! Era hora de arrumar as coisas porque no dia seguinte era dia de pegar outra barca rumo a Phuket. ::otemo:::mrgreen:

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Viagem dos meus sonhos. Estava cheio de dúvidas, mas com um post como esse, agora fica impossível!!!! Valeu mesmo.... Acho que vou seguir o seu roteiro cegamente, terei no máximo uns 20 dias, assim como você e deu pra conhecer muita coisa. A única desvantagem é que vou sozinho. Não terá muitas fotos minhas...rs

 

Abs e obrigado!

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    • Por arielbrothers
      Depois de muitos pedidos e muita procrastinação, eu e minha esposa resolvemos começar a publicar os relatos das nossas viagens. Para isso criamos um blog num formato meio que de diário, contando o dia-a-dia das nossas viagens pelo mundo sempre só com uma mochila nas costas e pouca grana.
      Para quem quiser acessar nosso blog, vai aqui o link: http://arielbrothers.wixsite.com/osmochilinhas
      De qualquer forma, pretendemos publicar nossas histórias aqui também no site dos mochileiros, site este que sempre nos ajudou nos nossos planejamentos. Dessa forma, queremos dar também nossa retribuição para ajudar outros viajantes e incentivar as pessoas a viajar, mostrando que é possível sim conhecer outros países gastando pouco e até menos do que gastaríamos se ficássemos este mesmo período no Brasil.
      Nosso primeiro relato é de uma viagem que fizemos de 35 dias pelo sudeste asiático, nossa primeira viagem para fora do continente. A viagem foi em 2016, sendo assim, há muitas informações que devem ser atualizadas por quem quiser se inspirar em nosso roteiro. Ainda estamos em processo de montagem do blog, por isso, vamos ir postando aos poucos o nosso itinerário, inclusive, no fim de cada cidade/país, pretendo fazer um resumão com mapas e dicas mais práticas dos locais e meios de transporte utilizados.
      SUDESTE ASIÁTICO 1º Dia - Chegando em Bangkok (04/11/2016)
       
      Chegamos em Bangkok por volta das 3h da tarde. Entre imigração, banheiro e trocar um pouco de dinheiro no aeroporto, fomos sair de lá umas 16h30. Aqui já vai uma dica: Antes de passar na imigração é necessário preencher uma outra ficha que não a de imigração e passar no "Health Control" para apresentar a carteira de vacinação contra a febre amarela. No dia que chegamos tinha uma filinha ali, principalmente porque tinha um suíço que não sabia falar inglês (e muito menos tailandês), e a tiazinha no guichê tentava achar alguém que falasse a língua dele para ajudar enquanto gritava para o mesmo: "complete! complete!". O aeroporto Suvarnabhumi é imenso e lindo, todo coberto com uma cobertura (dã) abobadada que lembra muito o Estádio Beira-Rio aqui em Porto Alegre.
        Aeroporto Suvarnabhumi, o principal aeroporto de Bangkok e um dos maiores da Ásia Fomos para o hostel de metrô, é claro, a forma mais barata de sair do aeroporto rumo a cidade. Depois de uma baldeação, chegamos a estação Hua Lamphong por voltas das 17h. Estação esta que dá de frente para a Estação de trens de mesmo nome: Hua Lamphong, a principal estação de Bangkok e onde depois pegaríamos nosso trem em direção à Ayutthaya e Chiang Mai.
      Primeira coisa a fazer, passamos no prédio em frente a estação retirar nossos tíquetes de trem de Ayutthaya para Chiang Mai, comprados com antecedência junto a uma agência de turismo pela internet por garantia devido à época que estávamos visitando, o Festival das Lanternas de Chiang Mai. Depois, antes de seguirmos para nosso hostel, a Juju estava morrendo de fome, por isso fomos logo provar nossa primeira comida de rua na Tailândia. Na primeira venda que enxergamos, ao lado da saída da estação de metrô, pedimos para uma tiazinha, com a ajuda de outra que estava na fila que falava inglês, o mesmo que um outro casal estava comendo (já que não tínhamos ideia do que a tia servia ou o nome das comidas). Para nossa surpresa era uma sopa que mais tarde descobriríamos ser o famoso Tom Yum (muito bom por sinal). A tiazinha nos cobrou ali, aleatoriamente 50 baths (o equivalente a 5 reais), ainda disse que o normal era 40 mas que o nosso era "especial" (será?), por isso mais caro. Desde cedo então descobrimos a gentileza e o carisma dos tailandeses, tanto da tia vendendo o lanche, quanto a tia da fila que nos ajudou, quanto aos demais na mesa improvisada que perguntaram se estávamos gostando da comida, todos muito simpáticos! Ainda improvisei um aroi (gostoso em tailandês) para responde-los, o que os desarmou ainda mais conosco.
      Devidamente alimentados, seguimos para o hostel, a pouco mais de 800 metros dali, costeando um afluente do rio Chao Phraya, o principal rio que cruza a cidade e que é utilizado pela população entre outros, como meio de locomoção. No caminho diversos templos budistas muito bonitos, tuk-tuks e 7elevens (para quem não sabe, 7eleven é uma franquia de lojas de conveniências muito presente mundo afora, sendo que a Tailândia e o Japão são os países que mais possuem lojas desta franquia).
        Espalhados pelas ruas há vários cartazes informando como se deve respeitar o budismo e a figura do Buda. Acha que os turistas respeitam isso? Chegamos no hostel Oldtown e de cara seria um dos melhores hostels, se não o melhor, que ficamos em toda a viagem pela Ásia. Quartos limpos, camas extremamente confortáveis, área comum enorme com jogos, geladeiras, banheiros gigantes também, entrada nos andares com cartão, tudo perfeito, e ainda por cima, pelo preço de 12 reais por pessoa por dia (hoje deve estar mais caro), um dos mais baratos que já ficamos.
        Quarto de 8 pessoas do Oldtown hostel Nos acomodamos num quarto com 8 pessoas e, como sempre, com a adrenalina a mil por recém chegar num lugar diferente, já saímos pela rua para explorar, sem dar a mínima para as mais de 30 horas de voo nas costas ou para o fuso-horário (o que se revelaria uma tremenda burrice mais tarde...).
      Saímos já a noite, em direção a China Town de Bangkok, que fica pertinho do hostel. Aliás, a escolha do mesmo foi justamente por isso. Além de estar perto da estação de trem, onde teríamos que pegar o trem dias depois cedo da manhã, a noite na China Town é uma das melhores da cidade, menos turística que a famosa Khao San Road. Além disso o hostel fica praticamente do lado de uma estação de barco, o que permitiria também ir facilmente (e barato) até o bairro antigo da cidade, onde fica o Grand Palace e o Wat Pho, principais atrações da Tailândia.
      No caminho para a China Town, entramos pela primeira vez num 7 eleven, e foi nosso primeiro choque econômico da viagem. Tudo muito barato! Protetor solar, shampoo, água, comidas, salgadinhos, cervejas... um absurdo! Se já estávamos animados com tudo que vivenciávamos até o momento, ficamos mais ainda. Compramos nossa primeira cerveja Singha (a melhor de todas junto com a Chang) e seguimos, passando pelo  arco chinês e adentrando a rua Yaowarat, a principal da China Town.



      Salgadinhos exóticos e baratos do 7eleven; Cerveja Singha, a melhor da Tailândia, Arco Chinês que dá acesso à China Town.
      Com aquela adrenalina e vontade de desbravar já mencionada, seguimos através das ruas lotadas de barraquinhas de rua e gente, letreiros chineses em neon e enfeites bem característicos de uma China Town. Paramos então para comer o que mais de exótico achássemos e pedimos um espetinho de polvo, o qual foi servido mergulhado numa sacola com um tempero que nós né, tipo: "estou na Tailândia quero provar tudo" pedimos para incluir. Não preciso dizer que aquele tempero era apimentado que é um diabo, e nos fez sofrer para comer aquilo ali (mas comemos tudo!).



      Saboreando um espetinho de polvo de nome impronunciável, conforme se vê no cartaz
      Demos mais uma volta pela rua e fomos parados por um grupo de adolescentes que, ou queriam treinar seu inglês, ou estavam fazendo um trabalho para o colégio, pois fizeram umas perguntas para nós sobre o que achávamos da Tailândia e anotavam as respostas num caderno. Muito simpáticos também (como todos tailandeses que conhecemos). Depois entramos num restaurante/lancheria e pedimos mais uma comida exótica, uma massa tipo yakissoba com bolinhos de frutos do mar, porém essa, mais apimentada ainda que a comida anterior, não conseguimos comer toda.
      Fomos conhecer então as ruas transversais, que também possuem um comércio vasto. Numa delas, vimos uma grande (e estranha) movimentação próxima de um caminhão que descarregava alguma coisa para algumas lojas. Fomos conferir e era um caminhão vendendo calçados muito baratos! A Juju achou uma pantufa do Totoro que custava algo em torno de 90 baths se não me engano (9 reais) e comprou-se então o primeiro souvenir da viagem.
        China Town de Bangkok Antes de voltar para o hostel, ainda ficamos ali observando mais um pouco a vida noturna da região e tivemos mais um choque cultural (que se tornaria natural ao decorrer da viagem). Descobrimos que as louças das barraquinhas de rua não são descartáveis, são todos lavados em uns baldes de higiene duvidosa, sem água corrente. Além disso, descobrimos a convivência pacífica entre os vendedores de rua e os ratos (que pareciam gatos de tão grandes). Um dos vendedores inclusive observava um rato se mexer perto dele e ria. Descobriríamos mais tarde que o Brasil é um dos países "mais higiênicos" do mundo.
      Já de volta ao hostel, esperando a Juju tomar banho, acabei conhecendo na área comum um canadense que estava no nosso quarto e que queria se enturmar a qualquer preço. Me contou que estava nas praias, curtindo muito: "So much party" (frase que depois virou um meme interno) mas teve que vir para a capital para tomar remédios anti rábica por um mês pois levou uma mordida de um macaco na Monkey Island (imagino como deve ter importunado o bichinho). Depois ele tentou puxar papo com um russo que também estava no nosso quarto (o que não deu muito certo), e depois saiu tentando conversar com qualquer coisa que esbarrasse no seu caminho.
      Depois que a Juju voltou para o quarto é que paguei o preço de não ter respeitado o tal de "Jet Lag". Vomitei as tripas, dentro do quarto mesmo, inclusive pingando um pouco nas coisas de um suíço que estava no beliche ao lado (por sorte não tinha ninguém no quarto naquele momento). A Juju rapidamente pegou um pano num armário que tinha no corredor e limpou tudo, mas continuei vomitando até altas horas da madrugada. Com enjoo, dor de cabeça e náuseas, comecei a tomar tudo que é remédio: Dramim, plasil, paracetamol, etc. Enquanto a Juju tranquilona, ficou mais um tempinho lá na área comum apreciando umas Singhas. Continuei vomitando até que consegui dormir, porém no meio da madrugada acordei com uma dor insuportável na barriga, tentei dormir de novo mas não conseguia, até que resolvi tomar um remédio para gases e fui no banheiro onde fiquei por algumas horas, até que, enfim, aliviou as dores e consegui dormir. Fica a lição, respeitar o corpo e não comer nada pesado nem se agitar muito recém chegando depois de 30 horas de voo num fuso horário de 10 horas de diferença.
       
    • Por Lele Rech
      Oi pessoal!! 
      Vou fazer aqui meu relato de 20 dias na Tailândia 🤗🤗 
      Estou fazendo esse "diário" durante a viagem… pois se deixo pro final acabo não fazendo…
       
      Vim sozinha e organizei tudo por conta…
       
      Nao sei se vou conseguir anexar fotos aqui mas estou postando tudo no instagram @aleleviajando 
       
      Sobre os gastos, não sou uma pessoa faz as contas da viagem direitinho, mas vou tentar ir relatando mais ou menos o quanto gastei 😊
       
      Data: Saída do Brasil 12/02, retorno programado para 03/03! Na Tailândia efetivamente terei 17 dias inteiros! 
       
      Passagem: peguei uma promoção pela air china por 690 dólares uns 2 meses antes da viagem… pesquisei pela Skyscanner e comprei diteto no site deles...10 dias antes da viagem minha passagem foi cancelada em função do corona vírus! 😫😫😫 pensei em desistir de tudo pois achei q seria impossível encontrar uma nova passagem… mas encontrei de última hora na Etihad por R$ 4,200 … pesquisei pela skyscanner e comprei pela submarino viagens ( que estava vendendo por menos que a própria empresa aerea) 🤷… foi bem mais cara que a da Air China, mas ainda considerei "sorte" por ter sido comprada em cima da hora! 
       
      Seguro Viagem: faço sempre naquele site "segurospromo" usando cupom de desconto das blogueiras! Gastei 189 reais pros meus 20 dias !
       
      Dinheiro: importante levar dólares ou euros! Difícil trocar reais aqui! Dei esse azar também que na semana anterior a viagem o dólares deu uma disparada… chegou a 4,56… trouxe comigo 700 dólares e cartão de crédito! 
       
      Mala: vim só com uma mochila de 34 litros! Fui bem econômica na bagagem… biquinis, vestidos, shorts e blusas… uma calça comprida e uma jaqueta que vim usando no voo... de calçado só uma havaiana, uma sandália dessas de trilha ( pra mim substitui o tenis), e uma Melissa mais bonitinha... Uma saia longa e umas camisetas com manga pois vou precisar para os templos! Trouxe liquidos em frasquinhos!! Minha mochila ficou com 8 kg! Como sou meio compradeira talvez na volta eu comprei mais uma mochila e despache a maior! 
       
      Roteiro: Bom… Tailândia e proximidades tem muuuuuita coisa… com certeza merece uns 3 meses de viagem! Como eu gosto de ficar bastante tempo em cada lugar e fazer as coisas bem com calma resolvi fazer só Tailândia e focar mais em Bangkok e nas praias! Vou deixar o norte da Tailândia pra uma próxima… acabei deixando o meu roteiro mais ou menos pronto antes de ir com alguns dias livres pra decidir aqui! Conheci vaarios gringos aqui que deixar pra reservar tudo de ultima hora… não sabem pra onde vão no dia seguinte… eu já prefiro sair do Brasil com as coisas mais ou menos planejadas! Fiz as reservas de hoteis/hostel pelo booking.com… acabei fazendo uma pelo hostel world e me arrependi… booking por enquanto não me deu problemas! 
       
      Bom… agora vamos à viagem… no próximo post! 
    • Por mrlaalm
      Relato Tailândia e Filipinas (16 dias) 
       E-mail para dúvidas: [email protected] 
      Ou no instagram: @mrlaalm / @luizion__ 
       
      Olá!  
      Do dia 20/12/19 a 05/01/20, eu e meu noivo fizemos uma viagem pela Tailândia e Filipinas. 
      Antes de detalhar, vou resumir em tópicos algumas informações que julgo importantes de início: 
       
      GASTOS 
      A maioria vou passar em dólar e moeda local (THB e Peso Filipino), exceto as passagens principais de ida e volta (saindo de SP), essas passarei em real.  
      Nosso estilo de viagem não é low cost, mas também não temos luxo. Então já adianto que pode ser uma viagem mais barata ou muito mais cara do que fizemos. Outra coisa é que gostamos de fazer passeios com mais calma, tirando dias ou períodos de descanso. Mesmo que isso nos custe abrir mão de alguns locais, preferimos ver menos e aproveitar onde estamos. 
      Total gasto para 2 pessoas (contando com lembrancinhas e demais gastos que não serão relevantes para todo mundo): 
      US$ 2050,00 (hospedagem, alimentação , transportes, passeios, presentes, lavanderia, gorjetas...) 
      R$ 9000,00 (SP-BANGKOK / MANILA-SP) com bagagem e taxas 
      R$ 631,70 (JOINVILLE / SP) ida e volta com 1 bagagem despachada 
      R$ 342,00 (seguro viagem pela AssistMed) 
      US$ 1126 (passagens internas) itinerário e empresas serão detalhados 
      Aproximadamente R$ 11.600 por adulto (contando dólar a 4,20) 
       
      Trocamos dólares no Brasil, pois a maioria dos estabelecimentos nos dois destinos não aceitam cartão. Pegamos a alta da moeda, nossa média foi R$4,34. 
      As passagens para transitar pelo Sudeste Asiático compramos no site 12goasia.com pelo cartão de crédito. 
       
      DOCUMENTAÇÃO  
      Além do passaporte, brasileiros precisam apenas do Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela (lembrar de tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem).  Emitimos na hora num posto de saúde de nossa cidade, mas tem como imprimi-lo pelo site. Mais informações sobre: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia 
      É a única exigida, mas é bom estar com tudo em dia e ter conhecimento que nas Filipinas há muitos casos de sarampo também. 
       
      OUTRAS DICAS 
      Leve um bom repelente contra mosquitos da malária, febre amarela/dengue... Compramos o Exposis Extreme gastando uns 50 reais. Usamos todos os dias nos horários mais críticos e ainda sobrou 1/3. 
      Levamos remédios básicos para estômago, intestino, rinite...não há dificuldades em compra-los, mas se precisar com certa urgência ou se está mais acostumado com algum específico, é melhor já te-lo. Se usar algum remédio controlado, tem algumas regras quanto a tradução de receita e armazenamento. É bom pesquisar sobre. 
      A comida na Tailândia é MUITO apimentada. Então uma boa palavra para se aprender é MAI PHED. Ainda terá pimenta hehe, mas beeem menos. 
      Muito importante ter a sapatilha de mergulho! Quase todas as praias tem muitas pedras. As agências dos passeios oferecem o aluguel, mas se tiver que pagar todo dia não compensa, é melhor comprar.  
      Outra coisa que vai precisar é de uma dry bag para levar tuas coisas nos passeios de praia. Dependendo da hora do dia ou da velocidade do barco, molha bastante. Além de que, na maior parte das vezes, o barco ancora bem antes da areia e você tem que nadar ou andar com água na cintura até chegar na praia. Compramos duas la e pagamos algo em torno de US$10 a US$15 cada. 
      Em todos os lugares que ficamos na Tailândia tinha 7Eleven. É uma rede de mercados onde você encontra muitas opções de comida, bebida, produtos de higiene e beleza. É uma ótima opção pra comprar snacks ou até mesmo pra uma refeição mais econômica e rápida. 
      Enquanto estávamos na Tailandia, 3 dias antes de embarcar para Manila, o segundo tufão de dezembro se formou no mar de lá. Isso é bastante comum ali, então o melhor jeito de se informar sobre é acompanhando a meteorologia oficial pelo site http://www.pagasa.dost.gov.ph  
       
      VOO DE IDA 
      Embarcamos em Guarulhos a 1 da manhã do dia 20/12 pela Ethiopian Airlines. Foram 11h até Addis Ababa com conexão de pouco mais de 3h lá, e depois mais 8h de voo para Bangkok. Na Etiópia a diferença de fuso para o Brasil são de +6h e na Tailândia +10h. Portanto, chegamos dia 21/12 as 13:30 horário de Bangkok. 
      Durante o planejamento lemos comentários ruins sobre o Aeroporto de Addis Ababa, mas sinceramente, achei um aeroporto comum, bem sinalizado com placas e limpo. A comida lá é cara por ter só 1 grande restaurante. Mas se você está afim de gastar no Dutyfree, lá é o lugar rs. Diferença bem grande de preço se comparado com demais aeroportos que passamos. 
       
       DIA 1 (21/12) – Bangkok 
      Hospedagem: Chingcha Hotel - US$ 99,40 por 3 noites 
       
      Pouco antes da descida, é entregue no avião o Arrival Card para preencher com dados pessoais, renda anual, motivo da viagem, etc. Ele é frente e verso e deve ser entregue junto com seu passaporte na Imigração. Antes disso, ao chegar no Aeroporto Internacional de Suvarnabhumi, você precisa seguir as placas até o Health Control. Pegue um formulário no balcão, preencha frente e verso (aqui é importante ter sua própria caneta) e entre na fila. Aqui serão conferidos passaporte, certificado de vacinação e esse formulário. 
      Só depois você segue para a Imigração. Lá precisa entregar seu passaporte e aquele Arrival Card preenchido no avião. Há uma lateral destacável desse cartão que eles devolverão a você. Guarde-o porque quando sair da Tailândia precisa entrega-lo. A perda do mesmo tem multa. 
      Para ajudar no preenchimento, deem uma lida nesse blog: https://www.eduardo-monica.com/new-blog/aeroporto-bangkok-imigracao 
      Aqui os detalhes estão bem explicados! 
      Na área de desembarque há um grande painel onde você pode procurar seu voo e descobrir em qual esteira retirar sua bagagem despachada. Saímos do desembarque e descemos 2 andares para trocar dinheiro na SuperRich, onde tinha a melhor cotação (US$1 = 30 baht). Depois só voltamos 1 andar para comprar o chip. Escolhemos a AIS com 9GB de internet + 100baht para ligações por US$10. Eles configuram tudo pra você já sair usando.  
      Como nosso hotel ficava próximo a Khao San Road, pegamos  o ShuttleBus S1 a US$2 por pessoa. Você tem acesso à ele saindo do aeroporto pelo mesmo andar das casas de câmbio. Fica junto com taxis e demais ônibus/vans.  
      No terraço do hotel funciona um bar a noite (de manhã o café é servido lá também). Como já era final do dia e estávamos muitos cansados, só subimos para jantar e tomar uma cerveja por US$15,60 
       
       
       
      DIA 2 (22/12) – Bangkok 
      De manhã fomos ao Grand Palace. Compramos o ticket na hora mesmo, mas você pode comprar antecipadamente pelo site. Pagamos 1000 baht (US$33) e, apesar de MUITO cheio, não ficamos nem 5 minutos na fila. Não é uma atração baratinha, mas te dá direito aos templos, uma exibição teatral e acesso a um museu interno. Reserve no mínimo 2:30 para a visitação só dos templos, pois o local é grande. 


      Atenção para um “golpe” bem comum e que tentaram conosco. Algumas pessoas te abordam nas ruas ao redor do Grand Palace dizendo que o mesmo está fechado, que é melhor você pegar um tuk tuk e ir até outro templo, etc. Assim ganham uma grana com a corrida ou com a venda de algum produto no caminho. A questão é que o Grand Palace fecha em pouquíssimos dias no ano (talvez uns 3), e você pode se informar no calendário oficial deles no site. Mesmo sabendo que essas pessoas não te farão mal, é uma enganação e é importante estar atento para não perder tempo e dinheiro indo em lugares que não queria ou não tinha planejado. 
      No quarteirão seguinte ao nosso hotel, tinha um restaurante de esquina muito frequentado por locais: Kope Hya Tai Kee. E foi lá que almoçamos para experimentar pratos mais tradicionais. 

      Você faz o pedido, pagamento e também a retirada dos pratos no balcão. Na mesa eles só te servem o Menu. Nossos pratos com bebida deu 318 baht (US$10,60) 
      Final do dia fomos conhecer a famosa Khao San Road! E que loucura é aquela rua; uma mistura de cheiros, barulhos, pessoas...muito legal! Não estávamos com muita fome, então só sentamos num dos barzinhos com mesa na calçada, tomamos duas cervejas e comemos uma porção de bruschettas com espinafre, queijo e um molho agridoce. Depois experimentamos escorpião, larva e grilo. Tudo deu US$18. 
       
       
      DIA 3 (23/12) – Ayutthaya  
      Quando chegamos no hotel, fechamos com uma agência que eles recomendavam o passeio até Ayutthaya (capital do antigo Reino de Sião). O tour custou para nós 1500 baht (US$50), saindo as 7h e voltando as 15h (1hora o trajeto de van). Incluía a visitação dos principais templos, com guia em inglês e almoço. 




      Existe a possibilidade de fazer por conta, pegar um trem, se hospedar lá, fazer o trajeto de bicicleta, enfim, muitas opções. O que importa é conhecer o lugar! Vale muito a pena e é algo essencial no roteiro. 
       
      DIA 4 (24/12) – Ao Nang 
      Passagens Bangkok – Krabi pela Thai Lion Air: 1995,00 baht ou US$66,50 (aproximadamente). Com 1 bagagem despachada  
      Hospedagem: Rooms Republic Hotel – US$ 127 por 3 noites 
      Tour 7 islands com empresa Lucky (encaminhado pela Franci do blogvoa): 2600 baht (US$ 86,60) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. As taxas variam de 200 a 400 baht por pessoa (tabelado). 
      Como nosso voo era muito cedo para Krabi, pegamos ainda de madrugada um GRAB do hotel em Bangkok até o Aeroporto Don Mueang. O trajeto levou uns 35 minutos (sem trânsito) e custou 355 baht. Foi o único momento que usamos o app de transporte, porque fizemos tudo a pé na cidade, mas é bom já ir com ele instalado no celular caso precise.  
      Ao chegar em Krabi, logo que sai do desembarque tem opções de shuttle para várias regiões.  Como nos hospedamos em Ao Nang, pegamos uma van coletiva que custou US$10 para os dois. Eles organizam as saídas por hotel, então te deixam na porta.  
      Como chegamos muito cedo, ainda não tinham um quarto livre. Mas pudemos deixar nossas bagagens lá e sair pra tomar um café da manhã no S&D Restaurant. Tínhamos o tour 7 Islands agendado para o mesmo dia. Esse agendamento foi feito com a Franci do @blogvoa. Ela é brasileira e oferece passeios coletivos e privados, além de serviços como transfer aeroporto/hotel. Ela tem uma parceria com o PhiphiBrazuca, outra empresa de brasileiros, mas que atende quem se hospeda em Phi Phi. No caso dos passeios saindo de Ao Nang, você faz com pessoas de diversas nacionalidades, o que eu acho até mais interessante. Fechamos dois passeios com ela, mas direcionados à duas empresas diferentes. 
      Para esse dia, a empresa Lucky foi nos buscar no hotel e levar até o pier de onde saía o longtail. De início houve bastante confusão, tinha mais gente do que o possível. Nosso longtail tinha 26 pessoas! Conclusão: mal saía do lugar, o motor tinha fumaça demais deixando todos meio preocupados. É uma prática até comum num lugar TÃO turístico, mas já adianto que depende exclusivamente da empresa. Vimos vários longtails em nossas paradas com menos gente, com o número correto de pessoas. No decorrer do passeio (la pela terceira parada), redistribuíram algumas pessoas com outro barco e ficou melhor (e mais seguro).  
      Sobre o passeio: vale muito a pena, pois para em lugares lindos! É das 14h as 20h e as paradas são: 
      Poda Island 
      Chicken island 
      Tup 
      Mor 
      Ma 
      Phra Nang 
      Ponto para nado com plânctons (a noite) 


       

       
      DIA 5 (25/12) – Railay Beach
      O dia anterior foi bastante cansativo, então tivemos uma programação mais light. Após o café da manhã pegamos um longtail para Railay Beach. Você pode adquirir o ticket de ida e volta na Cooperativa de Serviços e Barcos (mapa). Custou 400 baht para nós dois e o último horário pra volta é 17h. Porém, há quem fique até mais tarde pra ver o por do sol de lá, mas pra isso é melhor já deixar combinado com algum barqueiro (custa um pouco mais, só não sei informar o quanto). 

        
      A praia é mesmo linda! Bastante sombra natural e, pela manhã, fica melhor de nadar (e de observar) pois ao meio-dia a maré é baixa, ficando com muitas pedras a mostra e mudando bastante o cenário. O centrinho é muito legal, com muitas opções de bares, restaurantes e lojas. Se tivéssemos mais tempo disponível pra viagem, teríamos nos hospedado pelo menos 1 noite por lá.  

      Almoçamos no Flame Tree Restaurant pad thai e cerveja, custando 480 baht (US$16). 
       A noite, já de volta às proximidades do hotel, jantamos no King Kitchen. É um restaurante que serve tanto comida tailandesa quanto indiana. Existem cardápios separados. Ficamos na thai food mesmo e, nossos pratos com cerveja deram 390 baht (US$13). A cerveja que tomávamos era a Chang. Experimentamos a Leo também, mas não curtimos muito. Para os brasileiros é importante saber que não tomará cerveja trincando de gelada como aqui, rs.  
       
       
      DIA 6 (26/12) – Ao Nang 
      Passeio Phi Phi Islands com empresa Nang An (encaminhado pela Franci): 3600 baht (US$120) - incluso transfer, taxas ambientais, frutas, água, jantar, snorkel e colete salva-vidas. 
       
      Para realizar esse passeio saindo de Ao Nang, é preciso ser de speedboat por causa da distância. A empresa foi nos buscar no hotel e nos levou até um pier deles mesmo. Foi o passeio mais organizado e lindo que fizemos! Durou um pouco mais de 6 horas e as paradas foram: 
      Maya Bay (ainda está fechada e a informação que tivemos lá é que permanecerá assim pelo menos nos próximos 2 anos). 
      Loh Samah Bay 
      Pileh Lagoon (paramos para nadar) 
      Monkey Bay (não descemos do barco. Não entendi se a empresa não compactuava com o contato direto com os macacos, ou se recentemente foi proibido descer) 
      Viking Cave 
      Phi Phi Don (parada para almoço)
      Bamboo Island (1 hora) 
      Não recomendamos fazer esses passeios (principalmente em grupo) no dia que você tem um deslocamento para outra cidade em seguida, porque sempre há atrasos. 





       
      Não comentei antes mas, por todos os lugares que passamos conseguimos lavar roupas em lavanderias. Todas elas tinham a opção de pegar no dia seguinte ou express (mesmo dia). Não pedíamos para passar (custo adicional), então o valor da lavagem/secagem variava entre 40 e 70 baht/kg. Nos hoteis é um pouco mais, algo em torno de 100 baht. 
      Estávamos bastante enjoados da comida e até das opções salgadas da 7Eleven, ai fomos procurar um lanche, uma massa...as opções em Ao Nang para comida italiana, por exemplo, são muito caras. Mas fast food lá também é! Gastamos neste dia US$20 em dois combos do Burger King.
        
      DIA 7 (27/12) – Phuket 
      Transfer particular de Ao Nang p/ Phuket: 2700 baht (US$90 – pela empresa KrabiShuttle) 
      Visita ao Santuário de Elefantes: 5000 baht (US$166 – Elephant Jungle Sanctuary) – doação, transfer e almoço inclusos. 
      Hospedagem: Baan Sailom Hotel – 2935 baht ou US$97 por 1 noite 
       
      Esse foi o dia que mais gastamos, de fato. Queríamos muito ir nesse santuário de elefantes por ser um dos primeiros no país (é o mesmo que muitos vão em Chang Mai). Como só teríamos a tarde do dia 27 antes de ir para Filipinas e os ferrys saindo de Ao Nang não chegariam a tempo, decidimos contratar um transfer particular até nosso hotel que ficava na praia de Karon. Fizemos isso pelo próprio site da empresa https://krabishuttle.com 
      Saímos 6:30 de Ao Nang e fizemos a viagem de 3h. O hotel já tinha quarto disponível, então conseguimos dar entrada. Como o transfer para o santuário seria entre 11:30 e 12h, apenas comemos um croissant com chá gelado (cada) no Doi Chaang Coffee. Custou US$11. 
      O trajeto até o santuário (contando com o tempo de pegar as demais pessoas) durou uns 40 minutos. Ao chegar, nos reunimos para receber explicações sobre a história do lugar, do compromisso deles para com os elefantes, como funciona o dia-a-dia e quais eram as regras sobre como, onde e a frequência que poderíamos tocar nos animais. Acho que isso durou cerca de 1 hora. A primeira atividade foi alimenta-los com melancia e bananas, mas antes, é preciso lavar as mãos para não ter resíduos de protetor solar, senão eles não comem por causa do cheiro. Obs: levamos a GoPro para registros nossos, mas eles tem um fotógrafo que publica no facebook deles as fotos do dia. 


       
      aí fomos para a lama com eles! As vezes um cansava no meio do caminho e resolvia ficar deitado por lá mesmo haha mas depois podíamos lava-los com água limpa (e nos limpar também). Mesmo depois dessa etapa, fomos tomar uma ducha, então é bom levar sua toalha e uma troca de roupa (além da de banho). Eles nos mostraram o trabalho que fazem com as fibras expelidas nas fezes dos elefantes; elas são tratadas e prensadas a ponto de virarem papel. E há lojas que compram deles envelopes feitos lá mesmo! Final do dia, todo mundo com fome, e enquanto nossa comida não ficava pronta, tivemos uma breve aula de culinária: ensinaram a fazer a papaya salad e o pad thai!  

       Nossa interação com eles foi rápida, menos demorada do que as demais atividades e conversas sobre o local. Por um lado achei isso muito interessante, pois ao longo do dia, não interferimos tanto na rotina deles (existem dois horários de visitação). Afinal, o objetivo ali não é estressar o elefante. Achei que valeu muito a pena. Nossa curiosidade sobre esses animais com os quais não temos muito contato é natural, mas ela tem que ser suprida de forma saudável. Há uma forte conscientização ali sobre não fazer passeios de montaria ou que você veja que o animal claramente foi treinado para fazer determinada coisa. Para que isso aconteça eles apanham e sofrem muito!  
      Voltamos a tempo de ver o pôr-do-sol em Karon Beach. A praia é muito bonita, com muitas opções de bares, restaurantes e lojinhas em volta.  


       
      Nossa janta foi 1 burger, 1 Chang 600ml e 1 porção de batata fritas por US$11 no Paradise The Espresso Bar. Ali há opções para todos os gostos e bolsos, mas mais uma vez estávamos enjoados de thai food e cansados demais para procurar outras opções. 
       
      DIA 8 (28/12) – em trânsito  
      Passagens Phuket – Bangkok pela Bangkok Airways: US$ 95,20. 
      Taxi para aeroporto de Phuket: 900 baht (US$30). OBS: é muito longe! Conseguimos o taxi do hotel pelo mesmo valor do GRAB. 
      Passagens Bangkok – Manila (Filipinas) pela AirAsia: 10.860 baht (US$362) 
       
      Nosso voo para Phuket era as 14h, então pudemos dormir bem, arrumar tudo no dia e aproveitar o café da manhã do hotel. O trajeto para o aeroporto é longo: levamos 1h de taxi. Há um ônibus publico que faz o trajeto, porém, ele leva de 2 a 2:15h. Então se for pegá-lo é bom se planejar com antecedência. Esse voo chegava pelo aeroporto Suvarnabhumi em Bangkok, mas o que pegaríamos para Manila saía do Don Mueang. O transporte entre aeroportos é gratuito, você só precisa ir à saída 3 (a mesma onde ficam os taxis e vans), apresentar sua passagem no guichê de nome ShuttleBus e eles já te colocam no ônibus. Ele sai a cada meia hora, e o trajeto leva 1h (dependendo do trânsito pode levar mais). 
      Fomos para Manila as 21:30 e a viagem tem duração de 3:30h. O Aeroporto de Manila possui 4 terminais. Nós desembarcamos no 3 e precisávamos ir até o 4 para o voo de El Nido. Mas antes: trocar dinheiro, comprar chip de dados, etc. Tudo estava funcionando no terminal quando chegamos, apenas os bancos estavam fechados (caixas eletrônicos funcionam normalmente). A cotação que conseguimos era US$1 = 50,30 pesos. Como tínhamos informação de que nas cidades a cotação era mais baixa, e como no aeroporto de El Nido não tem casa de câmbio, resolvemos trocar grande quantidade (o que planejávamos para os próximos dias) lá mesmo. E depois vimos que foi a melhor coisa que fizemos (falarei mais na parte de Coron). 
      O chip compramos da empresa smart philippines e pagamos US$10. A internet era ruinzinha, meio lenta e tinham pontos das cidades que não pegava (diferente do que foi na Tailândia). Tem a empresa Globe também, não sei se ela é melhor ou se o problema é geral. 
      Voltando ao transfer entre terminais, ele é feito gratuitamente também, porém, de madrugada não há. Ele volta a funcionar as 6h e vai até 23h ou meia-noite, não me recordo. Os terminais não são tão perto e não há ligação direta entre eles, por isso precisamos pegar um taxi. Essa alternativa é cara para um percurso de 10 minutos: 640 pesos (US$12,70). O terminal 4 é só de voos domésticos e por isso bem menor. 
       
      DIA 9 (29/12) – El Nido 
      Passagens Manila – El Nido pela AirSwift: 12.332,00 pesos (a compra só pode ser feita diretamente pelo site da companhia) 
      Hospedagem: Rosanna’s Pension – 10.677 pesos por 3 noites (pagos 1 semana antes no cartão de crédito; política do hotel) 
       
      Bom, nosso voo para El Nido saiu na hora prevista, as 5:15, com duração de 1:20h. A aeronave é bem pequena, não há serviço de bordo, mas foi um voo confortável. O aeroporto de El Nido é bem simples e pequeno. As malas são entregues pessoalmente (não há esteira) e também não há casa de câmbio. Muitos hotéis disponibilizam o serviço de transfer, mas nós preferimos ir de triciclo, o que nos custou 300 pesos (US$6). Eles ficam parados lá na frente e tinha um rapaz organizando uma pequena fila. 
      Como era muito cedo e não tinha quarto vago, apenas deixamos as malas no hotel e fomos tomar café da manhã no Giovanz. Pedimos café, suco, pork silog (arroz, carne de porco em cubos e ovo frito) e omelete de legumes com torradas. Tudo saiu por 515 pesos (US$10,25). Fomos caminhar, conhecer as lojinhas, restaurantes e pesquisar preço dos tours. É tudo tabelado na verdade. Em El Nido você paga 200 pesos de taxa ambiental no primeiro passeio que fizer e não precisa pagar mais enquanto estiver lá. É só guardar o papel e apresentar nos tours dos outros dias.  
      Fechamos o tour A pela agência Emma’s para fazer no dia seguinte (30/12 – falarei mais sobre o tour em seguida). Voltamos para dar entrada no hotel e tiramos esse dia pra descansar. A partir das 17h muitos lugares tem o happy hour (50% de desconto nos drinks ou dois do mesmo). Escolhemos sentar na área externa do Sava, que tem uma vista bem legal da praia. Tomamos 4 drinks (pagando 2) e 1 cerveja por 900 pesos (US$17,90).  
       

       Para jantar preferimos sair dali e procurar algo no caminho do hotel. Confesso que não anotei o nome do lugar que paramos e nem o achei no google maps, mas era um lugar pequeno, só com dois balcões pra sentar e você faz/retira seu pedido no caixa. Perto do SAVA. Há um vidro na cozinha onde você consegue acompanhar o preparo. Comemos 1 burger, 1 burrito e um refrigerante por 300 pesos (US$6). Valeu muito a pena, tava tudo uma delícia.Pra quem gosta de cerveja, tem o The Pub. Eles servem artesanais feitas lá mesmo e tem um cardápio de lanches e porções. O lugar é bem legal e cada IPA saiu por 185 pesos (US$ 3,50). 

       
      DIA 10 (30/12) – El Nido 
      Tour A: 3.170 pesos (com taxa de 200/cada inclusa).  
       Tomamos café da manhã no hotel e fomos até a agência. De lá eles te levam até o ponto de encontro na praia, onde estará a equipe e os demais turistas. Por isso pedem para chegar uns 15 minutos antes da saída (que geralmente marcam para as 9h em passeios em grupo). Para encontrar o barco você tem que entrar na água, então já esteja com a roupa de banho e a drybag para não molhar o que for importante (água na cintura, geralmente). Os pontos de parada foram: 
      Big Lagoon 
      Small Lagoon 
      Secret Lagoon 
      7 commandos beach 
       
      Importante dizer que, apesar dos preços serem tabelados, pode haver pequena variação entre uma agência e outra devido as paradas. Por exemplo, pode ter uma praia ou ilha que eles trocam por outra que pode ser mais interessante (isso nos aconteceu no tour C e em Coron também).  


      Na Big Lagoon alugamos um caiaque por 250 pesos (US$5), mas você também pode ir nadando, se preferir.  
      Ao chegar na Secret Lagoon você vai nadando até a passagem pela rocha. A passagem em si é rasa, mas tem fila! Do outro lado você anda até uma praia, que eu acho que vale bem mais a pena do que ficar na fila, pois lá dentro não é muito bonito e a água é meio estranha. Já tínhamos lido isso antes, mesmo assim fomos rs. Mas também deu tempo de irmos até a praia. 


       
      Na 7 Commandos beach há banheiro, venda de bebidas, local para jogar basquete e vôlei, além de muita sombra feita pelos coqueiros. O mar lá é bem gostoso para nadar. 

       
      Ao voltar para El Nido, escolhemos jantar na Altrové. Já tínhamos ouvido falar de lá (tem em Coron também) e ficamos curiosos. Sempre tem fila! Principalmente após as 18h que é quando o pessoal que fez tour o dia todo começa a sair para comer. Mas a fila é bem rápida, ficamos esperando uns 10 minutos só. A especialidade é culinária italiana, e a pizza, apesar de ser individual, é bem grande. Naquele dia optamos por dividir uma de pepperoni. Pizza, suco, refrigerante e uma San Miguel beer saíram por 600 pesos (US$11,90).  
       
      DIA 11 (31/12) – El Nido 
      Tour C: 2800 pesos (US$ 55,60) 
      Fechamos o tour C também na agência Emma’s. Mesmo esquema e horário de saída do dia anterior. As paradas foram: 
      Helicopter Island 
      Hidden beach 
      Talisay beach 
      Snorkeling spot (pertinho de Talisay) 
      Secret beach 
       A Helicopter foi a primeira. A praia tem muitas pedras tanto na areia quanto na água. É um lugar que você aproveita mais para sentar e observar do que para nadar, mesmo assim há um ponto legal para snorkeling.

      Para esse passeio nosso grupo foi menor, o que tornou a experiência muito legal! Pelo o que soubemos, Talisay beach não é uma parada muito comum nesse tour, e é maravilhosa!! Quando chegamos na praia estávamos só nós e pudemos ficar mais tempo nela. 





       
      Em Hidden beach o barco também para um pouco mais longe, por isso tem que ir nadando até a praia. Conforme fica raso, torna-se difícil caminhar por causa das pedras e corais. Aqui a melhor alternativa é ir de colete pra garantir que consegue boiar, senão fica fácil machucar as pernas.  


       
      Nossa última parada foi na Secret Beach. Novamente você tem que ir nadando, mas aqui ao invés de ir direto pra areia, você vai até um buraco que existe na própria rocha e passa nadando por ele. Só lá dentro é possível ficar num lugar raso. Como no horário que fomos o mar já estava bastante agitado e mais difícil de nadar, optamos por não levar nada, nem a GoPro. Por isso não há fotos dela, mas garantimos que vale muito a pena!  
      Na volta tivemos um pequeno perrengue: um hélice do motor do barco quebrou! Ficamos parados um bom tempo até fazerem uma gambiarra rs. Andamos um pouco e logo parou novamente, até que da segunda vez deu certo e conseguimos chegar numa boa. 
       Por ser réveillon, muitos restaurantes iriam fechar mais cedo e outro fariam festas da virada (ai você pagava também um valor a mais). Como nosso quarto do hotel tinha sacada direto pra praia onde teria a queima de fogos, preferimos apenas garantir a janta e ver de lá mesmo. Fomos novamente no Altrové rs. Dessa vez pedimos 1 pizza, 1 fettuccine de camarão, taça de vinho, refrigerante e 1 cerveja; tudo por 1000 pesos.  
      Obs.: não há pagamento de 10% pelo atendimento, então a gorjeta (ou tips) fica por conta do cliente. Nas Filipinas procurávamos sempre deixar 100 pesos. Inclusive nos passeios.  
      Depois dos fogos já fomos dormir pois as 6h sairia nosso ferry boat. 
       
      DIA 12 (01/01) – Coron 
      Ferry boat para Coron pela empresa Montenegro: 3520 pesos (US$70) pagos pelo cartão de crédito no site da 12goasia + taxa de 20 pesos por pessoa paga no embarque. 
      Hospedagem: Aquilah Homestay – 10.160 pesos (US$202) por 4 noites. O café da manhã é pago a parte e por dia (reserva um dia antes), 150 pesos por pessoa.  
       Para ir ao pier, pegamos um triciclo por 50 pesos. Ao chegar lá você tem que trocar teu voucher pelo ticket (tem uma fila pra isso na área externa). Depois você entra na fila para pagar a taxa de embarque e receber um comprovante. Após isso nossas malas foram deixadas numa parede para que um cão farejasse. Só assim você entrega o que pretende despachar. Mochilas pequenas pode ir contigo (o espaço entre sua poltrona e a da frente é bom). No voucher e no e-mail de confirmação vem o aviso de que dentro do ferry é bem gelado. Então o ideal é levar uma coberta ou já ir de calça e casaco, pois são 4h de viagem. 
      Ao chegar em Coron tem vários triciclos disponíveis, então já pegamos um até nosso hotel (por 100 pesos ou US$2). A hospedagem foi perfeita desde o início: a família nos recebeu muito bem, o hotel é todo novo, limpo, tranquilo e confortável. Já aproveitamos o momento do check-in para darmos uma olhada nos tours que eles indicavam (tinham panfletos de algumas agências com as quais eles mesmos combinavam). Tínhamos visto que até 5000 pesos por um tour privado era aceitável (baseado em outros relatos). Fechamos o Ultimate por esse valor, mas para o dia seguinte, então falarei mais sobre ele depois. 
      Escolhemos tomar um café da manhã mais reforçado que valesse pelo almoço, então fomos no Tea and Shake. O lugar tem poucas mesas, você faz o pedido no balcão e já paga por lá mesmo; depois eles te servem na mesa. Importante dizer que no 1º dia do ano muitas coisas estavam fechadas lá, mas você encontrava alguns mercados e cafés abertos; à noite a cidade ganhou um pouco mais de vida. Pedimos 2 American breakfast por 400 pesos (US$8). Voltamos ao hotel para descansar durante a tarde já que não dormimos muito na noite passada. 
      A noite saímos pra dar uma volta e jantar no Blue Moon. Os pratos lá são individuais, mas beeem servidos. Pedimos um fish and chips, um burger, Mai Tai (drink) e 2 cervejas. Tudo por 1100 pesos.  
       
      DIA 13 (02/01) – Coron 
      Tour Ultimate  – PRIVADO: 5000 pesos (US$99,40) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. 
       O transfer que veio nos buscar era uma van com outras pessoas que fariam outros tour da mesma agência (desculpem, eu não anotei o nome dela). Nos levaram as 8h até o pier e nos indicaram qual seria nosso barco. Em Coron você não vai pela água como em El Nido, mas sim passando barco por barco (sempre tem alguém pra te ajudar). Além do guia, foram mais 3 rapazes para cozinhar, navegar e auxiliar nas atividades.  
      As paradas foram: 
      kayangan lake 
      Twin lagoon 
      Green lagoon 
      Coral garden 
      Cyc beach 
      Siete pecados (para snorkeling) 
       
      Primeira parada foi no Coral Garden, que é um ponto no mar para snorkeling. É mais fundo e os corais são enormes, é muito lindo! O guia mergulhou conosco e nos acompanhou. Em seguida, fizemos mais uma parada (não muito longe dali) para outro snorkeling lindo, em Siete Pecados. A visibilidade ali foi melhor ainda e com muita diversidade de corais e peixes.  



      Em seguida ficamos um tempo na Cyc beach. É uma praia de areia bem branca, com muita sombra natural. Alguns barcos param ali para preparar o almoço, mas tinha pouca gente. Aliás, todos as paradas foram muito tranquilas, demoramos pra sair de Coron (depois das 9:30) e acho que foi uma boa tática.  
      Nosso almoço foi na Green Lagoon. Pra mim, o lugar mais lindo! Comemos com calma, descansamos um pouco e nadamos.  


      De lá entramos na Twin Lagoon. O lugar é muito lindo, mas mesmo de colete eu fiquei com um pouco de medo hehe, talvez por não curtir muito águas tão profundas. Mas aproveitamos o lugar, vale a pena por ser maravilhoso, mesmo já tendo mais gente que as demais paradas. 
      Nos despedimos do passeio na Kayangan Lake. Depois de um tempo subindo, tem uma entrada à esquerda para o mirante. Vale muito a pena parar ali para admirar e tirar fotos. Na ida só tinha mais um casal ali, mas quando voltamos do lago tinha uma baita fila para a foto! 
      Depois você volta para a escadaria de onde veio e continua o caminho, agora descendo para de fato ver e nadar no lago Kayangan. Tem uma passarela de madeira por onde pode andar, ou sentar parar observar. Para entrar é obrigatório o uso do colete salva-vidas (tem várias placas já na entrada, para você não correr o risco de chegar lá sem o seu e não poder entrar). Tem alguns peixinhos lá, o que mais vimos foi o peixe-agulha; e o lugar é maravilhoso! 



      A noite, quando retornamos à Coron, saímos para jantar no Rosa’s Cantina. É um restaurante de comida mexicana e tem happy hour a partir das 17h (metade do preço nos drinks e em algumas cervejas). Pedimos tacos e quesadillas (são pratos separados, mas o tanto de comida que veio daria para 3 pessoas, tranquilamente), um drink e uma cerveja. A conta deu 1380 pesos (US$ 27,50).  
      Nessa noite precisávamos trocar mais um pouco de dinheiro para garantir os outros dias que tínhamos pela frente com tour, alimentação, etc. Achamos 3 casas de cambio, todas na rua do Blue Moon (onde jantamos na primeira noite), mas somente 1 tinha dinheiro. Fizemos bem em trocar quase tudo o que planejamos no aeroporto, porque se precisássemos de mais dinheiro em El Nido ou em Coron , ficaríamos na mão ou pegaríamos uma cotação ruim. Eu não me recordo o nome do lugar, na verdade era uma pequena venda com placa de EXCHANGE MONEY na frente (lá é assim, você faz cambio em mercados, farmácias e hoteis com o aviso). Para cada dólar conseguimos 48 pesos, lembrando que no aeroporto pegamos por 50,30.   
       
      DIA 14 (03/01) – Coron 
      Tour D (em grupo): 3400 pesos (US$67,60) – transfer, taxas, almoço, snorkel, água e frutas inclusos. Fechamos no hotel pela agência Calamian. 
       Antes de fechar, percebemos ao ver os panfletos que o tour D muda de empresa para empresa. Como a Malcapuya beach é a principal parada e é longe da cidade, eles compensam com mais 2 paradas em ilhas próximas. Nós escolhemos o seguinte itinerário: 
      Bulog dos Island 
      Banana island 
      Malcapuya beach 
       
      A primeira praia foi a Bulog dos island. Ela tem um “mirante” que é em cima de uma rocha, onde você sobe uma escadinha e tem uma vista linda, com algumas redes para deitar. Também tem uma segunda parte da praia que vale a pena visitar se quiser fazer snorkeling. E também porque é um lado mais sossegado. De toda forma, o tour D não me pareceu muito procurado, pois todas as nossas paradas estavam tranquilas. E vale muito a pena, pois as 3 praias que vimos são uma mais linda que a outra!  



       
      O segundo local foi já para nosso almoço, Banana island (ficamos entre 1 e 2 horas em cada praia). Essa acho que foi uma das praias mais “good vibes” que ficamos: cheia de coqueiros com rede, só tinha o pessoal do nosso barco, um cachorro bem lindo que era do dono do quiosque e AQUELE mar. Todo mundo aproveitou para tirar um cochilo ali hehe 


       
      E a última parada foi na famosa Malcapuya beach. Ali já tinha mais gente, mas como a praia é bem extensa, não fica a sensação de cheia. Tínhamos lido que é uma das praias mais lindas de Coron. Eu sinceramente não consegui, até agora, classificar alguma como tal. É uma decisão difícil haha. O mar ali tinha mais ondas do que as demais praias, mas não com aquela arrebentação; ainda assim era um mar tranquilo pra curtir. 

       

      De volta para Coron, fomos conhecer o Altrové de lá hahah sim, o lugar é bom. Mas lugar bom é o que não falta para comer em Coron, eu garanto. Pizza, fettuccine, vinho e cerveja: 1200 pesos (US$ 24).  De sobremesa comemos um gelato cada no Pedro’s: 2 sabores por 160 pesos. 

       
      DIA 15 (04/01) – Coron 
       Esse foi nosso último dia inteiro lá e, como sabíamos que a volta ao Brasil seria trash, resolvemos não fazer nenhum tour. Fomos andar melhor pela cidade, comprar lembrancinhas e descansar no hotel (a média da temperatura naqueles dias estava em 35 graus).  
      Como tomamos café da manhã mais tarde, só “almoçamos” um gelato hehe. Andamos bastante, compramos o que queríamos e voltamos ao hotel. 
       Saimos de novo no final do dia. Tomamos um drink cada no Coco bar. Nossa ideia era jantar por lá, mas quando pedimos o menu fomos informados que “talvez tivesse comida mais tardel”. Vai entender hehe. Uma pena, porque o lugar era bem legal, aconchegante e tocava reggae. Pagamos os 560 pesos (US$11,20) e saímos. Na esquina daquela mesma rua tem o Get Real. Um lugar bem legal também com muitas opções de comida: burgers, comida filipina, mexicana, porções... pedimos um trio de mini burger (vinham 3), uma margarita de tamarindo, cerveja e porção de nachos com chilli. Tudo por 1000 pesos (US$ 20).  
       
      DIA 16 (05/01) 
      Passagens Coron – Manila pela Cebu Pacific: 225 euros (compramos também no cartão pelo site da 12goasia, mas por algum motivo foi a única cobrada em euro). 
      A despedida
      Como nosso voo era as 14:40 e sabíamos que o aeroporto não era muito perto, pedimos um transfer em nosso hotel (agendamos na noite anterior). Saiu por 300 pesos (US$6) e uma van foi nos buscar. Tinham outras pessoas junto, de outros hoteis. Saímos 12:15 e deu tempo tranquilo, até porque nosso voo atrasou em 1 hora.  
      O aeroporto é bem pequeno, não tem muito o que explicar e nem como se perder. Tem 2 lugares dentro do embarque com opções de comida e bebida. Comemos 2 burgers, um refri e chocolate por 550 pesos (US$11).  
       A vista é linda la de cima, é um lugar que você curte até o fim mesmo. 

       
      Dessa vez chegamos no aeroporto de Manila num horário que tinha transfer gratuito entre os terminais. Depois que desembarcamos e pegamos nossa bagagem, nos dirigimos a uma salinha com a placa TERMINAL TRANSFER. Lá você apresenta sua passagem, fala o terminal que precisa ir e aguarda. Esperamos uns 45 minutos (mas pode levar até 1hora ou um pouco mais). Vieram nos chamar quando o ônibus chegou e nos acompanharam até ele lá fora: mas já adianto que é um loucura! Hehe encontramos o ônibus literalmente no meio de uma avenida, entre os carros. Nossa sorte era que só tínhamos mochilas nas costas. Mesmo os terminais não sendo muito distantes, há muito trânsito na cidade. Ainda mais final do dia. Então o mesmo trajeto que o taxi levou 10 minutos de madrugada, aqui levamos pelo menos meia hora. Por isso veja bem se tem todo esse tempo até seu próximo voo, pois nem estou contabilizando aqui o tempão que ficamos na fila do check-in e despache seguinte. O aeroporto lá costuma ser bem cheio sempre, principalmente os terminais internacionais. Se estiver com o tempo apertado, melhor opção ainda é o taxi. 
       
       Nosso voo estava marcado para 20:55 e além da conexão na Etiópia, tivemos uma escala de 1hora em Hong Kong.  
       Chegamos na Etiópia de manhã e com fome, pois não conseguimos comer no horário que foi servida a comida do avião. Agora lembram que no início do relato eu disse que só tem 1 restaurante (dividido em 2 ambientes, por isso parece dois, mas é o mesmo) e ele é caro? Pois bem, nesse dia descobrimos o QUÃO CARO. Vou resumir: 1 American breakfast com suco + um omelete com torradas e suco = 35 DÓLARES sim! Em nossa conversão pagamos cerca de 150 reais num fucking café da manhã. Podíamos ter comprado chocolate no duty free pra economizar? Sim, mas estávamos famintos e não vimos outra saída por lá, tínhamos uma longa jornada com comida de avião que já estava nos enjoando
       
      É isso! Obrigada pela paciência de quem leu até o fim, espero ter ajudado em algo. Seja pelo o que fizemos ou pelo o que poderíamos ter feito diferente. Uma coisa é certa: valeu a pena cada segundo e temos muita vontade em voltar! 
      Dúvidas, podem nos procurar pelos contatos que deixei no início. Ou pelos comentários aqui também! 


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