Primeiro mochilão. Parti de Natal/RN com conexão em São Paulo pela Gol, comprando por milhas saiu “de graça” a ida e volta para casa.
Cheguei pelo Aeroporto Ezeiza, deixei para fazer compras no duty free quando voltasse. Descendo do avião, conforme dicas, procurei o Banco La Nación e lá troquei 1 mil reais por 2,48 mil pesos, foi suficiente para os 11 dias/10 noites, mas utilizei muito cartão de crédito também.
Para ir até o Hostel contratei o bus Manoel Tienda León, custava um quarto do preço em um taxi e deixa num ponto central na estação de retiro e de lá tem serviço gratuito em vans e furgões do próprio Manoel Tienda León e deixou na porta do hostel.
No caminho até o hostel se passa ao lado do centro de treinamento da AFA - Seleção Argentina de futebol . e vi muitas araucárias, árvore linda que é originária do Brasil(Paraná).
Onde me hospedei: Milhouse Avenue (na Av de Mayo) reservei pelo próprio site do hostel que é super organizado recomendo para solteiros (quartos coletivos) e para casais jovens quarto de casal. Há também a filial que é o Milhouse Hipo, numa rua próxima. Se puder optar na chegada opte pelo Avenue, pois a localização é um pouco melhor e sua estrutura também um pouco melhor. Uma vantagem de ficar neste hostel também é que tem festa toda noite, das 10 da noite até duas da manhã, onde dá pra confraternizar com a galera do hostel, ele também tem passeios legais para quem não quer perder tempo fazendo a roteirização diária, mas optei por eu mesmo bater perna e conhecer os bairros com atrações. Apenas para ver o jogo do Boca Juniors.
Paguei R$ 24,70 por dia para ficar num quarto coletivo misto (homens e mulheres) com seis camas (três beliches), por dez noites foram R$ 247 de hospedagem! Muito barato. E é legal porque conheci pessoas legais e diferentes, entretanto as vezes foi chato porque cada um chega para dormir num horário e os baladeiros acabam acordando os que gostam de conhecer a cidade de dia (como eu) , fora a um californiano que traçou uma mulher por noite naquele quarto o que acabava me acordando durante a madrugada.
Por causa da localização do hostel, numa avenida onde se encontram boa parte dos locais a serem visitados no microcentro de Buenos Aires ficou fácil caminhar pelas ruas.
Achei o Microcentro, como eles chamam o centro da cidade lá, parecido com o centro do rio e bairros como o catete e Cinelândia, ambas as cidades guardam uma arquitetura estilo francesa do século XIX com imensos prédios que ocupam o quarteirão inteiro ou quase todo.
Notei que os pratos são muito bem servidos e normalmente um prato individual serviam bem duas pessoas. Notei que eles são bons com pratos de origem bovina, como carne e laticínios como queijo e doce de leite. Despois de apanhar um pouco é que percebi que é melhor pedir bem passado as carnes porque se não vem mais cru que o mau passado aqui no Brasil.
Como fui entre abril e maio, peguei uma manifestação trabalhista que percorreu a rua que estava hospedado, passei por dentro da manifestação que foi pacífica.
Queria ver um show de tango, me indicaram o señor tango, mas acabei fechando com o complejo tango valeu a pena pela comida e bebidas fartas, mas o show em se não achei deslumbrante, se tivesse nova oportunidade faria o señor tango.
Araucária brasileira no caminho do aeroporto Ezeiza até o centro da cidade:
Área comum no piso do hostel Milhouse Avenue onde fiquei hospedado durante toda a viagem tem wi-fi e para quem não leva note, tablete ou smartphone, há quatro computadores disponíveis para os hóspedes utilizarem, o pessoal de atendimento do milhou-se é muito legal e normalmente são mochileiros do planeta inteiro que rodam o mundo trabalhando alguns meses em diversos destinos, quando fui tinham muitos australianos trabalhando no hostel:
Arquitetura dos prédios no centro da cidade:
Abaixo, fachada do Café Tortoni, vale muito a pena ir, é um lugar histórico e turístico, tomei um café lá e depois de manhã fiz um café da manhã completo, estava acompanhado de uma amiga que também fez a viagem e cada um pediu um kit de café da manhã, veio comida demais, se pedíssemos um individual para os dois seria suficiente.
Interior do café tortoni muito bonito, ele tem uma espécie de mini museu nos fundos da cafeteria sobre o tango e sobre a cidade de Buenos Aires, também possui um palco para apresentações de tango, mas não presenciei nenhuma:
Primeiro mochilão. Parti de Natal/RN com conexão em São Paulo pela Gol, comprando por milhas saiu “de graça” a ida e volta para casa.
Cheguei pelo Aeroporto Ezeiza, deixei para fazer compras no duty free quando voltasse. Descendo do avião, conforme dicas, procurei o Banco La Nación e lá troquei 1 mil reais por 2,48 mil pesos, foi suficiente para os 11 dias/10 noites, mas utilizei muito cartão de crédito também.
Para ir até o Hostel contratei o bus Manoel Tienda León, custava um quarto do preço em um taxi e deixa num ponto central na estação de retiro e de lá tem serviço gratuito em vans e furgões do próprio Manoel Tienda León e deixou na porta do hostel.
No caminho até o hostel se passa ao lado do centro de treinamento da AFA - Seleção Argentina de futebol . e vi muitas araucárias, árvore linda que é originária do Brasil(Paraná).
Onde me hospedei: Milhouse Avenue (na Av de Mayo) reservei pelo próprio site do hostel que é super organizado recomendo para solteiros (quartos coletivos) e para casais jovens quarto de casal. Há também a filial que é o Milhouse Hipo, numa rua próxima. Se puder optar na chegada opte pelo Avenue, pois a localização é um pouco melhor e sua estrutura também um pouco melhor. Uma vantagem de ficar neste hostel também é que tem festa toda noite, das 10 da noite até duas da manhã, onde dá pra confraternizar com a galera do hostel, ele também tem passeios legais para quem não quer perder tempo fazendo a roteirização diária, mas optei por eu mesmo bater perna e conhecer os bairros com atrações. Apenas para ver o jogo do Boca Juniors.
Paguei R$ 24,70 por dia para ficar num quarto coletivo misto (homens e mulheres) com seis camas (três beliches), por dez noites foram R$ 247 de hospedagem! Muito barato. E é legal porque conheci pessoas legais e diferentes, entretanto as vezes foi chato porque cada um chega para dormir num horário e os baladeiros acabam acordando os que gostam de conhecer a cidade de dia (como eu) , fora a um californiano que traçou uma mulher por noite naquele quarto o que acabava me acordando durante a madrugada.
Por causa da localização do hostel, numa avenida onde se encontram boa parte dos locais a serem visitados no microcentro de Buenos Aires ficou fácil caminhar pelas ruas.
Achei o Microcentro, como eles chamam o centro da cidade lá, parecido com o centro do rio e bairros como o catete e Cinelândia, ambas as cidades guardam uma arquitetura estilo francesa do século XIX com imensos prédios que ocupam o quarteirão inteiro ou quase todo.
Notei que os pratos são muito bem servidos e normalmente um prato individual serviam bem duas pessoas. Notei que eles são bons com pratos de origem bovina, como carne e laticínios como queijo e doce de leite. Despois de apanhar um pouco é que percebi que é melhor pedir bem passado as carnes porque se não vem mais cru que o mau passado aqui no Brasil.
Como fui entre abril e maio, peguei uma manifestação trabalhista que percorreu a rua que estava hospedado, passei por dentro da manifestação que foi pacífica.
Queria ver um show de tango, me indicaram o señor tango, mas acabei fechando com o complejo tango valeu a pena pela comida e bebidas fartas, mas o show em se não achei deslumbrante, se tivesse nova oportunidade faria o señor tango.
Nas longas caminhadas pelo centro percorri os pontos que descrevi no roteiro (http://www.mochileiros.com/roteiro-completo-buenos-aires-em-seis-dias-com-tigre-e-colonia-de-sacramento-uruguai-inclusos-t77487.html) Os pontos que percorri nos bairros Palermo, Recoleta, La Boca (Caminito) e San Telmo também estão descritos no mesmo roteiro, abaixo seguem fotos com a explicação do local e impressões.
Araucária brasileira no caminho do aeroporto Ezeiza até o centro da cidade:
Área comum no piso do hostel Milhouse Avenue onde fiquei hospedado durante toda a viagem tem wi-fi e para quem não leva note, tablete ou smartphone, há quatro computadores disponíveis para os hóspedes utilizarem, o pessoal de atendimento do milhou-se é muito legal e normalmente são mochileiros do planeta inteiro que rodam o mundo trabalhando alguns meses em diversos destinos, quando fui tinham muitos australianos trabalhando no hostel:
Arquitetura dos prédios no centro da cidade:
Abaixo, fachada do Café Tortoni, vale muito a pena ir, é um lugar histórico e turístico, tomei um café lá e depois de manhã fiz um café da manhã completo, estava acompanhado de uma amiga que também fez a viagem e cada um pediu um kit de café da manhã, veio comida demais, se pedíssemos um individual para os dois seria suficiente.
Interior do café tortoni muito bonito, ele tem uma espécie de mini museu nos fundos da cafeteria sobre o tango e sobre a cidade de Buenos Aires, também possui um palco para apresentações de tango, mas não presenciei nenhuma:
Mais da arquitetura do microcentro:
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Editado por Visitante