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GuiMezz,

 

Houve muitos trechos em estradas, principalmente na Via Cássia. Alguns havia indicação de como contornar por outras vias ou trilhas, outros não. Mas talvez estudando o trajeto e perguntando você possa obter rotas alternativas para estes últimos também. Sempre que possível fiquei fora das rodovias, mas cerca de 20% do caminho fiz em rodovias. Sempre procurei seguir os sinais da peregrinação.

 

Em boa parte não havia acostamento (às vezes havia até vegetação invadindo um pouco a pista) e havia muitos ciclistas, o que requeria cuidado redobrado. As estradas eram um pouco perigosas sim, mas não tinham tanto tráfego, o que por um lado suavizava a situação, mas por outro lado exigia concentração para não se distrair em pontos estratégicos, como curvas ou lombadas.

 

Abraços!

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Obrigado Fernando.

 

Sua resposta foi de grande valia para mim. Forte abraço e tudo de melhor sempre.

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Ola, Fernando, belo relato sobre a Francigena, Estou pesquisando esta via.

Porem neste seu ultimo topico, lembrei dos meus caminhos de Santiago, de 2004, 2007, entre outros que vieram depois disso.

Atravessei os pirineus em outubro/2015, e passei sufoco com tempestade de chuva e vento.

Qto ao padre Jose Maria, da sopa de alho, morreu ha mto tempo.

Fiz 2 rotas do caminho dentro da França, se precisar de alguma informacao pode perguntar.

Qto à Francigena, eu gostaria de fazer a partir de Pietrasanta, mas caminhar distancias menores.

Estou nas pesquisas ainda.

 

Abs

Juju

 

Fred,

 

Estou escrevendo minhas viagens de trás para frente e o Caminho de Santiago eu trilhei em 2007 e ainda não cheguei lá. Mas sobre ele há muita informação, principalmente em http://www.santiago.org.br, que é o site oficial dos Confrades.

 

Se for a Saint Jean Pied de Port provavelmente você encontrará Janine (se ela ainda estiver neste mundo), uma moça que deve estar com cerca de 80 anos. E em San Juan de Ortega encontrará o famoso padre espiritualista com sua sopa dos peregrinos. Mesmo que você goste de cidades grandes, recomendo uma experiência em albergues de locais muito pequenos, pois sentirá uma enorme diferença. A vista,o clima e o ambiente dos locais mais altos, como a Cruz de Ferro, o Cebrero e Alto do Poyo também achei muito bons.

 

Cuidado se for atravessar o Caminho de Napoleão (Lepoeder) fora da época de verão, pois ocorrem acidentes lá. Quando fui (fim de março), uma nevasca pegou um inglês, ele se perdeu, caiu num buraco e veio a falecer. Nesta situação é mais seguro ir pela estrada paralela.

 

Buen Camino!

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Juju,

Obrigado pelos comentários e por atualizar minhas informações de quase uma década sobre o Caminho de Santiago. :D

Há vários links que coloquei no início da narrativa que talvez te ajudem na sua pesquisa. Se for realmente fazer a Via Francígena, boa caminhada!

Se precisar de algo é só escrever.

E se não for no verão e decidir passar pelo Grande São Bernardo, cuidado com o clima.

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Olá Juju, boa noite.

 

Peço licença a você e ao Fernando por entrar no meio da conversa. Bom, eu juntamente com meu irmão e sua esposa realizamos a Via Francigena entre abril e maio do ano passado. Nossa preparação levou cerca de dois anos, pois como não foi fácil encontrar informações em portuguẽs isso acarretou um pouco na demora da prepação. Enfim, tendo chegado o grande dia iniciamos nossa jornada de peregrinação em Saint-Oyen à 18 km da fronteira com a Suíça concluíndo em Roma. Vi que pretende iniciar em Pietrasanta, e contudo faz necessário saber que existe uma regra para quem faz o caminho a pé. É necessário pelo menos 400 km, nesse caso, de Lucca à Roma. Mas não se preocupa que Pietrasanta fica a poucos quilômetros de Lucca e no ponto turístico da cidade você pode obter sua credêncial. No entanto ao percebermos que a VF estava pouco difundida aqui no Brasil, juntamos nossas pesquisas com nossa expência e os relatos consistentes da viagem e criamos um site dedicado para divulgação da Via Francigena no país. Ainda não somo uma associação mas pensamos em ser logo em breve quando a demanda passar a aumentar. Caso lhe interesse deixarei o link do site para que você e futuros peregrinos abracem a idéia e ajudem a divulgar o projeto cajo tenha interesse. No mais, desejo uma boa preparação e se vier a fazer o caminho garanto que não irá se arrepender.

 

Nosso site: http://viafrancigena.com.br

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Fagner,

 

Fico feliz que vocês tenham conseguido fazer o Caminho que queriam e planejaram. 8) Eu fiquei preocupado quando o B5uno me falou de fazer a viagem entre março e maio, pois vocês pegariam muito frio. ::Cold:: Ainda mais quando vi que vocês eram de Pernambuco, onde o sol é generoso. :lol:

 

Excelente ideia de fazer o site. Eu tive muitas dificuldades para achar informações em 2011. Em 2011 eu falei com alguns dos organizadores da Via Francígena sobre emitir a credencial no Brasil através da Associação de Confrades e Amigos do Caminho de Santiago de Compostela (http://www.santiago.org.br/)., mas creio que não prosperou. Se vocês tiverem interesse em emitir a credencial por aqui (se é que já não conseguiram a parceria) através da Associação que vão criar, a pessoa com que falei foi Paolo Asolan ([email protected]), que me recomendou falar com Paolo Caucci von Saucken ([email protected]). Boa sorte! 8)

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Olá Fernando,

 

Fico agradecido pelas informações. Então, como falei , ainda não nos tornamos uma associação e também ainda não conseguimos a permissão da AEVF para emitir as credências aqui no país, mas estamos lutando para conseguir e caso consigamos será uma vitória para todos. As pessoas que você mencionou acima são associados à Via Francigena ou à associações do caminho de Santiago? Pergunto pois não entendi muito bem (hehehe).

 

Quanto ao frio você tinha razão, não pegamos nevascas ao sair de Saint-Oyen mas pegamos uma temperatura muito inferior à que estamos acostumados (hahaha), no dia que partimos fazia 7º C e pra completar a bike do Fausto quebrou pouco metros do (Chateau Verdun) então ainda passamos cerca de uns trinta minutos tentando consertar o câmbio. Foi nesse dia que sentimos frio de verdade (hahaha).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fagner,

 

Fico feliz que vocês tenham conseguido fazer o Caminho que queriam e planejaram. 8) Eu fiquei preocupado quando o B5uno me falou de fazer a viagem entre março e maio, pois vocês pegariam muito frio. ::Cold:: Ainda mais quando vi que vocês eram de Pernambuco, onde o sol é generoso. :lol:

 

Excelente ideia de fazer o site. Eu tive muitas dificuldades para achar informações em 2011. Em 2011 eu falei com alguns dos organizadores da Via Francígena sobre emitir a credencial no Brasil através da Associação de Confrades e Amigos do Caminho de Santiago de Compostela (http://www.santiago.org.br/)., mas creio que não prosperou. Se vocês tiverem interesse em emitir a credencial por aqui (se é que já não conseguiram a parceria) através da Associação que vão criar, a pessoa com que falei foi Paolo Asolan ([email protected]), que me recomendou falar com Paolo Caucci von Saucken ([email protected]). Boa sorte! 8)

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Fagner,

 

Eles são da Via Francígena. O Paolo Asolan foi quem emitiu e enviou via correio a credencial para mim. O Paolo Caucci von Saucken creio que é o reitor (coordenador geral) da organização que dá apoio à Via Francígena. Se quiser deixar seu e-mail, eu envio os e-mails em que conversei com o primeiro na época.

 

Ainda bem que vocês não passaram pelo Grande São Bernardo. Aí sim é que iriam ver o que era frio. :lol:

 

Abraços!

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Fernando.

 

Segue meu e-mail: [email protected]

 

 

Verdade, iríamos sair do Gran San Bernardo mas a estrada estava. Porém tivemos sorte senão irimos sofrer com o frio que acredito ser mais intenso naquela região.

 

 

 

 

Fagner,

 

Eles são da Via Francígena. O Paolo Asolan foi quem emitiu e enviou via correio a credencial para mim. O Paolo Caucci von Saucken creio que é o reitor (coordenador geral) da organização que dá apoio à Via Francígena. Se quiser deixar seu e-mail, eu envio os e-mails em que conversei com o primeiro na época.

 

Ainda bem que vocês não passaram pelo Grande São Bernardo. Aí sim é que iriam ver o que era frio. :lol:

 

Abraços!

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      Em toda a Noruega, a DNT (Den Norske Turistforening = Associação Norueguesa de Trekking) (english.dnt.no) é a associação responsável pela manutenção das trilhas, pontes e refúgios de montanha. Os refúgios da DNT são de três tipos: self service, staffed ou no-service. Além dos refúgios da DNT há refúgios particulares.
      1. Nos refúgios self service você pode utilizar a cozinha para preparar as refeições, comprar a comida disponível se não tiver a sua própria e dormir nos beliches em espaços compartilhados. Antes de sair deve deixar tudo em ordem (lavar, secar, arrumar tudo, varrer o chão) e preencher o formulário de despesas. A conta será enviado para o seu e-mail tempos depois. Visitas diurnas (day visit) para descansar, comer ou apenas se aquecer devem ser pagas.
      A hospedagem para não-membros neste tipo de refúgio custa NOK 390 (US$ 47,14) e o day visit até 18h custa NOK 90 (US$ 10,88). Após 18h a visita deve ser paga como uma hospedagem. Sim, tudo na Noruega é muito caro!
      Os refúgios self service podem ter guarda ou não na alta temporada. Eu conheci nove refúgios nesse trekking, apenas dois deles eram não-guardados. Nesses vale ainda mais a confiança de que o hóspede está pagando por tudo o que utilizou.
      A DNT tem uma chave (fornecida somente aos membros) que abre a porta dos refúgios não-guardados, mas nesse trekking eu não encontrei nenhum refúgio trancado.
      2. Os refúgios staffed (com funcionários) são hotéis de montanha. Neles você tem café da manhã e jantar disponíveis e não é permitido usar a cozinha. De comida para vender costumam ter apenas lanches de trilha básicos, como chocolates.
      A hospedagem para não-membros neste tipo de refúgio custa NOK 286 (US$ 34,57) em dormitório. Consulte english.dnt.no/routes-and-cabins para outros preços.
      3. Os refúgios no-service são do mesmo estilo dos self service porém não têm comida. Não cheguei a conhecer nenhum refúgio desse tipo nos trekkings que fiz na Noruega.
      Os refúgios particulares são também hotéis de montanha e têm tabelas próprias de preços.
      Para quem está com barraca, nos parques da Noruega vale mais ou menos a regra do "allemannsretten" ou direito de andar (ou direito de acesso), que diz que é permitido acampar em qualquer lugar a mais de 150m de uma casa, desde que não seja uma área cultivada ou haja uma placa de proibição. Digo 'mais ou menos' porque vi isso valer apenas nos refúgios self service; nos refúgios da DNT do tipo staffed eles pediam para acampar (gratuitamente) bem longe, fora da visão do refúgio. Acampar perto do refúgio DNT staffed custa NOK 100 (US$ 12,09) e dá direito de usar o banheiro e a sala de estar. Para mais informações sobre o "allemannsretten": www.visitnorway.com/plan-your-trip/travel-tips-a-z/right-of-access
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      Não há problema de escassez de água nesse percurso e nem todos os riachos e fontes estão descritos no texto pois são muitos.
    • Por Mari D'Angelo
      A Itália é um lugar fantástico, cheio de arte, história, cultura e beleza. Há muito o que ver e fazer, mas como tínhamos apenas 11 dias, o roteiro teve que ser um pouco resumido. Fizemos a viagem em 2012, por isso alguns valores podem estar desatualizados. Rodamos todas as cidades de trem usando a Trenitalia. Foram 4 dias em Roma, 3 dias Florença (com 1 dia dedicado a Pisa), 2 dias em Veneza e 2 dias em Milão.
       
      Hoje faria algumas coisas diferente e principalmente me planejaria melhor em relação à datas e reservas, mas acho que esse roteiro é uma boa base para conseguir conhecer o básico da bota!
       
      Dia 1 – Roma
       
      Aqui a chegada foi de avião, então para ir do aeroporto para o centro usamos o ônibus de transfer da Terravision (€ 6,00/pessoa) que para na estação de trem Roma Termini. Como o hotel era um pouco afastado, pegamos um taxi até lá. Já era um pouco tarde e depois de uma tentativa frustrada de ir até a Fontana di Trevi, comemos algo perto do hotel mesmo e descansamos para o dia seguinte. O transporte em Roma é um pouco caótico então recomendo se hospedar relativamente perto dos pontos a visitar. Usamos metrô e ônibus e no centro fizemos muita coisa a pé.
       
      Dia 2 – Roma
       
      – Monumento a Vittorio Emanuele II (A imponente construção é uma homenagem ao primeiro rei da Itália após sua unificação, vale ver o prédio por dentro, é tão lindo quanto por fora. Visite também a igreja que fica do lado direito do monumento, é maravilhosa por dentro!)
       
      – Coliseu (Na verdade o ingresso é um combo para o Coliseu, o Palatino e o Foro Romano. Pegamos alguma fila para entrar no primeiro, imagino que começando pelos outros dois a fila da compra pode ser eliminada. Pagamos € 12,00/pessoa na época)
       
      – Foro Romano (O enorme local abriga as ruínas do que já foi o ponto de encontro de nobres romanos, é realmente muito grande e fica mais interessante se tiver um guia ilustrado para entender o que está vendo)
       
      – Museu de cera (Sinceramente, é interessante, mas dispensável. Acho que se perder pelas ruas da cidade vale mais a pena)
       
      – Fontana di Trevi (Esse lugar é uma das coisas mais lindas que já vi! Conheça de dia e de noite e tome cuidado com os golpes!
       
      Dia 3 – Roma
       
      – Vaticano (Acabamos não conseguindo entrar, a fila estava de mais de 5 horas pois no dia seguinte seria feriado -atente a isso no seu roteiro pois nos dias de feriado quase tudo fecha-)
       
      – Piazza del Popolo (Acabamos andando um pouco sem rumo depois de desistir do Vaticano, a praça é bonita, mas dispensável se estiver sem tempo)
       
      – Piazza di Spagna (A praça é linda, se for na primavera verá a escadaria toda florida. Só prepare-se para a multidão)
       
      – Panteão (Antes de virar um local sacro para o cristianismo, era um templo de deuses greco-romano pagãos)
       
      – Igreja São Luis dos Franceses (Conserva algumas obras de Caravaggio)
       
      – Piazza Navona (Tem uma fonte central maravilhosa!)
       
      – Bocca della Veritá (Tem que colocar a mãozinha lá dentro né?!)
       
      – Trastevere (Simpático bairro, agradável para um almoço no fim da tarde)
       
      Dia 4 – Roma
       
      – Castel Sant’Angelo (Queríamos entrar mas como era feriado, estava fechado, acho que deve valer a visita)
       
      – Basílica de Santa Maria Maggiore (Seu interior é uma obra de arte!)
       
      Dia 5 – Florença
       
      Da Roma Termini pegamos o trem para Florença, a cidade é pequena então dá pra fazer tudo a pé. Ficamos no Hostel Plus Florence, um dos melhores que já conhecemos, recomendo! Dá pra chegar a pé da estação (embora seja um pouco cansativo com malas).
       
      – Igreja Santa Maria del Fiore (Cartão postal da cidade, o interior da sua cúpula é fantástico! Além disso, subindo no topo da igreja tem-se uma vista verdadeiramente panorâmica)
       
      – Galeria Degli Uffizi (Boticelli e outras obras incríveis!)
       
      Dia 6 – Pisa / Firenze
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Pisa, achei um pouco bagunçado, especialmente na volta, mas perguntando e seguindo o fluxo dá pra se encontrar.
       
      – Pisa (Não há muito o que fazer, mas vale ver a famosa torre ao vivo, uma manhã é suficiente)
       
      – Igreja Santa Maria Novella
       
      – Museu dell’Opera del Duomo (Destaque para Pietá e algumas obras de Donatello)
       
      – Ponte Vecchio (Apesar de não ter me encantado muito por sua beleza, a história interessante)
       
      Dia 7 – Firenze
       
      – Galleria dell’Accademia (Davi de Michelangelo é o grande destaque)
       
      – Basilica di Santa Croce (Onde está enterrado Michelangelo, Galileu Galilei, entre outros)
       
      Dia 8 – Veneza
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Veneza, aqui e aqui estão os post contando em detalhes nossos dias por lá. Se tiver um dia a mais no roteiro adicione as ilhas de Murano ou Burano.
       
      – Basílica di San Marco (Visite-a por dentro para ver os lindos tetos em mosaico de ouro)
       
      – Ponte do Rialto (Cartão postal da cidade)
       
      – Palazzo Ducale
       
      Dia 9 – Veneza
       
      - Museu de história natural (Interessante, mas se não for um grande fã do assunto não vale muito a pena)
       
      – Museu Peggy Guggenheim (Maravilhoso!!!)
       
      - Igreja Santa Maria della Salute
       
      Dia 10 – Milão
       
      Vou ser bem sincera, não gostei muito de Milão. Na verdade, acho que achei um pouco parecida com São Paulo, mais urbana do que o “padrão” velho continente. Mas claro que tem lá seus encantos, começando pela estação de trem, que é linda!
       
      – Galeria Vittorio Emanuele (O lugar é maravilhoso do chão ao teto, abriga lojas de luxo e um Mc Donalds onde é possível tomar um café da manhã barato)
       
      – Catedral de Milão ou Duomo (Linda! Vale a pena subir, não pela vista, mas para observar a arquitetura de perto. Ah, esse é um dos muitos lugares na Itália onde há restrições com roupas curtas)
       
      – Castelo Sforzesco (o gostoso aqui é entrar pelo castelo, passar pelo parque e terminar no Arco della Pace. Aqui também tem golpes, fique atento)
       
      Dia 11 – Milão
       
      Este dia basicamente sobrou, tínhamos reservado um dia para ir ao Lago di Como e acabamos cancelando por achar que seria pouco tempo em Milão, me arrependo muito, não faça isso! Visitamos o museu do Castelo Sforzesco que reune obras de diferentes séculos e encontramos uma exposição de design gratuita para completar. Queríamos ter visto “A Última ceia”, mas não conseguimos pois é necessário agendar antecipadamente e é super concorrido! O site para comprar pela internet é este.
       
      É claro que o roteiro tem só os pontos chave de cada lugar, não deixe de se perder pelas ruazinhas, experimente o delicioso canoli, tome muito gelato (o de nutela e chocolate com laranja foram os meus preferidos), prepare-se para comer uma pizza inteira sozinho e pode confiar no vinho da casa!
       
      ps. Terminando este texto percebi que agora que estou começando meus estudos em História da arte, preciso voltar e rever tudo isso com outros olhos!
       
      Veja o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/italia-de-trem-roteiro-de-11-dias/
    • Por dan_vieira
      Olá galera,
      Fiz uma viagem para Europa em Feveiro de 2018 e fiquei 60 dias por la. Dividi a viagem em 2 partes, uma com a família e outra sozinho. Estou compartilhando aqui algumas informações uma vez que o grupo me ajudou muito nessa jornada. Vou publicar em duas partes para não ficar muito longo.
       
      TRANSPORTE
      VOO SALVADOR – BARCELONA c/ stopover em Lisboa (TAP) – R$1.124,00 VOO MILÃO – Salvador com Stopover em Porto (TAP) – R$824,00 VOO BARCELONA – NAPOLES  (RYANAIR) - R82,00 TREM NAPOLES– ROMA (TRENITALIA) – R$60,00 TREM ROMA – MILÃO (TRENITALIA) – R$148,00 VOO MILÃO – PARIS (RYANAIR) – R$90,00 BUS PARIS – BASEL (FLIXBUS) – R$81,00 TOTAL = R$2.409 + R$400,00 ( Transfer p/ Hotel)  = R$2.809,00
       
      HOSPEDAGEM – apartamento c/ cozinha em todas as cidades (exceto Nápoles) – Valor da diária/pessoa.
      LISBOA – R$61,50 BARCELONA – R$ 77,00 NAPOLES -  R$80,00 ROMA - R$81,00 MILÃO – R$88,00 PARIS – R$95,00 SUIÇA – Casa da Familia =p TOTAL = R$1.356,00
      TOTAL TRANSPORTE + HOSPEDAGEM = 4.165,00
       
      OUTROS GASTOS:
      Lisboa Card/72h– R$190,00 bilhete T10 Barça – R$ 44,49 Camp Nou Experience – R$104,42 Sagrada Familia - R$86,26 Parque Güell – R$31,78 (tem opção gratuita) Tour Napoles-Pompeia R$152,00 Roma Pass – R$131,00 Paris Visite 3 dias -  108,96 Boat Station Thun-Interlaken - R$230,00 Top of Europe-Kleine Scheidegg-Grindenwald – R$850,00 (Não Fiz)  
      O QUE MAIS GOSTEI?
      Barcelona é incrível demais, voltaria no verão para ficar no mínimo uma semana. Lisboa eu adorei pois me lembrou muito minha cidade (Salvador) e os preços bem em conta. Paris o que mais gostei foram os brechós com peças de 1 euro, no mais a cidade é encantadora, mas não voltaria, apesar de saber que tem muita coisa a oferecer.
       
      O QUE NÃO GOSTEI?
      A Itália em geral, principalmente na caótica napoles, tinha até tanque de guerra na rua. Eu achei a galera meio trambiqueira, queriam me subornar no aeroporto e etc. Mas foi onde comi mais, melhor, gostoso e barato. Claro! Suiça é muito cara, é linda demais, acabei gastando pouco porque tenho família lá, mas é muito caro, muito! Achei muito pega turista a maioria dos museus na Europa, é preciso selecionar bem onde quer ir, qualquer coisa que você visita é 15/25 euros e as vezes a sensação que tive era de muito custo para pouca coisa, tirando a muvuca de gente em alguns locais, como o Louvre.
       
      OBS 1:Da Suíça continuei sozinho a viagem que vou escrever em breve.
      OBS 2: Recomendo muito os voos da TAP com stopover, que é um tipo de conexão “voluntária”, uma parada numa determinada cidade de alguns dias. Escolhi Lisboa na ida e Porto na volta.
      OBS 3: Encontrei preços ótimos de voos com a Ryanair, mas se atente para as bagagens, os valores promocionais não dão direito a despachar bagagem. Eu consegui viajar europa apenas com bagagem de mão (1 mochila de 45L + uma bolsa de 15L). Quem viajar em grupo uma dica que dou é a cada 2 ou 3 pessoas tentar despachar so uma bagagem e levar o restante nas bagagens de mão. Outro detalhe é que as vezes o aeroporto fica muito longe da cidade (no caso de Paris) e acabamos pagando o mesmo preço praticamente de um transfer, que ainda assim compensou.
      OBS 4: Não fiquei na paranoia de visitar todos os moseus e etc. nem é minha vibe, gosto de circular pela cidade. Os city pass das cidades eu comprei por causa da comodidade que estava com a família e usamos muito o transporte público. Mas faça os cálculos para saber se compensa mesmo.
      OBS 5: Senti muito não ter feito a região da Florença, mas no consenso familiar Paris e Suiça eram prioridades. Além disso, o voo de Milão para Paris estava super barato, compensava ir pra lá.  
      OBS 6: Bons valores eu achei por ser na baixa temporada, inverno. Tem os pros e contras. Por exemplo, não tomei banho de mar, nem em Portugal, nem em Barcelona. 80% dos dias na viagem estavam nublados.
      OBS 7: Na Suiça queria ter rodado o país de trem, mas como estava em Família, foi mais um trecho da viagem de curtir outra vibe mesmo. Quem estiver indo por la, pesquise sobre o Swiss Pass.
      OBS 8: Sobre as hospedagens, acabei gastando pouco pois dividir o apartamento com outras pessoas. Achei bons preços por causa da época, baixa estação. Pesquisei muito e é preciso se ligar na localização das ofertas. Geralmente por sorte eu achei boas hospedagens com boas localizações, com exceção de Roma e Paris.
      OBS 9: Para hospedagem utilizei o booking.com e o airbnb.com .  Já para as passagens utilizei o skyscanner. Alguns blogs que recomendo e que aproveitei muito as informações:
      https://www.mochileiros.com
      https://www.viajenaviagem.com
      https://www.360meridianos.com
      https://mochilaobarato.com.br
      https://ilovetrip.com.br
       
      Quem quiser visitar, minha pagina no instagram, lá tem outras fotos dessa viagem e outros rolês que fiz.  https://www.instagram.com/xdan.trips
       
      Próxima parte tem: Amsterdam, Berlim, Praga, Cracovia, Budapeste, Sarajevo, Zagreb e Porto.


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