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GuiMezz,

 

A vaca do vídeo parece muito com aquela que enfezou comigo e me fez mudar o caminho como eu narrei na descrição. :D:D:D

 

Acho que dá para você acampar, mas só reitero para você tomar cuidado, principalmente quando estiver no entorno de cidades grandes ou em zonas onde pode haver xenofobia, ainda mais se você tiver um biotipo que pareça alguma etnia de que alguns grupos de europeus não gostam. E cuidado com o frio, pois perto de montanhas ou em locais muito ao norte a temperatura costuma cair bastante à noite. Neste caso, um saco de dormir que suporte baixas temperaturas pode ser fundamental (a diferença entre a vida e a morte). Se for acampar, sugiro a você estudar a temperatura passada nos locais mais críticos para mensurar aquilo de que precisa.

 

Boa Sorte!

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Fred,

 

Esta é uma das 3 Grandes Peregrinações do Cristianismo, junto com Santiago e Jerusalém. Se precisar de algo em que eu possa ajudar, basta falar.

 

Boa Sorte e Felicidades!

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Com certeza vou precisar Fernando.

Mas acho que primeiro vou fazer a de Santiago.

O interessante logo no início do seu relato foi a parte de Genebra, pois estive lá ano passado no CERN por uma semana estudando (sou professor de Física).

Grande abraço!

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Fred,

 

Estou escrevendo minhas viagens de trás para frente e o Caminho de Santiago eu trilhei em 2007 e ainda não cheguei lá. Mas sobre ele há muita informação, principalmente em http://www.santiago.org.br, que é o site oficial dos Confrades.

 

Se for a Saint Jean Pied de Port provavelmente você encontrará Janine (se ela ainda estiver neste mundo), uma moça que deve estar com cerca de 80 anos. E em San Juan de Ortega encontrará o famoso padre espiritualista com sua sopa dos peregrinos. Mesmo que você goste de cidades grandes, recomendo uma experiência em albergues de locais muito pequenos, pois sentirá uma enorme diferença. A vista,o clima e o ambiente dos locais mais altos, como a Cruz de Ferro, o Cebrero e Alto do Poyo também achei muito bons.

 

Cuidado se for atravessar o Caminho de Napoleão (Lepoeder) fora da época de verão, pois ocorrem acidentes lá. Quando fui (fim de março), uma nevasca pegou um inglês, ele se perdeu, caiu num buraco e veio a falecer. Nesta situação é mais seguro ir pela estrada paralela.

 

Buen Camino!

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Muito obrigado, Fernando pelas informações. Foram de grande valia.

Caso não seja possível a saída de Hospício de São Bernando, iremos sair de Aosta ou outra mais acima do vale de Aosta.

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Fernando, me surgiu outra dúvida agora ::lol3::

 

Quando vc estava caminhando, e por acaso sentia uma vontade de ir ao banheiro, tinha de segurar e ir se apertando até chegar à cidade mais próxima, dava um jeito em algum matinho, ou levava uma sacolinha e uma garrafinha junto ?

 

A pergunta é séria! ::lol3::

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::lol3::

Boa parte da peregrinação foi em áreas rurais, então não tive que ficar muitas vezes apertado, pois sempre era possível achar alguma planta para regar. Eu geralmente sinto necessidade de ir ao banheiro muitas vezes, mais do que as pessoas "normais". Mas como em boa parte do trajeto as temperaturas estavam altas, devido à época do ano, até que não tive tanta vontade assim, pois suava muito.

Quando estava nas cidades, aí sim, precisei ficar apertado algumas vezes. mas sabendo disso, já fazia o cálculo de quando e quanto tomar de água. ::lol3:: Em Roma este cálculo foi importante, pois a travessia foi longa. No Vaticano, ponto de chegada, havia banheiros públicos, porém a fila de entrada para o Vaticano costuma ser longa, então se estiver apertado vai sofrer um pouco, mas poderá também pedir para algum dono de restaurante ou bar.

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Boa noite Fernando.

 

Pretendo realizar a peregrinação em abril deste ano com meu irmão e sua esposa que inclusive já lhe fez algumas perguntas. Bom, queria saber se em algum momento foi exigido de você o seguro viagem em território Italiano e qual me recomendaria.

 

Atenciosamente

Fagner Mendes

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Fagner,

Em nenhum momento me foi exigido o seguro de saúde para entrada na Zona Schengen (imagino que é deste que você está falando). Eu fiz escala em Madrid para chegar até a Suíça, então teoricamente era lá que deveria ter sido pedido, mas não foi. Numa outra viagem em 2013 em que cheguei diretamente na Itália também não me foi exigido o seguro.

Vários cartões de crédito possuem uma opção de emitir este seguro para viajantes que paguem suas passagens aéreas utilizando-os. Sugiro verificar se o seu possui esta opção.

Há também um documento emitido pelo Ministério da Saúde do Brasil referente ao tratado de cooperação para atendimento recíproco de brasileiros na Itália e italianos no Brasil. Creio que se chama IB-2. Sugiro verificar se ele é atualmente aceito.

Boa viagem, não se esqueçam da credencial e cuidado com o frio nas montanhas em abril.

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Fernando, a rota que você escolheu, ela tinha muitos trechos que passavam por rodovias e estradas movimentadas ? Sem sim, você tomou outro caminho ou seguiu assim mesmo ?

 

Vi que há caminhos com algumas rodovias, mas seria possível contorná-los com estradinhas na área rural.

 

As rodovias são muito perigosas ? Há acostamento ?

 

 

Obrigado pela ajuda !

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    • Por rafael_santiago
      Pico Hårteigen
      Início: Odda
      Final: Finse
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      Menor altitude: 0m em Odda
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      O problema do trekking na Noruega (e na Suécia) é justamente o alto índice de chuva. Pelo menos para nós brasileiros, que não estamos acostumados a caminhar vários dias embaixo de chuva, porém para os noruegueses isso não tem a menor importância. Eles vão para a trilha com chuva ou sem chuva. Eu tive cinco dias seguidos de sol nesse trekking e isso foi uma tremenda sorte.
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      Lago a 1194m de altitude no 6º dia de caminhada
      Em toda a Noruega, a DNT (Den Norske Turistforening = Associação Norueguesa de Trekking) (english.dnt.no) é a associação responsável pela manutenção das trilhas, pontes e refúgios de montanha. Os refúgios da DNT são de três tipos: self service, staffed ou no-service. Além dos refúgios da DNT há refúgios particulares.
      1. Nos refúgios self service você pode utilizar a cozinha para preparar as refeições, comprar a comida disponível se não tiver a sua própria e dormir nos beliches em espaços compartilhados. Antes de sair deve deixar tudo em ordem (lavar, secar, arrumar tudo, varrer o chão) e preencher o formulário de despesas. A conta será enviado para o seu e-mail tempos depois. Visitas diurnas (day visit) para descansar, comer ou apenas se aquecer devem ser pagas.
      A hospedagem para não-membros neste tipo de refúgio custa NOK 390 (US$ 47,14) e o day visit até 18h custa NOK 90 (US$ 10,88). Após 18h a visita deve ser paga como uma hospedagem. Sim, tudo na Noruega é muito caro!
      Os refúgios self service podem ter guarda ou não na alta temporada. Eu conheci nove refúgios nesse trekking, apenas dois deles eram não-guardados. Nesses vale ainda mais a confiança de que o hóspede está pagando por tudo o que utilizou.
      A DNT tem uma chave (fornecida somente aos membros) que abre a porta dos refúgios não-guardados, mas nesse trekking eu não encontrei nenhum refúgio trancado.
      2. Os refúgios staffed (com funcionários) são hotéis de montanha. Neles você tem café da manhã e jantar disponíveis e não é permitido usar a cozinha. De comida para vender costumam ter apenas lanches de trilha básicos, como chocolates.
      A hospedagem para não-membros neste tipo de refúgio custa NOK 286 (US$ 34,57) em dormitório. Consulte english.dnt.no/routes-and-cabins para outros preços.
      3. Os refúgios no-service são do mesmo estilo dos self service porém não têm comida. Não cheguei a conhecer nenhum refúgio desse tipo nos trekkings que fiz na Noruega.
      Os refúgios particulares são também hotéis de montanha e têm tabelas próprias de preços.
      Para quem está com barraca, nos parques da Noruega vale mais ou menos a regra do "allemannsretten" ou direito de andar (ou direito de acesso), que diz que é permitido acampar em qualquer lugar a mais de 150m de uma casa, desde que não seja uma área cultivada ou haja uma placa de proibição. Digo 'mais ou menos' porque vi isso valer apenas nos refúgios self service; nos refúgios da DNT do tipo staffed eles pediam para acampar (gratuitamente) bem longe, fora da visão do refúgio. Acampar perto do refúgio DNT staffed custa NOK 100 (US$ 12,09) e dá direito de usar o banheiro e a sala de estar. Para mais informações sobre o "allemannsretten": www.visitnorway.com/plan-your-trip/travel-tips-a-z/right-of-access
      O uso do banheiro para quem está acampando (ou apenas de passagem) é livre nos refúgios self service e costuma ser cobrado nos refúgios DNT staffed e particulares (ou gratuito se consumir alguma coisa). Nos self service o banheiro é do tipo seco, uma casinha separada, com uma bancada e o assento sobre ela. Muitas vezes o assento e a tampa são de isopor e há uma outra tampa de madeira para colocar por cima. Costumam ter papel higiênico. Nos staffed é um banheiro normal e interno.
      Não há problema de escassez de água nesse percurso e nem todos os riachos e fontes estão descritos no texto pois são muitos.
    • Por Mari D'Angelo
      A Itália é um lugar fantástico, cheio de arte, história, cultura e beleza. Há muito o que ver e fazer, mas como tínhamos apenas 11 dias, o roteiro teve que ser um pouco resumido. Fizemos a viagem em 2012, por isso alguns valores podem estar desatualizados. Rodamos todas as cidades de trem usando a Trenitalia. Foram 4 dias em Roma, 3 dias Florença (com 1 dia dedicado a Pisa), 2 dias em Veneza e 2 dias em Milão.
       
      Hoje faria algumas coisas diferente e principalmente me planejaria melhor em relação à datas e reservas, mas acho que esse roteiro é uma boa base para conseguir conhecer o básico da bota!
       
      Dia 1 – Roma
       
      Aqui a chegada foi de avião, então para ir do aeroporto para o centro usamos o ônibus de transfer da Terravision (€ 6,00/pessoa) que para na estação de trem Roma Termini. Como o hotel era um pouco afastado, pegamos um taxi até lá. Já era um pouco tarde e depois de uma tentativa frustrada de ir até a Fontana di Trevi, comemos algo perto do hotel mesmo e descansamos para o dia seguinte. O transporte em Roma é um pouco caótico então recomendo se hospedar relativamente perto dos pontos a visitar. Usamos metrô e ônibus e no centro fizemos muita coisa a pé.
       
      Dia 2 – Roma
       
      – Monumento a Vittorio Emanuele II (A imponente construção é uma homenagem ao primeiro rei da Itália após sua unificação, vale ver o prédio por dentro, é tão lindo quanto por fora. Visite também a igreja que fica do lado direito do monumento, é maravilhosa por dentro!)
       
      – Coliseu (Na verdade o ingresso é um combo para o Coliseu, o Palatino e o Foro Romano. Pegamos alguma fila para entrar no primeiro, imagino que começando pelos outros dois a fila da compra pode ser eliminada. Pagamos € 12,00/pessoa na época)
       
      – Foro Romano (O enorme local abriga as ruínas do que já foi o ponto de encontro de nobres romanos, é realmente muito grande e fica mais interessante se tiver um guia ilustrado para entender o que está vendo)
       
      – Museu de cera (Sinceramente, é interessante, mas dispensável. Acho que se perder pelas ruas da cidade vale mais a pena)
       
      – Fontana di Trevi (Esse lugar é uma das coisas mais lindas que já vi! Conheça de dia e de noite e tome cuidado com os golpes!
       
      Dia 3 – Roma
       
      – Vaticano (Acabamos não conseguindo entrar, a fila estava de mais de 5 horas pois no dia seguinte seria feriado -atente a isso no seu roteiro pois nos dias de feriado quase tudo fecha-)
       
      – Piazza del Popolo (Acabamos andando um pouco sem rumo depois de desistir do Vaticano, a praça é bonita, mas dispensável se estiver sem tempo)
       
      – Piazza di Spagna (A praça é linda, se for na primavera verá a escadaria toda florida. Só prepare-se para a multidão)
       
      – Panteão (Antes de virar um local sacro para o cristianismo, era um templo de deuses greco-romano pagãos)
       
      – Igreja São Luis dos Franceses (Conserva algumas obras de Caravaggio)
       
      – Piazza Navona (Tem uma fonte central maravilhosa!)
       
      – Bocca della Veritá (Tem que colocar a mãozinha lá dentro né?!)
       
      – Trastevere (Simpático bairro, agradável para um almoço no fim da tarde)
       
      Dia 4 – Roma
       
      – Castel Sant’Angelo (Queríamos entrar mas como era feriado, estava fechado, acho que deve valer a visita)
       
      – Basílica de Santa Maria Maggiore (Seu interior é uma obra de arte!)
       
      Dia 5 – Florença
       
      Da Roma Termini pegamos o trem para Florença, a cidade é pequena então dá pra fazer tudo a pé. Ficamos no Hostel Plus Florence, um dos melhores que já conhecemos, recomendo! Dá pra chegar a pé da estação (embora seja um pouco cansativo com malas).
       
      – Igreja Santa Maria del Fiore (Cartão postal da cidade, o interior da sua cúpula é fantástico! Além disso, subindo no topo da igreja tem-se uma vista verdadeiramente panorâmica)
       
      – Galeria Degli Uffizi (Boticelli e outras obras incríveis!)
       
      Dia 6 – Pisa / Firenze
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Pisa, achei um pouco bagunçado, especialmente na volta, mas perguntando e seguindo o fluxo dá pra se encontrar.
       
      – Pisa (Não há muito o que fazer, mas vale ver a famosa torre ao vivo, uma manhã é suficiente)
       
      – Igreja Santa Maria Novella
       
      – Museu dell’Opera del Duomo (Destaque para Pietá e algumas obras de Donatello)
       
      – Ponte Vecchio (Apesar de não ter me encantado muito por sua beleza, a história interessante)
       
      Dia 7 – Firenze
       
      – Galleria dell’Accademia (Davi de Michelangelo é o grande destaque)
       
      – Basilica di Santa Croce (Onde está enterrado Michelangelo, Galileu Galilei, entre outros)
       
      Dia 8 – Veneza
       
      De manhã cedo pegamos o trem para Veneza, aqui e aqui estão os post contando em detalhes nossos dias por lá. Se tiver um dia a mais no roteiro adicione as ilhas de Murano ou Burano.
       
      – Basílica di San Marco (Visite-a por dentro para ver os lindos tetos em mosaico de ouro)
       
      – Ponte do Rialto (Cartão postal da cidade)
       
      – Palazzo Ducale
       
      Dia 9 – Veneza
       
      - Museu de história natural (Interessante, mas se não for um grande fã do assunto não vale muito a pena)
       
      – Museu Peggy Guggenheim (Maravilhoso!!!)
       
      - Igreja Santa Maria della Salute
       
      Dia 10 – Milão
       
      Vou ser bem sincera, não gostei muito de Milão. Na verdade, acho que achei um pouco parecida com São Paulo, mais urbana do que o “padrão” velho continente. Mas claro que tem lá seus encantos, começando pela estação de trem, que é linda!
       
      – Galeria Vittorio Emanuele (O lugar é maravilhoso do chão ao teto, abriga lojas de luxo e um Mc Donalds onde é possível tomar um café da manhã barato)
       
      – Catedral de Milão ou Duomo (Linda! Vale a pena subir, não pela vista, mas para observar a arquitetura de perto. Ah, esse é um dos muitos lugares na Itália onde há restrições com roupas curtas)
       
      – Castelo Sforzesco (o gostoso aqui é entrar pelo castelo, passar pelo parque e terminar no Arco della Pace. Aqui também tem golpes, fique atento)
       
      Dia 11 – Milão
       
      Este dia basicamente sobrou, tínhamos reservado um dia para ir ao Lago di Como e acabamos cancelando por achar que seria pouco tempo em Milão, me arrependo muito, não faça isso! Visitamos o museu do Castelo Sforzesco que reune obras de diferentes séculos e encontramos uma exposição de design gratuita para completar. Queríamos ter visto “A Última ceia”, mas não conseguimos pois é necessário agendar antecipadamente e é super concorrido! O site para comprar pela internet é este.
       
      É claro que o roteiro tem só os pontos chave de cada lugar, não deixe de se perder pelas ruazinhas, experimente o delicioso canoli, tome muito gelato (o de nutela e chocolate com laranja foram os meus preferidos), prepare-se para comer uma pizza inteira sozinho e pode confiar no vinho da casa!
       
      ps. Terminando este texto percebi que agora que estou começando meus estudos em História da arte, preciso voltar e rever tudo isso com outros olhos!
       
      Veja o relato completo com fotos aqui: http://www.queroirla.com.br/italia-de-trem-roteiro-de-11-dias/
    • Por dan_vieira
      Olá galera,
      Fiz uma viagem para Europa em Feveiro de 2018 e fiquei 60 dias por la. Dividi a viagem em 2 partes, uma com a família e outra sozinho. Estou compartilhando aqui algumas informações uma vez que o grupo me ajudou muito nessa jornada. Vou publicar em duas partes para não ficar muito longo.
       
      TRANSPORTE
      VOO SALVADOR – BARCELONA c/ stopover em Lisboa (TAP) – R$1.124,00 VOO MILÃO – Salvador com Stopover em Porto (TAP) – R$824,00 VOO BARCELONA – NAPOLES  (RYANAIR) - R82,00 TREM NAPOLES– ROMA (TRENITALIA) – R$60,00 TREM ROMA – MILÃO (TRENITALIA) – R$148,00 VOO MILÃO – PARIS (RYANAIR) – R$90,00 BUS PARIS – BASEL (FLIXBUS) – R$81,00 TOTAL = R$2.409 + R$400,00 ( Transfer p/ Hotel)  = R$2.809,00
       
      HOSPEDAGEM – apartamento c/ cozinha em todas as cidades (exceto Nápoles) – Valor da diária/pessoa.
      LISBOA – R$61,50 BARCELONA – R$ 77,00 NAPOLES -  R$80,00 ROMA - R$81,00 MILÃO – R$88,00 PARIS – R$95,00 SUIÇA – Casa da Familia =p TOTAL = R$1.356,00
      TOTAL TRANSPORTE + HOSPEDAGEM = 4.165,00
       
      OUTROS GASTOS:
      Lisboa Card/72h– R$190,00 bilhete T10 Barça – R$ 44,49 Camp Nou Experience – R$104,42 Sagrada Familia - R$86,26 Parque Güell – R$31,78 (tem opção gratuita) Tour Napoles-Pompeia R$152,00 Roma Pass – R$131,00 Paris Visite 3 dias -  108,96 Boat Station Thun-Interlaken - R$230,00 Top of Europe-Kleine Scheidegg-Grindenwald – R$850,00 (Não Fiz)  
      O QUE MAIS GOSTEI?
      Barcelona é incrível demais, voltaria no verão para ficar no mínimo uma semana. Lisboa eu adorei pois me lembrou muito minha cidade (Salvador) e os preços bem em conta. Paris o que mais gostei foram os brechós com peças de 1 euro, no mais a cidade é encantadora, mas não voltaria, apesar de saber que tem muita coisa a oferecer.
       
      O QUE NÃO GOSTEI?
      A Itália em geral, principalmente na caótica napoles, tinha até tanque de guerra na rua. Eu achei a galera meio trambiqueira, queriam me subornar no aeroporto e etc. Mas foi onde comi mais, melhor, gostoso e barato. Claro! Suiça é muito cara, é linda demais, acabei gastando pouco porque tenho família lá, mas é muito caro, muito! Achei muito pega turista a maioria dos museus na Europa, é preciso selecionar bem onde quer ir, qualquer coisa que você visita é 15/25 euros e as vezes a sensação que tive era de muito custo para pouca coisa, tirando a muvuca de gente em alguns locais, como o Louvre.
       
      OBS 1:Da Suíça continuei sozinho a viagem que vou escrever em breve.
      OBS 2: Recomendo muito os voos da TAP com stopover, que é um tipo de conexão “voluntária”, uma parada numa determinada cidade de alguns dias. Escolhi Lisboa na ida e Porto na volta.
      OBS 3: Encontrei preços ótimos de voos com a Ryanair, mas se atente para as bagagens, os valores promocionais não dão direito a despachar bagagem. Eu consegui viajar europa apenas com bagagem de mão (1 mochila de 45L + uma bolsa de 15L). Quem viajar em grupo uma dica que dou é a cada 2 ou 3 pessoas tentar despachar so uma bagagem e levar o restante nas bagagens de mão. Outro detalhe é que as vezes o aeroporto fica muito longe da cidade (no caso de Paris) e acabamos pagando o mesmo preço praticamente de um transfer, que ainda assim compensou.
      OBS 4: Não fiquei na paranoia de visitar todos os moseus e etc. nem é minha vibe, gosto de circular pela cidade. Os city pass das cidades eu comprei por causa da comodidade que estava com a família e usamos muito o transporte público. Mas faça os cálculos para saber se compensa mesmo.
      OBS 5: Senti muito não ter feito a região da Florença, mas no consenso familiar Paris e Suiça eram prioridades. Além disso, o voo de Milão para Paris estava super barato, compensava ir pra lá.  
      OBS 6: Bons valores eu achei por ser na baixa temporada, inverno. Tem os pros e contras. Por exemplo, não tomei banho de mar, nem em Portugal, nem em Barcelona. 80% dos dias na viagem estavam nublados.
      OBS 7: Na Suiça queria ter rodado o país de trem, mas como estava em Família, foi mais um trecho da viagem de curtir outra vibe mesmo. Quem estiver indo por la, pesquise sobre o Swiss Pass.
      OBS 8: Sobre as hospedagens, acabei gastando pouco pois dividir o apartamento com outras pessoas. Achei bons preços por causa da época, baixa estação. Pesquisei muito e é preciso se ligar na localização das ofertas. Geralmente por sorte eu achei boas hospedagens com boas localizações, com exceção de Roma e Paris.
      OBS 9: Para hospedagem utilizei o booking.com e o airbnb.com .  Já para as passagens utilizei o skyscanner. Alguns blogs que recomendo e que aproveitei muito as informações:
      https://www.mochileiros.com
      https://www.viajenaviagem.com
      https://www.360meridianos.com
      https://mochilaobarato.com.br
      https://ilovetrip.com.br
       
      Quem quiser visitar, minha pagina no instagram, lá tem outras fotos dessa viagem e outros rolês que fiz.  https://www.instagram.com/xdan.trips
       
      Próxima parte tem: Amsterdam, Berlim, Praga, Cracovia, Budapeste, Sarajevo, Zagreb e Porto.


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