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Europa medieval e de belezas naturais - 28 noites


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[t3]Dia 15 - Passeio de barco pelo rio Reno e Burg Rheinfels[/t3]

 

Um longo dia, que começou com trem até a cidade de Koblenz, que une os rios Mosela e Reno, para depois pegarmos outro trem de lá até Rüdesheim, a mais turística do Reno.

 

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A cidade nos decepcionou. É muito bonita nas fotos, mas basicamente é só a rua principal que se destaca, essa aí da foto (num raro momento sem turistas). Achamos as outras cidades do Reno e do Mosela muito mais bonitas e Cochem dá de 10 a 0 nela. Já sem muito o que fazer, seguimos para Bingen am Rhein, estação de trem de onde começa o melhor trecho do passeio de barco.

 

Para quem não sabe, a apresentação de um ticket de trem regional ou de passe de trem regional (não vale Raileurope e similares) dá direito a um desconto de 20% no passeio de barco. Comprado o bilhete, somente nós e mais duas pessoas esperavam pelo barco.

 

Este pode ser considerado um dos melhores passeios de barco no mundo, pois o Vale do Reno é a maior concentração de castelos que existe. Então há coisas interessantes para ver tanto de um lado do rio quanto do outro e somente de barco você tem essa visão.

 

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É bem melhor pegar o barco no sentido da correnteza, ou seja, de sul para norte, ou fica lento demais. O trecho Bingen-Sankt Goar é o que tem o melhor relação entre custo (de tempo e dinheiro) e coisas para ver. Também é ok ir de Bingen a Boppard, ou até Braubach, mas até Koblenz é um desperdício. De Frankfurt a Bingen também não há muito o que ver.

 

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O passeio de barco foi o melhor que já fiz. Foi pouco mais de uma hora sem sequer me sentar, pois sempre havia algo interessante para ver em uma das margens.

 

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Chegamos à cidade de Sankt Goar ao som da música de Lorelei, em representação ao rochedo de mesmo nome. Diz a lenda que no rochedo ficavam ninfas, que atraíam os navegantes com seu canto.

 

Sankt Goar é uma cidade bonitinha, com 2 castelos e um em ruínas. Foi justamente o de ruínas que fomos visitar, pois já vimos muitos castelos preservados por dentro. Você pode ir ao castelo a pé, subindo, ou por um trem turístico. Optamos pelo trem e fiquei feliz de fazê-lo. A subida era meio tensa.

 

Diferente de ruínas como o Fórum Romano, as ruínas do Rheinfels são preservadas o suficiente para se ter uma boa ideia do que foi o lugar um dia.

 

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Me diverti muito pelos diversos túneis e corredores do lugar.

 

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Na volta, viemos conversando com um casal de norte-americanos. Como em todas as viagens que fizemos, preenchiam o mesmo estereótipo. Adoram uma conversa, falam muito de trabalho e economia e são empolgados com turismo, mas possuem ideias rasas do que é a Europa. Geralmente falam apenas o inglês e conversam com você puxando todo tipo de assunto, como se você fosse fluente, mesmo eu não sendo e engasgando na hora de falar algumas palavras.

 

Como nessa viagem não estive em nível de conversação em nenhum outro idioma que não fosse o inglês, foi uma boa oportunidade de conversar com estrangeiros. Já chegando de volta ao centro de Sankt Goar, nos despedimos e pegamos um trem para Oberwesel.

 

A cidade é uma graça, é murada e possui uma bela catedral vermelha. Infelizmente começou a chover.

 

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A catedral é o símbolo da cidade.

 

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De Oberwesel, seguiríamos para Bacharach, considerada a mais bela do Reno. Como a chuva ia e vinha e já ficava tarde, acabamos desistindo e retornamos para Cochem.

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[t3]dia 16 - A caminho de Amsterdam, com stopover em Colônia[/t3]

 

Saímos cedo de Cochem e, para quebrar a longa viagem até Amsterdam, resolvemos parar em Colônia. Foi uma boa decisão. Deixamos as malas na estação e, ainda de dentro dela, já era possível avistar a imponente catedral.

 

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A catedral de Colônia é a mais famosa da Alemanha e é bonita, mas esteve longe de ser das mais bonitas que vimos no país. O que realmente impressiona são suas dimensões. Dizem que também é conhecida como Catedral de Itu.

 

Esposa pequenininha perto dos vitrais

 

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Colônia, da mesma forma, é bonitinha, mas nada perto do que vimos em outras cidades. As do Reno e do Mosela por exemplo são muito mais bonitas. Ficamos pouco tempo passeando e paramos para almoçar. Em frente ao restaurante ajudamos uma família de coroas perdidos, sem saber sequer como faziam para acessar o wi-fi ou ligar para o Brasil. Dá pena e ajudamos no que foi possível, mas são as consequências de viajar sem ter algumas coisas acertadas com antecedência.

 

Voltamos para a estação e lá fomos nós para Amsterdã. A viagem foi tranquila, à exceção de um episódio inusitado. A polícia entrou no nosso vagão, checou o passaporte de todos, perguntou aonde iriam e quanto tempo ficariam na cidade. Para nós, sem problemas, estávamos com tudo acertado. Mas ficou o choque pela surpresa, nunca tinha ouvido falar disso. Coincidência ou não, no vagão estavam vários árabes, que falavam alto e desrespeitaram algumas regras básicas, um tentou fumar, o outro se levantava e trocava de lugar algumas vezes. Acho que alguém achou estranho e denunciou.

 

A primeira impressão de Amsterdã não foi das melhores. A estação era uma loucura, muita gente apressada e estressada andando em todas as direções e sem marcações claras de onde ir. É claro que mais uma vez faltou detalhes de pesquisa, eu não sabia de antemão exatamente como deveria proceder ali e não me lembrei de consultar meus guias. Fomos a uma máquina amarela, que só aceitava moedas.

 

Mas sabia que uma opção era comprar um passe diário no quiosque da GVB e lá fomos nós. Aliás, o sistema de transporte de Amsterdã merece um capítulo a parte. São quatro empresas privadas, cada uma é dona de um segmento e elas não se comunicam bem entre si - o ticket que vale para uma, não vale para outra. Felizmente, disso eu sabia com antecedência.

 

Já um brasileiro não sabia e estava completamente perdido. Só faltou me abraçar quando descobriu que eu era brasileiro e parei para ajudá-lo. Ele, assim como nós, teve uma má impressão do povo de lá. As pessoas estavam ora estressadas e impacientes, ora completamente indiferentes, do tipo "foda-se, se vira". Até mesmo os que trabalhavam com turismo.

 

Compramos o bilhete de 72h. Perguntei à funcionária se precisava validar o bilhete toda vez que entrasse e saísse do transporte público e ela se limitou a apontar para o cartão e dizer o que estava escrito - validação no primeiro check-in. Beleza, lá fomos para o metrô - fizemos o check-in e passamos. Mais tarde descobriríamos que a informação estava errada.

 

O metrô de Amsterdam é um chiqueiro. Não é exagero.

 

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Mas funciona razoavelmente bem, não demorou a chegar. Seguindo a orientação da funcionária, não fizemos o check-out, que seria passar novamente o cartão na máquina na hora de sair.

 

O bairro é muito bonito, mais um lugar que eu moraria. Muito arborizado, calmo e sem a imundície que vimos em Amsterdam. Parece ser ali que as pessoas realmente vivem. O hotel também era muito bom, o NH Musica, 4 estrelas, que pegamos numa barganha via Priceline (45 euros a diária para casal, com banheiro privativo). Metade do que um hotel merda custaria no centro de Amsterdam, com banheiro compartilhado.

 

Já ficava tarde, mas deu tempo de ir ao melhor supermercado que já conheci, o Albert Heijn, que encontramos graças ao Google Maps. Possui bons preços e uma infinidade de opções de refeições prontas, saladas, sobremesas, enfim, supermercado de gordo. Todos os dias compramos saladas ótimas a 4 euros, que davam para duas pessoas. Já anoitecendo, decidimos só relaxar pelo hotel e a exploração ficaria para o dia seguinte.

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[t3]Alemanha - impressões gerais[/t3]

 

Este era um país que já me impressionava nas minhas pesquisas e o que vi só confirmou essas expectativas. De um modo geral, tudo é muito limpo e organizado, as coisas funcionam da melhor forma possível. O capricho com o patrimônio público é muito grande e só em algumas estações sem banheiro que encontramos as coisas mais degradadas.

 

O sistema de transporte deles é o melhor que tivemos oportunidade de ver. Os trens raramente atrasam e as plataformas quase nunca mudam. Trem, ônibus e metrô se comunicam muito bem, os horários são planejados para tudo ocorrer da forma mais eficiente possível, com pouco gasto de tempo e de energia. Os horários de partida e chegada de todos os trens estão em todas as estações e costumam permanecer os mesmos, sem alteração.

 

Ainda no tema transportes, outra coisa legal são os passes regionais, que dão direito a ilimitadas viagens de trens regionais em um dia custando normalmente 23 euros + 4 euros por pessoa adicional, com limite de até 5 pessoas. Então fazer day trips não programadas é muito fácil e barato e isso flexibiliza seu roteiro.

 

Também foi o país onde vimos mais igualdade. Poucos moradores de rua, as pessoas em geral parecem viver com muita dignidade. Os brasileiros que encontramos por lá pareciam não querer mais voltar, à exceção de uma menina que encontramos trabalhando numa sorveteria em Cochem.

 

O povo alemão, ao contrário do estereótipo, em geral foi educado e simpático. Nenhuma simpatia que se iguale ao trato dos brasileiros com estrangeiros, mas por diversas vezes pessoas tomaram iniciativa de nos ajudar com alguma coisa.

 

Um fato interessante é que muita gente nos pediu informação sobre alguma coisa e a frase que mais falei na viagem foi "Ich spreche kein Deutsch" (não falo alemão), rs. Na verdade, aprendi um pouco de alemão, que foi útil em algumas situações e também para ajudar uma pessoa com deficiência visual a entender um aviso na estação de trens, mas no geral achava mais seguro falar inglês. Enfim, não sei exatamente por que isso aconteceu e chuto que na Alemanha as coisas são tão fáceis que a qualquer pequena dificuldade as pessoas não sabem o que fazer, rs.

 

O custo de vida também foi um dos mais baixos que vimos na Europa. É incrível como a Alemanha consegue manter uma combinação de baixo custo de vida (para os padrões europeus), sem deixar de investir no social. Hospedagem em geral foi bem barata, à exceção de Munique e é muito comum as pessoas alugarem um quarto ou apartamento (Gasthaus e Ferienwohnung).

 

A Alemanha deixou saudades e foi o nosso país favorito nessa viagem.

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Uma pausa para mostrar o que o turismo predatório está para fazer no Brasil, quando formos de fato "descobertos" pelo turismo.

 

http://copadomundo.uol.com.br/noticias/redacao/2014/06/16/primeiro-legado-da-copa-em-manaus-as-gorjetas-dos-ingleses.htm

 

Por que o taxista levaria um manauara em seu táxi, se pode levar um inglês que deixa gorjetas? Por que um garçom daria atenção a um operário pedindo uma cerveja no final do expediente, se ele não paga os 20% que o norteamericano, da mesa ao lado, deixaria de gorjeta? A falta de educação do viajante que não se dá ao trabalho de tentar entender e respeitar códigos culturais nos países que visita traz consequências graves e isso explica por que viajantes em geral, mesmo os respeitadores, muitas vezes são mal tratados nos países desenvolvidos, onde o turismo é mais forte. Para a população local, que não tem condições de diferenciar o turista do viajante, tudo parece uma praga, destruindo tudo por onde passa.

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A Alemanha é um dos meus países favoritos. Uma questão é porque sou descendente, mas a organização deles não tem igual. A primeira vista, o transporte interurbano me pareceu complicado, mas depois que entendi como funciona, vi que é bastante organizado.

 

Eu também não tive muita boa impressão de Amsterdã, me pareceu uma cidade meio suja para mim também, foi uma das cidades que menos gostei, sem contar a 'brisa' que rola direto.

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Luzi,

 

Depois mando um resumo por MP, hehe. Ainda faltam alguns dias para chegar na parte da Eslovênia, tem toda a Holanda e a Bélgica.

 

Davi,

 

Pois é, até eu, que não só não sou descendente como ainda sou pardo, fiquei impressionado com o país. Felizmente não vimos nenhum vestígio dos tempos negros de poucas décadas atrás, tivemos a impressão de que aquilo derivou de uma minoria mal amada. Voltaremos para a Alemanha um dia.

 

Ainda vou falar um pouco mais sobre Amsterdam, a "brisa" também sentimos e acho que ela explica muitos dos comportamentos estúpidos que presenciamos. É cada coisa que você custa a acreditar que alguém sóbrio faria.

 

Logo mais sai o post de Amsterdam.

 

Abs.

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[t3]dia 17 - Keukenhof, só que não. Amsterdam.[/t3]

 

Logo cedo veio a primeira chateação do dia, na entrada do metrô nosso cartão não funcionava. Explicou o fiscal que a gente deveria ter feito check-out no dia anterior, ou seja, passado novamente o cartão ao sair do metrô. Isso eu já tinha perguntado à funcionária na loja da GVB (empresa local de transportes), mas ela me garantiu que bastava validar no primeiro check-in...

 

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Já chegando no centro de turismo, um caos, várias filas e ninguém para informar onde deveríamos comprar as entradas para o Keukenhof. Depois de um bom tempo, finalmente chegou alguém explicando que o Keukenhof estava muito fraco naquele dia (14 de maio) e, embora fechasse apenas no dia 18, as tulipas já tinham sido colhidas.

 

Como fotógrafo amador, o Keukenhof era um dos lugares na Europa que eu mais queria conhecer e minha esposa queria simplesmente curtir os belos jardins de lá. Saímos os dois frustrados e resolvemos ficar só por Amsterdam. Andamos sem roteiro bem definido, explorando, só com algumas idéias do que fazer.

 

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A cidade em si é boa para explorar, tem bela arquitetura, pequenas recompensas escondidas para quem curte fotografar, mas no geral achamos o centro caótico demais para nosso gosto. Se você der mole, é facilmente atropelado pelas bikes, que estão por toda parte e nem sempre seguem regras. Falarei mais adiante.

 

Passamos pela Oude Kerk, a igreja velha, que você paga caro para entrar. Dispensamos. Pertinho da igreja, paramos rapidamente numa loja de chocolates metida à besta, com indicação da National Geographic. Não achamos nada demais nos chocolates.

 

De um lado, a visão dos céus, do outro, a do inferno. Bem ali perto da Oude Kerk, olho distraído para uma vitrine e vejo uma mulher feia pra caramba, só de lingerie. Olho para o outro lado e uma mais feia ainda, que na verdade tenho minhas dúvidas se era mesmo mulher. Depois de um tempo de surpresa, parei pra me tocar de que estava no Red Light. Estranho ser assim do nada, esperava algo mais impactante, umas luzes vermelhas na entrada, não sei.

 

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Seguimos agora procurando um mercado para comprar água e achamos o primeiro, sem preços nos produtos. Pensei, lá vem merda e vou ser enganado. Respondeu o vendedor que 1,5l custava quase 3,5 euros. Quase ri.

 

Se os camelos podem, nós também e nossa sede esperou pelo segundo mercado. Escondo a câmera e repito a pergunta. Mesmo preço, apesar de os produtos não estarem com marcação. Pouco adiante, mais um mercado, com uma mulher jovem e simpática, cara de boazinha e os produtos novamente sem preço. Pensei, beleza, é aqui. Dessa vez toquei o foda-se, não perguntei o preço e deixei que ela digitasse no caixa. 3,5 euros.

 

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Dessa vez demos uma olhada no guia para decidir o que fazer e Luciana se interessou por um mercado de rua, o Albert Cuyp Market. Para chegar lá, teríamos que pegar um bonde. Pensei, moleza, já tava crackudo de saber depois de passar por Rep. Tcheca e Alemanha. Crackudo mesmo, não conseguimos. Por algum motivo nosso passe não funcionava e as roletas nos deixavam com um espaço de uns 50cm entre elas e a porta. As pessoas nos olhavam com aquela cara de cu, sem falar nada, ajudar, apontar, nem pelo menos dar uma risada.

 

Observando outros bondes, descobrimos sozinhos que havia uma única porta de entrada, no final do bonde, e várias de saída, diferente dos bondes dos outros países. Por que? Por causa da maldita mecânica de check-in e check-out. Chegamos ao Albert Cuyp Market.

 

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O lugar é uma espécie de rua da Alfândega, para quem conhece o RJ. Há vários camelôs, lojas, nada mal pra quem curte esse tipo de coisa. Nada chegou a nos agradar e resolvemos parar para almoçar num restaurante oriental, a etnia exata não me lembro.

 

Não tinha experiência nesses tipos de restaurantes, na viagem seria a segunda vez em um deles. Curti muito, os caras possuem uma noção de ambiente muito boa, algo que precisamos aprender aqui no Brasil. Música calma, nada berrando no seu ouvido, bem decorado. Pedimos o menu do dia, era um arroz, frango e salada típicos de lá, bem temperados, com chá acompanhando.

 

Do restaurante, seguimos para a praça dos museus, um dos lugares que mais curtimos na cidade. Os museus são bonitos por fora, cercados por belos jardins e fontes. Não entramos em nenhum por dentro, pois museus de arte não eram o foco nessa viagem. A casa de Anne Frank segundo reviews é praticamente vazia por dentro e como não li a história, para nós não tinha apelo suficiente.

 

O famoso I Amsterdam estava lotadíssimo e logo assim que chegamos havia simplesmente uma turma inteira de estudantes monopolizando o lugar, impossível fazer fotos.

 

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A próxima parada foi o Vondelpark. Ficamos um bom tempo por lá, só relaxando e curtindo o lugar. Em comparação com o Englischer Garten de Munique, curtimos mais o parque alemão. No Vondelpark tem partes mais caóticas, gente ligando som alto, maresia, enfim, pro nosso gosto em alguns lugares faltou um pouco de respeito pelo espaço alheio, mas felizmente o parque é grande o suficiente para você se afastar e procurar um pedaço mais relaxante.

 

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Depois procuramos um passeio de barco. Na minha pesquisa, a Blue Boat parecia ser a cia com o melhor benefício para dado custo, mas não havia nenhum bote saindo da Leidseplein. Decidimos pela Lovers, que também tinha boas recomendações.

 

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Não para nosso gosto. Só metade do barco tem janelas abertas e ficamos na outra metade, as fotos saíram com reflexo no vidro. No caminho, passamos pelo barco da Blue Boat, que parecia ter todas as janelas com abertura.

 

Cansados e já bem tarde, não curtimos a noite em Amsterdam. Na primavera anoitece tarde (depois das 21h). Voltamos para o hotel para descansar.

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