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Olá viajante!

Bora viajar?

Canyon Guartelá

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  • Membros

É justamente em função do rio que surgiu a cidade. Na época, os índios tupi-guaranis batizaram o rio de Tiba (muito), Gy (cachoeiras). A história mostra que os índios viveram na região até o início do século XVII, quando chegaram os padres jesuítas para "catequizá-los". A colonização portuguesa não tardou a vir. Através de organizações de bandeiras muitos índios foram caçados e extintos. Anos depois a região voltou a ser habitada por outras tribos, os caingangues.

 

Tibagi também é palco de grandes eventos como o Rodeio Crioulo, Campeonato de Rafting e Canoagem, Festa do Dia de Ação de Graças, Jeep Mania, Luau de Natal, entre outros.

 

O Carnaval Tibagiano movimenta toda a região através do colorido das indumentárias dos foliões, o ritmo alucinante das músicas, fazendo a alegria das multidões que participam ou apenas observam.

 

Tibagi é tudo isto. Muitos chegam e decidem ficar. Dizem que depois de muita procura finalmente encontraram, o mais raro tesouro deste final de século: a qualidade de vida.

 

Mas o que vai interessar qualquer mochileiro de plantão é o

 

[t1]Canyon do Rio Iapó no Parque Estadual do Guartelá[/t1]

 

 

O Canyon do Rio Iapó situa-se na porção centro-leste do Estado do Paraná, com centro aproximado localizado nas coordenadas 24º 32'S e 50º 17'W. Já o Parque Estadual do Guartelá situa-se na porção central do canyon, no Bairro de Guartelá de Cima, à margem esquerda do Rio Iapó. O nome Guartelá foi dado devido ao nome do bairro tibagiano que abriga integralmente o Parque. Conforme a lenda, o nome "Guartelá" surgiu da expressão "Guarda-te-lá que cá bem fico", utilizada por um morador da região ao prevenir seu "compadre" de um ataque indígena.

 

Em meio a tanta beleza vemos marcas de diversas épocas passadas, deixadas por indígenas, jesuítas e tropeiros. Nos 32 km de extensão do Canyon do Rio Iapó, eles registraram parte de sua história, cultura e tradições. As marcas dos primeiros habitantes do Canyon estão registradas em pinturas rupestres feitas nas formações rochosas. O Guartelá também foi cenário das viagens dos destemidos tropeiros que percorriam os Campos Gerais, conduzindo o gado para comercialização na Feira de Sorocaba.

 

 

 

O Guartelá possui inúmeros atrativos, que configuram em belas paisagens, lugares misteriosos e insinuantes formações rochosas. Caminhar por suas trilhas ladeadas de vegetações rupestres, onde brotam em abundância plantas exóticas ou ainda pelas sinuosas trilhas entre os campos nativos, descobre-se belezas como a impressionante Cachoeira da Ponte de Pedra (foto), com cerca de 200 metros de altura, que apresenta a formação de uma ponte cortando a cachoeira e sob a qual corre a água.

 

Além desta maravilha natural podemos encontrar os Panelões do Sumidouro e o majestoso Rio Iapó que corta o desfiladeiro com grandes corredeiras.

 

O parque funciona de quarta a domingo e feriados nacionais das 8:00 as 18:00 horas. O local não conta com lanchonete, nem área de camping e o acesso é gratuito. O parque tem visitação limitada, para grupos acima de 15 pessoas é necessário agendar sua visita pelos fones: 0800-643-1388 ou (42)3275-2047/2437. Para visitação nas Pinturas Rupestres é necessário o acompanhamento de condutor local.

 

 

MATA DA TÓCA

 

A trilha da Mata da Toca, alternativa para os adeptos de longas caminhadas, apresenta-se como outra opção para adentrar no coração do Canyon Guartelá. O visitante poderá contemplar os campos naturais, com destaque a presença abundante dos angicos, imbuias, perobas, bugreiros, copaíbas, além de, embora restritas, pequenas áreas de cerrado. A paisagem fantástica, cercada de fantasias, lendas e misticismo, propicia ao visitante um contato com a história local, através dos "causos" no Rancho do Ermitão, o tradicional café guartelano, a visita a capela de Santa Barbara, as formações areníticas, além da beleza das corredeiras do Rio Iapó. Há quem duvide que exista entardecer mais lindo que o visto nos campos do guartelá, onde o sol tinge de dourado o horizonte à oeste".

 

MORRO DO JACARÉ

 

Está intimamente ligado a história de Tibagi, pois foi este morro que revelou aos paulistas, o ouro e o diamante existentes na região. Com belezas cênicas incomparáveis e com paredes que apresentam desníveis de até 60 m, acolhe adeptos de esportes radicais como o rapel.

 

 

Onde ficar

 

Hotel Itagy

 

Endereço:

Av. Manoel das Dores, 1.515 - Centro - Tibagi - Paraná - Brasil

 

Telefone:

(0xx42) 3275-1373

http://www2.uol.com.br/mochilabrasil/gheb_pr_caniondoguartela.shtml

 

 

Hostel Longe Vista

 

Endereço:

BR 153 - Km 4 - São Domingos - Tibagi - Paraná - Brasil

 

Telefone:

(42) 3275-1104

http://www.hostellongevista.com.br/

 

 

 

[t1]Saiba mais[/t1]

http://www.itaytyba.com.br

http://www.tibagiaventuras.com.br

http://www.tibagi.pr.gov.br

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  • Otávio Luiz
    Otávio Luiz

    O itinerário é esse mesmo. De Tibagi para o parque só carona ou um táxi, transfer, etc... não tem transporte público. Tente falar com o pessoal que trabalha no parque, pode rolar uma carna,

Featured Replies

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  • Membros
Já vi um relato (se não me falha a memória aqui mesmo no mochileiros) de um pessoal que fizeram a travessia Castro-Tibagi, e que pelas fotos foram por trilhas.

Dá uma pesquisada, era um cara que tinha um monte de aventuras, fotos no pisassa, etc, de SP ou RJ... quase certeza que foi por aqui.

 

A pé será? Porque por asfalto são 60 kms! E a estrada é direta! Na realidade a dúvida é a travessia sobre o rio Iapó.

 

Eu tb ja fiz essa travessia (faz muito tempo) com uma amiga e nao oferece maiores dificuldades ate a metade pois é bem rural. Depois requer bom senso e farejo de trilha. Na verdade vc pega taxi de Castro ate o km 10 (acho) da estrada, e dali vai se valendo de estradas de terra ate chegar no comeco do canion, na ultima fazenda. Ali tem a primeira travessia do Rio Iapó pra outra margem, com agua ate a cintura. Na outra margem vc pega outra precaria estrada de terra e toca pra frente, vai pasar por mais fazendas e pousadas. O primeiro pernoite foi no colo de um morro. No dia sgte continuamos pela estrada (cada vez mais precaria e sem sinal de vida) qdo a mesma comeca a sair do canion. Ai vc desce novamente ao rio, e o atravessa por onde der, 'a outra margem. Ai comeca o trecho mais selvagem, vc tem q buscar a trilha (sao muitas) e simplesmente acompanha o rio ate dar na base da Pda da Tartaruga, q vc escala ate o alto do canion. Ali foi nosso segundo pernoite. No dia sgte foi so seguir pelos descampados do alto do canion ate o parque propriamente dito. Essa ai é a unica travesia q se faz por la. Castro-Tibagi é apenas modo de dizer. Recomenda-se fazer essa pernada no inverno, onde o tempo é seco. Se tiver chovido dias antes, sem chance.. pois ai nao tem como atravessar o rio. Nao sem auxilio de barco.

Postado
  • Membros
Fujita, ficou só olhando de longe? Quando fui estava muito friu, mas um amigo não resistiu e correu pro abraço...

dsc01524e.jpg

 

Infelizmente fui apenas na trilha simples, sem passar pelas pinturas, que pelo visto compensa mais pela caminhada em si :mrgreen:

 

Na semana que estive lá, me falaram que chegou a 2ºC de madrugada. Mas entrei no panelão até o joelho. A água tava gelada. Valeu a pena. Se voltar para lá, caso nçao tenha ido ao Salto Puxa Nervos, é um lufar que compensa ir.

 

abraço,

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Membros

dae galera, pretendo ir acampar lá no parque, mas pode acampar lá dentro????se não, tem qlgum lugar que de pra acampar sem gastar???

e fora conhcer o parque, na cidade tem algum lugar com trilhas, cachoeiras, q vale a pena ir????

 

abraços

Postado
  • Membros

Gladson, não há mais acampamento dentro do parque. Existe um camping bem na entrada, mas não sei se ainda funciona, nem o preço.

Creio que acampamento 0800 não tenha não... vai ter que gastar um pouquinho.

 

Quanto a trilhas e cachoeiras, eu não conheço. Quando fui, fiquei apenas 2 dias e fiz trilha simples no Canion.

 

Abraços

Postado
  • Membros

Valeu ae Danilo,

vou dar uma olhada por lá, levar uma graninha e tentar conhecer o máximo de lá.....

abraços

Postado
  • Membros

Em Tibagi tem o Salto Santa Rosa e o Salto Puxa Nervos. No Puxa Nervos quando fui tinha camping e rapel.

Tem a trilha pro morro do Jacaré (se não me falha a memória), da onde o pessoal faz voo de parapente. Não cheguei a fazer este passeio, mas é só se informar na cidade.

Na cidade vale a pena conhecer o casario antigo e o museu.

Ao lado do parque tem um camping com infra estrutura mínima e visual máximo, com uma cachoeira ao lado da área de camping. Vi placas de outros campings próximos ao parque, na rodovia p/ Tibagi. Em Tibagi também tem (ou tinha) um camping, fica junto de uma operadora de rafting.

Postado
  • Membros

Oi Gladson..caso queira uma pousada.. Tem a pousada das Palmeiras sai por R$ 40,00 de final de semana, foi a mais barata q encontrei... Estou indo pra lá na proxima semana dia 07/08..

 

Abraços Má

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Membros

Olá!

Sou de São Paulo e estarei em Curitiba entre 20 e 24 de setembro para o Congresso de Unidades de Conservação.

Terei os dias 25 e 26 inteiros livres e gostaria de viajar pelos arredores.

Acham que é possível fazer o seguinte roteiro? Estarei de carro, com mais 2 pessoas:

dia 25- partir cedo de Curitiba para Ponta Grossa e visitar o Parque Estadual de Vila Velha, pernoitar por lá;

dia 26- partir cedo de Ponta Grossa para Tibagi e visitar o Parque Estadual de Guartelá, pernoitar;

dia 27- partida para São Paulo

 

Valeu!

Postado
  • Membros

Uma sugestão: Vila Velha não precisa de um dia inteiro, poderia visitar o parque de manhã, almoçar/lanchar em Ponta Grossa e tocar pra Tibagi (100 km de Ponta Grossa), pernoitando lá.

Em Tibagi tem mais coisa pra visitar(Guartelá, Saltos Santa Rosa e Puxa Nervos, por exemplo), aí aproveita melhor o tempo.

A foto do meu avatar é o Salto Santa Rosa.

Postado
  • Membros

Complementando o que o Otávio disse, não há necessidade de um dia todo para o Guartelá, pelo menos pra trilha básica.

Quando a fiz, estavamos em quatro pessoas e gastamos cerca de 3 horas, porém esse tempo varia muito devido ao preparo físico das pessoas. A parte mais difícil é o início/fim, que é uma ladeira com trechos bem ingrime e escorregadios (quando o tempo está chuvoso). Porém na volta existe uma van que percorre esse trecho e ajuda o pessoal com dificuldades, e as leva até a sede do parque gratuitamente.

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