A viagem a ser relatada foi feita no carnaval de 2014.
Primeiro dia
Na verdade, saímos de Manaus, num voo com escala em Porto Velho, com destino a Rio Branco, onde chegamos perto da hora do almoço.
Em Rio Branco, um amigo nos buscou no aeroporto e nos levou até onde ficam os táxis lotação que levam até Assis Brasil, na fronteira com o Peru, em uma viagem de 4 horas, que nos custou R$ 300,00. A estrada até Brasiléia está boa, no entanto, de Brasiléia até Assis Brasil existem alguns buracos gigantes na pista.
Chegamos em Assis Brasil pouco antes de a alfândega fechar, mas conseguimos fazer todos os trâmites ainda neste dia. Logo na fronteira pegamos um táxi peruano, que nos levaria até Puerto Maldonado.
Troquei dólares e Reais por Soles numa tenda bem em frente à alfândega.
De lá seguimos até Puerto Maldonado em uma viagem de aproximadamente 3 horas, que nos custou 130 Soles.
Chegando lá, fomos para o hotel Puerto Amazonico, onde passamos a noite.
Segundo dia
Pela manhã passeamos por Puerto Maldonado, apesar de não haver muitas atrações na cidade. Fazia um calor típico da Amazônia.
Perto da hora do almoço, pegamos o avião da TACA que nos levou até Cusco.
Chegando em Cusco e já começamos a sentir os efeitos da altitude. Não teve jeito, tivemos que tomar o famoso chá de coca, oferecido no hotel. E funciona mesmo! Aliviou bastante os efeitos, pelo menos para mim. O pior era o coração muito acelerado e o cansaço frente ao mínimo esforço.
Fomos para o hotel Royal Inca II, que fica bem próximo à Praça D'Armas. Valeu a pena ter pago um pouco mais pelo hotel, pois foi realmente excelente localização e serviços.
Nesse primeiro dia escutamos os conselhos de descansar pra ver se o corpo se acostumava à altitude. Mas mesmo assim, fizemos alguns passeios nas redondezas e aproveitamos para ir à Praça D'Armas e ao Qoricancha.
De volta ao hotel, pedimos o contato de algum guia que vendesse pacotes para Machu Picchu e Vale Sagrado. Nos indicaram a Sra Juana, de quem disponibilizarei o telefone em breve. Ela nos vendeu o pacote para Machu Picchu, composto de ônibus, saindo do hotel às 04:00h. Foi uma viagem de 1:40h de ônibus, mais 1:40h de trem e mais 0:30h de ônibus para chegar no topo da montanha. Já para o Vale Sagrado ela nos indicou o Sr Hector, de quem também disponibilizarei o telefone. Este guia nos levou em seu próprio automóvel, espaçoso e confortável, para todos os pontos do Vale Sagrado, indo na contramão dos ônibus turísticos e só nos custou pouco mais que o pacote no ônibus.
Terceiro dia
Cedo, no horário combinado, o Sr Hector foi ao hotel para nos buscar. Seguimos para o passeio pelo Vale Sagrado. Começamos por Chinchero, o local de maior altitude por onde passamos. Lá pudemos ver vários resquícios da civilização Inca e observar como a população local mantém os traços físicos e a cultura indígena.
De lá, seguimos para Ollantaytambo, onde existe um templo gigantesco, com centenas de degraus para chegar até sua parte superior. Muito cansativo, mas vale a pela.
Depois fomos para Pisac, onde observamos o maior número de terraços onde eram feitas as plantações, nas encostas dos morros, em forma de degrau.
Saindo de Pisac, ficamos parados um tempo na estrada, pois estava ocorrendo um desfile de carnaval típico da região. O interessante foi conhecer um pouco da cultura local, mesmo sem planejar.
De lá fomos para Tambomachay e Saqsaywaman, onde não pudemos ver muitas coisas, devido ao atraso causado pelo desfile da carnaval.
O ponto forte do passeio foi o guia, que sabia muito da história e pode nos passar várias informações importantes.
A noite saímos para comer um ceviche, próximo à Plaza D'Armas e voltamos para o hotel.
Quarto dia
Esse foi o dia de conhecer Machu Picchu!
Saímos do hotel às 4:00 da madruga, para uma viagem longa, mas muito compensadora. O ônibus turístico veio nos buscar no hotel e seguimos no mesmo por aproximadamente 1:40h até Ollantaitambo, onde pegamos o trem para uma viagem de mais 1:40h até Águas Calientes. Durante o percurso de trem pudemos admirar a paisagem composta de montanhas nevadas e rios durante quase todo o trajeto. Em Águas Calientes, pegamos um ônibus até o topo da montanha, em um trajeto de 0:30h que nos deixou na porta de Machu Picchu.
O local dispensa comentários. Realmente é impressionante ver a perfeição das construções Incas. Tudo calculado e funcionando até hoje! Mais impressionante ainda é imaginar como eles conseguiram transportar tantas pedras gigantescas sem a ajuda de máquinas. Um guia nos conduziu no local, em uma visita de 2 horas, a meu ver, muito corrida. No final tivemos bastante tempo livre para passear pelo local e tirar várias fotos!
Na volta foi a mesma viagem de ida, longa e cansativa, mas aproveitamos pra dormir um pouco.
Chegando em Cusco, jantamos alguma coisa e fomos dormir.
Quinto dia
No último dia em Cusco aproveitamos para passear pela cidade e comprar algumas lembranças (o melhor local para comprar é no Centro de Artesanato), já que nosso voo era perto de meio dia e não teríamos muito o que fazer mesmo.
Pegamos o avião em um voo assustador, onde o avião despencou em uma turbulência sem qualquer aviso por parte do piloto. Ainda bem que estávamos com o cinto de segurança e ninguém se machucou.
Chegamos em Puerto Maldonado e pegamos logo um táxi para a fronteira com o Brasil.
Fizemos o desembaraço na fronteira e seguimos em um táxi brasileiro até Epitaciolândia, onde tivemos uma grande dificuldade para achar um hotel limpo pra dormir. Por sorte encontramos o Vila das Orquídeas, que é excelente!
Comemos algo no hotel mesmo e dormimos.
Sexto dia
No último dia de viagem fomos até Cobija na Bolívia, onde comprei uma câmera fotográfica muito mais barata que no Brasil e seguimos de carro para Rio Branco, onde pegamos o voo de volta para Manaus.
A viagem a ser relatada foi feita no carnaval de 2014.
Primeiro dia
Na verdade, saímos de Manaus, num voo com escala em Porto Velho, com destino a Rio Branco, onde chegamos perto da hora do almoço.
Em Rio Branco, um amigo nos buscou no aeroporto e nos levou até onde ficam os táxis lotação que levam até Assis Brasil, na fronteira com o Peru, em uma viagem de 4 horas, que nos custou R$ 300,00. A estrada até Brasiléia está boa, no entanto, de Brasiléia até Assis Brasil existem alguns buracos gigantes na pista.
Chegamos em Assis Brasil pouco antes de a alfândega fechar, mas conseguimos fazer todos os trâmites ainda neste dia. Logo na fronteira pegamos um táxi peruano, que nos levaria até Puerto Maldonado.
Troquei dólares e Reais por Soles numa tenda bem em frente à alfândega.
De lá seguimos até Puerto Maldonado em uma viagem de aproximadamente 3 horas, que nos custou 130 Soles.
Chegando lá, fomos para o hotel Puerto Amazonico, onde passamos a noite.
Segundo dia
Pela manhã passeamos por Puerto Maldonado, apesar de não haver muitas atrações na cidade. Fazia um calor típico da Amazônia.
Perto da hora do almoço, pegamos o avião da TACA que nos levou até Cusco.
Chegando em Cusco e já começamos a sentir os efeitos da altitude. Não teve jeito, tivemos que tomar o famoso chá de coca, oferecido no hotel. E funciona mesmo! Aliviou bastante os efeitos, pelo menos para mim. O pior era o coração muito acelerado e o cansaço frente ao mínimo esforço.
Fomos para o hotel Royal Inca II, que fica bem próximo à Praça D'Armas. Valeu a pena ter pago um pouco mais pelo hotel, pois foi realmente excelente localização e serviços.
Nesse primeiro dia escutamos os conselhos de descansar pra ver se o corpo se acostumava à altitude. Mas mesmo assim, fizemos alguns passeios nas redondezas e aproveitamos para ir à Praça D'Armas e ao Qoricancha.
De volta ao hotel, pedimos o contato de algum guia que vendesse pacotes para Machu Picchu e Vale Sagrado. Nos indicaram a Sra Juana, de quem disponibilizarei o telefone em breve. Ela nos vendeu o pacote para Machu Picchu, composto de ônibus, saindo do hotel às 04:00h. Foi uma viagem de 1:40h de ônibus, mais 1:40h de trem e mais 0:30h de ônibus para chegar no topo da montanha. Já para o Vale Sagrado ela nos indicou o Sr Hector, de quem também disponibilizarei o telefone. Este guia nos levou em seu próprio automóvel, espaçoso e confortável, para todos os pontos do Vale Sagrado, indo na contramão dos ônibus turísticos e só nos custou pouco mais que o pacote no ônibus.
Terceiro dia
Cedo, no horário combinado, o Sr Hector foi ao hotel para nos buscar. Seguimos para o passeio pelo Vale Sagrado. Começamos por Chinchero, o local de maior altitude por onde passamos. Lá pudemos ver vários resquícios da civilização Inca e observar como a população local mantém os traços físicos e a cultura indígena.
De lá, seguimos para Ollantaytambo, onde existe um templo gigantesco, com centenas de degraus para chegar até sua parte superior. Muito cansativo, mas vale a pela.
Depois fomos para Pisac, onde observamos o maior número de terraços onde eram feitas as plantações, nas encostas dos morros, em forma de degrau.
Saindo de Pisac, ficamos parados um tempo na estrada, pois estava ocorrendo um desfile de carnaval típico da região. O interessante foi conhecer um pouco da cultura local, mesmo sem planejar.
De lá fomos para Tambomachay e Saqsaywaman, onde não pudemos ver muitas coisas, devido ao atraso causado pelo desfile da carnaval.
O ponto forte do passeio foi o guia, que sabia muito da história e pode nos passar várias informações importantes.
A noite saímos para comer um ceviche, próximo à Plaza D'Armas e voltamos para o hotel.
Quarto dia
Esse foi o dia de conhecer Machu Picchu!
Saímos do hotel às 4:00 da madruga, para uma viagem longa, mas muito compensadora. O ônibus turístico veio nos buscar no hotel e seguimos no mesmo por aproximadamente 1:40h até Ollantaitambo, onde pegamos o trem para uma viagem de mais 1:40h até Águas Calientes. Durante o percurso de trem pudemos admirar a paisagem composta de montanhas nevadas e rios durante quase todo o trajeto. Em Águas Calientes, pegamos um ônibus até o topo da montanha, em um trajeto de 0:30h que nos deixou na porta de Machu Picchu.
O local dispensa comentários. Realmente é impressionante ver a perfeição das construções Incas. Tudo calculado e funcionando até hoje! Mais impressionante ainda é imaginar como eles conseguiram transportar tantas pedras gigantescas sem a ajuda de máquinas. Um guia nos conduziu no local, em uma visita de 2 horas, a meu ver, muito corrida. No final tivemos bastante tempo livre para passear pelo local e tirar várias fotos!
Na volta foi a mesma viagem de ida, longa e cansativa, mas aproveitamos pra dormir um pouco.
Chegando em Cusco, jantamos alguma coisa e fomos dormir.
Quinto dia
No último dia em Cusco aproveitamos para passear pela cidade e comprar algumas lembranças (o melhor local para comprar é no Centro de Artesanato), já que nosso voo era perto de meio dia e não teríamos muito o que fazer mesmo.
Pegamos o avião em um voo assustador, onde o avião despencou em uma turbulência sem qualquer aviso por parte do piloto. Ainda bem que estávamos com o cinto de segurança e ninguém se machucou.
Chegamos em Puerto Maldonado e pegamos logo um táxi para a fronteira com o Brasil.
Fizemos o desembaraço na fronteira e seguimos em um táxi brasileiro até Epitaciolândia, onde tivemos uma grande dificuldade para achar um hotel limpo pra dormir. Por sorte encontramos o Vila das Orquídeas, que é excelente!
Comemos algo no hotel mesmo e dormimos.
Sexto dia
No último dia de viagem fomos até Cobija na Bolívia, onde comprei uma câmera fotográfica muito mais barata que no Brasil e seguimos de carro para Rio Branco, onde pegamos o voo de volta para Manaus.