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A ILHA DE PÁSCOA

 

 

"...A Ilha de Páscoa é como um ponto no meio do Oceano Pacífico. Fica no meio do caminho entre a costa da América do Sul e o Tahiti na Polinésia Francesa. Partindo da ilha quase nada pode ser visto em um raio de 4000 Km! Páscoa fica a 3700 Km do Chile, país a que pertence, e 4050 Km de Papeete no Tahiti."

 

 

 

"...A ilha tem formato triangular com "cabalísticos" 22 Km de base e 11 Km de altura, aproximadamente 180 Km2 de superfície, clima semitropical com temperatura média anual de 20,3°C e uma população de pouco mais de 2800 habitantes. A grande natureza criou a ilha através de erupções vulcânicas, contudo os vulcões de Páscoa estão extintos há mais de um milhão de anos! Eles podem ser vistos em vários pontos da ilha e, em algumas de suas crateras, a água represada das chuvas forma hoje grandes lagos. "

 

 

 

Terra à vista!" - Em um grito súbito, o vigia da gávea da galeota holandesa De Afrikaanske Galei chamava a atenção do comandante comodoro Jacob Roggeveen. Aproximavam-se de uma ilha que não constava no mapa. Eram seis horas da tarde, num domingo de páscoa de 1722.

 

Com o Sol já se pondo, o comodoro chega em tempo de avistar ao longe, no litoral, enormes gigantes, os quais, sobre longas muralhas de pedra, pareciam dispostos a evitar o desembarque. Resolveu então ancorar ali mesmo e esperar a claridade da manhã seguinte para tomar uma decisão.

 

Ao amanhecer, com seus "óculos de alcance" avistaram gente normal se movimentando entre os gigantes. Tinham se assustado com estátuas. Decidiram então desembarcar, após batizarem a ilha em homenagem à data de sua descoberta.

 

Ao desembarcar, o movimento dos nativos, que curiosos correram em massa para saudar os desconhecidos, assustou os europeus, que de imediato, abriram fogo contra eles, matando doze e ferindo muitos outros.

 

Ao chegar no interior da ilha, Roggeveen descobriu que o que pareciam ser muralhas, eram na verdade longas e maciças plataformas de pedras onde se enfileiravam centenas de figuras feitas em pedra (monolíticas) esculpidas apenas da cintura para cima, todas adornadas com um capacete cônico vermelho. Roggeveen foi o primeiro e o útimo europeu a admirar as estátuas em seu perfeito estado.

 

Após sua partida, passaram-se 50 anos antes que outros europeus pisassem em Hapa Nui, como os habitantes a chamavam. E quando assim o fizeram, trouxeram consigo doenças, desgraça, violência e morte para os habitantes desta ilha. Nada de muito espantoso comparado ao costume europeu de levar a desgraça a todas as civilizações primitivas que encontravam, em nome de seus reis, sua ganância e sua igreja.

 

E assim, nos anos seguintes, os habitantes conviveram com toda a sorte de aventureiros e exploradores até que em 1862, os habitantes da ilha sofreram o golpe final. Traficantes de escravos levaram embora seu rei, seus ministros, toda a sua casta e todos os homens válidos para trabalhar nas estrumeiras de Guano, no litoral do Peru. Mais tarde, quando o governo peruano decidiu deter o tráfico, somente 15 deles estavam vivos. Estes foram levados de volta à sua ilha, e ajudaram a dizimar a população restante com as doenças trazidas consigo. Das 4 mil pessoas estimadas estarem na ilha a época de seu descobrimento, em 1862 restavam apenas 111.

 

Toda uma cultura destruida em menos de 2 séculos. Os documentos escritos, por meio de tabuinhas gravadas com hieróglifos foram achados pelos missionários e destruidos em nome da Santíssima Igreja, na ordem de dissipar os cultos pagãos.

 

 

As estátuas presentes, esculpidas em lava porosa, em alguns casos, retirada a quilômetros de distância na base de vulcões extintos na ilha, fazem um total de 300. Cada uma tem em média 4 metros de altura e pesa umas 30 toneladas. Existe ainda uma maior, inacabada, a qual deveria ter uns 20 metros de altura e 50 toneladas. Hoje, os gigantes de pedra que Roggeveen descrevera em seu livro de bordo encontram-se todos tombados, destroçados e com seus capacetes quebrados.

 

Vale ressaltar que os colonizadores quando lá chegaram, se depararam com um fato curioso, para não dizer bizarro: nas minas junto ao vulcão, encontraram diversas estátuas inacabadas e ferramentas largadas ao acaso, como se todos ali tivessem saído para um almoço, e nunca tivessem retornado. Sua história, seus costumes, seu passado já não mais se encontrava presente na memória de seus habitantes. Foi preciso anos de estudo e de pesquisa para se levantar o que hoje se sabe.

 

Os nossos conhecimentos se baseiam na lenda do rei Hotu-Matua, que diz: ".Há muitos anos atrás, vieram na direção do Sol nascente o rei Hotu-Matua e sua rainha, com 7 mil súditos, em duas canoas. Chegaram à ilha e se instalaram." Os habitantes locais relatam que cada canoa era do tamanho de uma praia local (180 metros).

 

A hipótese mais aceita hoje nos meios científicos é que Hotu-Matua era um nobre rico exilado, o qual viajou com os seus súditos. O fato de as estátuas presentes na ilha terem as orelhas alongadas pode se dever ao costume dos nobres incas de pendurar pesos nestas para alongá-las e diferenciá-los de seus súditos. A expedição Kon-Tiki, de Thor Heyerdahl, provou que é possível uma simples jangada saida das américas, levada pelas correntes, chegar à Ilha de Páscoa.

 

Cálculos diversos fixam a data da chegada de Hotu-Matua à ilha entre 850 e 1200 de nossa Era, numa época em que a Europa ainda se encontrava em plena Idade Média e nem sequer se cogitavam descobertas marítimas. Os costumes e os tipos físicos dos habitantes da ilha apontam tanto para uma origem inca quanto indonésia, chinesa e até egípcia. O que se acredita é já estar a ilha habitada por antigos naturais polinésios quando chegou Hotu-Matua, que os dominou e se transformou, com sua gente, na alta classe local.

 

Perto do litoral, foi achada uma caverna num lugar chamado Hanga Tuu Hata, a qual continha uma figura gravada de uma antiga embarcação à vela, que segundo pensam os estudiosos, é a visão da De Afrikaanske Galei por um artista local.

 

Fonte: O Arqueólogo - Felix Diniz

site:http://www.ufogenesis.com.br/arqueologia/pascoa/pascoa2.htm

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Caro Vanlorenzi

 

Ja estive 03 vezes na ilha de pascoa. A melhor maneira de se

hospedar com precos modicos eh ficando na pousada de Ana rapu ( cerca de 12 dolares /dia. 01 semana eh tempo suficiente para voce conhecer toda ilha , ou alugando motocicleta ou cavalo, Ha lugares que so da para ir a Pes. Se quiser maiores informacoes e so dizer !

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Pra quem curte perrengue, aventura e quer gastar pouco, tem navios militares q vao pras ilhas deixar suprimentos de Valparaiso 2 ou 3 vezes ao ano. Basta se infiormar no Predio da Marinha, quase perto do porto. Dai vc leva uma conversa com o capitao, e negocia um preco pra ir junto..geralwemten 100 doletas ida e volta. Claro q vc nao vai em primeira classe, vai nas cabines (ou nochao) de carga, leve saco de dormir. Sao 2..3 dias no mar. WE na Ilha vc fica esperto qdo o barco parte. Geralmente eles ficam uma duas semanas por la.

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Mais algumas dicas sobre a Ilha da Páscoa - Rapa Nui

 

Paguei US$370 pela passagem ida e volta (LAN CHILE) Santiago do Chile - Ilha da Páscoa, mas para obter esse preço é necessário comprar com antecedência e em promoção. O preço de referência dessa passagem é US$900 .

 

Quando você chega no aeroporto Mataveri da Ilha da Páscoa (Rapa Nui), existem inúmeros balcões de proprietários de residenciales oferecendo quartos. Nesse momento é necessário pesquisar e negociar.

Em setembro de 2007 as diárias em um residencial com banheiro privativo (habitacion con baño privado)

estão +- em US$35 e US$30. As mais baratas estão afastadas do centro da cidade. Na hora de economizar é importante que o residencial tenha uma cozinha/panelas/pratos/talheres disponíveis para os hóspedes.

Como quase tudo tem de vir do continente, a comida é cara e os restaurantes mais caros ainda.

É claro que dá para tentar passar os dias comendo os sanduíches quentes mais baratos (US$6) das microlanchonetes, mas tem um hora que é necessário comer algo melhor.

Quanto a localização do residencial caso esteja a pé, é bom um mais central (mas, se possível, fora da rua principal (por causa do constante barulho dos automóveis/motos e da agitação)).

 

Caso opte por alugar uma bicicleta (+-US$16 por 24h) não se esqueça de levar na sua bagagem um selim de GEL muito bom e uma bermuda de ciclista (acolchoada). Apesar de estar acostumado a andar de bicicleta senti bastante o selim.

As bicicletas, em geral, são razoáveis (grupo shimano, suspensão dianteira), mas a manutenção costuma não ser muito boa. Não se esqueça de pedir locker de bicicleta, uma camara de pneu extra, espátulas e bomba para encher pneu, quando for alugar a bicicleta. Visitar todos os pontos da ilha da páscoa de bicicleta é bom, mas é necessário mais tempo (serão necessários mais dias na ilha) e um certo preparo físico.

 

As únicas praias estão no extremo lado norte da ilha. Normalmente combina-se com um taxi para levar e um horário para ir buscar (US$25 ida e volta). A agua é transparente. Para aproveitar bem vá em um dia com sol e calor, pois a agua é fria (pelo menos em setembro estava).

 

 

Uma opinião muito pessoal: A Ilha da Páscoa é um lugar muito bonito e merece uma viagem, mas todos os pontos principais podem ser visitados de carro ou cavalo . Em outras palavras, você pode visitar a ilha da Páscoa sem ter qualquer preparo físico.

Por isso, se você achar que tem preparo físico, talvez seja melhor ir fazer caminhadas como em Torres del Paine , Los Glaciares ou outros locais onde não é possivel chegar sem um bom preparo físico e deixar a ilha da Páscoa quando surgir uma boa oportunidade.

 

Leve uma lanterna caso queira ir nas cavernas da ilha da páscoa ou ir ver as estrelas em um lugar um pouco mais afastado.

 

Em fevereiro durante o festival é tudo muito cheio (e suponho mais caro), mas em compensação uma boa oportunidade de acompanhar a cultura polinésia. O ambiente cultural na Ilha da Páscoa é o da polinésia. As pessoas são muito simpáticas e bastante tranquilas.

 

No Chile, se quiser comprar um guia dê uma olhada no TURISTEL ( tem edições norte/centro/sul , além do guia de camping e outras.) É um guia interessante que propõe inumeros passeios por área a ser visitada. Publicado anualmente. Além de conter mapas e informações culturais e de custo, em espanhol. (atualizado em fev2011: o novo nome do guia é CHILETUR Copec ).

 

A Tensão elétrica é de 220V e os pinos são redondos (normalmente três, sendo que o central é terra), caso tenha equipamentos com pinos chatos (padrão americano) leve um adaptador T e extensão.

 

 

Abaixo alguns mapas :

20110217184152.jpg

 

20110217184241.jpg

 

20110217184320.jpg

para baixar em alta resolução :

http://www.4shared.com/photo/NCdVTxYZ/rapa_nui_-_map_-_bike.html

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Menphis1 , eu também estava la setembro passado

 

e realmente achei fantastico... Suas dicas seriam perfeitas para mim quando iniciei o meu planejamento... rsrsrs

 

Eu também comprei a passagem com antecedencia e paguei 360 U$$,

 

existem diversos tipos e preços para se ficar em Rapa Nui, como para mim o importante era conhecer, fiquei com minha barraca mesmo, e acho a melhor escolha, paguei 3500 Pesos por dia algo como 7 U$$.

 

O Aluguel de bicicleta na minha opção é a melhor maneira para se conhecer Rapa Nui, porém é necessário um pouco de preparo, e como memphis disse um bom selim de Gel, mas as trilhas ao redor do vulcão são inesqueciveis... o tempo em setembro estava perfeito, somente a agua estava realmente gelada,

 

O por do sol nos moaos proximo a vila e o nascer do sol no Ahu tongariki são imperdiveis, coisa de outro mundo, para este ultimo sugiro alugar um carro ou uma scooter, pois é necessário acordar bem cedo e ahu tongariki fica a uns 20 kms da cidade.

 

Queria que ficasse claro que Rapa Nui é sim um lugar caro para se visotar, porém tem maneiras muito economica de se fazer o mesmo, é claro sem o luxo e conforto, mas com as mesmas paisagens e encantos de Ilha de Pascoa que só que foi sabe o que é..

 

Abs

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ola,

 

estive na ilha de páscoa em outubro/07 e achei um lugar único e inesquecível. Passei 4 dias, e achei o bastante. Mais q isso seria excessivo.

 

comprei a passagem com antecedência e promoção no site da www.lanchile.com

 

fiquei em albergue (Kona Tau - www.hostelworld.com, e procura por estern island), com preço de US$ 30,00 a diária (não é barato, mas muito mais em conta que hotel, que em média é uns US$ 100 - não sei preço de camping)...

 

os preços de comida são relativamente caros, porém não são absurdos, como muitos dizem. Bem, se compararmos a paraísos dos mochileiros, como peru, realmente é caro, mas estamos falando de chile, e mais, de uma ilha no meio do oceano, cujo ponto civilizado mais próximo está 6 horas de avião. EU saia pela manhã e voltava no final da tarde. Almoçava algo que levava comigo (sanduba, bolacha, suco), e jantava em restaurante (pratão de filé, fritas e arroz por uns 5.500 pesos chilenos (uns 24 reais - preço caro, porém comida boa e farta, nao mais caro que sao paulo, rio ou brasilia). Para compensar a extravagancia eventual, levei macarrão, molho de tomate, bolacha de santiago para uns dois dias. Enfiei na mochila e passou sem problema (desde q seja industrializado e em saco - nao bote lata). Ande sempre com agua na mão, pq geralmente comprar agua, refri e suco é caro. Eu bebi agua do próprio albergue, enchia uma garrafa e levava comigo.

 

quanto a movimentação, andar pela ilha de páscoa exige preparo físico (as coisas são um pouco distantes), e exige tbm conhecimento da história e geografia do lugar, daí por que achei bom ter feito com um grupo guiado (coloca no custo da trip, pq as informações passadas é que fazem toda diferença, e dificilmente voltarei lá) - tem 3 trips, e eu fiz 2: a de um dia todo q percorre grande parte dos sitios arqueologicos, incluindo a praia de anakena e a pedreira de moais. e outra trip que visita o vulcão do homem passaro. Fui ver tbm um show de dança polinésica... coisa de turistao gringo, mas no final das contas achei bem interessante, mesmo pq estava ali, e nao sei qdo e se poderei voltar.

 

o clima durante o dia é meio louco: está quente, e num instante fica frio, pq é passagem de correntes marítimas e de ar do pacifico. Qdo saia para a trip, levava bermuda, camiseta, boné, óculos escuro, e tbm um casaco. A noite sempre fazia frio (mês de outubro).

 

qto as praias, apesar de ser uma ilha, não há muitas opções de banho, e agua muito fria (pelo menos em outubro estava)

 

Obs.: leve pesos chilenos, cambiados em santiago, pq a cotação é muito melhor. POde pagar as coisas com Dolar, mas a cotação é bem pior. Cartao de crédito é aceito em poucos lugares, principalmente em restaurantes.

 

A internet é geralmente lenta (pra quem precisa realmente...).

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caro schwertner

 

A Ilha de pascoa é fantastica em todos os aspectos....

 

Existe varias maneiras de se conhecer a terra dos Moais, a maneira Cara e sofisticada e a maneira barata.

 

Eu fui da maneira mais barata possivel.. acampando e comendo minha propria comida...(cozinhando) com algumas extravagancias pois ir pra ilha e não apreciar um bom e farto prato de Peixe não seria justo.

 

Eu aconselharia vc a escolher o local para ficar na propria ilha desde que a sua intenção seja locais baratos e da epoca que vc for, pois em setembro quando fui não havia tanta gente assim. Eu fiquei em um dos campings da ilha que na verdade é o quintal da casa de uma familia Hapa Nui, foi bom o lugar era tranquilo porém sem luxo algum, a mulher também alugava quartos da casa dela.

 

Quanto a conhecer a ilha se quiser não precisa contratar guia (opção mais barata) porém para vc aproveitar o maximo os passeios sugiro ler tudo sobre Hapa Nui na internet e livros antes de pisar la... a opção do guia tbm é interessante pois eles enriquecem cominformações muito boas.

 

O meio de tranporte que eu utilizei foi bicicleta.. mas tenha em mente que vai cansar muito mas meuito mesmo... tudo é longe e tem muita subidas e descidas... Se quiser gastar um pouco mais alugue uma scoter... vale a pena....

 

Separe um dos dias e acorde bem cedo la pelas 5:30 da manha pegue uma scoter ou um carro e va ao Ahu tongariki ver o nascer do sol.... é uma das cenas mais incriveis que ja vi..... vale muito a pena...

 

Outra dica é no Vulcão orongo faça uma trilha que tem do lado esquerdo lado oposto ao centro de visitação... tem-se uma vista incrivel do vulcão... e alem do mas tem uma surpresa aos Brasileiros.. no caminho tem uma placa em homenagens a pesquisadores Brasileiros... o que eles fizeram só pra quem ver la... rsrsrs

 

Qualquer duvida é só falar

 

Abraço

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Valeu pelas dica Amaury,

 

quanto a se cansar acho que não vou ter muito este problema...eu ja cheguei a fazer trilhas de 60 km em um dia...de Bicicleta andei ja 200 km em um dia mas ai foi na Alemanha que era mais fresquinho...

 

A outra duvida quanto ao ascesso ao vulcão. Você prescisa pagar para ver ele? Obrigado

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Putz então pra vc vai ser moleza... aconselho fortemente aproveitar as trilhas de bike... vc tem maior contato com o local.

 

Quanto a pagar pra ver o vulcão é o seguinte.

 

Toda a região costeira da ilha de pascoa é considerada parque nacional e tem sim uma taxa a se pagar. Porém esta taxa só é paga se vc for visitar o vulcão na parte sul que tem toda uma estrutura montada para visitação... Preço não é alto muito pelo contrario e vale a pena pagar

 

Mais uma vez recomendo ir ver o nascer do sol no Ahu Tongariki é espetacular.... para isso alugue um carro ou scooter acorde bem cedo por volta das cinco ou seis dependendo da epoca... e va ao maior ahu da ilha...

 

Quanto aos campings não esquenta dependendo da epoca que vc for nem precisa reservar... ja no aeroporto tem diversas barracas de pessoas com hoteis pousadas e campings...

 

 

 

Abraço

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Não sei se procede, mas encontrei esta informação no site do Consulado do Chile em Porto Alegre (http://www.congechile.com.br/ - Menu "Turismo", à esquerda" - link "Saúde"):

 

FEBRE AMARELA

 

De acordo com o Decreto Supremo nº 321 de 16 de Dezembro de 2002, se exigirá vacina contra a febre amarela para as pessoas que desejem ingressar à Ilha de Pascua. No momento do desembarque no aeroporto Mataveri será exigido o Certificado Internacional de Vacinação contra a febre amarela às pessoas provenientes dos seguintes lugares*:

 

BRASIL – Estados de Acre, Amapá, Amazonas, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima, Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Tocantins.

 

* Se estiver em outro país, entre em contato com Ministerio de Salud de Chile www.minsalud.cl para ver se sua região se encontra nesta lista.

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    • Por Aullyanna02
      Planejo fazer uma viagem com destino ao Chile em julho/2019, e desejo visitar os dois destinos que estão no título do post. Gostaria de saber se há possibilidade de comprar as passagens para a Ilha de Páscoa no aeroporto de Santiago, pois aqui no Brasil elas são absurdamente caras - leia-se R$5.000 em alguns sites - e não cabem no meu orçamento inicial. Por favor, me ajudem! Desde já, agradeço!!!
    • Por voluti
      Amigas e amigos mochileiros,
       
      Como muitos outros brasileiros, viajei para a Ilha de Páscoa, realizando um sonho antigo. Sempre tive interesse em algo que poderíamos chamar de "turismo histórico-arqueológico", mas ir a Rapa Nui (nome do ramo linguístico falado originalmente na ilha) sempre foi um sonho mais distante, não estava nos planos mais próximos de viagem para o presente ano. No entanto, uma promoção da LAN/TAM em janeiro, anunciada pelo Melhores Destinos (http://www.melhoresdestinos.com.br/promocao-passagens-ilha-pascoa.html), mudou os meus planos. Nesta promoção, era possível sair do Rio em direção a Ilha de Páscoa por menos de R$ 600,00 + taxas. Imperdível! Os valores normais são mais que o dobro disso.
       
      Passagem comprada para Junho! Não consegui convencer nenhum amigo a ir comigo. Viajei sozinho, o que não é nenhum problema para mim. No entanto, confesso ter refletido muito sobre as nossas escolhas para viajar. Um amigo, pessoa muito amada, chegou a insinuar que esta não seria uma "viagem de verdade". Volto nisso ao final.
    • Por tchebes
      VOCÊ ACABA DE ENCONTRAR UM RESUMO DE TODAS AS INFORMAÇÕES QUE VOCÊ PRECISA SABER PARA NÃO CHEGAR PERDIDO À ILHA DE PÁSCOA.
       
      * VOCABULÁRIO:
      - Iorana: saudação que serve tanto como OI como TCHAU
      - Ahu - são os altares (ou templos) onde eram expostos os Moais
      - Moais - são representações dos ancestrais chefes das tribos Rapa Nui (da antiguidade) e de seus parentes próximos
      - Ana - caverna
      - Hanga - baía
      - Motu - Ilha
       
      * NOME DA ILHA:
      - Ilha de Páscoa: porque a chegada pelos ocidentais à Ilha se deu em um domingo de Páscoa de 1722, por um holandês.
      - Rapa Nui: não é o nome original dessa cultura. Rapa na verdade é uma outra ilha da polinésia de cultura muito parecida e Nui seria ''grande'', formando portanto Grande Rapa.
      - Umbigo do Mundo (Te Pito o Te Henua): dizem ser este o nome original da ilha, pela sua localização estratégica no centro do globo.
       
      * HISTÓRIA DA ILHA E DA CULTURA RAPA NUI (desculpem se houver falhas de informações):
      - A Ilha de Páscoa foi descoberta pelos navegadores da Polinésia, que chegaram ao local para estabelecer moradia aproximadamente nos anos 800 d.C. Havia abundância de árvores, vegetação em geral e animais, principalmente pássaros de muitas espécies.
      Estabeleceram a sua cultura tradicional e por aqui dividiram-se em inúmeras tribos pelo litoral da ilha. Cada tribo tinha seu próprio Ahu (altar). Assim, com a morte dos líderes tribais e familiares próximos, esculpiam-se o Moais, 'sempre' de frente para a vila e de costas para o mar, para simbolizar que este líder seguia espiritualmente vigiando e protegendo aquele povoado. Nesse período, os Rapa Nui tinham um poder centralizado pelo o líder/rei Hotu Matu'a e pelo que parece as tribos viviam em harmonia.
      Contudo, com a escassez de árvores/madeira e com a dificuldade de sobrevivência por outras questões de busca por elementos básicos (ex. água, comida), as tribos começaram a digladiar entre si. Período em que se perdeu a fé pela proteção ancestral dos Moais e TODOS eles foram derrubados pelos próprios Rapa Nui.
      Bom, após a crise do sistema concentrado de poder, as tribos passaram a estabelecer um sistema mais democrático de liderança, com alternância anual, quando cada chefe de tribo preparava seu guerreira combatente para participar da competição do Homem Pássaro (se jogavam ao mar, nadando até o Motu - ilha - onde os pássaros de primavera vindos de todos os cantos deixavam seus ovos para reprodução. Aquele que retornasse com o primeiro ovo posto na ilha, intacto, garantia o poder ao lider de sua tribo, naquele ano).
      Já a chegada dos ocidentais na ilha se deu aproximadamente na década de 1720, através de navegação holandesa, que aportou em um domingo de Páscoa, dando o nome à Ilha.
      Dizem que a presença dos padres e as missões da igreja foram ferindo a cultura original Rapa Nui.
      Ademais, na década de 1805, os peruanos chegaram à ilha e escravizaram grande parte da população para venda no continente, sendo o maior crime na história da cultura local.
      Por fim, a partir da década de 1950 passaram a restaurar as peças e na década de 1990, com auxílio do governo japonês, reergueram e retomaram os principais Moais aos seus respectivos Ahus.
       
      *CUSTOS - Maio 2013
      - Moto: 20 mil
      - Bike: 8 a 10 mil
      - Carro: 30 a 40 mil
      - Quadriciclo: 30 a 40 mil
       
      *CAMPING POUSADA MIHINOA
      - Valor: quartos compartilhados de 8 mil (4 camas) e 10 mil (3 camas)
      - Localização: de frente pro mar. 10 pontos neste quesito ! Pra mim foi o fator chave para escolher! E não é só. É de frente para o pôr do sol ! Contudo fica há 10 min de caminhada numa semi ladeira até o início do centro. O que pra mim não representa nenhum problema(já que adoro caminhar). Mas casais que não curtem andar, considerem esse fator.
      - Higiene: Ótimo. O cuidado da Dona Isabel é fantástico. Contudo, como por todos lado da ilha (creio!), tem bastante baratas pelos banheiros e área comum. Acredito que seja um mal por todos os hotéis. Verifiquem isso.
      - Atendimento: Bom. Sem café. Mas com transfer IN e OUT. Internet pagando a parte 5 mil por toda a estadia, contudo, MUITO lenta! A ponto de as vezes não dar para abrir a caixa de entrada do email. Atendentes de recepção atenciosos na medida do possível. Senti falta de um pouco mais de prestatividade.
      - Em geral: Recomendo para viajantes sozinhos ou casais que queiram economizar ou gostem de acampar ou lugares simples.
       
      *RESTAURANTES
      Em geral os pratos custam (maio 2013) o valor de 10.000 pesos, o que equivale a R$50,00. É possível procurar por MENUS a 5.000 pesos, que são pratos executivos. A maior parte dos restaurantes não divulgam a existência, mas consegui encontrar em dois lugares:
      - Rest. Tataku vave - altamente recomendado. Comida muito bem preparada (pouca quantidade) e visual de frente para o mar. Comi um atum fresco com purê delicioso. Deck de madeira praticamente sobre as pedras. Incrível. Melhor custo benefício da ilha. (no litoral de Hanga Roa, no caminho para a gruta Ana Kai Tangata);
      Rest. próximo ao cemitério, lado direito de quem vai. Não lembro o nome, lugar simples, bastante comida / comida mais caseira.
       
      *SHOWS
      - Te Ra’ai ( Kaituoe s/n (só seguir a Calle Tuki Haka Hevari depois do Hospital) Tel. 32-255-1460, 32-255-1460 e 9-9414-4972 - [email protected]
      -Vai Te Mihi (Calle Policarpo Toro, ao lado do cemitério) - [email protected] - Tel. 9-493-8990 - Funcionamento: Segundas, Quintas e Sábado, 21 horas.
      - Kari-Kari (Calle Principal Atamu Te Kena & Tuki Haka Hevari) - Tel. 32-210-0767, 7-532-5637 e 9-489-2780 - Funcionamento: Terças, Quintas e Sábado, 21 horas.
      Obs.: Informações obtidas no site andarilhospelomundo.com - e o valor em Maio 2013 só para ver o show (sem jantar) era 10 mil pesos no Kari Kari e Vai Te Mihi e 15 mil pesos no Te Ra'ai (onde fui).
       
      ROTEIRO
      * Considerando a chegada do vôo LAN às 12 / 13 hs.
      Comprar o seu ingresso de entrada no aeroporto mesmo, logo ao sair do avião, ao lado esquerdo, antes de entrar no setor de bagagem. Valor R$30.000.
       
      * 1o DIA - VINAPU . RANO KAO . ORONGO (considerando o vôo LAN chegando 12hs / 13hs)
      Método: BIKE
      - Vinapu (Após ver o Ahu, pegar a estrada de terra atrás do aeroporto, mais curta, sentido Vulcão Rano Kao)
      - Volcán Rano Kao (subir pela trilha de quem vai a pé, conduzindo a bicicleta até em cima)
      - Orongo (fica junto com o Vulcão, no topo deste)
      - Ver o pôr do sol lá de cima e descer de bike pela estrada dos carros (o que é rapidíssimo).
      - Passar rapidamente pela caverna Ana Kai Tangata, observando as pinturas dos pássaros amarelados no teto (onde residia uma família canibal e ponto importante para avistar o vencedor da competição do homem pássaro)
       
      * 2o DIA - LITORAL NORTE
      Método: CARRO ou QUADRICICLO ou MOTO
      - Tongariki: ver o nascer do sol e fazer um picnic lá como café da manhã (recolher todo o lixo, claro!)
      - Rano Raraku: visitar o cemiterio de Moai que fica logo atrás
      - Papa Vaka: ver os peroglifos
      - Te Pito Te Kura: cruzar para o lado norte e visitar a pedra do umbigo e o maior Moai (que está quebrado e caido no chão)
      - Praia de Perouse: Para fotos e quem sabe banho (não é recomendável, por não ter salva vidas e risco de desabamento de terra do litoral)
      - Praia de Anakena: passar o resto da tarde relaxando
      - Descansar a noite e dormir cedo
       
      *3o DIA - TREKKING A TEREVAKA
      Método: BIKE + TREKKING
      - Manhã: subir o Vulcão Terekava (ponto mais alto da ilha) - Ir pedalando pela estrada principal e deixar a bike presa em alguma árvore no início da trilha (a trilha inicia no Ahu Akivi) e seguir a pé
      - Tarde : Após Descer o Terevaka, conheça o Ahu Akivi + seguir para para a trilha do litoral (estrada amarela, no mapa), passando pela Gruta Tepahu + Gruta Ana Kakenga (2 ventanas) + ver o por do sol no Tahai e voltar pela costa apreciando os moais e as baías (hangas)
      Obs: Tb é possível assistir o por do sol de dentro da Caverna Ana Kakenga, o que é um espetáculo a parte ! O sol se põe diante da janela da gruta, fazendo entrar raios avermelhados no seu interior, ficando lindo para fotos.
      - Noite: jantar e descansar
       
      *4o dia: POIKE
      Método: Tour guiado +-20 a 35 mil por pessoa
      - MANHÃ e INÍCIO DA TARDE: Subir o caminho de Poike, conhecendo o moai de pedra, a gruta da virgem etc (o visual panorâmico mais incríveis da ilha)
      - FIM TARDE/NOITE: Explorar mais o centro a tarde (lojinhas, por estampa no passaporte no correio (se tiver aberto), jantar)
      - NOITE: ver show de musica tradicional
       
      *5o dia: Museu e ir viagem de volta
      - Museu que abre as 9h30. Ficar até 10h30 e seguir para o aeroporto.
       
      Obs.: Se você prefere fazer tudo com mais calma, almoçando e jantando bem, considere a possibilidade de ter pelo menos 01 dia a mais.
      Obs.: Se você curte mergulho Scuba de cilindro, é possível fazê-lo em meio período do dia. Procure informações on line. Existe um Moai (acredito que fake!) submerso para fotografias.
      Obs.: Esse roteiro é recomendado para quem já leu sobre a história da ilha ou tem facilidade em comunicar-se com nativos para ir adquirindo informação ao longo da viagem, já que não está incluído guia para os dias iniciais, mas tão somente para a trilha guiada obrigatória no 4o dia.
      Considere que rodar a ilha sem entender a história (descoberta pelo povo da Polinésia, a cultura Rapa Nui na época dos moais e mais tarde com a idolatração do Homem Pássaro) não tem graça alguma.
      Assim, se preferir, uma alterativa é, na tarde do dia de chegada, conhecer o centro da cidade, se ambientar e observar o Museu (que não abre segunda e fecha domingo às 12h30m), reajustando todo o esquema acima.


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