Ir para conteúdo
View in the app

A better way to browse. Learn more.

Mochileiros.com

A full-screen app on your home screen with push notifications, badges and more.

To install this app on iOS and iPadOS
  1. Tap the Share icon in Safari
  2. Scroll the menu and tap Add to Home Screen.
  3. Tap Add in the top-right corner.
To install this app on Android
  1. Tap the 3-dot menu (⋮) in the top-right corner of the browser.
  2. Tap Add to Home screen or Install app.
  3. Confirm by tapping Install.

Olá viajante!

Bora viajar?

Escalada/Hiking do Vulcão Villarica! Pucón/Chile - O mais ativo da América do Sul

Postado
  • Membros

Caros amigos Mochileiros.,

 

Ao escrever este relato, estou quitando parte de minha divida com o Fórum do Mochileiros.com, uma vez que sem esta ajuda, eu não teria meu espírito aventureiro aguçado e, com certeza, meu mochilão não teria acontecido. Além disso, gostaria de compartilhar com vocês minhas experiências, impressões e dicas da subida do Majestoso Vulcão Villarica! Mais que descrever objetivamente a ascensão, fornecendo informações úteis, meu objetivo é inspirar os planos e sonhos dos que amam Aventura e a Natureza! Sem mais delongas, vamos ao relato! :)

 

598dc45ca3223_VULCAO(Copy).jpg.1c953b5d0122492fdcfa62fd58c21dc9.jpg

 

Cidade de Pucón

 

Pucón possui apenas 25 mil habitantes, localizada na Região dos Lagos, há quem diga que é o início da Patagônica. Separada de Santiago por 789km (cerca de 11h de ônibus, saídas do Terminal a todo momento, diversas empresas trabalham no percurso, sendo a Turbus a mais recomendável). A pequena Pucón conquista o viajante por seu charme, de todo os pontos da cidade é possível avistar e deslumbrar-se com o Vulcão Villarica, atuando como uma espécie de "guardião" do povoado. Outro atrativo, é o Lago Villarica, situado a poucos quadras do Centro, onde no verão é possível banhar-se nas não tão gélidas águas vulcânicas e curtir um dia de "praia" em suas badaladas areias negras (isso mesmo, a areia da praia possui coloração preta!).

 

Nos arredores de Pucón é possível e altamente recomendável conhecer os "Ojos de Caburgua" (cachoeiras bem próximas a cidade, cerca de 20 minutos de ônibus, saindo a todo momento do terminal, o passeio no total não deve atingir os cinco mil pesos chilenos) e realizar diversos trekkings nos bosques milenares do Parque Nacional Huerquehue (ônibus saem as 8h e 11h da manhã do terminal).

 

Pucón é considerada polos nos Esportes Radicais, é possível fazer Rafting no Rio Trancoso (Nível 3 e 4), hydrospeed, kayak, escalada em rocha, rapel, arborismo, canyoning (rapel em cachoeira) e muitas outras atividades! No inverno, a estação de ski e snowboarding abre, localizada na base do vulcão.

 

598dc45d37956_DSC02045(Copy).JPG.ac4f0198b55493108586dcd38984066d.JPG

 

Hospedagem: É possível encontrar hospedagem para todos os gostos e preços, eu me hospedei no Hostel "él alamo", mas ouvi boas recomendações do "Rigolemo" e "Sur".

 

Alimentação: A avenida principal é a "Libertador O'higgins", na qual é possível comer bons pratos e "completos italianos" (espécie de hot dog com molho de abacate). O preço é de 4 mil para cima, sendo uma boa refeição comprada por cerca de 10 mil.

 

Agências de Turismo: Há dezenas de agências oferecendo os mesmos passeios, todas localizadas na O'higgins, mas é preciso escolher com cautela, sendo recomendável a agência "Pucón Adventure" (Preço do vulcão foi em torno de 46 mil pesos).

 

598dc45c9dbe7_Lago(Copy).jpg.c3d9b6f587a3a48d2d7c26df0e42e71a.jpg

 

Bom, agora que as informações básicas de Pucón foram ditas, podemos ir direto ao enfoque deste relato, a ascensão do Vulcão Villarica!

 

Escalada/ Hiking do Vulcão

 

A ascensão do Villarica foi o principal motivo que me levou à cidade de Pucón. Mais do que isso, a escalada de montanhas e vulcões, bem como os trekkings na Cordilheira dos Andes, foram o objetivo de meu Mochilão. É difícil de explicar, mas sinto uma atração irracional pelas Montanhas e um sereno bem-estar espiritual. Não sei se tal preenchimento existencial é fruto da impotência e insignificância do Homem perante a soberana Natureza ou se é a superação e a conquista do cume a verdadeira responsável. Realmente não possuo tais respostas, mas o que sinto é a forma de liberdade mais pura. Diversos escritores e montanhistas renomados tentaram explicar esse sentimento, vale ressaltar a obra de Jon Krakauer “Sobre Homens e Montanhas”, mas é inexplicável, é o mesmo que perguntar a um pintor ou musicista o sentimento de suar arte, não há explicação lógica, a racionalidade não consegue adentrar em tal campo, é preciso sentir.

 

598dc45657581_3(Copy).JPG.39cec7486d904b100b2581fbf7897a08.JPG

 

Bom, feitas as devidas divagações que o montanhismo requerer, vamos prosseguir no Relato. No dia 17/01/15 me dirigi à diversas agências de turismo, escolhi a “Pucon Adventure” pelo renome e pela qualidade. O plano era realizar a empreitada no dia seguinte, mas consultei a previsão do tempo para o Vulcão, a qual indicava ventos superiores a 45km/h. Após refletir, me lembrei da máxima do montanhismo que diz que para conquistar um cume é preciso ter bons equipamentos, boas condições climáticas e bom preparo, e resolvi adiar para o dia 19/01, no qual o vento não atingia os 20km/h, caracterizando condições ideais.

Como já havia visitado as cachoeiras e parques, além de ter feito rafting, achei melhor não fazer nada nesse dia. Afinal, estava viajando há mais de 40 dias sem descanso e a ascensão era muito importante para mim. Dito e feito, me dei um dia de folga e passei as 24h subsequentes descansando e “em concentração” (lendo livros e artigos de escalada na Internet) para o grande dia. O único esforço do dia foi ir para Agência de Turismo, na qual ocorreu a “Prova de Equipamentos”.

Eram 5 horas da manhã do dia 19 de Janeiro quando meu despertador tocou, anunciando que o Sol nasceu com uma certa ansiedade e com um sentimento de grandiosidade, sentimentos estes que me acompanharam pelo restante do dia. Vesti minhas roupas que estavam separadas desde a noite anterior: segunda pele calça e camisa, calça de trekking, casaco polar, cachecol, gorro, meias de trekking e minha inseparável companheira de viagem, minha bota. Além disso, levei meu canivete, cobertor portátil de alumínio para emergências, câmera, chocolates, biscoitos e 2 litros de água, tudo devidamente arrumado em minha mochila de ataque, que ainda receberia os demais equipamentos na agência.

Por volta de 6h cheguei na agência e recebi os equipamentos: crampones (fixação no gelo, evitando deslizamento), piolet (equilíbrio e freio de emergência em caso de queda), polaina (revestimento do da parte inferior da perna, evita que a neve entre na bota pela parte superior), capacete, “skibunda” (para a decida em espécies de “tobogãs”), calça e jaqueta impermeável resistentes ao vento, e alguns outros equipamentos de suporte. Após a organização da mochila, constatei que o peso estava por volta de 6kg, o que poderia um empecilho na subida.

 

598dc4558b83a_1(Copy).JPG.85d29ae186806c96b17d04b328f90872.JPG

598dc455df284_2(Copy).JPG.76c662b78e41f9a6bf0cb4943ca581fb.JPG

 

Por volta de 7h a van partiu em direção a base do vulcão. O grupo era formado por 8 pessoas e 3 guias. O planejamento era de até no máximo 4 pessoas por guia, dividindo-se em um grupo rápido e outro lento, sendo o terceiro guia responsável por cuidar daquelas que desistem, uma vez que as desistências são mais que recorrentes.

No inverno é possível utilizar o teleférico da estação de ski, custando por volta de 9 mil pesos, propicia diminuição de uma hora na subida. Como era verão, nossa subida estava prevista para durar cerca de 5h até a cratera, na qual passaríamos 30 minutos e depois desceríamos pelo “ski bunda”, acrescentando mais 3 horas no percurso.

Dada às devidas recomendações, que consistiam em como caminhar no gelo, como usar o piolet e os crampones, e cuidados em relação à pedras e objetos descendentes, iniciamos a subida. O primeiro trecho é dos mais íngremes, pois a subida não é predominantemente por “caracóis” (Subida caracol é quando se sobe ziguezagueando para amenizar a inclinação). Desde o início me posicionei logo atrás de um dos guias e segui em um ritmo constante e determinado, uma vez que queria estar no “pelotão de frente”, pois este possui chances mais concretas de conquistar o cume. Após 30 minutos de subida, muitos pediram ao guia que fizesse uma parada, como a parada estava prevista no cronograma para uma hora mais tarde, houve a separação dos dois grupos.

 

598dc456b40e4_4(Copy).JPG.321df997ca3778a6979549688e781d14.JPG

598dc4574f2be_5(Copy).JPG.e362931f73ffa0cc74f8a524575f5e58.JPG

 

Após a primeira parada, ainda faltando 3 horas e meia de subida, atingimos o glaciar do vulcão, ou seja, a neve. Agora a ascensão ficava mais fácil pela parte física, pois o caracol aumentava consideravelmente, e mais difícil pela técnica, pois cada passo deveria ser medido e observado com cuidado. Era preciso colocar o pé no mesmo lugar que o guia havia colocado, pois ele chutava o gelo demarcando uma espécie de trilha, na qual se podia pisar sem deslizar. A mínima desatenção para admirar a exuberante paisagem ou para tirar uma foto poderia ocasionar queda. Depois de tirar uma foto e me desequilibrar, resolvi guardar a câmera e me concentrar na subida, deixando para capturar o momento nas paradas.

 

598dc4588f940_6(Copy).JPG.dbf325950181f466baa22fa4ff3f8519.JPG

598dc458f18f5_7(Copy).JPG.a4e848fb12f5c5d652334c7e3bcf145c.JPG

598dc45950ee1_8(Copy).JPG.e39ddbedecc643e6c0b87be5720d3119.JPG

 

Após a segunda parada, faltavam apenas 2 horas para a cratera do vulcão, à medida que subíamos, uma paisagem incrível se revelava no horizonte, já era possível ver o Lago Villarica, a cidade de Pucón, o Parque Nacional e outros vulcões que compõe o horizonte da região. Do outro lado, o cume estava mais próximo, já era possível observar a fumarola da cratera enegrecendo o ar. Nesse momento, 3 pessoas já haviam desistido pelas condições físicas. A subida estava tranquilo, já havia me adaptado aos cuidados do gelo e permanecia concentrado e determinado a conquistar o cume. Em um determinado momento, foi surpreendido com uma série de assovios e gritos de “cuidado”, um sujeito havia se distraído e derrubado sua garrafa de Gatorade, que agora rolava vulcão abaixo, podendo ocasionar um acidente devido a sua velocidade.

 

598dc459b5607_9(Copy).JPG.c36c1c2a4b2cb7c3c87a6747e01540ff.JPG

598dc45a2026b_10(Copy).JPG.fbb5675fdd9b0c3371fb647bb7ec0af9.JPG

598dc45a7bdf1_11(Copy).JPG.ee572fa8eacd47d7b5718261d66c76bc.JPG

 

A terceira parada estava distante de 40 minutos do Cume. Nesse momento, comemos e bebemos um pouco e colocamos os “crampones” para este último trecho da escalada, uma vez que a inclinação aumenta, sendo necessário usar crampones nas botas para evitar deslizamento. Estranhei os primeiros passos em tal equipamento novo para mim, pois consistem em pequenas garras metálicas colocadas no solado da bota. Então cada passo que eu dava, sentia as garras ficando no gelo e precisava fazer uma força um pouco maior que o habitual para levantar os pés novamente. Contudo, passados 15 minutos, não estranhava mais, caminhava naturalmente. Não sei se por que havia me acostumado ou por que estava tão motivado em conquistar o cume que não sentia nada, nem cansaço, nem frio, nem nada de adverso, sentia apenas o vulcão e sua cratera, cada vez mas próximas de mim. Os últimos 15 minutos foram intermináveis, a ansiedade estava a mil, cada passo dado era sentido e interpretado como um passo mais próximo. Passo por passo, batida de coração por batida de coração, inspiração por expiração, foi assim que finalmente conquistei o cume.

 

598dc45acac41_12(Copy).JPG.dcc79db2a41548ac54ea23284bf47ac3.JPG

 

Assim que coloquei os pés na parte mais alta do vulcão e observei sua majestosa cratera senti que o mundo era tão só e somente aquilo, a Natureza em sua forma mais pura e com seus trajes mais elegantes. Reverenciei o vulcão, pois afinal ele me permitiu que chegasse até seu cume e descobrisse sua beleza imensurável. Passado o primeiro momento de deslumbre, que não sei se duraram segundos ou minutos, cumprimentei meus colegas, pois a conquista não era individual, mas sim do grupo. A cratera do Vulcão é algo impressionante e de uma força torrencial, com sua fumarola tóxica de sulfúrico e outros gases, atingindo metros de altura e se espalhando por quilômetros, mudando de direção a cada minuto. É assustador pensar que estava na cratera do Vulcão Mais Ativo da América do Sul, palco de inúmeras erupções e com potencial de destruir cidades. Era assustador, mas é uma espécie de susto que remete à admiração. É olhar a Natureza, compreender sua força esmagadora perante a fragilidade da vida humana e mesmo assim se sentir bem, como se todos os vazios existenciais da vida moderna fossem preenchidos com o sentimento de fazer parte de algo maior. Não tenho religião e não acredito nas concepções de Deus a mim apresentadas, mas atingi um estado de espírito transcendental.

Após cerca de 20 minutos na cratera, o vento mudou de direção, e a fumarola pairou sobre nossas cabeças, mais do que isso, a fumarola atingiu nossos narizes e infiltrou em nossos pulmões. Resultando em um ataque de tosse em todos, uma vez que os gases são tóxicos, não era possível ficar mais tempo ali, pois a exposição em excesso a tais gases poderia acarretar em desmaio e outros efeitos colaterais. Portanto, a descida do Vulcão foi feita às pressas, não havendo tempo para que eu me despedisse do majestoso Villarica.

 

598dc45b72127_Cume2(Copy).JPG.4580371d173a17e627287f58bb23fcdf.JPG

598dc45c96ae1_Cume5(Copy).JPG.bc366df8bf7ad43a76b75233e18756dd.JPG

598dc45c3ee1b_Cume4(Copy).JPG.0d587ce4cad9ce5c1fd9462a90ef274f.JPG

598dc45b23b57_Cume1(Copy).JPG.3b464501c4d66ce9c33e7da10bdc863b.JPG

 

A descida consistia em deslizar sobre pequenas pranchas de plástico em canaletas feitas anteriormente na neve. Ou seja, era como descer de trenó. Apesar de parecer perigoso, a descida é tranquila, uma vez que não é possível deslizar para fora das canaletas. O piolet serve como freio e deve ser usado constantemente para o controle de velocidade. No começo eu estava receoso e controlando muito a velocidade, mas na metade da descida me senti a vontade para descer rápido. Foi incrível! Descendo em poucos minutos tudo aquilo que demorei horas para subir, vento no rosto e a neve voando. Algumas vezes exagerei na velocidade e me choquei com alguns colegas entre um “tobogã” e outro. Confesso que na última descida, deixei todas as minhas resistências de lado, e procurei atingir a máxima velocidade. Contudo, após estar bem rápido, perdi o controle de meu corpo, graças à tubulação, continuei na mesma direção, só que capotei e comecei a descer de costas e depois de lado. Não houve ferimentos, apenas neve em meu corpo e muita diversão. Foi sensacional! 

Após a divertidíssima descida, ingressamos no último trecho, cerca de 1h de caminhada até o transporte. Foi aí que o cansaço bateu. Na subida estava muito motivado para sentir qualquer coisa. Agora que já havia conquistado os objetivos de forma imperiosa, portanto me senti cansado, mas muito feliz pelas lembranças que levarei para o resto de minha vida! Com certeza foi uma das melhores experiências do mochilão! Cheguei na van e em 40 minutos estava em meu quarto, tentando digerir tudo que havia acontecido naquele dia. Confesso que estou até hoje digerindo.

 

Considerações Finais

 

A escalada/hiking até a crater do Villarica não exige experiência, tampouco conhecimento. As técnicas usadas são básicas, consistindo apenas no manuseio de crampones e piolet. Apesar de eu ter escalado outro vulcão e outras 2 montanhas de altitude superior, eu nunca tinha usado tais equipamentos. Mas mesmo assim, o aprendizado foi rápido e seguro. Portanto para escalar o Vulcão Villarrica é preciso ter apenas um bom condicionamento físco e muita motivação. As agências tentam vender a todo custo, dizendo que é tranquilo. Contudo, é preciso tomar cuidado e respeitar os limites do corpo. O Villarrica não apresenta perigos iminentes, mas, por se tratar de um glaciar, a temperatura é instável, podendo cair bruscamente. Um Brasileiro, se eu não me engano em 2012, deslizou no vulcão e ficou preso em uma cratera. Só foi encontrado no dia seguinte, já morto, vítima de hipotermia. Portanto é preciso também tomar cuidado, respeitar a Natureza e escolher uma agência séria. Mas para aqueles que se sentem capazes de subir , a ascensão é incrível! Espero com esse relato ajudar aqueles que pretendem subir. Mas, mais do que isso, pretendi imortalizar essa lembrança minha para que mesmo com a perda de memória, ainda me lembre desse dia fantástico!

 

598dc45be0302_Cume3(Copy).JPG.e1464af48852488038b99ddec71b2f17.JPG

 

Abraços para todos os amigos mochileiros! Estou aberto a possíveis dúvidas! :)

  • Respostas 37
  • Visualizações 15.4k
  • Criado
  • Última resposta

Usuários Mais Ativos no Tópico

Most Popular Posts

  • Jhonatan, já contactei várias agências e todas tem a mesma resposta: o subida no Villarrica pode ser realizada em qualquer período do ano, mas depende das condições climáticas no dia. Se tive com chuv

Posted Images

Featured Replies

Postado
  • Membros

Luka

 

Pelo menos nas agencias que estou pesquisando esta com a tabela de Preços para a subida...acredito que esteja liberada sim...apesar de estar bem caro em media de 85.000 pesos em torno de R$ 470,00.

Mas....vamos avaliar todas as possibilidades...

Postado
  • Membros

Caraca, Alex.

Tá puxado mesmo kk...

Você tem data prevista para a trip??

Tenho que voltar para lá, pois o Villarrica me escapou com a erupção, mas na próxima não escapará kkk.

Abração!

::Ksimno::

Postado
  • Membros

Cara, estou indo neste domingo dia 31/01

Vou para puerto montt / Cochamo ficarei uma semana e depois subo a Pucon... dia 9 de fevereiro...ficarei alguns dias lá e depois vou para Santiago...ficar mais uns 3 dias....

Mochilar mesmo...hehehe

 

Abraços

Postado
  • Membros

Show de bola, Alex.

Eu embarco dia 17 para Mendoza, mas estava querendo 'matar dois coelhos com uma paulada só' kkkk..

Penso em fazer o Villarrica antes do Aconcágua, para dar uma aclimatada!

Apesar que o Villarrica é muito baixo para servir como aclimatação, mas serve para a manutenção do acondicionamento físico.

Se der a louca, passo lá antes...

  • 1 mês depois...
Postado
  • Membros

Amigo inicialmente gostaria de parabenizar pelo post sobre Pucon e o Villarica. Muito bem escrito e explicativo, perfeito para quem esta planejando uma viagem semelhante como eu. Bom, nos meus finais de semana faço escaladas em rocha, rapel, montanhismo e outras atividades do gênero, por isso meu interesse maior em Pucon. Assim como você estou ansioso para a ascensão ao cume e desde então já estamos nos preparando para essa "escalaminhada".

Fora o Villarica pretendo fazer trekking na região e o raffiting, além, é claro, de esquiar já que estou indo no início do inverno (22 a 30 de julho).

Bom, seu post foi bem esclarecedor e serviu para finalizar algumas dúvidas que ainda pairavam. Vi, pelos sua narrativa que você é um cara que vive em constante contato com a natureza e sempre a respeita, reverenciando-a nos momentos certos e reconhecendo a insignificância do homem perante ela. Sou igual e possuo as mesmas ideologias. Acho que essa experiência do vulcão será fantástica, exatamente o que estou procurando e, vendo o seu relato, fico ainda mais empolgado com o dia da viagem.

Minha única dúvida sobre a cidade é se é possível fazer os trekkings sem a necessidade de guias? tenho equipamento profissional de localização que certamente deve ter os pontos e trilhas da região.porém, as vezes a região das trilhas encontra-se em alguma área de preservação e o acesso somente pode acontecer por intermédio de guias. Caso saiba sobre esse assunto, por favor me fala algo que ficarei novamente grato. Obrigado e mais uma vez parabéns pela publicação!!!

  • 4 semanas depois...
Postado
  • Membros

Mto bom relato amigo! Vc me fez querer desviar da minha rota que era até Santiago pra decer até Pucon pra subir esse vulcão. Também me identifico muito com montanhas e vulcões, apesar de só ter subido um que foi o Monte Fuji no Japão, a sensação foi sobrenatural, o lugar que eu mais me senti a vontade em todo o mundo. Tive um deja vu decendo o Fuji que foi muito intenso, como se eu ja tivesse ido pra lá em alguma outra vida, como se ja conhecesse o lugar mesmo nunca tendo ido pra lá.

Fiquei curioso sobre o ski bunda, queria ver umas imagens ou videos hahah

  • 9 meses depois...
Postado
  • Membros

Pessoal, alguém que já fez a ascensão ao Villarica pode me dizer se vale a pena deixar para contratar a agência lá? Pergunto pois nos relatos que li por aqui, os valores citados giram em torno de R$200, e pesquisando pelos sites das agências, ou trocando e-mails com eles, os valores estão acima de R$400, mais que o dobro! ::hein:

 

Vi relatos do ano passado, quando o real estava mais desvalorizado do que hoje, e o valor pago foi metade do que estou encontrando na internet. Alguém sabe me dizer como prodecer neste caso? Se realmente eles inflam os valores na internet, mas é possível pagar menos contratando presencialmente?

Postado
  • Membros
Pessoal, alguém que já fez a ascensão ao Villarica pode me dizer se vale a pena deixar para contratar a agência lá? Pergunto pois nos relatos que li por aqui, os valores citados giram em torno de R$200, e pesquisando pelos sites das agências, ou trocando e-mails com eles, os valores estão acima de R$400, mais que o dobro! ::hein:

 

Vi relatos do ano passado, quando o real estava mais desvalorizado do que hoje, e o valor pago foi metade do que estou encontrando na internet. Alguém sabe me dizer como prodecer neste caso? Se realmente eles inflam os valores na internet, mas é possível pagar menos contratando presencialmente?

 

Estou na mesma por aqui, planejo ir dia 13/02 para Pucón e já subir o vulcão no dia 14! Vc estará por lá quando?

Meu medo é de chegar lá e não ter mais vaga, não sei se é tão concorrido assim.

Os valores que achei vão de 85k (Aguaventura) a 100k (politur).

 

Alguém saberia dizer se é de boa chegar lá cedo e já fechar a subida para o dia seguinte ou o próximo, em fevereiro? ::hãã2::

Postado
  • Membros

Salve!

 

A resposta que tive de duas agências, ao questiona-las sobre o aumento nos preços, foi que, após a erupção de março de 2015, reabrindo o vulcão somente em novembro, as normas para ascensão ficaram mais rígidas. Antes, cada agencia podia levar 24 pessoas, hoje são apenas 12. Segundo eles, as entradas para o parque ficaram mais caras também.

 

O jeito vai ser pagar o dobro do valor de quem fez antes da erupção de 2015 mesmo. Que valha a pena!

 

Vou +/- nesta data também, ainda não fechei isso, mas assim que fechar, já vou pagar um sinal para a agência, pois não quero correr o risco de ficar sem subir por falta de vagas.

 

A agência mais barata - e bem recomendada - que encontrei foi a Florência: CLP 85000.

Postado
  • Membros
Salve!

 

A resposta que tive de duas agências, ao questiona-las sobre o aumento nos preços, foi que, após a erupção de março de 2015, reabrindo o vulcão somente em novembro, as normas para ascensão ficaram mais rígidas. Antes, cada agencia podia levar 24 pessoas, hoje são apenas 12. Segundo eles, as entradas para o parque ficaram mais caras também.

 

O jeito vai ser pagar o dobro do valor de quem fez antes da erupção de 2015 mesmo. Que valha a pena!

 

Vou +/- nesta data também, ainda não fechei isso, mas assim que fechar, já vou pagar um sinal para a agência, pois não quero correr o risco de ficar sem subir por falta de vagas.

 

A agência mais barata - e bem recomendada - que encontrei foi a Florência: CLP 85000.

 

Faz sentido. Mas farei de qualquer maneira sim, pois pelo relatos e fotos vale muito a pena!

 

Então, eu pensei em fechar pela Aguaventura, bem cotada pelo visto. O diferencial é que não é necessário fazer nenhum pagamento para reserva, somente indicar a data e chegar lá um dia antes da ascensão. Além do mais, você paga somente 30.000 antes da subida, e o resto (55.000) você acerta depois do serviço prestado, vejo uma certa confiança neste tipo de prestação de serviço, acho legal ::otemo::

Participe da conversa

Você pode postar agora e se cadastrar mais tarde. Se você tem uma conta, faça o login para postar com sua conta.

Visitante
Responder

Account

Navigation

Pesquisar

Configure browser push notifications

Chrome (Android)
  1. Tap the lock icon next to the address bar.
  2. Tap Permissions → Notifications.
  3. Adjust your preference.
Chrome (Desktop)
  1. Click the padlock icon in the address bar.
  2. Select Site settings.
  3. Find Notifications and adjust your preference.