Salve galera, aí vai meu mini-relato sobre a trilha que acabei de terminar.
Li vários relatos antes de ir, mas gostei especialmente do que o Vgn Vagner escreveu, por conta do rápido tempo de subida (subida pois se iniciou na baixada em Cubatão).
O tempo estava ótimo e as 6:30 da matina já estava abordo de uma van descendo sentido Cubatão. A van era de um português engraçado, e custou R$ 25. Dá pra descer de ônibus, porém, além de ser mais lento ele sai de hora em hora (cheia), pelo que o motorista comentou.
A dica aqui se for de van é: peça pra descer na Av. Nove de Abril, pois todos os ônibus que vão ao bairro do Quilombo (onde se dá o acesso a trilha) passam por lá.
Eu não sabia e desci na rodoviária mesmo e acabei indo a pé até esta avenida.
Pelo que vi no Google, tem opções de ônibus: 913, 914 e 945:
Vou tentar atualizar o post com um mapa mostrando o acesso à trilha, pois não encontrei informações sobre onde era a entrada. Mas, resumindo, você tem que passar por baixo do viaduto da Rod. Cônego Domênico, andando ao lado do trilho (alguns guardinhas olharam, mas ninguém disse nada . Chegando numa casinha de madeira, uma senhorinha simpática disse que a trilha começava seguindo uma vala que corre logo abaixo de sua casa. Realmente há várias picadas no local, e peguei a errada, subindo muito... até encontrar um senhor que caçava no mato e me indicou o percurso correto: bem mais abaixo.
Com receio de que escurecesse durante o trajeto apertei o passo. E acabei apertando demais, pois ao meio dia atingi o 4º patamar, onde almocei aproveitando a magia e calma daquele lugar.
Cerca de uma hora depois avistei uma escada à esquerda que descia aos trilhos ativos de cremalheira-aderência. Desci, mas logo voltei, pois ouvi apitos de trêm e pessoas falando. Apesar de já ter praticamente terminado a travessia gostaria de continuar sem nenhum problema. Voltei na trilha e segui adiante numa picada um pouco mais fechada porém bem demarcada. Esta trilha leva até a parte de trás do museu de Paranapiacaba. Foi muito legal, pois quando visitei o museu muitos anos atrás, lembro que tive vontade de acessar os trilhos mas não era permitido (e não é )
Me mantive a direita e peguei uma escada de acesso antes da estação de energia. Ela me levou ao centrinho da vila, onde já rolava o agito (se não me engano) por causa do festival de inverno.
E fui saudado ao som do Raul enquanto descansava da aventura. E me despeço com o som que tava tocando:
Salve galera, aí vai meu mini-relato sobre a trilha que acabei de terminar.
Li vários relatos antes de ir, mas gostei especialmente do que o Vgn Vagner escreveu, por conta do rápido tempo de subida (subida pois se iniciou na baixada em Cubatão).
O tempo estava ótimo e as 6:30 da matina já estava abordo de uma van descendo sentido Cubatão. A van era de um português engraçado, e custou R$ 25. Dá pra descer de ônibus, porém, além de ser mais lento ele sai de hora em hora (cheia), pelo que o motorista comentou.
A dica aqui se for de van é: peça pra descer na Av. Nove de Abril, pois todos os ônibus que vão ao bairro do Quilombo (onde se dá o acesso a trilha) passam por lá.
Eu não sabia e desci na rodoviária mesmo e acabei indo a pé até esta avenida.
Pelo que vi no Google, tem opções de ônibus: 913, 914 e 945:
https://www.google.com/maps/dir/-23.8850533,-46.4205717/Rod.+C%C3%B4nego+Dom%C3%AAnico+Rangoni/@-23.8690012,-46.4331095,13z/data=!3m1!4b1!4m12!4m11!1m0!1m5!1m1!1s0x94ce103c84d18441:0x413f98a107fb7d7f!2m2!1d-46.37358!2d-23.852902!2m2!7e2!8j1431845340!3e3
Vou tentar atualizar o post com um mapa mostrando o acesso à trilha, pois não encontrei informações sobre onde era a entrada. Mas, resumindo, você tem que passar por baixo do viaduto da Rod. Cônego Domênico, andando ao lado do trilho (alguns guardinhas olharam, mas ninguém disse nada
. Chegando numa casinha de madeira, uma senhorinha simpática disse que a trilha começava seguindo uma vala que corre logo abaixo de sua casa. Realmente há várias picadas no local, e peguei a errada, subindo muito... até encontrar um senhor que caçava no mato e me indicou o percurso correto: bem mais abaixo.
Localizado o primeiro sinal das ruínas com trilhos e cabos mais ou menos nesta região: {http://wikimapia.org/#lang=pt&lat=-23.845414&lon=-46.370115&z=19&m=b} iniciei a trilha, as 8:15 am.
Com receio de que escurecesse durante o trajeto apertei o passo. E acabei apertando demais, pois ao meio dia atingi o 4º patamar, onde almocei aproveitando a magia e calma daquele lugar.
Cerca de uma hora depois avistei uma escada à esquerda que descia aos trilhos ativos de cremalheira-aderência. Desci, mas logo voltei, pois ouvi apitos de trêm e pessoas falando. Apesar de já ter praticamente terminado a travessia gostaria de continuar sem nenhum problema. Voltei na trilha e segui adiante numa picada um pouco mais fechada porém bem demarcada. Esta trilha leva até a parte de trás do museu de Paranapiacaba. Foi muito legal, pois quando visitei o museu muitos anos atrás, lembro que tive vontade de acessar os trilhos mas não era permitido (e não é
)
Me mantive a direita e peguei uma escada de acesso antes da estação de energia. Ela me levou ao centrinho da vila, onde já rolava o agito (se não me engano) por causa do festival de inverno.
E fui saudado ao som do Raul enquanto descansava da aventura. E me despeço com o som que tava tocando:
Hoje é domingo
Missa e praia
Céu de anil
Tem sangue no jornal
Bandeiras na Avenida Zil
Lá por detrás
Da triste linda Zona Sul
Vai tudo muito bem
Formigas que trafegam
Sem porque
E da janela desses quartos
De pensão eu como vetor
Tranquilo eu tento
Uma transmutação
Oh! Oh! Oh! Seu Moço
Do Disco Voador
Me leve com você
Pra onde você for
Oh! Oh! Oh! Seu Moço!
Mas não me deixe aqui
Enquanto eu sei que tem
Tanta estrela por aí
Enquanto eu sei que tem
Tanta estrela por aí
Enquanto eu sei que tem
Tanta estrela por aí