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Olá viajante!

Bora viajar?

Travessia Muçum-Guaporé. Ferrovia do Trigo - RS

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Bem, resolvi escrever este relato depois que li o relato do Cacius, que está sempre ajudando o pessoal. Fiquei apenas um pouco triste com o desfecho de seu relato. Espero que me lembre de tudo, afinal, já faz 2 anos que fizemos esta travessia e me arrependi de não te-lo escrito antes, pois com certeza seria bem mais rico em detalhes do que este relato que escrevo hoje. Atualizarei-o quando lembrar de mais detalhes.

 

Bom, tudo começou quando eu e mais três colegas de trabalho(Darcio, Jonas e Tom) resolvemos fazer esta travessia, após algumas pesquisas e um planejamento utilizando o Google-Earth, decidimos a data para esta aventura: 02 e 03/11/07. Sim é feriado de finados, mas era um feriadão, pois o feriado era na sexta-feira e assim teríamos o domingo para descansar em nossas casas antes de voltar ao trabalho na segunda-feira.

 

Na quinta-feira dia 01/11/07, já com as mochilas devidamente prontas e com o hotel reservado, tomamos um onibus às 18:30 na rodoviária de Porto Alegre com destido à Muçum. Depois de 3 horas de viagem, desembarcamos bem em frente ao hotel reservado. O hotel é confortável e bem barato. Deixamos as mochilas no hotel e fomos comer um "chis" e tomar uma gelada. Logo depois, voltamos ao hotel, dividimos melhor os pesos das mochilas e fomos dormir.

 

No dia seguinte, acordamos bem cedo e tomamos um simples mas generoso café da manhã e tomamos um mate com o simpático sr. Marchetti, dono do hotel. Aqui vale lembrar que se quiseres dar uma olhada mais de perto nas fotos, basta clicar nela para ampliá-la.

 

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Café da manhã do hotel.

 

Conversamos mais um pouco com o sr. Marchetti e saímos do hotel por volta das 8:00 da manhã, mas não sem antes tirar uma foto com o proprietário em frente ao seu estabelecimento.

 

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Hotel Marchetti. Ponto de partida da caminhada. À esquerda, de branco o Sr. Marchetti.

 

Iniciamos a caminhada, com uma temperatura muito agradável(cerca de 15º) e um céu nublado. O que nos ajudou e nos motivou bastante, pois sabíamos que teríamos uma boa caminhada pela frente.

 

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Saindo de Muçum.

 

Caminhamos por cerca de 4 horas até chegar ao tão famoso viaduto V13. Imponente obra da engenharia do exército brasileiro, com 254m de comprimento e 146m de altura, sendo o mais alto das américas e o segundo mais alto do mundo.

Durante o trajeto, fazíamos paradas a cada hora para descansarmos um pouco, tirar as mochilas das costas e apreciar a paisagem.

 

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Nunca pensei que britas pudesssem ser tão macias!!!!!!!

 

Ao chegar no viaduto, encontramos o pessoal da ALL fazendo reparo nos trilhos. Perguntamos e descobrimos que não circularia nenhum trem até o final da tarde.

Caminhamos mais 15 minutos e aproveitamos para almoçar já que a chuva fina que nos acompanhava por boa parte do trajeto engrossara. Paramos na entrada de um túnel e optamos por uma refeição leve, já que tínhamos tomado um reforçado café da manhã no hotel e deixamos a refeição mais "pesada" para o jantar no acampamento. Tínhamos previsto duas refeições quentes, um carreteiro de charque e uma massa com calabresa e creme de leite. Belo cardápio, que exigia apenas uma panela e nenhuma refrigeração,exigem um pouco mais de água para cozinhar, mas como tinha chovido uns dias antes, tínhamos água em abundância no trajeto. Depois da pausa, para o almoço, a chuva aliviara e retomamos a caminhada. No segundo túnel depois do V13(em direção à Guaporé), existe uma homenagem dos trabalhadores a um colega que morreu na construção do túnel durante a retirada das pedras em uma explosão de um dinamite que falhara durante a explosão principal.

 

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Homenagem póstuma.

 

Cerca de uma hora de caminhada encontramos um grupo de escoteiros da região do vale dos sinos. Eles nos disseram que acampam todos os anos perto do viaduto V13. eles estavam em um grupo de umas 20 pessoas.

 

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Grupo de escoteiros. Encontro um pouco antes do acampamento.

 

Caminhamos mais 3 horas e paramos por volta das 16:30 para montar o acampamento e cozinhar antes que escurecesse.

 

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Inspecionando o local do acampamento.

 

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Organizando o acampamento.

 

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Acampamento montado, carreteiro no fogo e um mate bem cevado para espantar o cansaço de um longo dia de caminhada.

 

Enquanto montávamos o acampamento, tivemos nosso primeiro encontro com um trem. Fomos até o trilho, acenamos ao maquinista e apreciamos sua passagem. Nosso segundo encontro seria um pouco diferente.

 

Após o jantar, fomos até um viaduto perto do nosso acampamento. Lá, fizemos uma roda de chimarrão enquanto conversávamos e apreciávamos um belo por do sol entre os vales. Quando a água acabou, já era escuro, voltamos ao acampamento e fomos dormir. Ao amanhecer do dia seguinte, acordamos, tomamos um café da manhã, levantamos o acampamento e recolhemos tudo o que levamos para lá(inclusive o lixo que é o mais importante!!!).

 

Como tínhamos acampado na entrada de um grande túnel, os primeiros 40 ou 50 minutos da caminhada seriam no escuro. Após cerca de 10 minutos de caminhada, quando estávamos quase na metade do túnel, começamos a ouvir o ruído do trem. Em princípio ele era praticamente imperceptível e nem todos o ouviram, o que foi motivo de risadas entre os que não tinham ouvido, e acusação de paranóicos aos que tinham ouvido. Porém com o passar do tempo, o som ficou cada vez mais perceptível e dentro de alguns instantes o encontro com o trem seria realidade. A tensão aumentou, afinal, não é todos os dias que estamos dentro de um túnel estreito e com mais de 2 km de comprimento e cruzamos por um trem enorme e barulhento. Entramos em um dos inúmeros refúgios que existem nos túneis e viadutos e esperamos o trem passar. Após o barulho ensurdecedor, ainda agitados com o encontro, retomamos nossa caminhada. Aproximadamente meia hora depois, saímos do túnel.

 

 

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Saída de túnel no caminho.

 

Logo após sair do túnel, encontramos dois casais de amigos que haviam passado a noite próximo a entrada oposta do túnel onde tínhamos passado a noite. Pausa para mais uma foto.

 

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Logo ao amanhecer do segundo dia, encontramos os dois casais que tinham acampado bem próximo ao local onde acampamos.

 

A caminhada neste dia foi um pouco mais difícil. O dia amanhecera com neblina e como diz o ditado popular: "Cerração que baixa, sol que racha". Conforme o tempo ia passando, o calor ia aumentando, e aumentando muito! O calor, somando ao cansaço da caminhada do dia anterior e ao peso das mochilas, tornava a caminhada bem mais difícil do que no dia anterior. Entretando, a paisagem nos proporcionava belos visuais.

 

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Como era primavera, não poderiam faltar as flores.

 

Mais cerca de uma hora de caminhada e nos deparamos com o também famoso viaduto da mula preta. O mais alto dos viadutos de ferro que se cruza pelo caminho. Ele não possui nada entre os dormentes e nenhuma mureta em sua lateral. Dá vertigem atravessá-lo.

 

20091021113601.JPG

Viaduto da mula preta, um dos vários viadutos de aço, só com dormentes.

 

Não muito depois de cruzar o viaduto da mula preta, passamos por uma casa que fica bem na beira da estrada e encontramos seu proprietário. Paramos para conversar com ele. Sujeito muito simpático e cujo nome, infelizmente não me recordo. Conversamos por uns 10 minutos com ele, ele nos ofereceu água, que nós aceitamos com prazer. Tiramos outra foto, nos despedimos e seguimos nossa caminhada.

 

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Parada para trocar uma idéia com os moradores do local.

 

Durante a caminhada, principalmente dentro dos túneis, onde é completamente escuro, convém tomar cuidado com uma espécie de farpa que se forma nos trilhos com o passar dos trens. Irás te deparar com eles com relativa frequência e são bem afiados. Eles foram muito úteis na construção dos fogões para cozinhar.

 

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Cuidado com as lascas de aço presas aos trilhos.

 

Já era perto do meio dia, o sol estava castigando e a fome apertando. Resolvemos parar para cozinhar a segunda refeição quente de nossa caminhada. Uma saborosa massa com calabresa ao molho de creme de leite.

 

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Almoço do segundo dia.

 

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Mesa do banquete.

 

Enquanto cozinhávamos, uma vagoneta que percorre os trilhos verificando se não há problema e é utilizada para carregar pessoal e materail para realizar reparos, parou e nos ofereceu carona até Guaporé. Indagamos o condutor sobre a distância que nos faltava para o fim de nossa empreitada. A resposta foi: "faltam 10 km!". Após uma breve reflexão, optamos por seguir a pé. Claro que queríamos a carona, mas achamos que seria um "atalho" muito grande. É óbvio que, durante a tarde, com o sol escaldante, nos arrependemos diversas vezes da nossa decisão. Mas foi nossa escolha e a aceitamos com tranquilidade.

 

20091021112703.jpg

Vagoneta oferecendo carona.

 

Após refeitos e bem alimentados, foi a hora de tomar um bom banho de cascata(gelado e revigorante) e pegar a estrada novamente. A tarde foi muito quente e tranquila, sem nenhuma novidade ou percauço e depois de cerca de 4 horas, avistamos uma placa que nos avisava que nossa caminhada estava chegando ao fim.

 

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Última foto ainda nos trilhos do trem. Para que conheçam os personagens desta trilha: Eu, Tom, Darcio e Jonas.

 

Mais um pouco de caminhada e avistamos o trevo de acesso de Guaporé, saímos dos trilhos e caminhamos pela estrada. Deixando para trás os trilhos e o som de nossos passos nas britas que insistia em querer nos acompanhar. Entramos na cidade e perguntamos aos moradores pela Estação Rodoviária. Eles nos indicaram o caminho. Cada um tomou um ônibus para sua casa já sentindo saudades do tempo em que passamos juntos.

 

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Fim da caminhada.

 

Algo que nos foi bastante útil, mas não indispensável, foi o mapa que fizemos e que nos aciompanhou. Marcamos todos os túneis e pontes, desta forma podíamos acompanhar muito bem a evolução de nossa caminhada e que guardamos até hoje meio amassado e sujo.

 

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Ponto de partida.

 

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Destino.

 

Espero ter aguçado a curiosidade de vários e espero também que este relato sirva de "empurrãozinho" pra as pessoas saírem de casa. Viaje, conheça pessoas, experimente novas sensações! E principalmente leve apenas fotografias e deixe apenas pegadas. Preserve a natureza!!! Dê aos outros o direito de encontrar o mesmo que encontraste na tua viagem!

 

Forte abraço a todos!

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Cacius as vezes eu leio alguns posts teus e me mato rindo, a exemplo deste acima.

Marcos a idéia é ter uma base de deslocamento mesmo, ter noção da produção da caminhada. Obrigado pelo arquivo.

Postado
  • Membros
Cacius as vezes eu leio alguns posts teus e me mato rindo,

Que beleza, Deividi. Só não entendi se isso é elogio ou não! ::lol4::

Postado
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Elogio, elogio. Colocações engraçadas e bem contextualizadas. ::otemo::

  • 4 meses depois...
Postado
  • Membros

Marcos

 

Belo relato! Ótimas fotos!

Já fiz a travessia três vezes, duas subindo e uma descendo. O lugar é fantástico mesmo!

 

Deividi

 

Essas "colocações bem contextualizadas" do Cacius, só podia ser coisa de advogado mesmo ::lol4::

 

Abraço

Edy

Postado
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boa tarde pessoal!!!

 

cara adorei o relato de vcs!!! cara o texto tb me motivou a fazer essa travessia!!!! pretendemos realiza-lo no proximo feriadão de pascoa!!! mas tenho ainda muitas duvidas sobre o trajeto e temos pouca experiencia com caminhadas deste tipo, se fosse possivel gostaria que vcs me ajudassem:

 

1- pretendemos ir de onibus de POA até Guaporé, pernoitar em algum hotel e começar na manhã seguinte, porem não conheço nada da cidade, gostaria de saber qual o ponto exato que devo começar a caminhada;

2- quais são os melhores pontos para acampar?

3- devo me preocupar com os horários do trem, ou é tranquilo mesmo que ele passe no tunel conosco dentro dele...

 

por enquanto é isso, gostaria dessas dicas!!!

 

forte abraço a todos!!

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fronsoni

 

Guaporé é uma cidade fantástica, calma e tranquila. Um bom hotel é o MC & Bortoncello Ltda. - Av. Silvio Sanson, 1799 Centro (telefone: (54) 3443-6824).

 

1. O ponto inicial da caminhada é no final da avenida principal (Av. Silvio Sanson) que faz entroncamento com a RS-129. Após cruzar o trevo principal de acesso à cidade, a avenida passa por baixo de um viaduto. Você pode subir aos trilhos por uma estradinha lateral ao viaduto, que dá acesso à Estação Ferroviária de Guaporé. Vindo de Porto Alegre, você vai entrar pelo Pórtico Principal (vai ver fácil o viaduto e os trilhos).

 

2. Um bom local para acampar é ao lado do Viaduto Mula Preta (próximo a ele, existe uma mangueira de água que passa por baixo dos trilhos). Outro local bom é próximo ao Viaduto 13, antes do túnel (existe uma clareira grande). Você pode acampar também embaixo do Viaduto 13, tem um bar e o local é um pouco movimentado.

 

3. Não se preocupe com os trens, você os ouve de longe. Quando eles entram e saem dos túneis, o apito "come legal". Mesmo alguns que não apitam, você ouve. Mas todo cuidado é pouco. Dentro dos túneis existem refúgios cavados na rocha há uma distância média de 10 a 20m (dependendo do túnel). No geral, os túneis nesse trajeto são suficientemente largos, porém bastante longos. Vale analisar a situação que você se encontra.

 

Incluindo mais alguns itens que valem ser observados:

 

4. Viadutos metálicos. Nesse tipo de viaduto, os dormentes são ancorados na estrutura metálica, portanto não há preenchimento entre eles e para piorar a situação, são abertos lateralmente. Os refúgios estão instalados em uma distância média de 5 a 10m (dependendo do viaduto), portanto atenção redobrada.

 

5. Cuidado também com as lascas metálicas presas aos trilhos existentes no trecho. Elas se desprendem com grande frequência e isso pode ferir alguém. Esse cuidado deve ser redobrado dentro dos túneis já que a iluminação é zero. Como diz o Cacius: "é o escuro pintado de preto" e concordo com ele em gênero, número e grau ::lol4::

 

No mais, é só relaxar e curtir a caminhada. As paisagens são belíssimas!

 

Abraço

Edy

Postado
  • Autor
  • Membros

Buenas pessoal!

 

Me deixa muito contente saber que meu relato está incentivando e principalmente ajudando outras pessoas!

 

Como se pode observar no relato, fizemos exatamente o que tu queres fazer Fronsoni. O que não achares no relato é só prender o grito!!!

 

Abraço

Postado
  • Membros

caros Edver e Marcos,

 

Pessoal muito obrigado pela atenção, pensei que levaria alguns dias para alguem me dar alguma força!!! poxa fico muito agradecido pela atenção de vcs!!!

 

quarta-feira vou fazer uma reunião com o pessoal que vai ir comigo, para gente debater sobre o que levar, comer, quando chegar essas coisas...

 

se surgir mais alguma duvida (com certeza surgirão) vou prender o grito aqui com vcs!!

 

e novamente muito obrigado pelas dicas!!!

 

abração

  • 2 semanas depois...
Postado
  • Membros

Olá amigos!!!

 

Bom, me reuni com meus amigos e a galera está animada para fazer a trilha!!! Iremos num grupo de 4 pessoas mesmo.

 

Mas sem querer abusar, ainda restam algumas duvidas:

 

 

1-Para quem sai de Guaporé é melhor acampar perto do Mula Preta certo? Mas alguém sabe dizer quantos km de Guaporé até o Mula? Mais ou menos quantas horas de caminhada?

 

2-Onde ficam a cascata do beija-flor e a cascata subterrânea? Vale a pena ir até elas?

 

3-Marcos, cara como vc conseguiu montar aquele mapa com a descrição dos túneis e viadutos? Estou tentando identificar onde ficam pelo Google Maps mas está difícil. Tens ele escaniado ou algum link que eu possa achar?

 

4-Edver, liguei para o Hotel que vc recomendou mas eles não fazem reserva (na verdade pelo que entendi é um motel mesmo), existe alguma pousada por lá? Pela internet ta difícil de achar, mas qq coisa monto a barraca no meio da praça mesmo hehehe

 

5-Um dos meus amigos está meio fora de forma! A trilha é tão pesada a ponto dele ter algum tipo de problema? Isto é, uma pessoa que não está tão acostumada a fazer exercícios consegue fazer a caminhada?

 

valeu pessoal!!!

Postado
  • Membros

De Guaporé até o Mula é perto.. não sei se dá 15 km.. te diria pra acampar perto do 13, uns 30 km de Guaporé. Daí dá graça.

As cascatas eu não identifiquei, infelizmente...

Mapa? Esquece, não tem a MÍNIMA necessidade. No google Maps dá pra ver, é só seguir a linha do trem. Começe pelo trevo de Guaporé e vá baixando.

A trilha é longa, mas light. Desnível de 400 metros distribuído em 50 km. Vai de boa, o gordinho (inho?) aqui fez...

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