Olá pessoal!!!! Segue aqui meu relato de nossa aventura pela América do Sul(eu, minha esposa Márcia e minha filha Manuella de 10 anos) que começou dia 25/12/2015 e terminou dia 19/01/2016, ao todo foram 10680 km rodados em 26 dias incluindo Brasil(claro), Argentina, Chile e Uruguai. Primeiramente gostaria de agradecer a todos que me ajudaram aqui do site, não vou citar nomes para não esquecer ninguém, mas troquei ideias com vários viajantes e todos me forneceram com muita boa vontade informações importantes para que eu pudesse montar meu planejamento, obrigado mesmo a todos. Um nome eu não posso deixar de citar, Herbert Lira, um veterano aqui do mochileiros.com e que está sempre disposto a ajudar qualquer um(como todos aqui também), com ele venho trocando informações através de e-mail e whatsapp ao longo de vários meses e também foi fundamental sua ajuda, Herbert, mais uma vez obrigado mesmo, você é o cara.rsrsrsrs. Como já é um roteiro bem conhecido por todos, minha intenção é tentar ajudar com algumas informações mais atualizadas sobre as condições das estradas e alguns outros detalhes, não vou me ater muito em relação a valores, principalmente refeições pois a disposição de gasto depende de cada um, mas sempre que possível vou citar alguns valores importantes. De uma forma geral não está barato viajar pelos países vizinhos, água mineral em média R$8,00 garrafa de 500ml, refrigerante garrafa de 290ml, de R$8,00 a R$10,00, cerveja em média R$20,00. Gasolina, Argentina R$3,90, Chile R$4,10 e Uruguai cheguei a pagar R$5,60, só que paguei em real em peso saiu R$5,10, levamos 48 garrafinhas de água mineral que compre na minha cidade a R$0,78 cada, dez vezes mais barato, 6 garrafas também de água mineral de 1,5l, além de uma caixa com refrigerantes, sucos, água de coco, salgadinhos, barras de cereais e mais algumas coisas. Espero que meu relato possa de alguma forma ajudar alguém, então chega de papo e vamos lá...
1º dia - 25/12/15 – Saímos de Cons. Lafaiete – MG por volta das 04:30 da manhã em direção a Curitiba, na verdade a ideia inicial era ir para Londrina, mas diante das várias cidades que iríamos passar pelo interior de Minas e São Paulo decidimos de última hora ir para Curitiba, um caminho que já conhecemos. Quem sai de Cons. Lafaiete em direção ao sul tem duas opções para pegar a Fernão Dias em direção a São Paulo, uma indo por Barbacena, São João Del Rey e depois Lavras, e a outra opção é indo por Desterro de Entre Rios em direção a Carmópolis de Minas, nas duas opções as estradas são simples mas são boas, o detalhe é que na segunda opção economiza-se aproximadamente 100km para chegar na Fernão Dias. Em São Paulo normalmente para pegar a Régis em direção a Curitiba no trevo de Atibaia entro na rodovia Dom Pedro I em direção a Campinas, alguns kms a frente entre em direção a Campo Limpo Paulista, depois rodovia Anhanguera e por fim Rodoanel e Régis, o detalhe desta rota é que fugimos das marginais Tietê e Pinheiros, que sempre corre o risco de estar congestionada, por aqui o risco diminui bastante. Pedágios na Fernão e Régis, entre R$1,80 e R$2,00. Neste dia ficamos hospedados no hotel Dunamys, fica ainda na Régis, pagamos R$200,00 para eu, minha esposa e filha, o hotel é excelente e muito bem localizado. Boa escolha.
2º dia – 26/12/15 – Sem muitas novidades neste dia, saímos de Curitiba às 07:00 da manhã em direção a Foz do Iguaçu, são 630km aproximadamente, já conhecíamos a estrada, a BR277 apesar de ser pista simples é muito boa, atrasa bastante caso pegue muitos caminhões pelo caminho e muito movimento no sentido contrário, não dá para ultrapassar. Na parte da manhã é muito comum pegar um denso nevoeiro próximo a Curitiba, é bom ter atenção. Preparem o bolso para os pedágios, em média R$11,00 cada um, chegando a R$14,60 no último pedágio próximo a Foz do Iguaçu, não contei para não ficar p da vida, mas acho que são 9 pedágios. Quando chegamos em Foz mantive contato com o Paulinho de Joinville, um cara super gente boa que conheci através do mochileiros.com e estávamos mantendo contato através de e-mail e whatsapp a um bom tempo, estava ele a esposa e o irmão, detalhe, temos o mesmo modelo de carro e a mesma cor, bela coincidência. Nossa rota coincidiu de estarmos nos mesmos locais em alguns dias, e em Foz o dia que chegamos foi um destes dias. Combinamos de juntarmos uma certa quantidade de reais(minha e dele) para tentar conseguir uma cotação boa de pesos argentinos, e assim fizemos, trocamos no hotel em que ele estava hospedado mesmo, conseguimos o peso a R$0,265, cotação boa. Neste dia ficamos hospedados no hotel Best Western Tarobá, hotel muito bom e que já conhecíamos do ano anterior.
3º dia – 27/12/15 - Tiramos este dia basicamente para repor as energias dos 2 dias anteriores, afinal de contas havíamos rodados 1700km até Foz. Como já estivemos em Foz no ano anterior e fizemos todos os passeios possíveis, não nos desgastamos fisicamente nem financeiramente(rsrsrsrs) para conhecer lugares que já conhecemos. O dia seguinte iríamos começar a encarar o árduo e desgastante Chaco Argentino, mais precisamente a longa reta da RN16(aproximadamente 700km) com altíssimas temperaturas e com notícias não muito boas, havíamos lido na internet que a chuva estava castigando as províncias de Chaco e Corrientes, justamente as que iríamos encarar no dia seguinte. E nossos amigos Herbert e Paulinho que estavam na nossa frente já nos havia informado que pegaram muita chuva na região, tínhamos um desafio pela frente.
4º dia – 28/12/15 – Cruzamos a fronteira por Porto Iguazu às 07:00 da manhã, tempo bom estrada boa, nossa meta era chegar em Avia Terai no meio do Chaco, 830km de distância e 30km depois de Roque S. Pena, toda estrada está um tapete, a RN12 então nem se fala, a RN16 também está show, dá pra andar em boas velocidades com segurança, e demos sorte também que não tinha muito movimento. Seguindo a dica no nosso colega Herbert Lira que está dois dias na nossa frente, paramos para descansar um pouco e abastecer num posto YPF na RN12 em Ita Ibate, o posto tem uma certa estrutura, e aí vale a dica aos viajantes, deem preferência na argentina para os YPF ou Shell. Ao chegarmos próximo a cidade de Corrientes(capital da província de Corrientes),começou o que não queríamos, a chuva, e ficamos imaginando até quando iria durar e se teríamos que parar porque realmente chovia forte, mas como num passe de mágica assim que atravessamos a cidade a chuva cessou e não apareceu mais, que sorte a nossa, infelizmente nossos amigos enfrentaram um pouco mais a chuva. Depois de 830km chegamos em Aviá Terai às 3 da tarde, a viajem rendeu muuuuuuuiiiiiito, conseguimos até aproveitar a piscina do hotel, ficamos no Las Curiosas, um hotel fazenda com estrutura razoável, o mais importante é que fica praticamente às margens da RN16, entrando na RN89, para quem está indo para Salta o local é estratégico. Quando pesquisei hotéis na região a intenção era ficar em Saenz Pena, mas não apareceu opções no site que pesquisei(Booking.com), o preço do hotel não foi dos mais baratos, mas a região não oferece muita opção, como o dólar subiu muito a diária ficou em torno de R$400,00. Apenas para registrar, em todo o trajeto de Foz até Aviá Terai pagamos uns 5 pedágios que totalizaram aproximadamente R$10,00, as estradas como informei um tapete, em apenas um dos pedágios da BR277 entre Curitiba e Foz do Iguaçu paguei R$14,60, acho que são mais 8 ou 9 pedágios na casa do R$11,00, sem comentários. Amanhã partiremos rumo a Salta.
5º dia – 29/12/15 – Saímos de Aviá Terai às 06:30 da manhã para encarar o restante do Chago, sem tomar café pois o café da manhã começava um pouco mais tarde e queríamos render para chegar em Salta o quanto antes, estávamos ansiosos para conhecer na cidade. Pouco depois de rodarmos 50km tem outro posto YPF onde abastecemos, tomamos nosso café e partimos. A RN16 continua um tapete até Monte Quemado onde começam os buracos, andando tranquilo dá pra rodar bem sem problemas, mas tem que ter atenção pois tem cada panela que se pegar vai ficar roda e pneu para trás,rsrsrsrs. São aproximadamente 40km deste jeito, depois melhora, alguns km à frente existem alguns trechos sem asfalto pois estão dando uma geral na estrada, quando estiver pronto vai ficar show, mas até ficar pronta pega-se vários trechos sem asfalto, mas nada que atrapalhe, não tem buraqueira não.
6º dia – 30/12/15 – Enfim chegamos em Salta, conhecida La Linda, 3000km depois sairmos de casa, a cidade é linda mesmo, a praça 9 Julho é muito legal e o passeio no teleférico é indispensável, de lá se consegue ver a Cordilheira dos Andes, demos sorte pois o céu não tinha praticamente uma nuvem. À noite o centro da cidade ferve de gente é carro pra todo lado, nas ruas reservadas aos pedestres, é uma loucura. Conhecemos a igreja principal de Salta, realmente linda. Uma coisa tem que ser destacada, deste que entramos na Argentina não tivemos nenhum problema até aqui com a polícia, fomos parados algumas vezes mas os policiais sempre muito educados, sorridentes e nos desejando boa viagem, em apenas um parada nos solicitaram passaporte, nada de documento do carro nem CNH, nem abrir porta malas para ver cambão, triangulo e tudo mais, com nossa filha no banco de trás(sempre dormindo.rsrsrsrsr), percebi que olhavam para o banco e devem ter pensado, com certeza estão com tudo certo, rsrsrsrs. Nos pararam em Joaquin V. Gonzales e o policial perguntou sobre o permisso, quando minha esposa abriu o porta luvas e pegou a pasta onde dava pra ver vários documentos incluindo passaporte, PID e carta verde ele desistiu de ver tudo e disse ok, ok, e nos desejou boa viajem, rsrsrsrsrs. De qualquer forma acredito que estão mudando a forma de tratar os turistas brasileiros, talvez alguma ação do governo para acabar com a extorsão de que tantos brasileiros reclamam. Até o momento todos o policiais que nos pararam estão de parabéns. Mas vale a pena levar os itens como cambão, segundo triangulo e kit de primeiros socorros, vai que...
7º dia – 31/12/15 – Neste dia íamos para Cafayate mas desistimos, depois arrependemos pois a região é muito bonita, optamos por descansar em Salta e economizar fisicamente e financeiramente para passarmos a virada de ano num bar com música típica andina e dança, foi legal mas poderia ter sido melhor. Durante o dia conhecemos mais Salta, a cidade tem atrações para pelo menos uns 4 dias, mas valeu, mesmo ficando pouco tempo. Ficamos no hotel Samka, boa localização excelente custo benefício, pagamos aproximadamente R$255,00 a diária, o quarto que ficamos não foi dos melhores mas tem opção de quartos melhores pelo mesmo preço que pagamos, talvez era porque estava cheio.
Olá pessoal!!!! Segue aqui meu relato de nossa aventura pela América do Sul(eu, minha esposa Márcia e minha filha Manuella de 10 anos) que começou dia 25/12/2015 e terminou dia 19/01/2016, ao todo foram 10680 km rodados em 26 dias incluindo Brasil(claro), Argentina, Chile e Uruguai. Primeiramente gostaria de agradecer a todos que me ajudaram aqui do site, não vou citar nomes para não esquecer ninguém, mas troquei ideias com vários viajantes e todos me forneceram com muita boa vontade informações importantes para que eu pudesse montar meu planejamento, obrigado mesmo a todos. Um nome eu não posso deixar de citar, Herbert Lira, um veterano aqui do mochileiros.com e que está sempre disposto a ajudar qualquer um(como todos aqui também), com ele venho trocando informações através de e-mail e whatsapp ao longo de vários meses e também foi fundamental sua ajuda, Herbert, mais uma vez obrigado mesmo, você é o cara.rsrsrsrs. Como já é um roteiro bem conhecido por todos, minha intenção é tentar ajudar com algumas informações mais atualizadas sobre as condições das estradas e alguns outros detalhes, não vou me ater muito em relação a valores, principalmente refeições pois a disposição de gasto depende de cada um, mas sempre que possível vou citar alguns valores importantes. De uma forma geral não está barato viajar pelos países vizinhos, água mineral em média R$8,00 garrafa de 500ml, refrigerante garrafa de 290ml, de R$8,00 a R$10,00, cerveja em média R$20,00. Gasolina, Argentina R$3,90, Chile R$4,10 e Uruguai cheguei a pagar R$5,60, só que paguei em real em peso saiu R$5,10, levamos 48 garrafinhas de água mineral que compre na minha cidade a R$0,78 cada, dez vezes mais barato, 6 garrafas também de água mineral de 1,5l, além de uma caixa com refrigerantes, sucos, água de coco, salgadinhos, barras de cereais e mais algumas coisas. Espero que meu relato possa de alguma forma ajudar alguém, então chega de papo e vamos lá...
1º dia - 25/12/15 – Saímos de Cons. Lafaiete – MG por volta das 04:30 da manhã em direção a Curitiba, na verdade a ideia inicial era ir para Londrina, mas diante das várias cidades que iríamos passar pelo interior de Minas e São Paulo decidimos de última hora ir para Curitiba, um caminho que já conhecemos. Quem sai de Cons. Lafaiete em direção ao sul tem duas opções para pegar a Fernão Dias em direção a São Paulo, uma indo por Barbacena, São João Del Rey e depois Lavras, e a outra opção é indo por Desterro de Entre Rios em direção a Carmópolis de Minas, nas duas opções as estradas são simples mas são boas, o detalhe é que na segunda opção economiza-se aproximadamente 100km para chegar na Fernão Dias. Em São Paulo normalmente para pegar a Régis em direção a Curitiba no trevo de Atibaia entro na rodovia Dom Pedro I em direção a Campinas, alguns kms a frente entre em direção a Campo Limpo Paulista, depois rodovia Anhanguera e por fim Rodoanel e Régis, o detalhe desta rota é que fugimos das marginais Tietê e Pinheiros, que sempre corre o risco de estar congestionada, por aqui o risco diminui bastante. Pedágios na Fernão e Régis, entre R$1,80 e R$2,00. Neste dia ficamos hospedados no hotel Dunamys, fica ainda na Régis, pagamos R$200,00 para eu, minha esposa e filha, o hotel é excelente e muito bem localizado. Boa escolha.
2º dia – 26/12/15 – Sem muitas novidades neste dia, saímos de Curitiba às 07:00 da manhã em direção a Foz do Iguaçu, são 630km aproximadamente, já conhecíamos a estrada, a BR277 apesar de ser pista simples é muito boa, atrasa bastante caso pegue muitos caminhões pelo caminho e muito movimento no sentido contrário, não dá para ultrapassar. Na parte da manhã é muito comum pegar um denso nevoeiro próximo a Curitiba, é bom ter atenção. Preparem o bolso para os pedágios, em média R$11,00 cada um, chegando a R$14,60 no último pedágio próximo a Foz do Iguaçu, não contei para não ficar p da vida, mas acho que são 9 pedágios. Quando chegamos em Foz mantive contato com o Paulinho de Joinville, um cara super gente boa que conheci através do mochileiros.com e estávamos mantendo contato através de e-mail e whatsapp a um bom tempo, estava ele a esposa e o irmão, detalhe, temos o mesmo modelo de carro e a mesma cor, bela coincidência. Nossa rota coincidiu de estarmos nos mesmos locais em alguns dias, e em Foz o dia que chegamos foi um destes dias. Combinamos de juntarmos uma certa quantidade de reais(minha e dele) para tentar conseguir uma cotação boa de pesos argentinos, e assim fizemos, trocamos no hotel em que ele estava hospedado mesmo, conseguimos o peso a R$0,265, cotação boa. Neste dia ficamos hospedados no hotel Best Western Tarobá, hotel muito bom e que já conhecíamos do ano anterior.
3º dia – 27/12/15 - Tiramos este dia basicamente para repor as energias dos 2 dias anteriores, afinal de contas havíamos rodados 1700km até Foz. Como já estivemos em Foz no ano anterior e fizemos todos os passeios possíveis, não nos desgastamos fisicamente nem financeiramente(rsrsrsrs) para conhecer lugares que já conhecemos. O dia seguinte iríamos começar a encarar o árduo e desgastante Chaco Argentino, mais precisamente a longa reta da RN16(aproximadamente 700km) com altíssimas temperaturas e com notícias não muito boas, havíamos lido na internet que a chuva estava castigando as províncias de Chaco e Corrientes, justamente as que iríamos encarar no dia seguinte. E nossos amigos Herbert e Paulinho que estavam na nossa frente já nos havia informado que pegaram muita chuva na região, tínhamos um desafio pela frente.
4º dia – 28/12/15 – Cruzamos a fronteira por Porto Iguazu às 07:00 da manhã, tempo bom estrada boa, nossa meta era chegar em Avia Terai no meio do Chaco, 830km de distância e 30km depois de Roque S. Pena, toda estrada está um tapete, a RN12 então nem se fala, a RN16 também está show, dá pra andar em boas velocidades com segurança, e demos sorte também que não tinha muito movimento. Seguindo a dica no nosso colega Herbert Lira que está dois dias na nossa frente, paramos para descansar um pouco e abastecer num posto YPF na RN12 em Ita Ibate, o posto tem uma certa estrutura, e aí vale a dica aos viajantes, deem preferência na argentina para os YPF ou Shell. Ao chegarmos próximo a cidade de Corrientes(capital da província de Corrientes),começou o que não queríamos, a chuva, e ficamos imaginando até quando iria durar e se teríamos que parar porque realmente chovia forte, mas como num passe de mágica assim que atravessamos a cidade a chuva cessou e não apareceu mais, que sorte a nossa, infelizmente nossos amigos enfrentaram um pouco mais a chuva. Depois de 830km chegamos em Aviá Terai às 3 da tarde, a viajem rendeu muuuuuuuiiiiiito, conseguimos até aproveitar a piscina do hotel, ficamos no Las Curiosas, um hotel fazenda com estrutura razoável, o mais importante é que fica praticamente às margens da RN16, entrando na RN89, para quem está indo para Salta o local é estratégico. Quando pesquisei hotéis na região a intenção era ficar em Saenz Pena, mas não apareceu opções no site que pesquisei(Booking.com), o preço do hotel não foi dos mais baratos, mas a região não oferece muita opção, como o dólar subiu muito a diária ficou em torno de R$400,00. Apenas para registrar, em todo o trajeto de Foz até Aviá Terai pagamos uns 5 pedágios que totalizaram aproximadamente R$10,00, as estradas como informei um tapete, em apenas um dos pedágios da BR277 entre Curitiba e Foz do Iguaçu paguei R$14,60, acho que são mais 8 ou 9 pedágios na casa do R$11,00, sem comentários. Amanhã partiremos rumo a Salta.
5º dia – 29/12/15 – Saímos de Aviá Terai às 06:30 da manhã para encarar o restante do Chago, sem tomar café pois o café da manhã começava um pouco mais tarde e queríamos render para chegar em Salta o quanto antes, estávamos ansiosos para conhecer na cidade. Pouco depois de rodarmos 50km tem outro posto YPF onde abastecemos, tomamos nosso café e partimos. A RN16 continua um tapete até Monte Quemado onde começam os buracos, andando tranquilo dá pra rodar bem sem problemas, mas tem que ter atenção pois tem cada panela que se pegar vai ficar roda e pneu para trás,rsrsrsrs. São aproximadamente 40km deste jeito, depois melhora, alguns km à frente existem alguns trechos sem asfalto pois estão dando uma geral na estrada, quando estiver pronto vai ficar show, mas até ficar pronta pega-se vários trechos sem asfalto, mas nada que atrapalhe, não tem buraqueira não.
6º dia – 30/12/15 – Enfim chegamos em Salta, conhecida La Linda, 3000km depois sairmos de casa, a cidade é linda mesmo, a praça 9 Julho é muito legal e o passeio no teleférico é indispensável, de lá se consegue ver a Cordilheira dos Andes, demos sorte pois o céu não tinha praticamente uma nuvem. À noite o centro da cidade ferve de gente é carro pra todo lado, nas ruas reservadas aos pedestres, é uma loucura. Conhecemos a igreja principal de Salta, realmente linda. Uma coisa tem que ser destacada, deste que entramos na Argentina não tivemos nenhum problema até aqui com a polícia, fomos parados algumas vezes mas os policiais sempre muito educados, sorridentes e nos desejando boa viagem, em apenas um parada nos solicitaram passaporte, nada de documento do carro nem CNH, nem abrir porta malas para ver cambão, triangulo e tudo mais, com nossa filha no banco de trás(sempre dormindo.rsrsrsrsr), percebi que olhavam para o banco e devem ter pensado, com certeza estão com tudo certo, rsrsrsrs. Nos pararam em Joaquin V. Gonzales e o policial perguntou sobre o permisso, quando minha esposa abriu o porta luvas e pegou a pasta onde dava pra ver vários documentos incluindo passaporte, PID e carta verde ele desistiu de ver tudo e disse ok, ok, e nos desejou boa viajem, rsrsrsrsrs. De qualquer forma acredito que estão mudando a forma de tratar os turistas brasileiros, talvez alguma ação do governo para acabar com a extorsão de que tantos brasileiros reclamam. Até o momento todos o policiais que nos pararam estão de parabéns. Mas vale a pena levar os itens como cambão, segundo triangulo e kit de primeiros socorros, vai que...
7º dia – 31/12/15 – Neste dia íamos para Cafayate mas desistimos, depois arrependemos pois a região é muito bonita, optamos por descansar em Salta e economizar fisicamente e financeiramente para passarmos a virada de ano num bar com música típica andina e dança, foi legal mas poderia ter sido melhor. Durante o dia conhecemos mais Salta, a cidade tem atrações para pelo menos uns 4 dias, mas valeu, mesmo ficando pouco tempo. Ficamos no hotel Samka, boa localização excelente custo benefício, pagamos aproximadamente R$255,00 a diária, o quarto que ficamos não foi dos melhores mas tem opção de quartos melhores pelo mesmo preço que pagamos, talvez era porque estava cheio.
Editado por Visitante